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    Primeira Annabeth defende nova atriz da saga “Percy Jackson”

    11 de maio de 2022 /

    A atriz Alexandra Daddario, que interpretou Annabeth Chase nos dois filmes de “Percy Jackson”, resolveu comentar a escolha de Leah Jeffries (“Empire”) para o papel. A menina de 11 anos tem sido alvo de ódio racista nas redes sociais por não ser negra e não loira como a personagem. “Leah Jeffries será uma Annabeth incrível!”, declarou Daddario em sua conta no Twitter. Desde que a Disney+ anunciou os intérpretes de “Percy Jackson e os Olimpianos”, a escolha de Jeffries tem sido duramente criticada, a ponto do criador da personagem, Rick Riordan, autor dos livros em que a série de streaming se baseia, sair em sua defesa. Riordan, que também é produtor da série da Disney+, destacou que não priorizou as características físicas dos personagens durante a seleção dos atores, e sim a personalidade de cada um. “A resposta ao casting de Leah foi extremamente positiva e alegre, como deveria ser. Leah traz tanta energia e entusiasmo para esse papel, tanto da força de Annabeth. Ela será um modelo para as novas gerações de garotas que verão nela o tipo de heroína que querem ser”, afirmou. “Se você tiver um problema com essa escalação, no entanto, fale comigo. Você não tem mais ninguém para culpar. O que quer que você tire desta postagem, devemos concordar que intimidar e assediar uma criança online é indesculpavelmente errado. Por mais forte que Leah seja, por mais que tenhamos discutido o potencial para esse tipo de reação e a intensa pressão que esse papel trará, os comentários negativos que ela recebeu online estão fora de linha. Eles precisam parar. Agora”, continuou. “Você se recusa a acreditar em mim, o cara que escreveu os livros e criou esses personagens, quando digo que esses atores são perfeitos para os papéis por causa do talento que trazem e da maneira como usaram seus testes para expandir, melhorar e eletrificar as falas que lhes foram dadas. Uma vez que você veja Leah como Annabeth, ela se tornará exatamente do jeito que você imagina Annabeth, supondo que você dê a ela essa chance, mas você se recusa a acreditar que isso pode ser verdade. Você está julgando a adequação dela para esse papel única e exclusivamente pela aparência dela. Ela é uma garota negra interpretando alguém que foi descrito nos livros como branco. Amigos, isso é racismo”, acrescentou Riordan. Além de Jeffries, a série de Percy Jackson será estrelada por Walker Scobbell (como o personagem-título) e Aryan Simhadri (como Grover). As gravações da série vão começar em julho e o próprio Riordan assina o primeiro episódio, ao lado de Jon Steinberg (“Black Sails”), que terá direção de James Bobin (“Os Muppets”). A data de estreia ainda não foi definida pela Disney+. Leah Jeffries is going to be an incredible Annabeth!!! — Alexandra Daddario (@AADaddario) May 10, 2022

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  • Série

    Criador de “Percy Jackson” diz que ataques contra intérprete de Annabeth são racismo

