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  • Filme

    Diretor da HBO Max diz que não vai “refazer todos os filmes” após “Snyder Cut” da Liga da Justiça

    3 de junho de 2020 /

    Com a oficialização da produção do “Snyder Cut”, versão de “Liga da Justiça” reeditada pelo diretor Zack Snyder para lançamento na HBO Max, campanhas por novas versões de filmes que foram mutilados, na fase de edição, por seus produtores, tomaram conta das redes sociais. Mas em uma entrevista para o site The Verge, o chefe da HBO Max, Tony Goncalves, afirmou que não há planos para outros projetos similares, pelo menos em sua plataforma. “Isto definitivamente não é um precedente”, explicou Goncalves, jogando areia na campanha do “Ayer Cut”, a versão de “Esquadrão Suicida” do diretor David Ayer. Mesmo assim, ele faz uma ressalva. “Consumidores falam e nós, como uma indústria, precisamos ouvir”, afirmou. E continuou: “Acho que, quando se fala de conteúdo, o consumidor nunca teve tanta escolha, tanta voz. Mas isso não significa que vamos investir dinheiro em todos os fandoms que existem. Mas acho que há uma referência nos fandoms de ‘Friends’ e ‘Liga da Justiça’, que tem o consumidor falando, e temos que ouvir” O executivo reforça, entretanto, que o caso de “Liga da Justiça” é único. “Isso não significa que vamos investir nossos dólares em todos os fãs que existem”, declarou. “Isso não significa que vamos refazer todos os filmes já feitos. Mas acho que definitivamente temos que ouvir. E acho que ouvimos.” Anteriormente, a Warner já tinha refeito, com grande sucesso, o clássico sci-fi “Blade Runner” (1982), que também tinha sido mutilado pelos executivos do estúdio na época de seu lançamento. Uma versão chamada de “do diretor”, mas sem aval de Ridley Scott, foi lançada em VHS em 1992, e uma oficial, assinada por Scott, chegou ao Blu-ray em 2007.

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  • Série

    Strange Angel é cancelada após duas temporadas

    3 de dezembro de 2019 /

    A plataforma de streaming CBS All Access cancelou “Strange Angel” após sua 2ª temporada. A série contava a incrível história real de Jack Parsons, interpretado por Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). Brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, Parsons começou como faxineiro de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. A produção tinha credenciais cinematográficas. Criada pelo roteirista Mark Heyman (de “Cisne Negro”), teve episódios dirigidos pelos cineastas David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e Ben Wheatley (“Free Fire”). Para completar, a produção era de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). Além de Jack Reynor, o elenco também incluía destaca Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Rupert Friend (série “Homeland”), Peter Mark Kendall (série “The Americans”), Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”), Greg Wise (série “The Crown”), Zack Pearlman (série “Shameless”), Keye Chen (série “Silicon Valley”), Dan Donohue (série “Damnation”), Michael Gaston (série “The Leftovers”) e Elena Satine (série “The Gifted”) O último episódio foi exibido em 24 de julho.

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  • Filme

    Lady Gaga vai estrelar filme de Ridley Scott sobre o assassinato do herdeiro da grife Gucci

    1 de novembro de 2019 /

    Lady Gaga vai interpretar um novo papel no cinema, após conquistar uma indicação ao Oscar por “Nasce uma Estrela” (2018). Ela negocia protagonizar um filme de Ridley Scott (“Perdido em Marte”) sobre o assassinato de Maurizio Gucci, herdeiro da famosa grife italiana Gucci. Seu papel será o de Patrizia Reggiani, ex-esposa de Maurizio, que foi condenada por planejar o assassinato do marido em 1995. Reggiani e Gucci foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Mas o herdeiro milionário deixou Reggiani por uma mulher mais nova, dizendo que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, ela assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Após encomendar o assassinato do ex-marido a um matador profissional, ela ganhou o apelido de “Viúva Negra”, passou por um julgamento midiático em 1998 e cumpriu 18 anos de prisão, tendo sido libertada em 2016. O filme será baseado no livro “The House of Gucci: A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour and Greed” (A Casa Gucci: Uma Sensacional História de Assassinato, Loucura, Glamour e Ganância, em tradução literal), escrito pela jornalista Sara Gay Forden, que está sendo adaptado pelo estreante Roberto Bentivegna. A produção ainda não tem título nem previsão para o começo de suas filmagens. Antes de se dedicar a esse projeto, Scott vai filmar “The Last Duel”, estrelado por Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), atualmente em pré-produção.

