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  • Filme

    Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo é divertido e comovente

    7 de dezembro de 2017 /

    Falar com saudades do glorioso cinema italiano de outrora já virou lugar comum sempre que se fala sobre novos exemplares vindos do país. Então, pulemos este clichê e passemos direto ao filme de Francesca Comencini, o sentimental, divertido e comovente “Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo”, que tem ganhado pouca repercussão, mesmo no circuito alternativo. Isso é algo que não deveria acontecer, levando em consideração tanta coisa boa que a filha de Luigi Comencini (o “pai da comédia italiana”) apresenta neste seu novo filme. Francesca até já tem uma filmografia relativamente extensa, iniciada nos anos 1980, mas esta comédia romântica estrelada por Lucia Mascino (da série “Suburra”) é sua primeira produção a estrear no circuito comercial brasileiro. Antes tarde do que nunca. Há amor no título e é o tema do filme. A trama acompanha a trajetória da professora Claudia (Lucia Mascino), uma mulher que não se conforma com a perda e o distanciamento do grande amor de sua vida, o também professor Flavio (Thomas Trabacchi, de “A Minha Versão do Amor”). Ambos foram apaixonados por um bom período de tempo, mas a insistência de Claudia para ter um filho com Flavio e sua insegurança acabaram por complicar o relacionamento. O filme é narrado pelo ponto de vista de Claudia e vemos algumas cenas em flashback, que flagram alguns dos melhores e dos mais difíceis momentos da relação do casal. O filme não se frustra em mostrar a paixão desesperada da mulher, em detrimento da calma e tranquilidade de Flavio. Para ele, a separação não foi nenhum fim do mundo. Pareceu algo indiferente. Porém, é interessante notar o quanto o mesmo homem se sente inseguro perto de outra mulher, uma moça bem mais jovem que ele, sua aluna. A bela e jovem garota, por sua vez, se sente segura, enquanto ele procura ser um ás na cama, o que normalmente acontece com homens depois dos 40, que se tornam menos egoístas e mais interessados em dar mais prazer à parceira, ainda que isso possa trazer também uma sensação de poder e contentamento. É até uma pena que o filme se detenha pouco nessa relação de Flavio com a jovem Nina (Valentina Bellè). Mas o foco é mesmo a adorável, engraçada e desesperada protagonista Claudia, em sua insistência em acreditar que o homem que ama ainda voltará para ela. Há um pouco de dor nessa dificuldade de virar a página. Só o fato de fazer o público sentir isso já merece recomendação ao trabalho de Francesca Comencini, que ainda conta com aspectos técnicos belíssimos – a fotografia e a direção de arte, que valorizam interiores e lindas paisagens, e a trilha sonora que enternece o espectador. O diálogo final de Claudia com Flavio está entre os mais belos e agridoces do cinema recente.

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  • Filme

    Novo livro do autor de A Culpa É das Estrelas vai virar filme

    6 de dezembro de 2017 /

    O novo romance do escritor John Green, autor de “A Culpa É das Estrelas” e “Cidades de Papel”, vai virar filme. Elogiado pela crítica internacional, “Tartarugas Até Lá Embaixo” (“Turtles All the Way Down”, em inglês), ganhará adaptação produzida pelos estúdios Fox, mas ainda não há informações sobre elenco e a data de estreia. Lançado em 10 de outubro, o livro já virou best-seller nos Estados Unidos. Ele conta a história de uma menina de 16 anos, Aza Holmes, que sofre de obsessivo-compulsivo (TOC) e tenta resolver um mistério envolvendo um fugitivo bilionário. O autor já vendeu os direitos de adaptação de cinco livros, mas apenas dois chegaram às telas. Também produzido pela Fox e estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort, “A Culpa É das Estrelas” foi um dos maiores sucessos de bilheteria de 2014, arrecadando mais de US$ 300 milhões no mundo, além de ter inspirado um revival da tendência dos romances de jovens doentes, que teve seu primeiro pico original com “Love Story” em 1970. Já a segunda adaptação, “Cidades de Papel” (2015), não conseguiu repetir o feito, faturando apenas US$ 85,5 milhões, mesmo com os astros teen Cara Delevingne e Nat Wolff no elenco. Por conta disso, a Paramount Pictures engavetou o projeto de adaptar “Quem É Você Alasca?”, que tinha a atriz Elle Fanning (“Malévola”) cotada para o papel principal. Outro projeto cinematográfico, baseado no livro natalino “Deixe a Neve Cair”, teve a estreia adiada.

