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  • Música

    Johnny Depp estreia no Instagram e lança cover de John Lennon

    17 de abril de 2020 /

    O ator Johnny Depp está aproveitando bem sua quarentena. Não só inaugurou seu perfil oficial no Instagram na quinta (16/4) com seus primeiros posts, conseguindo em poucas horas mais de 1,6 milhão de seguidores, como lançou uma música nova na internet. Um dos posts explica essa atividade súbita. Num longo monólogo em vídeo sobre os tempos atuais, gravado num cenário que mais parece um caverna de pirata iluminada por velas, ele contou que o isolamento social o inspirou a abrir esse canal para falar diretamente com os fãs, e ainda fez a relação da sua nova música com o momento atual. “Agora é a hora de abrir diálogo, já que a ameaça desse inimigo invisível já causou tragédias imensuráveis e enormes danos à vida das pessoas”, comentou. Depp então sugeriu que a quarentena era um ótimo momento para ouvir músicas, revisitar algumas canções antigas, descobrir novas melodias e se abrir para sons diferentes. Sem perder o tema e o marketing pessoal de vista, aproveitou para falar de seu novo projeto, um disco que gravou no ano passado com o veterano guitarrista Jeff Beck. E convidou os fãs a descobrirem o primeiro single. Trata-se, apropriadamente, de uma faixa chamada “Isolation” (isolamento), cover da música homônima, lançada por John Lennon em seu primeiro disco solo, de 1970. Linkado no post, Jeff Beck também comentou sobre a gravação em seu Instagram. Confira abaixo as duas postagens e aproveite para ouvir o cover de “Isolation”, que teve um lyric video divulgado no Youtube. Ver essa foto no Instagram Collaboration with my dear friend @jeffbeckofficial . Link in Bio Uma publicação compartilhada por Johnny Depp (@johnnydepp) em 16 de Abr, 2020 às 11:05 PDT Ver essa foto no Instagram "Johnny and I have been working on music together for a while now and we recorded this track during our time in the studio last year. We weren’t expecting to release it so soon but given all the hard days and true ‘isolation’ that people are going through in these challenging times, we decided now might be the right time to let you all hear it. You’ll be hearing more from Johnny and me in a little while but until then we hope you find some comfort and solidarity in our take on this Lennon classic." -JB https://Rhino.lnk.to/isolation Uma publicação compartilhada por Jeff Beck (@jeffbeckofficial) em 16 de Abr, 2020 às 7:01 PDT

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  • Etc,  Filme

    Banda fictícia do filme The Wonders: O Sonho Não Acabou vai se reunir em live no YouTube

    13 de abril de 2020 /

    Todos os quatro membros da banda fictícia The Wonders, do filme “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996), vão se reunir numa live na sexta-feira (17/4) para ajudar a arrecadar dinheiro para um fundo de ajuda ao enfrentamento a covid-19 e para prestar homenagem a Adam Schlesinger, que compôs o hit do filme. Os atores Tom Everett Scott (que interpretou o baterista Guy Patterson), Johnathon Schaech (o vocalista Jimmy), Steve Zahn (o guitarrista Lenny) e Ethan Embry (o baixista TB Player) estão confirmados e tuitaram posts sobre evento, que será transmitido pelo YouTube, neste link. No filme, eles interpretava uma banda dos anos 1960, que sai do anonimado para o estrelato da noite para o dia, graças ao sucesso de uma canção. Mas a pressão inesperada também demonstra que eles não estavam prontos para levar a carreira a sério, culminando na separação precoce do grupo. A chamada do evento de sexta, inclusive, fala em reunir a banda novamente. No reencontro, via Zoom, o elenco responderá perguntas dos fãs, mas também deve fazer algum tributo à música do filme, criada por Schlesinger, que morreu em 1 de abril, aos 52 anos, após contrair o novo coronavírus. O hit “That Thing You Do!”, título do filme nos EUA, foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de 1997 nas categorias de Melhor Canção Original. “The Wonders: O Sonho Não Acabou” foi o primeiro longa escrito e dirigido por Tom Hanks, que também pegou covid-19 nas últimas semanas, mas conseguiu se recuperar. OH MY GOODNESS!!! https://t.co/d4JgPnItEL — Ethan Embry (@EmbryEthan) April 13, 2020