    10 de maio de 2022 /

    O escritor Rick Riordan, criador da saga “Percy Jackson”, usou o seu blog pessoal para acusar os fãs de seus próprios livros de racismo. Ele fez a declaração após os ataques sofridos pela atriz Leah Jeffries, escalada como Annabeth Chase na série baseada nos livros. A atriz é negra, mas Riordan descreveu a personagem como loira em suas histórias. O caso de racismo estava restrito às redes sociais, mas ganhou maior visibilidade nesta semana, quando a atriz decidiu se pronunciar. A menina de 12 anos comentou os ataques que vem sofrendo durante uma transmissão ao vivo em seu Instagram. “Para todos que estão me odiando, parem com isso. Eu sei que vocês acham que isso vai me machucar. Não vai. Vocês estão apenas perdendo tempo. Ainda estou confiante. Todos os outros estão confiantes. Todos os outros estão felizes por mim. Então não tentem me derrubar. Não vai funcionar”, ela avisou. A gravação foi reproduzida por um perfil de fãs de Percy Jackson e viralizou. Conhecida como a Brandi da série “Empire”, Jeffries foi chamada de forte por Riordan, mas ele deixou claro que não tolera os ataques. “Este post é especificamente para quem tem algum problema com a escalação de Leah Jeffries como Annabeth Chase. É uma pena que esses posts precisem ser escritos, mas eles precisam. Primeiro, deixe-me esclarecer que estou falando aqui apenas para mim. Esses pensamentos são apenas meus. Eles não necessariamente refletem ou representam as opiniões de qualquer parte da Disney, do programa de TV, da equipe de produção ou da família Jeffries”, começou o autor em seu blog. Riordan, que também é produtor da série da Disney+, destacou que não priorizou as características físicas dos personagens durante a seleção dos atores, e sim a personalidade de cada um. “A resposta ao casting de Leah foi extremamente positiva e alegre, como deveria ser. Leah traz tanta energia e entusiasmo para esse papel, tanto da força de Annabeth. Ela será um modelo para as novas gerações de garotas que verão nela o tipo de heroína que querem ser”, afirmou. “Se você tiver um problema com essa escalação, no entanto, fale comigo. Você não tem mais ninguém para culpar. O que quer que você tire desta postagem, devemos concordar que intimidar e assediar uma criança online é indesculpavelmente errado. Por mais forte que Leah seja, por mais que tenhamos discutido o potencial para esse tipo de reação e a intensa pressão que esse papel trará, os comentários negativos que ela recebeu online estão fora de linha. Eles precisam parar. Agora”, continuou. “Você se recusa a acreditar em mim, o cara que escreveu os livros e criou esses personagens, quando digo que esses atores são perfeitos para os papéis por causa do talento que trazem e da maneira como usaram seus testes para expandir, melhorar e eletrificar as falas que lhes foram dadas. Uma vez que você veja Leah como Annabeth, ela se tornará exatamente do jeito que você imagina Annabeth, supondo que você dê a ela essa chance, mas você se recusa a acreditar que isso pode ser verdade. Você está julgando a adequação dela para esse papel única e exclusivamente pela aparência dela. Ela é uma garota negra interpretando alguém que foi descrito nos livros como branco. Amigos, isso é racismo”, acrescentou Riordan. Além de Jeffries, a série de Percy Jackson será estrelada por Walker Scobbell (como o personagem-título) e Aryan Simhadri (como Grover). As gravações da série vão começar em julho e o próprio Riordan assina o primeiro episódio, ao lado de Jon Steinberg (“Black Sails”), que terá direção de James Bobin (“Os Muppets”). A data de estreia ainda não foi definida pela Disney+. she shouldn’t have to defend herself but she’s almost to the finish goal, production starts in 3 weeks.. cameras will roll and she will be annabeth chase forever… 🗡 — Percy Jackson Disney+ News (@updatespercy) May 10, 2022

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  • Reality,  TV

    Natália registra boletim de ocorrência após ataques racistas

    13 de abril de 2022 /

    A equipe de Natália Deodato, ex-integrante do programa “Big Brother Brasil” registrou um boletim de ocorrência por injúria e difamação na 4ª DP de Belo Horizonte nessa terça-feira (12/4) após ela uma série de ataques racistas e preconceituosos nas redes sociais. As ofensas aumentaram durante o paredão com Paulo André e Gustavo, em que ela foi eliminada do “BBB 22” com 83,43% dos votos. A assessoria da Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a investigação na 2ª Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Cibernéticos com o objetivo de identificar as pessoas envolvidas.

