Katrina Law entra no elenco fixo de Hawaii Five-0
A atriz Katrina Law, intérprete de Nyssa al Ghul na série “Arrow”, entrou no elenco fixo da 10ª temporada de “Hawaii Five-0”. Ela vai interpretar uma nova personagem da série, Quinn Liu, uma ex-militar rebaixada por insubordinação. Após uma colisão explosiva com o Five-0 em um caso envolvendo veteranos do exército, ela se torna uma fiel aliada da equipe que sempre valorizou a integridade. Fluente em várias línguas, Quinn tem uma profunda compreensão da cultura militar, um passado misterioso e a capacidade de igualar a inteligência de McGarrett (Alex O’Loughlin). “Estamos entusiasmados em ter o Katrina se juntando à 10ª temporada do ‘Hawaii-Five-0’ como uma integrante regular”, anunciou o produtor executivo Peter Lenkov em comunicado. “Ela brilha com Quinn, o mais novo recruta da equipe, e os espectadores vão adorar ver como ela encontra McGarrett e Danny pela primeira vez. Se você conhece bem o programa, sentirá algum déjà vu”. Remake da duradoura série clássica, exibida entre 1968 e 1980 na TV americana, “Hawaii Five-O” traz Alex O’Loughlin como o comandante Steve McGarrett, personagem imortalizado por Jack Lord, e Scott Caan como o detetive Danny Williams, o “Danno” vivido por James MacArthur na versão original. A série entrou em fase de reformulação intensa há dois anos, após a saída dos atores Daniel Dae Kim e Grace Park. Os intérpretes de Chin Ho e Kono e deixaram a série após seus pedidos por igualdade salarial com os colegas brancos serem recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”), enquanto Ian Anthony Dale, que fazia aparições recorrentes, foi promovido ao elenco regular. A 10ª temporada estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Universal desiste de lançar A Caçada após atentados e ataque do presidente Trump
A Universal decidiu descartar o lançamento de “A Caçada” – terror satírico em que milionários caçam “pessoas deploráveis” por esporte – após os atentados do fim de semana passado e o ataque do presidente Trump ao filme, na sexta-feira (9/8). “Enquanto a Universal Pictures já havia pausado a campanha de marketing para ‘A Caçada’, depois de ponderada consideração o estúdio decidiu cancelar os planos de lançar o filme. Nós apoiamos nossos cineastas e continuaremos a distribuir filmes em parceria com criadores ousados e visionários, como aqueles associados com este thriller social satírico, mas entendemos que agora não é o momento certo para lançar este filme “, disse a Universal em um comunicado. A decisão do estúdio veio um dia depois que o presidente Donald Trump mirou no filme e em Hollywood. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu no Twitter. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. O filme violento mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários liberais. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia no Brasil ia acontecer em 24 de outubro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, mas não há informações sobre se também será afetada. Caso os planos do estúdio sejam em adiar o lançamento, a mudança deve ser mundial. Mas pode ser que a produção seja negociada com algum serviço de streaming e nunca chegue aos cinemas.
Trump chama Hollywood de “racista” por causa do filme A Caçada
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disparou críticas contra Hollywood, chamando a indústria cinematográfica americana de “racista” no Twitter e num pronunciamento à imprensa nesta sexta (9/8). Ele ainda acrescentou que os filmes atuais são um perigo para o país. “Hollywood é terrível. Você fala de racismo… Hollywood é racista”, ele disse em Washington, diante da Casa Branca, para a imprensa americana. “O que eles estão fazendo com os tipos de filmes que eles estão lançando é muito perigoso para o nosso país. O que Hollywood está fazendo é um desserviço ao nosso país”. No Twitter, ele voltou ao ataque. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. A declaração de Trump alude, sem dar nome, ao filme de terror “A Caçada” (The Hunt). A Universal suspendeu a campanha de divulgação do longa, que estreia em setembro, após os recentes atentados motivados por ódio racial nas cidades americanas de El Paso e Dayton. O trailer do filme pode ser visto aqui. Ele deixa claro que as pessoas caçadas são brancos da extrema direita. Além disso, os caçadores são definidos como “a Elite”. Trump, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. De todo modo, a premissa de “A Caçada” é mais antiga que o próprio Trump, pois existe pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Liberal Hollywood is Racist at the highest level, and with great Anger and Hate! They like to call themselves “Elite,” but they are not Elite. In fact, it is often the people that they so strongly oppose that are actually the Elite. The movie coming out is made in order…. — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 9 de agosto de 2019 ….to inflame and cause chaos. They create their own violence, and then try to blame others. They are the true Racists, and are very bad for our Country! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 9, 2019
