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    Catherine Deneuve sofre AVC e é internada em Paris

    6 de novembro de 2019 /

    A atriz francesa Catherine Deneuve, de 76 anos, foi internada em um hospital de Paris na noite de terça-feira (05/11) após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Na manhã desta quarta, a família emitiu um comunicado oficial para acalmar os fãs, revelando que o estado da atriz não é grave. “Catherine Deneuve sofreu um derrame isquêmico muito limitado e, portanto, reversível”, diz o comunicado. , diz o comunicado. A agente da atriz, Claire Blondel, também enviou a nota para a imprensa e esclareceu: “Felizmente, seu controle motor não foi afetado, mas, é claro, ela precisará de alguns dias de descanso”. Deneuve tem 76 anos e é uma das atrizes mais celebradas da França. Sua filmografia repleta de clássicos, como “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964), “Repulsa ao Sexo” (1965), “A Bela da Tarde” (1967), “Tristana” (1970), “Fome de Viver” (1983), “Indochina” (1992), “Dançando no Escuro” (2000), “Persépolis” (2007) e tantos outros, confunde-se com a própria história do cinema, mas apesar da idade continua bastante ativa na profissão. Desde outubro, estava em filmagens do longa “De Son Vivant”, dirigido por Emanuelle Bercot.

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    Ruby Rose revela sua longa luta contra a depressão em post no Instagram

    12 de outubro de 2019 /

    A atriz Ruby Rose, estrela da nova série “Batwoman”, publicou em seu Instagram um relato de suas extensas batalhas contra depressão e outros transtornos, para registrar a importância do Dia Mundial da Saúde Mental, que foi celebrado na sexta (11/10). A atriz contou que seu primeiro diagnóstico de depressão aconteceu aos 13 anos e a adolescência acrescentou outros problemas perturbadores, como amnésia dissociativa, que ela descobriu aos 18. Durante anos foi tratada como bipolar, mas nunca experimentou a parte maníaca da doença. Até que, após uma tomografia cerebral, foi diagnosticada com transtorno de estresse pós-traumático complexo, e apreendeu com sua mãe que sofreu um evento traumático na infância, que teria ocasionado uma série de problemas psíquicos, inclusive a supressão de memórias. “Eu tinha alguns anos completamente apagados da minha memória e quando fui me encontrar com minha melhor amiga da escola primária foi quando descobri. Ela se lembrou de mim, mas eu não a reconheci”, conta. Ruby Rose narrou diversos momentos da luta para lidar com a depressão causada pela doença, tendo apelado para meditação, livros de autoajuda e os diversos anos de terapia. A atriz também falou abertamente sobre as tentativas de suicídio, sempre tentando conscientizar seus seguidores sobre o assunto. “O que aprendi com as lutas da saúde mental é o quão forte eu sou e como as pessoas são incríveis porque me amam e me apoiam”, explicou, acrescentando que é difícil para as pessoas sadias entenderem o que uma deprimida passa e que ninguém merece ser julgado por sofrer de depressão. Ver essa foto no Instagram Today is world mental health day. This photo is from right before I started OITNB. I’ve struggled with mental health my entire life. I was first diagnosed with depression at 13, then major depressive disorder at 16. When I was 18 I found out I had Dissociative amnesia . I had a few years entirely erased from my memory and a chance run in with my best friend from primary school was the first I learned about it. She remembered me but I didn’t recognize her at all. She remembered our teachers, things we did and my monkey backpack.. things I didn’t remember even when she said them with such innocent conviction. I went home and asked my mum “Did i have a monkey backpack at school?” That is when it all started to unravel and my life changed…I started asking questions. I found out I went from a smiling laughing child to a quiet mute who sat alone and stared off to the distance during recess after one of many traumatic events that I didn’t remember. One that my mum had to tell me about but hadn’t for so many years because the doctors at the time said I was too young to process what had happened and that it was for the best. I was also diagnosed with Bipolar for a long time until it turned out I just had depression.. the pure sad depression without the fun and not so fun parts of mania, it was an overactive thyroid that created that misdiagnosis. Cut to many dark times. On medication, off medication, on and off and on and off per each wrong diagnoses. There were hospitalizations, suicide attempts as young as 12. Cut to therapy and meditation, cut to seeing me at ever self-help section of every bookstore. Cut to a brain scan which showed I had severe PTSD… cut to more therapy and tests that led me to my final diagnosis… C-PTSD. Complex PTSD. What I have learned from the struggles of mental health is just how strong I am. It’s how amazing people are because they love me and support me and yet you can’t judge those who don’t understand and don’t know how to do that either. It’s that you cannot judge people at all because you can never know what they have been through. It’s that self love and self care is more important than anything else. Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 10 de Out, 2019 às 7:38 PDT

