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  • Série

    The Terror: Trailer da 2ª temporada traz campo de concentração assombrado

    20 de junho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou fotos e o trailer da 2ª temporada de “The Terror”. Originalmente uma minissérie, a atração virou uma série de antologia ao ser renovada, contando uma história de terror diferente por temporada. O segundo arco é ambientado na época da 2ª Guerra Mundial e mostra um espectro misterioso que ameaça uma comunidade nipo-americana do sul da Califórnia. A história também denuncia os campos de concentração criados para deter imigrantes japoneses nos Estados Unidos da época. A trama se passa num desses locais, onde não há como escapar da assombração. O elenco destaca George Takei (o Sr. Sulu da “Star Trek” original), Derek Mio (“Greek”), Miki Ishikawa (“No Ritmo da Paixão”), Naoko Mori (“Evereste”), Yuki Morita (“Godzilla”), James Saito (“Altered Carbon”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”), Eiji Inoue (“The Silk Road”) e outros. A nova história foi desenvolvida por Alexander Woo (roteirista da série “True Blood”) em parceria com Max Borenstein (“Godzilla”). Novamente com 10 episódios, produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e o título completo de “The Terror: Infamy”, a 2ª temporada deve estrear em 12 de agosto nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ridley Scott vai dirigir novo filme da franquia Alien

    27 de maio de 2019 /

    O diretor Ridley Scott vai voltar a dirigir um novo filme da franquia “Alien”. A informação foi publicada pela revista Variety no meio de uma reportagem retrospectiva sobre os 40 anos do filme original, sem dar maiores informações. A Fox chegou a dizer que não havia planos para uma continuação. No entanto, com a compra do estúdio pela Disney, tudo pode ter mudado. “Alien” é uma das franquias que costuma ser citada com destaque pela Disney como parte de seu novo acervo pós-aquisição. Caso o projeto saia do papel, será o quarto “Alien” dirigido por Scott, que além de comandar o filme original, “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), assinou os prólogos “Prometheus” (2012) e “Alien: Covenant” (2017). Ridley Scott tinha planos de fazer mais dois filmes após “Alien: Covenant”, mas o fracasso financeiro do longa (US$ 240 milhões em todo o mundo) fez a Fox “repensar” estes projetos. O roteiro do próximo longa foi escrito em 2017. Os outros filmes da franquia são “Aliens: O Resgate” (1986, de James Cameron), “Alien 3” (1992, de David Fincher) e “Alien: A Ressurreição” (1997, de Jean-Pierre Jeunet). Além destes, há dois crossovers com a franquia “Predador”.

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  • Série

    The Passage é cancelada após a 1ª temporada

    10 de maio de 2019 /

    A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série “The Passage” após apenas uma temporada. A série de terror estreou embalada por bons números em janeiro, quando chegou a liderar a audiência, mas o ritmo lento da atração cansou o público, que foi minguando até o final da temporada inaugural e (agora) final. Mesmo assim, “The Passage” registou média de 3,7 milhões de telespectadores e 0,92 ponto na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. E, neste quesito, a atração da Fox teve desempenho melhor que muitas séries renovadas em outros canais de maior audiência. Desenvolvida por Liz Heldens (criadora da série “Deception”), a produção é baseada no best-seller “A Passagem”, de Justin Cronin, que originou uma trilogia. A premissa apresenta uma instalação médica secreta do governo, que realiza experimentos com um perigoso vírus que poderia curar todas as doenças ou causar a extinção da raça humana. Mas para saber qual é o resultado, a droga precisa ser testada numa criança. A partir daí, a trama acompanha uma menina de 10 anos chamada Amy Bellafonte (Saniyya Sidney, da série “American Horror Story”), que é escolhida para o teste, mas acaba despertando o instinto paternal no agente Brad Wolgast (Mark‐Paul Gosselaar, série “Franklin & Bash”), responsável por conduzi-la até a instalação secreta. Numa mudança inesperada, ele resolve fugir e protegê-la, tornando-se alvo de uma caçada humana. Mas os dois são logo capturados e levados para o local, onde vampiros de laboratório aguardam suas chegadas. Apenas em seu último episódio, que foi ao ar em março na TV americana, a série avançou no tempo até o cenário pós-apocalíptico do livro, onde os vampiros criados pela droga passam a dominar a Terra e os poucos humanos sobreviventes precisam se unir para sobreviver. Esse cenário serviu de epílogo para a produção, deixando a trama (mais ou menos) finalizada, ainda que aberta para uma continuação. “The Passage” só começou a ser exibida no Brasil em abril pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