Atriz de The Rookie revela nome das pessoas que denunciou por racismo e assédio durante gravações da série
A atriz Afton Williamson revelou, em uma nova postagem no Instagram, os nomes dos responsáveis por alegados assédio sexual, discriminação racial e bullying que ela teria sofrido durante as gravações da série “The Rookie”. A intérprete da policial Talia Bishop na 1ª temporada de “The Rookie” decidiu não retornar para o segundo ano da atração estrelada por Nathan Fillion (o “Castle”) e desabafou sobre o que aconteceu no domingo passado (4/8), em seu Instagram. Ela afirmou ter denunciado o mau comportamento de duas pessoas no set e que nenhuma providência foi tomada, até que os abusos viraram ataque na festa de encerramento da temporada inaugural, o que finalmente levou à demissão da chefe da equipe de cabeleireiros da série. Agora, ela deu nome aos bois, tirando do anonimado as pessoas a quem acusa. “Nesta temporada em ‘The Rookie’ fui sexualmente assediada pelo ator Demetrius Grosse. Fui racialmente discriminada e sexualmente abusada pela Chefe dos Cabeleireiros, Sally Nicole Ciganovich”, declarou Williamson em sua postagem. No post anterior, Afton contou ter informado ao showrunner da série, Alexi Hawley, sobre o que havia sofrido. “Ele não fez nenhum registro nem repassou o problema para o departamento de Recursos Humanos, como havia prometido. O chefe dos cabeleireiros só foi demitido depois da agressão sexual, e não por causa de um ano inteiro de comentários racistas e bullying.” Ela ainda acrescentou: “Depois que eu fiz a primeira denúncia de assédio sexual, me informaram que o ator em questão iria ser demitido. Mas também pediram que eu gravasse com ele no dia seguinte, porque o roteiro já estava escrito. Esse ator voltou a participar da série no fim da temporada, e eu tive que gravar novamente cenas com ele.” A atriz explicou que o pouco caso fez com que ela preferisse abandonar a série. “A única vez que me chamaram para participar da investigação foi quando pedi uma reunião com os executivos assim que anunciaram que teríamos uma 2ª temporada. Meu agente e um representante do sindicato também estavam presentes, e ficou claro para todos ali que o showrunner não havia passado minhas acusações adiante”, reclamou. Logo após as denúncias, a presidente da ABC, Karey Burke, abordou o assunto no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Surpresa com o caso, ela disse a rede, responsável pela exibição da série, estava “aguardando os resultados da investigação” antes de tomar uma posição. No Brasil, “The Rookie” é exibida pelo canal pago Universal. Ver essa foto no Instagram To my Fans, my Friends, my Supporters: I want to Thank EVERY SINGLE ONE OF YOU. I am so beyond overwhelmed by the outpouring of love, kind words, scriptures, strength filled quotes and devout support that has come my way. One Instagram post is just like those 2 fish and 5 loaves of Bread. The rippling effect it has had in just a few hours shows how much this world is aching with victims of racism, discrimination, sexual harassment, sexual assault, sexual abuse all of it. I am no stranger to all of the above even before this experience. But it is through this experience and my platform that God pushed me to use the power within me. It just takes a VOICE. I never imagined so many of us have experienced these horrible circumstances and that can NO LONGER GO UNHEARD. We have a voice. ALL OF US. It is our DUTY to use it. I used to fear the word Victim. I scoffed at it because all I was told when these injustices happened to me, was to Survive. Survivor I am. Victim I am also. A victim of injustice. A victim of assault. A victim of abuse and harassment. If you have experienced any of the above, you are too and I for one stand with you and I’m no longer afraid to be vocal about it. We Can Stand Together. Let’s Change This Sickness. That Change starts with US. This season on The Rookie, I was sexually harassed by fellow actor Demetrius Grosse. I was Racially Bullied and Discriminated against and Sexually Assaulted by Hair Department Head Sally Nicole Ciganovich. Let’s BE the CHANGE we WANT to SEE❤️???? Uma publicação compartilhada por Afton Williamson (@therealaftonw) em 5 de Ago, 2019 às 5:06 PDT
The Rookie: Atriz pede demissão após sofrer racismo e assédio sexual
