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  • Música

    Pearl Jam lança seu primeiro clipe desde 2013

    22 de janeiro de 2020 /

    O Pearl Jam está de volta. A principal banda remanescente da era grunge lançou o clipe de “Dance of the Clairvoyants”, primeira faixa de seu novo álbum, “Gigaton”. Os roqueiros americanos não lançavam um disco inédito desde “Lightning Bolt”, de 2013, nem faziam um clipe desde “Sirens”, segundo single daquele álbum. Por isso, a primeira sensação diante do novo trabalho é de choque. Em primeiro lugar, pela textura eletrônica da produção, calcada em sintetizadores e batidas eletrônicas, em vez de guitarras distorcidas. Chega a evocar a transformação sofrida pelo U2 nos anos 1990, mas, de forma inesperada, a influência musical soa mais como os Talking Heads! Também chama atenção a ausência completa dos músicos no vídeo. Tradicionalistas, os integrantes do Pearl Jam geralmente são estrelas de seus próprios clipes. Mas, desta vez, as imagens lembram documentários sobre a natureza realizados para o National Geographic ou para o circuito IMAX, com cenas aceleradas e imponentes de biologia e geologia terrestres, entre incêndios, erupções e desabrochar de flores, brevemente entrecortadas por detalhes musicais – como, por exemplo, a inserção de um auto-falante do “tamanho” da Terra, durante uma montagem com formações arredondadas, de rochas ao planeta. Há um tênue viés de crítica ambiental na letra, “poética” e subjetiva, que uma interpretação bastante esforçada pode entender como justificativa para as imagens. “Esperar a perfeição deixa muito a ignorar. Quando o passado é o presente e o futuro não existe mais, todo amanhã é o mesmo de antes”, canta Eddie Vedder no refrão. “Gigaton” é 11º disco de estúdio da banda, e será lançado em 27 de março.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Edd Byrnes (1933 – 2020)

    9 de janeiro de 2020 /

    O ator Edd Byrnes, mais conhecido pela série clássica “77 Sunset Strip”, morreu nesta quinta (9/1) de causas naturais aos 87 anos. Byrnes chegou em Hollywood em 1955, logo após a morte de James Dean, e conseguiu várias papéis pequenos de “rebelde”, entre eles no clássico de reformatório juvenil “Reform School Girl” (1957). Logo conseguiu se destacar como um assassino que penteava compulsivamente seus cabelos em “Uma Vida em Perigo” (1958). Seu destino era trágico naquele filme, que acabou servindo de ponto de partida para a série “77 Sunset Strip” (1958-1964), mas os produtores gostaram do ator e decidiram mantê-lo – e seu pente – na atração que estavam desenvolvendo, só que em outro papel: Gerald Lloyd Kookson III, o Kookie. O novo personagem era um atendente de estacionamento do clube localizado ao lado da agência dos detetives Stuart Bailey (Efrem Zimbalist Jr.) e Jeff Spencer (Roger Smith), na Sunset Strip de Los Angeles. E quando não estava manobrando conversíveis, costumava aparecer estalando os dedos e penteando o topete rockabilly, numa tentativa de imitar Elvis Presley. De personalidade folgada, mas legal, Kookie foi o protótipo de Fonzie, que surgiria duas décadas depois em “Happy Days”. E virou um fenômeno de popularidade, com muitas fãs adolescentes – ele bateu o recorde de número de cartas recebidas nos estúdios da Warner – e inspirou até uma música, “Kookie, Kookie, Lend Me Your Comb”, que virou disco de ouro em 1959, em gravação de Connie Stevens. Uma vez, Byrnes contou ter aparecido em 26 capas de revistas diferentes… na mesma semana. Mas, infelizmente, não pôde aproveitar essa popularidade. Seu contrato o proibia de assumir papéis de protagonista no cinema. Assim, decidiu abandonar a série. Mas a carreira não decolou como ele imaginava – seu melhor papel foi como coadjuvante de Clint Walker no western “A Lei do Mais Valente” (1959) – , mergulhando no alcoolismo. Assim, acabou negociando um retorno à série, num papel mais destacado, agora como sócio da agência de detetives – e trajando paletó e gravata. Ao final da série, ele filmou um thriller de espionagem com Roger Corman (“A Invasão Secreta”, 1964) e protagonizou “Farra Musical” (Beach Ball, 1965), seu papel mais importante no cinema, dentro do ciclo dos chamados “beach movies”. Neste filme, Byrnes vivia um roqueiro que tenta juntar dinheiro para comprar sua guitarra e acaba entrando em contato com muitos artistas de verdade, via participações especiais das Supremes, The Righteous Brothers, The Four Seasons, The Hondells e até “o sensacional novo grupo” Walker Brothers. Só a trilha sonora já garante a fama de cult da produção. Depois disso, mudou-se para a Europa, onde estrelou vários spaghetti westerns. Sua trajetória, inclusive, inspirou parte da história de “Era uma Vez em Hollywood”. Ele voltou aos EUA nos anos 1970, mas jamais repetiu seu sucesso, reduzindo seu trabalho a diversas aparições em séries – de “As Panteras” a “Ilha da Fantasia”. Mesmo assim, ainda teve um último papel famoso no cinema, embora pequeno, como Vince Fontaine no musical “Grease: No Tempo da Brilhantina” (1978). O personagem era o apresentador (inspirado em Dick Clark) de um concurso televisivo de danças na escola Rydel High. Relembre abaixo. Byrnes continuou aparecendo em séries até os anos 1990 e seu último trabalho foi uma volta ao rock’n’roll, no bem-avaliado telefilme “Shake, Rattle and Roll: An American Love Story” (1999), sobre uma banda fictícia na era de ouro do rock.