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  • Música

    50 anos após a separação, imagine os discos que os Beatles teriam feito até 1980

    11 de abril de 2020 /

    50 anos anos após sua separação, os Beatles continuam a banda de rock mais popular de todos os tempos. Prova disso é que até fãs que nem tinham nascido em 10 de abril de 1970, quando Paul McCartney revelou que eles não voltariam mais a tocar juntos, lamentaram o aniversário da separação do grupo, comemorado neste fim de semana. Os fãs, porém, foram os últimos a saber. Paul já tinha gravado seu primeiro álbum solo quando respondeu “não” à pergunta de um jornalista sobre se voltaria a compor com John Lennon. “McCartney rompe com os Beatles”, publicou imediatamente o New York Times. Só que todos os Beatles estavam desenvolvendo trabalhos solos naquele instante. Ringo Starr e George Harrison já haviam lançado álbuns separados, enquanto John Lennon e sua esposa – Yoko Ono – se apresentavam como a Plastic Ono Band há cerca de um ano. A verdade irônica é que Paul foi o último a iniciar sua carreira individual. O autor da biografia oficial de Paul McCartney, publicada em 2016, recorda como a confirmação da separação representou o fim de uma era. “Uma geração inteira cresceu com os Beatles. Eles lançaram um novo álbum para cada etapa importante da vida”, disse Philip Norman, em entrevista ao jornal The New York Times neste fim de semana. “Muitas pessoas pensaram que o futuro seria sombrio sem eles, era realmente um sentimento generalizado”, acrescentou. Mas e se John, Paul, George e Ringo tivessem conseguido superar seus atritos? E se, como os Rolling Stones e The Who, tivessem continuado a gravar juntos todos esses anos? Em meados da década de 1970, eles quase voltaram atrás. Afinal, a amizade permaneceu, mesmo após o rompimento musical. Tanto que Paul McCartney e Ringo Starr ainda se reúnem para tocar, e em 2019 até se juntaram num cover de John Lennon, “Grow Old With Me”, música de 1980, no mais recente disco solo do baterista. Que músicas eles teriam feito se tivessem permanecidos juntos? Nunca saberemos. Mas é possível ter uma vaga ideia, ao ouvir as melhores gravações das carreiras solo de cada um nas décadas seguintes. Com alguma imaginação, as seleções musicais abaixo sugerem os discos imaginários dos Beatles, que teriam sido lançados nos anos 1970 e 1980.   The Imaginary Beatles em 1970 O último disco dos Beatles, “Let It Be”, começou a ser vendido em maio 1970, um mês depois de Paul anunciar a separação. Àquela altura, os integrantes da banda já estavam mergulhados em suas carreiras solos. Ringo Starr chegou a lançar dois discos no período: um de standards e outro de country e blues – nenhum marcou época. George Harrison, por outro lado, emplacou seu maior hit individual. Paul McCartney fez um LP romântico e intimista, que era uma declaração de amor a sua esposa, Linda. E John Lennon se antecipou a todos, lançando singles individuais desde 1969. Em seu período individual mais criativo, ainda concebeu seu disco mais engajado, um clássico de arrepiar. E cantou que o sonho acabou. Mas e se esses esforços fossem coletivos, como seria o álbum que produziriam? Confira abaixo as “faixas” do álbum imaginário dos Beatles de 1970.     The Imaginary Beatles em 1971 Em 1971, John Lennon estava mais inspirado que nunca e Paul McCartney tinha canções suficientes para dois discos – um deles se tornou marco do movimento vegan e dos direitos dos animais, enquanto o outro apresentou uma nova banda, The Wings, liderada pelo casal McCartney. Em compensação, George Harrison e Ringo Starr não produziram novos álbuns. Ringo gravou apenas um single – e foi seu primeiro hit individual. George estava ocupado organizando o primeiro concerto beneficente da era do rock, o famoso “Concerto para Bangladesh”, mas também ajudou o amigo John a gravar seu segundo álbum solo. Sim, dois Beatles voltaram a se encontrar novamente no estúdio, um ano somente após o final oficial da banda. O resultado? “Imagine”. Imagine mais. Imagine se todos eles tivessem trabalhado juntos. Como seria o álbum que produziriam em 1971?     The Imaginary Beatles de 1972 a 1973 John foi o único ex-Beatle a gravar um álbum em 1972, inspirado por acontecimentos trágicos e causas políticas. A famosa rebelião na prisão de Attica e o massacre do domingo sangrento na Irlanda do Norte saíram das manchetes da época direto para suas canções – não por acaso, a capa de “Sometime in New York City” imitava a arte de um jornal impresso. Paul não lançou LP, mas fez bastante barulho. Também se politizou e gravou uma música em favor da causa irlandesa, devidamente banida das rádios britânicas. Para seu azar, seu single seguinte, considerado apologia às drogas, teve o mesmo destino. De saco cheio, resolveu ironizar a situação lançando uma musiquinha infantil, que não teve problemas em tocar à exaustão na programação da BBC. Como os poucos singles do período não rendem um bom mix coletivo, digamos que esse disco imaginário levou mais tempo para ser lançado, incluindo composições criadas em 1973. Este ano encontrou Paul compensando seus contratempos com o lançamento de dois álbuns e a composição de um dos melhores temas dos filmes de James Bond, enquanto George radicalizou sua trilha espiritual, incorporando filosofia e instrumentos indianos em suas gravações. Nada, porém, foi mais incrível que Ringo conseguir emplacar uma música no 1º lugar das paradas. E tudo isso junto?     