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  • Filme

    Ataque de bolsonarista a “Medida Provisória” reforça denúncia do filme

    12 de abril de 2022 /

    O ex-chefe da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, retomou seus ataques ao filme “Medida Provisória”, confundindo a trama de ficção com o governo do qual fazia parte até recentemente. Em tuítes publicados nesta terça (12/3), Camargo afirma que o diretor Lázaro Ramos acusa Bolsonaro de deportar os cidadãos negros de volta para a África. E, por conta disso, pede que o filme seja boicotado. Mas o detalhe mais bizarro é que Camargo completou seu ataque sugerindo que negros de esquerda fossem realmente enviados para países africanos, sem se dar conta que seu ataque só reforça o argumento do filme, cada vez mais parecido com a realidade. Com estreia marcada para esta quinta (14/4), “Medida Provisória” é o primeiro longa dirigido pelo ator Lázaro Ramos. Conta a história de um Brasil distópico no qual o governo decide enviar a população negra para países africanos, num ato racista que tenta se passar por uma reparação histórica. Bolsonaro não é mencionado nenhuma vez no longa, que começou a ser produzido em 2017, dois anos antes do início do governo atual. A história, na verdade, é uma adaptação da peça “Namíbia, Não!”, escrita pelo também ator baiano Aldri Anunciação, que foi encenada para mais de 100 mil espectadores em 234 apresentações em 10 estados brasileiros, desde 2011. Em 2012, o texto foi publicado em livro e venceu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Ficção para Jovens, tornando Aldri Anunciação o primeiro negro a receber este prêmio por uma obra de ficção. Aparentemente, o ex-presidente da Fundação Palmares não tem muito conhecimento sobre a cultura afrodescendente, a ponto de ignorar a origem do filme e o marco de Anunciação. Esta foi a segunda vez que Camargo acusou o filme de Ramos de denunciar racismo do governo Bolsonaro. A primeira foi há 13 meses, em março de 2021. Na época, acusou sem ver o filme, espalhando fake news sobre seu conteúdo. Mas a cada nova manifestação, o candidato a deputado parece confirmar a denuncia artística exibida nas telas, pelo menos com negros que não votam em Bolsonaro. A assessoria do longa afirma que “qualquer ataque ao filme apenas representa o dirigismo cultural que, neste momento, quer determinar quais filmes podem ser realizados no país”. Já exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, “Medida Provisória” conta com 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes e chega ao Brasil após enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, numa experiência semelhante à de “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme com protagonista negro. Para Ramos, teria havido manobra burocrática para dificultar ou impedir (censura) a exibição d​o longa para o público brasileiro.

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  • Etc

    Ator de “Empire” é libertado após seis dias na prisão

    17 de março de 2022 /

    Jussie Smollett foi libertado após seis dias da prisão por ordem de um tribunal de apelação. O ator tinha sido condenado a cinco meses de prisão por supostamente forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. A libertação aconteceu após a promotora original do caso, Kim Foxx, ter protestado publicamente contra o julgamento, que para ela não deveria ter acontecido, e se irritado com a sentença, sugerindo racismo. Ela foi afastada pelo juiz do caso após apontar que não havia provas conclusivas e que o processo estava contaminado por declarações tendenciosas da polícia de Chicago. Na quarta (16/3), o tribunal de apelação também discordou da sentença, dada como extinta mediante o pagamento de uma multa no valor de US$ 150 mil. Além da multa, Smollett também passará por um período de 30 meses de liberdade condicional. O ator da série “Empire” saiu da prisão do Condado de Cook, em Chicago, na companhia de cinco seguranças sem responder a perguntas da imprensa. Ele sustenta que é inocente e vítima de racismo do sistema judicial. A condenação aconteceu após o ator fazer uma queixa criminal, em janeiro de 2019, alegando ter sido vítima de “crime de ódio” por apoiadores de Donald Trump. Smollett, que é negro e gay, contou ter sido agredido por duas pessoas encapuzadas que gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia de Chicago transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. O tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz Michael Toomin resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentar um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Mesmo assim o processo seguiu em frente. Os advogados de Smollett chegaram a argumentar que os irmãos atacaram o ator com máscaras porque são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e da ameaça de deportação. Revoltada com a sentença, a promotora Kim Foxx publicou um artigo no jornal Chicago Sun-Times chamando o julgamento do ator de grande falha do sistema judicial. “Smollett foi indiciado, julgado e condenado por uma acusação mambembe em questão de meses”, escreveu Foxx no artigo. “Enquanto isso, as famílias de mais de 50 mulheres negras assassinadas em Chicago nos últimos 20 anos seguem na fila aguardando justiça.”

