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  • Etc,  TV

    Processo milionário de Rachel Sheherazade contra SBT cita assédio moral de Sílvio Santos

    19 de abril de 2021 /

    Demitida em agosto de 2020 do SBT, a jornalista e apresentadora de telejornal Rachel Sheherazade entrou com um ação milionária de indenização na Justiça, pedindo R$ 20 milhões de direitos trabalhistas nunca cumpridos. Mas o processo também abre espaço para denúncia de assédio moral contra Sílvio Santos. Protocolada em 11 de março, na 3ª Vara do Trabalho de Osasco (SP), onde o SBT é sediado, a ação cita a cerimônia do Troféu Imprensa realizada em 9 de abril de 2017, quando Sheherazade subiu ao palco para receber o Troféu Internet de melhor apresentadora de telejornal, que ela havia conquistado em 2016. A jornalista diz ter sido humilhada por Silvio Santos em rede nacional na ocasião. “Eu te chamei para você continuar com a sua beleza, com a sua voz, foi para ler as notícias, e não dar a sua opinião. Se quiser falar sobre política, compre uma estação de TV e faça por sua própria conta”, disse Sílvio Santos na ocasião. A defesa da apresentadora diz que Silvio Santos teve um comportamento depreciativo, preconceituoso, vexatório, humilhante e constrangedor, além de ter uma “atitude nitidamente machista, [que] colocou a figura feminina numa posição em que a beleza física é supervalorizada em detrimento dos atributos intelectuais”. Rachel Sheherazade também alega ter sofrido suspensão do telejornal “SBT Brasil” em agosto de 2019, após um pedido de Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, um dos principais patrocinadores dos programas da emissora de Silvio Santos. Por represália a suas publicações em redes sociais, ela foi proibida de comandar o telejornal nas edições de sexta-feira. “Silvio Santos a afastou da apresentação do telejornal ‘SBT Brasil’, como nítida forma de punição em razão de seus comentários e opiniões, bem como reduziu seu espaço no ar”, diz a defesa da apresentadora. Nos anexos do processo de 522 páginas, Sheherazade incluiu prints de um e-mail que José Roberto Maciel, CEO do SBT, lhe enviou em 17 de outubro de 2014. Na data, Rachel pediu afastamento do trabalho para se submeter a uma cirurgia e o executivo decidiu lembrar a funcionária sobre a linha editorial do SBT, pedindo para que ela revisse seu posicionamento político nas redes sociais, além de reduzir o tom, visto por ele como agressivo. Na época, a jornalista fazia duras críticas a Dilma Rousseff, que concorria à reeleição presidencial. Maciel disse que a postura dela envergonhavam a ele e a muitos dos colegas de trabalho. A jornalista foi contratada pelo SBT em março de 2011 na condição de prestadora de serviços, como pessoa jurídica, sem ter sua carteira de trabalho assinada. Seu salário inicial foi estipulado em R$ 30 mil e ela recebia mais um bônus de R$ 7 mil para custos com moradia – uma maneira de a emissora ajudá-la a se estabelecer na região metropolitana de São Paulo, já que morava em João Pessoa (PB) antes de ser contratada. Por conta das renovações de seu contrato, Rachel teve um crescimento salarial exponencial. Seu último vencimento na emissora, pago em outubro de 2020, foi de R$ 214.108,47, quase 614% maior do que o inicial, conforme mostram as notas fiscais anexadas ao processo. Mas a jornalista caiu na malha fina da Receita Federal, que está cobrando uma fortuna em impostos atrasados por considerar sua relação profissional fraudulenta, afirmando que ela deve impostos de Pessoa Física, embora tenha recebido como Pessoa Jurídica. Se a Receita acha isso, ela considera que também deve receber o que tem direito. Sua defesa alega que a “pejotização” contratual imposta pelo SBT deixou-a sem receber vários pagamentos que teria caso sua carteira de trabalho tivesse sido assinada, como férias integrais, que não lhe foram remuneradas, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), pagamento da diferença salarial decorrente dos reajustes que ela não usufruiu por não ser contratada pelo regime CLT, trabalhos em feriados e horas-extras, participação nos lucros da receita da empresa (PLR), pagas a funcionários CLT do SBT, aviso prévio, 13º salário nunca pago, etc. O processo lista diversos motivos para sustentar a tese de que ela não era uma prestadora de serviços, mas uma funcionária do SBT: cumprimento de carga horária, exclusividade de trabalho com o SBT, subordinação a diretores da emissora, uso de e-mail corporativo, crachá de funcionária, direito a vale-refeição e plano de saúde. A Justiça Trabalhista marcou para 3 de agosto, às 10h10, a primeira audiência do caso, em que as testemunhas de Rachel Sheherazade e do SBT serão ouvidas pelo juiz. O jornalista Hermano Henning, que também processou a emissora de Silvio Santos, é uma das testemunhas listadas para falar a favor da ex-colega de trabalho.

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    Edson Montenegro (1957 – 2021)

    21 de março de 2021 /

    O ator Edson Montenegro morreu neste domingo (21/3), aos 63 anos, por complicações da covid-19. A informação foi confirmada por sua filha, Juliana Tavares, em publicação nos Stories do Instagram. “Meu pai descansou. Em nome de toda família, obrigada por toda corrente do bem em oração e toda energia positiva que emanaram”, ela escreveu. Montenegro foi diagnosticado com covid-19 no último dia 12. Ele estava internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Xica da Silva”, da Manchete, “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), “Cidade de Deus” (2002) e “Mundo Deserto de Almas Negras” (2016). Também foi cantor, com disco gravado e muitos trabalhos em anúncios publicitários. A cantora Karin Hils, amiga de Edson, foi uma das primeiras a lamentar a perda nas redes sociais. “Parece que eu levei uma pancada na alma. Tá muito difícil de escrever. Vai com Deus, meu pai de mentirinha. Você vai fazer muita falta”, disse.

