Cacau Protásio sofre ataque racista de bombeiros durante filmagens
A reação de bombeiros cariocas à filmagem de uma cena da próxima comédia da atriz Cacau Protásio no Quartel-Central da corporação, no centro do Rio, gerou uma crise de relações públicas, após vazamentos de gravações racistas e homofóbicas dos militares no Whatsapp. Nas cenas de “Juntos e Enrolados”, filmadas no último domingo (24/11), a atriz usa com farda de bombeira e dança no Quartel acompanhada de quatro bailarinos, o que desagradou aos integrantes da corporação. Em uma das mensagens, um homem diz: “Olha a vergonha no pátio do quartel central. Essa mulher do ‘Vai que Cola’, aquela gorda, colocou a farda e botou os dançarinos viados com roupa de bombeiro. Isso é um esculacho, rapaz. Qual é a desse comandante? Vai deixar uma pu**ria dessas no pátio do quartel?”. Em outro áudio, outro homem faz comentários ainda mais pesados, com termos homofóbicos, gordofóbicos e racistas. “Vergonhoso. Mete aquela gorda, preta, filha da puta numa farda de bombeiro, uma bucha de canhão daquela, com um monte de bailarino viado, quebrando até o chão. Vão achar que é o que? Bombeiro? Aquilo é tudo viado. Lamentável.” A atriz, que tem familiares bombeiros, tinha agradecido o acolhimento recebido durante as gravações e se disse orgulhosa por interpretar uma integrante da instituição. “Eu gostaria de agradecer a CBMERJ, na Praça da República, por nós receber muito bem hoje. Nos assessorou em todos os momentos. Muito obrigada. Essa corporação tem meu respeito. Eu estou amando fazer a bombeiro sargento Diana”, escreveu ela no Instagram, acrescentando que sua personagem é uma homenagem a familiares que servem à corporação. “Eu quero homenagear os bombeiros maravilhosos da minha família, Cláudio Valente e Dirceu Protásio”, disse. Mas após a repercussão das mensagens vazadas, ela voltou à rede social numa série de vídeos, em que se mostrou bastante abalada. “Em respeito a vocês, vim aqui dizer o que está acontecendo. Estou fazendo um filme onde interpreto uma bombeiro sargento, e, domingo, fui gravar no batalhão no centro da cidade. Fui super bem recebida e bem assessorada, sendo que tem um bombeiro que fez um vídeo de uma cena solta e espalhou por aí. Em momento algum ele desceu pra saber o que tava acontecendo, o que é que era. E a cena que ele postou é um pedaço de uma cena que é um sonho do meu superior. Eu faço um filme, eu conto história. Aquilo ali é uma ficção, não é realidade. E ele espalhou o vídeo com um áudio me xingando de negra, gorda, filha da puta, cambada de viado. Racismo é preconceito, se ele não sabe. E isso é muito triste. Não entendi por que tanto ódio”, disse. A atriz continuou: “Sou negra, sou gorda, sou brasileira, sou atriz, eu conto histórias, conto ficção. Não mereço ser agredida, assim como nenhuma pessoa. Eu respeito a opinião de alguns bombeiros que dizem que ‘ah, eu não acho certo’, mas vai ver realmente a história antes de agredir. Eu printei tudo o que foi colocado na minha página. Tem uma menina no Facebook também superfalando mal. Postou uma foto minha de farda e os coleguinhas dela me detonando. Tudo isso eu printei, porque é crime. Você ser preconceituoso é crime. Racismo é crime. Você pode não gostar, mas tem que respeitar. E por que esse ódio? Juro que não entendo. A cena é uma alucinação de um personagem, um sonho, quando ele volta eu tô ali, trabalhando. O bombeiro é uma corporação que eu respeito, que amo, que queria ser quando criança. Nas minhas primeiras entrevistas, sempre falei isso”. Cacau aproveitou para criticar a postura dos profissionais que a insultaram. “Sei que sou uma pessoa forte, mas ouvir tudo isso de um ser humano é horrível, é muito triste. E como uma pessoa que veste uma farda tão linda tem essa postura? Como posso dizer que ele salva vidas, que ele faz o amor, tendo essa postura e falando tanta coisa horrorosa, tanta coisa feia, ofendendo? Eu respeito e acho que eles têm o direito de gostar ou não gostar. Mas eles tinham que perguntar primeiro. O mal da gente é primeiro julgar e jogar pedra, pra depois saber o que era e falar que não era algo tão ruim. Só estou aqui pra dizer que racismo é crime. Isso não se faz”, acrescentou, emocionada. Por fim, a atriz disse que, em função da repercussão, existem chances de a cena filmada nunca ser exibida: “A filmagem da gente foi tão legal e, agora, eu ouço que vai ser tirada do filme, que vão mandar cortar. Então por que as pessoas que estavam lá autorizando acharam legal, abraçaram a gente e disseram que estava tudo bem? A gente não fez nada absurdo. Se as pessoas pedirem pra ver a cena, vão ver que não é nada absurdo. Mas respeito a opinião dos bombeiros. Não sei o que eles passam, só admiro. Mas peço que a gente tenha mais compaixão um com o outro”. Em nota oficial, a assessoria de Imprensa do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro informou que “não compactua com qualquer ato discriminatório”. “A corporação se