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  • TV

    Globo demite diretor de “Nos Tempos do Imperador” após acusações de racismo

    12 de março de 2022 /

    O diretor artístico da novela “Nos Tempos do Imperador”, Vinicius Coimbra, foi demitido pela rede Globo na sexta (11/3). Segundo informou o advogado do diretor, Davi Tangerino, ele foi desligado da empresa sob o argumento de que praticou assédio moral. Informações vazadas para a imprensa indicam que o profissional foi acusado de racismo por três atrizes da novela. Ele e sua equipe teriam se manifestado com falas preconceituosas no ambiente de trabalho e promovido segregação entre os atores que faziam parte do elenco da trama, separando pessoas brancas e negras do elenco, inclusive nos camarins. As queixas chegaram ao compliance da emissora, que abriu um procedimento. Ele já foi notificado da decisão. Ao jornal Folha de S. Paulo, que buscou uma posição oficial sobre o fim da relação profissional, a Globo respondeu que não expõe apurações de sua ouvidoria “em razão do sigilo garantido a todos os colaboradores em seu código de ética” e que, por isso, não vai se manifestar sobre a demissão. Ao mesmo tempo, a nota enviada ao jornal fala em “preconceito racial”. “Preconceito racial é uma prática não tolerada pela Globo. Mas reconhecemos que, como ocorre em todos os segmentos da sociedade, há muito a avançar no caminho da diversidade, para além das rigorosas regras de compliance que praticamos no nosso dia a dia a esse respeito”, disse a empresa por comunicado. “Em relação à novela ‘Nos Tempos do Imperador’, a empresa acredita que poderia ter adotado precauções extras para abordar a temática racial, nas diversas dimensões que a produção exigia”, acrescenta a emissora. Vinicius Coimbra também se manifestou por meio de nota. “Nas últimas semanas, muito foi dito a meu respeito. Por isso, agradeço àqueles que prezaram por uma apuração responsável dos fatos, sem atribuir a mim atitudes que não condizem com a minha índole, minha história ou que não são da minha competência”, diz o texto. “Como homem branco, porém, reconheço minha responsabilidade por atitudes que reproduzem privilégios. Eu sinceramente não gostaria que isso tivesse acontecido e estou empenhado para que não se repita. Desculpei-me à época e me desculpo novamente. Reafirmo meu profundo respeito pelo elenco da novela. Quero poder contribuir para juntos repararmos esta situação e construirmos um futuro melhor”, completa. Logo após sua estreia, em agosto de 2021, a novela escrita por Falcão e ​Alessandro Marson sobre os tempos do Brasil imperial foi criticada por “romantizar a escravidão” e apresentar erros factuais. Vinicius Coimbra deixou de lado uma carreira cinematográfica premiada para se tornar um diretor especializado em novelas de época da Globo. Ele também dirigiu episódios de “Liberdade, Liberdade”, sobre uma filha de Tiradentes, e “Novo Mundo”, também passada na época do império. Ele também faria a próxima novela das seis “Mar do Sertão”, mas durante as investigações internas (em fevereiro) foi substituído por Allan Fiterman, diretor de “Quanto Mais Vida, Melhor”. Leia abaixo a íntegra da longa nota da Globo: “Sobre a sua consulta e em relação a notícias recentes a respeito de denúncias envolvendo a novela ‘Nos Tempos do Imperador’, a Globo reitera que não expõe apurações de relatos recebidos por sua ouvidoria, em razão do sigilo garantido a todos os colaboradores em seu código de ética e que, por isso, não vai se manifestar sobre o assunto. Preconceito racial é uma prática não tolerada pela Globo. A fim de manter seu ambiente corporativo livre de discriminação, a empresa conta com um sistema de compliance atuante, com treinamentos de conscientização frequentes de seus colaboradores e um código de ética que proíbe a discriminação e pune severamente as violações apuradas. Mas reconhecemos que, como ocorre em todos os segmentos da sociedade, há muito a avançar no caminho da diversidade, para além das rigorosas regras de compliance que praticamos no nosso dia a dia a esse respeito. Em relação à novela ‘Nos Tempos do Imperador’, a empresa acredita que poderia ter adotado precauções extras para abordar a temática racial, nas diversas dimensões que a produção exigia. Nesse sentido, foram identificadas oportunidades de aperfeiçoar nossos processos internos para tratar adequadamente esta e outras temáticas sensíveis, garantindo que sua abordagem contribua para o avanço no caminho da diversidade, preservando a sensibilidade do público e de nossos colaboradores. Este processo contínuo em busca de oportunidades de melhoria é possível em virtude da crença da Globo no permanente diálogo e na criação de mecanismos para intensificá-lo, especialmente com seus colaboradores, que desde o ano passado estão engajados em treinamentos específicos sobre Diversidade e Inclusão e em grupos de afinidades de mulheres, negros e negras, LGBTQIAP+ e pessoas com deficiência para a promoção de ambientes cada vez mais inclusivos e representativos. Através de iniciativas como essas, conduzidas pela área de Diversidade e Inclusão, criada em 2020, e que fazem parte da ampla política de diversidade da empresa, a Globo avança e aperfeiçoa seus processos internos, atenta sempre para as legítimas demandas que se apresentam, sem perder o foco nos princípios que constituem a sua essência.”

