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    “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” ganha pôsteres de personagens e vídeo de bastidores

    12 de junho de 2021 /

    A Paramount Pictures divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e um vídeo legendado de bastidores de “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”. Entre muitas lutas de espadas e artes marciais, o que mais chama atenção na prévia é que Henry Golding (“Podres de Ricos”) aparece sem máscara e bem falante. O vídeo, com participação do escritor de quadrinhos Larry Hama, responsável pela transformação dos brinquedos da Mattel em personagens da Marvel, explica por quê: trata-se de uma história de origem, que mostrará o que levou Snake Eyes a esconder o rosto e silenciar. Além de Golding, o filme traz Andrew Koji (da série “Warrior”) como Storm Shadow, o ninja que é rival e irmão de sangue de Snake Eyes, Iko Uwais (“Operação Invasão”/The Raid) e Peter Mensah (“Spartacus”) como mestres do treinamento do herói, a espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett. “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e a direção está a cargo de Robert Schwentke, que assinou dois filmes da franquia “Divergente”. Originalmente previsto para outubro passado, o filme foi adiado várias vezes em meio à pandemia e recentemente foi remarcado para 19 de agosto no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 23 de julho).

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    “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” ganha primeiro trailer, fotos e vídeo de bastidores

    17 de maio de 2021 /

    A Paramount divulgou oito fotos, o pôster, o primeiro trailer e um vídeo de bastidores de “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, que traz Henry Golding, o astro de “Podres de Ricos”, como o ninja mascarado e silencioso da franquia G.I. Joe. Entre muitas lutas de espadas e artes marciais, o que mais chama atenção na prévia é que Golding aparece sem máscara e bem falante. O segundo vídeo explica por quê: trata-se de uma história de origem, que mostrará o que levou Snake Eyes a esconder o rosto e silenciar. Além de Golding, o filme traz Andrew Koji (da série “Warrior”) como Storm Shadow, o ninja que é rival e irmão de sangue de Snake Eyes, Iko Uwais (“Operação Invasão”/The Raid) como o mentor do herói, a espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e a direção está a cargo de Robert Schwentke, que assinou dois filmes da franquia “Divergente”. Originalmente previsto para outubro passado, o filme de “Snake Eyes” foi adiado várias vezes em meio à pandemia e agora vai estrear em 22 de julho no Brasil – um dia antes dos EUA.

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    Nove Desconhecidos: Série com Nicole Kidman e Melissa McCarthy ganha trailer sinistro

    27 de abril de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da minissérie “Nine Perfect Strangers” que chama atenção pelo clima sinistro, envolvendo uma espécie de “seita saudável”, e pelo elenco impressionante reunido para a produção. A trama é baseada no livro homônimo de Liane Moriarty, que recebeu o título de “Nove Desconhecidos” no Brasil e acompanha nove pessoas que decidem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. A adaptação está a cargo de David E. Kelley, que anteriormente levou outra obra da escritora para as telas: a série “Big Little Lies”, da HBO. Assim como em “Big Little Lies”, o elenco destaca Nicole Kidman, que vive a diretora do spa. Os demais personagens são vividos por Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Tiffany Boone (“Hunters”), Manny Jacinto (“The Good Place”), Melvin Gregg (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Asher Keddie (“Estado Zero”) e Grace Van Patten (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”). Os oito episódios da minissérie serão dirigidos pelo cineasta Jonathan Levine, dos filmes “Casal Improvável” (2019) e “Meu Namorado É um Zumbi” (2013), e também contarão com roteiros de John-Henry Butterworth, que escreveu “Ford vs. Ferrari” (2019). Ainda não há previsão de estreia.

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    Samara Weaving vai viver coelhinha da Playboy em minissérie

