Framboesa de Ouro: Mulher-Maravilha 1984, Music e 365 Dias disputam prêmio de piores do ano
Dizem as más línguas que a premiação mais esperada do cinema americano não é o Oscar, mas o Framboesa de Ouro, troféu zoador que elege anualmente os piores filmes e artistas do ano. A lista dos indicados de 2021 foi divulgada nesta sexta (12/3) e sugere que o Globo de Ouro também merece um prêmio especial. Entre os favoritos a levar framboesas, “Music” concorre a quatro troféus de ruindade, após ser indicado a dois prêmios no Globos de Ouro. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) achou que o filme era uma das melhores comédias/musicais do ano e Kate Hudson uma das melhores atrizes. Já a associação dos Razzies (apelido do Framboesa de Ouro) não poderia discordar mais – assim como toda a crítica americana, que deu apenas 8% de aprovação à bomba dirigida pela cantora Sia no Rotten Tomatoes. Um segundo filme destacado pelo suspeitíssimo Globo de Ouro também foi lembrado. “Era Uma Vez um Sonho” disputa dois Razzies, inclusive o prêmio de Pior Atriz Coadjuvante, após o HFPA saudar Glenn Close com sinal trocado por sua atuação nesta cilada (25% no Rotten Tomatoes). Em número total de indicações, os piores foram o fracasso infantil “Dolittle” (com Robert Downey Jr.) e o fenômeno adulto “365 Dias” (hit da Netflix), que disputam seis prêmios cada. Mas a lista não perdoa nem super-heróis. “Mulher-Maravilha 1984” disputa duas framboesas, como Pior Sequência e Atriz Coadjuvante (para Kristen Wiig). Para completar, Adam Sandler voltou a ser lembrado como Pior Ator por “O Halloween do Hubie”, chegando à sua 13ª indicação ao Framboesa de Ouro. Só não supera Sylvester Stallone, que já levou 15 indicações, das quais venceu quatro. Os “vencedores” de 2021 serão revelados no dia 24 de abril, na véspera da cerimônia do Oscar. Pior Filme “365 Dias” “Absolute Proof” “Dolittle” “A Ilha da Fantasia” “Music” Pior Ator Robert Downey Jr., por “Dolittle” Mike Lindell, por “Absolute Proof” Michele Morrone, por “365 Dias” Adam Sandler, por “O Halloween do Hubie” David Spade, por “A Missy Errada” Pior Atriz Anne Hathaway, por “A Última Coisa que Ele Queria” e “Convenção das Bruxas” Katie Holmes, por “Brahms: Boneco do Mal 2” e “O Segredo: Ouse Sonhar” Kate Hudson, por “Music” Lauren Lapkus, por “A Missy Errada” Anna-Maria Sieklucka, por “365 Dias” Pior Atriz Coadjuvante Glenn Close, por “Era Uma Vez um Sonho” Lucy Hale, por “A Ilha da Fantasia” Maggie Q, por “A Ilha da Fantasia” Kristen Wiig, por “Mulher-Maravilha 1984” Maddie Ziegler, por “Music” Pior Ator Coadjuvante Chevy Chase, por “The Very Excellent Mr. Dundee” Rudy Giuliani, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Shia LeBeouf, por “The Tax Collector” Arnold Schwarzeneggar, por “Iron Mask” Bruce Willis, por “Breach”, “Hard Kill” e “Sobreviver à Noite” Pior Dupla Maria Bakalova & Rudy Giuliani, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Robert Downey Jr. & seu sotaque galês nada convincente, por “Dolittle” Harrison Ford & aquele cachorro digital totalmente falso, por “O Chamado da Floresta” Lauren Lapkus & David Spade, por “A Missy Errada” Adam Sandler & e sua voz irritante de cara burro, por “O Halloween do Hubie” Pior Diretor Charles Band, por todos os três filmes de “Barbie & Kendra” Barbara Bialowas & Tomasz Mandes, por “365 Dias” Stephen Gaghan, por “Dolittle” Ron Howard, por “Era Uma Vez um Sonho” Sia, por “Music” Pior Roteiro “365 Dias” Todos os três filmes de “Barbie & Kendra” “Dolittle” “A Ilha da Fantasia” “Era Uma Vez um Sonho” Pior Remake, Cópia ou Sequência “365 Dias” (cópia polonesa de “Cinquenta Tons de Cinza”) “Dolittle” (remake) “A Ilha da Fantasia” (“reimaginação”) “O Halloween do Hubie” (cópia de “O Bobo e a Fera”) “Mulher-Maravilha 1984” (sequência)
MTV homenageia Chadwick Boseman em premiação de cinema e TV