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    Ator de “Empire” é condenado à prisão por forjar agressão racista

    10 de março de 2022 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi condenado a 150 dias de prisão nesta quinta (10/3), começando imediatamente. Além do encarceramento, ele foi sentenciado a 30 meses de liberdade condicional, ao pagamento de US$ 120 mil de restituição por gastos da cidade de Chicago e uma multa adicional de US$ 25 mil. A sentença foi proferida três meses após o ator ser considerado culpado de forjar um ataque contra si mesmo e mentir para a polícia sobre ser vítima de ódio racial e homofóbico em 2019. Antes de ser conduzido para a prisão, Smollett ergueu-se, elevando a voz para dizer: “Eu não sou suicida. Sou inocente e não sou suicida. Se alguma coisa acontecer comigo lá [na prisão], não fui eu que fiz”. Veja abaixo. O júri, formado por seis homens e seis mulheres, o considerou culpado de cinco das seis acusações da promotoria. Cada uma das acusações foi relativa às diferentes vezes em que ele teria mentido para a polícia sobre o ataque. Em janeiro de 2019, Smollett alegou ter sido vítima de um ataque de apoiadores do presidente americano Donald Trump em Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia local transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentar um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers do ator. Há fotos no Instagram desse trabalho. Os advogados de Smollett também argumentaram que os irmãos atacaram o ator porque eles são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e também para chantagear o ator, dizendo que não testemunhariam se Smollett pagasse US$ 1 milhão a cada um. O promotor Dan Webb disse ao júri que Smollett fez a polícia de Chicago gastar enormes recursos investigando o que se provou um crime falso: “Além de ser contra a lei, é simplesmente errado abusar de algo tão sério como um crime de ódio real”. O máximo previsto para suas acusações eram três anos de prisão, mas os advogados de Smollett acreditavam que ele seria colocado em liberdade condicional e condenado a prestar serviços comunitários. O juiz foi mais duro que o esperado. Além de ator, Smollett também era cantor, e ambas as carreiras podem ser considerada encerradas após a condenação. #JussieSmollett gets 150 days in county jail and he’s acting like he got 20 to life in prison. 💀 pic.twitter.com/hpFWxAi0RM — the ultimate 🅿️lug  (@OnlyFans____) March 11, 2022

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    Diretor de “Pantera Negra” foi acusado de assalto ao sacar dinheiro da própria conta

    9 de março de 2022 /

    O diretor Ryan Coogler, do filme “Pantera Negra”, foi algemado e acusado de tentar assaltar um banco ao solicitar um saque de US$ 12 mil da própria conta bancária. O caso ocorreu em janeiro, em Atlanta, nos Estados Unidos, mas só foi revelado nesta quarta-feira (9/3) pelo site americano TMZ. Coogler foi a uma agência do Bank of America com um recibo no qual escreveu que gostaria de fazer um saque de US$ 12 mil de sua conta corrente. A mensagem solicitava que a funcionária do caixa fizesse a contagem das notas em outro local. “Eu gostaria de ser discreto”, pediu o diretor. A atendente, porém, decidiu chamar a polícia. Conforme o relatório das autoridades, quando a mulher — descrita como negra e grávida — tentou registrar a transação no computador, o dispositivo acionou um alerta. Ela então comunicou ao chefe que Coogler estaria tentando roubar o banco. Ao chegarem ao local, os policiais prenderam duas pessoas que aguardavam o cineasta no estacionamento e em seguida algemaram Coogler e o tiraram de dentro da agência. Mas perceberam o erro antes de dar prosseguimento na ação, pouco depois de identificarem Coogler. No registro da ocorrência, o caso foi descrito como “um grande erro” cometido pela funcionária. O diretor do filme “Pantera Negra” chegou a solicitar a identificação de todos os policiais depois de ter sido liberado. Procurado pela revista Variety para comentar o ocorrido, o diretor afirmou: “Essa situação nunca deveria ter acontecido. Mas o banco colaborou comigo e resolveu o caso de forma satisfatória, já superamos”.