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  • Filme,  Música

    Timothée Chalamet negocia estrelar cinebiografia de Bob Dylan

    6 de janeiro de 2020 /

    O ator Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) está negociando com a Fox Searchlight o papel do cantor Bob Dylan no filme “Going Electric”, que será dirigido por James Mangold, cineasta responsável por “Logan” e “Ford Vs Ferrari”. O filme tem a benção do cantor de 78 anos, que participa como produtor, e vai adaptar o livro “Dylan Goes Electric”, de Elijah Wald, que traça a conturbada transformação de Dylan em roqueiro, após um começo de carreira dedicado à música folk. Esta transição foi registrada no famoso documentário “Don’t Look Back”, de 1967. O roteiro da adaptação está a cargo de Jay Cocks, parceiro de Martin Scorsese em “A Época da Inocência” (1993), “Gangues de Nova York” (2002) e “Silêncio” (2016). “Going Electric” será a primeira cinebiografia convencional de Dylan, que já teve sua história de vida adaptada de forma alegórica em “Não Estou Lá” (2007), de Todd Haynes, em que Cate Blanchet, Ben Whishaw, Christian Bale, Richard Gere e Heath Ledger se revesaram como personas do cantor. Dylan também foi personagem importante de “Uma Garota Irresistível” (2006), interpretado por Hayden Christensen – e identificado no filme como “O Músico”. A produção segue a nova tendência de cinebiografias roqueiras, na esteira do sucesso e das premiações conquistadas por “Bohemian Rhapsody”, sobre a banda Queen, e “Rocketman”, sobre Elton John. Timothée Chalamet será visto a seguir em “Adoráveis Mulheres”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (9/11), além de já ter terminado as filmagens do remake de “Duna”, no qual tem o papel principal. A estreia da sci-fi vai acontecer em dezembro.