A MTV colocou o bode no meio da sala. Devido à pandemia do coronavírus, a premiação anual MTV Movie & TV Awards virou uma retrospectiva que destacou os Melhores de Todos os Tempos na TV e no cinema. Quer dizer, não de todos os tempos, mas desde que a MTV surgiu, nos anos 1980, até os dias de hoje. Intitulada Greatest of All Time, a premiação virou GOAT na sigla em inglês, que significa bode em português. A cerimônia aconteceu no domingo (6/12) com apresentação da atriz Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), e celebrou vários feitos fora do comum, com categorias como Dançando Até se Acabar (o nome original do troféu é um palavrão), vencida por Kevin Bacon pelo clássico “Footloose, De Zero a Herói, representado pela transformação de William Zabka como Johnny Lawrence – de vilão em “Karatê Kid” a mocinho em “Cobra Kai” – , e Beijo Apaixonado Lendário, conquistado por Sarah Michelle Gellar e Selma Blair por “Segundas Intenções”. Os vencedores foram anunciados com participação de vários astros, como Neve Campbell (“Pânico”), Lily Collins (“Emily in Paris”) e Derek Hough (juiz de “Dancing with the Stars”, a Dança do Faustão americana). E entre os premiados também se destacaram Gal Gadot com o troféu Heroína (chamado, em inglês, de She-Ro) e Kevin Hart como Gigante da Comédia – apesar de Jim Carey ser recordista do prêmio de Ator de Comédia da MTV… De todo modo, o ponto alto foi uma homenagem ao falecido Chadwick Boseman, que recebeu o troféu de Herói para Ficar na História por seu papel em “Pantera Negra”. Ele foi representado por dois colegas Vingadores, Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Robert Downey Jr (o Homem de Ferro). Veja abaixo o vídeo da homenagem ao astro da Marvel e a lista de todos os premiados. .@RobertDowneyJr and @DonCheadle paid tribute to the late Chadwick Boseman ahead of his Hero for the Ages honor at the #MTVAwards: Greatest of All Time. ❤️ pic.twitter.com/EmE5FcPXUM — MTV (@MTV) December 7, 2020 Dançando Até se Acabar Kevin Bacon, “Footloose” (1984) Gigante da Comédia Kevin Hart Dupla Dinâmica Drew Barrymore & Adam Sandler, por “Afinado no Amor” (1998), “Como se Fosse a Primeira Vez” (2004) e “Juntos e Misturados” (2014) Rainha do Grito Jamie Lee Curtis, pela franquia “Halloween” (1978-2022) Beijo Apaixonado Lendário Sarah Michelle Gellar e Selma Blair, por “Segundas Intenções” (1999) Rompimento de Partir o Coração Jason Segel e Kristen Bell, “Ressaca de Amor” (2008) De Zero a Herói William Zabka como Johnny Lawrence, de “Karate Kid” (1984) a “Cobra Kai” (2018-2022) Heroína Gal Gadot, por “Mulher-Maravilha” (2017) Herói para Ficar na História Chadwick Boseman, por “Pantera Negra”
Vingadores voltam a se juntar em apoio à Joe Biden
Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltaram a se juntar na noite terça-feira (20/10), desta vez por uma causa política do mundo real. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento reuniu os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), Eles se reencontraram via videoconferência para apoiar e arrecadar fundos para a campanha de Joe Biden à presidência dos EUA, e tiveram companhia da candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. A senadora do Partido Democrata mostrou conhecer “Os Vingadores” e prestou homenagem a Chadwick Boseman, a estrela do “Pantera Negra” que morreu em agosto, a quem ela chamou de amigo querido. Mas foi o marido de Harris, o advogado de entretenimento Doug Emhoff, quem roubou a cena numa participação especial, ao chamar Trump de “um vilão adequado para o Universo Cinematográfico da Marvel”. A reunião dos Vingadores foi o mais potente evento político de apoio a Biden realizado em Hollywood, mas muitos outros estão sendo realizados nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se juntou à campanha democrata na sexta-feira passada (16/10) e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, manifestaram-se em outro encontro pró-Biden. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 50% de intenção de voto contra 41% de Donald Trump, em levantamento apurado pelo jornal The New York Times na terça-feira (20/10).