A atriz Afton Williamson, que interpretou a policial Talia Bishop na 1ª temporada de “The Rookie”, não vai voltar para o segundo ano da atração estrelada por Nathan Fillion (o “Castle”). Ela resolveu desabar sobre o que aconteceu em seu Instagram neste domingo (4/8), depois de denunciar racismo, bullying e assédio sexual no set e nada ser feito sobre suas acusações, até que o assédio virou ataque na festa de encerramento da temporada inaugural. Em um desabafo, Afton alega que desde a gravação do piloto, ela vivenciou situações de discriminação racial. “Também ouvi comentários nada apropriados da equipe de cabeleireiros e sofri bullying dos produtores-executivos”, escreveu. “Ao longo da temporada, a situação piorou e fui vítima de assédio sexual de um ator recorrente. E os comentários racistas da chefe dos cabeleireiros se transformaram em agressão sexual na festa de encerramento”, continuou. Afton contou que informou o showrunner da série, Alexi Hawley, sobre o que havia sofrido. “Ele não fez nenhum registro nem repassou o problema para o departamento de Recursos Humanos, como havia prometido. O chefe dos cabeleireiros só foi demitido depois da agressão sexual, e não por causa de um ano inteiro de comentários racistas e bullying.” A atriz alegou ainda que ninguém nunca investigou nenhuma das denúncias feitas por ela. “A única vez que me chamaram para participar da investigação foi quando pedi uma reunião com os executivos assim que anunciaram que teríamos uma 2ª temporada. Meu agente e um representante do sindicato também estavam presentes, e ficou claro para todos ali que o showrunner não havia passado minhas acusações adiante”, reclamou. “Depois que eu fiz a primeira denúncia de assédio sexual, me informaram que o ator em questão iria ser demitido. Mas também pediram que eu gravasse com ele no dia seguinte, porque o roteiro já estava escrito. Esse ator voltou a participar da série no fim da temporada, e eu tive que gravar novamente cenas com ele.” “Quando eu questionei o showrunner, ele admitiu que o ator não havia sido demitido e que ele não tinha envolvido o RH no problema. Pediram para que eu voltasse para a 2ª temporada e garantiram que ‘tudo estaria resolvido’. A investigação ainda nem começou e já estavam gravando os novos episódios. Então, decidi sair”, explicou ela. “Agora é a melhor época para ser uma mulher e eu tenho essa plataforma. Então, chegou a hora de usar a minha voz. A minha força vem de dentro, e vem de Deus”, encerrou a atriz. A rede ABC, que exibe a série nos Estados Unidos, não comentou as acusações de Afton Williamson. Mas a repercussão na imprensa americana está sendo enorme. Vale lembrar que o canal cancelou sua série de maior audiência, “Roseanne”, após comentários racistas da estrela da atração nas redes sociais. A 2ª temporada de “The Rookie” tem estreia prevista para 29 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal. Confira a denúncia original de Afton Williamson abaixo. Ver essa foto no Instagram I will not be returning for Season 2 of The Rookie. I owe it to you my amazing fans to share the Truth. Throughout the filming of the pilot, I experienced Racial Discrimination/Racially Charged inappropriate comments from the hair department and bullying from Executive Producers. During the Season, it continued along with Sexual Harassment from a recurring guest star and the racist commentary & bullying from the Hair Dept. Head escalated into Sexual Assault at our Wrap party.The Sexual Harassment though reported directly to the Showrunner/EP remained undocumented and was not reported to HR as promised. The Hair Dept. Head was fired ONLY after the sexual assault and NOT for an entire year of outward racism/racially charged language and bullying behavior in and out of the Hair and Makeup trailer. HR protocol was never adhered to following the above reports given by me to my Showrunner/EP and an investigation was never issued for any of my claims. The only time I was asked to participate in an investigation was after a meeting I called in June following our Season 2 announcement. This meeting included the Showrunner and two other producers as well as my agent and SAG-AFTRA Union Rep. It was clear to all present in the meeting that the Showrunner had not shared my reports with the any of the producers. After my initial report of sexual harassment, I was assured that the actor would be fired. I was also asked to film with him the very next day as a courtesy to the script, even though we had not begun filming the episode yet. This actor reappeared on our call sheet at the end of the season, I was even written in scenes with him. I asked the Showrunner about this and he admitted to me that the actor had not been fired nor had he gotten HR involved. I was asked to return this season, and promised that “everything was handled.” The investigation hadn’t even begun and Season 2 had already started filming. I turned it down and I walked. Now is the best time in the world to be a woman and I have a platform so it’s time to use my Voice. Strength comes from within. It comes from Above. “Greater is He that is within Me than he that is in the world” ❤️?? Uma publicação compartilhada por Afton Williamson (@therealaftonw) em 4 de Ago, 2019 às 1:12 PDT
