Playlist Moderna: Veja 50 clipes com o melhor do rock alternativo atual
A Playlist Moderna é uma seleção mensal com os principais lançamentos recentes do lado B do YouTube. São 50 clipes de tendências alternativas, com ênfase em novidades das últimas semanas. A relação atual traz apenas bandas de rock alternativo, especialmente artistas influenciados por tendências dos anos 1990, como shoegazer, dreampop, Britpop e grunge. Mas também há uma boa dose de psicodelia sessentista e hard rock cabeludo na reta final. Começando com Speedy Ortiz, Bleach Lab, My Ugly Valentine e outras bandas com vocalistas femininas, que exploram uma evolução do shoegazer com influência da cena indie dissonante americana de 30 anos anos atrás, o rock de guitarras guinchantes logo desembarca no neogrunge, antes de fazer uma curva pelo dreampop e se aprofundar no revival Britpop atualmente em curso no Reino Unido, com mais de uma dezena de bandas, desde a já estabelecida The Institutes até a estreante Rosellas. Vale notar que a veterana Kula Shaker, da era Britpop original, pegou carona nessa onda nostálgica pelo som de bandas novecentistas e retorna com música inédita. Na lista de ressuscitados, também chama atenção o retorno do Drop Nineteen, uma das bandas da pequena cena shoegazer americana dos 1990. Como o Britpop já era considerado um revival da música britânica da era dos Beatles, a seleção aproveita a ponte para concluir com numa viagem lisérgica por novos artistas psicodélicos e bandas de hard rock, com clipes inspirados no visual retrô de 50 anos atrás. Nessa última etapa do mix estéreo, a maior curiosidade fica por conta de uma versão quase irreconhecível de “Love Buzz”, do Nirvana, tocada pela banda The Shivas. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge – , visando encaixar uma sequência que ressalte a impressão de videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). Speedy Ortiz | Bleach Lab | Seaside | My Ugly Clementine | Rodeo Boys | Coach Party | Площа Устриць | Truth Club | Sub Cultures | Virgins | Mother Tongues | Futureheaven | Skating Polly | Lime Garden | 7ebra | Softcult | Drop Nineteens | Beach Fossils | Kula Shaker | Pleasure Pill | Stanleys | Rosellas | Rolla | Guest Directors | The Institutes | Cressa | Nitefire | Noise | The Covasettes | Pet Fox | Daiistar | Jättedam | Shambolics | Wyld Gooms | Grandmas House | Taleen Kali | The Shivas | The Velveteers | Lucifer | Starbenders | Nobro | Birgit Jones | Vulvarine | Mannequin Pussy | Blood Ceremony | Night Beats | Bombay Bicycle Club | Mapache | Diamond Hands | The Kobras
Cachorro invade estádio para assistir a show do Metallica
O rock do Metallica é bom pra cachorro. E uma fã canina pode atestar. Um show recente da banda, realizado em 25 de agosto na Califórnia, contou com a presença especial de Storm, uma cachorrinha fujona, que invadiu o SoFi Stadium, na região de Los Angeles, e se acomodou na plateia, assistindo de poltrona a apresentação. O fato chamou ganhou a atenção da banda, que publicou uma foto da cachorrinha, sentada num assento do estádio durante o show, em suas redes sociais. Segundo a banda, Storm mora nas imediações e, sozinha, conseguiu entrar no local. Na ocasião, o estádio bateu recorde de público — foram cerca de 78 mil pessoas, registrou o jornal Los Angeles Times. Metallica brinca com situação Na publicação no Instagram, a banda brincou com o acontecimento e mudou os nomes de suas músicas para refletir o gosto canino. “Depois de uma noite inteira assistindo ao show com sua família Metallica, Storm se reuniu com sua família real no dia seguinte. Ela se divertiu muito ouvindo suas canções favoritas, incluindo ‘Barx Æterna’ [em alusão a ‘Lux Æterna’], ‘Master of Puppies’ [em referência a ‘Master of Puppets’] e ‘The Mailman That Never Comes’ [‘The Day That Never Comes’].” Cães não devem ir a shows A banda, porém, alertou que os fãs não devem levar cachorros a seus shows. “Mas essa cachorra com certeza teve o dia dela”, concluiu o texto. A observação é importante, porque cães têm audição aguçada e sofrem com barulho. Além disso, podem ficar desconfortáveis em meio à multidão, com risco de se tornarem agressivos, desorientados, trêmulos e até de se machucarem ao correr ou buscar abrigo. Storm, no entanto, parece não ter se incomodado com o rock pesado e a animação do público. O final feliz da cachorrinha Após a história vir à tona, um ONG de proteção animal publicou que a cadela teria sido abandonada no estádio e seria colocada para adoção, descrevendo-a como sociável e doce. Mas, no dia seguinte, os tutores identificaram Storm pelas fotos compartilhadas no estádio, contaram que ela havia escapado e conseguiram levá-la de volta para casa. Os tutores publicaram uma foto da cachorra já em casa, agradecendo seu resgate. “Nosso bebê está em casa e seguro. Obrigado, pessoal.