The Imaginary Beatles em 1974 Paul também não lançou LP em 1974, mas o disco que disponibilizou no dezembro anterior rendeu singles durante o ano inteiro. Afinal, não foi um disco qualquer, mas o clássico “Band on the Run”, melhor álbum de sua carreira à frente dos Wings. Em contraste, John Lennon iniciou seu afastamento dos palcos, compondo baladas depressivas, mas também inesperados funks dançantes em parceria com Elton John – e até o hit “Fame”, com David Bowie. Ele ainda ajudou Ringo Starr a gravar mais um álbum.     The Imaginary Beatles de 1975 a 1976 O próximo LP imaginário foi um dos mais sofridos. Afinal, John lançou um disco quase perdido, apenas com covers, brigou com Yoko Ono e sumiu por um período de cinco anos. George fez um trabalho que não emplacou hits. Até Paul concebeu um álbum de glam rock espacial, que não estourou. Enquanto Ringo deixou 1975 simplesmente passar em branco. A história de John é a mais maluca, graças aos bastidores tumultuados de seu álbum com Phil Spector, o produtor de “Let It Be” (1970). O que era para ser um disco simples de versões de clássicos do rock’n’roll virou um show de horrores, com o louco Spector dando tiros no estúdio e fugindo com as fitas originais das gravações. Foi preciso o produtor sofrer um acidente, ficar entre a vida e a morte, para os tapes serem recuperados. A esta altura, um ano tinha se passado e John voltara para Yoko, ao lado de quem ficaria nos próximos cinco anos, sem gravar, dedicando-se apenas à família. Antes de entrar nesse longo hiato, John voltou a ajudar Ringo em seu disco de 1976. Enquanto isso, Paul também se frustrou com um disco que não rendeu o esperado. Mas não se deu por vencido. Voltou no mesmo ano para o estúdio e começou a gravação de um dos LPs mais populares dos Wings, energizado pela maior turnê internacional feita pela banda – que acabou capturada em filme (“Rockshow”).     The Imaginary Beatles de 1977 a 1979 Com o “isolamento social” de John, Paul tornou-se o ex-Beatle mais bem-sucedido. Fez tanto sucesso que decidiu sair em carreira “solo”. Isto é, dissolveu sua segunda banda em 1979, após mais dois discos repletos de hits. Nesta fase, embora ainda não existisse a MTV, os ex-Beatles lançaram vários vídeos musicais, refletindo um interesse cada vez maior na representação visual de suas canções. George Harrison, retomando sua melhor forma, teve até um clipe dirigido por Eric Idle, do Monty Python – na época, George fundou uma produtora de cinema para financiar os primeiros longas dos Monty Python. Mesmo com tanta criatividade, seria possível imaginar um disco dos Beatles, mesmo imaginário, sem contribuição de John. Por sorte, ele deixou demos gravadas da música que compôs para o disco de Ringo, sua última faixa inédita por um bom tempo.     The Imaginary Beatles nos anos 1980 John só retornou ao estúdio em 1980, mas quem imaginava um grande fluxo de novidades depois de uma espera de cinco anos, encontrou um disco com metade das faixas cantadas por Yoko Ono. Entretanto, ele deixou muitas demos gravadas, que acabaram originando outros dois álbuns oficiais – infelizmente, póstumos. Assim como John, Paul também decidiu recomeçar sua carreira, lançando um LP emblematicamente chamado “McCartney II” – “McCartney” foi o título de seu primeiro trabalho solo após os Beatles. Por coincidência, Lennon e McCartney, a melhor dupla de compositores do rock em todos os tempos, resolveram recomeçar ao mesmo tempo. Dá para imaginar como seria, se eles tivessem ficado juntos por mais uma década? Pelo menos, até o fatídico 8 de dezembro de 1980, quando John foi assassinado? A morte de John juntou os demais Beatles em homenagens e gravações tocantes sobre os velhos tempos e o velho amigo, rendendo, inclusive, o melhor disco da carreira solo de George. O impacto foi tanto que até músicas inéditas do quarteto de Liverpool surgiram nos arquivos da gravadora EMI. Duas canções rejeitadas pela banda, que ao virar single geraram um frisson como se fossem hits… ou como se os Beatles não tivessem acabado há muitos anos atrás. A propósito, esse último lançamento imaginário é “duplo” – mas sem as parcerias de Paul com Steve Wonder e Michael Jackson, que teriam sido, digamos, projetos paralelos. Um Álbum Preto, de luto, gravado antes e depois da morte de John, repleto de reflexões sobre a trajetória do grupo, que Paul, George e Ringo levaram até a segunda metade da década de 1980 para completar/superar. E que um fã estendeu até 2019, com um remix de “Grow Old with Me”, juntando a voz da gravação de 1980 de John, com o vocal de Paul e Ringo no cover de 2019. É a faixa que encerra esse passeio pela ladeira da memória afetiva, entre discos imaginários e músicas verdadeiras.    