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  • Etc,  TV

    Kleber Lopes (1982 – 2021)

    7 de março de 2021 /

    O humorista Kleber Lopes, conhecido por interpretar o personagem Ricky Marcos no programa “A Praça É Nossa”, morreu neste domingo (7/3), aos 39 anos, em decorrência de complicações da covid-19. Segundo amigos e familiares, após ser diagnosticado com o coronavírus, o ator passou alguns dias isolado, mas o quadro piorou e ele foi internado no sábado, no Hospital Municipal de Urgência, em Guarulhos. Já estava com 80% dos pulmões comprometidos e não resistiu. Como as gravações de “A Praça É Nossa” estão paradas por causa da pandemia, ele vinha se dedicando a um programa no rádio e na internet chamado “Humor Sem Tamanho”, com Priscila Menucci, e também fazia planos de levar o personagem Ricky Marcos para o teatro, desenvolvendo ideias para um roteiro. Ele começou a carreira televisiva integrando o corpo de balé do SBT no início dos anos 2000, atuando em diversas atrações da casa durante musicais e eventos especiais. Em seguida, ingressou em “A Praça é Nossa”, no momento em que o programa deixou de ter uma abertura gráfica para iniciar com um número de dança. Ao longo dos anos, Kleber passa a fazer figuração e elenco de apoio nas esquetes, destacando-se pela irreverência e o talento. Um de seus personagens coadjuvantes mais conhecidos foi Gigi, o assistente da personagem Nova Rica vivida por Andreia de Nóbrega na atração comandada por Carlos Alberto de Nóbrega. Mas foi com Ricky Marcos que ele conseguiu se destacar, dando vida a um divertido cantor inspirado no astro Ricky Martin. Nas redes sociais, a rede SBT, que exibe “A Praça É Nossa”, e diversos colegas de trabalho lamentaram a partida precoce do humorista.

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    Carla Diaz deixou Chiquititas porque achou que o mundo ia acabar no ano 2000

    21 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Carla Diaz fez uma revelação curiosa, que chocou e divertiu os participantes do “BBB 21”. Durante uma conversa registrada no reality show da rede Globo, ela contou que o motivo de sua saída da popular série infantil “Chiquititas” do SBT foi o medo de estar longe da família quando o mundo acabasse no ano 2000. Era a época em que se falava muito sobre o “bug do milênio” e profecias apocalípticas sobre a véspera do século 21. Estrela da trama do SBT entre os anos de 1997 e 1999, Carla tinha só 9 anos de idade e a produção de “Chiquititas” acontecia na Argentina, deixando-a afastada dos familiares. “Todo ano, minha mãe me perguntava se eu queria continuar”, contou. “E lembro que viviam falando naquela história de que o mundo iria acabar. Disse que queria parar”, relatou. “Pensei em ficar mais tempo com a minha família. Mas não disse para ela que tinha desistido por isso”, recordou a atriz. Depois de sua saída, “Chiquititas” teve só mais uma temporada, saindo do ar um pouco depois do fim do mundo, em 2001. Carla Diaz, por sua vez, entrou logo em seguida em “O Clone”, onde viveu sua personagem mais popular, a pequena Khadija. Para mostrar como essa época ficou distante, seu próximo papel nas telas é o oposto de inocente. A atriz é a estrela do filme “A Menina que Matou os Pais”, em que vive Suzane von Richthofen. Devido a pandemia de coronavírus, a produção está sem previsão de estreia.

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    “Dublagem” de Ratinho em Tom & Jerry gera protestos nas redes sociais