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Metallica (@metallica)
Conheça quem são as roqueiras da banda de Demi Lovato
O show de Demi Lovato chamou atenção por apresentar uma banda feminina com visual e som de roqueiros. E o quarteto é composto por instrumentistas bem famosas. O show teve uma substituição na banda original. Rainha dos solos de guitarra, Nita Strauss, da banda de Alice Cooper, foi trocada por Constance Antoinette, integrante da banda Aesthetic Perfection, que também se apresenta com o cantor Adam Lambert, substituto de Freddie Mercury no Queen. Além de acompanhar Demi, a baixista Leanne Bowes toca na banda Big Time Rush e com a cantora/atriz Dove Cameron. Na banda de Demi, ela acumula as funções de diretora musical e de turnê, graças à sua formação universitária em marketing. Ela também tem um carreira solo, tendo lançado seu primeiro single no ano passado sob o pseudônimo Badways. Já a baterista Brittany Nicole Bowman ficou conhecida por vídeos de covers no YouTube e Instagram, antes de começar a tocar com Royal And The Serpent. Para completar, a tecladista Dani McGinley é uma das instrumentistas de estúdio mais requisitadas de Los Angeles, com 15 anos de experiência no setor. Ela também toca em turnês do ex-One Direction Niall Horan e Marina and the Diamonds. A primeira vez que o grupo original, com Nita Strauss, se apresentou ao vivo foi no programa de Jimmy Fallon em agosto do ano passado e, até o The Town, o maior público para o qual se apresentaram tinha sido o Rock in Rio.
Cantor americano Jimmy Buffett morre aos 76 anos
O cantor Jimmy Buffett, um dos nomes mais emblemáticos da música norte-americana, faleceu na noite de sexta-feira (1/9) aos 76 anos. A informação foi divulgada por meio de seu perfil em uma rede social. “Jimmy faleceu pacificamente na noite de 1º de setembro, cercado por sua família, amigos, música e cachorros”, informou o comunicado oficial, sem revelar a causa da morte. Nascido em 25 de dezembro de 1946, em Pascagoula, Mississippi, Buffett teve um começo de carreira modesto. Mudou-se para Nashville após concluir a faculdade e trabalhou inicialmente com uma banda cover. Embora seu álbum de estreia, “Down to Earth”, de 1970, não tenha conquistado grande público, o artista não desistiu. Praia, margaritas e sucesso Foi apenas após mudar-se para Key West, Flórida, que Buffett começou a criar a persona relaxada à beira-mar pela qual ficou conhecido. Em 1973, lançou “White Sport Coat and a Pink Crustacean”, álbum que iniciou sua ascensão. Mas o almejado estouro comercial só veio no sexto álbum, “Changes in Latitudes, Changes in Attitudes”, lançado em 1977. A faixa “Margaritaville”, inclusa no disco, passou 22 semanas no Billboard Hot 100 e entrou para o Hall da Fama do Grammy. Graças a “Margaritaville”, o cantor tornou-se também um empreendedor bem-sucedido. A canção originou uma cadeia de restaurantes e hotéis temáticos. Além disso, Buffett lançou várias linhas de roupas e livros ao longo de sua carreira. Buffett teve outros hits notáveis, como “It’s 5 O’Clock Somewhere” e “Cheeseburger in Paradise”, além de sucessos em colaborações com artistas renomados, entre eles Zac Brown Band em “Knee Deep” e um projeto conjunto com Clint Black, Kenny Chesney, Alan Jackson, Toby Keith e George Strait, que gerou a canção “Hey Good Lookin’”. Doença não especificada O artista havia revelado mais cedo este ano que havia sido hospitalizado devido a uma doença não especificada. “Envelhecer não é para os fracos, eu lhes garanto”, escreveu em uma postagem em rede social. Ele deixa esposa e três filhos.