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  • Filme

    How to Build a Girl: Trailer de comédia britânica mostra como virar crítico de rock

    9 de abril de 2020 /

    A IFC Films divulgou o pôster e o trailer de “How to Build a Girl”, comédia britânica que adapta o livro homônimo de Caitlin Moran (“Raised by Wolves”) sobre uma garota tímida e fora de forma que sonha virar crítica de rock. A prévia mostra que, para conseguir seu objetivo, ela decide se reinventar, adotando cabelos vermelhos, roupas extravagantes e uma personalidade diferente, extrovertida e “perigosa”. Tudo combinado com um novo nome: Dolly Wilde. Dá certo. E graças à críticas cada vez mais maldosas, ela rapidamente se torna a crítica mais popular do Reino Unido. Mas nem todas as consequências de sua nova atitude são positivas. A própria Caitlin Moran adaptou seu livro, que é baseado em suas experiências nos anos 1990, mas com vários nomes alterados em relação aos fatos reais – note-se que o semanário musical Melody Maker, onde a escritora trabalhou, é rebatizado de D&ME na prévia, como na obra literária. O filme é dirigido por Coky Giedroyc (da série “Harlots”) e destaca Beanie Feldstein (de “Lady Bird”) no papel principal, além de vários astros famosos em seu elenco, como Alfie Allen (“Game of Thrones”), Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Jameela Jamil (“The Good Place”), Lucy Punch (“Caminhos da Floresta”), Sharon Horgan (“Catastrophe”), Paddy Considine (“Peaky Blinders”), Frank Dillane (“Fear the Walking Dead”), Sarah Solemani (“O Bebê de Bridget Jones”) e Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”). Como a maior parte dos cinemas do mundo estão fechados, como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, “How to Build a Girl” será lançado diretamente nas plataformas de VOD (video on demand) em 8 de maio.