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  • Série

    The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

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    Bruno Ganz (1941 – 2019)

    16 de fevereiro de 2019 /

    O ator suíço Bruno Ganz, que viveu um anjo em “Asas do Desejo” e Adolf Hitler em “A Queda! As Últimas Horas de Hitler”, morreu de câncer neste sábado (16/2) aos 77 anos em Zurique, informou seu agente. Nascido em 22 de março de 1941, Ganz desenvolveu a maior parte de sua carreira artística no cinema, na televisão e no teatro alemães durante mais de meio século de interpretações. Ele foi atraído para a atuação ainda muito jovem, quando um amigo, técnico de iluminação de um teatro local, passou a deixá-lo assistir às produções. A trajetória cinematográfica começou em 1960 no cinema suíço, mas só deslanchou quando foi filmar no exterior, ao se envolver com ícones da nouvelle vague francesa. Em 1976, coadjuvou em “No Coração, a Chama”, primeiro filme dirigido pela atriz Jean Moreau, e se tornou protagonista em “A Marquesa d’O”, de Éric Rohmer. Falado em alemão, o longa do mestre francês foi premiado em Cannes e rendeu a Ganz o primeiro reconhecimento de sua carreira, como Melhor Ator na votação anual da Academia Alemã-Ocidental. No ano seguinte, ele iniciou uma das principais parcerias de sua filmografia, ao estrelar o filme que lhe apresentou para o mundo, “O Amigo Americano” (1977), adaptação do suspense noir de Patricia Highsmith realizada pelo alemão Win Wenders. Na trama, Ganz vivia um emoldurador de quadros casado, com filho, endividado e vítima de uma doença terminal, que, por não ter muito a perder, é convencido a virar assassino profissional pelo amigo americano do título, ninguém menos que o serial killer Tom Ripley (que depois teria sua origem filmada em “O Talentoso Ripley”), interpretado por Dennis Hopper. O resultado, filmado de forma altamente estilizada por Wenders, e a presença de Hopper – e dos diretores Nicholas Ray e Samuel Fuller, em papéis coadjuvantes – transformou a obra em cult movie e deu a Ganz audiência cativa mundial. Fez, a seguir, seu primeiro filme americano, o terror “Meninos do Brasil” (1978), de Franklin J. Schaffner, sobre clones de Hitler, embarcou no remake do marco do expressionismo alemão “Nosferatu: O Vampiro da Noite” (1979), com direção de Werner Herzog, voltou à França para “A Dama das Camélias” (1981), adaptação do clássico literário de Alexandre Dumas Filho, em que contracenou com Isabelle Huppert, e trabalhou com ainda outro mestre do Novo Cinema Alemão, Volker Schlöndorff, em “O Ocaso de um Povo” (1981), sobre a questão Palestina. O segundo encontro com Wenders rendeu novo papel memorável, como um anjo pairando sobre Berlim em “Asas do Desejo” (1987). Filmado em preto e branco – e novamente com participação de um americano, Peter Falk – , o filme se tornou o postal definitivo de Berlim Ocidental, uma cidade à beira de um muro com uma juventude à beira do abismo, embalado por trilha/shows de rock depressivo – Nick Cave and the Bad Seeds e Crime and the City Solution. Cultuadíssimo, venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes, o Prêmio do Público