Matt Damon e Robert Downey Jr. farão novo filme de Christopher Nolan
O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) ganhou o reforço de Matt Damon (“Jason Bourne”) e Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”). Eles se juntaram a Cillian Murphy e Emily Blunt (ambos de “Um Lugar Silencioso – Parte II”) no elenco de “Oppenheimer”. Além de dirigir, Nolan também assina a produção e o roteiro do longa, que vai adaptar o livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa. Já os papéis de Damon e Downey Jr. não foram confirmados. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima.
Atração inédita transforma Chris Pratt no ator mais bem pago das séries
Depois de entregar os rendimentos dos astros de filmes, a Variety revelou que Chris Pratt recebeu o cachê mais alto dentre os atores contratados para estrelar séries nos Estados Unidos. Segundo a revista, ele recebeu cerca de US$ 1,4 milhão por episódio de “The Terminal List”, que está atualmente em produção pela Amazon Prime Video. Só que ele não deve manter o posto por muito tempo. De acordo com a Variety, há rumores de que Robert Downey Jr negocia receber mais de US$ 2 milhões por capítulo para fazer “The Sympathizer” na HBO e HBO Max. “The Terminal List” começou a ser gravada em março e a previsão é que sua estreia aconteça em 2022. Na série, Pratt vive um militar que sobrevive a uma emboscada de seu pelotão de SEALs durante uma missão secreta e, ao voltar para casa, tem memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpabilidade. À medida que novas evidências vêm à tona, ele descobre forças obscuras trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas a vida daqueles que ele ama. Já “The Symphatizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O veterano Jeff Bridges, por sua vez, aceitou estrelar “The Old Man” ao receber a oferta de US$ 1 milhão por episódio da FX e da Hulu, Bryan Cranston voltou às séries para embolsar US$ 750 milhões por “Your Honor” e Kate Winslet faturou US$ 650 mil por cada um dos sete episódios de “Mare of Easttow”. O montante é o mesmo negociado por Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis para retomar seus papéis de “Sex and the City” em “…And Just Like That” na HBO Max. A lista dos mais bem pagos ainda inclui Pedro Pascal, estrela de “The Last of Us”, Michelle Pfeiffer, Viola Davis e Gillian Anderson, que estão na série “The First Lady”, Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, de “Only Murders in the Building”, que vão receber US$ 600 mil por episódio de seus novos trabalhos nos canais pagos HBO e Showtime e na plataforma Hulu. A relação também mostra um grande abismo salarial em relação aos atores de atrações da TV aberta. Estrelas de séries tradicionais, como Ted Danson e Angela Bassett, recebem entre US$ 400 e 450 mil pelas séries “Mr. Mayor” e “9-1-1”, respectivamente. A exceção fica por conta de Ellen Pompeo, que recebe mais de US$ 1 milhão por episódio de “Grey’s Anatomy”, graças à longevidade da série – e curiosamente foi esquecida na relação publicada pela Variety.
“Sweet Tooth” é renovada para 2ª temporada
A Netflix finalmente confirmou a renovação de “Sweet Tooth” para sua 2ª temporada, que terá novamente 8 episódios comandados por Jim Mickle – showrunner, escritor e diretor do primeiro ano da atração. “É muito emocionante ver como as pessoas do mundo todo estão se apaixonando por nosso menino-cervo.”, disse Mickle sobre a renovação. “Não poderíamos estar mais animados para continuar nossa parceria com a Netflix e acompanhar Gus e seus amigos nessa jornada extraordinária”. Na semana passada, a Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes. Os números foram informados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre passado e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o vídeo do anúncio da renovação feito pela Netflix, que evoca uma antiga propaganda da marca de laticínios Parmalat.
“Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas da Netflix
A Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes desde seu lançamento em 4 de junho. Os números foram revelados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Apesar deste desempenho, a série ainda não foi oficialmente renovada. Mas os números são fortes indicadores de que isso já estaria encaminhado nos bastidores. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o trailer oficial da 1ª temporada.