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Warner Bros. revelou em suas redes sociais que o apresentador Ratinho, do SBT, estaria dublando o rato Jerry na versão nacional de “Tom & Jerry – O Filme”. Mas a brincadeira acabou não agradando boa parte do público potencial do filme, que reclamou da escolha no Twitter. Na semana de estreia de “Tom & Jerry”, Ratinho fez mais um de seus comentários truculentos defendendo a implantação de uma ditadura militar no Brasil, “limpar mendigos” das ruas e o fuzilamento de “corruptos”. Vários internautas passaram a cobrar a Warner sobre o fato de a empresa ter associado a imagem de um personagem infantil a alguém que defende violência, morte e rompimento da democracia no país. O crítico Pablo Villaça chegou a comentar que a decisão de convidar Ratinho para ‘dublar’ “Tom & Jerry – O Filme” não “teria sido inteligente (ou artisticamente válida) mesmo em tempos normais, já que estamos falando de um sujeito que construiu a carreira em cima da baixaria e da vulgaridade”. O estúdio não se manifestou, mas também não promoveu a participação de Ratinho com vídeo especial ou outro destaque além da citação pontual. É que um detalhe passou despercebido pela maioria que reclamou: nem Tom nem Jerry falam no filme. Como reparou o crítico Thiago Muniz: foi “só uma piada ruim da Warner”. Veja abaixo algumas das reações. Que merda ! Já não faço mais questão de ver esse filme. Ruim e ainda propagando ódio e extremismo. — Jerry Adriano (@Jerryfacha) February 11, 2021 Vocês precisam avaliar melhor o garoto propaganda de vocês. Tranquilo ser um "rato" fascista?https://t.co/qJt96fL10a — Juan Thiago Gomes 🇧🇷🏴✊🏾 (@Juantgomes) February 17, 2021 @wbpictures_br @wbpictures O dublador de #TomEJerryOFilme , condenado por trabalho escravo e sugerindo golpe de estado e fuzilamento de brasileiros. Eu não assisto essa 💩 — Coroonapuromalte – Vacina para todos já! (@coronapuromalte) February 19, 2021 Cara @wbpictures_br, não posso que dizer a decisão de convidar Ratinho para "dublar" #TomEJerryOFilme teria sido inteligente (ou artisticamente válida) mesmo em tempos normais, já que estamos falando de um sujeito que construiu a carreira em cima da baixaria e da vulgaridade. — Pablo Villaça (@pablovillaca) February 18, 2021 Assim, "apresentar" (ou ajudar a popularizar) Ratinho aos jovens espectadores mais interessados em #TomEJerryOFilme já seria lamentável. Porém, considerando que o sujeito acaba de advogar um golpe militar e a EXECUÇÃO daqueles que não o aceitarem, a coisa se torna repugnante. — Pablo Villaça (@pablovillaca) February 18, 2021 ihh rapaz, será que a @wbpictures_br compactua com as declarações do dublador de Jerry?? #TomEJerryOFilme pic.twitter.com/dvVGBnys2C — Starman ☭ (@LeoLibertino) February 18, 2021 Sério q a @wbpictures_br chamou aquele homem podre q é o Ratinho pra dublar o Jerry só por causa da piadoca do nome????? #TomEJerryOFilme pic.twitter.com/TKHhMwJ7Xp — Doug (@DouglasAll) February 18, 2021 Nada mais propício do que chamar um RATO REAL, hein @wbpictures_br !!! E olha que esse rato é vulgar, antidemocrático, facista e NOJENTO! Será que era essa a intenção para #TomEJerryOFilme ??? — BEN LIMA (@RUBENSFLIMA) February 19, 2021 É um canalha desses que a @wbpictures_br achou legal ver associado ao #TomEJerryOFilme https://t.co/CvwgQ4tXcj — Edvando Tertuliano (@edvando) February 18, 2021 @wbpictures_br @WB_Animation e @wbpictures estão patrocinando esse discurso com a divulgação de #TomEJerryOFilme — ♊Vini de Gêmeos♊ (@Vindibell) February 18, 2021 Corre aqui @wbpictures_br #TomEJerryOFilme — Juan Thiago Gomes 🇧🇷🏴✊🏾 (@Juantgomes) February 19, 2021 #TomEJerryOFilme , da @wbpictures_br já, já é lançado morto. https://t.co/eWGPEzC9II — ˗ˏˋIsso mesmo, Adrianjoˎˊ˗ (@adrian0marian0) February 18, 2021 Tremenda putaria com o Jerry. #TomEJerryOFilme fora Ratinho, que lixo. https://t.co/tzBeRuubsH — Dudu Rocha (@o_dudurocha) February 18, 2021 @wbpictures_br @WB_Animation @wbpictures vocês vão continuar pagando o @ratinhodosbt pra promover #TomEJerryOFilme ? @slpng_giants_pt ajuda aí a galera a não patrocinar golpista antidemocrático. https://t.co/jiHIx9ZNZ3 — ♊Vini de Gêmeos♊ (@Vindibell) February 18, 2021 #TomEJerryOFilme no Brasil só legendado, pena que a @WarnerMedia e a @ATT acabaram como o filme antes mesmo do lançamento no Brasil. A+E #PenaWarner — João Elízio (@JooElzio2) February 19, 2021 @wbpictures_br o #TomEJerryOFilme é coisa facista? Educa as crianças a matarem mendigos? A fuzilar quem pensa diferente? É essa a ideia? https://t.co/pWBDTAkZ00 — Alex yog 🇧🇷 (@alexandroamaro) February 18, 2021 @wbpictures_br @wbpictures O dublador de #TomEJerryOFilme , condenado por trabalho escravo e sugerindo golpe de estado e fuzilamento de brasileiros. Eu não assisto essa 💩 — Coroonapuromalte – Vacina para todos já! (@coronapuromalte) February 19, 2021 Só a galera de direita e viúvas da ditadura militar que irão assitir #TomEJerryOFilme #WarnerBros — Viceиte Iorio (@vicenteiorio) February 19, 2021 Iria levar meus filhos para ver Tom e Jerry no cinema, se a @wbpictures_br não estivesse escalado para dublagem um cara que defende golpe militar e a execução dos que não concordam com isso. #ratinhonão #TomEJerryOFilme — Lê do Aquecimento Cênico 🗣️ (@Le_Aquecimento) February 18, 2021 Mas gente, fica tranquilo. Eu vi a versão dublada de #TomEJerryOFilme e FELIZMENTE não tem a voz do Ratinho. É só uma piada ruim da Warner mesmo. 👀 — Thiago Muniz (@ThiagoMunizz) February 13, 2021 Precisamos falar dessa péssima campanha de marketing da Wraner de chamar o Ratinho para dublar o Jerry em #TomEJerryOFilme. Primeiro que o Jerry NÃO FALA no filme e segundo que… o RATINHO? Sério mesmo gente? Tiro no pé. E olha que o filme é ótimo. — Thiago Muniz (@ThiagoMunizz) February 13, 2021