Jack Sonni, ex-guitarrista do Dire Straits, morre aos 68 anos
O guitarrista Jack Sonni, ex-integrante da banda Dire Straits, morreu na quinta-feira (31/8), aos 68 anos. A informação foi confirmada no perfil oficial do grupo musical nas redes sociais, mas a causa da morte não foi revelada. Multi-instrumentista, Sonni nasceu em 1954 em Indiana, Pensilvânia, e começou a se dedicar à música ainda na infância. Depois de aprender piano e trompete, ele começou a tocar guitarra aos 14 anos. Sua paixão pelo instrumento o levou a abandonar o curso de Literatura na Universidade de Connecticut para entrar no Conservatório de Música de Hartford. Em 1978, quando trabalhava em uma loja de guitarras em Manhattan, Nova York, ele conheceu os irmãos Mark e David Knopfler, que tinham fundado a banda britânica no ano anterior. O encontro rendeu amizade e um convite para Sonni entrar na banda em 1985, substituindo o guitarrista Hal Lindes durante as gravações do álbum “Brothers in Arms”, o maior sucesso da história da banda – e disco mais vendido de todos os tempos no Reino Unido. Sonni seguiu no grupo na turnê do álbum, que permaneceu por nove semanas em primeiro lugar no Billboard Top 200 e vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo, puxado por hits como “Money for Nothing”, “So Far Away”, “Walk of Life” e a faixa-título. Durante o período em que passou no grupo, Sonni ficou carinhosamente conhecido como “o outro guitarrista”, numa referência a Mark Knopfler, guitarrista principal. Das suas contribuições para “Brothers in Arms”, uma das mais conhecidas é a guitarra sintetizada de “That Man’s Too Strong”. Entretanto, após a turnê de lançamento do álbum, que incluiu o show histórico no Live Aid com participação de Sting, ele saiu da banda. O cantor e compositor Mark Knopfler, líder do Dire Straits, lamentou a morte do artista: “Uma triste despedida do nosso velho amigo. Jack era um verdadeiro entusiasta da guitarra, que adorava tocar, improvisar e conversar sobre guitarras e amplificadores o dia todo”. Veja a apresentação da banda no Live Aid, em 1985.
Filha de Michael Jackson vira roqueira grunge feminista
Conhecida por sua versatilidade como modelo, atriz, ativista e cantora, Paris Jackson agora é também um roqueira grunge feminista. Ela gravou sua nova música, “Hit Your Knees”, com uma equipe formada só por mulheres, da composição à mixagem, e lançou o clipe na sexta-feira (25/8) com imagens em que aparece de guitarra em punho e cabelão caído sobre o rosto. O vídeo também evoca as críticas à religião de “Like a Prayer”, o hit que deixou Madonna em apuros com a Igreja católica nos anos 1980. O contexto, porém, é diferente. Diferentes religiões são retratadas como último recurso para viciados. No clipe, a cantora treme e passa mal de abstinência num banheiro, ao tentar se livrar da dependência química. O desespero a faz questionar a existência de Deus. Com sonoridade de rock alternativo, a música foi composta por Linda Perry, mais lembrada como vocalista da banda grunge 4 Non Blondes, mas que desde então virou produtora de sucesso, gravando cantoras tão diferentes quanto Christina Aguilera e Courtney Love. Apesar de Paris ter se aventurado no folk pop e ter um perfil mais próximo de Aguilera, a atual fase de sua carreira se aproxima mais de Love. Recentemente, ela revelou a faixa “Band Aid” que parece uma canção do Hole, antiga banda da viúva de Kurt Cobain. Paris, que nasceu em 1998, depois da era grunge, conheceu a nova parceira musical durante um evento recente da iniciativa EqualizeHer, co-fundada por Perry e Alisha Ballard. O projeto busca combater a desigualdade de gênero na indústria musical e inspirou a filha de Michael Jackson a trabalhar apenas com mulheres na gravação. Para completar essa fase roqueira, Paris está fazendo os shows de abertura da turnê da banda de rock pesado Incubus nos EUA. Ela ainda não revelou planos para o lançamento de um álbum dessa fase, bem diferente da incursão folk pop de “Wilted”, de 2020.