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  • Música

    Ozzy Osbourne adota estética black block em novo clipe

    6 de janeiro de 2020 /

    Se Ozzy Osbourne estava à beira da morte, conforme boatos recentes alegaram, ele fez um pacto demoníaco para voltar ao rock com um novo clipe. No vídeo de “Straight to Hell”, o segundo single de seu próximo álbum solo, “Ordinary Man”, Ozzy tem seu dia de Metallica, aparecendo em meio à protestos anarquistas, que celebram a estética black block em conflitos contra tropas de choque. Entre bombas incendiárias de coquetel molotov e golpes de botinas e cassetetes, Ozzy aponta dedos, faz caretas e afirma que vai “te fazer gritar e te fazer defecar”. “Você vai se matar e eu vou assistir você sangrar”, acrescenta, confortável numa limousine, enquanto a violência corre solta e o guitarrista Slash exagera nos solos. Os cartazes de protestos engraçadinhos, como “Agora você irritou a vovó!” e “Parem a decoração de Natal prematura!”, lembram que se trata de uma paródia, mas é tudo tão over que acaba com a explosão de uma bomba atômica. Para quem não entendeu a referência ao Metallica, o clipe remete à cenas do filme “Metallica Through the Never” (2013), feito com um orçamento claramente maior – e solos melhores.

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  • Filme,  Música

    Neil Innes (1944 – 2019)

    30 de dezembro de 2019 /

    O ator e músico inglês Neil Innes, que fez vários trabalhos com a trupe de comédia Monty Python, morreu no domingo (29/12) aos 75 anos, enquanto viajava com a família na França. Segundo seu agente a morte foi inesperada, porque ele não estava doente. A carreira de Innes começou no início dos anos 1960 com a formação da Bonzo Dog Doo-Dah Band, uma combinação de rock e comédia de vanguarda, que em 1968 lançou o single “I’m the Urban Spaceman”, co-produzido por Paul McCartney. Uma das músicas da banda, “Death Cab for Cutie”, de 1967, mais tarde inspirou o nome de uma banda de rock indie americana. A estreia na TV se deu pelas mãos dos Beatles, numa participação no telefilme clássico “Magical Mystery Tour” (1967), que também incluiu uma música de sua banda. A partir daí, a Bonzo Dog Doo-Dah Band passou a fazer participações musicais no programa humorístico “Do Not Adjust Your Set”, que foi o embrião do Monty Python. As duas temporadas da comédia, exibidas entre 1967 e 1969, contava com os futuros pythons Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin. A banda se dispersou na época do lançamento do humorístico “Monty Python’s Flying Circus” em 1969, levando Innes a explorar novas parcerias. Ele se tornou um “associado” dos pythons ao contribuir com músicas originais para esquetes e para dois álbuns de comédia da trupe, além de participar de shows, acompanhando os comediantes em várias turnês. Quando o Monty Python decidiu fazer filmes, Innes estreou como compositor cinematográfico. Ele criou várias músicas e teve pequenos papéis em “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975) e “A Vida de Brian” (1979) – este último, por sinal, foi produzido pelo ex-beatle George Harrison. Ao final do programa televisivo dos pythons, Innes continuou trabalhando com os integrantes do grupo em diferentes projetos. Ele participou do programa de esquetes “Rutland Weekend Television”, concebido por Eric Iddle em 1975, que exibia a “programação” de um canal de TV de baixo orçamento. A produção não teve o mesmo sucesso do “Flying Circus”, mas originou o personagem mais conhecido de Innes, o músico fictício Ron Nasty, um pastiche de John Lennon que liderava a banda televisiva The Rutles. The Rutles chegou a tocar ao vivo no programa humorístico americano “Saturday Night Live” e ganhou um telefilme especial em 1978, escrito, dirigido e coestrelado por Eric Iddle, que se tornou cultuadíssimo. Intitulado “The Rutles: All You Need Is Cash”, o longa narrava o apogeu e a queda do grupo musical, com depoimentos de artistas famosos (George Harrison e Mick Jagger, por exemplo), satirizando de forma explícita a carreira dos Beatles – e o mais interessante: com aval dos próprios Beatles. Para completar, a banda ainda lançou um disco de verdade. Curiosamente, outra banda “pastiche” dos Beatles, Oasis, foi processada por plágio de uma das músicas de Innes. Os irmãos Gallagher foram obrigados a dar créditos de compositor para ele na canção “Whatever”, de 1994. Essa história real acabou incorporada ao folclore da banda fictícia, inspirou uma música inédita (“Shangri-La”) e promoveu um breve revival dos Rutles, que lançaram um disco de “faixas raras” em 1996 – “The Rutles Archaeology”, paródia de “The Beatles Archaeology”. Innes também participou do filme “Jabberwocky: Um Herói por Acaso” (1977), fantasia estrelada por Michael Palin, Terry Jones e dirigida por Terry Gilliam (responsável pelas animações dos pythons e pela direção do “Cálice Sagrado”), e de outros projetos individuais dos humoristas, como “O Padre Apaixonado” (1982), igualmente estrelado por Palin, e “As Aventuras de Erik, o Viking” (1989), de Terry Jones. Além disso, continuou a acompanhar as turnês dos pythons, como foi registrado no célebre documentário “Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl” (1982). Paralelamente, ele ainda teve o seu próprio programa de TV, “The Innes Book of Records”, que durou três temporadas, de 1979 a 1981, antes de migrar para a programação infantil da BBC – compondo músicas e atuando em produções como a fantasia “Puddle Lane” (1985-1988) e similares por vários anos. Um de seus últimos trabalhos foi o documentário “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), uma retrospectiva da carreira dos Rutles. Relembre (ou conheça) abaixo cinco músicas dos Rutles, em clipes extraídos do telefilme clássico de 1978.

