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    Filha de Elvis Presley rasga elogios para o filme “Elvis”

    16 de maio de 2022 /

    Lisa Marie Presley, a filha de Elvis Presley, usou as redes sociais para rasgar elogios ao filme “Elvis”, de Bas Luhrmann, e à performance do ator Austin Butler, que interpreta seu pai na produção. “Deixe-me dizer que é nada menos que espetacular. Absolutamente requintado”, ela escreveu sobre o filme, acrescentando que Austin Butler “canalizou e incorporou o coração e a alma de meu pai lindamente.” A filha de Elvis afirmou que a performance do ator foi “feita com precisão e respeito” e é tão perfeita que merecia um Oscar. “Se não ganhar o Oscar, eu como meu pé”. Mas os maiores elogios foram reservados para o diretor. “Você pode sentir e testemunhar o puro amor, cuidado e respeito de Baz por meu pai ao longo deste lindo filme, que finalmente é algo que eu e meus filhos e os filhos deles podemos nos orgulhar para sempre… Ela também mencionou que seus filhos se emocionaram com a sessão privada do filme e só lamentou que o filho recém-falecido, Benjamin Keough, não pudesse ter visto. “Isso parte meu coração, que meu filho não está aqui para ver. Ele teria adorado também.” “Eu não posso dizer o suficiente o quanto amo este filme e espero que vocês o amem também. Baz, seu gênio total combinado com seu amor e respeito por meu pai fez este projeto tão bonito e tão inspirador. Eu sei que estou sendo repetitiva, mas não me importo. Obrigado por esclarecer as coisas de uma maneira tão profunda e artística”, ela completou. Além de Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”), o elenco inclui Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, o empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)

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  • Música

    10 clipes: Conheça o grunge da nova geração

    15 de maio de 2022 /

    A seleção abaixo reúne 10 novos clipes de bandas independentes influenciadas pelo rock alternativo e a geração grunge, que marcou os anos 1990. O mais interessante dessa turma é que, em vez de partir para a cópia, acrescenta suas próprias marcas, com influências de outras vertentes distorcidas. Tem até cover do Nirvana soando como shoegazer. Confira. A lista é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).     | THE MYSTERINES | INGLATERRA   O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado em março passado. “Hung Up” é a segunda faixa do álbum.     | SOFTCULT | CANADÁ   Formada em Ontário por duas irmãs gêmeas, Mercedes e Phoenix Arn-Horn (ambas da banda Courage My Love), Softcult faz uma mistura ácida de grunge e shoegazer, como mostra seu cover de “Been a Son”, clássico do Nirvana. A música também exprime o feminismo da banda, ao tratar de uma garota maltratada pelo pai que preferia ter tido um filho.     | CROWS | INGLATERRA   A garage band londrina formou-se em 2015 e já tem dois álbuns. “Closer Still” faz parte do mais recente, “Beware Believers”, lançado no mês passado.     | MOMMA | EUA   Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement e Breeders. A banda californiana vai lançar seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho. “Speeding 72” é um dos singles que antecipam o disco.     | JOYCE MANOR | EUA   “Gotta Let It Go” é o single que anuncia o sexto álbum do grupo californiano, formado em 2008 durante a era do punk pop. O disco “40 oz. to Fresno” sai em 10 de junho pela célebre gravadora Epitaph, criada pelo guitarrista do Bad Religion Brett Gurewitz.     | MILLY | EUA   Mais um trio californiano, Milly também combina shoegazer e grunge – ou melhor, a versão lenta conhecida como slowcore – como seus lendários colegas da gravadora Dangerbird, Swervedriver, com quem costumam excursionar. “Illuminate” é o primeiro single do vindouro álbum de estreia, ainda sem título e previsto para o final do ano.     | SOCCER MOMMY | EUA   Sophie Regina Allison, a Soccer Mommy, nasceu na Suíça, mas foi criada em Nashville, onde começou a tocar guitarra aos seis anos de idade. Atualmente com 25 anos, ela se diz influenciada tanto por Avril Lavigne quanto Slowdive. E lança seu terceiro álbum, “Sometimes, Forever”, em 24 de junho.     | TINY STILLS | EUA   Descrevendo seu som como “bugglegrunge”, o quarteto de Los Angeles nasceu como projeto solo da cantora Kailynn West, mas evoluiu em meio à geração emo com guitarras grunge, sem perder de vista o forte apelo pop. O clipe de “Bleeding Out” evoca um trauma da cantora que foi presa sob a mira de uma arma em 2014. A música é o single inicial do terceiro álbum, ainda sem título nem previsão de estreia.     | THE SUBWAYS | INGLATERRA   O trio britânico foi formado numa garagem do sul da Inglaterra, em meio a sessões de covers de Nirvana e punk rock no começo dos anos 2000. O primeiro álbum é de 2005 e a formação original durou até 2020. Com nova baterista (Camille Phillips de The Ramonas) ao lado do guitarrista Billy Lunn e da baixista Charlotte Cooper, o trio reformulado lançou “You Kill My Cool” no mês passado, prometendo seu quinto álbum para o fim do ano.     | CAT SFX | INGLATERRA   A banda londrina liderada pela anglo-italiana Caterina Speranza busca influências entre punk rock, grunge e riot grrls, e foi “descoberta” pelo lendário produtor Alan McGee, que lança seus singles por sua novíssima gravadora, It’s Creation Baby – cujo nome remete à antiga e bem famosa gravadora de McGee, Creation Records.     | PLAYLIST |