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  • Filme

    Trailer de romance traz Bella Thorne doente de paixão pelo filho de Arnold Schwarzenegger

    3 de dezembro de 2017 /

    A Open Road divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Midnight Sun”, novo romance adolescente de doença – a tendência mórbida que ganhou impulso com o sucesso de “A Culpa É das Estrelas” (2014) e já rendeu dois fracassos nas bilheterias deste ano, “Tudo e Todas as Coisas” e “O Espaço Entre Nós”. A doente da vez é Bella Thorne (série “Famous in Love”). Ela sofre de um mal raro que a impede de sentir a luz do sol. Mas a trama não a transforma em vampira, o que seria interessante. Apenas numa garota enclausurada, que só descobre como a noite pode ser boa ao se apaixonar. O crush é o vizinho que ela viu crescer de sua janela, interpretado por Patrick (filho de Arnold) Schwarzenegger, para quem nunca teve coragem de se apresentar. E para quem prefere mentir, inventando desculpas para nunca encontrá-lo de dia. Os cínicos ficarão felizes em perceber que o trailer conta quase o filme inteiro, dispensando a ida ao cinema para comprovar como seus clichês são previsíveis. Já os românticos irão ver assim mesmo, justamente porque seus clichês são previsíveis. Por curiosidade, a trama é baseada num mangá para meninas, “Taiyo no Uta” (ou “Midnight Sun” mesmo), de Kenji Bando, que já foi transformado em filme japonês há 11 anos – e também numa minissérie vietnamita. A direção é de Scott Speer (de “Ela Dança, Eu Danço 4” e da série “Finding Carter”). “Midnight Sun” tem estreia marcada no Brasil para 19 de abril, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 23/3).

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  • Filme

    Veja Julianne Moore na primeira foto do remake do romance chileno Gloria

    25 de novembro de 2017 /

    A produtora indie FilmNation divulgou a primeira foto de Julianne Moore (vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice”) no papel-título do remake americano de “Gloria”. A refilmagem tem o mesmo diretor do longa original, o chileno Sebastián Lelio, e produção de um compatriota, o cineasta Pablo Larraín – que estreou em inglês com “Jackie” no ano passado. Lelio também reescreveu o filme, com o objetivo dele não ser um remake típico, mas uma reimaginação das situações vistas anteriormente. “Como uma das maiores atrizes do mundo, Julianne Moore dará suas próprias características para a personagem, sendo uma grande honra inesquecível para a gente. Será como um jazz: sentiremos o espírito do longa chileno, mas iremos revigorá-lo”, declarou o cineasta, em comunicado. O longa de 2013 acompanhava Gloria, uma mulher solitária de 58 anos, cujos filhos já saíram de casa há algum tempo. Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes dedicados à terceira idade. Lá, conhece vários homens, com quem costuma se empolgar e, logo depois, se decepcionar. A situação muda quando surge Rodolfo, um ex-oficial da Marinha, que a faz se apaixonar e imaginar um relacionamento permanente, mas também a obrigada a confrontar alguns dos seus segredos mais sombrios. A intérprete original, Paulina Garcia, venceu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim de 2013. Depois de “Gloria”, Lelio fez mais dois filmes: “Uma Mulher Fantástica”, que é o candidato do Chile a uma vaga entre os indicados a Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscar 2018, e “Disobedience”, sua estreia em inglês, que teve première no Festival de Toronto.

