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    Série clássica Louco por Você pode ser a próxima a ganhar revival

    26 de dezembro de 2017 /

    A série clássica de comédia “Louco por Você” (Mad About You) pode ser a próxima a ganhar revival televisivo. Segundo o site TVLine, a Sony estaria cogitando produzir uma nova temporada da atração, uma das sitcoms mais populares dos anos 1990. Os astros Paul Reiser e Helen Hunt já foram abordados e topariam voltar para uma quantidade “limitada” de episódios. Reiser, que também cocriou a série com Danny Jacobson, lideraria a equipe de roteiristas mais uma vez. Segundo o site, o revival lidaria com Paul e Jamie, o casal vivido por Reiser e Hunt, lidando com a “síndrome do ninho vazio” quando sua filha Mabel, agora com 17 anos, estiver entrando na faculdade. “Louco por Você” foi exibida entre 1992 e 1999 nos Estados Unidos, e venceu 12 prêmios Emmys – quatro deles conquistados por Helen Hunt como Melhor Atriz de Comédia. Paul Reiser está atualmente no elenco de outro fenômeno popular, a série “Stranger Things”, da Netflix, enquanto Helen Hunt foi vista em 2017 na minissérie “Shots Fired”, embora venha priorizando seu trabalho como diretora – do filme “Ondas da Vida” e das séries “Feud”, “Life in Pieces” e “This Is Us” – que ela começou a exercer ainda na época de “Louco por Você”. Caso o projeto vá adiante, “Louco por Você” se juntará a “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Três É Demais”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls”, “Roseanne” e “Will & Grace” na lista das séries que sacudiram a poeira dos arquivos para voltar ao ar.

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  • Filme

    Pedro Almodóvar elege Me Chame pelo Seu Nome como seu filme favorito de 2017

    23 de dezembro de 2017 /

    Uma enquete do portal Outros Cines Europa revelou os filmes favoritos de 2017 de alguns diretores espanhóis. E Pedro Almodóvar elegeu “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino, como o seu preferido. Não só isso: ele teceu inúmeros elogios à produção. “Tudo é bonito, atraente, desejável e emocionante neste filme. Os meninos, as meninas, os cafés, as frutas, os cigarros, as piscinas, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a entrega dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, a relação do protagonista com seus pais. A aposta dos autores pela paixão dos sentidos. A luz do norte da Itália e especialmente Thimotée Chalamet, a grande revelação do ano”, saudou o diretor. Vencedor da primeira premiação importante da temporada, o Gotham Awards, e líder em indicações ao Spirit Awards, “Me Chame pelo Seu Nome” se passa numa idílica mansão rural italiana dos anos 1980 e mostra como o jovem filho de um professor americano se encanta com o novo pupilo convidado a passar o verão com a família. O elenco destaca Timothée Chalamet (“Interestelar”) como o filho, Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) como o pai e Armie Hammer (“Cavaleiro Solitário”) como o galã convidado. Adaptação de um romance aclamado de André Aciman, o filme estreia em 18 de janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Primeiro filme dirigido pela atriz Heather Graham ganha trailer

    21 de dezembro de 2017 /

    A atriz Heather Graham (“Se Beber, Não Case”) estrela, assina o roteiro e estreia na direção com “Half Magic”, uma comédia indie sobre sexo e relacionamentos, que teve seu primeiro trailer divulgado pela Momentum Pictures. A prévia mostra como a personagem de Heather é reprimida desde a infância para considerar sexo um pecado ou algo que deve ser ruim. Já adulta, ela encontra duas mulheres com os mesmos problemas de relacionamentos, e juntas decidem que não se sujeitarão mais ao machismo, nem a sexo ruim com homens que não souberem valorizá-las. De fato, o vídeo conta toda a história. O que a prévia não conta é o que Heather Graham faz para parecer congelada no tempo, com praticamente a mesma aparência de 20 anos atrás, quando o sexo não parecia ser um problema para a Rollergirl de “Boogie Nights: Prazer Sem Limites” (1997). O elenco de “Half Magic” se completa com diversos atores de séries: Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Angela Kinsey (“The Office”), Molly Shannon (“Divorce”), Luke Arnold (“Black Sails”), Thomas Lennon (“The Odd Couple”), Jason Lewis (“Midnight, Texas”) e Chris D’Elia (“Undateable”). A comédia estreia em fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Trailer e cena da minissérie Little Women apresentam estreia da filha de Uma Thurman e Ethan Hawke