Astros de Vingadores: Ultimato voltam a se juntar em evento político
Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltarão a se juntar na terça-feira (20/10), desta vez num evento político. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento será uma arrecadação de fundos virtual em apoio ao candidato à presidência dos EUA Joe Biden, do Partido Democrata. A arrecadação contará com participação dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), que compartilharão a liderança da campanha com a candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. Ruffalo tem sido especialmente claro sobre seu apoio a Biden nas redes sociais, usando sua plataforma para encorajar seus fãs a votar. Em uma postagem no Instagram, Ruffalo exibiu uma máscara que dizia “VOTE” com a legenda: “Devemos eleger campeões que lutarão pelo New Deal Verde e pressionar o Congresso a aprovar uma ação climática que corresponda à escala do problema com a urgência das demandas futuras do nosso país.” Além deles, Samuel L. Jackson (o Nick Fury) se juntou à campanha de Biden com um vídeo para pedir votos de eleitores negros. A participação dos Vingadores é apenas um dos muitos eventos que refletem o engajamento do mundo do entretenimento a favor de Biden nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se reuniu para uma campanha na sexta-feira passada (16/10), e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, juntaram-se em apoio à candidatura democrata. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 54% de intenção de voto contra 42% de Donald Trump no último levantamento, apurado pela rede CNN na quinta-feira (15/10) passada.
Marvel presta homenagem a Chadwick Boseman
A Marvel divulgou um vídeo em tributo a Chadwick Boseman, intérprete do herói Pantera Negra, que morreu na sexta-feira (28/8) de câncer de cólon. Com cenas de bastidores de “Pantera Negra”, entrevistas com o próprio ator, depoimentos dos colegas de filmagem, da equipe técnica, do diretor Ryan Coogler e de alguns dos Vingadores (Chris Evans, Scarlett Johnansson e Robert Downey Jr.), o vídeo se encerra com uma frase poderosa: “Você sempre será o nosso rei”. A homenagem também mostra a reação do público em eventos com a presença do ator, além de depoimentos sobre como “Pantera Negra” se tornou um marco da representatividade no cinema. O próprio ator diz num trecho: “É legal ver o que [‘Pantera Negra’] significa para as pessoas. Algumas vezes, na minha cabeça, eu ficava: ‘Bem, o que isso significa para o mundo? Esse clima vale algo?’. E tenho que dizer que sim, e não por ser um escape, mas quando é feito do jeito certo, isso vira esperança para as pessoas”. “Pantera Negra” será exibido na TV na noite desta segunda (31/8), em homenagem da rede Globo a Boseman.
A Esfera: Equipe de Westworld prepara nova série baseada em Michael Crichton
A HBO vai produzir uma série baseada no livro sci-fi “A Esfera” (Sphere, no original), escrito por Michael Crichton, autor de “Jurassic Park”. A produção está a cargo da equipe responsável por “Westworld”, que também se baseia numa obra de Crichton. “A Esfera” tem uma premissa similar à “A Chegada”, mas passada no fundo do mar. A trama gira em torno de um grupo de cientistas que investiga uma nave alienígena nas profundezas do oceano, onde descobrem coisas terríveis. A história já foi adaptada para o cinema em 1998, em um filme dirigido por Barry Levinson e estrelado por Dustin Hoffman, Sharon Stone e Samuel L. Jackson. Apesar desse elenco, foi considerado um grande desperdício de tempo pela crítica, com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes. Imagina-se que a produção irá aproveitar apenas a premissa, como aconteceu com “Westworld”, para criar uma trama mais envolvente. A adaptação será escrita e comandada por Denise Thé, roteirista e produtora da 3ª temporada de “Westworld”, com produção do casal Lisa Joy e Jonathan Nolan, os criadores da série “Westworld”, em parceria com a produtora do astro Robert Downey Jr., a Team Downey. Em etapa inicial, a produção ainda não definiu elenco ou cronograma de gravação. Veja abaixo o trailer do filme de 1998 para lembrar da premissa da produção.