na Mostra de São Paulo e o de Melhor Filme Estrangeiro no Film Independent Spirit Awards americano. Ganz filmou ainda um terceiro longa com Wenders, “Tão Longe, Tão Perto” (1993), novamente ao lado de Peter Falk e com Willem Dafoe. E embarcou numa turnê cinematográfica mundial, rodando produções na Itália (“Sempre aos Domingos”, 1991), Austrália (“O Último Dia em Que Ficamos Juntos”, 1992), Islândia (“Filhos da Natureza”, 1991) e Reino Unido (“A Vida de Saint-Exupery”, 1996). Até criar outro clássico com um grego, Theodoros Angelopoulos, em “A Eternidade e um Dia” (1998). Após filmes de menor evidência, voltou com tudo em 2004 com duas produções que lhe deram grande visibilidade: o remake de “Sob o Domínio do Mal”, dirigido pelo americano Jonathan Demme, e principalmente “A Queda! As Últimas Horas de Hitler”, de Oliver Hirschbiegel, em que interpretou o Hitler mais convincente já visto no cinema, amargurando seu final de vida no bunker de onde só sairia morto. A popularidade de “A Queda!”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, embalou outra volta ao mundo, que desta vez o levou até ao Japão (“The Ode to Joy”, 2006), antes de colocá-lo novamente em Hollywood, em “Velha Juventude” (2007), dirigido por Francis Ford Coppola, e numa nova parceria com Angelopoulos, “A Poeira do Tempo” (2008). Ele ainda realizou uma façanha, ao estrelar dois filmes indicados ao Oscar num mesmo ano: “O Grupo Baader Meinhof” (2008), de Uli Edel, sobre o grupo terrorista alemão dos anos 1970, que disputou o troféu de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e “O Leitor” (2008), do inglês Stephen Daldry, sobre uma ex-funcionária nazista analfabeta, que rendeu o Oscar de Melhor Atriz para Kate Winslet. Membro ativo da comunidade cinematográfica alemã, Ganz também atuou como presidente da Academia Alemã de Cinema de 2010 a 2013. E, em 2010, recebeu uma homenagem da Academia Europeia por sua filmografia. Que só aumentou desde então. Extremamente versátil, Ganz acumulou filmes de alcance internacional na fase final de sua carreira, como os thrillers hollywoodianos “Desconhecido” (2011), de Jaume Collet-Serra, e “O Conselheiro do Crime” (2013), de Ridley Scott, o romance “Trem Noturno para Lisboa” (2013), de Bille August, o cult escandinavo de vingança “O Cidadão do Ano” (2014), de Hans Petter Moland – refilmado neste ano como “Vingança a Sangue Frio” – , o drama “Memórias Secretas” (2015), de Atom Egoyan, a comédia “A Festa” (2017), de Sally Potter, e o ultraviolento “A Casa que Jack Construiu” (2018), de Lars Von Trier, em que deu vida ao poeta Virgílio, acompanhando o serial killer interpretado por Matt Dillon numa jornada para o Inferno. No ano passado, os médicos o diagnosticaram com um câncer intestinal, mas, mesmo passando por tratamento com quimioterapia, ele continuou filmando. O ator deixou três longas inéditos, entre eles “Radegund”, do americano Terrence Malik. Para se ter ideia da importância de Ganz para o cinema e o teatro alemães, ele era portador do Anel de Iffland, uma honraria lendária do século 18, que apenas o melhor ator em língua alemã pode usar, e sua utilização é vitalícia, passando a outro intérprete apenas após sua morte.