solidariza com a atriz Cacau Protásio e já abriu procedimento interno para identificar o(s) militar(es) e apurar a conduta. O CBMERJ reforça o seu compromisso com a população de ‘Vida Alheia e Riquezas Salvar’ independente de cor, gênero, raça ou qualquer outra distinção. Os atos divulgados não representam a corporação centenária que, por anos seguidos, é considerada a instituição mais confiável do Brasil”, diz o comunicado. Ainda sem previsão de lançamento, “Juntos e Enrolados” tem direção de Eduardo Vaisman (“Me Chama de Bruna”) e Rodrigo Van der Put (do especial de Natal Porta dos Fundos “Se Beber, Não Ceie”), e é coestrelado por Rafael Portugal (“Porta dos Fundos”, “Carcereiros – O Filme”). Cacau Protásio tem ainda mais dois filmes para estrear em 2020: as comédias “No Gogó do Paulinho”, em março, e “Canta pra Subir”, em agosto. Ver essa foto no Instagram Eu gostaria de agradecer ao CBMERJ, na praça da República por nos receber muito bem hoje, nos assessorou em todos os momentos, Muito obrigada! Essa corporação tem meu respeito, eu estou amando fazer uma Bombeiro Sargento Diana! Obrigada Deus , mais uma história linda pra contar! Eu quero homenagear os Bombeiros maravilhosos da minha família @clvalente e @dirceuprotasio. Parceiro @pasquim , eu amei nosso dia. #gratidão #obrigadadeus #cinema #comedia #bombeiro #corpodebombeiros Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 24 de Nov, 2019 às 4:05 PST Ver essa foto no Instagram Vídeo 1. Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:46 PST Ver essa foto no Instagram Vídeo 2. Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:48 PST Ver essa foto no Instagram Vídeo 3. Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:49 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:50 PST
The Witcher: Série de fantasia estrelada por Henry Cavill ganha novo pôster
A Netflix divulgou um novo pôster de “The Witcher”, que reúne Geralt de Rivia (Henry Cavill), Yennefer (Anya Chalotra) e Ciri (Freya Allan), os protagonistas da nova série de fantasia. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Jussie Smollett decide processar a cidade de Chicago por destruir sua carreira de ator
O ator Jussie Smollett decidiu processar Chicago, após considerar que o prefeito e o chefe de polícia da cidade americana “arruinaram” sua reputação. Demitido da série “Empire” após a polícia declarar que ele forjou um ataque homofóbico e racista contra si mesmo, Smollett iniciou um processo contra a polícia da cidade e Eddie Johnson, que era superintendente na época. Em 29 de janeiro, Smollett foi levado a um hospital com ferimentos leves, alegando ter sido atacado por dois homens durante a madrugada nas ruas de Chicago. O ator, que é gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. A investigação da polícia, no entanto, chegou à conclusão que Smollett havia encenado o ataque. Os irmãos Ola e Avel Osundairo, personal trainers que já haviam aparecido como figurantes em “Empire”, testemunharam que o ator pagou para que eles o atacassem. A polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria para obter esse depoimento. Na verdade, as autoridades policiais cometeram diversas irregularidades no caso, que levaram a promotoria de Chicago a decidir abandonar o processo contra Smollett, sem aprofundar explicações. Ao prender o ator, a polícia afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tinha um dos maiores salários do elenco de “Empire”, acabara de receber aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador que chegou ao set de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Diante dessa avalanche de equívocos, trazidos à público pela própria polícia, a promotora Kim Foxx desistiu de processar o ator. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. No entanto, caso fosse inocentado, deixaria a polícia numa situação difícil. Isto, porém, não impediu o Prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, e o chefe de polícia da cidade, Eddie Johnson, de continuar atacando o ator publicamente com ameaças de processo, insistindo na versão de ataque de mentira, o que, no final, acabou lhe custando o emprego, mesmo não sendo processado. Agora, os advogados do ator alegam que a cidade lhe deve uma indenização a ele. “Apesar do descarte de todas as acusações contra o Sr. Smollett, a conduta da polícia de Chicago e as declarações falsas dos irmãos Osundairo fizeram com que ele fosse sujeitado ao ridículo em público e o prejudicaram muito”, diz o processo. “O Sr. Smollett também sofreu, e continua sofrendo, substanciais perdas monetárias. Ele perdeu oportunidades de emprego e precisou pagar muito dinheiro a advogados que o defenderam durante o caso”, continua o texto. O ator foi limado da 6ª e última temporada de “Empire”, que foi ao ar sem o seu personagem, e não apareceu nas telas desde então. O processo contra a cidade de Chicago ainda cita que Smollett sofre de “angústia e estresse agudos” por causa do caso.