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  • Série

    Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott será lançada pela HBO Max

    30 de outubro de 2019 /

    A série sci-fi “Raised by Wolves”, produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), será lançada com exclusividade pela plataforma HBO Max. A atração estava sendo desenvolvida para o canal pago TNT, mas mudou seu endereço com a promoção da diretora de conteúdo Sarah Aubrey, que encomendou a série, para o serviço de streaming da WarnerMedia. “Conforme nos esforçamos para estabelecer um nível alto de criatividade para a HBO Max, não há pessoa melhor para definir esse nível do que Ridley Scott, pois ele entrega uma realização visionária”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente dos canais TBS, TNT e truTV. “Raised by Wolves” já terminou a produção de sua 1ª temporada, que foi gravada na África do Sul. A paisagem do país servirá de cenário para outro mundo. Na trama, dois androides têm a missão de cuidar de crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam aprender como controlar as pessoas. O elenco é encabeçado pelo ator Travis Fimmel, que ficou conhecido por seu papel como Ragnar Lothbrok na série “Vikings”. Ele viverá Father (Pai), um dos robôs, e contracenará com a atriz dinamarquesa Amanda Collin (“Departamento Q: Uma Conspiração de Fé”), que desempenhará o papel de Mother (Mãe). Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013), do remake de “Papillon” (2017) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” também marcará a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tenha um visual cinematográfico, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), no piloto da produção. “Os mundos de tirar o fôlego, personagens atraentes e histórias complexas que Ridley, Aaron e equipe criaram para este projeto são fascinantes”, disse Aubrey, sobre a produção.

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  • Filme

    Adam Driver vai duelar com Matt Damon no novo filme de Ridley Scott

    27 de outubro de 2019 /

    A produção de “The Last Duel” (O Último Duelo, em tradução literal), que será dirigido por Ridley Scott, sofreu mudanças em sua escalação. O ator Matt Damon não vai mais duelar com seu amigo Ben Affleck no filme. Em vez disso, seu rival será vivido por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”). Affleck continua no elenco, mas terá agora um papel coadjuvante. Ele também assina o roteiro com Damon. Os dois amigos não escreviam um roteiro cinematográfico juntos desde que venceram o Oscar por “Gênio Indomável”, que eles também estrelaram em 1997. Desta vez, porém, contaram com a ajuda de Nicole Holofcener (indicada ao Oscar por “Poderia Me Perdoar?”). A trama é baseada em um livro de Eric Jager e relata eventos que teriam ocorrido na França do século 14. Gira em torno de dois melhores amigos que são separados pela guerra. Apenas um deles é convocado para o conflito e, quando retorna, sua mulher revela ter sido estuprada pelo outro. O herói condecorado apela então para o rei da França, usando sua posição como veterano de guerra para pedir autorização para um duelo até a morte. O livro posiciona este confronto como o último duelo legalmente sancionado no país europeu – daí o título. O filme estava sendo desenvolvido há alguns anos na Fox, mas a expectativa da aquisição do estúdio pela Disney tinha deixado o projeto no limbo. Não está claro se o estúdio continua envolvido, mas a produção será compartilhada pela empresa do diretor Ridley Scott, Scott Free, e a produtora criada pelos dois astros, Pearl Street Films. Vale lembrar que o cineasta já trabalhou com Damon no bem-sucedido “Perdido em Marte” (2015), uma experiência que foi positiva para ambos. A produção também inclui Jodie Comer (“Killing Eve”) no elenco, como a esposa violada.