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    Nova Mulher-Gato revela rejeição em outro “Batman” por ser negra

    7 de março de 2022 /

    A atriz Zoë Kravitz, que interpreta a nova Mulher-Gato em “Batman”, revelou que já foi vetada da franquia em um filme anterior por ser uma “pessoa de cor” – POC (person of color) é uma expressão utilizada nos EUA para definir todos não brancos. Em entrevista ao The Guardian, ela contou que tentou uma vaga no filme “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2012), dirigido por Christopher Nolan, mas foi rejeitada devido ao fato de ser negra. A atriz ressalta não ter certeza se a negativa veio diretamente do cineasta ou de algum outro responsável pela produção. “Eu não sei se veio diretamente do Chris Nolan. Acho que provavelmente foi um diretor de elenco, ou um assistente do diretor de elenco… Mas sendo uma mulher e uma atriz negra e ouvir, na época, que eu não funcionaria por ser uma pessoa de cor, e a palavra ‘urbana’ sendo jogada daquela maneira, aquilo deixou o momento bem difícil”, declarou. A atriz não deixou claro se tentava justamente o papel de Mulher-Gato na época, que acabou sendo interpretado por Anne Hathaway. A outra personagem feminina relativamente importante da trama era Miranda/Talia al Ghul, vivida pela francesa Marion Cotillard. Zoë Kravitz tem sido muito elogiada por seu papel em “Batman”, principalmente pela química que demonstra com Robert Pattinson, intérprete do herói, nas cenas em que ambos interagem. Ela não foi a primeira atriz negra a interpretar a Mulher-Gato. A primazia coube à Ertha Kitt em 1967, na série televisiva estrelada por Adam West. Halle Berry também estrelou o papel-título de “Mulher-Gato” em 2004, e elogiou nas redes sociais a escolha de Kravitz para o novo filme. Com direção de Matt Reeves, “Batman” estreou no último fim de semana e já faturou US$ 248,5 milhões em todo o mundo, liderando as bilheterias na maioria dos países em que foi lançado – inclusive no Brasil, onde levou 2,2 milhões de espectadores às salas de exibição.

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    Giovanna Ewbank pode ser processada por difamação contra Eslovênia do “BBB 22”

    4 de março de 2022 /

    Os administradores dos perfis sociais de Eslovênia Marques indicaram que podem processar a atriz Giovanna Ewbank por difamação após ela publicar um Stories com comentários polêmicos sobre a participante do “BBB 22”. Um post de Ewbank replicando uma “piada” de que Eslovênia só vota em negros para o paredão do reality show está alimentando uma campanha de ódio contra a ex-Miss Pernambuco nas redes sociais, levando várias pessoas a ensaiaram um cancelamento da jovem pela acusação de racismo. Considerada por Brunna Gonçalves sua maior aliada no jogo, Eslovênia também encabeçou campanha de votos para salvar sua amiga Maria do paredão. As duas são mulheres negras que compartilharam com ela o quarto Lollipop, o mais unido do “BBB 22” e que enfrenta a maior quantidade de haters nas redes sociais. O participante Paulo André de Oliveira também tem votado constantemente em candidatos negros, mas isso nunca entrou em discussão no Twitter por motivos óbvios. Sem mencionar Ewbank, os adms do Time Eslô alinharam os votos da confinada para derrubar a versão difamatória. Numa longa thread no Twitter, lembraram que, na 1ª semana de jogo, ela ia votar em Naiara Azevedo, verbalizando no programa que apenas a cantora lhe tinha dado motivos para voto. “O que aconteceu nessa semana? DG indicou a Naiara direto através do [voto] do líder”, explicou o perfil da miss. O voto em Douglas Silva, o DG, na 3ª semana foi parte de “uma estratégia para salvar a Maria do paredão”. Além de Eslô, votaram nele as confinadas Maria, Bárbara e Laís. Na 4ª semana, as opções disponíveis de voto para Eslô (tirando os integrantes do quarto Lollipop, imunizados e o namorado Lucas) eram: Scooby, Tiago, Jessi, Natália e Lina, três dos quais eram negras. “Dentre essas opções, a única que já teve algum atrito direto com Eslô foi a Natália. Mas segundo alguns, ela tinha que votar em quem eles quisessem”, descreveu o perfil. “Na 5ª semana, Eslô já havia declarado o voto em Gustavo, tanto pela estratégia de jogo, quanto pelo jogo da discórdia anterior [em] que ele trouxe coisas da 1ª semana para atacá-la”, continuou o texto. O voto em Gustavo Marsengo só não se concretizou porque “Brunna atendeu o Big Fone e o mandou para o paredão”. “Na 6ª semana, o quarto Lollipop já havia combinado de votar no Tiago Abravanel e o que aconteceu com o participante vocês já sabem”, segue o perfil. “Eslô sempre falou que sua aliança dentro do jogo é o seu quarto e o Lucas”, lembraram os adms. “Tem pessoas banalizando uma luta tão séria e que precisa ser tratada com responsabilidade. Quando forem acusar alguém de algo, tenham provas, são elas que serão utilizadas em juízo, quando o processo chegar”, conclui o texto, assinado pelo Time Eslô. A postagem gerou centenas de retuítes e milhares de comentários, a grande maioria de apoio à Eslovênia, que nem suspeita da campanha de cancelamento. Em comparação, porém, Giovanna Ewbank é seguida por 27,9 milhões de fãs no Instagram. Na 3ª semana, seguindo uma estratégia para salvar a Maria do paredão, elas combinam em votar no DG, acreditando que ele teria mais votos. Nessa semana, Maria, Bárbara, Laís e Eslô votaram nele. Eslô falou que algumas brincadeiras do DG não a agradavam. — Eslô Marques 🇸🇮 (@eslomarques) March 4, 2022 Na 5ª semana, Eslô já havia declarado o voto em Gustavo, tanto pela estratégia de jogo, quanto pelo jogo da discórdia anterior que ele trouxe coisas da 1ª semana para atacá-la. O voto no Gustavo n aconteceu, tendo em vista que Brunna atendeu o Big Fone e o mandou para o paredão. — Eslô Marques 🇸🇮 (@eslomarques) March 4, 2022 Na 6ª semana, o quarto Lollipop já havia combinado de votar no Tiago Abravanel e o que aconteceu com o participante vocês já sabem. pic.twitter.com/6YA4PI1B1q — Eslô Marques 🇸🇮 (@eslomarques) March 4, 2022 Quando forem acusar alguém de algo, tenham provas, são elas que serão utilizadas em juízo, quando o processo chegar. #BBB22 #TimeEslô 🇸🇮 — Eslô Marques 🇸🇮 (@eslomarques) March 4, 2022