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  • Música

    Elvis Costelo canta música-tema do filme sobre a estrela noir Gloria Grahame

    25 de novembro de 2017 /

    Elvis Costello divulgou o clipe de “You Shouldn’t Look at Me That Way”, música-tema do drama britânico “Film Stars Don’t Die in Liverpool” sobre o romance dos últimos dias da vida da estrela do cinema noir Gloria Grahame. A prévia traz o artista cantando ao piano, sobre o palco de uma antiga sala de cinema vazia, que é um cenário utilizado no filme. A edição, inclusive, utiliza cenas do longa em que a atriz Annette Bening e o ator Jamie Bell aparecem no mesmo local. O envolvimento de Costello na trilha sonora tem uma história intrigante. A ideia surgiu quando o diretor Paul McGuigan e a produtora Barbara Broccolli assistiam a um show do cantor e uma imagem de Gloria Grahame foi projetada no palco, durante uma canção (“Church Underground”). Mais que uma coincidência, McGuigan acreditou que se tratava de destino. Os bastidores do clipe também despertam curiosidade. Ele marca a estreia na direção de uma fotógrafa de família famosa, que, apesar de herdeira da Kodak, tem sobrenome ligado à história do rock: Mary McCartney, filha de Linda e Paul McCartney. Como a mãe, ela seguiu carreira fotográfica, mas já trabalhou com o pai, operando câmeras no documentário “Paul McCartney: In the World Tonight” (1997). Costello a conhece desde que ela era adolescente. Ele inclusive já gravou um disco em parceira com Paul McCartney, o clássico “Flowers in the Dirt”, de 1989. “You Shouldn’t Look at Me That Way” vai disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar 2018 de Melhor Canção Original.

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  • Filme

    Annette Bening vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame em trailer de drama elogiadíssimo

    25 de novembro de 2017 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer, 16 fotos e o pôster americano de “Film Stars Don’t Die in Liverpool”, elogiadíssimo drama britânico em que Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. A música que toca ao fundo da prévia é de Elvis Costello. Veja o clipe aqui. Recebida com elogios rasgados da crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), a atuação de Bening pode render a quinta indicação da atriz ao Oscar. Na trama, ela incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, e acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. A adaptação foi roteirizada por Matt Greenhalgh, especialista em cinebiografias de ícones populares, como Ian Curtis, em “Control” (2007), e John Lennon, em “O Garoto de Liverpool” (2009). A direção é de Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e o elenco ainda inclui Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”), Stephen Graham (série “Boardwalk Empire”) e Vanessa Redgrave (“Foxcatcher”). Depois de passar pelo circuito de festivais, o filme estreia em circuito limitado em 29 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Jane Fonda e Robert Redford descobrem o segredo da melhor idade em Nossas Noites

    25 de novembro de 2017 /

    A solidão dói mais na terceira idade, mas tem remédio, demonstra o filme “Nossas Noites” (Our Souls at Night), de Ritesh Batra, lançado em streaming na Netflix. O diretor indiano já tinha em seu currículo uma história romântica belíssima, “Lunchbox” (2013), envolvendo amor por correspondência. Em “Nossas Noites”, o relacionamento é frontal. Os protagonistas são um casal de viúvos idosos, que começam a dormir juntos. É até estranho usar a palavra “idoso” a respeito de Robert Redford e Jane Fonda, que já formaram um dos casais mais lindos do cinema, mas eles já assumiram faz tempo suas idades. Redford, inclusive, parece curtir bastante suas rugas. O filme é baseado no romance homônimo de Kent Haruf (“Histórias Divididas”), publicado postumamente em 2015, e tem roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”). Na trama, Jane Fonda é Addie Moore, uma mulher que resolve ser direta. Vai até a casa de seu vizinho Louis Walters (Redford) e faz a proposta: ele topa ou não topa passar a dormir na casa dela, pelo menos para efeito de experiência? A ideia nem é fazer sexo, mas ter alguém junto na cama, para conversar antes de dormir, alguém que seja interessante. E ela acha Louis interessante. O sexo, o amor, e tudo o mais poderiam aparecer depois, se tudo funcionasse. Louis fica um pouco chocado com a proposta, mas depois de refletir resolve entrar na casa de Addie, ainda que inicialmente pela porta dos fundos. É muito bom ver como o filme lida com a relação dos dois, esse tatear em busca de uma intimidade que não existia antes, mas que deve passar a existir à medida que eles forem se conhecendo. Esse tipo de relação é mais comum do que se imagina, entre pessoas que sabem que não têm tempo a perder. Os mais jovens têm a mania de deixar escapar o tempo, gastando energia de forma fútil. “Nossas Noites” não inventa a roda e não é uma história de amor fora do comum, do ponto de vista formal. Mas é muito bem conduzida em sua narrativa, com o cuidado reconhecido de Batra com as palavras e os silêncios. Além disso, tem como inegável atrativo o fato de reunir dois dos maiores astros da “Nova Hollywood”, que não filmavam juntos há quatro décadas – após contracenarem em três clássicos: “Caçada Humana” (1966), de Arthur Penn, “Descalços no Parque” (1967), de Gene Saks, e “O Cavaleiro Elétrico” (1979), de Sydney Pollack.