    19 de fevereiro de 2021 /

    A atriz australiana Samara Weaving (“A Babá”) fechou com a Sony Television para estrelar uma minissérie sobre a ex-coelhinha da Playboy Holly Madison. A atração vai adaptar a biografia de Madison, “Down the Rabbit Hole: Curious Adventures and Cautionary Tales of a Former Playboy Bunny” (em tradução livre: pelo buraco do coelho, aventuras curiosas e lições de moral de uma ex-coelhinha da Playboy). A adaptação está sendo escrita pela australiana Marieke Hardy (criadora da série “Laid”) e será produzida pelo cineasta Will Gluck (“Pedro Coelho”), pelo produtor Richard Schwartz (“Woke”) e pela própria Holly Madison. Publicado em 2015, “Down the Rabbit Hole” passou várias semanas no topo da lista dos livros mais vendidos dos EUA. Segundo a Sony, a série vai mergulhar nos bastidores polidos da marca Playboy para retratar as histórias viscerais, muitas vezes profundamente prejudiciais, de mulheres que acreditaram num sonho e se viram manipuladas, controladas e abusadas pela indústria masculina. Famosa por ser uma das namoradas de Hugh Hefner, o criador da Playboy, Madison não é estranha à televisão. Ela apareceu no reality show da E! “The Girls Next Door” e teve seu próprio programa, “Holly’s World”, que durou duas temporadas (de 2009 a 2011) no mesmo canal. Seu segundo livro, “The Vegas Diaries: Romance, Rolling the Dice e the Road to Reinvention”, que detalhou sua vida em Las Vegas, foi publicado em 2016. A minissérie é uma iniciativa da Sony e ainda não tem canal ou plataforma definidos.

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    Samara Weaving viverá cunhada de Napoleão, primeira celebridade dos EUA

    25 de janeiro de 2021 /

    A atriz australiana Samara Weaving, que se destacou nas comédias de terror “A Babá” e “Casamento Sangrento” (Ready or Not), vai estrelar “Liz”, um filme biográfico sobre uma das primeiras celebridades americanas, Elizabeth Patterson Bonaparte. O filme vai mostrar como a filha de um comerciante de Baltimore se projetou socialmente nos EUA após se casar com Jérome Bonaparte, o irmão mais novo de Napoleão, que ela conheceu em 1803, tornando-se um socialite influente durante a presidência de Thomas Jefferson. Produção indie, o drama histórico tem roteiro do estreante Gabriel Neustadt e direção de Adam Leon (“A Mala e os Errantes”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Astro de G.I. Joe Origens: Snake Eyes diz que filme terá muitas lutas marciais

    6 de dezembro de 2020 /

    A participação da Paramount na CCXP Worlds, a versão virtual da Comic Con Experience (CCXP), teve como destaque o painel de “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, que reuniu Henry Golding, o astro de “Podres de Ricos” que viverá Snake Eyes, o artista Larry Hama, que criou os quadrinhos de “G.I. Joe”, e Úrsula Corberó, atriz que conquistou muitos fãs como a Tóquio de “La Casa de Papel” e que interpretará a vilã Baronesa no novo filme da franquia. Durante as participações, realizadas por videoconferência no sábado (5/12), Golding revelou que “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” vai apresentar em detalhes a origem e o lado humano de Snake Eyes, que sempre foi um mistério no universo G.I. Joe. Segundo ele, o filme mostrará “suas fraquezas, falhas, a relação com o irmão e, claro, toda emoção ao derrotar os obstáculos que aparecem à sua frente”, contou o ator. Larry Hama disse que as artes marciais são o grande diferencial deste filme em relação aos dois anteriores de G.I. Joe e são essenciais para a história. Aproveitando o tema das cenas de luta, Golding garantiu que os fãs vão pirar e revelou que ele suou muito para fazer bonito nas gravações. “Temos cenas incríveis no Japão. Iko Uwais me destruiu, não vou mentir… a coreografia dele é de enlouquecer! Ele é fenomenal!”, elogiou Golding. O astro e campeão indonésio de artes marciais, que estourou no cinema com “Operação Invasão” (The Raid), viverá o mentor de Snake Eyes. Por fim, a aparição de Úrsula foi breve e serviu para perguntar a Golding qual a reação dele ao ser escalado para viver Snake Eyes. Ele disse que ficou emocionado. “Ter a oportunidade de calçar os sapatos dele (Snake Eyes) e viver esta geração do personagem representou muito para mim!”, afirmou. O elenco também inclui Andrew Koji (da série “Warrior”) como Storm Shadow, o ninja que é rival e irmão de sangue de Snake Eyes, e Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett. O filme foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e a direção está a cargo de Robert Schwentke, que dirigiu dois filmes da franquia “Divergente”. Originalmente previsto para outubro passado, o filme de “Snake Eyes” foi adiado em um ano e agora só deve estrear em outubro de 2021.