Mo’Nique processa Netflix por discriminação sexual e de gênero
A atriz Mo’Nique (“Bessie”) resolveu processar a Netflix por discriminação. Ela entrou com uma ação no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles contra a empresa por lhe apresentar um contrato para gravar um especial de comédia com valor bem abaixo do oferecido para comediantes masculinos e até Amy Schumer (“Sexy por Acidente”), que é branca. O caso aconteceu há quase dois anos. Em janeiro de 2018, Mo’Nique postou um vídeo nas redes sociais, em que alegava ter sido vítima de preconceito de gênero e cor porque sua oferta foi significativamente menor do que os milhões pagos a pessoas como Amy Schumer, Chris Rock e Dave Chappelle. Segundo a comediante, a Netflix lhe ofereceu US$ 500 mil para um especial de stand-up de uma hora de duração. Quando a reclamação se tornou pública, outra comediante negra, Wanda Sykes, foi o Twitter agradecer a manifestação, dizendo que recusaria uma oferta da Netflix de “menos da metade” do valor oferecido a Mo’Nique para fazer seu especial. Amy Schumer teria recebido, na mesma época, US$ 11 milhões para gravar um especial similar. Intitulado “Amy Schumer: Growing”, foi lançado em março pela Netflix. Mo’Nique, que é vencedora do Oscar como atriz coadjuvante pelo filme “Preciosa (2009)”, chegou a fazer campanha pedindo boicote à Netflix, antes de decidir abrir o processo civil nesta quinta-feira (14/11) por discriminação de raça e gênero e práticas comerciais desleais. Em sua ação, ela afirma que a Netflix diferencia os salários pagos para homens e mulheres que fazem os mesmos trabalhos, e citou como exemplo a série “The Crown”. A disparidade salarial entre Claire Foy, protagonista das duas primeiras temporadas, e o ator Matt Smith também veio à público no começo de 2018, chocando pela descoberta de que ela recebia menos por episódio. Os fãs até criaram uma petição para a Netflix compensar a atriz, que venceu o Emmy e o Globo de Ouro pelo papel da Rainha Elizabeth II e, de fato, ela acabou recebendo um bônus de 200 mil libras. A Netflix ainda não se pronunciou sobre o caso.
Disney+ (Disney Plus) inova com alertas politicamente corretos sobre conteúdos de filmes clássicos
Um detalhe da plataforma Disney+ (Disney Plus), lançada na terça-feira (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda), chamou atenção dos assinantes. O serviço inovou ao incluir alertas politicamente corretos sobre conteúdo preconceituoso em algumas produções antigas de seu catálogo. O texto, que acompanha até algumas animações, como “Dumbo” (1941) e “A Dama e o Vagabundo” (1955), diz: “Este programa é apresentado como criado originalmente. Ele pode conter representações culturais desatualizadas”. No caso de “Dumbo”, há um elemento racista no encontro do elefantinho com um grupo de corvos liderado por um personagem denominado Jim. O nome Jim Crow (Jim Corvo), no entanto, é emprestado de um popular personagem do século 19 usado para fazer piadas caricatas e assumidamente racistas sobre pessoas negras. Mais tarde, também foi usado nos EUA para definir um conjunto de leis de segregação, que só foram revogadas décadas depois do lançamento de “Dumbo”, com o avanço da luta pelos direitos civis nos EUA. Já em “A Dama e o Vagabundo”, o problema são os gatos siameses que atormentam a cachorra Dama, ao som de uma música que reflete uma visão racista da cultura asiática. A solução da Disney, de incluir os avisos, ajuda a preservar as obras como elas foram originalmente concebidas, sem a necessidade de cortar cenas para atender demandas modernas. As produções acabam servindo também como um museu do preconceito e podem educar o público sobre a capacidade de evolução da humanidade. Apesar disto, uma produção da Disney foi considerada irredimível e vetada por inteiro na plataforma: “A Canção do Sul” (1946), considerado um dos filmes mais racistas já feitos por seu retrato caricatural dos escravos libertados após a Guerra Civil, encarnados como figuras pacificamente submissas aos donos das plantações. Graças à polêmica, o filme nunca foi lançado nem sequer em vídeo nos EUA. Em 2011, o CEO da Disney, Bob Iger, disse que reviu o filme e decidiu que “muitas cenas não cairiam bem para o público atual, e não seria do nosso interesse relançar este longa em nenhum formato”.