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  • Filme

    The Man in the High Castle: Trailer apresenta o confronto final da série

    17 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia mostra um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. Mas ela não pretende fugir da luta, acreditando que se os nazistas foram derrotados num universo, podem perder em todos. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

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  • Filme

    Pássaro do Oriente: Alicia Vikander é suspeita de assassinato em trailer legendado de suspense

    9 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “Pássaro do Oriente” (Earthquake Bird), suspense estrelado por Alicia Vikander (“Tomb Raider: A Origem”) e Riley Keough (“A Casa que Jack Construiu”). As duas se vêem envolvidas em um triângulo amoroso no Japão, que resulta no desaparecimento de uma delas. A trama é baseada no romance homônimo de Susanna Jones e acompanha Lucy Fly (Vikander), uma estrangeira residente em Tóquio, que em 1989 entra em um intenso relacionamento com Teiji (Naoki Kobayashi, de “Tatara Samurai”), um belo fotógrafo local. O exterior frio, distante e imperturbável de Lucy começa a rachar quando uma recém-chegada ingênua, Lily Bridges (Keough), envolve-se na vida de ambos e acaba desaparecendo, levando a polícia a suspeitar de assassinato. Escrito e dirigido por Wash Westmoreland (“Colette”), o thriller psicológico tem produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e também inclui em seu elenco Jack Huston (“Ben-Hur”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”) e Ken Yamamura (“Godzilla”). A estreia está marcada para 15 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Atriz de Killing Eve vai estrelar filme com Matt Damon e Ben Affleck

    26 de setembro de 2019 /

    No embalo de sua vitória no Emmy 2019, como Melhor Atriz em Série de Drama por “Killing Eve”, Jodie Comer fechou participação no novo filme do diretor Ridley Scott. Ela será a protagonista feminina de “The Last Duel”, filme escrito e estrelado por Matt Damon e Ben Affleck, e fará os dois melhores amigos tentarem se matar. Os dois amigões não assinavam um roteiro cinematográfico juntos desde que venceram o Oscar por “Gênio Indomável”, que eles também estrelaram em 1997. Desta vez, porém, contaram com a ajuda de Nicole Holofcener (indicada ao Oscar por “Poderia Me Perdoar?”) para finalizar a história, que é adaptação de um livro de Eric Jager sobre eventos que teriam ocorrido na França do século 14. Na trama, Damon e Affleck vivem uma dupla de melhores amigos que é separada pela guerra. Apenas um deles é convocado para o conflito e, quando retorna, sua mulher (Comer) revela ter sido estuprada pelo outro. O protagonista apela então para o rei da França, usando sua posição como veterano de guerra para pedir autorização para um duelo até a morte. O livro posiciona este confronto como o último duelo legalmente sancionado no país europeu – daí o título. O filme estava sendo desenvolvido há alguns anos na Fox, mas a expectativa da aquisição do estúdio pela Disney deixara o projeto de lado. Não está claro se o estúdio continua envolvido, mas a produção será compartilhada pela empresa do diretor, Scott Free, e a produtora criada pelos dois astros, Pearl Street Films. As filmagens estão marcadas para o início de 2020, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    The Man in the High Castle: Cena inédita da temporada final explora o multiverso da série

    30 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma cena completa da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia é um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.

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  • Série

    The Terror: Trailer da 2ª temporada explora assombração japonesa

    30 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Terror”. Originalmente uma minissérie, a atração virou uma série de antologia ao ser renovada, contando uma história de terror diferente por temporada. O segundo arco é ambientado na época da 2ª Guerra Mundial e mostra um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia. A história também denuncia os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. A trama se passa num desses locais, onde não há como escapar da assombração. O elenco destaca George Takei (o Sr. Sulu da “Star Trek” original), Derek Mio (“Greek”), Miki Ishikawa (“No Ritmo da Paixão”), Naoko Mori (“Evereste”), Yuki Morita (“Godzilla”), James Saito (“Altered Carbon”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”), Eiji Inoue (“The Silk Road”) e outros. Intitulada “The Terror: Infamy”, a nova história de 10 episódios foi desenvolvida por Alexander Woo (roteirista da série “True Blood”) em parceria com Max Borenstein (“Godzilla”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). A estreia está marcada para 12 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Filme

    Rutger Hauer (1944 – 2019)