Teaser apresenta versão de cinema da banda Mamonas Assassinas
O filme dos Mamonas Assassinas ganhou seu primeiro teaser, apresentando rapidamente a versão da banda vivida por atores. Originalmente planejada como uma minissérie da Record TV, a produção vai chegar primeiro ao cinema, no começo de 2024. Intitulado “Mamonas Assassinas – O Filme”, o longa irá contar a trajetória de uma das bandas mais amadas do Brasil, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes – em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. Projeto original O projeto original foi criado por Carlos Lombardi – dramaturgo de grandes sucessos como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e foi escrito pelo repórter Carlos Amorim. A direção é de Edson Spinello, que já comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e com o lançamento da versão em longa-metragem fará sua estreia no cinema. A produção vai mostrar a vida dos cinco integrantes da banda antes da fama, as dificuldades no início da carreira, a formação do grupo e o sucesso meteórico, preferindo focar nos desafios dos amigos de Guarulhos que foram catapultados para a fama do que no trágico acidente aéreo. Elenco estreante Para o elenco principal, o projeto apostou em atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. O cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que chegou a integrar o elenco do musical dos Mamonas, iria interpretar o guitarrista Bento, mas foi substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, de 17 anos, tocará em cena a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que irá estrear como atriz é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, de 20 anos. Ela irá interpretar Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula quase 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”. “Mamonas Assassinas – O Filme” tem estreia marcada para 28 de dezembro nos cinemas.
Bernie Marsden, guitarrista original do Whitesnake, morre aos 72 anos
Bernie Marsden, um dos guitarristas mais icônicos do rock e ex-integrante da banda Whitesnake, morreu aos 72 anos na quinta-feira (24/8). A família do músico informou que ele faleceu ao lado de sua esposa, Fran, e das filhas, Charlotte e Olivia. “Bernie nunca perdeu a sua paixão pela música, por escrever e gravar novas músicas até o final”, declarou a família. David Coverdale, ex-companheiro de banda, também prestou sua homenagem. “Acordei com a terrível notícia de que meu velho amigo e ex-companheiro de banda, Bernie Marsden, faleceu”, escreveu. “Um homem genuinamente engraçado e talentoso, que tive a honra de conhecer e dividir o palco”. A trajetória de Marsden Nascido em Buckingham, na Inglaterra, em 1951, Bernie Marsden iniciou sua carreira profissional no mundo da música em 1972 com a banda UFO. Antes de alcançar a fama com o Whitesnake, ele já mostrava seu talento em grupos como Paice Ashton Lord, ao lado de integrantes do Deep Purple, e no Wild Turkey. Em 1978, ele co-fundou o Whitesnake ao lado de David Coverdale. A parceria entre os músicos resultou em um EP, cinco álbuns de estúdio e um álbum ao vivo, dos quais saíram hits como “Here I Go Again” e “Fool for Your Loving”, trazendo sua assinatura. Apesar da fama adquirida com a banda, Marsden enfrentou desafios financeiros mesmo durante o auge de sua carreira. “Tudo o que eu ganhava era um pequeno salário mensal. Não importava se fizemos 10 ou 29 shows, o dinheiro era o mesmo”, revelou o guitarrista, enfatizando questões de gestão no Whitesnake, que o levaram a romper com Coverdale. Após abandonar o Whitesnake, Marsden formou e tocou em várias outras bandas influentes como Alaska e The Moody Marsden Band. Além disso, continuou a construir seu repertório solo, que teve início durante seus dias com o Whitesnake. A lista repleta de estrelas de colaboradores do guitarrista também inclui nomes como Robert Plant, Paul Weller, Jon Lord, Ringo Starr, Rory Gallagher, Jack Bruce e Warren Haynes, que fãs de rock tremem só de pronunciar. Bastante ativo no cenário musical, o guitarrista ainda gravava de forma intensa. Ele chegou a lançar dois álbuns em 2021 e mais um em 2022 como parte de sua série de LPs chamada “Bernie’s Inspiration Series”. No ano passado, porém, começou a sofrer problemas de saúde, foi submetido a uma cirurgia e adoeceu com desidratação aguda. “Suponho que estou orgulhoso de tudo que aconteceu”, diz uma citação em seu site oficial. “Afinal, eu só queria viver de tocar guitarra.” Good Morning…I’ve just woken up to the awful news that my old friend & former Snake Bernie Marsden has passed. My sincere thoughts & prayers to his beloved family, friends & fans. A genuinely funny, gifted man, whom I was honored to know & share a stage withRIP, Bernie XXX pic.twitter.com/KXwsDEICN6 — David Coverdale (@davidcoverdale) August 25, 2023