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  • Filme

    Casamento marca novo trailer legendado de Cinquenta Tons de Liberdade

    6 de novembro de 2017 /

    A Universal divulgou novo pôster e o segundo trailer legendado de “Cinquenta Tons de Liberdade”, final da trilogia inaugurada por “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). A prévia é um pouco mais apimentada que a anterior, mas ainda mantém o clima de novela que decepcionou quem esperava mais de “Cinquenta Tons Mais Escuros” (2017). Tem até casamento e vestido branco de noiva, num desvio conservador da história, em meio a cenas de ciúmes e apenas breves flashes de insinuação sexual no quarto vermelho do casal – lembram quando isso costumava ser o destaque do marketing da franquia? O filme foi rodado simultaneamente ao anterior pelo diretor James Foley (da série “House of Cards”), com roteiro de Niall Leonard, marido da autora dos livros, E.L. James, e volta a trazer Dakota Johnson e Jamie Dorman como o casal que só se comunica sussurrando, Anastasia e Christian Grey. O restante do elenco inclui a cantora Rita Ora e muitos atores de TV, entre eles Eric Johnson (série “Rookie Blue”) como o vilão de nome evidente Jack Hyde. “Cinquenta Tons de Liberdade” estreia em 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Mindy Kalling quer transformar Quatro Casamentos e um Funeral em série

    4 de novembro de 2017 /

    A cultuada comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), que transformou o ator Hugh Grant em ídolo do gênero, pode virar uma série da plataforma Hulu. Ninguém menos que a atriz e produtora Mindy Kaling está desenvolvendo o projeto. Como no filme, a série acompanharia um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam através de cinco eventos. Segundo o site Deadline, a proposta é que a série siga o formato de antologia, mostrando personagens diferentes em cada temporada. Mas também é possível que um personagem principal permaneça inalterado nas possíveis temporadas futuras, para dar um sentido de continuidade à trama. Kaling vai escrever e produzir o piloto ao lado do roteirista Matt Warburton, showrunner de sua sitcom “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. Mas a série só vai sair do papel se a Hulu aprovar o seu piloto, o que só ficará claro no começo de 2018. Vale lembrar que a atriz já tem uma boa relação com a Hulu, que exibiu com exclusividade três temporadas de “The Mindy Project”, após a série ser cancelada em sua 3ª temporada na rede Fox. Por sinal, o último episódio será disponibilizado em 14 de novembro na plataforma de streaming.

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  • Etc

    Ewan McGregor e Mary Elizabeth Winstead são flagrados aos beijos após cenas quentes em Fargo

    23 de outubro de 2017 /

    O jornal britânico The Sun divulgou neste domingo (22) um flagra do ator Ewan McGregor, clicado em clima de romance com a atriz Mary Elizabeth Winstead em uma cafeteria em Londres, na Inglaterra. Eles contracenaram recentemente na 3ª temporada da série “Fargo”, onde compartilharam cenas quentes, como um banho de espumas numa banheira. McGregor é casado desde 1995 com a figurinista francesa Eve Mavrakis, com quem tem quatro filhos. Os dois estavam sendo alvos de rumores de separação, após serem clicados sem alianças. No entanto, nenhum deles havia confirmado o divórcio. Já Mary era casada com o roteirista Riley Stearns desde 2010, mas se separou em maio de forma amigável. Os atores não buscaram esconder o relacionamento e foram vistos aos beijos por funcionários, clientes e um paparazzi, que fez as fotos. Ele ainda revelou que após o jantar e muitas carícias, eles saíram do estabelecimento e foram embora na moto de Ewan. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las.

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  • Filme

    Danielle Darrieux (1917 – 2017)