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    Carta para Além dos Muros é antídoto para descaso do governo com a saúde brasileira

    8 de outubro de 2019 /

    A narrativa do HIV/AIDS no cinema é repetidas vezes marcada pelo melodrama. Há uma dor e um luto naturais, causado pelo medo e pelo horror de quem viveu a epidemia de perto. Por isso mesmo, filmes de diferentes épocas captam essa angústia de um vírus que dizimou uma geração. “Meu Querido Companheiro” (Norman René, 1989), “Filadélfia” (Jonathan Demme, 1993) e “The Normal Heart” (Ryan Murphy, 2014), por exemplo, eram filmes para chorar, do tipo que encaravam o vírus pela ótica da perda. O francês “120 Batimentos por Minuto” (Robin Campillo, 2018) já opta por um novo olhar: o da luta. Reconstruindo a história do grupo ativista Act Up, o filme traz luz sobre os personagens que lutaram por tratamento digno e por pesquisas na área. É sobre essa mesma ótica que chega agora aos cinemas brasileiros o documentário “Carta para Além dos Muros”, de André Canto. O longa-metragem cita e relembra personagens pontuais que morreram por causa do HIV/AIDS, porém a perspectiva de Canto é muito mais de captar as histórias em torno do espectro e do estigma carregado pelo HIV. Em cerca de uma hora e meia, vemos um retrospecto de toda a luta de ativistas, ONGs e médicos pelo tratamento digno e pelo respeito aos pacientes, bem como as lutas pelo tratamento pleno da doença no SUS e as disparidades de acesso a essas informações. “Carta para Além dos Muros” se utiliza de personalidades diversas, como o médico Dráuzio Varella, o cineasta Jean-Claude Bernardet, o jornalista João Silvério Trevisan e ativistas como Lucinha Araújo (mãe de Cazuza) e Gabriel Estrela, todos a favor de um diálogo aberto e sem firulas sobre o tema. De formato clássico, o documentário de André Canto é bastante didático em seus discursos e isso não é um defeito em nosso cenário atual. Em 2019, o governo Bolsonaro diminuiu o status do departamento de combate ao HIV do Ministério da Saúde, transformando-o apenas em uma pasta do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Além disso, o governo deletou as redes sociais desse mesmo departamento, apagando da internet inúmeros materiais informativos e de prevenção. Nesse cenário, as campanhas de prevenção seguem cada vez mais diminutas e as tensões religiosas têm tornado a educação sexual um campo minado. Em contrapartida, dados do Ministério da Saúde divulgados no ano passado mostram que de 2007 a 2017, subiu de 3 para 7 o número de casos de HIV por 100 mil habitantes entre jovens do sexo masculino de 15 a 19 anos. Segundo dados da ONU, o Brasil registrou 53 mil novos casos de HIV só em 2018! Esses novos casos atingem uma população jovem: homens gays, homens e mulheres trans, mulheres negras e uma população que é sempre marginalizada pelos meios de informação e pelo atendimento de saúde. Num novo cenário, em que temos no Brasil um tratamento de referência mundial para o HIV, bem como novos meios de prevenção, como a PEP e a PrEP, é surreal pensar que uma grande parcela da população, por exemplo, não sabe nem mesmo a diferença entre HIV e AIDS. “Carta para Além dos Muros”, nesse cenário, é um alento de informação e conhecimento, tudo sem apelar para o terrorismo ou o alarde. Precisamos urgentemente falar sobre o HIV, mas não com o medo de uma epidemia letal, mas sim com as informações necessárias para compreendermos uma doença crônica com tratamento contínuo, assim como compreendemos outras doenças crônicas como o Diabetes e a hipertensão. As gerações que não enfrentaram o pânico do HIV não devem viver mais com esse imaginário monstruoso: é preciso desmistificar preconceitos e expandir horizontes. O estigma não pode mais ser um véu que obscurece essa discussão. A recomendação é que se assista “Carta para Além dos Muros” no cinema e que se faça esse filme circular por mais e mais lugares. Este é o tipo de documentário necessário, que deve ser visto pela comunidade LGBT, mas também por jovens negros de periferia, homens heterossexuais, mães e pais de jovens, professores, profissionais de saúde, entre outros. Vejam e falem sobre isso!