Yeah Yeah Yeahs substitui Queens of the Stone Age no festival The Town
Além de Liam Payne, a banda Queens of the Stone Age também cancelou sua participação no festival The Town, citando recomendações médicas como impedimento para a viagem até o Brasil. Mas os fãs de rock alternativo não podem reclamar. É a que produção trocou rapidamente a atração por um show do Yeah Yeah Yeahs no dia 9 de setembro. As duas bandas já são conhecidas dos palcos brasileiros, mas o Yeah Yeah Yeahs será uma adição curiosa ao line-up roqueiro do evento, já que seu som mais dissonante se aproxima mais do Garbage que do Foo Fighters. A banda da vocalista Karen O vai tocar entre as duas atrações no Palco Skyline, o principal do evento. A banda já se manifestou nas redes sociais para comemorar a ida ao Brasil. “Faz dez longos anos, mas a espera está quase acabando. YYYs está vindo ao Brasil… em breve! Estamos animados para tocar com nossos amigos rockers do Foo Fighters e do Garbage”. It’s been ten long years but the wait is almost over. YYYs are Coming to Brazil…soon! Excited to be playing with our friends and rockers @foofighters and @garbage at @thetownfestival September 9th. 🫶🇧🇷💥 pic.twitter.com/QPQH5PEYui — Yeah Yeah Yeahs (@YYYs) August 25, 2023
L7 fará show único em São Paulo em outubro
A banda de rock L7, que explodiu durante o movimento grunge do início da década de 1990, anunciou seu retorno ao Brasil. A banda vai se apresentar em 20 de outubro, em São Paulo, no Carioca Club. A apresentação contará com sucessos de toda a carreira do grupo, que volta ao Brasil após se apresentar no auge da carreira com Nirvana, no Hollywood Rock de 1993, e ter feito uma turnê nacional em 2018, logo após reviverem a banda. Desde que voltaram a tocar juntas em 2014, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) lançaram o álbum “Scatter the Rats” (2019). Mas no ano passado a banda fez uma turnê em comemoração ao 30º aniversário de seu disco mais famoso, “Bricks Are Heavy”, o terceiro de sua trajetória, lançado em 1992. O repertório tem como base hits como “Pretend We’re Dead”, “Everglade” e “Shitlist”. O show em São Paulo será aberto por duas bandas punks clássicas: Cólera e Mercenárias.
Dolly Parton junta Paul McCartney e Ringo Starr em seu primeiro disco de rock
A lendária cantora country Dolly Parton reuniu os dois Beatles vivos para acompanhá-la em uma nova gravação do clássico hit da banda “Let It Be”. Paul McCartney contribuiu com vocais e piano, enquanto Ringo Starr tocou bateria na versão de Parton, que ainda contou com Peter Frampton na guitarra e Mick Fleetwood na percussão adicional. “Let It Be” é a mais recente canção a ser revelada antes do lançamento do próximo da cantora de 77 anos, “Rockstar”, que ela está promovendo como seu primeiro “álbum de rock”. Com lançamento previsto para 17 de novembro, o disco conta com dezenas de convidados famosos. A lista impressionante inclui Elton John, Debbie Harry, Pink, Sting, Stevie Nicks, Lizzo, Simon Le Bon, John Fogerty, Pat Benetar, Melissa Etheridge, Brandi Carlile, Sheryl Crow, Michael McDonald, Richie Sambora, Steve Perry, Ann Wilson e os Jordanaires. O disco terá ao todo 30 músicas, sendo 9 originais e as outras 21 covers de clássicos de rock. O lançamento reflete uma promessa de Parton de fazer um álbum temático de rock depois de ser incluída no Rock & Roll Hall of Fame sem nunca ter sido conhecida pelo gênero musical. A ícone do country disse que se sentiria melhor com sua inclusão se tivesse um verdadeiro álbum de rock em seu nome. Com o lançamento de “Let It Be”, Parton declarou: “O que seria melhor do que cantar ‘Let It Be’ com Paul McCartney, que escreveu a música? Não só isso, ele tocou piano! Bem, fia ainda melhor quando Ringo Starr entra na bateria, Peter Frampton na guitarra e Mick Fleetwood tocando percussão. Quer dizer, sério, pode ficar melhor do que isso? Obrigada, rapazes!”. Ouça a versão de Dolly Parton para a música dos Beatles.