Reni Santoni (1939 – 2020)
O ator Reni Santoni, que trabalhou em “Dirty Harry” e na série “Seinfeld”, morreu no sábado (1/8) em Los Angeles, aos 81 anos, com vários problemas de saúde que incluíam câncer. O nova-iorquino Santoni era mais conhecido como autor de peças de vanguarda, do circuito off-Broadway, quando interpretou um viciado em “O Homem do Prego” (1964), de Sidney Lumet, em seu primeiro papel de destaque no cinema. Ele virou protagonista logo em seguida, em “Onde Começa o Sucesso” (1966), de Carl Reiner. Baseado num livro de Reiner já levado ao teatro, o filme trazia Santoni como um jovem aspirante a ator, que era escolhido para um trabalho mesmo sem ter experiência. O desempenho foi elogiado pelo célebre e exigente crítico Rober Ebert, mas o filme em geral foi considerado muito fraco, impedindo maior projeção para Santoni, que voltou a viver coadjuvantes em seus trabalhos seguintes, como “A Batalha de Anzio” (1968) e “A Revolta dos Sete Homens” (1969). Um de seus papéis de coadjuvante mais lembrados foi Chico, o parceiro novato do detetive “Dirty” Harry Callahan (Clint Eastwood) no policial clássico “Perseguidor Implacável” (Dirty Harry, 1971). Na trama, ele era emparelhado com o policial durão após o parceiro anterior de Callahan ser baleado, e era sempre ridicularizado por ser um “garoto da faculdade” – tinha nada menos que um diploma em sociologia. Anos mais tarde, Santoni virou parceiro até de Sylvester Stallone em “Stallone: Cobra” (1986). Atuou também como carcereiro do delinquente Sean Penn em “Juventude em Fúria” (1983). E fez muitas comédias, voltando a se juntar ao diretor Carl Reiner em dois filmes: “Cliente Morto Não Paga” (1982), estrelado por Steve Martin, e “Aluga-se para o Verão” (1985), com John Candy. Ele ainda contracenou com Candy no sucesso “Chuva de Milhões” (1985), de Walter Hill, com Robert Downey Jr. em “O Rei da Paquera” (1987), e com Michael J. Fox em “Nova York – Uma Cidade em Delírio” (1988), entre outras produções. Paralelamente, fez muitas participações em séries, incluindo “Havaí 5-0”, “As Panteras”, “Miami Vice” e “CHiPs”, além de ter integrado o elenco fixo de “Manimal” e interpretado papéis recorrentes em “Owen Marshall: Counselor at Law”, “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Midnight Caller”, “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue), “O Desafio” (The Practice) e principalmente “Seinfeld”. Ele apareceu quatro vezes em “Seinfeld” como Poppie, gerente um restaurante italiano que enojava Jerry por não lavar as mãos após ir ao banheiro e mexer na massa. Fora das telas, Santoni teve um longo relacionamento romântico com a atriz Betty Thomas. Os dois se conheceram nos bastidores de “Chumbo Grosso”. Quando Thomas virou diretora, ele acabou aparecendo em pequenos papéis nos cinco primeiros filmes dela – “O Paraíso te Espera” (1992), “A Família Sol, Lá, Si, Dó” (1995), “O Rei da Baixaria” (1997), “Dr. Dolittle” (1998) e “28 Dias” (2000). Seus últimos trabalhos foram nas séries “CSI”, “Grey’s Anatomy”, “Raising the Bar” e “Franklin & Bash”.
Perry Mason é renovada para 2ª temporada
Apresentada originalmente como uma minissérie, “Perry Mason” agradou tanto que vai virar série anual. O canal pago americano HBO anunciou ter renovado a atração estrelada por Matthew Rhys para uma 2ª temporada. A produção teve uma estreia promissora no mês passado, atraindo 1,7 milhões de telespectadores nos EUA. Os números foram maiores que os da estreia da incensada “Watchmen”, vista por 1,5 milhões de americanos após uma campanha de marketing significativamente mais intensa. “Foi uma jornada emocionante trabalhar com a equipe imensamente talentosa por trás de ‘Perry Mason'”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado. “Os telespectadores gostaram de ser transportados de volta no tempo para a Los Angeles da década de 1930 e estamos felizes em receber o programa de volta para uma 2ª temporada.” O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, seguiu-se de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu como detetive na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), a 1ª Temporada de 8 episódios de “Perry Mason” segue no ar, com seu encerramento marcado para 9 de agosto.
Robert Downey Jr. promete presente “especial” de aniversário para herói de seis anos
Depois de mensagens de Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, o envio de um escudo do Capitão América por Chris Evans e uma ligação pessoal de Tom Holland, o menino Bridger Walker, de 6 anos, que se tornou notícia nesta semana por ter salvo sua irmã mais nova do ataque de um pastor alemão, recebeu um vídeo de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro nos filmes da Marvel. Ou melhor, Tony, como ele mesmo diz. Por causa da atitude heroica, Bridger levou 90 pontos no rosto e sua história comoveu várias celebridades, que fizeram questão de homenageá-lo. Downey, a mais recente, prometeu uma surpresa para o garoto em seu dia de aniversário. Melhor que um escudo, ele garante. “Bridger, você é um rockstar. Meu nome é Robert Downey Jr., eu interpreto Tony, o que me torna um velho amigo do Capitão. Ouvi dizer que ele enviou um escudo para você, mas eu vou fazer algo melhor. Me ligue no seu próximo aniversário, tenho algo especial para você. Aliás, isso é uma promessa, e uma promessa é melhor que um escudo”, disse o ator, deixando o menino super-empolgado. Um vídeo que registra a ligação foi disponibilizado no Instagram pela tia do menino, que foi quem contou a história de coragem de Bridger, curtida por mais de um milhão de pessoas. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram *Plays AC/DC to watch this video.* Thank you to @brandondavisbd for all his help in editing. EDIT: I guess I should mention that we just celebrated Bridger’s birthday not too long ago, so it will be a while before we find out what the surprise is. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 17 de Jul, 2020 às 7:56 PDT
Perry Mason volta aos anos 1930 em novo trailer do reboot da HBO
A HBO divulgou um pôster e o novo trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia mostra Mason nos anos 1930 e antes de se tornar o tal advogado famoso, como detetive que investiga um sequestro sórdido envolvendo políticos e religiosos. O clima é totalmente noir. Com oito episódios, a série limitada recontextualiza Perry Mason em seus primeiros anos de atividade como investigador particular durante o pós-guerra em Los Angeles. O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros -os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), “Perry Mason” será lançada em 21 de junho.