Robert Downey Jr vai estrelar série da HBO
Depois de se tornar um dos atores de cinema mais bem-pagos do mundo com os filmes da Marvel, Robert Downey Jr. vai estrelar a primeira série de sua carreira. Seu próximo trabalho será “The Sympathizer”, uma produção do estúdio indie A24 para a HBO que adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. Ele também vai produzir a atração com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. Chan-wook e McKellar serão responsáveis ainda por dirigir e escrever a série, que atualmente está em busca de um ator vietnamita para o papel principal. “Adaptar o importante e magistral trabalho do Sr. Nguyen requer uma equipe visionária”, disse Robert Downey Jr. em comunicado sobre o projeto. “Com o diretor Park no comando, espero que seja uma aventura criativa de produção para Susan, para mim e para o time Downey, além de um processo estimulante para mim mesmo, ao interpretar esses papéis coadjuvantes complexos. A24 e HBO são a combinação perfeita de parceiros e família… É exatamente o tipo de desafio que eu ansiava e acredito que ofereceremos uma experiência de exibição excepcional para o nosso público.” Ainda não há previsão de estreia.
Robert Downey (1936–2021)
O cineasta Robert Downey, pai do ator Robert Downey Jr, morreu enquanto dormia na manhã desta quarta (7/7) em sua casa em Nova York. O diretor tinha 85 anos e sofria do Mal de Parkinson há pelo menos 5 anos. O intérprete do Homem de Ferro escreveu sobre seu pai no Instagram: “Na noite passada, meu pai passou em paz enquanto dormia após anos suportando a devastação do Parkinson… ele era um verdadeiro cineasta independente”. Downey ficou conhecido nos anos 1960 por ser um dos cineastas mais identificados com o movimento contracultural dos EUA, responsável por pelo menos um filme cultuadíssimo, “Putney Swope”, de 1969, além de ter se tornado um autor importante da história do cinema independente americano. Curiosamente, Robert Downey também era Jr. Seu nome verdadeiro era Robert John Elias Jr. Ele era filho da modelo conhecida apenas como Elizabeth (McLoughlin) e Robert Elias, que trabalhava na gestão de hotéis e restaurantes. Mas ao se tornar maior de idade adotou o sobrenome de seu padrasto, James Downey. Seus primeiros filmes foram iniciativas rodadas praticamente sem orçamento, filmes realmente independentes, que mesmo em condições mínimas se destacaram por situações cômicas e absurdas, e redefiniram o cinema underground. O curta “Balls Bluff” (1961), o média “Babo 73” (1964) e os longas “Chafed Elbows” (1966) e “No More Excuses” (1968) impactaram muitos jovens cineastas da época, entre eles Martin Scorsese, que teve a iniciativa de restaurar todas essas obras por sua Film Foundation. “No More Excuses” tornou-se influentíssimo por trazer Downey encarnando situações fictícias e malucas, registradas nas ruas de Nova York, no Yankee Stadium e num vagão de metrô lotado, em meio a reações de pessoas reais. Neste filme, ele foi Borat 40 anos antes de Sacha Baron Cohen. Não foi à toa que foi definido como “anarquicamente caprichoso e contracultural com C maiúsculo” pelo Village Voice, a publicação mais alternativa de Nova York na época. A repercussão o deixou famoso o suficiente para conseguir seu primeiro orçamento e contrato de distribuição, permitindo que o filme seguinte tivesse maior alcance. Em 1969, “Putney Swope” expôs seu estilo a um público mais amplo, que ficou chocado – alguns diriam horrorizado. O filme era uma sátira devastadora da Madison Avenue, o centro publicitário dos EUA, e mostrava o que acontecia quando um ativista afro-americano recebia carta branca para fazer o que quisesse numa agência de publicidade. A ousadia do filme foi revolucionária. “Putney Swope” entrou na lista dos 10 melhores filmes do ano da New York Magazine, mas também foi execrado pela imprensa conservadora. Com o passar dos anos, sua reputação só aumentou, tornando-o um dos filmes mais cultuados da história do cinema americano. Downey entrou nos anos 1970 com novas provocações, como “Pound”, em que atores fingiam ser cachorros esperando para serem adotados – entre eles, o estreante Robert Downey Jr. de cinco anos de idade – , e “Greaser’s Palace” (1972), uma encenação ultrajante da vida de Cristo no contexto de um faroeste espaguete. Desta vez, foi a revista Time que colocou o filme em sua lista dos dez melhores do ano. Apesar da repercussão, os lançamentos não davam dinheiro, o que levou o diretor para o teatro e polêmicas diferentes. Downey dirigiu a peça “Sticks and Bones” de David Rabe, que a rede CBS decidiu exibir ao vivo em seu projeto de teleteatro em 1973. O tema anti-guerra da montagem enfrentou grande resistência do mercado e boicote dos anunciantes, fazendo com que a transmissão da peça se tornasse a única do projeto sem interrupções comerciais. Ele também antecipou “Seinfeld” ao fazer o primeiro filme sobre nada, “Moment to Moment” de 1975. Downey disse ao Village Voice que “foi difícil arrecadar dinheiro para um filme que não tinha realmente um enredo. Lembro-me de dizer a um cara uma vez, ‘Há uma cena em que teremos 18 caras jogando beisebol a cavalo’, que está lá. Ele olhou para mim como se pensasse: ‘Você enlouqueceu?’