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    Atriz de Boardwalk Empire surta e é internada em hospital

    6 de maio de 2019 /

    A atriz Paz de la Huerta, que ficou conhecida pela série “Boardwalk Empire”, o drama erótico “Viagem Alucinante” (2009) e o terror “Nurse – A Enfermeira Assassina” (2013), foi hospitalizada após intervenção policial. Segundo o site TMZ, o serviço de emergência de Nova York foi acionado após a atriz manifestar tendências suicidas. Ela é uma das mulheres que processou o produtor Harvey Weinstein por assédio e abuso sexual. Autoridades ouvidas pelo TMZ informaram que ela estava em um prédio na Upper West Side no fim da tarde de domingo (5/5), quando uma pessoa ligou para o 911 citando uma pessoa “perturbada emocionalmente” e aparentando ter intenções de cometer suicídio. Ela teria se trancado em uma sala e gritado, pedindo a presença da polícia de Nova York e atendimento médico. Com a chegada das equipes de resgate, a atriz foi levada para um hospital. Paz teve a carreira afetada por vários escândalos, que a confinaram ao mercado ultra-indie. Entre suas polêmicas, incluem-se um strip-tease gratuito numa festa em 2007, uma entrevista nua para uma revista em 2010, topless durante um show de Lana del Rey em 2011, ser barrada da festa do Globo de Ouro de 2011 por estar bêbada demais, declarar de ter tido um orgasmo com o fantasma de Elvis Presley, jogar um copo contra uma estrela de reality da MTV, perder processo contra os produtores de “Nurse”, que decidiram dublar sua voz no filme por conta da performance ruim, etc, etc. Ela também é uma das mulheres que acusaram Harvey Weinstein de abuso sexual. A atriz afirmou ter sido estuprada duas vezes pelo produtor em 2010, que se aproveitou do fato dela estar bêbada, e deu entrada num processo civil no ano passado. Weinstein deve ser julgado em setembro por assédio e abuso sexual, mas na esfera criminal e por outros casos, sem relação à queixa da atriz.

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    John Singleton (1968 – 2019)