    24 de julho de 2019 /

    O ator holandês Rutger Hauer, que ficou mundialmente conhecido como o líder dos replicantes no filme “Blade Runner” (1982), morreu na sexta-feira (19/7) após um curto período de doença, aos 75 anos. Um dos mais famosos atores europeus de sua geração, Hauer era fluente em várias línguas e se projetou em parceria com o cineasta holandês Paul Verhoeven em diversos projetos, a começar pela série medieval “Floris”, em 1969. Sua estreia no cinema foi no segundo longa de Verhoeven, o cultuadíssimo “Louca Paixão” (1973), em que viveu um romance de alta voltagem erótica com a atriz Monique van de Ven. E de cara chamou atenção de Hollywood, graças à indicação do filme ao Oscar. Ele ainda protagonizou mais três filmes de Verhoeven – “O Amante de Kathy Tippel” (1975), “Soldado de Laranja” (1977) e “Sem Controle” (1980) – e outros longas europeus antes de estrear numa produção americana, enfrentando Sylvester Stallone como o vilão terrorista de “Falcões da Noite” (1981). Mas foi ao desempenhar um outro tipo de vilão, o replicante Roy Beatty em “Blade Runner”, que se estabeleceu como astro de grandes produções. Androide que buscava respostas para perguntas existenciais, enquanto lutava por mais tempo para viver, o personagem caçado por Harrison Ford no longa de Ridley Scott tinha uma profundidade incomum para o gênero sci-fi de ação. Era, ao mesmo tempo, um assassino frio e robótico, mas também capaz de amar e filosofar sobre o sentido da vida, apresentando-se mais humano que seu perseguidor. A performance encantou gerações – e cineastas. Ele foi trabalhar com Nicolas Roeg em “Eureka” (1983) e ninguém menos que Sam Peckinpah em “O Casal Osterman” (1983), antes de protagonizar outro blockbuster, vivendo um amor amaldiçoado na fantasia medieval “Ladyhawke – O Feitiço de Áquila” (1985), de Richard Donner. No mesmo ano, fez sua última parceria com Verhoeven em outra produção medieval grandiosa, “Conquista Sangrenta” (1985), em que subverteu expectativas como anti-herói marginal. Hauer também traumatizou o público de cinema como o psicopata de “A Morte Pede Carona” (1986), um dos filmes mais subestimados de sua carreira e um dos mais copiados por imitadores do mundo inteiro. E até caçou o líder da banda Kiss, Gene Simmons, transformado em terrorista em “Procurado Vivo ou Morto” (1986), adaptação de uma série televisa dos anos 1950. O reconhecimento da crítica veio finalmente com o telefilme “Fuga de Sobibor” (1987), no qual liderou uma fuga em massa de um campo de concentração nazista. Ele venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator, enquanto a produção levou o prêmio de Melhor Telefilme. A consagração continuou com o drama italiano “A Lenda do Santo Beberrão” (1988), de Ermanno Olmi. Sua interpretação como um bêbado sem-teto que encontra redenção levou o filme a vencer o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Foi um de seus melhores desempenhos, mas não conseguiu chamar atenção do grande público, graças ao lançamento limitado em circuito de arte. Ele ainda contracenou com Madonna na comédia “Doce Inocência” (1989), mas a busca por novo sucesso de bilheterias o levou ao thriller convencional de ação “Fúria Cega” (1989), de Phillip Noyce, que iniciou um padrão negativo em sua carreira. A partir dos anos 1990, Hauer foi de produção B a produção C, D e Z. Seu rosto continuou por um bom tempo nas capas dos títulos mais alugados em VHS, mas a qualidade dos papéis despencou. Para citar um exemplo, o menos pior foi “Buffy: A Caça-Vampiros” (1992), no qual viveu um lorde dos vampiros. Os papéis televisivos passaram a se alternar com os de cinema/vídeo, e Hauer até recebeu outra indicação ao Globo de Ouro por “A Nação do Medo” (1994). Mas isso foi exceção. Ele chegou a gravar até sete produções só no ano de 2001, e nenhuma delas relevante. No anos 2000, começou a aparecer cada vez mais em séries, como “Alias”, “Smallville”, “True Blood”, “The Last Kingdom” e “Channel Zero”. Mas depois de figurar em duas adaptações de quadrinhos de 2005, “Sin City” e “Batman Begins”, voltou ao cinema europeu, estrelando vários filmes que repercutiram em 2011: “O Sequestro de Heineken”, no papel de Alfred Heineken, o dono da cervejaria holandesa, “Borboletas Negras”, “O Ritual”, “A Aldeia de Cartão”, em que retomou a parceria com Olmi, e principalmente “O Moinho e a Cruz”, uma pintura cinematográfica do polonês Lech Majewski, premiada em diversos festivais internacionais. Bastante ativo na fase final de sua carreira, Hauer ainda viveu o caçador de vampiros Van Helsing em “Dracula 3D” (2012), de Dario Argento, o Presidente da Federação Mundial em “Valerian e a Cidade dos Mil Mundos” (2017), de Luc Besson, e o Comodoro do premiado western “Os Irmãos Sisters” (2018), de Jacques Audiard. E deixou vários trabalhos inéditos, entre eles o drama “Tonight at Noon”, novo longa de Michael Almereyda (“Experimentos”), a aventura épica “Emperor”, de Lee Tamahori (“007 – Um Novo Dia Para Morrer”) e a minissérie “Um Conto de Natal”, do cineasta Steven Knight (“Calmaria”), na qual encarna o Fantasma do Natal Futuro. Sua atuação, porém, não se restringia às telas. Hauer foi ativista de causas sociais, como fundador da Starfish Association, organização sem fins lucrativos dedicada à conscientização sobre a AIDS, e patrocinador da organização ambientalista Greenpeace. Todos esses momentos não devem se perder no tempo, como lágrimas na chuva.