. Jack Nicholson colocou dinheiro para a produção, Hal Ashby e Norman Lear, esses meus amigos daquela época. É o filme favorito dos meus filhos dentre todos que fiz.” A partir dos anos 1980, Downey acreditou que seu humor besteirol finalmente poderia ser entendido pelo mercado, o que resultou em tentativas de produções mais comerciais. “Rebeldes da Academia” não escondia o desejo de replicar o sucesso de “Clube dos Cafajestes” (1978), mas com situações muito mais suaves do que as do filme de John Belushi. Ele também dirigiu as comédias “America” (1986) e “Rented Lips” (1988), mas só conseguiu atrair a atenção com “Os loucos Casais da Califórnia”, já em 1990 e graças a um elenco que incluía seu filho Robert Downey Jr. e o jovem amigo dele Ralph Macchio (o “Karatê Kid”), ao lado de Allan Arbus e o Monty Python Eric Idle. O filme juntava os quatro em despedidas emocionantes de seus cachorros superprotegidos, todos poodles, que saíam de férias em uma van. Seus últimos filmes foram mais sérios. “Hugo Pool” foi inspirado pela morte de sua segunda esposa, Laura, que faleceu de ALS em 1994. O longa, que estreou mundialmente no Festival de Sundance em 1997, promovia a conscientização sobre ALS. E ele encerrou a carreira com o documentário “Rittenhouse Square”, sobre o principal centro cultural e social da Filadélfia, lançado em 2005. Robert Downey também foi ator e participou de filmes como “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), ambos de Paul Thomas Anderson. Sua última aparição nas telas foi como convidado do humorístico “Saturday Night Live” em 2015. Como suas obras foram realmente independentes, nunca receberam muita atenção do mercado e jamais saíram do circuito dos iniciados – seus principais títulos são inéditos no Brasil e em vários países do mundo. Por conta disso, sua ousadia acabou esquecida. É até desconhecida entre as novas gerações, que se referiam a ele apenas como o pai de Robert Downey Jr. Veja abaixo o trailer ultrajante de “Putney Swope” (“Você não pode comer um ar condicionado”!).
Sweet Tooth: Série baseada em quadrinhos ganha novo trailer fabuloso
A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. A prévia apresenta a história com elementos de fábula encantada (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, além de parecer um épico cinematográfico. A trama se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável, e acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. A adaptação foi feita pela roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”) e o cineasta Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”), que também assina a direção de episódios. A estreia está marcada para 4 de junho.
Robert Downey Jr. apresenta a série que o fez trocar a Marvel pela DC
A Netflix divulgou um vídeo com cenas inéditas e comentários da equipe criativa de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. Entre os depoentes, o primeiro a falar é ninguém menos que Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), que trocou a Marvel pela DC para produzir a nova série com sua esposa Susan Downey. Além do casal, a roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”), o diretor Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”) e o autor dos quadrinhos Jeff Lemire abordam no vídeo como foi a transposição da publicação para as telas, em meio à exibição das cenas grandiosas da atração. Com elementos de fábula encantada e sci-fi pós-apocalíptica, “Sweet Tooth” se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável. A trama acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animal que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguidos por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. A atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. Com adaptação a cargo de Beth Schwartz e Jim Mickle, que também assina a direção de episódios, a série tem estreia marcada para 4 de junho.