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  • Filme

    Smells Like Teen Spirit: Clipe clássico do Nirvana atinge 1 bilhão de visualizações no YouTube

    26 de dezembro de 2019 /

    Os fãs deram um presente de Natal para a banda do falecido cantor Kurt Cobain. No dia 25 de dezembro, o clipe do Nirvana “Smells Like Teen Spirit” atingiu a marca de um bilhão de visualizações no YouTube. O clipe está no portal de vídeos do Google desde 2009, mas foi originalmente lançado na MTV em 1991. Primeiro single do disco “Nevermind”, “Smells Like Teen Spirit” virou um hit improvável logo em seu lançamento, tornando-se responsável pela explosão do rock alternativo no período. Além da música contagiante, muito se fala sobre o impacto do clipe original, que marcou a estreia do diretor Samuel Bayer. A encenação pretendia mostrar um show de rock colegial que termina em anarquia e tumulto, inspirado em filmes como “A Um Passo do Abismo” (1979) e “Rock’n’Roll High School” (1978), estrelado pelos Ramones. Desde então, Bayer filmou o remake de “A Hora do Pesadelo” (2010) para o cinema e inúmeros outros clipes, trabalhando com artistas tão diferentes quanto Green Day e Maroon 5. Com a marca natalina, “Smells Like Teen Spirit” se tornou o segundo vídeo musical mais assistido dos anos 1990 no YouTube — atrás de “November Rain” (1992), dos Guns N’ Roses. Ambos, porém, estão muito atrás dos clipes mais vistos na plataforma, “Despacito” (de Luis Fonsi, com mais de 6,55 bilhões de execuções) e “Shape of you” (Ed Sheeran, com 4,51 bilhões). Relembre abaixo a anarquia e a distorção clássica do Nirvana.

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  • Filme

    Eduardo e Mônica: Filme baseado na música do Legião Urbana ganha primeiro trailer

    21 de dezembro de 2019 /

    A Gávea Filmes divulgou o primeiro trailer de “Eduardo e Mônica”, romance estrelado por Alice Braga (“A Rainha do Sul”) e inspirado na famosa música da banda Legião Urbana. A prévia destaca a diferença cultural gritante entre o casal, que também pertence a gerações diferentes, além de fazer referências às descrições contidas na canção, escrita por Renato Russo. A música, escrita por Renato Russo, conta a história de amor entre dois jovens, um vestibulando de jornalismo e uma estudante de medicina, que eram tão diferentes um do outro que se completaram. Alice Braga vive a Mônica e Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) é o Eduardo A direção está a cargo de um “especialista” em Legião Urbana, René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013), e o elenco coadjuvante também inclui um integrante daquele filme, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica” tem estreia marcada para 9 de abril.