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  • Filme

    Ben Affleck e Matt Damon pretendem duelar até a morte no cinema

    23 de julho de 2019 /

    Os atores Ben Affleck e Matt Damon vão estrelar e escrever o filme “The Last Duel” (O Último Duelo, em tradução literal), que será dirigido por Ridley Scott. O cineasta já trabalhou com Damon no bem-sucedido “Perdido em Marte” (2015). Damon e Affleck não assinavam um roteiro cinematográfico juntos desde que venceram o Oscar por “Gênio Indomável”, que eles também estrelaram em 1997. Desta vez, porém, contarão com a ajuda de Nicole Holofcener (indicada ao Oscar por “Poderia Me Perdoar?”). A trama é baseada em um livro de Eric Jager e relata eventos que teriam ocorrido na França do século 14. Na trama, eles interpretarão uma dupla de melhores amigos que é separada pela guerra. Apenas um deles é convocado para o conflito e, quando retorna, sua mulher revela ter sido estuprada pelo outro. O protagonista apela então para o rei da França, usando sua posição como veterano de guerra para pedir autorização para um duelo até a morte. O livro posiciona este confronto como o último duelo legalmente sancionado no país europeu – daí o título. O filme estava sendo desenvolvido há alguns anos na Fox, mas a expectativa da aquisição do estúdio pela Disney tinha deixado o projeto no limbo. Não está claro se o estúdio continua envolvido, mas a produção será compartilhada pela empresa do diretor, Scott Free, e a produtora criada pelos dois astros, Pearl Street Films.

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  • Série

    The Terror: Espectro assombra famílias japonesas em novo trailer da 2ª temporada

    3 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Terror”. Originalmente uma minissérie, a atração virou uma série de antologia ao ser renovada, contando uma história de terror diferente por temporada. O segundo arco é ambientado na época da 2ª Guerra Mundial e mostra um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia. A história também denuncia os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. A trama se passa num desses locais, onde não há como escapar da assombração. O elenco destaca George Takei (o Sr. Sulu da “Star Trek” original), Derek Mio (“Greek”), Miki Ishikawa (“No Ritmo da Paixão”), Naoko Mori (“Evereste”), Yuki Morita (“Godzilla”), James Saito (“Altered Carbon”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”), Eiji Inoue (“The Silk Road”) e outros. A nova história foi desenvolvida por Alexander Woo (roteirista da série “True Blood”) em parceria com Max Borenstein (“Godzilla”). Novamente com 10 episódios, produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e o título completo de “The Terror: Infamy”, a 2ª temporada vai estrear em 12 de agosto nos Estados Unidos.

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