    29 de abril de 2019 /

    O cineasta John Singleton, conhecido por seu trabalho em filmes como “Os Donos da Rua” e “+Velozes +Furiosos”, morreu nesta segunda (29/4) aos 51 anos. Um representante da família informou que o diretor morreu tranquilamente cercado de familiares e amigos no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles. A família de Singleton optou por desligar os aparelhos que mantinham o diretor vivo desde que ele sofreu um derrame, há quase duas semanas. Singleton fez história em Hollywood ao se tornar, em 1992, o primeiro cineasta negro indicado ao Oscar de Melhor Direção, por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood). Com 23 anos na época, ele também se tornou o cineasta mais jovem nomeado na categoria. E ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo filme, que lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator, mas acabou perdendo as duas estatuetas. Após a aclamação da estreia, Singleton não repetiu o sucesso em seus novos dramas. Ele chegou a transformar a cantora Janet Jackson e o rapper Tupac Shakur em par romântico em “Sem Medo no Coração” (1993), tratou de racismo na universidade em “Duro Aprendizado” (1995) e retratou um histórico ataque racista no drama de época “O Massacre de Rosewood” (1997). Tudo mudou quando assinou o remake de “Shaft” (2000), estrelado por Samuel L. Jackson, fazendo sua transição para o cinema de ação. O filme estourou nas bilheterias. Ele também lançou a carreira do ator Tyrese Gibson no cinema, com o drama “Baby Boy – O Rei da Rua” (2001), e o levou ao estrelado em “+Velozes +Furiosos”, segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, que ainda introduziu o rapper Lucadris na franquia. Com “Shaft” e “+Velozes +Furiosos” (2003), Singleton demonstrou que podia fazer grandes filmes de Hollywood. E seu próximo lançamento foi a comprovação de seu talento para thrillers de ação. Estrelado por Mark Wahlberg, além de Tyrese Gibson, “Quatro Irmãos” (2005) acompanhava os irmãos do título, dois brancos e dois negros, que resolvem se vingar após sua mãe adotiva ser assassinada num roubo. A crítica ficou dividida, mas o filme se tornou cultuadíssimo em DVD. O diretor seguiu no gênero com o lançamento de “Sem Saída” (2011), uma aposta para transformar o ator Taylor Lautner (de “Crepúsculo”) em astro de ação. Entretanto, o fracasso da produção comprometeu a carreira de ambos, ator e diretor. John Singleton nunca mais dirigiu outro filme, mas trabalhou bastante na TV nos últimos anos de sua carreira, assinando episódios de “Empire”, “American Crime Story”, “Rebel” e “Billions”. O cineasta também criou, produziu e dirigiu vários capítulos de “Snowfall”, série da FX que exibe sua 3ª temporada ainda este ano. Em comunicado oficial sobre a morte, a família de Singleton, que teve sete filhos, lamentou que sua carreira tenha sido interrompida pela tragédia. “John foi uma estrela tão brilhante na juventude que é fácil se esquecer que ele estava apenas começando”, escreveram. “Nós sempre vamos celebrar o legado de seu trabalho, mas estávamos também ansiosos para ver os filmes que John teria feito nos próximos anos”, concluíram.

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    Diretor de Velozes e Furiosos 2 terá suporte à vida desligado

    29 de abril de 2019 /

    A família do cineasta John Singleton anunciou em um comunicado oficial que os aparelhos que mantêm o diretor vivo serão desligados hoje. Segundo a nota, a decisão foi tomada junto aos médicos que cuidaram de Singleton nas últimas semanas. O diretor sofreu um derrame há quase duas semanas e está em coma desde então. Conhecido por filmes como “Donos da Rua” (que lhe rendeu indicação ao Oscar de melhor diretor) e “+ Velozes + Furiosos”, Singleton tem 51 anos. A famíia do cineasta revelou, no novo comunicado, que ele estava lutando contra a hipertensão há anos. “Queremos que todos reconheçam o perigo e os sintomas desta condição, e visitem o site Heart.org”, escreveram. “Somos gratos aos seus fãs, amigos e colegas pelas mensagens de amor e pelas orações que recebemos neste momento incrivelmente difícil”, continuou o comunicado. “Também queremos agradecer aos médicos pelo cuidado impecável que ele recebeu”.

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    Diretor de Velozes e Furiosos 2 está em coma após sofrer derrame

    26 de abril de 2019 /

    O diretor John Singleton, responsável por “+Velozes +Furiosos”, segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, está em coma desde que foi hospitalizado após sofrer um derrame, no último dia 17 de abril. A atualização de seu estado médico foi noticiada pelo site da revista The Hollywood Reporter na quinta-feira (25/7). De acordo com a publicação, a informação consta de um documento preenchido pela mãe do cineasta, Sheila Ward, ao entrar com um pedido num tribunal da Califórnia para ser escolhida como responsável legal dele. Caso seja aprovado, ela poderá tomar decisões sobre sua saúde e suas finanças. Um comunicado publicado pela família do diretor no sábado (20/1) afirmava que ele estava internado na unidade de terapia intensiva, “sob grandes cuidados médicos”. Segundo informações do site TMZ, o cineasta de 51 anos foi ao médico no começo desta semana por conta de uma fraqueza nas pernas. Um membro da família disse ao site que Singleton voou de volta da Costa Rica e o avião pode ter sido o gatilho da emergência médica. Singleton marcou a história do Oscar logo no começo de sua trajetória, ao se tornar o cineasta mais jovem a concorrer nas categorias de Melhor Direção e Roteiro Original por seu filme de estreia, “Boyz n the Hood”, de 1991. Na época, ele tinha apenas 23 anos e o filme ainda lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator. Entre outros trabalhos, ele também dirigiu o rapper Tupac Shakur e a cantora Janet Jackson no romance “Sem Medo no Coração” (1993) e o ótimo drama criminal “Quatro Irmãos” (2005), com Mark Wahlberg, além de episódios de séries como “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”, “Empire” e “Snowfall”, da qual é um dos produtores.