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  • Série

    High Fidelity: Série baseada em Alta Fidelidade ganha primeiro trailer e data de estreia

    21 de dezembro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer, fotos e a data de estreia de “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Estrelada por Zoe Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a série troca o sexo e a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantém a premissa. Na trama, a atriz vive a fã de música definitiva, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. A prévia da série sugere que esse artifício foi preservado. Mesmo com várias mudanças, não dá para questionar a escalação de Zoe Kravitz no papel de enciclopédia ambulante do rock, já que ela tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de Zoë Kravitz, a atriz Lisa Bonnet, viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, que encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” será a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também inclui David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Originalmente produzida para a Disney+ (Disney Plus), a série passou para a Hulu devido ao contexto adulto, que traz diversas situações sexuais e uma protagonista que, numa das montagens do vídeo, revela-se bissexual. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Filme

    Keanu Reeves volta aos anos 1980 nas primeiras fotos de Bill & Ted 3

    17 de dezembro de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou as primeiras fotos de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. As fotos mostram que o terceiro filme voltará a juntar o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter numa cabine telefônica, e os dois terão novo encontro com a Morte, interpretada por Will Sadler. Mas há novidades. Depois de 30 anos, eles já são pais de filhas crescidas, que podem ser vistas na terceira foto, interpretadas por Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (de “SMILF”), ao lado de Scott Mescudi (“Need for Speed: O Filme”), mais conhecido como o rapper Kid Cudi. No longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é a cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e estreia marcada para agosto de 2020.

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  • Filme,  Música

    Frozen 2: Kristen Bell é a princesa Anna em novo clipe com a banda Weezer

    6 de dezembro de 2019 /

    A Disney divulgou o clipe da banda Weezer para a música “Lost in the Woods”, que faz parte da trilha sonora da animação “Frozen 2”, e conta com uma participação muito especial. O vídeo traz a banda tocando numa floresta gelada, enquanto o cantor Rivers Cuomo persegue o fantasma de uma paixão – “sem você, estou perdido na floresta” diz a letra, metáfora que o clipe transforma numa situação literal. Em seu desespero pelo coração partido, Rivers começa a ver miragens, que assumem a forma da Princesa Anna, da animação, como uma personagem de carne e osso. É quando a atriz Kristen Bell, dubladora original da heroína animada, agracia o clipe com seu sorriso. No filme, a música é entoada por Kristoff, personagem do ator Jonathan Groff. Lançado há duas semanas nos Estados Unidos, “Frozen 2” já bateu vários recordes de arrecadação, inclusive maior estreia animada mundial de todos os tempos. Mas o público brasileiro está fora dessa conta. O lançamento nacional foi marcado apenas para 2 de janeiro, última data de estreia do filme no mundo.

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  • Série

    Neta de Elvis Presley vai estrelar série como cantora de rock dos anos 1970

    3 de dezembro de 2019 /

    Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) foi confirmada no papel principal de “Daisy Jones & The Six”, nova série da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – lançado no Brasil em junho, veja a capa abaixo – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira na música, começando a participar da cena musical clássica de Los Angeles. A atriz, que é neta de Elvis Presley, já viveu uma roqueira dos anos 1970 em “The Runaways”. No filme de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã da vocalista Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia” e da série “Anne with an E”). Para completar, a atriz Reese Witherspoon (“The Morning Show”) faz parte da equipe de produção. Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon.