Supla é um capacho em novo clipe animado
O cantor Supla soltou nesta sexta (18/8) um novo clipe de seu álbum “Punks de Boutique”. O vídeo traz uma animação do cartunista Leandro Franco, que também é roqueiro – do Asteroides Trio – , para a música “Eu Sou um Capacho”. A animação não é para crianças, embora Supla tenha brincado num teaser chamando os kids para ver o resultado. Assim como o clipe anterior “Transa Amarrada”, o trabalho embute uma temática BDSM, com cenas de fetiche, que refletem o teor da letra. Um detalhe curioso é que a voz feminina ouvida no final, dizendo “Esse é o meu capacho”, é da própria namorada do cantor, Nathalia Mastrobiso. Carreira em alta O álbum “Punks de Boutique”, 18º da longa carreira do cantor, tem feito mais sucesso que os anteriores nas plataformas de música. Ele traz 12 canções, incluindo um cover punk rock de “As It Was”, hit de Harry Styles. Sete faixas já ganharam clipes, com destaque para “Eu Não Sou Poeta”, cujo vídeo lançado em abril já alcançou mais de 1,3 milhões de visualizações no YouTube.
“Besouro Azul” e “Fale Comigo” chegam ao cinema
Dois grandes lançamentos dividem as salas nesta quinta-feira (17/8), o novo filme de super-herói “Besouro Azul” e o elogiado terror “Fale Comigo”, que vão disputar o público de cerca de mil salas. Os demais lançamentos, incluindo a comédia nacional de apelo popular “Vai Ter Troco”, ficam com o circuito intermediário e limitado. Confira a seguir todas as estreias da programação. BESOURO AZUL O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – é melhor que seu trailer deixava entrever, graças a um elenco carismático e o uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Entretanto, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos, efeitos visuais fracos e uma narrativa previsível. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como filha de Ted Kord (o segundo Besouro Azul dos quadrinhos), que ao tentar preservar o legado de seu pai desaparecido e impedir que sua tecnologia caia nas mãos de sua tia maligna, torna-se responsável por entregar o besouro alienígena a Jaime Reyes, vivido por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”). O problema é que o artefato transforma o jovem no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à espinha de Jaime, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o uniforme tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem – por sinal, a voz emitida pelo traje é fornecida pela cantora Becky G (“Power Rangers”). O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: Até o Fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“Mayans M.C.”), George Lopez (“As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como a tia vilã de Marquezine. FALE COMIGO Com a fama de melhor terror dos últimos anos, o longa de estreia dos irmãos gêmeos Danny e Michael Philippou apresenta uma trama de possessão diferente de tudo que já foi feito. O filme acompanha um grupo de jovens na Austrália, que descobrem uma mão embalsamada que supostamente pertenceu a um médium ou satanista. Essa mão torna-se o objeto central de um jogo perigoso e viciante, que permite aos jogadores comunicar-se com os mortos. Ao segurar a mão e pronunciar as palavras “fale comigo”, o jogador pode ver o que parece ser um fantasma. Ao adicionar “eu te deixo entrar”, o espírito assume o controle do corpo do jogador até que alguém retire o objeto de suas mãos. Existem regras adicionais envolvendo uma vela e um tempo limite, para impedir que a possessão não dure mais de 90 segundos. A protagonista, Mia (Sophie Wilde, de “Eden”), uma adolescente introvertida que perdeu a mãe, é atraída por essa experiência sobrenatural, inicialmente tratada como uma atração de festa, mas logo descobre como a brincadeira pode ser mortal quando as regras são quebradas. A trama também aborda temas como a cultura da internet, onde a possessão demoníaca se torna uma tendência viral, e a busca por escapismo através de rituais perigosos. O filme foi um sucesso instantâneo