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  • Música

    U2 faz show acústico em metrô da Ucrânia

    8 de maio de 2022 /

    O cantor Bono e o guitarrista The Edge, do U2, fizeram um show acústico gratuito em uma estação de metrô de Kiev, capital da Ucrânia, que foi improvisada como abrigo antibombas. Os dois artistas foram convidados pelo presidente Volodymyr Zelensky para uma apresentação em solidariedade ao país invadido pela Rússia. Vídeos publicados nas redes sociais mostram a dupla tocando “Pride (In the Name of Love)” e uma versão do clássico soul “Stand by You”, com a letra modificada para “Stand by You Friend” em parceria com a banda ucraniana Antytila. O vocalista da banda, que apareceu fardada ao lado de Bono e The Edge, agradeceu o apoio do U2 e do “povo irlandês” à Ucrânia, destacando que o país vive um momento “muito importante” e que a apresentação foi totalmente improvisada. “O presidente Zelensky nos convidou para uma apresentação em Kiev como uma prova de solidariedade com o povo ucraniano e é isso que viemos fazer”, explicaram os músicos nas redes sociais do U2. President @ZelenskyyUa invited us to perform in Kyiv as a show of solidarity with the Ukrainian people and so that’s what we’ve come to do. — Bono and The Edge #StandWithUkraine — U2 (@U2) May 8, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Антитіла / Antytila (@antytila_official) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Антитіла / Antytila (@antytila_official)

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  • Filme

    Elvis descobre a pelvis em cena impactante do filme de Baz Luhrmann

    6 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou uma cena completa de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A prévia mostra o começo da lenda de “Elvis the pelvis”, quando ele descobre o impacto de sua dança no público feminino, ao mesmo tempo em que o coronel Tom Parker percebe que pode transformar aquilo numa mina de ouro. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) demonstra toda a fisicalidade requerida para a cena, incorporando o jovem Elvis de corpo e alma, enquanto Tom Hanks (“Finch”) surge bastante transformado por maquiagem prostética para viver Parker, o empresário do Rei do Rock. O elenco da produção também destaca Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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  • Música,  Série

    Série dos Sex Pistols ganha trailer impactante

    3 de maio de 2022 /

    A FX Networks divulgou os pôsteres internacionais e o primeiro trailer de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). A prévia apresenta uma recriação detalhista da época em que o punk britânico explodiu, além de um resumo dos planos do empresário Malcolm McLaren para transformar a banda num fenômeno cultural e imagens impactantes de rock e caos. A série vai contar a história da banda responsável pela revolução do punk rock a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, responsável por um filme neste mesmo período, “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – e também retratará a vida em Londres em meados dos anos 1970, destacando a trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como Malcolm McLaren, Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” vai estrear em 31 de maio nos EUA, com o lançamento de todos os episódios pela plataforma Hulu. No Brasil, a atração será lançada pela Star+, em dada ainda não definida.

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  • Filme,  Música

    Ric Parnell (1952-2022)