Astro de Corra! foge da polícia em trailer dramático
A Universal Pictures divulgou o pôster e o novo trailer de “Queen & Slim”, drama protagonizado por Daniel Kaluuya (indicado ao Oscar por “Corra!”) e Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”). A prévia mostra as circunstâncias em que o casal de protagonistas se transforma em foragidos da lei. Na trama, após um primeiro encontro juntos em Ohio, um funcionário do varejo (Kaluuya) e uma advogada de defesa criminal (Turner-Smith) são parados por uma pequena infração de trânsito. A situação sai de controle devido ao racismo do policial, com resultados trágicos. Rotulados de matadores de policiais, os dois são forçados a fugir juntos. Entretanto, o incidente é capturado em vídeo e se torna viral, e o casal se torna um símbolo para os negros em todo o país. O elenco conta ainda com Chloë Sevigny (“Lizzie”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar“), Bryant Tardy (“Logan”), Indya Moore (“Pose”) e Flea, baixista da banda Red Hot Chili Peppers. O longa é baseado numa história do escritor James Frey (“Eu Sou o Número Quatro”) e foi roteirizado por Lena Waithe (criadora da série “The Chi”). A produção também marca a estreia no cinema da diretora Melina Matsoukas, após uma carreira de clipes premiados (de Rihanna e Beyoncé) e de assinar os episódios da série “Insecure”. “Queen & Slim” estreia em 27 de novembro nos cinemas dos EUA e apenas em janeiro no Brasil.
Primeiro trailer de The Witcher traz monstros, batalhas e clima épico
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “The Witcher”, repleto de cenas de batalhas, monstros, magia, traições e cenários enevados que reforçam uma sensação de que “o inverno está chegando”. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual épico. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.
The Witcher: Nova foto da série da Netflix traz Henry Cavill a cavalo
A Netflix revelou uma nova foto de “The Witcher”. Trata-se da primeira imagem oficial de Henry Cavill montado num cavalo. Na série, Cavill vive Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga do escritor polonês Andrzej Sapkowski, e seu cavalo é conhecido nos livros e games derivados como Carpeado (ou Plotka, no original polonês, e Roach, na versão em inglês). Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.
Anitta lança novo clipe em favela e sofre patrulhamento nas redes sociais
Anitta fez nova parceria, que ganhou mais um clipe, outra vez passado numa favela. Trata-se de “Muito Calor”, música do porto-riquenho Ozuna, que teve seu vídeo gravado na “cobertura” de frente pro mar do morro do Vidigal. Há também a escadaria da Lapa, o Pão de Açúcar, o Corcovado e as praias, que compõem um cenário de cartão postal colorido para emoldurar as quebradas dos morros, num visual de comercial de favela pra turistas. Além de não trazer nada de novo, o clipe tem menos Anitta que o costume em outras parcerias latinas, como as feitas com Luis Fonsi, J. Balvin, Prince Royce, Sofia Reyes, Natti Natasha, Greeicy, etc. De acordo com a cantora, entre todo seu repertório, “Muito Calor” é a música preferida do novo namorado, o surfista Pedro Scooby. Pois é, Anitta agora também é Fofocalizando. E ela acabou chamando mais atenção que a música mesmo, na usina de intrigas das redes sociais. Seu visual no vídeo, com os cabelos cacheados, virou alvo de protestos e acusações de apropriação cultural. Ela foi enquadrada por usar as madeixas com mais cachos nos clipes que fazem referência às suas origens na favela. “Negra legítima, Wakanda está em festa”, debochou um tuiteiro. “Ih ó, ficou negra de novo. Anitta nem esconde que todo clipe em favela ela tem que se apropriar. Sinceramente, é ridículo. Todos os clipes são iguais, esse looping começou em ‘Vai Malandra’ e até hoje parecem todos a mesma coisa”, escreveu outra. Pois é. Anitta, que jamais seria confundida com uma europeia, não pode parecer negra de acordo com o povo politicamente (bem in)correto das redes sociais. Logo ela, que fotos antigas revelam ter cabelos mais crespos que os do clipe – os cabelos lisos são resultado de produtos químicos e não tem nada a ver com etnia… Este “racismo de esquerda” só contribui para perseguir e isolar os mestiços numa categoria racial do limbo, no país mais miscigenado do mundo. Sugestão de tema que ainda aguarda um bom funk.