    20 de outubro de 2017 /

    A atriz francesa Danielle Darrieux morreu na terça-feira (17/10) aos 100 anos, depois de participar de mais de uma centena de filmes, com frequência interpretando personagens muito elegantes. Seu estado de saúde “havia deteriorado um pouco recentemente após uma queda”, afirmou à agência France Presse (AFP) seu companheiro, Jacques Jenvrin, e ela faleceu em casa, no noroeste da França. Uma das atrizes mais belas de sua geração, Danielle Darrieux teve um início de carreira precoce, estreando no cinema aos 14 anos. Ela trabalhou em Hollywood e na Broadway nos anos 1930 e entre seus primeiros filmes estão os clássicos “Semente do Mal” (1934), do diretor Billy Wilder, “Mayerling” (1936), de Anatole Litvak, pelo qual venceu prêmios da crítica americana, e “A Sensação de Paris” (1938), de Henry Koster, que lhe rendeu aclamação. Sua beleza deu vida a amantes históricas, como “Katia, A Tzarina Sem Coroa” (1938), mas também mulheres modernas de sexualidade exuberante. Os títulos de seus filmes eram reveladores de como o cinema francês a considerava sedutora, trazendo adjetivos como “sensação”, “proibida”, “bonita”, “pecadora”, etc. Não demorou a ter cineastas a seus pés, formando uma parceria duradoura na frente e atrás das câmeras com o diretor Henri Decoin. Os dois se casaram e compartilharam duas décadas de cinema, entre “Mulher Mascarada” (1935) e “As Pecadoras de Paris” (1955). Mas sua filmografia se tornou ainda mais impressionante quando encontrou outro parceiro artístico, estrelando três clássicos de Max Ophuls, “Conflitos de Amor” (1950), “O Prazer” (1952) e “Desejos Proibidos” (1953), ao mesmo tempo em que brilhava em Hollywood com a comédia “Rica, Bonita e Solteira” (1951), de Norman Taurog, o noir “5 Dedos” (1952), de Joseph L. Mankiewicz, e o épico “Alexandre Magno” (1956), de Robert Rossen. Sua carreira permaneceu vital durante as décadas seguintes, sendo abraçada por uma nova geração de cineastas, como Claude Chabrol (“A Verdadeira História do Barba Azul”, 1963) e Jacques Demis (“Duas Garotas Românticas”, 1967). E embora tenha enveredado pela TV a partir dos anos 1970, continuou a aparecer em filmes importantes, em especial “Um Quarto na Cidade” (1982), de Demis, e “A Cena do Crime” (1986), de André Téchiné, que lhe renderam indicações ao César (o Oscar francês). Apesar de sua popularidade, Danielle nunca venceu um César, mas recebeu um prêmio da Academia Francesa por sua carreira, em 1985. Ela foi indicada mais duas vezes depois disso. Mais recentemente, ela estrelou “8 Mulheres” (2002), de François Ozon, sua última indicação ao César, e dublou a animação “Persepolis” (2007), de Marjane Satrapi, que disputou o Oscar, como a voz da vovó da protagonista.

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  • Filme

    Filme A Onda dos Sonhos inspira produção de série

    16 de outubro de 2017 /

    A rede NBC encomendou o roteiro de um piloto de série baseado no filme de surfistas “Onda dos Sonhos” (Blue Crush). Escrito por Lizzy Weiss (criadora da série “Switched at Birth”) e pelo diretor John Stockwell (“Mergulho Radical”), o filme trazia Kate Bosworth (“Para Sempre Alice”) como uma surfista que largou tudo para morar no Havaí e participar de grandes competições. Mas após superar dificuldades, ela pode colocar tudo a perder ao se apaixonar por um turista (Matthew Davis, da série “The Vampire Diaries”). O elenco também destacava Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”) e a surfista/modelo Sanoe Lake (“Criatura das Sombras”). “Onda dos Sonhos” não fez muito sucesso nos cinemas. A produção custou US$ 25 milhões e rendeu apenas US$ 51,8 milhões em todo o mundo. Entretanto, acabou encontrando um grande público em vídeo. Tanto que chegou a ganhar sequência, produzida especificamente para este mercado. A adaptação está sendo desenvolvida pela roteirista Hannah Schneider (série “Reign”) e será produzida pela Imagine, estúdio de Brian Grazer e do cineasta Ron Howard, e a Universal, parceiros que produziram o filme original.

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  • Série

    Série Roswell, sci-fi juvenil dos anos 1990, tem projeto de remake

    15 de outubro de 2017 /

    A cultuada série sci-fi “Roswell”, que teve três temporadas entre 1999 e 2000, vai ganhar uma nova versão. Segundo o site The Hollywood Reporter, a ideia é atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A trama acompanha a filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo aponta para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a Warner. “Roswell” era originalmente exibido no canal Warner. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado. Ele tem que ser aprovado para ganhar encomenda de piloto. Por isso, ainda não há elenco definido. Relembre abaixo as aberturas das três temporadas da série, numa montagem ao som da música tema, o hit “Here with Me”, de Dido.

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