Sweet Tooth: Série baseada em quadrinhos ganha trailer épico
A Netflix divulgou fotos e o primeiro trailer de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. Com elementos de fábula encantada e sci-fi pós-apocalíptica, a prévia parece um épico cinematográfico. A trama se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável, e acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animal que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios – é dele, por sinal, a voz ouvida no trailer. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. A adaptação foi feita pela roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”) e o cineasta Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”), que também assina a direção de episódios. A estreia está marcada para 4 de junho.
Framboesa de Ouro elege documentário trumpista, Sia e Rudy Giuliani como piores do ano
Premiação dos piores do ano, o Framboesa de Ouro 2021 teve seus vencedores revelados na tarde deste sábado (24/4), um dia antes da cerimônia do Oscar. E o grande vencedor foi um documentário trumpista, “Absolute Proof”, que alega que a eleição do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi resultado de recorde de fraudes eleitorais. Além de Pior Filme, o delírio conspiratório de extrema direita ainda rendeu o troféu de Pior Ator para o responsável pela coisa toda: o cara-de-pau Mike Lindell, CEO da MyPillow, que também dirigiu a produção. Para completar o clima politizado, o evento ainda consagrou outro canastrão trumpista da vida real: Rudy Giuliani. O ex-prefeito de Nova York e advogado de Donald Trump, que foi pego abrindo as calças em “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, venceu como Pior Coadjuvante e Pior Dupla (com o zíper da calça), aumentando a avacalhação sobre os derrotados na última eleição americana. Giuliani foi levado a aparecer no filme de Sacha Baron Cohen ao participar de uma suposta entrevista conduzida pela atriz indicada ao Oscar Maria Bakalova. Convidado pela falsa jornalista a continuar a conversa em um quarto de hotel, ele aparentemente abre o zíper e enfia a mão dentro das calças, sem perceber as câmeras escondidas. Apesar da ênfase política, o Framboesa de Ouro também fez o que faz de melhor: constranger a velha e má Hollywood. Entre os favoritos a levar framboesas, “Music” confirmou sua ruindade, curiosamente após ser incensado na recente e mais polêmica edição do Globo de Ouro. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) achou que o filme era uma das melhores comédias/musicais do ano e Kate Hudson uma das melhores atrizes. Já a associação dos Razzies (apelido do Framboesa de Ouro) não poderia discordar mais – assim como toda a crítica americana, que deu apenas 8% de aprovação à bomba dirigida pela cantora Sia no Rotten Tomatoes. “Music” levou três Framboesas para casa: Pior Atriz, para Kate Hudson, Pior Atriz Coadjuvante para Maddie Ziegler e Pior Direção para Sia. Já os líderes em indicações ao prêmio, o fracasso infantil “Dolittle” (com Robert Downey Jr.) e o fenômeno adulto “365 Dias” (hit da Netflix), que disputavam seis Framboesas cada, ficaram apenas com uma vitória cada, respectivamente como Pior Remake e Pior Roteiro. Veja abaixo a lista completa dos premiados. Pior Filme “Absolute Proof” Pior Ator Mike Lindell, por “Absolute Proof” Pior Atriz Kate Hudson, por “Music” Pior Atriz Coadjuvante Maddie Ziegler, por “Music” Pior Ator Coadjuvante Rudy Giuliani, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Pior Dupla Rudy Giuliani e o Zíper de Sua Calça, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Pior Diretor Sia, por “Music” Pior Roteiro “365 Dias” Pior Remake, Cópia ou Sequência “Dolittle” (remake)
Campanha com outdoor pede volta de Tony Stark aos filmes da Marvel