Henry Cavill aparece em pôster e novas fotos da série The Witcher
A Netflix divulgou o pôster e novas fotos da série “The Witcher”. As imagens destacam o trio central da saga de fantasia, mostrando Henry Cavill (de “Missão Impossível: Efeito Fallout”) como o guerreiro Geralt of Rivia, Freya Allan (da série “Into the Badlands”) na pele da Princesa Ciri e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. E, como não poderia deixar de ser, já há polêmica racial em torno da aparência de Yennefer, que não seria “eslava” suficiente. Fãs da saga encheram o Twitter da Netflix de gifs, memes e reclamações contra o tom de pele da personagem. E o detalhe é que ainda não surgiram fotos de Anna Shaffer (da franquia “Harry Potter”) como Triss Marigold, a mudança racial mais radical da produção. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. O papel em “The Witcher” marca o retorno de Cavill às séries após o fim de “The Tudors”, em 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só por suas aparições como Superman nos filmes da DC, mas também por longas como “Missão Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Ainda não há previsão para a estreia, que deve acontecer em 2019.
Donald Trump não pedirá desculpas às vítimas de racismo retratadas em Olhos que Condenam
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse que não pretende pedir desculpas aos chamados Central Park Five, os cinco inocentes que ele queria ver mortos e que são tema da minissérie “Olhos que Condenam”, realizada pela cineasta Ava DuVernay para a Netflix. Questionado na terça (18/6) pelo correspondente da Casa Branca April Ryan sobre o tema, Trump retrucou: “Por que você traz essa questão agora? É um momento interessante para falar sobre isso”. Trump continuou: “Você tem pessoas em ambos os lados disso. Eles admitiram sua culpa. Se você olhar para [a promotora] Linda Fairstein, e olhar para alguns dos promotores, eles acham que a cidade nunca deveria ter entrado em acordo sobre esse caso. Então vamos deixar assim”. A história dos cinco rapazes é contada em detalhes na minissérie. A produção mostra como eles foram presos e condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park em Nova York, em 1989, apesar de inocentes, sofrendo preconceito por serem negros. Apenas após o verdadeiro culpado confessar, em 2001, e provas de DNA corroborarem sua confissão, é que a Justiça descobriu que as confissões a que Trump se referiu para garantir a culpa deles foram resultado de coação e práticas ilegais da promotoria. O atual presidente dos Estados Unidos foi quem mais atacou publicamente os garotos, chegando a comprar um anúncio de página inteira no jornal The New York Times em 1989 pedindo a volta da pena de morte no estado para puni-los. Eles eram menores e inocentes. Trump, no entanto, insistiu que eles eram culpados durante várias ocasiões, inclusive em tempos tão recentes quanto 2016, após a cidade de Nova York concordar em indenizá-los pelo que ocorreu. Veja abaixo um reprodução do anúncio original de Trump pedindo a pena de morte para os garotos. No texto, ele garante que vai odiar os jovens para sempre. E parece ser um político de palavra.