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    Após continuação, diretor quer transformar A Babá em trilogia

    13 de setembro de 2020 /

    Lançado na quinta (10/9), “A Babá: Rainha da Morte” pode não ser o final da história iniciada pelo filme “A Babá” em 2017. A continuação tem uma cena pós-créditos que alude à possibilidade de um terceiro longa e, numa entrevista deste fim de semana, o diretor McG confirmou que a cena é mais que uma sugestão. “Nós temos uma história, e eu coloco firmemente nas mãos do público”, disse McG ao site CBR. “Se eles quiserem, eles verão, se eles falarem ‘não, não queremos isso’, então não faremos. Eu adoraria fazer, porque adoraria terminar o arco do personagem de Cole”, revelou, referindo-se ao personagem de Juda Lewis. McG também comentou as reviravoltas que “Rainha da Morte” trouxe para a franquia, afirmando que guardou novidades para o possível desfecho da trilogia. “Eu amo as surpresas deste filme, e há algumas surpresas a mais para o terceiro filme”, afirmou. Na trama de “A Babá: Rainha da Morte”, Cole (Judah Lewis), o sobrevivente do massacre original, é convencido a deixar o estresse para trás e aproveitar um fim de semana distante de tudo. Só que os serial killers mortos no primeiro filme têm outros planos e retornam do além para nova tentativa de assassinar o adolescente. Assim, a continuação resgata todo o elenco original, inclusive intérpretes de personagens mortos. A lista inclui Robbie Amell, Bella Thorne, Emily Alyn Lind, Andrew Bachelor, Ken Marino, Hana Mae Lee, Leslie Bibb, Carl McDowell e Chris Wylde. A principal novidade fica por conta de Jenna Ortega, que viveu a jovem Jane na série “Jane the Virgin”. Já Samara Weaving, que virou estrela após interpretar a Babá original – desde então, fez “Casamento Sangrento” (Ready or Not) e “Bill & Ted: Encare a Música” – , retorna só numa pequena participação especial. Veja o trailer da sequência abaixo.

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    Continuação do terrir A Babá ganha trailer legendado

    27 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “A Babá: Rainha da Morte”, sequência de “A Babá”, que traz de volta os integrantes da seita satânica do terrir de 2017. O primeiro longa transformou Samara Weaving, intérprete do papel-título, em estrela do gênero. Desde então, ela fez “Casamento Sangrento” (Ready or Not) e estará em “Bill & Ted: Encare a Música”. Mas o trailer da continuação apenas sugere sua volta, apresentando sua personagem de costas. Sem confirmar a presença de Weaving, a continuação resgata todo o resto do elenco, inclusive intérpretes de personagens mortos. A lista inclui Judah Lewis, Robbie Amell, Bella Thorne, Emily Alyn Lind, Andrew Bachelor, Ken Marino, Hana Mae Lee, Leslie Bibb, Carl McDowell e Chris Wylde. A principal novidade fica por conta de Jenna Ortega, que viveu a jovem Jane na série “Jane the Virgin”. Na trama, Cole (Judah Lewis), o sobrevivente do massacre original, é convencido por Melanie (Emily Alyn Lind) a deixar o estresse para trás e aproveitar um fim de semana distante de tudo. Só que os serial killers mortos no primeiro filme têm outros planos e retornam do além para outra tentativa de assassinar o adolescente. Novamente dirigido por McG, a continuação de “A Babá” estreia em 10 de setembro na Netflix.

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    Paramount contrata roteiristas de Seberg contra Todos para novo filme da franquia G.I. Joe

    2 de maio de 2020 /

    A Paramount já planeja uma novo filme da franquia “G.I. Joe”. Trata-se de uma continuação do spin-off centrado no personagem Snake Eyes, que será escrita por Joe Shrapnel e Anna Waterhouse. Os dois são conhecidos por seu trabalho no drama “Seberg contra Todos”, estrelado por Kristen Stewart, mas o estúdio os contratou após contar com seu trabalho, sem créditos, no primeiro (e ainda inédito) filme solo do G.I. Joe ninja. Batizado com nome de “filme do Wolverine”, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” traz o ator anglo-malaio Henry Golding (“Podres de Ricos”) no papel título, embarcando numa incansável caçada ao homem que assassinou seu pai. O elenco também inclui o anglo-japonês Andrew Koji (da série “Warrior”) como seu rival Storm Shadow, a espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“Ready or Not”) como a heroína Scarlett. Todos os personagens já aparecem no cinema antes, com intérpretes diferentes. Para completar, o indonésio Iko Uwais (“22 Milhas”) também faz parte da produção, como o mentor de Snake Eyes. Oficialmente, “Snakes Eyes” foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), com direção a cargo do alemão Robert Schwentke, que dirigiu dois filmes da franquia “Divergente”. Por enquanto, a previsão de lançamento está mantida para outubro deste ano.