Dois anos depois de “Vingadores: Ultimato” dar a Tony Stark um final heroico bem merecido, sacrificando-se para salvar o universo inteiro da ameaça de Thanos, fãs do personagem vivido por Robert Downey Jr continuam acreditando que a Marvel pode trazê-lo de volta em um novo filme. Agora, uma campanha pela volta do Homem de Ferro ganhou impulso com a publicação de uma mensagem num outdoor em Los Angeles, implorando à Marvel Studios para reviver o herói. A campanha, aparentemente criada por fãs, também lançou uma hashtag, #BringBackTonyStarkToLife, que pode ser traduzida como “tragam de volta Tony Stark à vida”. Além de pedir a volta do personagem, o outdoor mostra uma data: 24 de abril de 2021, o próximo sábado. Ninguém sabe o que isso significa. Veja o outdoor abaixo. A new billboard has been put up by fans in Los Angeles, and asks Marvel Studios to bring the Iron Man, Tony Stark, back to life. pic.twitter.com/JtG2GvdzmL — Lights, Camera, Pod (@LightsCameraPod) April 22, 2021
Série clássica Ally McBeal pode ganhar revival
A série “Ally McBeal” (1997-2002) pode voltar a ser produzida. Vários sites americanos ouviram de suas fontes que a 20th Television (antiga Fox Television) estaria conversando com David E. Kelley, criador da série original, para produzir um revival. Mas tudo depende da vontade de Calista Flockhart de retomar o papel-título. “Ally McBeal” acompanhava a advogada do título, bem-sucedida na carreira profissional, mas totalmente frustrada em sua vida amorosa por ser apaixonada pelo amigo Billy (Gil Bellows), casado com sua colega Georgia (Courtney Thorne-Smith). Os dois também eram advogados e trabalhavam com Ally no mesmo escritório. O elenco original incluía Greg Germann, Lisa Nicole Carson, Jane Krakowski e Peter MacNicol, além de Portia de Rossi e Lucy Liu, que entraram na 2ª temporada. Também não se pode esquecer de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro dos filmes da Marvel, e o cantor Jon Bon Jovi, que viveram interesses românticos da protagonista, respectivamente no quarto e no quinto ano da produção. A comédia dramática foi um dos grandes sucessos da rede Fox no final dos anos 1990. A média de 11,4 milhões de telespectadores na 1ª temporada disparou para 13,8 milhões no segundo ano, após “Ally McBeal” e Calista Flockhart vencerem o Globo de Ouro nas categorias de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz. Na época, a atração só era menos vista que “Arquivo X” (1993-2018). A atração ainda teve sete vitórias no Emmy, incluindo Melhor Série de Comédia de 1999. E consolidou a fama de David E. Kelley como um dos produtores mais talentosos de sua geração. Ele já tinha criado o fenômeno infantil “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, M.D.), o drama “Picket Fences”, a série médica “Chicago Hope” e a jurídica “O Desafio” (The Practice), e após “Ally McBeal” ainda concebeu “Boston Public” e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal). Mas deu uma sumida após meados dos anos 2000, só voltando recentemente com uma reinvenção completa de sua carreira, agora na TV paga. A reviravolta veio com “Big Little Lies”, na HBO, e continuou com “Mr. Mercedes”, “The Undoing” e “Big Sky”. Atualmente, ele tem mais quatro séries e minisséries inéditas em desenvolvimento. Calista Flockhart, por sua vez, estrelou outra série bem-sucedida após viver Ally McBeal, como a republicana conservadora da família de democratas progressistas de “Brothers & Sisters”, atuando com um elenco que marcou época – Sally Field, Matthew Rhys, Rachel Griffiths, Dave Annable, Rob Lowe, Emily VanCamp, etc. Entretanto, seu último trabalho foi como Cat Grant em “Supergirl”. Ela abandonou a série em 2018 quando a produção trocou de canal (foi da CBS para a CW) e começou a ser gravada no Canadá. Ainda não há nenhum canal ou plataforma atrelados ao revival de “Ally McBeal”, mas a 20th Television faz parte do conglomerado Disney, dono da rede ABC e de vários canais pagos, sem esquecer das plataformas Disney+ e Hulu (Star+).