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    Ataques de Lumena e Karol Conká juntam Chiquititas na torcida por Carla Dias no BBB 21

    14 de fevereiro de 2021 /

    Karol Conká e Lumena são responsáveis por unir virtualmente as “Chiquititas” originais. Enquanto a rapper curitibana pegou o costume de desdenhar de Carla Dias no “BBB 21” por seu passado de ex-Chiquitita, a ativista sugeriu que o programa era racista por não ter crianças negras. Mas as duas erraram feio. Carla tinha 7 anos quando participou da novela do SBT, de 1997 a 1999, no papel de Maria, uma das órfãs do Raio de Luz. Mas se ela for como outras ex-Chiquititas, lembrar desse trabalho só vai lhe encher de orgulho. As colegas da atriz no elenco da novela demonstraram, nas redes sociais e em entrevistas, muita satisfação por terem feito parte do produção, que marcou época na televisão brasileira e ainda revelou talentos como Débora Falabella, Sthefany Brito, Kayky Brito e Bruno Gagliasso, todos ex-“Chiquititas”. A atriz Flávia Monteiro, que viveu a professora Carolina, postou um vídeo emocionado nas redes sociais em que exalta Carla e o trabalho na novela. “Conheço o caráter da Carla e fiquei muito aflita com as coisas que aconteceram lá dentro, com a sensação de querer proteger… Fiquei muito emocionada com as falas dela, que bom que ela está enxergando, lá dentro deve ser muito difícil. Dá vontade de entrar na televisão e falar, acorda!”, registrou. Ela tem publicado vários comentários sobre o programa, lamentando “aquela galera” que “combinou de criar situações para desestabilizar a Carla”. “Olha o nível dessa gente. Só nos resta torcer para que a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias”, descreveu no Twitter. Já no Instagram, Flávia publicou uma foto da época da produção para lembrar que está fazendo 20 anos que a novela acabou. “Quero aproveitar e deixar aqui registrado o quanto sou grata e o meu amor profundo à todos que participaram da novela e partilharam comigo essa fase tão iluminada”, exaltou. Além da “professora”, atrizes que eram crianças na época da produção repercutiram o tratamento recebido pela colega no “BBB”. Giselle Medeiros, que interpretou a chiquitita Dani, lamentou que Karol Conká e Lumena tentem diminuir Carla por ser ex-atriz mirim. “Algumas pessoas têm o costume de dizer que atores são dissimulados, falsos, mentirosos, mas não sabem que pra ser ator é necessário muita, mas muita sensibilidade e empatia. Se colocar no lugar do outro não é simples, não existe uma técnica ou fórmula mágica, mas esses ingredientes estão em abundância na essência da Carla”, disse numa reportagem do UOL. Ela ainda destacou que a experiência de trabalhar em “Chiquititas”, gravada na Argentina, e a responsabilidade de se fazer uma novela com 7 anos foi dificílima. “São poucos que sabem da luta e foco que tivemos para participar desse trabalho, deixamos familiares, amigos, estilo de vida aqui no Brasil e fomos em busca do nosso sonho, estudo e horas de gravação”, lembrou. “Não foi ‘conto de fadas’, foi necessário muita garra e determinação, e a Carlinha, que mal sabia ler, já tinha a responsabilidade de decorar textos, gravar e se mostrava guerreira desde pequena sempre com um sorriso lindo no rosto, ninguém apagará isso”. Vivian Nagura, a chiquitita Bel, comparou as atitudes de Carla e Karol no reality show. “Achei uma falta de respeito e de integridade da participante Karol Conká. Por um surto e por uma situação criada em sua mente agiu de forma descompensada e alienada”. Em contraste, ela achou “a atitude da Carlinha fina e equilibrada. Haja inteligência emocional para esse tipo de pessoa!”. Renata Del Bianco, que foi Vivi em “Chiquititas”, quis dar um conselho. “Se eu pudesse sentar com a Carlinha agora, a primeira coisa que falaria é para se unir com o G3 [Gilberto, Sarah e Juliette], são pessoas do bem, são pessoas com caráter, estão jogando de uma forma leve e divertida. Diria para ela prestar a atenção para as pessoas que estão a volta dela e para confiar nos seus instintos, ela é racional, sensata, consegue distinguir quem está certo e quem está errado, só que lá dentro é mais complicado.” Ela também reproduziu, em suas redes sociais, a fala de Lumena, que criticou a novela do SBT por não ter negros no elenco. E apontou: “Alguém avisa pra Lumena que nas duas versões de ‘Chiquititas’ tinham sim artistas negros! Quer Militar?! Pelo menos tem que saber o que esta falando!” Aretha Oliveira, que interpretou a Pata, uma das meninas negras, também focou no comentário infeliz de Lumena. “Em uma coisa a Lumena está certa, ela realmente não assistiu ‘Chiquititas’ (e perdeu uma novelão por sinal). Eu no caso fiquei do começo ao fim, mas nos quase 4 anos de novela houve outras crianças negras também, como Dani, Neco, Mosca, Binho e Polyana…” Ela concordou que artistas negros precisam “estar em mais espaços de forma igualitária, não queremos ser ‘o único’ ou ‘um dos poucos'”. Mas ressaltou: “Não tenho dúvida que estamos lutando duro para isso, e que aos poucos as mudanças começaram a acontecer. Falta muito? Com certeza, mas negar cada conquista não é o caminho jamais…” Aretha concluiu falando do orgulho de ter interpretado uma das personagens mais queridas da novela. “Só agradeço a possibilidade de ter estado ali, por tudo que isso representou na minha vida e da minha família, e por tantas meninas terem se sentido representadas pela Pata, nossa Pata!” Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aretha Oliveira (@arethaoliveiraoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renata Del Bianco (@renatabdb) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Flavia Monteiro (@flaviamonteiro) Desculpem o desabafo, não me aguentei…🥺🤍🦋#bbb21 #estamosjuntos pic.twitter.com/UUv7Oeyt7u — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 8, 2021 Hj é dia de festa! 🎉 E infelizmente soube q aquela galera 🤘🏼 combinou de criar situações p desestabilizar a @Carladiaz. Olha o nível dessa gente😓, só nos resta torcer p q a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias. #ContigoCarlaDiaz #DiazNoBBB #BBB21 pic.twitter.com/KgGM3AD1hl — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 11, 2021 “não sou atriz de Chiquititas” 🙄🐍Um grande favor! #bbb21 — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 12, 2021