no Festival de Sundance deste ano, quando caiu nas graças dos críticos e desencadeou uma guerra por seus direitos de distribuição – vencida pelo estúdio indie especializado A24. Com impressionantes 95% de aprovação da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes, a obra chama atenção pelos efeitos assustadores e a habilidade dos diretores em equilibrar humor e terror. PASSAGENS O drama adulto segue o relacionamento de um casal gay, Tomas (o alemão Franz Rogowski) e Martin (o inglês Ben Whishaw), cuja dinâmica é abalada quando Tomas se envolve com Agathe (a francesa Adèle Exarchopoulos). Passada em Paris, a história explora a complexidade do desejo, a atração sexual e as emoções, com Tomas movendo-se impulsivamente entre seus parceiros, enquanto Martin e Agathe tentam navegar em suas próprias respostas a essa dinâmica volátil. A narrativa é infundida com uma abordagem naturalista, com cenas de sexo que são tanto gráficas quanto honestas, e um olhar inquisitivo sobre as relações humanas. Além de trazer protagonistas de três nacionalidades diferentes, a produção é dirigida pelo americano Ira Sachs, que também assina o roteiro com seu parceiro brasileiro Mauricio Zacharias. Os dois trabalharam juntos em filmes premiados de temática gay, como “Deixe a Luz Acesa” (2012) e “O Amor é Estranho” (2014), mas esta foi a primeira vez que foram surpreendidos pelo conservadorismo americano, ao receberem a mais elevada classificação etária disponível, NC-17, que poucos cinemas aceitam exibir nos EUA. Apesar dessa controvérsia, o filme não busca chocar, mas sim oferecer uma visão perspicaz e muitas vezes humorada do narcisismo e das relações contemporâneas, com texto mordaz e performances vibrantes que merecem ser saboreadps e discutidos. A crítica dos EUA aplaudiu com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. AS ÓRFÃS DA RAINHA Com rica contextualização histórica, o ótimo drama de época mineiro se passa no final do século 16 e explora a chegada das primeiras mulheres enviadas de Portugal para ajudar a povoar a colônia brasileira. Para seu segundo longa, a diretora Elza Cataldo se inspirou em um verbete que encontrou no livro “Dicionário do Brasil Colônia”, organizado pelo historiador Ronaldo Vainfas, que descreve a expressão “órfãs da Rainha” como a denominação dada às mulheres enviadas com essa missão. O filme também aborda o terrível capítulo da Inquisição, a perseguição religiosa promovida pela Igreja Católica que chegou ao Brasil em 1581. A cineasta se cercou de autoridades no assunto, leu mais de 300 livros para retratar com fidelidade esse período e ainda visitou o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, onde estão os documentos da Inquisição portuguesa. O resultado é uma trama fictícia, mas bastante realista, sobre os desafios enfrentados por três irmãs órfãs ao serem enviadas da corte portuguesa para a precariedade do Brasil colônia, onde encontram índios que comem gente, machismo e ainda precisam lidar com a intolerância da Igreja. A narrativa se aprofunda na transformação pessoal das personagens e na forma como lidam com a adversidade, entrelaçando suas histórias individuais com a História do Brasil. TEMPOS DE BARBÁRIE – ATO I: TERAPIA DA VINGANÇA O primeiro trabalho de Cláudia Abreu (“Desalma”) após sair da Globo é um “Desejo de Matar” brasileiro. Ela vive uma advogada chamada Carla, cuja vida sofre uma reviravolta brutal quando sua filha é baleada em uma tentativa de assalto e fica em estado grave. Apesar de buscar apoio em grupos de ajuda, ela se encontra insatisfeita com a falta de resultados da investigação policial e decide fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Marcos Bernstein (“O Amor Dá Voltas”), o suspense nacional aborda temas como violência urbana, corrupção, tráfico de armas, ineficácia policial e crime organizado, e se diferencia ao mostrar que o puxar do gatilho é o resultado de uma cadeia de acontecimentos, que inicia no acesso à arma e termina fazendo a violência parecer natural. O