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  • Etc,  Filme

    Albert Finney (1936 – 2019)

    8 de fevereiro de 2019 /

    O ator britânico Albert Finney, indicado cinco vezes ao Oscar, morreu nesta sexta-feira (8/2), aos 82 anos, após enfrentar “uma breve doença” e “cercado por seus entes queridos”, segundo comunicado de sua família. Lenda do cinema e do teatro britânico, Finney nasceu em 9 de maio de 1936, estudou na tradicional escola de Royal Academy of Dramatic Art, onde iniciou sua carreira interpretando principalmente personagens de William Shakespeare, chamando atenção do diretor Tony Richardson para integrar o filme “Vida de Solteiro”, em 1960. Ele se tornou um dos novos rostos da new wave britânica, ao representar outro jovem da classe trabalhadora em “Tudo Começou num Sábado” (1960), que lhe rendeu o prêmio BAFTA (da Academia Britânica) de Revelação do ano. Mas sua trajetória sofreu uma mudança abrupta quando trocou o realismo social dos dramas em preto e branco pela exuberância de “As Aventuras de Tom Jones” (1963). Dirigido pelo mesmo Tony Richardson que o tinha revelado em “Vida de Solteiro”, Finney levou seu protótipo de jovem independente ao cinema de época, tornando-se um Tom Jones irresistível. Filho bastardo de um aristocrata e incapaz de resistir aos impulsos sexuais, lutou por seus direitos e pelo amor na tela, levando as revoluções sociais e sexuais para o século 18. O resultado encantou o mundo, lotou cinemas e rendeu a primeira indicação do ator ao Oscar. O sucesso de “As Aventuras de Tom Jones” tornou Finney tão popular quanto os Beatles. E ele foi se arriscar em novos gêneros, como o drama de guerra de “Os Vitoriosos” (1963) e até viver um vilão, o psicopata de “A Noite Tudo Encobre” (1964), ao mesmo tempo em que decidiu fazer mais teatro, criando hiatos em sua filmografia. Quando ressurgiu, após três anos, foi como par romântico de Audrey Hepburn em “Um Caminho para Dois” (1967), de Stanley Donen, que abriu uma lista de dramas sobre relacionamentos em crise, como “Charlie Bubbles” (1968), “The Picasso Summer” (1969) e “Alpha Beta” (1974), entrecortadas pelas comédias “O Adorável Avarento” (1970), que lhe rendeu o Globo de Ouro, e “Gumshoe, Detetive Particular’ (1971), primeiro longa do diretor Stephen Frears. Em 1974, ele deu vida a outro papel marcante, o detetive Hercule Poirot na versão cinematográfica original de “Assassinato no Expresso Oriente”, dirigida por Sidney Lumet, e foi novamente indicado ao Oscar. E também aproveitou a exposição da indicação para retornar aos palcos, fazendo apenas mais um filme na década: “Os Duelistas” (1977), estreia do diretor Ridley Scott. “Quando trabalhei naqueles anos no National Theatre”, disse Finney ao The New York Times em 1983, “as pessoas sempre diziam que eu poderia estar em Hollywood ganhando essa ou aquela quantia de dinheiro. Mas você deve manter a capacidade de fazer o que quer. Eu não queria ser vítima da necessidade de viver um estilo de vida que exige salários enormes para ser bancado”. Ele voltou ao cinema como coadjuvante em filmes inesperados, como o terror social “Lobos” (1981), o thriller sic-fi “O Domínio do Olhar” (1981) e o musical infantil “Annie” (1982), antes de tomar seu devido lugar no centro das atenções em “O Fiel Camareiro” (1984). O papel de Sir, um tirânico e decadente ator shakespeareano, que só tem momentos felizes no contato com seu camareiro, responsável por prepará-lo para subir no palco, rendeu a terceira indicação de Finney ao Oscar. Mas, após o novo reconhecimento, ele não sumiu das telas. Foi viver o papa João Paulo II num telefilme e emendou outro papel impactante, o cônsul alcoólico Geoffrey Firmin em “A Sombra do Vulcão”, um dos últimos filmes do diretor John Huston (que também o dirigiu em “Annie”), resultando em sua quarta indicação ao prêmio da Academia. Sua capacidade intuitiva de detectar talentos emergentes atrás das câmeras o levou a continuar trabalhando em filmes de futuros mestres, como os irmãos Coen, no excelente filme de gângster “Ajuste Final” (1990), Mike Figgis no drama “Nunca Te Amei” (1994), e principalmente Steven Soderbergh, que o escalou como o chefe de Julia Roberts em “Erin Brockovich” (2000), rendendo-lhe sua quinta e última nomeação ao Oscar, desta vez como Coadjuvante. Julia Roberts, vencedora do Oscar pelo mesmo filme, dedicou o prêmio ao britânico. E embora nunca tenha conquistado o Oscar, Finney ganhou o Emmy por sua interpretação de Winston Churchill no telefilme “O Homem que Mudou o Mundo”, de 2002, onde atuou ao lado de Vanessa Redgrave. O ator e Soderbergh repetiram a parceria em “Traffic” (2000) e “Doze Homens e Outro Segredo” (2004). Finney também trabalhou em dois filmes de Tim Burton, “Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas” (2003) e “A Noiva Cadáver” (2005), retomou a parceria com Ridley Scott em “Um Bom Ano” (2006) e fez o último longa do velho parceiro e grande mestre Sidney Lumet, “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto” (2007), entre muitas outras produções. Nos últimos anos, curiosamente, vinha se especializando em thrillers de ação e espionagem, novidades em sua vasta carreira. Mas, como não poderia deixar de ser, filmou justamente os melhores, “O Ultimato Bourne” (2007) e “O Legado Bourne” (2011), ambos dirigidos por Paul Greengrass, e “007 – Operação Skyfall” (2012), de Sam Mendes, com o qual encerrou sua filmografia. Em maio de 2011, o agente de Finney revelou que o ator estava enfrentando um câncer no rim.