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    Rosaly Papadopol (1956 – 2020)

    16 de dezembro de 2020 /

    A atriz Rosaly Papadopol morreu na madrugada desta quarta-feira (16/12), em um hospital de São Paulo, após batalha contra um câncer no baço, aos 64 anos. Ela lutava há aproximadamente dois anos contra o câncer, que era bastante agressivo. Em suas redes sociais, chegou a publicar registros do tratamento e da queda de cabelo. Rosaly iniciou sua vida artística em 1975 no teatro, atuando inclusive no musical “Saudades do Brasil”, ao lado de Elis Regina. A maior parte da carreira foi sobre os palcos. Mas ela apareceu em diversas novelas e até em filmes. Sua estreia nas telas aconteceu em 1978, na novela “Salário Mínimo”, da TV Tupi, e no filme “As Amantes Latinas”, de Luiz Castellini. Ela também integrou o elenco de “Éramos Seis” (1994) e “Dona Anja” (1996), no SBT. Na Globo, trabalhou nas novelas “Porto dos Milagres” (2001), “Agora é Que São Elas” (2003), “Bang Bang” (2005), “Belíssima” (2005), “Pé na Jaca” (2006) e “Malhação” (2009), além da série “Minha Nada Mole Vida” (2006). Seus destaques cinematográficos ainda incluem “Nasce uma Mulher” (1985), de Roberto Santos, “Anjos da Noite” (1987), de Wilson Barros, “Lua Cheia” (1989), de Alain Fresnot, “O Príncipe” (2002), de Ugo Giorgetti, e “Bellini e a Esfinge” (2002), de Roberto Santucci. Seu último trabalho foi em 2018, quando fez uma participação especial nos dois primeiros episódios da série “Samantha!”, da Netflix.

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    Jonas Mello (1937 – 2020)

    19 de novembro de 2020 /

    O ator Jonas Mello, que participou de várias novelas e filmes clássicos, morreu na tarde de quarta (18/11), aos 83 anos, em seu apartamento no bairro de Santana, na Zona Norte de São Paulo. As informações foram confirmadas em uma publicação no Facebook do artista, feita por um amigo. A causa da morte, porém, ainda não foi divulgada. “Hoje infelizmente Jonas se foi, para tristeza de muitos. Fui seu amigo mais próximo nos últimos dez anos, pois me tornei seu ajudante para que entrasse no mundo digital, para que não ficasse parado no tempo. Tive o prazer de incluir ele no Facebook e ajudá-lo com seus e-mails”, escreveu Edson Brandão. Josefina Rodrigues de Mello, irmã do artista, disse à Agência Record que ele tinha uma rotina ativa e vivia sozinho. “Ele dirigia, fazia as compras, caminhava pelo bairro e estava bem para um senhor de 83 anos”, contou. Segundo ela, na tarde de ontem o ator ligou para um primo após passar mal. O parente foi até a casa e o encontrou morto na cama. O paulistano Jonas Mello estreou na TV em 1969, com “A Cabana do Pai Tomás”, da TV Globo, pouco depois de começar a carreira cinematográfica com “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula, clássico do cinema marginal. No cinema, também atuou em “Um Anjo Mau” (1971), de Roberto Santos, “Nenê Bandalho” (1971), de Emilio Fontana, “A Carne” (1975) e “Passaporte para o Inferno” (1976), ambos de J. Marreco, e “Que Estranha Forma de Amar” (1977), do autor de novelas da Tupi Geraldo Vietri, além de produções mais recentes como “O Cangaceiro” (1997), de Anibal Massaini Neto, e o premiado “Um Céu de Estrelas” (1996), de Tata Amaral. Nos anos 1970, também fez novelas da Tupi e da Record, como “Os Inocentes”, “Os Deuses Estão Mortos”, “O Tempo Não Apaga” e “Sol Amarelo”, chegando a viver os papéis-títulos de “Meu Rico Português”, “Os Apóstolos de Judas” e “João Brasileiro, o Bom Baiano”, entre 1975 e 1978. Com a implosão da Tupi em 1980, Jonas foi para a Globo, onde continuou sua carreira de sucesso. Em dois anos de contrato, fez nada menos que cinco novelas, “Os Gigantes”, “Chega Mais”, “Coração Alado”, “Baila Comigo” e “Terras do Sem-Fim”. Mas, acostumado a ser protagonista, preferiu trocar papéis de coadjuvantes nas produções da emissora carioca por desempenhos mais destacados em produções paulistas do SBT, Band, Gazeta e TV Cultura. Sem exclusividade, ainda encaixou “Partido Alto”, da Globo, e o fenômeno “Dona Beja”, da Manchete, entre uma série de projetos de diversos canais. A carreira itinerante lhe permitiu atuar em “O Outro”, “Bambolê”, “Barriga de Aluguel” e “Vila Madalena” na Globo, “Mandacaru” na Manchete, “Dona Anja”, “Amor e Ódio” e “Canavial de Paixões” no SBT, “Estrela de Fogo” e “A Escrava Isaura”, na Record, entre muitos outros trabalhos. Seus últimos papéis o levaram de volta à Globo, com participações em “O Astro”, “Salve Jorge” e “Flor do Caribe”. Esta novela de 2013, por sinal, é atualmente reprisada na emissora. A Record emitiu uma nota de pesar: “Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do talento deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira.”