Vingadores: Ultimato chega com nova personagem e cenas inéditas no streaming da Disney
Pouco mais de um ano após seu lançamento, “Vingadores: Ultimato” chegou ao streaming da Disney+ (Disney Plus), mas não da forma como os fãs apreciaram nos cinemas. O filme ganhou algumas cenas inéditas que não estavam, inclusive, nem no lançamento em DVD e Blu-Ray. As cenas mais diferentes incluem a aparição de Katherine Langford (“13 Reasons Why”) como versão adulta da filha de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e uma cena alternativa para a morte da Viúva Negra (Scarlett Johansson). Apesar de não ter aparecido no filme original, a participação de Lagnford permite um reencontro do herói com sua filha, já adolescente, numa cena pós-morte, similar ao final de Gamora (Zoe Saldana) em “Vingadores: Guerra Infinita”. “A intenção era que sua futura filha o perdoasse e meio que lhe desse paz para ele ir. E a ideia parecia boa. Mas havia idéias demais em um filme que já era excessivamente complicado”, disse Joe Russo, um dos diretores do filme (ao lado de seu irmão Anthony Russo), sobre o motivo que levou ao corte da participação da atriz. Já a versão da morte da Viúva Negra conta com uma aparição de Thanos (Josh Brolin). No momento em que a heroína e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) discutem sobre quem deve se sacrificar em Vormir, Thanos aparece com seu exército, iniciando uma batalha, que permite à Viúva Negra se separar do amigo e correr sozinha para pular do penhasco. No Brasil, apenas a versão original do filme foi disponibilizada – em streaming na Amazon Prime Video, além de em DVD e Blu-ray. Filme de maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” faturou quase US$ 2,8 bilhões nos cinemas mundiais.
Robert Downey Jr. vai produzir série baseada em quadrinhos da DC Comics
Robert Downey Jr. está trocando sua armadura do Homem de Ferro, da Marvel, por uma produção da editora rival, DC Comics. O astro e sua esposa Susan Downey vão produzir uma adaptação live-action de “Sweet Tooth”, quadrinhos originalmente publicados pela Vertigo, antiga linha adulta da DC. Concebida como uma minissérie de 8 capítulos, a atração será lançada na Netflix. “Sweet Tooth” já definiu seu elenco. Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Adeel Akhtar (“Utopia”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”) serão protagonistas da série, enquanto o veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), ficará encarregado da narração dos episódios. A série teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por Jeff Lemire. A sinopse oficial da adaptação é a seguinte: “Depois de ter sido criado em total isolamento, Gus – um menino nascido com chifres de veado – é abandonado num território americano devastado uma década antes por uma pandemia inexplicável. Ainda mais notável é que Gus faz parte de uma nova raça rara de crianças híbridas humano-animal que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Ele conhece Jepperd, um vagabundo violento e volumoso que decide protegê-lo e promete levá-lo a “The Preserve”, um famoso refúgio para crianças híbridas. Mas, ao longo do caminho, os dois terão de enfrentar milícias científicas, sobreviventes do caos, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, enquanto lutam para se manter em segurança e resolver os mistérios desta nova e mortal fronteira.” Não há previsão para a estreia. Veja abaixo algumas capas da publicação original.
Perry Mason: Matthew Rhys vira o advogado mais famoso da TV no primeiro trailer do revival
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia estabelece o tom da nova versão, reimaginada como uma série de época, com forte clima noir e visual cinematográfico. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Além de Matthew Rhys no papel-título, o elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. A estreia está marcada para 21 de junho.