    2 de maio de 2022 /

    O músico Ric Parnell, que interpretou o baterista da banda fictícia Spinal Tap no clássico “mockumentary” de heavy metal de 1984 “Isto é Spinal Tap”, morreu nesta segunda (2/5) aos 70 anos. A informação foi divulgada por seu colega de banda e filme, Harry Shearer, que não deu maiores detalhes, lembrando nas redes sociais que “ninguém tocou rock mais pesado”. Spinal Tap foi um grupo de heavy metal formado por atores que também eram músicos: Michael McKean (intérprete do cantor e guitarrista David St. Hubbins), Harry Shearer (como o baixista Derek Smalls), Christopher Guest (o guitarrista solo Nigel Tufnel), David Kaff (o tecladista Viv Savage) e Ric Parnell (o baterista Mick Shrimpton). E durante anos muita gente acreditou que eles eram uma banda 100% real. Os três primeiros atores-músicos foram quem tiveram a ideia e escreveram o roteiro do filme, dirigido pelo genial Rob Reiner (“A Princesa Prometida”), com o objetivo de satirizar os bastidores de uma turnê de rock. Só que os artistas se mostraram tão comprometidos com seus papéis que chegaram a se juntar numa turnê de verdade, logo após fazerem o filme, abrindo shows para a banda psicodélica Iron Butterfly. Esta brincadeira ajudou a confundir o público, que passou a crer que a comédia era um documentário de verdade. Uma piada recorrente do filme era que todos os bateristas anteriores do grupo morreram por combustão espontânea – e embora Parnell apareça ao longo do filme, ele também entra em combustão espontânea no final. Além do filme, Parnel também gravou bateria no disco da trilha sonora que acompanhou o lançamento, bem como num segundo álbum da banda fictícia. De fato, Spinal Tap acabou virando mesmo uma banda, de tanto que pediam para os artistas se apresentarem juntos. A primeira reunião pós-filme foi para uma participação no humorístico “Saturday Night Live” em 1984. Eles resolveram testar a popularidade na citada turnê da mesma época. Mas a aclamação não lhes permitiu abandonar os palcos. Eles aceitaram convites para voltar a se reunir em mais duas turnês, uma no início dos anos 1990 e outra em 2001. Como o personagem de Parnell havia morrido no filme, ele apareceu nos shows como o irmão do baterista original, Ric Shrimpton. A última apresentação da banda foi em 2019, durante uma homenagem ao aniversário de 35 anos do filme no Festival de Tribeca em Nova York, quando o trio central se juntou a Elvis Costello para um set acústico. Como os outros membros do Spinal Tap, Parnell era um músico genuíno. Nascido Richard J. Parnell em Londres, ele era filho do baterista de jazz e band leader Jack Parnell, e chegou a tocar na banda de rock progressivo Atomic Rooster no início dos anos 1970. Ele também tocou bateria no hit “Mickey”, de Toni Basil, um dos maiores sucessos musicais do ano de 1982, além de ter gravado com Jon Anderson (da banda Yes), Ravi Shankar e Wayne Kramer (da banda MC5). Morador da cidade de Missoula, no estado de Montana, Parnell apresentava ultimamente um programa de rádio semanal chamado “Spontaneous Combustion” (Combustão Espontânea).

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  • Música

    Atriz de “Annabelle 3” arruína Nirvana em clipe de rock

    23 de abril de 2022 /

    A atriz mirim Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) cresceu e agora ataca de roqueira. Ela virou cantora e chegou a ter uma música incluída na trilha de um de seus filmes mais recentes, “Ghostbusters: Mais Além”. Lançado nesta semana, “You Ruined Nirvana” é seu terceiro clipe – e a primeira gravação de rock, após duas baladinhas. A letra fala de um ex-namorado que estragou Nirvana, porque sempre que ela ouve as músicas da banda lembra da má relação que teve com ele. Há também algumas citações ao repertório de Kurt Cobain. Mas a verdade é que o som está mais para fã de Avril Lavigne ou Olivia Rodrigo. A banda feminina que aparece acompanhando a atriz no vídeo ainda inclui Shay Rudolph, atriz de “O Clube das Babás”, como guitarrista.

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  • Filme

    Chico Science vai virar filme

    23 de abril de 2022 /

    A história de Chico Science, líder da Nação Zumbi morto em 1997, vai virar filme. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, há negociações avançadas para o lançamento da produção numa plataforma de streaming. A direção está a cargo de Pedro Von Kruger (“Um Dia Qualquer”), que também assina o roteiro com Felipe Nepomuceno. Os dois trabalharam juntos nos curtas documentais “A Incrível Volta ao Mundo do Tricolor Suburbano” (2013) e “Caetana” (2014). Recentemente, a música “Monólogo ao Pé do Ouvido”, de Chico Science e a Nação Zumbi, ganhou destaque no filme e em trailers de “Marighella”. Veja abaixo, uma performance ao vivo da cançã no Central Park, em Nova York.