    16 de dezembro de 2017 /

    A BBC divulgou a primeira foto, o trailer e uma cena da minissérie “Little Women”, adaptação do clássico literário “Adoráveis Mulheres” (também conhecido pela tradução “Mulherzinhas”), escrito por Louisa May Alcott em 1868. Um dos livros mais populares da literatura americana, a obra de Alcott conta a história de quatro irmãs entre os anos que separam a meninice da maturidade, numa época em que ainda não existia o conceito da adolescência – meados do século 19. Com a ajuda de sua mãe, vivida na minissérie por Emily Watson (“Evereste”), elas aprendem a crescer num período difícil de suas vidas, quando o pai está ausente, lutando na Guerra Civil americana, e a falta de dinheiro passa a afetar seus destinos. A nova versão destaca a estreia da jovem atriz Maya Thurman-Hawke, filha de Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”). A adolescente de 19 anos é muito parecida fisicamente com a mãe e fácil de ser identificada. Ela vive Jo, a irmã aventureira das personagens de Willa Fitzgerald (série “Scream”), Annes Elwy (vista na série “Philip K. Dick’s Electric Dreams”) e Kathryn Newton (da série “Sobrenatural”). O elenco ainda inclui o jovem Jonah Hauer-King (que também está na vindoura minissérie “Howards End”), Julian Morris (série “Pretty Little Lies”) e os veteranos Michael Gambon (da franquia “Harry Potter”), Angela Lansbury (série “Assassinato por Escrito”) e Dylan Baker (trilogia “Homem-Aranha”). Com três episódios, a adaptação foi desenvolvida pela roteirista e produtora Heidi Thomas, criadora das populares séries britânicas de época “Upstairs Downstairs” e “Call the Midwife”. A atração é a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Mas Hollywood também usou a obra como fonte de várias produções, desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March. A minissérie será exibida em três noites consecutivas, entre 26 e 28 de dezembro, no Reino Unido e nos Estados Unidos.

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    Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo é divertido e comovente

    7 de dezembro de 2017 /

    Falar com saudades do glorioso cinema italiano de outrora já virou lugar comum sempre que se fala sobre novos exemplares vindos do país. Então, pulemos este clichê e passemos direto ao filme de Francesca Comencini, o sentimental, divertido e comovente “Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo”, que tem ganhado pouca repercussão, mesmo no circuito alternativo. Isso é algo que não deveria acontecer, levando em consideração tanta coisa boa que a filha de Luigi Comencini (o “pai da comédia italiana”) apresenta neste seu novo filme. Francesca até já tem uma filmografia relativamente extensa, iniciada nos anos 1980, mas esta comédia romântica estrelada por Lucia Mascino (da série “Suburra”) é sua primeira produção a estrear no circuito comercial brasileiro. Antes tarde do que nunca. Há amor no título e é o tema do filme. A trama acompanha a trajetória da professora Claudia (Lucia Mascino), uma mulher que não se conforma com a perda e o distanciamento do grande amor de sua vida, o também professor Flavio (Thomas Trabacchi, de “A Minha Versão do Amor”). Ambos foram apaixonados por um bom período de tempo, mas a insistência de Claudia para ter um filho com Flavio e sua insegurança acabaram por complicar o relacionamento. O filme é narrado pelo ponto de vista de Claudia e vemos algumas cenas em flashback, que flagram alguns dos melhores e dos mais difíceis momentos da relação do casal. O filme não se frustra em mostrar a paixão desesperada da mulher, em detrimento da calma e tranquilidade de Flavio. Para ele, a separação não foi nenhum fim do mundo. Pareceu algo indiferente. Porém, é interessante notar o quanto o mesmo homem se sente inseguro perto de outra mulher, uma moça bem mais jovem que ele, sua aluna. A bela e jovem garota, por sua vez, se sente segura, enquanto ele procura ser um ás na cama, o que normalmente acontece com homens depois dos 40, que se tornam menos egoístas e mais interessados em dar mais prazer à parceira, ainda que isso possa trazer também uma sensação de poder e contentamento. É até uma pena que o filme se detenha pouco nessa relação de Flavio com a jovem Nina (Valentina Bellè). Mas o foco é mesmo a adorável, engraçada e desesperada protagonista Claudia, em sua insistência em acreditar que o homem que ama ainda voltará para ela. Há um pouco de dor nessa dificuldade de virar a página. Só o fato de fazer o público sentir isso já merece recomendação ao trabalho de Francesca Comencini, que ainda conta com aspectos técnicos belíssimos – a fotografia e a direção de arte, que valorizam interiores e lindas paisagens, e a trilha sonora que enternece o espectador. O diálogo final de Claudia com Flavio está entre os mais belos e agridoces do cinema recente.