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    Marcos Manzano (1959 – 2020)

    13 de novembro de 2020 /

    O ator e empresário Marcos Manzano, criador do Clube das Mulheres no Brasil, morreu nesta sexta (13/11), aos 61 anos. O falecimento foi anunciado nas redes sociais do Clube das Mulheres, sem informar a causa, mas seu sócio no clube indicou que ele foi submetido a uma cirurgia cardíaca e não resistiu. Ele começou a ficar conhecido ao aparecer na novela “Vale Tudo” em 1988, ao contracenar com Gloria Pires e Carlos Alberto Ricceli nos capítulos finais da trama, como um príncipe italiano. Mas foi em “De Corpo e Alma”, de Gloria Perez, que sua popularidade disparou. Na novela de 1992, o protagonista, vivido por Victor Fasano, fazia strip-tease no Clube das Mulheres e tinha a companhia do então modelo em várias cenas. As gravações promoveram a casa de strip-tease masculino fundada em 1990 em São Paulo, com Manzano consagrando-se na novela na mesma função que exercia na vida real, como apresentador e dançarino do clube. Além dos papéis nas duas novelas da Globo, ele também participou do trash “A Rota do Brilho” (1990), filme policial de baixo orçamento, em que viveu um detetive parceiro de Alexandre Frota na investigação de assassinatos de garotas de programa. A produção, que também incluía a cantora Gretchen, foi o último filme do diretor Deni Cavalcanti, que não conseguiu fazer a transição da pornochanchada para a fase de retomada do cinema nacional de qualidade. Manzano também marcou presença constante em programas da TV aberta da época, o que se estendeu até os anos 2000. Durante este período, ele chegou a lançar músicas e ser considerado um dos homens mais bonitos do Brasil por algumas mídias. Embora o auge de sua popularidade tenha passado, Manzano continuou fazendo aparições esporádicas na televisão. A última aconteceu em fevereiro passado, no humorístico “A Praça É Nossa”, do SBT. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Clube das Mulheres Oficial (@clubedasmulheres_oficial)

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    A Garota Invisível: Filme estrelado por Sophia Valverde ganha trailer

    12 de novembro de 2020 /

    A Santa Rita Filmes divulgou o pôster e o trailer de “A Garota Invisível”, primeiro filme protagonizado por Sophia Valverde, a Poliana de “As Aventuras de Poliana”. Ela já tinha aparecido antes no cinema, como coadjuvante de “Como Nossos Pais” (2017), mas sua estreia como protagonista vai acontecer apenas em locação digital. A prévia, inclusive, revela várias cenas que refletem o isolamento social causado pela pandemia de coronavírus, com gravações à distância, utilizando ligações de celular e computador como conexões. Com poucas externas, é uma produção bem barata. O vídeo também é cheio de cenas já vistas em diversos filmes, apresentando uma história típica de comédias de adolescentes de Hollywood, de “A Garota de Rosa Schocking” (1986) a “Para Todos os Garotos que Já Amei” (2018). Na trama, Sophia vive a “garota invisível”, que não é a filha do Homem Invisível, apenas uma garota que ninguém nota na escola, exceto seu melhor amigo – que ela tampouco repara como ele gostaria. Um dia, vaza na internet um vídeo em que ela se declara para o garoto mais popular do colégio. Mas em vez de passar vergonha, ela se dá bem. O garoto a convida para sair, deixando a ex-namorada dele furiosa e o melhor amigo dela enciumado. O filme é dirigido por Maurício Eça (dos filmes “Carrossel”) e também inclui outros teens do SBT, como Matheus Ueta (“Carrossel”), Mharessa Fernanda (“Cúmplices de um Resgate”), Bia Jordão (“Cúmplices de um Resgate”) e Kaik Pereira (“Chiquititas”), além de Bianca Paiva (“Escola de Gênios”) e os mais novatos Clarinha Jordão e Guilherme Brumatti, intérprete do galã. “A Garota Invisível” vai estrear em 22 de dezembro nas plataformas iTunes/Apple TV, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por S A N T A R I T A Filmes (@santaritafilmes)

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    Maisa Silva se despede oficialmente do SBT