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    Tom Hanks presta homenagem a Adam Schlesinger

    2 de abril de 2020 /

    O ator Tom Hanks, que sobreviveu à contaminação de coronavírus quase sem sintomas, utilizou sua conta no Twitter para prestar uma homenagem ao músico Adam Schlesinger, que não teve a mesma sorte. Falecido na quarta-feira (1/4) aos 52 anos, após complicações causadas por covid-19, Schlesinger foi quem compôs o hit “That Thing You Do!”, música que ajudou a popularizar o filme “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (1994), primeiro longa escrito e dirigido por Hanks. “Não haveria Playtone sem o Adam Schlesinger, sem a sua ‘That Thing You Do!’”, escreveu Hanks em sua mensagem, citando a produtora de cinema e TV que criou após o sucesso do filme, batizada com o nome da gravadora fictícia da trama. “Ele foi um One-der”, acrescentou, usando o apelido dos integrantes da banda de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”. “Terrivelmente triste hoje”. A música “That Thing You Do!” levou Schlesinger a ser indicado ao Oscar e o Globo de Ouro de 1997 nas categorias de Melhor Canção Original. O músico, que fez parte da banda Fountains of Wayne, passou duas semanas hospitalizado e respirando com a ajuda de aparelhos até finalmente sucumbir à covid-19. There would be no Playtone without Adam Schlesinger, without his That Thing You Do! He was a One-der. Lost him to Covid-19. Terribly sad today. Hanx — Tom Hanks (@tomhanks) April 2, 2020

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    Adam Schlesinger (1967 – 2020)

    1 de abril de 2020 /

    Adam Schlesinger, músico da banda de rock Fountains of Wayne, que ficou mais conhecido pela composição de trilhas sonoras, faleceu na quarta-feira (1/4) aos 52 anos, após complicações causadas pelo coronavírus. O artista venceu três Emmys e um Grammy por seu trabalho musical, e chegou a disputar o Oscar pela composição de “That Thing That You Do”, a faixa-título do filme dirigido por Tom Hanks em 1996, batizado no Brasil de “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996). Seus dois primeiros Emmys foram conquistados pela parte musical do evento televisionado dos Tony Awards (premiação do teatro) e, após concorrer por quatro anos seguidos pelas músicas originais da série “Crazy Ex-Girlfriend”, venceu seu terceiro Emmy em 2019, com a gravação de “Anti-Depressants Are So Not a Big Deal”, da 4ª e última temporada. Ele criou 157 músicas para a série, que também produziu, e ainda co-escreveu o episódio final, exibido em abril de 2019, em parceria com a criadora e estrela Rachel Bloom. Outros trabalhos de Schlesinger para a TV incluem composições para o programa infantil “Vila Sésamo” e as músicas-temas das séries “Big Time Rush”, “A Família Hathaways”, “Kathy” e “Supernoobs”. Além disso, ele assinou a adaptação musical do filme “Cry-Baby” (1990) para o teatro, compôs músicas para os filmes “Letra e Música” (2007) e “A Era do Gelo 4” (2012), e ainda concebeu e produziu um disco da “banda de TV” The Monkees em 2018. À frente do Fountains of Wayne, seu maior sucesso foi o single “Stacey’s Mom”, que atingiu o número 21 na parada de sucessos da Billboard em 2003. Schlesinger era primo do ator Jon Bernthal (“O Justiceiro”) e deixa duas filhas. Relembre abaixo a música que rendeu indicação ao Oscar para o compositor.