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    Novo livro do autor de A Culpa É das Estrelas vai virar filme

    6 de dezembro de 2017 /

    O novo romance do escritor John Green, autor de “A Culpa É das Estrelas” e “Cidades de Papel”, vai virar filme. Elogiado pela crítica internacional, “Tartarugas Até Lá Embaixo” (“Turtles All the Way Down”, em inglês), ganhará adaptação produzida pelos estúdios Fox, mas ainda não há informações sobre elenco e a data de estreia. Lançado em 10 de outubro, o livro já virou best-seller nos Estados Unidos. Ele conta a história de uma menina de 16 anos, Aza Holmes, que sofre de obsessivo-compulsivo (TOC) e tenta resolver um mistério envolvendo um fugitivo bilionário. O autor já vendeu os direitos de adaptação de cinco livros, mas apenas dois chegaram às telas. Também produzido pela Fox e estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort, “A Culpa É das Estrelas” foi um dos maiores sucessos de bilheteria de 2014, arrecadando mais de US$ 300 milhões no mundo, além de ter inspirado um revival da tendência dos romances de jovens doentes, que teve seu primeiro pico original com “Love Story” em 1970. Já a segunda adaptação, “Cidades de Papel” (2015), não conseguiu repetir o feito, faturando apenas US$ 85,5 milhões, mesmo com os astros teen Cara Delevingne e Nat Wolff no elenco. Por conta disso, a Paramount Pictures engavetou o projeto de adaptar “Quem É Você Alasca?”, que tinha a atriz Elle Fanning (“Malévola”) cotada para o papel principal. Outro projeto cinematográfico, baseado no livro natalino “Deixe a Neve Cair”, teve a estreia adiada.

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    Trailer de romance traz Bella Thorne doente de paixão pelo filho de Arnold Schwarzenegger

    3 de dezembro de 2017 /

    A Open Road divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Midnight Sun”, novo romance adolescente de doença – a tendência mórbida que ganhou impulso com o sucesso de “A Culpa É das Estrelas” (2014) e já rendeu dois fracassos nas bilheterias deste ano, “Tudo e Todas as Coisas” e “O Espaço Entre Nós”. A doente da vez é Bella Thorne (série “Famous in Love”). Ela sofre de um mal raro que a impede de sentir a luz do sol. Mas a trama não a transforma em vampira, o que seria interessante. Apenas numa garota enclausurada, que só descobre como a noite pode ser boa ao se apaixonar. O crush é o vizinho que ela viu crescer de sua janela, interpretado por Patrick (filho de Arnold) Schwarzenegger, para quem nunca teve coragem de se apresentar. E para quem prefere mentir, inventando desculpas para nunca encontrá-lo de dia. Os cínicos ficarão felizes em perceber que o trailer conta quase o filme inteiro, dispensando a ida ao cinema para comprovar como seus clichês são previsíveis. Já os românticos irão ver assim mesmo, justamente porque seus clichês são previsíveis. Por curiosidade, a trama é baseada num mangá para meninas, “Taiyo no Uta” (ou “Midnight Sun” mesmo), de Kenji Bando, que já foi transformado em filme japonês há 11 anos – e também numa minissérie vietnamita. A direção é de Scott Speer (de “Ela Dança, Eu Danço 4” e da série “Finding Carter”). “Midnight Sun” tem estreia marcada no Brasil para 19 de abril, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos (em 23/3).