The Witcher ganha novos fotos com diversos personagens
A Netflix divulgou mais 28 fotos de “The Witcher”, que destacam os diversos personagens, além do clima de “épico medieval” da produção. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada. Veja ainda mais fotos aqui.
The Witcher é renovada um mês antes da estreia na Netflix
A Netflix renovou “The Witcher” para a 2ª temporada, a pouco mais de um mês antes da estreia da série. A antecipação se deve ao longo tempo de pós-produção necessário para finalizar cada episódio. Os 8 capítulos da 2ª temporada começarão a ser gravados no início do ano que vem para um estreia em 2021. “Estou muito feliz com o fato de que, antes mesmo de os fãs assistirem à 1ª temporada, já confirmamos que voltaremos ao Continente para continuar contando as histórias de Geralt, Yennefer e Ciri e mostrar o trabalho surpreendente que nosso elenco e realizadores entregaram”, disse a showrunner Lauren Schmidt Hissrich em comunicado. Vale lembrar que, de acordo com Hissrich, a série tem 7 temporadas planejadas. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.
The Witcher: Série de fantasia estrelada por Henry Cavill ganha trailer legendado e data de estreia
A Netflix divulgou o segundo trailer de “The Witcher”, série de fantasia estrelada por Henry Cavill (“Batman vs. Superman”), que tem a pretensão de ocupar o vácuo deixado pelo final de “Game of Thrones”. A prévia revela a data de estreia da atração, enquanto enfatiza lutas de espadas com dublês, batalhas épicas digitalizadas e monstros criados em computador, mas não explora a narrativa, não apresenta o mundo em que a história se passa nem explica quem são os coadjuvantes importantes. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual, que o vídeo não cumpre. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.
The Witcher: Série estrelada por Henry Cavill ganha novas fotos com batalhas e monstros
A Netflix divulgou oito fotos inéditas de “The Witcher”, que ilustram cenas de batalhas, monstros, feiticeiras e cenários congelados, que reforçam uma sensação de que “o inverno está chegando” – isto é, uma sensação de “Game of Thrones”. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual épico. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. As duas podem ser vistas, assim como Cavill, nas novas fotos abaixo. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.
Queen & Slim: Astro de Corra! foge da polícia em trailer legendado
A Universal Pictures divulgou um novo trailer legendado de “Queen & Slim”, drama protagonizado por Daniel Kaluuya (indicado ao Oscar por “Corra!”) e Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”). A prévia mostra as circunstâncias em que o casal se transforma em foragidos da lei. Na trama, após um primeiro encontro juntos em Ohio, um funcionário do varejo (Kaluuya) e uma advogada de defesa criminal (Turner-Smith) são parados por uma pequena infração de trânsito. A situação sai de controle devido ao racismo do policial, com resultados trágicos. Rotulados de matadores de policiais, os dois são forçados a fugir juntos. Entretanto, o incidente é capturado em vídeo e se torna viral, e o casal se torna um símbolo para os negros em todo o país. O elenco conta ainda com Chloë Sevigny (“Lizzie”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar“), Bryant Tardy (“Logan”), Indya Moore (“Pose”) e Flea, baixista da banda Red Hot Chili Peppers. O longa é baseado numa história do escritor James Frey (“Eu Sou o Número Quatro”) e foi roteirizado por Lena Waithe (criadora da série “The Chi”). A produção também marca a estreia no cinema da diretora Melina Matsoukas, após uma carreira de clipes premiados (de Rihanna e Beyoncé) e de assinar os episódios da série “Insecure”. “Queen & Slim” estreia em 27 de novembro nos cinemas dos EUA e apenas em janeiro no Brasil.