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  • Série

    Série de vampiros The Passage lidera audiência em sua estreia nos Estados Unidos

    15 de janeiro de 2019 /

    A série “The Passage” teve uma estreia promissora na rede americana Fox, melhor que o esperado para um lançamento da midseason. Indo ao ar como substituta de “9-1-1”, uma das séries mais vistas da Fox, conseguiu uma audiência de 5,22 milhões de telespectadores e marcou 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Em comparação, “9-1-1” marcava uma média de 6,2 milhões de telespectadores e 1,5 ponto na demo. Mas isso inclui números da alta temporada, que cai no outono norte-americano. A pontuação de “The Passage” foi suficiente para torná-la a série mais vista da noite de segunda (14/1) entre o público adulto nos Estados Unidos, deixando para trás “The Resident”, “The Good Doctor”, “Magnum P.I.”, “Happy Together”, “Bull”, “The Neighborhood” e “The Manifest”. Desenvolvida por Liz Heldens (criadora da série “Deception”), a produção é baseada no best-seller “A Passagem”, de Justin Cronin, que originou uma trilogia. A premissa apresenta uma instalação médica secreta do governo, que realiza experimentos com um perigoso vírus que poderia curar todas as doenças ou causar a extinção da raça humana. Mas para saber qual é o resultado, a droga precisa ser testada numa criança. A partir daí, a trama acompanha de uma menina de 10 anos chamada Amy Bellafonte (Saniyya Sidney, da série “American Horror Story”), que é escolhida para o teste, mas acaba despertando o instinto paternal no agente federal Brad Wolgast (Mark‐Paul Gosselaar, série “Franklin & Bash”), responsável por conduzi-la. Numa mudança inesperada, ele resolve fugir e protegê-la, tornando-se alvo de uma caçada humana. Aos poucos, a série deve avançar até o cenário pós-apocalíptico do livro, onde vampiros criados pela droga passam a dominar a Terra e os poucos humanos sobreviventes precisam se unir para sobreviver. O elenco também inclui Vincent Piazza (série “Boardwalk Empire”), Brianne Howey (série “The Exorcist”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Caroline Chikezie (série “The Shannara Chronicles”), Emmanuelle Chriqui (série “Shut Eye”) e Henry Ian Cusick (série “The 100”).

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  • Série

    Astro de Vikings vai estrelar série sci-fi dirigida por Ridley Scott

    11 de janeiro de 2019 /

    O ator Travis Fimmel, que ficou conhecido por seu papel como Ragnar Lothbrok na série “Vikings”, vai voltar a estrelar outra atração televisiva. Com grande mudança de cenário e época, ele trocará a Idade Média europeia pelo futuro espacial, como protagonista da primeira série dirigida por Ridley Scott. Intitulada “Raised by Wolves”, a série se passa em outro mundo e acompanha dois androides com missão cuidar de crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam aprender como controlar as pessoas. Fimmel terá o papel de Father (Pai), um dos robôs, e contracenará com uma atriz ainda não anunciada, que desempenhará o papel de Mother (Mãe). Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013), do remake de “Papillon” (2017) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” é produzida por Scott e faz parte de um acordo da empresa do cineasta com o canal pago TNT. A Scott Free vai desenvolver diversas séries de sci-fi para exibição rotativa no canal. A exibição do primeiro episódio registrará a estreia de Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Scott quer garantir que a série tenha um visual cinematográfico e usará sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), no piloto da produção.

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  • Série

    George Takei vai estrelar a 2ª temporada de The Terror

    20 de dezembro de 2018 /

    O ator George Takei, intérprete do Sr. Sulu na “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) original, vai estrelar e trabalhar como consultor da 2ª temporada da elogiada série de antologia “The Terror”, produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”). A série vai abordar os campos de concentração criados nos Estados Unidos para aprisionar imigrantes japoneses durante a 2ª Guerra Mundial. Takei chegou a viver num deles quando criança, e usará sua experiência para dar consultoria na recriação das prisões. A trama permite, inclusive, paralelos com a volta de campos de concentração para imigrantes e refugiados, durante a atual administração de Donald Trump. Takei terá um papel secundário na trama, como um antigo pescador. Já o protagonista será vivido por Derek Mio (“Greek”). Ele vai interpretar Chester Nakayama, filho de imigrantes japoneses que sonha em deixar sua comunidade nipo-americana e se juntar ao exército. O aspecto sobrenatural da trama fica por conta de um espectro que assombra a comunidade e os campos de concentração. A 2ª temporada de “The Terror” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    The Passage: Série de vampiros produzida por Ridley Scott ganha novo trailer e data de estreia