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    Veja Julianne Moore na primeira foto do remake do romance chileno Gloria

    25 de novembro de 2017 /

    A produtora indie FilmNation divulgou a primeira foto de Julianne Moore (vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice”) no papel-título do remake americano de “Gloria”. A refilmagem tem o mesmo diretor do longa original, o chileno Sebastián Lelio, e produção de um compatriota, o cineasta Pablo Larraín – que estreou em inglês com “Jackie” no ano passado. Lelio também reescreveu o filme, com o objetivo dele não ser um remake típico, mas uma reimaginação das situações vistas anteriormente. “Como uma das maiores atrizes do mundo, Julianne Moore dará suas próprias características para a personagem, sendo uma grande honra inesquecível para a gente. Será como um jazz: sentiremos o espírito do longa chileno, mas iremos revigorá-lo”, declarou o cineasta, em comunicado. O longa de 2013 acompanhava Gloria, uma mulher solitária de 58 anos, cujos filhos já saíram de casa há algum tempo. Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes dedicados à terceira idade. Lá, conhece vários homens, com quem costuma se empolgar e, logo depois, se decepcionar. A situação muda quando surge Rodolfo, um ex-oficial da Marinha, que a faz se apaixonar e imaginar um relacionamento permanente, mas também a obrigada a confrontar alguns dos seus segredos mais sombrios. A intérprete original, Paulina Garcia, venceu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim de 2013. Depois de “Gloria”, Lelio fez mais dois filmes: “Uma Mulher Fantástica”, que é o candidato do Chile a uma vaga entre os indicados a Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscar 2018, e “Disobedience”, sua estreia em inglês, que teve première no Festival de Toronto.

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    Elvis Costelo canta música-tema do filme sobre a estrela noir Gloria Grahame

    25 de novembro de 2017 /

    Elvis Costello divulgou o clipe de “You Shouldn’t Look at Me That Way”, música-tema do drama britânico “Film Stars Don’t Die in Liverpool” sobre o romance dos últimos dias da vida da estrela do cinema noir Gloria Grahame. A prévia traz o artista cantando ao piano, sobre o palco de uma antiga sala de cinema vazia, que é um cenário utilizado no filme. A edição, inclusive, utiliza cenas do longa em que a atriz Annette Bening e o ator Jamie Bell aparecem no mesmo local. O envolvimento de Costello na trilha sonora tem uma história intrigante. A ideia surgiu quando o diretor Paul McGuigan e a produtora Barbara Broccolli assistiam a um show do cantor e uma imagem de Gloria Grahame foi projetada no palco, durante uma canção (“Church Underground”). Mais que uma coincidência, McGuigan acreditou que se tratava de destino. Os bastidores do clipe também despertam curiosidade. Ele marca a estreia na direção de uma fotógrafa de família famosa, que, apesar de herdeira da Kodak, tem sobrenome ligado à história do rock: Mary McCartney, filha de Linda e Paul McCartney. Como a mãe, ela seguiu carreira fotográfica, mas já trabalhou com o pai, operando câmeras no documentário “Paul McCartney: In the World Tonight” (1997). Costello a conhece desde que ela era adolescente. Ele inclusive já gravou um disco em parceira com Paul McCartney, o clássico “Flowers in the Dirt”, de 1989. “You Shouldn’t Look at Me That Way” vai disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar 2018 de Melhor Canção Original.

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    Annette Bening vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame em trailer de drama elogiadíssimo

    25 de novembro de 2017 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer, 16 fotos e o pôster americano de “Film Stars Don’t Die in Liverpool”, elogiadíssimo drama britânico em que Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. A música que toca ao fundo da prévia é de Elvis Costello. Veja o clipe aqui. Recebida com elogios rasgados da crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), a atuação de Bening pode render a quinta indicação da atriz ao Oscar. Na trama, ela incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, e acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. A adaptação foi roteirizada por Matt Greenhalgh, especialista em cinebiografias de ícones populares, como Ian Curtis, em “Control” (2007), e John Lennon, em “O Garoto de Liverpool” (2009). A direção é de Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e o elenco ainda inclui Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”), Stephen Graham (série “Boardwalk Empire”) e Vanessa Redgrave (“Foxcatcher”). Depois de passar pelo circuito de festivais, o filme estreia em circuito limitado em 29 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Jane Fonda e Robert Redford descobrem o segredo da melhor idade em Nossas Noites