Jorge Garcia deixa a série Hawaii Five-0
A série “Hawaii Five-0” perdeu um novo integrante de seu elenco. O ator Jorge Garcia (até hoje lembrado por “Lost”), que interpretava o personagem Jerry Ortega, deixou a atração no primeiro episódio da da 10ª temporada. A conclusão do arco do personagem é spoiler, mas não da forma como os espectadores poderiam esperar. Após o gancho deixado no final da 9ª temporada, a volta da série, que aconteceu na semana passada na rede americana CBS, revelou que o personagem de Garcia sobrevive após ser baleado, mas decide deixar a equipe depois de se recuperar. O ator comentou sua saída em um comunicado. “Sou grato pelo meu tempo no ‘Hawaii Five-0’. Adorei voltar para as ilhas [‘Lost’ também foi gravada no Havaí] e criar um personagem que se conectasse com tantas pessoas. Interpretar Jerry foi uma diversão, e estou ansioso para aparições futuras com minha ohana da TV”, escreveu, sugerindo que deve reaparecer em participações especiais. A série entrou em fase de reformulação intensa há dois anos, após a saída dos atores Daniel Dae Kim e Grace Park. Os intérpretes de Chin Ho e Kono e deixaram a série após seus pedidos por igualdade salarial com os colegas brancos serem recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”), enquanto Ian Anthony Dale, que fazia aparições recorrentes, foi promovido ao elenco regular. O episódio que marcou a saída de Garcia também serviu para introduzir uma nova personagem, Quinn Liu, interpretada por Katrina Law (a Nyssa al Ghul da série “Arrow”), mais nova integrante da série. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Roseanne Barr acusa ABC de roubar sua série após demiti-la por racismo
Roseanne Barr acusou a rede ABC de ter planejado roubar sua série “Roseanne”. A comediante, adepta de teorias de conspiração de extrema direita, fez a denúncia em entrevista ao DailyMailTV, programa do jornal britânico Daily Mail. Ela foi demitida e a série “Roseanne” cancelada após escrever um tuíte racista dirigido a Valerie Jarrett, ex-conselheira política do presidente Barack Obama. O comentário que chamava Jarrett de resultado do cruzamento da “Irmandade Muçulmana e o Planeta dos Macacos” incendiou a internet, gerando enorme repercussão. Após o cancelamento, a ABC lançou um spin-off de “Roseanne” chamada “The Connors”, que reunia todos os integrantes da série original, menos a personagem do título anterior. A atriz disse que não assistiu ao spin-off, mas é por conta dele que acusa o canal de “usar o meu tuíte como desculpa para roubar o trabalho da minha vida”. “Foi como a tempestade perfeita. Um pouco perfeita demais. Às vezes, eu fico pensando: ‘Será que isso não foi orquestrado?’. Eles me pediram para retornar a ‘Roseanne’ após anos, e depois me demitiram”, comentou. Barr também criticou a atriz Sara Gilbert, que interpreta sua filha Darlene na série. Na época da demissão de Roseanne, Gilbert tuítou dizendo que as declarações racistas da colega eram “abomináveis”. “O tuíte dela foi o responsável pelo cancelamento da série, não o meu”, alegou Barr. “Eu não converso com ela nem com ninguém da série. Quando as pessoas não ligam para como as ações delas te afetam, porque continuar a amizade?”. Na entrevista, ela voltou a culpar um remédio chamado Ambien por seu tuíte. Isto já foi motivo de polêmica anteriormente, quando o fabricante do Ambien respondeu que racismo não era efeito colateral do medicamente. Ela afirma que bastou parar de tomar o remédio para não ter mais problemas. Mas, em sua conta no Twitter, continua atacando a administração Obama e todos os movimentos sociais. Entre outras coisas, chamou as atrizes que iniciaram o movimento #MeToo de “prostitutas”. Veja o vídeo com a entrevista de Roseanne abaixo.
Luta por Justiça: Trailer legendado de drama jurídico junta astros e diretor da Marvel
A Warner divulgou o trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A trama traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”) lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que se junta ao advogado em sua causa, para rever casos de prisioneiros negros condenados à morte pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” vai ter sua première mundial na sexta-feira (6/9), no Festival de Toronto, e chegará aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, de olho no Oscar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 23 de janeiro.