    31 de outubro de 2020 /

    A atriz e apresentadora Maisa Silva se despediu oficialmente do SBT com a última edição do “Programa da Maisa”, que apesar de ter sido gravado há algum tempo, foi ao ar neste sábado (31/10). Maisa antecipou a exibição nas redes sociais avisando que os fãs veriam “fortes emoções” e ela “toda remelenta, porém com mascara de cílios intacta”, porque fez a maquiagem já se preparando “pro choro”. Durante o programa, ela recebeu homenagens de Raul Gil, que a lançou aos três anos de idade na TV, e de Silvia Abravanel, apresentadora do “Bom Dia & Cia”, representando a família de seu patrão desde os cinco anos de idade, Sílvio Santos. Com os olhos cheios de lágrima, Maisa agradeceu ao SBT por ser a sua segunda casa. “Eu vim mais para cá do que para escola. É muito difícil ir embora, mas ir embora daqui feliz e saber que tenho apoio de tanta gente que entendeu o que é melhor para mim nesse momento, é uma felicidade”, contou. A estrelinha também recebeu a visita-surpresa do cantor Luan Santana, de quem é fã, e participou do quadro “Cadeira da Verdade” para responder perguntas de Celso Portiolli, Fê Paes Leme, Pabllo Vittar e Hugo Gloss. Perguntada o que aprendeu nesses anos todos à frente da televisão, ela respondeu: “Tudo o que eu sei sobre comunicação”. Em seu Instagram, Maisa completou: “O encerramento de um ciclo muito lindo e importante na minha vida. Estou realizada, é isso que posso dizer”. Ela ainda postou fotos dos bastidores do último programa, escrevendo ao lado: “Que sensação de missão cumprida, realização e gratidão”. Para completar, comentou o fim da relação com o SBT, que chamou de “experiência maravilhosa”. “Levo daqui as melhores coisas da vida, ensinamentos nobres e uma coisa que nenhum dinheiro pode comprar: uma família. Obrigada família SBT por esses 13 anos”. No SBT, ela também apresentou, ainda criança, os programas “Sábado Animado”, “Domingo Animado” e “Bom Dia & Cia”, além de ter dividido o quadro “Pergunte à Maisa” com Silvio Santos, no “Programa Silvio Santos”, onde chamou atenção pela espontaneidade. A transformação em atriz aconteceu em 2011, quando interpretou Valéria Ferreira no remake da novela “Carrossel”. Ela estreou no cinema no primeiro filme derivado da produção, “Carrossel: O Filme”, em 2015, e participou também da sequência, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”. Em 2016 fez sua segunda novela, “Carinha de Anjo”, e no mesmo ano publicou seu primeiro livro, “Sinceramente Maisa”, que contava sua trajetória. Mas aos poucos sua carreira ficou maior que o SBT. Ela lançou mais dois livros e voltou ao cinema em “Tudo Por um Popstar” (2017), “Cinderela Pop” (2018) e “Ela Disse, Ele Disse” (2019). A partir de agora, Maisa vai desenvolver trabalhos na Netflix. E é agora mesmo, a partir de terça (3/11), quando ela começa a apresentar o “festival digital” Tudum, mediando a participação de estrelas da Netflix por videoconferência. Além disso, já filmou seu próximo filme, a comédia “Um Pai no Meio do Caminho”, que será seu primeiro longa realizado para a plataforma de streaming. Ver essa foto no Instagram OBRIGADA! Que sensação de missão cumprida, realização e gratidão. Foram 85 programas feitos com muita dedicação, amor e carinho. Não consigo colocar em palavras tudo o que vocês significam pra mim, mas espero que saibam que os levo comigo pra onde for. O programa da maisa veio num momento inesperado, quando eu nem sabia se estava preparada e ele me fez aprender muito e acreditar em mim. Doeu me despedir sem abraçar vocês, mas foi o que pudemos fazer diante dessa situação na qual nos arriscamos, mesmo com todo cuidado, pra colocar um sorriso no rosto de cada pessoa que ligava a TV aos sábados. Agradeço ao público que nos abraçou, aos convidados que pisaram nesse palco e a todos que fizeram esse programa acontecer. Que experiência maravilhosa, levo daqui as melhores coisas da vida, ensinamentos nobres e uma coisa que nenhum dinheiro pode comprar: uma família. Obrigada familia SBT por esses 13 anos, obrigada familia programadamaisa por esses 2 anos de muita loucura do bem. Amo vocês. Com amor, +A. Uma publicação compartilhada por +A (@maisa) em 31 de Out, 2020 às 3:49 PDT

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    Maisa Silva anuncia saída do SBT para “se reinventar”