    25 de novembro de 2017 /

    A solidão dói mais na terceira idade, mas tem remédio, demonstra o filme “Nossas Noites” (Our Souls at Night), de Ritesh Batra, lançado em streaming na Netflix. O diretor indiano já tinha em seu currículo uma história romântica belíssima, “Lunchbox” (2013), envolvendo amor por correspondência. Em “Nossas Noites”, o relacionamento é frontal. Os protagonistas são um casal de viúvos idosos, que começam a dormir juntos. É até estranho usar a palavra “idoso” a respeito de Robert Redford e Jane Fonda, que já formaram um dos casais mais lindos do cinema, mas eles já assumiram faz tempo suas idades. Redford, inclusive, parece curtir bastante suas rugas. O filme é baseado no romance homônimo de Kent Haruf (“Histórias Divididas”), publicado postumamente em 2015, e tem roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”). Na trama, Jane Fonda é Addie Moore, uma mulher que resolve ser direta. Vai até a casa de seu vizinho Louis Walters (Redford) e faz a proposta: ele topa ou não topa passar a dormir na casa dela, pelo menos para efeito de experiência? A ideia nem é fazer sexo, mas ter alguém junto na cama, para conversar antes de dormir, alguém que seja interessante. E ela acha Louis interessante. O sexo, o amor, e tudo o mais poderiam aparecer depois, se tudo funcionasse. Louis fica um pouco chocado com a proposta, mas depois de refletir resolve entrar na casa de Addie, ainda que inicialmente pela porta dos fundos. É muito bom ver como o filme lida com a relação dos dois, esse tatear em busca de uma intimidade que não existia antes, mas que deve passar a existir à medida que eles forem se conhecendo. Esse tipo de relação é mais comum do que se imagina, entre pessoas que sabem que não têm tempo a perder. Os mais jovens têm a mania de deixar escapar o tempo, gastando energia de forma fútil. “Nossas Noites” não inventa a roda e não é uma história de amor fora do comum, do ponto de vista formal. Mas é muito bem conduzida em sua narrativa, com o cuidado reconhecido de Batra com as palavras e os silêncios. Além disso, tem como inegável atrativo o fato de reunir dois dos maiores astros da “Nova Hollywood”, que não filmavam juntos há quatro décadas – após contracenarem em três clássicos: “Caçada Humana” (1966), de Arthur Penn, “Descalços no Parque” (1967), de Gene Saks, e “O Cavaleiro Elétrico” (1979), de Sydney Pollack.

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    Casamento marca novo trailer legendado de Cinquenta Tons de Liberdade

    6 de novembro de 2017 /

    A Universal divulgou novo pôster e o segundo trailer legendado de “Cinquenta Tons de Liberdade”, final da trilogia inaugurada por “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). A prévia é um pouco mais apimentada que a anterior, mas ainda mantém o clima de novela que decepcionou quem esperava mais de “Cinquenta Tons Mais Escuros” (2017). Tem até casamento e vestido branco de noiva, num desvio conservador da história, em meio a cenas de ciúmes e apenas breves flashes de insinuação sexual no quarto vermelho do casal – lembram quando isso costumava ser o destaque do marketing da franquia? O filme foi rodado simultaneamente ao anterior pelo diretor James Foley (da série “House of Cards”), com roteiro de Niall Leonard, marido da autora dos livros, E.L. James, e volta a trazer Dakota Johnson e Jamie Dorman como o casal que só se comunica sussurrando, Anastasia e Christian Grey. O restante do elenco inclui a cantora Rita Ora e muitos atores de TV, entre eles Eric Johnson (série “Rookie Blue”) como o vilão de nome evidente Jack Hyde. “Cinquenta Tons de Liberdade” estreia em 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Mindy Kalling quer transformar Quatro Casamentos e um Funeral em série

    4 de novembro de 2017 /

    A cultuada comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), que transformou o ator Hugh Grant em ídolo do gênero, pode virar uma série da plataforma Hulu. Ninguém menos que a atriz e produtora Mindy Kaling está desenvolvendo o projeto. Como no filme, a série acompanharia um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam através de cinco eventos. Segundo o site Deadline, a proposta é que a série siga o formato de antologia, mostrando personagens diferentes em cada temporada. Mas também é possível que um personagem principal permaneça inalterado nas possíveis temporadas futuras, para dar um sentido de continuidade à trama. Kaling vai escrever e produzir o piloto ao lado do roteirista Matt Warburton, showrunner de sua sitcom “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. Mas a série só vai sair do papel se a Hulu aprovar o seu piloto, o que só ficará claro no começo de 2018. Vale lembrar que a atriz já tem uma boa relação com a Hulu, que exibiu com exclusividade três temporadas de “The Mindy Project”, após a série ser cancelada em sua 3ª temporada na rede Fox. Por sinal, o último episódio será disponibilizado em 14 de novembro na plataforma de streaming.

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