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    Reese Witherspoon vai produzir e estrelar duas comédias românticas para a Netflix

    13 de maio de 2020 /

    A atriz Reese Witherspoon fechou contrato para estrelar e produzir seus primeiros trabalhos para a Netflix. Ela assina a produção por meio de sua empresa, Hello Sunshine, que já realizou projetos para a HBO (“Big Little Lies”), Apple (“The Morning Show”) e Hulu (“Little Fires Everywhere”), todos estrelados por ela. O contrato com a Netflix prevê a realização de duas comédias românticas, intituladas “Your Place or Mine” e “The Cactus”. “Your Place or Mine” marca a estreia na direção de Aline Brosh McKenna, roteirista que escreveu “O Diabo Veste Prada”, “Compramos um Zoológico”, o remake de “Annie” e ainda co-criou a série “Crazy Ex-Girlfriend”. McKenna também assina a história original, que gira em torno de um casal de amigos. Após viverem longe por muito tempo, os dois têm suas vidas completamente mudadas quando ela decide ir atrás de um antigo sonho e ele se voluntaria para cuidar do filho dela. Já “The Cactus” é inspirado no best-seller homônimo de Sarah Haywood, sobre uma mulher reservada que repensa toda a sua vida após descobrir que está grávida aos 45 anos. Esta produção ainda não teve roteirista e diretor revelados. “Estávamos procurando as oportunidades certas para colaborar com Ted Sarandos, Scott Stuber e toda a equipe da Netflix há um tempo e não poderíamos estar mais animados por trabalhar com eles nessas duas comédias românticas”, disse Witherspoon, em comunicado. “As histórias de Sarah Haywood e Aline Brosh McKenna misturam tudo o que amamos nas RomComs tradicionais, com protagonistas femininas fortes, inteligentes e determinadas”, completou. Por enquanto, não há previsão de estreia para nenhum dos dois projetos.

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    Skyplay estreia Emma e anuncia A Caçada para este mês

    10 de maio de 2020 /

    A plataforma Skyplay, da provedora de TV por assinatura Sky, está promovendo estreias de filmes antes do cinema e de serviços on demand rivais. Neste fim de semana, lançou “Emma”, nova adaptação da obra clássica de Jane Austen, e anunciou ainda para este mês “A Caçada”, que ganhou repercussão ao ser atacado por Donald Trump. A nova versão de “Emma”, que foi grafada no exterior como “Emma.”, com ponto final, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título. A personagem, também vivida por Gwyneth Paltrow em 1996, é uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento nos cinemas estava marcado para 23 de abril no Brasil. Ele chegou a ser exibido brevemente nos cinemas americanos, em fevereiro passado. Mas o atraso do calendário nacional coincidiu com a chegada da pandemia de coronavírus no pais, fazendo a estreia ser cancelada e o filme remanejado para VOD. Já “A Caçada” (The Hunt) chegaria em 28 de maio, após estrear em março nos EUA. O lançamento em VOD deve seguir de perto a data original no lançamento no país. O filme mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que foi ao Twitter tachar o filme de “racista”, termo que ele usa para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Tanto “A Caçada” quanto “Emma” são produções da Universal, que os liberou para VOD no fim de março nos EUA. Veja os trailers oficiais legendados dos dois filmes abaixo.

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    Remake de Amor, Sublime Amor ganha várias fotos com elenco e o diretor Steven Spielberg

    20 de abril de 2020 /

    A Disney divulgou 11 novas fotos oficiais do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. As imagens apresentam coreografias e a caracterização do elenco central, além de registrar o próprio diretor em cenas de bastidores. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes pelo papel de Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta” passada em Nova York no final dos anos 1950. Além da mudança de locação e época, a adaptação acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. O elenco do filme ainda conta com Ariana DeBose (Anita), Ana Isabelle (Rosalia), Corey Stoll (Tenente Schrank), Brian d’Arcy James (Policial Krupke), Curtiss Cook (Abe) e Rita Moreno, que interpreta Valentina e é também uma das produtoras executivas do filme – após vencer o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical da Broadway. A versão original do musical estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi transformada em filme em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que foi preterido por “The Post” e acabou abandonado. As filmagens começaram em junho e a estreia ainda segue confirmada em 17 de dezembro de 2020 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Ricos de Amor: Comédia romântica com Giovanna Lancellotti ganha trailer