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    Diretor da franquia Velozes e Furiosos sofre derrame e é hospitalizado

    20 de abril de 2019 /

    O diretor John Singleton, responsável por filmes como “Shaft” e “+ Velozes + Furiosos”, o segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, sofreu um derrame e está hospitalizado. Segundo informações do site TMZ, o cineasta de 51 anos foi ao médico no começo desta semana por conta de uma fraqueza nas pernas. Um membro da família disse ao site que Singleton voou de volta da Costa Rica e o avião pode ter sido o gatilho da emergência médica. A família também divulgou uma nota afirmando que ele estava recebendo “toda atenção médica possível”. Singleton marcou a história do Oscar logo no começo de sua trajetória, ao se tornar o cineasta mais jovem a concorrer nas categorias de Melhor Direção e Roteiro Original por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood), de 1991. Na época, ele tinha apenas 23 anos e o filme ainda lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator. Entre outros trabalhos, ele também dirigiu o rapper Tupac Shakur e a cantora Janet Jackson no romance “Sem Medo no Coração” (1993) e o ótimo drama criminal “Quatro Irmãos” (2005), com Mark Wahlberg, além de episódios de séries como “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”, “Empire” e “Snowfall”, da qual é um dos produtores.

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    Luke Perry estaria em coma após sofrer AVC

    1 de março de 2019 /

    O ator Luke Perry, que ficou mundialmente conhecido pela série “Barrados no Baile” e atualmente estrelava “Riverdale”, estaria em coma induzido após sofrer AVC (Acidente Vascular Cerebral) na quarta-feira (27/2). Segundo o site TMZ, o derrame que o ator sofreu em sua casa, na Califórnia, foi “massivo”. O representante do ator disse apenas que ele estava “sob observação no hospital” e que foi sedado, sem entrar em detalhes. Mas o TMZ apurou que seu estado de saúde se deteriorou, levando os médicos a optarem por induzir o coma. Atualmente com 52 anos, Perry despontou para o estrelato como o jovem galã rebelde Dylan McKay, de “Barrados no Baile”, que ficou no ar entre 1990 e 2000. O elenco original daquela atração vai voltar a se encontrar em nova produção no próximo verão norte-americano, mas não havia previsão dele retornar, já que está no ar em “Riverdale” como Fred Andrews, pai do protagonista Archie (KJ Apa). “Riverdale” está na fase final de produção de sua 3ª temporada e já foi renovada para mais um ano pelo canal pago CW. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Michael J. Fox revela piora e cirurgia recente devido ao Mal de Parkinson