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    Hollywood: Trailer da minissérie revela bastidores preconceituosos da Era de Ouro do cinema

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. A prévia revela a ambição da história, que retrata o preconceito racial e sexual dos anos 1940/50 em meio a todo o glamour da Era de Ouro de Hollywood. Além disso, mistura sua trama fictícia com personalidades reais da época, como os atores Rock Hudson e Vivien Leigh. A atração é apresentada como “uma minissérie sobre um grupo de atores e cineastas aspirantes na Hollywood do pós-Guerra, tentando atingir a fama a qualquer custo”. Segundo a sinopse, a trama também irá “fornecer um olhar único sobre a Era de Ouro de Hollywood, chamando atenção para o sistema injusto e parcial, que continua até hoje em relação à discriminação por raça, gênero e sexualidade. Hollywood pretende expor e examinar décadas de dinâmicas de poder e revelar como a cena do entretenimento estaria hoje se não isso tivesse sido desmantelado”. Desenvolvida por Murphy em parceria com Ian Brennan (com quem criou “Glee” e “Scream Queens”), “Hollywood” vai reunir artistas que já trabalharam com o produtor em outros projetos, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (“The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” atuou para Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A segunda série de Murphy para a Netflix (a primeira foi “The Politician”) tem estreia marcada para 1 de maio.

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    Ready or Not diverte com mistura de terror, comédia e crítica social

    14 de abril de 2020 /

    Agendado para chegar nos cinemas brasileiros no ano passado, “Ready or Not” acabou saindo direto em VOD. E como os cinemas estão agora fechados, é uma boa oportunidade para o público brasileiros descobrir esse divertido filme, que está sendo disponibilizado com títulos diferentes, como “O Ritual” e “Casamento Sangrento”, dependendo da plataforma. Não é novidade que o cinema goste de retratar as discrepâncias sociais entre as classes menos e as mais favorecidas. No ano passado, uma grande leva de filmes abordou essa questão, de maneira direta ou indireta, como “Parasita”, “Coringa” e “Nós”. Por trás da tendência, claro, há uma razão política. Desde a eleição de Donald Trump, muito se tem falado a respeito do 1% mais rico, ou seja, sobre empresários bilionários que enxergam o restante da população como meras engrenagens na máquina que produz a riqueza deles. “Ready or Not” faz sua crítica por meio de metáforas. E o faz não apenas de maneira eficaz, como extremamente divertida. O roteiro dos novatos Guy Busick (da série “Watch Over Me”) e Ryan Murphy (“Minutes Past Midnight”) acompanha Grace (Samara Weaving), uma jovem de família humilde prestes a se casar com o milionário Alex (Mark O’Brien). Grace nunca se sentiu parte de uma família, e espera que isso mude uma vez que ela adentre o clã Le Domas, donos de um império iniciada pela venda de jogos de tabuleiro. Seu desejo de ser abraçada pelo calor familiar a faz ignorar as estranhezas dos Le Domas. Mas tudo muda na noite do casamento – realizado na mansão deles. Em vez de aproveitar a sua lua de mel, Grace é convidada a participar de um jogo envolvendo toda a família. Trata-se, segundo eles explicam, de uma tradição, uma maneira de acolher novos membros. A ideia é que ela retire uma carta de baralho e isso vai determinar o jogo daquela noite. Porém, quando ela retira uma carta escrita “esconde-esconde”, é iniciado um jogo mortal, no qual os Le Domas precisam caçar e matar a noiva até o amanhecer, numa cerimônia de sacrífico que garantirá a manutenção da fortuna deles. A crítica social proposta pelo roteiro é explicitada ao longo de toda a narrativa. A figura demoníaca com a qual a família fez um pacto em troca de riqueza pode ser entendida como o próprio capitalismo. E, para completar, os personagens são caricatos. A família Le Domas é composta por pessoas desprovidas de emoção e incapazes de assumir responsabilidades pelas suas ações – como é o caso da cunhada (Melanie Scrofano) de Grace que “acidentalmente” mata alguns dos empregados da casa. O único a ganhar um pouco mais de atenção é Daniel (Adam Brody), visto como alguém preso às tradições da família, mesmo discordando delas. Por mais que também não ganhe um grande desenvolvimento narrativo, a protagonista Grace acaba se destacando pelo carisma de Samara Weaving. A atriz, que já havia chamado atenção na comédia de terror “A Babá”, encarna a sua personagem com graça, sangue e determinação. Vinda de lares adotivos, Grace acreditava que sua vida só estaria completa se ela participasse de uma família. Por isso, ela se “disfarça” como um futuro membro dos Le Domas, vestindo-se e portando-se do jeito que ela julgava ser digno da alta sociedade. À medida que o filme avança, porém, seu comportamento muda. Tal mudança é acompanhada pelas alterações no figurino. Ao mesmo tempo, ela conhece os segredos sujos daquelas pessoas e estes segredos ficam impregnados na sua roupa. Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett são os mesmos do terror de found footage “O Herdeiro do Diabo” (2014). Aqui, porém, pisam no freio para investir em uma trama mais leve e divertida. Mas isso não os impede de criarem sequências impactantes, como enfiar pregos na mão da mocinha e fazê-la dar tiros numa criança. A mistura de terror e comédia é eficaz. Ambos são gêneros que dependem de um timing muito específico para funcionarem, ambos provocam reações físicas no espectador (o riso e o susto) e ambos servem de metáforas para situações contemporâneas. “Ready or Not” é um ótimo exemplo de como essa combinação pode divertir.