    8 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Ricos de Amor”, comédia romântica brasileira estrelada por Danilo Mesquisa (“Spectros”) e Giovanna Lancellotti (“Tudo por um Pop Star”). Na trama, o jovem Teto (Danilo Mesquita) é filho do poderoso Teodoro (Ernani Moraes), um empresário bem-sucedido conhecido como “O Rei do Tomate”. Teto leva uma vida de playboy até conhecer Paula (Giovanna Lancellotti), uma estudante de medicina que luta por sua própria independência. E para conquistá-la, mente sobre as suas origens e acaba se atrapalhando para manter a farsa de ser pobre. A prévia também mostra o DJ Alok, em participação especial no filme, interpretando a si mesmo. O elenco ainda inclui Fernanda Paes Leme, Lellê, Bruna Griphao, Jeniffer Dias e Jaffar Bambirra. Dirigido por Bruno Garotti (“Cinderela Pop”), “Ricos de Amor” estreia em 30 de abril na plataforma.

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    Um Amor, Mil Casamentos: Comédia romântica com Sam Claflin ganha trailer legendado

    1 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 14 fotos e o trailer legendado da comédia romântica “Um Amor, Mil Casamentos” (Love. Wedding. Repeat), estrelada por Sam Claflin (de “Jogos Vorazes: Em Chamas”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A prévia mostra as diversas confusões que acontecem nos bastidores de um casamento. Na trama, Claflin vive o irmão da noiva (Eleanor Tomlinson, de “Poldark”), que precisa lidar com a chegada de sua ex-namorada furiosa (Freida Pinto, de “Quem Quer Ser Um Milionário?”) e a aparição surpresa de um convidado indesejado (Jack Farthing, também de “Poldark”). No meio de planos frustrados e emergências médicas, ele ainda reencontra um interesse romântico (Munn), enquanto tenta fazer com a irmã tenha um casamento (praticamente) perfeito. A produção britânica marca a estreia na direção do roteirista Dean Craig. Ele escreveu o sucesso “Morte no Funeral” (2007), que ganhou remake americano. E, por coincidência, se lança como diretor em situação inversa. “Um Amor, Mil Casamentos” também é um remake: da comédia francesa “Plan de Table”, de 2012. A estreia está marcada para 10 de abril em streaming.

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    Fox Premium vai exibir série baseada em Quatro Casamentos e Um Funeral

    19 de março de 2020 /

    A Fox Premium vai exibir no Brasil a minissérie “Four Weddings and a Funeral”, inspirada no filme homônimo, lançado no Brasil como “Quatro Casamentos e Um Funeral”. Os mais velhos devem lembrar que a romântica britânica foi responsável por um renascimento do gênero nos anos 1990, além de ter transformado o galã Hugh Grant no Noah Centineo de sua geração. A atração foi originalmente disponibilizada no ano passado na plataforma americana Hulu. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Como no filme, a série acompanha um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos, formado por Nathalie Emmanuel (a Missandei de “Game of Thrones”), Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”) e John Reynolds (“Search Party”), que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. A trama envolve relacionamentos, que são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos e, claro, quatro casamentos e um funeral. O elenco também inclui Zoe Boyle (“Frontier”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção conta com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A minissérie chega na terça (24/3) às 23h30 no canal pago Fox Premium 1 e no aplicativo da Fox para assinantes. Veja abaixo o trailer original da atração em inglês.

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    Best-seller da auto-ajuda O Segredo vira romance de cinema. Veja o trailer

    3 de março de 2020 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Segredo: Ouse Sonhar”, longa baseado no best-seller “O Segredo”, de Rhonda Byrne, um dos maiores fenômenos editorais da auto-ajuda. A prévia traz Katie Holmes (“Brahms: Boneco do Mal II”) e Josh Lucas (“Ford vs Ferrari”) como protagonistas, ilustrando como a lei da atração e a força dos pensamentos podem influenciar os rumos de uma vida. Na trama, Katie Holmes é uma mãe viúva que tem uma nova chance de recomeçar ao ser pedida em casamento pelo personagem de Jerry O’Connell (“Carter”), mas o destino coloca em seu caminho um homem misterioso (Lucas), que a ensina a desejar mais. O filme é dirigido por Andy Tennant (“Caçador de Recompensas”), que também ajudou a roteirizar a adaptação, transformando a lição quase religiosa (porque baseada em fé) de “O Segredo” em drama romântico. A estreia está marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Emma: Novo trailer e pôsteres de personagens destacam elogios e figurinos de época

    15 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou uma coleção de pôsteres e um novo trailer de sua adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. A prévia destaca os elogios da crítica, após a estreia nesta sexta (14/2) no Reino Unido, bem como o tom bem-humorado. Já os cartazes apresentam individualmente um dos maiores destaques da produção. Os atores são bons, mas o que chama realmente atenção é o figurino de época dos personagens, criado por Alexandra Byrne, vencedora do Oscar por “Elizabeth: A Era de Ouro” (2007). A nova versão de “Emma”, que está sendo grafada no exterior como “Emma.”, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título, vivido por Gwyneth Paltrow em 1996, uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento está marcado para 23 de abril no Brasil, dois meses após a chegada nos cinemas dos Estados Unidos.