    3 de outubro de 2020 /

    Funcionária do SBT desde 2007, Maisa Silva decidiu não renovar seu contrato e está de saída do canal de Silvio Santos. Ela publicou um vídeo em seu canal no YouTube no qual fala sobre a decisão, comentando sua história na emissora, o convite para apresentar programas infantis, sua evolução como atriz e a vontade de se reinventar. Ela agradeceu principalmente a Silvio Santos por todo o apoio que teve ao longo dos 13 anos em que passou na emissora, além de citar a importância de Raul Gil em sua carreira. “O Silvio fez tanta coisa por mim, que vocês não têm nem noção. De auxiliar minha família porque eles não sabiam como cuidar da minha carreira. Meus pais nunca tiveram nada a ver com esse meio artístico. O Silvio ajudou para não cair em nenhuma pegadinha, em nenhum contrato que seria ruim”, disse. No vídeo, a apresentadora afirma que a decisão não tem nenhuma relação com problemas com a emissora, mas com a necessidade de sair da “zona de conforto”. “Preferi fazer este vídeo com calma, explicando, para que não existam ‘picuinhas’, motivos e coisinhas que não são verdade. Não tem nenhum motivo negativo para esse meu desligamento, apenas essa sensação de que eu preciso sair da minha zona de conforto, me reinventar, e porque têm coisas muito legais que vocês vão ficar orgulhosos”, disse. O SBT também emitiu um comunicado oficial para informar que “após 13 anos de emissora, a apresentadora Maisa comunicou a emissora sobre a não renovação de seu contrato, que vence em outubro”. Segundo o canal, “foi uma decisão muito difícil, mas a apresentadora sai pela porta da frente e com imensa gratidão a toda a família Abravanel e todos os profissionais que participaram de sua jornada durante esse período onde cresceu e se desenvolveu como artista, apresentadora e influenciadora”. Como a separação foi amigável, e a apresentadora deve continuar aparecendo em atrações do SBT. Ela é embaixadora virtual do Teleton e tem uma boa relação com outros contratados do canal, além de ser muito querida por profissionais de bastidores. “Sua parceria com a emissora continua através do Teleton e participações especiais nos programas da casa, como ‘Programa Silvio Santos’, ‘Domingo Legal’, projetos digitais, entre outros”, diz o comunicado do SBT. “Será o início de um novo ciclo na vida de Maisa. A diretoria e todos os colegas do SBT desejam à apresentadora ainda mais sucesso e realizações em seus novos caminhos.” A partir do próximo mês, Maisa pretende fazer intercâmbio e se dedicar a novos desafios profissionais, como produções da Netflix que está desenvolvendo. Ela usou as redes sociais para agradecer o apoio dos fãs à decisão. “Estou recebendo mensagens muito carinhosas e, do fundo do meu coração, eu não esperava. Tive muito medo do que iam pensar, mas também segui firme com minha decisão pois tive amparo da minha família e do SBT pra seguir meus sonhos e trilhar meu caminho.” Maisa Silva literalmente cresceu na TV. Ela foi descoberta aos três anos, ao participar em 2005 de um quadro de calouros do Programa Raul Gil, então na Record. Dois anos depois, foi contratada pelo SBT, onde apresentou os programas “Sábado Animado”, “Domingo Animado” e “Bom Dia & Cia”. A apresentadora mirim também dividiu o quadro “Pergunte à Maisa” com Silvio Santos, no “Programa Silvio Santos”, onde chamou atenção pela espontaneidade. A transformação em atriz aconteceu em 2011, quando interpretou Valéria Ferreira no remake da novela “Carrossel”. Ela estreou no cinema no primeiro filme derivado da produção, “Carrossel: O Filme”, em 2015, e participou também da sequência, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”. Em 2016 fez sua segunda novela, “Carinha de Anjo”, e no mesmo ano publicou seu primeiro livro, “Sinceramente Maisa”, que contava sua trajetória. A partir de 2017, sua carreira ficou maior que o SBT, voltando ao cinema em “Tudo Por um Popstar”. Depois de publicar mais dois livros, seguiu nas telas com “Cinderela Pop” (2018) e “Ela Disse, Ele Disse” (2019). Ela agora vai se despedir de seu programa de entrevistas no SBT, que já deve ter sido inteiramente gravado – “os últimos programas foram as mais difíceis”, disse no Twitter – e se prepara para lançar “Um Pai no Meio do Caminho”, seu primeiro longa realizado para a Netflix. Sei que estão esperando um esclarecimento da minha parte, e ele vem mais tarde através de um video. Como viram, a nota soltada pelo @SBTonline foi 100% respeitosa e veridica e fico mt feliz de vcs estarem compreendendo. Até logo, +a. — +a (@maisa) October 3, 2020

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  • Etc,  Série,  TV

    Del Rangel (1955 – 2020)

    17 de julho de 2020 /

    O diretor e produtor de TV Antônio “Del” Rangel morreu aos 64 anos na quinta-feira (16/7). A informação foi confirmada pela Diretoria Executiva da Fundação Padre Anchieta. Desde 2019, Rangel era diretor de programação da TV Cultura, em São Paulo. Segundo a fundação, o diretor morreu em decorrência de um infarto fulminante. Antes de comandar a TV Cultura, Del Rangel dirigiu várias novelas e séries em outros canais. Na Globo, realizou vários trabalhos nas décadas de 1980 e 1990, à frente de novelas como “Cambalacho” (1986), “O Outro” (1987) e “Bebê a Bordo” (1987), entre outras. Seu último trabalho na emissora foi em 2001, na direção da minissérie “Os Maias” em parceria com Emilio Di Biasi. Ele foi casado com a atriz Regina Duarte entre 1983 e 1995, e a dirigiu na série “Joana”, uma produção independente que foi exibida pelo SBT e pela extinta TV Manchete em 1984. A parceria com a esposa ainda rendeu o seriado “Retrato de Mulher”, na Globo, em 1993. Rangel também comandou algumas das novelas mais bem-sucedidas do SBT – “Éramos Seis” (1994), “As Pupilas do Senhor Reitor” (1994), “Sangue do Meu sangue” (1995), “Razão de Viver” (1996), “Vende-se Um Véu de Noiva” (2009), “Uma Rosa com Amor” (2010) e o fenômeno “Carrossel” (2012). Além disso, teve trabalhos desenvolvidos no teatro e no cinema. Produziu sete filmes dos Trapalhões, entre 1979 e 1983, e ainda dirigiu “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983) e “Uma Escola Atrapalhada” (1990), ambos escritos por Renato Aragão, e o drama “Contos de Lygia” (1998), inspirado por histórias da escritora Lygia Fagundes Telles.

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