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    10 clipes: Conheça a nova geração shoegazer

    17 de abril de 2022 /

    A seleção de clipes de rock independente desta semana reúne novos lançamentos de shoegaze e dreampop, gêneros que marcaram os anos 1990 com muita microfonia e vozes angelicais, num resgate feito por artistas que, em sua maioria, nem eram nascidos quando My Bloody Valentine transformou o rock murmurado ensurdecedor em hit dançante. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).   HATER | SUÉCIA Na ativa desde 2016, a banda sueca liderada por Caroline Landahl é conhecida por seu shoegaze de levada pop, ao estilo de Lush. A música “Far From a Mind” acrescenta influência de Sonic Youth à sua versão do rock indie dos anos 1990, em antecipação a seu segundo álbum, “Sincere”, que tem lançamento marcado para 5 de maio.   CIEL | INGLATERRA Formada em Brighton, na costa inglesa, do encontro de três músicos de diferentes países – a cantora Michelle Hindriks tinha até carreira solo na Holanda – , a banda começou com baladas de dreampop antes de lançar “Fine Everything”, em que abraça o shoegaze. A música faz parte do terceiro EP do trio, que ainda não tem previsão de lançamento.   WOMBO | EUA O trio do Kentucky se destaca pelos vocais twee de Sydney Chadwick, que evocam uma sensação etérea ao colidirem com a parede de guitarras de Cameron Lowe – ex-integrante da banda punk Debauchees. A formação com o baterista Joel Taylor é de 2016. Já “One of This” é sua guinada shoegaze após o EP pós-punk “Keesh Mountain” do ano passado.   WHIMSICAL | EUA Veteranos da turma, o quarteto de Indiana lançou seu primeiro álbum em 2000 – o cultuado “Setting Suns Are Semi-Circles”. Depois de implodir em 2005, volta a ativa junto da redescoberta do shoegaze pela nova geração. “Rewind” é a música que abre seu novo disco, “Melt”, lançado há duas semanas.   SUGAR FOR THE PILL | GRÉCIA Apesar de formada só há dois anos, a banda de Atenas já tem um álbum, “Wanderlust”, lançado no mês passado. Com melodias etéreas e um vídeo repleto de coreografias, “Quicksand” foi o segundo single do grupo.   KRAKÓW LOVES ADANA | ALEMANHA A dupla forjada nos clubes de Hamburgo resolveu revistar três músicas de seu mais recente álbum eletrônico (“Follow The Voice”), trocando a proeminência dos sintetizadores por guitarras. “Open The Door” é a versão etérea de “Dream House” e o destaque do novo EP “Swim In The Blue”, numa guinada sonora radical que pode influenciar futuros trabalhos.   HATCHIE| AUSTRALIA Harriette Pilbeam, a cantora e baixista australiana conhecida pelo apelido Hatchie, lança seu segundo álbum solo na próxima sexta (22/4). “This Enchanted” é a segunda faixa de “Giving the World Away”, e sua combinação de guitarras e sintetizadores é o dreampop mais dançante da atualidade. Todo o disco foi composto em parceria com Joe Agius, líder da banda Rinse, que, inclusive, conta com Hatchie entre seus integrantes.   BLUSHING | EUA Faixa exemplar do dreampop da banda texana, “Ours” evoca tanto Cocteau Twins quanto My Bloody Valentine. A música faz parte do segundo álbum, “Possessions”, lançado há dois meses com contribuições de ícones do gênero das cascatas elétricas de guitarras. A produção é de Elliott Frazier (Ringo Deathstarr), a masterização de Mark Gardener (Ride) e o disco ainda inclui uma colaboração com Miki Berenyi (Lush).   AVALYN | INGLATERRA Mark Gardener também trabalhou em “When We Were Nothing”, primeiríssimo single do quarteto shoegazer de Liverpool. E o resultado parece Ride mesmo, inclusive na apresentação visual.   JUST MUSTARD | IRLANDA O quinteto irlandês lançou seu álbum de estreia em 2018, explorando o lado mais melancólico do dreampop, com baladas de guitarras infinitas. “Mirrors” é o primeiro single de “Heart Under”, o segundo álbum, previsto para 27 de maio.     | PLAYLIST |

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    Jack White se casa com Olivia Jean em palco de show lotado