    1 de março de 2019 /

    O ator Michael J. Fox admitiu que passa por uma fase difícil na sua luta de quase 30 anos contra o Mal de Parkinson, doença degenerativa que o aflige desde 1991. Em entrevista ao jornal The New York Times, o astro da inesquecível trilogia “De Volta ao Futuro” revelou que precisou passar por uma recente cirurgia na coluna. “Eu estava tendo um problema recorrente com a minha espinha dorsal”, confessou. “Os médicos diziam que era benigno, mas que eu poderia ficar com as pernas dormentes se ficasse muito tempo parado. Eu comecei a cair o tempo todo – estava ficando ridículo”. “Eu estava tentando entender quanto do problema tinha a ver com o Parkinson e quanto tinha a ver com a minha espinha, mas a coisa chegou em um ponto no qual eu precisei fazer cirurgia. Fiz, e depois fiz muita fisioterapia”, continuou. “Eventualmente, alguém me chamou para atuar em um projeto. Era agosto do ano passado, e eu aceitei. Acordei no dia que ia voltar ao trabalho, fui até a cozinha tomar café da manhã, pisei em falso e caí. Fraturei o braço, coloquei uma placa e 19 pinos”, completou. Otimismo demais? O ator admitiu ainda que talvez tenha sido, no passado, otimista demais em relação a sua doença. “Eu tinha expectativas muito altas, e consegui fazer muita coisa por isso. Também tive que aguentar as consequências, e acho que não me abri tanto sobre isso com o público”, confessou. Agora, Fox está trabalhando em um novo livro, no qual aborda o tema de equilibrar otimismo e realismo. “Foi muito sombrio para mim chegar a um ponto em que me peguei questionando: ‘Será que eu vendi falsa esperança para o meu público?'”, admitiu. “Eu fiz as pazes com a minha doença, mas presumi que os outros teriam a mesma relação com ela. Eles não têm. Quando comecei a lidar com os efeitos da cirurgia na coluna, percebi: ‘Uau, isso aqui pode ser muito pior do que eu imaginava'”. Isto não significa que Fox tenha desistida da possibilidade de uma cura, e a fundação começada por ele trabalha incansavelmente neste sentido. “Há um novo remédio que foi aprovado recentemente”, revelou. “Ele ajuda principalmente quando o Parkinson te faz ‘congelar’, te deixa sem a capacidade de se mexer”. Por fim, o ator comentou sobre a relação entre a sua fundação e o governo norte-americano, agora comandado por Donald Trump. “Nós temos um relacionamento que funciona, na maior parte do tempo”, disse, antes de demonstrar contrariedade com o presidente. “No entanto, uma coisa que realmente me deixou bravo foi quando ele tirou sarro daquele repórter. Aquilo foi uma facada no estômago”, lembrou, referindo-se ao incidente da campanha eleitoral de 2015, em que Trump fez piada com um jornalista deficiente do The New York Times. “Não foi uma facada no estômago só para mim, mas para as pessoas que eu conheço e com quem trabalho. Nós tentamos o tempo todo superar a aversão que as pessoas sentem de alguém que se move diferente delas”, apontou Fox. “Quando ouvi a notícia, pensei: ‘Será que digo algo em resposta?’. Mas depois pensei: ‘As pessoas já sabem que Trump é um m**da'”, completou.

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    Luke Perry é internado em hospital após sofrer AVC

    28 de fevereiro de 2019 /

    O ator Luke Perry, da série clássica “Barrados no Baile” e da atual série “Riverdale”, foi internado num hospital após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral), termo conhecido popularmente como “derrame”, na quarta-feira (27/2). Paramédicos responderam a um chamado na casa do ator em Sherman Oaks, na Califórnia, por volta das 9h40 (horário local), e o levaram a um hospital nas proximidades. A assessoria de imprensa de Perry confirmou que ele permanece em observação no hospital, mas não deu mais detalhes sobre seu estado de saúde. Atualmente com 52 anos, Perry despontou para o estrelato como o jovem galã rebelde Dylan McKay, de “Barrados no Baile”, que ficou no ar entre 1990 e 2000. O elenco original daquela atração vai voltar a se encontrar em nova produção no próximo verão norte-americano, mas não havia previsão dele retornar, já que está no ar em “Riverdale” como Fred Andrews, pai do protagonista Archie (KJ Apa). “Riverdale” está na fase final de produção de sua 3ª temporada e já foi renovada para mais um ano pelo canal pago CW. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Selena Gomez volta ao Instagram após internação em clínica