elenco conta com Júlia Lemmertz (“Novo Mundo”), Alexandre Borges (“Deus Salve o Rei”), César Melo (“Bom Dia, Verônica”), Kikito Junqueira (“A Força do Querer”), Pierre Santos (“Impuros”), Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) e Claudia Di Moura (“Segundo Sol”). Bernstein também é um dos roteiristas do filme, juntamente com Victor Atherino (“Faroeste Caboclo”) e Paulo Dimantas (“Todas as Melodias”). VAI TER TROCO A comédia brasileira narra a história de funcionários domésticos que trabalham para uma família rica e trambiqueira – que deve meses de salários e ainda se envolve num escândalo de corrupção. Percebendo que seus patrões não vão arcar com seus pagamentos, eles iniciam uma revolução na mansão. Com direção Maurício Eça (“Barraco de Família”), o longa segue a fórmula das sitcoms nacionais, com timings de piadas televisivas – e poderia facilmente virar uma série. O elenco destaca no elenco Miá Mello (“Meu Passado Me Condena”), Marcos Veras (“Vai na Fé”), Giovanna Grigio (“Rebelde”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”), Nany People (“Cama de Gato”), Edmilson Filho (“Cine Holliúdy”) e os cantores Ludmilla e Falcão. | COISAS DO AMOR | A comédia romântica alemã segue um astro famoso alemão, que, após participar de uma entrevista desastrosa, resolve se esconder da imprensa num pequeno teatro feminista independente LGBTIAP+ à beira da falência. Bebendo até cair, ele é encontrado desmaiado pela equipe da peça e acaba se envolvendo com uma feminista, contra todas as expectativas. Sua fama poderia ajudar a salvar o teatro da falência, mas para isso ele precisa restaurar sua reputação primeiro – e, no processo, dar uma chance ao amor, diante do olhar atordoado dos fãs que não conseguem entender esse desenvolvimento inesperado. A direção é de Anika Decker (“High Society”) e o elenco destaca Elyas M’Barek (“O Caso Collini”) e Lucie Heinze (“Professor T.”). EAMI O filme paraguaio de Paz Encina (“Hamaca Paraguaya”) é uma mistura quase inclassificável de realidade e ficção, que aborda o tema do desmatamento na região de Chaco, no norte do Paraguai, sob a perspectiva indígena. A narrativa segue uma menina chamada Eami, que, segundo a cosmogonia dos ayoreos, seria a reencarnação de uma divindade chamada Asojá. De modo simbólico, Eami deve proteger e ao mesmo tempo curar a terra indígena invadida e profanada por brancos insensíveis que, por décadas, tentaram transformar a região em terreno favorável para a indústria e o comércio pecuário. Vencedora do Festival de Roterdã, o filme não se centra em um conflito de violência explícita, mas sim em uma imersão total na vida, costumes e lendas da comunidade hostilizada, explorando a relação intensa desse povo com a natureza, por meio de uma belíssima cinematografia e um design sonoro notável. AS TRÊS VIDAS DE FRIEDA WOLFF Frieda Wolff (1911-2008) foi uma pesquisadora judia alemã que escapou do nazismo e emigrou para o Brasil em 1934. Depois de se dedicarem ao comércio óptico por 30 anos, ela e seu marido Egon, iniciaram um trabalho de pesquisa sobre a presença judaica no país, que resultou na publicação de mais de 40 livros. A partir de uma longa entrevista gravada com Frieda em 2003, o amigo Milton Weintraub inicia uma busca para remontar em três atos a trajetória desta personagem tão desconhecida quanto fundamental para a história dos judeus no país. ALDEIA NATAL O cineasta Guto Pasko volta à colônia de imigrantes ucranianos em que nasceu no Paraná. Ele deixou a casa dos pais ainda criança, com apenas 11 anos, e manteve distância por 30 anos – por motivos culturais e religiosos. Agora retorna com câmera na mão para confrontar todos os seus fantasmas do passado, e na busca pela sua ancestralidade leva seus pais à Ucrânia para buscarem juntos as aldeias de onde vieram seus antepassados, 123 anos depois de terem vindo para o Brasil. METALLICA M72 WORLD TOUR LIVE FROM TX Transmissão ao vivo do show da banda Metallica, que vai acontecer no Texas, EUA, nos dias 19 e 21 de agosto.