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    Globo é multada por racismo em piada de programa humorístico

    15 de fevereiro de 2022 /

    Por decisão da Justiça de São Paulo, o Grupo Globo foi multado em R$ 88 mil por racismo. A denúncia por discriminação racial foi motivada por uma piada do programa humorístico “Jornal Sensacionalista”, exibido no Multishow, que relacionou um cachorro à religião de matriz africana candomblé. O episódio polêmico foi exibido nos dias 26 e 28 de outubro de 2013. Na piada, o animal denominado “cãodomblé” aparecia com vestimentas brancas e era tratado por sua tutora e pela comunidade local como um animal especial, já que ele “recebe entidades”, “prevê o futuro” e “joga búzios”. A denúncia foi feita pela Coordenação de Políticas para a População Negra e Indígena (CPPNI) à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. A multa foi estabelecida ainda em 2013, mas o Grupo Globo recorreu. Em outubro do ano passado, a emissora conseguiu decisão favorável na primeira instância. O Estado de São Paulo recorreu e o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) autorizou a cobrança da multa. Na decisão do TJ-SP, a desembargadora Maria Fernanda De Toledo Rodovalho ponderou: “Conclui-se que discriminação, no caso em tela, é deliberada e dirigida especificamente à identidade de um grupo étnico minoritário (candomblecistas), o que configura ato ilícito de prática discriminatória e preconceituosa de raça e de cor, com as consequências administrativas que o acompanham”.

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    Equipe de Maria denuncia ataques racistas contra artista do “BBB 22”

    8 de fevereiro de 2022 /

    A equipe de Maria, participante do “BBB 22”, denunciou nesta terça (8/2) vários ataques racistas sofridos pela artista, após o jogo da discórdia na noite anterior. Os administradores dos perfis de redes sociais da cantora e atriz emitiram um comunicado oficial relatando alguns dos ataques. “Os usuários nas redes sociais publicaram comentários como: ‘Que raiva mortal da Maria. Macaca morfética, tem que sair que eu não aguento mais ouvir essa voz” e “Mano, Maria tu é muito escrota, preta, falsa’, falas que incentivaram um ataque generalizado e criminoso no universo digital, pelo seu perfil e por toda esfera digital”, diz um trecho da nota. “A equipe da participante reafirma seu compromisso contra o machismo, o racismo e a homofobia, intolerância religiosa, calúnia e difamação e reforça a importância da denúncia formal nestes casos”, finaliza nota. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MARIA 🐍 (@eumaria)