    15 de janeiro de 2019 /

    A cantora e Selena Gomez voltou ao Instagram após passar quatro meses afastada das redes sociais. Neste período, ela chegou a ficar internada em uma clínica. “Já faz algum tempo que vocês não ouvem falar de mim, mas eu sempre quis agradecer o amor e apoio”, escreveu ela na noite de segunda (14/1), ao lado de três fotos em preto e branco. “O ano passado foi definitivamente um ano de autorreflexão, desafios e crescimento. São sempre aqueles desafios que mostram quem você é e o que é capaz de superar”, continuou. “Confie em mim, não é fácil, mas estou orgulhosa da pessoa que estou me tornando e ansiosa pelo próximo ano. Amo todos vocês”, concluiu Selena, que já foi a pessoa mais seguida do Instagram e atualmente possui 144 milhões de seguidores. A mensagem já acumula quase 8 milhões de likes. Nesta terça, ela retomou as postagens avisando que tinha muitas novidades para compartilhar em 2019. E foi logo revelando a primeira: fotos de uma campanha como modelo da Puma. Antes destes posts, ela tinha aparecido no Instagram em setembro para afirmar que estava dando um tempo para descansar e aproveitou para criticar o bullying, afirmando que “comentários negativos podem machucar o sentimento de qualquer um”. Foi em setembro que a artista de 26 anos precisou ser internada, primeiro para tratar de sua saúde física. Tudo começou com uma breve e sigilosa internação num hospital de Los Angeles na última semana daquele mês, após ela apresentar um nível “alarmantemente baixo” de glóbulos brancos no sangue. Selena recebeu alta após alguns dias, mas no começo de outubro voltou ao centro médico, pois o nível de glóbulos brancos baixos persistiu. Durante esta segunda internação, a cantora, de acordo com o TMZ, sofreu uma “crise nervosa” por não receber alta rapidamente, e até tentou arrancar as sondas do braço. Diante desse quadro, os médicos a mantiveram por quase um mês em terapia dialética comportamental, um tratamento a que já se submeteu no passado e que serve para diversos transtornos, visando identificar e mudar pensamentos negativos e padrões de comportamento. No ano passado, a artista passou por um transplante de rim por causa de sua doença, lúpus – doença inflamatória sem cura, que ocorre quando o sistema imunológico ataca seus próprios tecidos. Um dos muitos efeitos do lúpus são crises nervosas. Em agosto de 2016, Selena chegou a dar um tempo de três meses na carreira para se internar numa clínica. Ela comentou na época que estava sofrendo de ansiedade, ataques de pânico e depressão, devido à evolução da doença. Visualizar esta foto no Instagram. It’s been awhile since you have heard from me, but I wanted to wish everyone a happy new year and to thank you for your love and support. Last year was definitely a year of self-reflection, challenges and growth. It’s always those challenges which show you who you are and what you are capable of overcoming. Trust me, it’s not easy, but I am proud of the person I am becoming and look forward to the year ahead. Love you all. Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez) em 14 de Jan, 2019 às 2:09 PST Visualizar esta foto no Instagram. Lots to look forward to in 2019. I can’t wait to share the projects I’ve been working on with you. The first one is here: Cali ? BY @pumasportstyle Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez) em 15 de Jan, 2019 às 9:01 PST

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  • Filme

    Olivia Newton-John grava vídeo sorridente após rumores exagerados de sua morte

    4 de janeiro de 2019 /

    A cantora e atriz Olivia Newton-John resolveu postar um vídeo em suas redes sociais para desmentir rumores de que estaria à beira da morte, meses depois de anunciar que enfrentava um câncer pela terceira vez. Em setembro, ela anunciou ter descoberto um novo tumor em sua coluna, seu terceiro diagnóstico de câncer desde a década de 1990. O primeiro foi câncer de mama em 1992. Ela passou por uma mastectomia parcial e, depois, por uma reconstrução do seio. Em 2013, ela lutou contra uma reincidência da doença. Segundo rumores reproduzidos por alguns veículos de imprensa, Newton-John estaria em estado crítico e teria apenas “algumas semanas para viver”. Entretanto, no vídeo, ela aparece bem-disposta e sorridente, desejando feliz ano novo a todos os fãs. “Eu só queria dizer que os rumores de minha morte foram muito exagerados, para citar uma frase muito famosa [do escritor Mark Twain]”, brincou. “Eu estou ótima, e quero desejar a todos vocês o 2019 mais feliz e saudável possível”, completou. “Muito obrigada por todo o seu amor e apoio a mim e ao meu centro de saúde em Melbourne, na Austrália”. Happy New Year! Here’s to a wonderful 2019! Love & light, Olivia pic.twitter.com/1Nd2jIcRb1 — Olivia Newton-John (@olivianj) 3 de janeiro de 2019

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