Artistas defendem Paulo Betti de acusação de racismo em disputa sindical
As atrizes Júlia Lemmertz e Deborah Evelyn foram às redes sociais nesta terça-feira (18/6) para defender o colega Paulo Betti, acusado de racismo em um processo movido pelos atores Jorge Coutinho e Milton Gonçalves. Os posts ressaltam que a briga tem componente de eleição sindical. As duas atrizes compõem com Betti uma chapa de oposição à presidência do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro (SATED-RJ). Jorge Coutinho e Milton Gonçalves integram a chapa da situação. No texto, elas afirmam que “a acusação é baseada em interpretação distorcida e equivocada de uma frase em que Paulo Betti elogia os companheiros Milton Gonçalves e Cosme dos Santos” e que o termo racismo teria “sido usado levianamente” pela chapa rival, como parte de uma “manobra eleitoreira”. Além disso, o post aponta que já houve uma tentativa de impedimento à candidatura da Chapa 2, representada por Betti. “A atual direção do SATED (formada por Jorge Coutinho e Milton Gonçalves) tentou pedir o indeferimento da candidatura da Chapa 2 – Renovação e Transparência, mas a manobra não obteve sucesso, e culminou na volta da Chapa 2 ao processo eleitoral após determinação liminar da 81ª Vara da Justiça do Trabalho.” Caio Blat também chamou atenção para a “distorção” política. “Paulo Betti, gigante batalhador da arte, que elogiou nossos colegas e teve sua fala distorcida por interesses políticos”, ele escreveu no Instagram. Dadá Coelho, mulher de Paulo Betti, reproduziu a manifestação de Caio e acrescentou: “Amigos, a causa racista é legítima e não pode NUNCA, jamais em tempo algum, ser usada de forma leviana e oportunista”. Até a ex-mulher do ator, Maria Ribeiro, usou as redes sociais para se se pronunciar sobre o caso. “Ao acusar, a meu ver, levianamente, um sujeito íntegro como Paulo, esses senhores não só não estão lutando por um Brasil melhor, como estão, na melhor das hipóteses, confusos sobre seus reais inimigos”, escreveu. “Paulo, na camisa do meu time está escrito o teu nome, e eu a exibo com amor e orgulho há 22 anos.” A acusação de racismo teve como base uma mensagem de Betti no WhatsApp, na qual o ator afirmava que “a atual diretoria do sindicato está lá há muito tempo e tem uma forte representação negra com Jorge Coutinho e o grande Milton Gonçalves, além do querido Cosme, isso complica bastante a luta, pois pode confundir as coisas.” Ainda de acordo com o jornal, a defesa de Coutinho e Gonçalves alega que as falas de Betti são “insinuações evidentemente maledicentes” e pede que o acusado responda a pelo menos três perguntas: “que complicador seria o levantado por Betti diante o fato de Milton e Jorge terem forte representação negra? O que poderia “confundir as coisas”? Que coisas seriam essas? Que luta seria essa?”. A ação aberta por Coutinho e Gonçalves na Justiça diz que a fala do ator de “Órfãos da Terra” acarreta interpretação “imprópria e infeliz” e faz “distinção entre negros e brancos”. “É uma acusação muito grave. Eu não sou racista. Pelo menos até onde eu saiba, a minha história não diz isso, eu nunca me considerei”, disse Betti ao UOL, por telefone. “Mas prefiro responder primeiro à interpelação”, completou o ator. As eleições para a presidência do sindicato estão marcadas para os dias 29 e 30 e 1º de julho. Ver essa foto no Instagram TODO O APOIO AO GRANDE ARTISTA PAULO BETTI. NÃO CAIA EM FAKE NEWS. NUNCA FOI SOBRE RACISMO. A Chapa 2 – Renovação e Transparência vem prestar toda solidariedade ao companheiro Paulo Betti, que tem sido injusta e ostensivamente acusado de racismo, fascismo e nazismo em redes sociais pelo Sr. Jorge Coutinho, candidato à 5ª reeleição para a presidência do SATED RJ. Para não nos deixarmos enganar, precisamos nos informar e refletir. Precisamos saber, por exemplo: – que a acusação é baseada em interpretação distorcida e equivocada de uma frase em que Paulo Betti elogia os companheiros Milton Gonçalves e Cosme dos Santos; – que nenhum juiz jamais recebeu nenhuma denúncia contra Paulo Betti, mas apenas um pedido de interpelação impetrado pelos senhores Jorge Coutinho e Milton Gonçalves; – que os Srs. Jorge Coutinho e Milton Gonçalves, há cerca de 20 anos na diretoria do Sated RJ, integram a Chapa 1, pela qual Sr. Coutinho é candidato à 5ª reeleição à presidência da entidade; – que