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    Hollywood: Nova série do criador de Pose e American Horror Story ganha primeiras fotos

    4 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. As imagens apresentam o elenco estrelado da produção, que também ganhou uma sinopse oficial. A atração é apresentada como “uma minissérie sobre um grupo de atores e cineastas aspirantes na Hollywood do pós-Guerra, tentando atingir a fama a qualquer custo”. A trama também irá “fornecer um olhar único sobre a Era de Ouro de Hollywood, chamando atenção para o sistema injusto e parcial, que continua até hoje em relação à discriminação por raça, gênero e sexualidade. Hollywood pretende expor e examinar décadas de dinâmicas de poder e revelar como a cena do entretenimento estaria hoje se não isso tivesse sido desmantelado”. A sinopse reforça rumores de que a produção acompanharia a tendência de séries como “The Man of the High Castle”, da Amazon, e “The Plot Agaisnt America”, na HBO, e contaria uma “História alternativa”. Isto é, mostraria eventos com desfechos diferentes da realidade – como também aconteceu com o filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, para citar um exemplo sobre a história de Hollywood. Desenvolvida por Murphy em parceria com Ian Brennan (com quem criou “Glee” e “Scream Queens”), “Hollywood” vai reunir atores que já trabalharam com o produtor em outros projetos, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (“The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” atuou para Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A segunda série de Murphy para a Netflix (a primeira foi “The Politician”) tem estreia marcada para 1 de maio.

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    Hollywood: Pôster da nova série de Ryan Murphy revela data de estreia na Netflix

    23 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro pôster de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. A prévia revela uma frase sobre a atração e sua data de estreia. A frase questiona: “E se você pudesse reescrever a História?”. Já a estreia foi marcada para 1 de maio. “Hollywood” teve poucos detalhes revelados até o momento. Desenvolvida em parceria com Ian Brennan, que trabalhou com Murphy como co-criador de “Glee” e “Scream Queens”, a série é descrita como “uma carta de amor à era de ouro da terra do cinema”. Mas a frase que acompanha o cartaz, que traz pessoas no topo do famoso letreiro de Hollywood Hills, sugere uma trama de “História alternativa”, como “The Man of the High Castle”, da Amazon, e o filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino. O elenco da segunda série de Murphy na Netflix (a primeira foi “The Politician”) vai reunir alguns veteranos de suas produções, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (também de “The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” já tinha trabalhado com o produtor no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. Vale lembrar que a era clássica de Hollywood já rendeu uma série famosa de Murphy, “Feud”, que, em sua única temporada, mostrou a rivalidade entre as atrizes Bette Davis (vivida por Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange).

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