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    Continuação do romance adolescente After ganha teaser legendado

    14 de fevereiro de 2020 /

    A Diamond Films divulgou o teaser legendado de “After: Depois da Verdade”, continuação do romance adolescente “After”, que foi um dos maiores fracassos de público e crítica do ano passado. Feito por apenas US$ 14 milhões, “After” foi um fiasco tão grande que não conseguiu se pagar com a bilheteria norte-americana, tendo faturado apenas US$ 12 milhões nos EUA e Canadá. No Brasil, ficou menos de um mês em cartaz. Só conseguiu juntar US$ 52,1 milhões em todo mundo graças ao público adolescente europeu. Eles são os culpados pela continuação. Com míseros 17% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “After” se consolidou como uma espécie de “Cinquenta Tons de Cinza” para virgens. Como aquele longa, também surgiu como uma fanfic com todos os clichês do gênero, em que uma protagonista romântica recatada encontra um rebelde bonitão e “perde a cabeça”. Já viram “Amor sem Fim” ou “Crepúsculo”? É igual. A trama acompanha uma jovem chamada Tessa Young (Josephine Langford, irmã caçula de Katherine Langford) em seu primeiro semestre de faculdade. Conhecida por ser aluna dedicada, filha obediente e namorada fiel, ela se vê em uma nova situação quando conhece e se apaixona pelo “misterioso” Hardin Scott (Hero Fiennes Tiffin, sobrinho de Ralph Fiennes), que mostra ser o oposto dela, um completo rebelde. Na continuação, o jogo vira. Tessa já não é tão recatada, enquanto Hardin continua um idio… um completo “rebelde”. Depois do fracasso do primeiro filme, a adaptação mudou de mãos. Susan McMartin (roteirista das séries “Mom” e “Two and a Half Men”) foi substituída por Mario Celaya, que estreia na função, e a diretora Jenny Gage acabou trocada por Roger Kumble (do cult “Segundas Intenções”). A prévia deixa claro o que essas mudanças alteraram no tom: o after do “After” é sobre sexo. Ou seja, deixa de ser pré-pubescente para entrar na fase hormonal. O elenco de apoio, que não é tão fraco quanto os protagonistas, ainda inclui Dylan Sprouse (“Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”), Selma Blair (“Outra Vida”) e Candice King (“The Vampire Diaries”). A produção não tem data de estreia, mas mesmo com todo o retrospecto tenebroso, a perspectiva aberta pelo teaser deixou muitos menores histéricos nas redes sociais. Será que, desta vez, vão pagar pra ver?

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    Por Lugares Incríveis: Romance adolescente com Elle Fanning ganha trailer legendado

    7 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres, seis fotos e o primeiro trailer de legendado de “Por Lugares Incríveis” (All the Bright Places), romance adolescente estrelado por Elle Fanning (“Malévola”) e Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Inspirado no livro de Jennifer Niven, o longa relata o improvável namoro colegial entre Violet Markey (Fanning), uma jovem traumatizada pela morte da irmã, e Theodore Finch (Smith), um rapaz com distúrbios psicológicos que o tornam imprevisível. A adaptação foi feita pela própria Niven, em parceria com a roteirista Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”). A direção é de Brett Haley (“Coração Batendo Alto”) e o elenco ainda inclui Luke Wilson (“Dias Incríveis”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”) e Keegan Michael-Key (“Meu Nome É Dolemite”). “Por Lugares Incríveis” estreia em streaming no dia 28 de fevereiro.

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    Eduardo e Mônica ganha pôster e nova data de estreia

    4 de fevereiro de 2020 /

    A Gávea Filmes divulgou o pôster e uma nova data de estreia de “Eduardo e Mônica”, romance estrelado por Alice Braga (“A Rainha do Sul”) e inspirado na famosa música da banda Legião Urbana. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. Alice Braga vive a Mônica e Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) é o Eduardo do filme, casal com diferença cultural gritante, que também pertence a gerações diferentes. “O filme é uma delicada história de amor que fala, entre outras coisas, sobre como é possível amar e respeitar quem pensa muito diferente de você”, define o diretor René Sampaio, que é “especialista” em Legião Urbana. Sampaio já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica”, que tinha previsão de estreia para abril, será lançado nos cinemas em 11 de junho.