Kids’ Choice 2021 premia velhos conhecidos
A premiação infantil Kids’ Choice Awards, promovida pelo canal pago Nickelodeon, distribuiu seus troféus para velhos conhecidos do evento, lembrando um replay do ano passado ou retrasado. Até “Stranger Things”, que foi ao ar pela última vez em julho de 2019, levou troféu de Melhor Série em 2021, entre outras figurinhas repetidas. Os principais prêmios entregues na noite de sábado (13/3) foram para “Mulher-Maravilha 1984” (Filme Favorito), “Alexa & Katie” (Série Infantil Favorita), Robert Downey Jr. (Ator Favorito), Millie Bobbie Brown (Atriz Favorita), “Soul” (Animação Favorita), “America’s Got Talent” (Reality Show Favorito), “Bob Esponja Calça Quadrada” (Série Animada Favorita), Anna Kendrick (Dubladora Favorita), Justin Bieber (Cantor Favorito), Ariana Grande (Cantora Favorita) e BTS (Grupo Favorito). Os integrantes da boy band sul-coreana BTS foram, por sinal, os artistas mais premiados da noite, recebendo três troféus zepelim – além do prêmio de Grupo Musical, também venceram as categorias de Canção (“Dynamite”) e Artista Mundial. Outra curiosidade foi o fato de as crianças gostarem tanto de Justin Bieber e Ariana Grande que votaram neles também como Melhor Colaboração (na música “Stuck With U”). É uma relação com pouquíssima renovação em relação aos últimos anos. Apresentada pelo comediante Keenan Thompson, que começou a carreira na Nick (“Kenan e Kel: Dois Caras Muito Doidos”), antes de entrar no “Saturday Night Live”, a cerimônia foi realizada com distanciamento social, mas contou com vários convidados especiais, inclusive a Vice-Presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, que destacou o poder que as crianças têm para moldar positivamente o futuro do mundo. Repleto de surpresas, o evento também promoveu a reunião do elenco de “iCarly”. Miranda Cosgrove, Jerry Trainor e Nathan Kress apresentaram o prêmio de Filme Favorito, numa prévia do revival da série clássica da Nick, que vai voltar na plataforma Paramount+. As aparições notáveis na cerimônia ainda incluíram BTS, Gal Gadot, Addison Rae, Sofía Vergara, David Dobrik, Tiffany Haddish, Anna Kendrick, Dove Cameron, Heidi Klum, Terry Crews, Dixie D’Amelio, Finn Wolfhard, Noah Schnapp , Gaten Matarazzo, Joshua Bassett, Anthony Anderson, Dani & Dannah Lane, Iain Armitage, JoJo Siwa, That Girl Lay Lay, Jules LeBlanc, Jayden Bartels, Gabrielle Nevaeh Green, Darci Lynne e Young Dylan. Na parte musical, o destaque ficou com Justin Bieber, que se juntou ao rapper Quavo para cantar seu sucesso “Intentions” e ainda apresentou com banda seus dois singles recentes, “Hold On” e “Anyone”. O show para as crianças aconteceu um dia antes do Grammy, premiação da indústria fonográfica, do qual Bieber se recusou a participar. Confira a apresentação de Bieber e a relação dos vencedores abaixo. TELEVISÃO Série Infantil Favorita: “Alexa & Katie” Série Favorita: “Stranger Things” Reality Show Favorito: “America’s Got Talent” Série Animada Favorita: “Bob Esponja Calça Quadrada” Atriz Favorita: Millie Bobby Brown Ator Favorito: Jace Norman CINEMA Filme Favorito: “Mulher Maravilha 1984” Atriz Favorita: Millie Bobby Brown Ator Favorito: Robert Downey Jr. Animação Favorita: “Soul” Dubladora Favorita: Anna Kendrick MÚSICA Cantora Favorita: Ariana Grande Cantor Favorito: Justin Bieber Grupo Favorito: BTS Colaboração Favorita: “Stuck With U” – Ariana Grande e Justin Bieber Canção Favorita: “Dynamite” – BTS Artista Mundial Favorito: BTS OUTROS Estrela Social Favorita: Charli D’amelio Astro Social Favorito: James Charles Estrela do Esporte Favorita: Simone Biles Astro de Esporte Favorito: Lebron James Videogame Favorito: “Among Us