    9 de abril de 2022 /

    O cantor Jack White (que coestrelou “Cold Mountain”) teve uma agenda cheia na sexta-feira (8/4): lançou um novo álbum solo (“Fear of the Dawn”), interpretou o Hino Nacional num jogo de beisebol, iniciou uma turnê e, como bis, casou-se no palco de um show lotado diante dos fãs. White se casou com Olivia Jean, cantora revelada por seu selo Third Man, que fez o show de abertura na estreia da nova turnê do roqueiro, no palco do Masonic Temple Theatre, em Detroit, cidade natal do casal. O pedido de casamento foi feito de surpresa por White no meio de “Hotel Yorba”, que contou com participação de Jean nos vocais. A letra da música tem uma passagem que diz “Vamos nos casar”, o que foi a deixa de White para que a banda parasse de tocar e ele fizesse o pedido: “Tenho uma perguntinha para você, Olivia Jean. Você quer se casar comigo?”. Depois que ela sinalizou um sim entusiasmado, com o rosto coberto de lágrimas, eles terminaram a canção e White carregou sua noiva para fora do palco. Minutos depois, eles voltaram ao palco para um bis que incluiu uma cerimônia de casamento. O co-fundador da gravadora Third Man, Ben Swank, presidiu a cerimônia, e os baixistas das bandas de White e Jean serviram como padrinho e madrinha da cerimônia. Além disso, a mãe de White e o pai de Jean também subiram ao palco. Este foi o terceiro casamento de White, que já foi casado com a baterista do White Stripes, Meg White, e a modelo Karen Elson, que também gravou para a Third Man. A lua de mel vai acontecer na estrada, porque a turnê de White tem datas consecutivas marcadas até 1º de maio, antes da primeira folga na agenda. Um vídeo gravado por um fã e postado no YouTube mostrou o momento do pedido de casamento e o final da cerimônia. Confira abaixo.

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    Pink Floyd lança primeira música inédita em 28 anos

    7 de abril de 2022 /

    A banda Pink Floyd lançou sua primeira música inédita em 28 anos em apoio à Ucrânia, país que está sendo destruído por tropas militares da Rússia. Intitulada “Hey Hey Rise Up”, a gravação ganhou um clipe com direção de Mat Whitecross (do filme “Spike Island” e de muitos clipes da banda Coldplay) e todos os lucros de suas visualização e comercialização serão destinados para a população ucraniana. O guitarrista David Gilmour, de 76 anos, o baterista Nick Mason, 78, o baixista Guy Pratt, 60, e o tecladista Nitin Sawhney, 57, se juntaram em uma sessão de gravação secreta em 30 de março para realizar o trabalho. Apenas os dois primeiros fizeram parte da era de ouro da banda, cujo último álbum, “The Division Bell”, foi lançado em 1994. A música conta com participação do cantor ucraniano Andriy Khlyvnyuk, da banda Boombox, que desistiu de sua turnê nos Estados Unidos para lutar por seu país. Recentemente, ele publicou no Instagram um vídeo em que aparece uniformizado e armado na Praça Sofiyskaya, em Kiev, cantando sem acompanhamento a música de protesto de guerra “The Red Viburnum In The Meadow”. Gilmour já tinha tocado com a banda de Khlyvnyuk em 2015, em um show beneficente em Londres, e ao ver o vídeo da rede social o procurou com a ideia da parceria. Como resultado do contato, a interpretação do Instagram acabou incorporada em “Hey Hey Rise Up”. “Espero que a música receba amplo apoio e publicidade. Queremos arrecadar fundos para instituições de caridade humanitárias. Queremos expressar nosso apoio à Ucrânia e, dessa forma, mostrar que a maior parte do mundo pensa que é totalmente errado uma superpotência invadir um país democrático e independente”, disse David Gilmor, que tem uma nora e netos ucranianos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Андрій Хливнюк (@andriihorolski) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pink Floyd (@pinkfloyd)

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    Série sobre os Sex Pistols ganha primeiro teaser

    6 de abril de 2022 /

    A FX Networks divulgou o primeiro teaser de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). As imagens apresentam o clima e a recriação da época em que o punk britânico explodiu. A série vai contar a história do grupo a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, roteirista que já abordou este mesmo período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” vai estrear em 31 de maio nos EUA, com o lançamento de todos os episódios pela plataforma Hulu, e será lançada no Brasil pela Star+, em dada ainda não definida.

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    Imagine Dragons lança clipe com zumbis dançantes

    6 de abril de 2022 /

    Os zumbis dançantes de “Thriller” estão de volta, agora no clipe de “Bones”, nova gravação da banda Imagine Dragons. Dirigido por Jason Koenig, que já filmou sete clipes de Ed Sheeran e uma dezena de vídeos com Macklemore, a produção mostra como o trabalho num escritório de finanças transforma todo mundo em zumbis. Feita pra pular, a música preserva as características da banda, que segue a tendência de “nu metal” eletrônico aberta pelo Linkin Park, e faz parte do vindouro álbum duplo “Mercury – Acts 1 & 2”, com lançamento previsto em 1º de junho.

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