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  • Música

    Detonator lança clipe animado para ensinar crianças a lavar as mãos

    31 de março de 2020 /

    O comediante Bruno Sutter divulgou em sua página no YouTube um novo clipe de seu personagem Detonator, cantor da banda de comédia metal Massacration. Voltado para crianças, o vídeo de “Metal Lava a Mão” traz uma versão animada de Detonator e de sua nova banda de garotas metaleiras ensinando a lavar as mãos, como forma de prevenção contra a pandemia de coronavírus. Conhecido após atuar no programa de comédia “Hermes e Renato”, exibido pela MTV no início dos anos 2000, Sutter criou Detonator, “filho do deus metal” e líder do Massacration, numa esquete da atração em 2002. Paródia de bandas de power metal dos anos 1980, como Manowar e Helloween, o Massacration acabou impulsionado pela emissora e chegou a abrir uma turnê nacional do Sepultura, antes de gravar seu primeiro disco em 2005. Em 2012, Detonator abandonou o grupo, alegando estar cansado de uma banda só de macho, com o objetivo de montar um grupo formado por mulheres, que viria a ser conhecido como Detonator e as Musas do Metal. Este projeto lançou o álbum “Metal Folclore: The Zoeira Never Ends…”, o disco ao vivo “Live InSANA” e o EP “DetonaThor”. Mais recente lançamento do grupo, “Metal Lava a Mão” tem letra e música de Sutter e a animação do clipe foi dirigida por Tiago Toshiaki.

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    The Killers lança clipe de parceria com guitarrista do Fleetwood Mac

    22 de março de 2020 /

    A banda The Killers lançou o clipe de “Caution”, que contém cenas de um filme que o grupo produziu com o diretor Sing Lee e que será lançado em breve na plataforma Apple Music. A música é o primeiro single do sexto álbum da banda, “Imploding The Mirage”, que também é o primeiro disco dos Killers sem o guitarrista Dave Keuning. Quem gravou a guitarra solo de “Caution” foi ninguém menos que o lendário Lindsey Buckingham, do Fleetwood Mac. A expectativa é que “Imploding The Mirage” chegue às lojas digitais ainda no primeiro semestre.

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    Titãs lançam novo clipe de Sonífera Ilha para tempos de coronavírus

    20 de março de 2020 /

    A banda Titãs divulgou um novo clipe para um de seus maiores sucessos, “Sonífera Ilha”. Em versão acústica inédita, gravada com piano e violão, a música ganhou andamento diferente, tangando o ska com interpretação “minimalista” de Tony Beloto, Branco Mello e Sérgio Britto, mas principalmente um novo sentido. “Não posso mais viver assim ao seu ladinho” virou slogan de precaução contra a pandemia de coronavírus. O clipe ilustra o momento atual por meio de participações de vários artistas e celebridades, que dublam a letra em suas quarentenas particulares. A lista inclui Os Paralamas do Sucesso, Lulu Santos, Rita Lee e Roberto de Carvalho, Elza Soares, Andreas Kisser, o ex-jogador Casagrande e até a atriz Fernanda Montenegro, entre outras personalidades. Fernanda chegou a divulgar o clipe em suas redes sociais, escrevendo: “Sem arte não se vive” e “Parabéns Titãs por essa obra linda”. Veja abaixo o vídeo, assinado por Otavio Juliano e Luciana Ferraz, respectivamente diretor e produtora do documentário “Sepultura Endurance” (2017).

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    Ozzy Osbourne se emociona em clipe que revê sua vida e carreira

    10 de março de 2020 /

    Ozzy Osbourne divulgou o clipe de “Ordinary Man”, sua parceria com Elton John. O vídeo traz uma montagem de imagens com vários momentos da vida e da carreira de Ozzy, da infância aos dias de hoje, com sua mulher e filhos. E mostra o cantor chorando, ao assistir as cenas projetadas numa tela de cinema. O apelo emocional acontece após Ozzy assumir uma série de problemas de saúde, incluindo um diagnóstico de Mal de Parkinson. No mês passado, ele precisou cancelar turnê por causa de um novo tratamento médico. A letra ainda projeta um clima de velório, ao descrever como o cantor de 71 anos “não queria morrer como um homem comum”, também “não queria dizer adeus” e pede para não ser esquecido, “quando as luzes se apagarem”. Apesar de ser ouvido na música, Elton John não aparece no clipe. “Ordinary Man” faz parte do disco de mesmo nome de Ozzy, lançado em fevereiro.