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  • Filme,  Série

    Joan Staley (1940 – 2019)

    29 de novembro de 2019 /

    A atriz Joan Staley, que estrelou a série clássica “77 Sunset Strip” e namorou Elvis Presley no cinema, morreu no domingo passado (24/11), aos 79 anos. Nascida Joan McConchie, ela foi uma violinista talentosa na infância, o que lhe rendeu seu primeiro papel no cinema, uma figuração como violinista prodígio em “A Valsa do Imperador” (1948), aos oito anos de idade. A pequena participação chamou atenção dos produtores de TV, que a convidaram a aparecer em vários programas de variedades. Mas, ao fazer 18 anos, decidiu trocar de carreira, abandonando a música pela atuação – além de posar para a revista Playboy como “Miss Novembro”. Em 1958, ela fez sua primeira de quatro participações na série “Perry Mason”, seguida por pequenos papéis em várias séries de TV da época, como “Laramie”, “Os Intocáveis”, “Bonanza”, “O Homem de Virgínia”, e ainda menores em alguns filmes famosos, entre eles três produções estreladas por Dean Martin – o musical “Essa Loira Vale um Milhão” (1960), a versão original de “Onze Homens e um Segredo” (1960), também com Frank Sinatra, e a comédia “A Dama da Madrugada” (1961). Ela ainda foi uma das moradoras da irmandade universitária que contratou Jerry Lewis como zelador em “O Terror das Mulheres” (1961) e figurou nos clássicos absolutos “Bonequinha de Luxo” (1961), com Audrey Heburn, e “Círculo do Medo” (1962), com Robert Mitchum. Mas os papéis só começaram a se tornar relevantes após ela entrar em “77 Sunset Strip”, em 1963, como nova secretária da agência dos detetives televisivos. Curiosamente, ela já tinha figurado na série, antes de ser integrada na 6ª e última temporada. Foi nessa época que Elvis cruzou sua vida. Assim que a série acabou, Joan participou de dois filmes do roqueiro, “Com Caipira Não se Brinca” e “Carrossel de Emoções”, ambos lançados em 1964. E acabou se destacando no segundo, como a namorada negligenciada do cantor, que chega a lhe dar um tapa na cara. Depois disso, estrelou seus primeiros filmes como protagonista feminina: a comédia “O Fantasma e o Covarde” (1966), ao lado do humorista Don Knotts, e o western “Matar ou Cair” (1966), com o mocinho Audie Murphy. Infelizmente, uma queda de cavalo nas filmagens do derradeiro lhe deixou com uma lesão nas costas, que encurtou sua carreira. Joan Staley não fez mais filmes, mas estrelou os 32 capítulos da série de comédia “Broadside”, spin-off de “A Marinha de McHale” centrada em uma unidade de marinheiras – como a sargento Roberta Love – , e teve papéis de destaque em episódios duplos das séries “Batman” e “Missão: Impossível”, antes de sumir das telas no final dos anos 1960, por ocasião de seu segundo casamento – com um executivo da gravadora MCA-Universal. Após longo hiato, voltou a ser vista num episódio de “Dallas”, seu último papel em 1982.

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    Martin Scorsese planeja documentário sobre a cena musical de Nova York dos anos 1970

    27 de novembro de 2019 /

    Martin Scorsese definiu seu próximo projeto após “O Irlandês”. Em parceria com a produtora Imagine Entertainment, do colega Ron Howard, o cineasta vai retornar aos documentários musicais para explorar o cenário artístico de Nova York nos anos 1970. Não há muitos detalhes sobre o projeto, mas o período e local são os mesmos que inspiraram Scorsese a fazer a série “Vinyl”, da HBO, com Mick Jagger. Indiscutivelmente o caldeirão mais criativo da história da música popular, a cidade de Nova York deu origem ao punk rock, à new wave, à disco music, ao rap, ao hip-hop e ao garage house quase que de forma simultânea durante a década de 1970. Ainda não há distribuidora envolvida, mas Scorsese tem realizado seus trabalhos mais recentes com a Netflix, que nesta quarta (27/11) estreou “O Irlandês” em streaming, e no começo do ano lançou o documentário musical “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”.

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