    25 de novembro de 2018 /

    A rede Fox divulgou o pôster e um novo trailer de “The Passage”, série de vampiros produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Alien: Covenant”), que combina ação, terror e sci-fi. Desta vez, a prévia revela a data de estreia da atração. Desenvolvida por Liz Heldens (criadora da série “Deception”), a série é baseada no best-seller “A Passagem”, de Justin Cronin, que originou uma trilogia. A premissa apresenta uma instalação médica secreta do governo, que realiza experimentos com um perigoso vírus que poderia curar todas as doenças ou causar a extinção da raça humana. Mas para saber qual é o resultado, a droga precisa ser testada numa criança. A partir daí, a trama gira em torno de uma menina de 10 anos chamada Amy Bellafonte (Saniyya Sidney, da série “American Horror Story”), que é escolhida para o teste, mas acaba despertando o instinto paternal no agente federal Brad Wolgast (Mark‐Paul Gosselaar, série “Franklin & Bash”), responsável por conduzi-la. Numa mudança inesperada, ele resolve fugir e protegê-la, tornando-se alvo de uma caçada humana. As criaturas que parecem no trailer são, na verdade, vampiros. A trama deve avançar até o cenário pós-apocalíptico do livro, onde os vampiros dominam a Terra e os poucos humanos sobreviventes precisam se unir para sobreviver. Mas nada disso é sequer sugerido na prévia, centrada na trama do episódio piloto, dirigido por Marcos Siega (que já tem experiência vampírica, via série “The Vampire Diaries”). O elenco também inclui Vincent Piazza (série “Boardwalk Empire”), Brianne Howey (série “The Exorcist”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Caroline Chikezie (série “The Shannara Chronicles”), Emmanuelle Chriqui (série “Shut Eye”) e Henry Ian Cusick (série “The 100”). “The Passage” estreia em 14 de janeiro nos Estados Unidos.

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    Strange Angel é renovada para a 2ª temporada

    10 de novembro de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access renovou “Strange Angel” para sua 2ª temporada. A série conta a incrível história real de Jack Parsons, que na série é interpretado por Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). Brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, Parsons começou como faxineiro de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. A produção tem credenciais cinematográficas, criada pelo roteirista Mark Heyman (de “Cisne Negro”), dirigida pelos cineastas David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e Ben Wheatley (“Free Fire”) e com produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). O elenco ainda destaca Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Rupert Friend (série “Homeland”), Peter Mark Kendall (série “The Americans”), Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”), Greg Wise (série “The Crown”), Zack Pearlman (série “Shameless”), Keye Chen (série “Silicon Valley”), Dan Donohue (série “Damnation”), Michael Gaston (série “The Leftovers”) e Elena Satine (série “The Gifted”) A estreia está marcada para 14 de junho nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Ridley Scott desenvolve continuação do filme Gladiador

    1 de novembro de 2018 /

    O diretor Ridley Scott e sua produtora Scott Free estão desenvolvendo uma sequência de “Gladiador” (2000), vencedor de cinco Oscars, inclusive o de Melhor Filme. O projeto ainda está em estágio inicial, mas já atraiu a Paramount para a mesa de negociações, segundo o site da revista The Hollywood Reporter. A continuação não vai ressuscitar o personagem-título, vivido por Russell Crowe, que venceu o Oscar de Melhor Ator por sua performance. Nem mostrar sua juventude, num prólogo. Em vez disso, a trama acompanharia Lucius, fiho de Lucilla (Connie Nielsen) e sobrinho de Commodus (Joaquin Phoenix), que é salvo por Maximus (Crowe) no filme original. Peter Craig, que escreveu as duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”, está desenvolvendo o roteiro. E Ridley Scott pretende voltar à cadeira de diretor para comandar as filmagens.

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