Paulo Betti integra, com outros 23 colegas, a chapa concorrente, Chapa 2 – Renovação e Transparência, sendo portanto, neste contexto, um adversário eleitoral dos Srs. Milton Gonçalves e Jorge Coutinho; – Que a atual direção do SATED (Chapa 1) tentou pedir o indeferimento da candidatura da Chapa 2 – Renovação e Transparência, mas a manobra não obteve sucesso, e culminou na volta da Chapa 2 ao processo eleitoral após determinação liminar da 81ª Vara da Justiça do Trabalho. Diante desse histórico, lamentamos que uma questão tão grave e tão sensível à nossa população, como o racismo estrutural, entranhado em nossa sociedade, tenha sido usado levianamente a serviço de mais uma manobra eleitoreira que vem tentando a qualquer custo deslegitimar a chapa opositora. Paulo Betti, cuja história de integridade e de luta democrática, desde a época da ditadura militar, é conhecida por todos, é artista e cidadão respeitado Brasil afora, e sua trajetória fala por si. Não às calúnias. Não aos atalhos desonestos. Não às já desgastadas “fake news”. Um processo eleitoral legítimo só pode se dar num contexto de respeito, transparência e democracia. CHAPA 2 – RENOVAÇÃO E TRANSPARÊNCIA #RenovaSated #Re Uma publicação compartilhada por Julia Lemmertz (@lemmertzju) em 18 de Jun, 2019 às 7:31 PDT Ver essa foto no Instagram TODO O APOIO AO GRANDE ARTISTA PAULO BETTI. NÃO CAIA EM FAKE NEWS. NUNCA FOI SOBRE RACISMO. A Chapa 2 – Renovação e Transparência vem prestar toda solidariedade ao companheiro @paulobetti que tem sido injusta e ostensivamente acusado de racismo, fascismo e nazismo em redes sociais pelo Sr. Jorge Coutinho, candidato à 5ª reeleição para a presidência do SATED RJ. Para não nos deixarmos enganar, precisamos nos informar e refletir. Precisamos saber, por exemplo: – que a acusação é baseada em interpretação distorcida e equivocada de uma frase em que Paulo Betti elogia os companheiros Milton Gonçalves e Cosme dos Santos; – que nenhum juiz jamais recebeu nenhuma denúncia contra Paulo Betti, mas apenas um pedido de interpelação impetrado pelos senhores Jorge Coutinho e Milton Gonçalves; – que os Srs. Jorge Coutinho e Milton Gonçalves, há cerca de 20 anos na diretoria do Sated RJ, integram a Chapa 1, pela qual Sr. Coutinho é candidato à 5ª reeleição à presidência da entidade; – que Paulo Betti integra, com outros 23 colegas, a chapa concorrente, Chapa 2 – Renovação e Transparência, sendo portanto, neste contexto, um adversário eleitoral dos Srs. Milton Gonçalves e Jorge Coutinho; – Que a atual direção do SATED (Chapa 1) tentou pedir o indeferimento da candidatura da Chapa 2 – Renovação e Transparência, mas a manobra não obteve sucesso, e culminou na volta da Chapa 2 ao processo eleitoral após determinação liminar da 81ª Vara da Justiça do Trabalho. Diante desse histórico, lamentamos que uma questão tão grave e tão sensível à nossa população, como o racismo estrutural, entranhado em nossa sociedade, tenha sido usado levianamente a serviço de mais uma manobra eleitoreira que vem tentando a qualquer custo deslegitimar a chapa opositora. Paulo Betti, cuja história de integridade e de luta democrática, desde a época da ditadura militar, é conhecida por todos, é artista e cidadão respeitado Brasil afora, e sua trajetória fala por si. Não às calúnias. Não aos atalhos desonestos. Não às já desgastadas “fake news”. Um processo eleitoral legítimo só pode se dar num contexto de respeito, transparência e democracia. CHAPA 2 – RENOVAÇÃO E TRANSPARÊNCIA #RenovaSated #Re Uma publicação compartilhada por Deborah Evelyn (@debevelyn) em 18 de Jun, 2019 às 6:50 PDT Ver essa foto no Instagram Todo o apoio ao grande Paulo Betti, gigante batalhador da arte, que elogiou nossos colegas e teve sua fala distorcida por interesses políticos. Homem íntegro, sempre envolvido na causa da representatividade negra e na defesa da arte e da educação. E todo o apoio à Chapa 2 na renovação do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro – Sated. Uma publicação compartilhada por Caio Blat (@caio_blat) em 18 de Jun, 2019 às 10:42 PDT Ver essa foto no Instagram Amigos, a causa racista é legítima e não pode NUNCA, jamais em tempo algum, ser usada de forma leviana e oportunista. Como diz Angela Davis: “numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista.” #ForçaPauloBetti #SomosTodosPauloBetti #repost @caio_blat ・・・ Todo o apoio ao grande Paulo Betti, gigante batalhador da arte, que elogiou nossos colegas e teve sua fala distorcida por interesses políticos. Homem íntegro, sempre envolvido na causa da representatividade negra e na defesa da arte e da educação. E todo o apoio à Chapa 2 na renovação do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro – SATED. Uma publicação compartilhada por Dadá Coelho (@dadacoelho) em 18 de Jun, 2019 às 11:12 PDT Ver essa foto no Instagram Quando @paulobetti e eu nos separamos, 14 anos atrás, pedi, não à toa, pra ficar com essa carteirinha. Paulo é um sindicalista por natureza, um cara pra quem o ofício e a justiça – ou injustiça – relativos à profissão importam mais do que todas as outras coisas. Compra todas as causas dos colegas, e agora, decidiu entrar pra valer, através da disputa do sated, no que sempre fez: lutar por seu grupo. Eu, ao contrario, mais egoísta, só me dei conta da desunião da nossa classe quando isso bateu em mim – mas isso não importa agora. O que importa é que acordei lendo que Paulo está sendo acusado de racismo porque disse, sobre a disputa de chapa do sindicato dos atores – e num grupo de whats app! – que devemos ficar sensíveis e atentos ao possível uso de lutas fundamentais com o objetivo – velado – de comover e manipular os eleitores, monetizando ideologicamente a questão mais grave do Brasil. Somos um país racista, e é nossa obrigação lutar diariamente contra isso. Ao acusar, a meu ver, levianamente, um sujeito integro como Paulo, esses senhores nao só nao estao lutando por um Brasil melhor, como estao, na melhor das hipóteses, confusos sobre seus reais inimigos. Paulo, na camisa do meu time ta escrito o teu nome, e eu a exibo com amor e orgulho há 22 anos. Sigamos com força e coragem (e nem vem me pedir de volta a carteirinha….rs). ♥️ Uma publicação compartilhada por Maria Ribeiro (@mariaaribeiro) em 18 de Jun, 2019 às 7:28 PDT
Milton Gonçalves está processando Paulo Betti por racismo em meio a eleição sindical
Os atores Milton Gonçalves e Jorge Coutinho estão processando o colega Paulo Betti por racismo. A ação foi feita na 33ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. Segundo os autos do processo, revelados pelo jornal Folha de S. Paulo, Betti faz parte de uma chapa criada com intuito de concorrer contra Milton e Jorge na próxima eleição para presidência do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, Jorge e Milton são Presidente e Diretor Geral, respectivamente. Todos os três atores estão no grupo de Whatsapp “Profissão Artistas”. E foi lá que se deu a polêmica. No dia 16 de abril, Betti escreveu: “A atual diretoria do sindicato está lá há muito tempo e tem uma forte representação negra com Jorge Coutinho e o grande Milton Gonçalves, além do querido Cosme, isso complica bastante a luta, pois pode confundir as coisas”. Para Milton e Jorge, as falas de Betti possuem “ambiguidade e dubiedade”, denotam interpretação imprópria e infeliz, fazendo distinção entre negros e brancos, e são “insinuações evidentemente maledicentes.” Milton e Jorge querem que Betti esclareça em juízo o que quis dizer com suas declarações e responda a pelo menos três perguntas: que complicador seria o levantado por Betti diante o fato de Milton e Jorge terem forte representação negra? O que poderia “confundir as coisas”? Que coisas seriam essas? Que luta seria essa? “Embora não reste dúvidas quanto à hostilidade das palavras prolatadas por Betti, há real possibilidade de se aferir a prática de crime de injúria preconceituosa, dependendo do que declarar o interpelado”, diz a petição inicial. O juiz Daniel Werneck Cotta determinou que Betti apresente sua defesa em 15 dias, a contar do último dia 13 de junho. A defesa se apoia no artigo 144 do Código Penal, que diz que, se Betti se recusar a dar explicações em juízo, ou o juiz entender que as explicações não são satisfatórias, ele deve responder pela ofensa. Caso condenado, Betti pode pegar de um a três anos de prisão, mais multa. A eleição da presidência do Sindicato dos Artistas acontecerá em três datas: 29 e 30 de junho, e 1º de julho. Os Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, é um dos locais de votação. Ao lado de Betti, a chapa 2 tem Tonico Pereira, Zeze Polessa e Júlia Lemmettz. Veja abaixo a mensagem que motivou o processo.