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    Playlist indie: Veja 600 clipes de dreampop rock folk rap punk twee eletrônico underground moderno

    2 de março de 2020 /

    O pulso subterrâneo do YouTube bate com vários ritmos nesta nova seleção da safra indie moderna, num giro por 600 vídeos de diferentes países, sotaques, sons, estilos, ao longo de um dia inteiro de música – são 24 horas de duração. Trata-se de uma rodada completa entre gêneros musicais distintos, que abre e fecha com dreampop, da dupla austríaca HVOB (Her Voice Over Boys) e do projeto australiano prettything (da cantora Bella Venutti). Já a foto acima ilustra um destaque do miolo: o trio pós-punk multinacional Deep Tan, formado pela sobrinha de Osama Bin Laden, a herdeira da cervejaria Guinness e uma modelo francesa. Estes são apenas três nomes da música alternativa, underground, independente e vital da lista abaixo, selecionada entre junho e setembro passados e organizada em playlists durante muitas madrugadas – pós-trabalho diário – para render o fluxo de discotecagem contínua que só precisa de um play – e de um bloqueador de anúncios do YouTube – para fluir sem sobressaltos. Uma fluência várias vezes comprometida por vídeos que somem da noite para o dia, ao virar “privados” e fazer o trabalho de semanas precisar ser refeito, mudando sequências inteiras de “discotecagem”. Mesmo ao final, com tudo pronto, três clipes foram nada gentilmente para a malvada escuridão. Vencido pelo cansaço, o último a cair no bueiro de “It”, um folk do britânico David Ellis (ex-Razorlight), foi simplesmente trocado pela própria música para manter a sequência original. Diferente das playlists anteriores, a nova coleção também vem sem “compêndio” (relacionando os artistas a seus respectivos países) para não encher a página com 600 nomes. Mas o Google continua funcionando para quem quiser se aprofundar nas possíveis descobertas apresentadas abaixo, que o YouTube prontamente identifica. São centenas de artistas novos, alguns não tão novos e até um punhado de veteranos alternativos. Boa viagem.

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    Pearl Jam lança clipe feito por animador punk rock do Instagram