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    Podcaster defende partido nazista no Brasil e polêmica queima programa

    8 de fevereiro de 2022 /

    Um dos podcasts mais ouvidos/vistos do Brasil, o “Flow”, perdeu vários patrocinadores nesta terça (8/2), após seu apresentador Bruno Aiub, conhecido como Monark, defender a legalização do partido nazista no Brasil. A polêmica surgiu durante entrevista com os deputados federais Kim Kataguiri e Tabata Amaral, divulgada na noite anterior no Spotify, Facebook, Twitch e YouTube. “A esquerda radical tem muito mais espaço que a direita radical, na minha opinião. As duas tinham que ter espaço, na minha opinião […] Eu acho que o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido pela lei”, disse Monark. Ele ainda completou: “Se o cara for anti-judeu ele tem direito de ser anti-judeu”. A fala deu início a uma pressão nas redes sociais contra o programa, resultando na perda de seus principais patrocinadores. A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro rompeu contrato que tinha com o podcast para a transmissão do Campeonato Carioca e a Flash Benefícios anunciou no Instagram o fim imediato do patrocínio, citando os “comentários inadmissíveis dos quais discordamos de forma veemente”. Os donos da marca, Pedro e Guilherme Lane, têm família de origem judaica. Puma, iFood, Molendes (do chocolate Bis) e outras marcas também suspenderam ações. E os patrocinadores que seguem financiando o programa estão sendo bombardeados nas redes sociais para encerrar seu apoio. Além disso, convidados estariam recusando-se a participar de novas edições do podcast, enquanto outros que já passaram por lá, como Dan Stulbach, Tico Santa Cruz, Gabriela Prioli, Lucas Silveira, MV Bill, João Gordo, Diego Defante e Benjamin Back, começam a pedir para suas participações serem retiradas do ar. Diante da repercussão, Monark publicou um vídeo pedindo desculpas. “Eu tava muito bêbado”, disse nas redes sociais. E ainda pediu compreensão. “Queria pedir desculpas porque eu errei. Eu tava muito bêbado. Falei de uma forma muito insensível com a comunidade judaica e peço perdão. Mas peço também um pouco de compreensão: são quatro horas de conversa e eu estava bêbado”, ele publicou. Para salvar o podcast, a saída foi a demissão de Monark. Uma nota com a decisão, “lamentando o episódio ocorrido”, foi publicada nas redes sociais no fim da tarde de terça, em meio à hemorragia de anunciantes. De todo modo, a defesa do partido nazista e do “direito de ser anti-judeu” não foi a primeira polêmica racial de Monark no “Flow”. O podcast vinha perdendo patrocinadores desde que o apresentador questionou se “ter opinião racista é crime” num episódio anterior do programa. Criado por Monark e por Igor Coelho (Igor 3K), o Flow é um dos podcasts com maior audiência do Brasil, atingindo 3,6 milhões de inscritos só no YouTube. A polêmica acontece após a constatação de que o Spotify, onde o podcast também faz sucesso, virou um paraíso da extrema direita no Brasil, abrigando vários podcasts negacionistas sem nenhum controle. Um dado assustador é que, desde a eleição de Bolsonaro, houve um crescimento de 270,6% no número de grupos neonazistas no Brasil, segundo um mapa elaborado pela antropóloga Adriana Dias, que revelou a existência de pelo menos 530 núcleos extremistas no país. O clima é tão perigoso que até a “cobertura” do “BBB 22” ganhou um site exclusivo em tom neonazista horripilante. De acordo com o artigo 20 da Lei 7.716, é crime fabricar, comercializar e distribuir símbolos para divulgação do nazismo no país. “Deveria existir um partido Nazista legalizado no Brasil” “Se o cara for anti-judeu ele tem direito de ser Anti-judeu” Eu tinha achado que ele tinha superado todos os limites no último papo de racismo, mas ele conseguiu se superar de um jeito… pic.twitter.com/h9Tf7g8TYg — Levi Kaique Ferreira (@LeviKaique) February 8, 2022 pic.twitter.com/Mo7XH8e47o — ♔ Monark (@monark) February 8, 2022 PRONUNCIAMENTO OFICIAL pic.twitter.com/p1uru0Z4iw — Flow Podcast (@flowpdc) February 8, 2022

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