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    Soundtrack: Criador de série cancelada critica divulgação inexistente da Netflix

    1 de fevereiro de 2020 /

    Inconformado com o cancelamento de “Sountrack” poucas semanas após seu lançamento, o criador e produtor executivo da série, Joshua Safran (criador de “Quantico ), desabafou suas frustrações com a Netflix nas redes sociais, reclamando da falta de atenção recebida pela atração. “E se você fizesse uma série e ninguém soubesse?”, ele escreveu, para introduzir o problema de divulgação que enfrentou. Dizendo que ele e a equipe “trabalharam incansavelmente” em “Soundtrack”, sentindo “que tínhamos feito algo único, novo, diferente e ótimo”, ele apontou que a série não teve repercussão alguma. “Ela simplesmente desapareceu. Quase não rendeu críticas. Pessoalmente, sinto que nem sequer estreou”. Safran reparou que, mesmo assim, “a série encontrou fãs. E normalmente eles indagavam: ‘Como é que ninguém conhece essa série?’, o que só aumentava nossa dor”. Apesar do cancelamento, ele ainda incentivou quem não viu a série a conhecê-la, porque os episódios não terminam em gancho para algo que nunca virá. “Embora tenha uma única temporada, ‘Sountrack’ tem começo e fim, e encerra sua jornada. É realmente como aquele termo temido: um filme de 10 horas de duração. E eu espero que você consiga vê-lo algum dia.” O desabafo de Safran revela que não é apenas dinheiro que a Netflix está queimando com sua atual prática de lançar séries sem divulgação em sua plataforma. A empresa também está comprando brigas com criadores de conteúdo e sinalizando para o mercado que trata sua programação com desaso. O romance passado em meio à indústria musical e estrelado por Callie Hernandez (“La La Land”), Paul James (“Greek”), Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e Madeline Stowe (série “Revenge”) foi cancelado sem jamais ter rendido trailer para o mercado brasileiro. E, poucos dias depois, a mesma prática foi ensaiada com a série nacional “Onisciente”, gerando polêmica nas redes sociais. De modo significativo, o próximo trabalho de Safran será numa concorrente da Netflix, a vindoura plataforma HBO Max. Ele é cocriador e showrunner do revival de “Gossip Girl” para o serviço de streaming da WarnerMedia, que será inaugurado em maio nos EUA. Some thoughts on today. pic.twitter.com/wbFKpx90tg — Joshua Safran (@Anthologist) February 1, 2020

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    Netflix cancela Soundtrack, série sem divulgação no Brasil

    1 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix oficializou o cancelamento de “Soundtrack”. Nunca viu? A plataforma não divulgou no Brasil. A série musical era estrelada pela atriz Jenna Dewan (“Ela Dança, Eu Danço”) e foi desenvolvida originalmente como “Mixtape” para a rede americana Fox. A Netflix entrou no negócio após o projeto ser rejeitado na TV e investiu na produção de 10 episódios. Só que não fez muita questão de divulgar, resultando no óbvio: poucos souberam de seu lançamento em dezembro. Esta prática de gastar fortunas em produções de séries e economizar na divulgação tem sido a característica mais marcante da onda de cancelamentos recentes da plataforma. Nesta semana, a Netflix jogou a série brasileira “Onisciente” em seu catálogo do mesmo jeito, gerando polêmica nas redes sociais. Contraproducente, a estratégia de lançar conteúdo demais com divulgação de menos gera desequilíbrio fiscal, uma vez que representa o que bom-senso popular chama de “queimar dinheiro”. Trata-se de um luxo que a guerra dos streamings vai cobrar caro mais adiante. O fato é que “Soundtrack” não teve muita divulgação nem nos EUA, onde ganhou apenas um trailer e nenhum vídeo de bastidores. Criação de Joshua Safran (criador de “Quantico” e produtor do similar “Smash”), a série acompanhava um grupo variado de pessoas interconectadas pela música em Los Angeles, explorando se o tempo podia curar um coração partido e se o amor podia resistir às tragédias da vida. O par central da história era formado por Callie Hernandez (“La La Land”) e Paul James (“Greek”). Jenna Dewan era coadjuvante, como Madeline Stowe (série “Revenge”), Megan Ferguson (“O Artista do Desastre”) e Jahmil French (série “Degrassi: A Próxima Geração”). A produção foi realizada pelo estúdio Annapurna, mais conhecido por produções de prestígio no cinema – como “Trapaça”, “Joy”, “Foxcatcher”, “Ela”, “Mulheres do Século 20” e “Trama Fantasma”. Veja abaixo o trailer americano da série.

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