    19 de fevereiro de 2020 /

    Pearl Jam divulgou o clipe da música “Superblood Wolfmoon”, uma animação criada por Keith Ross como parte expandida de sua iniciativa Tiny Concert, uma das páginas mais punk rock do Instagram. Com o nome de Tiny Concert, Ross vem animando desde 2018 diversos clássicos punks (Ramones, Black Flag, Addicts, The Clash, The Germs, Bad Brains, The Cramps, The Damned, Misfits, Fugazi, The Exploited!), que ele transforma em clipes apenas com traços de caneta preta sobre folhas de papel sulfite branco. O resultado é impressionante, mesmo adotando uma simplicidade quase infantil e uma estética DIY totalmente punk rock. “Superblood Wolfmoon” é o terceiro clipe oficial de Ross (após trabalhos com as bandas Blank Tapes e Dead Furies), e o segundo single do novo álbum do Pearl Jam, “Gigaton”, que será lançado no dia 27 de março. Veja abaixo o clipe oficial e aproveite para conhecer outros “tiny concerts” de Keith Ross. Os mais antigos são basicões, enquanto os novos incorporam linguagem de edição cinematográfica. Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring @ramones Drawn for @johnnyramone #johnnyramonearmy #joeyramone #deedeeramone #tommyramone Thank you @lindaramone ❤️⚡️#heyholetsgo #ramones #punkrock #penandink #sketchbook #tinyconcert #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 9 de Dez, 2018 às 1:37 PST Ver essa foto no Instagram Have a great week! @tinyconcert featuring #fugazi #ianmackaye #guypicciotto #brendancanty #joelally @dischordrecords #dischord #punkhardcore #dchardcore #punk #punkrock #ballpointpen #sketchbook #animation #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 25 de Fev, 2019 às 4:51 PST Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #themisfits #doylewolfgangvonfrankenstein #glendanzig #jerryonly #originalmisfits #nightofthelivingdead #walkamongus #animation #forthefunofit #tinyconcert dedicated to @ksrubins73 Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 13 de Jun, 2018 às 1:35 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #blackflag #nervousbreakdown #1979 #keithmorris #gregginn #chuckdukowski #brianmigdol #hardcore #punkrock #tinyconcert #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 4 de Ago, 2018 às 6:37 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #thegerms #lexicondevil #darbycrash #patsmear #lornadoom #donbolles #GI #punk #tinyconcert #bic #ballpointpen #ink #roughsketch #punkrock #animation Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 17 de Set, 2018 às 5:49 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #thecramps #loveme #rockproject #punk #punkrock #animation #tinyconcert #ballpointpen #ink #art Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 16 de Abr, 2018 às 3:35 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #badbrains #hardcorepunk #punkrock #punk #reggae #rasta #sketchbook #ballpoint #doodle #tinyconcert #animation #hr #hrbadbrains #therealofficialhr #drknow #darryljenifer #earlhudson Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 25 de Jun, 2018 às 4:18 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert presents #thedamned #davevanian #ratscabies #captainsensible @captainsensible1 #algyward #punkrock #lovesong #animation #forthefunofit #sketch #bic #rockproject #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 8 de Abr, 2018 às 8:20 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring @theadictsofficial #droogarmy #keithwarren #monkey #petedee #melellis #kiddee #theadicts #4321 #punkrock #tinyconcert #animation Cheers droogs! Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 27 de Jul, 2018 às 4:34 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theexploited @wattie_exploited #wattiebuchan #bigjohnduncan #garymccormack #drustix #punksnotdead #punkrock #tinyconcert #animation Enjoy!!! Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 18 de Jul, 2018 às 4:55 PDT Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theclash #ifoughtthelaw #punk #punkrock #sketchbook #animation #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 5 de Mar, 2018 às 6:09 PST Ver essa foto no Instagram @tinyconcert featuring #theramones #beatonthebrat #punk #punkrock #animation #bic #ballpointpen #sketch #tribute #heros #rockproject #tinyconcert Uma publicação compartilhada por Tiny Concert (@tinyconcert) em 30 de Jan, 2018 às 2:26 PST

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  • Música

    The Strokes divulga clipes retrôs de inspiração sci-fi

    18 de fevereiro de 2020 /

    A banda The Strokes lançou seus primeiros clipes em quatro anos: a animação “At the Door” e o infomercial trash “Bad Decisions”. Enquanto o primeiro exibe inspirações de fantasias do final dos anos 1970/início dos 1980, como “Heavy Metal” (1981), “Uma Grande Aventura” (1978) e “A História Sem Fim” (1984), o segundo é uma combinação de referências de sci-fi do começo dos 1970, focando em tramas de tecnologia sinistra, como “As Esposas de Stepford” (1975) e “Westworld: Onde Ninguém tem Alma” (1973). Se “At the Door” conta várias histórias paralelas, de coelhos no brejo a uma guerreira espacial, “Bad Decisions se passa no cenário de um infomercial setentista que apresenta um novo sucesso de vendas: The Strokes, uma banda que qualquer um pode fazer em casa, bastando alterar a aparência dos músicos a seu próprio gosto. Só que os produtos são defeituosos e quando as cabeças começam a explodir, o caos se instala nos lares americanos e revela, por trás dos cenários de TV, dezenas de clones mal-formados dos artistas. As músicas fazem parte do primeiro álbum completo da banda em sete anos, “The New Abnormal”, que será lançado no dia 10 de abril.

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