Imprensa quase mata Zac Efron, que fatura publicidade gratuita para seu novo projeto
O ator Zac Efron conseguiu grande cobertura espontânea da mídia para o lançamento de seu reality show “Killing Zac Efron”. Segundo uma notícia do jornal The Sunday Telegraph, replicada em todo o mundo, o ator de 32 anos de idade teria contraído uma doença gravíssima, enquanto gravava a produção de sobrevivência, e precisou ser transportado de helicóptero para a cidade de Brisbane, na Austrália, para ser internado num hospital na véspera do Natal. Questão de “vida ou morte”, afirmaram vários programas de fofocas, jornais, revistas, sites, blogs e plataformas sociais. Desenvolvido para a ainda inédita plataforma Quibi, a produção de “Killing Zac Efron” acompanhava o ator numa aventura “real” na selva- em Papua-Nova Guiné. Para protagonizar a atração, o galã de “High School Musical” e “Baywatch” se comprometeu a ficar “longe de tudo” numa ilha remota e deserta por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. Foi neste contexto que teria caído doente, diagnosticado com “uma forma de infecção tifoide ou bacteriana semelhante”. Apesar da notícia bombástica, nada disso pôde ser verificado. Nenhum jornalista australiano conseguiu confirmar a internação do ator. Nenhum paparazzi registrou fotos de sua passagem pelo St Andrews War Memorial Hospital ou mesmo de sua alta. A única informação com fonte é uma declaração do Dr Glenn McKay, diretor do suposto resgate médico, que disse não poder discutir informação de pacientes, mas confirmou que um “americano de 30 anos anos foi levado de Papua-Nova Guiné para Brisbane para receber atenção médica”. Ninguém da equipe de Efron comenta o caso, o que só aumenta os comentários da mídia. Em suma, nada poderia ser melhor para a divulgação da série, que está guardando todos os detalhes para seus episódios. Apesar de estar à beira da morte e com uma doença letal, Efron apareceu de óculos escuros há alguns dias numa loja de shopping de Los Angeles – fotos de suas “compras” (mais para gifts) apareceram no Instagram há uma semana atrás, época em que supostamente estaria morrendo. “Killing Zac Efron” ainda não tem data de estreia prevista, mas a plataforma Quibi deverá ser lançada em abril nos Estados Unidos, focada no mercado de conteúdos curtos para celulares. Veja abaixo, as imagens de uma semana atrás de Zac Efron fazendo compras. Ver essa foto no Instagram Thank you Z for showing up at our friends and family shopping. Conor you are the man for the magic! 🙏🏻🤘🏻💥 Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 21 de Dez, 2019 às 8:18 PST Ver essa foto no Instagram Look If you had One shot Or one opportunity To seize everything you ever wanted In one moment Would you capture it Or just let it slip? Vejo will capture it in 2020. Happy holidays to everybody. I❤️ my Vejo team. Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 23 de Dez, 2019 às 11:35 PST
Code 8: Sci-fi estrelada por Robbie e Stephen Amell vai virar série
Os primos Robbie (“Arquivo X”) e Stephen Amell (“Arrow”) vão estrelar uma série derivada de seu filme “Code 8” para a plataforma Quibi. “Code 8” ganhou vida como um curta-metragem estrelado pelos primos em 2016, e acabou virando um longa por iniciativa dos próprios Amells, que lançaram uma campanha de crowdfunding para financiar a filmagem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado será lançado em diversas plataformas de streaming na sexta-feira (13/12), inclusive no Brasil – onde ganhou o título de “Code 8: Renegados”. A trama sci-fi se passa numa realidade em que 4% dos humanos nascem com poderes sobrenaturais, e o mundo não reage gentilmente a esses indivíduos. A série vai começar alguns “anos após os eventos do filme, centrada em torno de um ex-presidiário (Robbie Amell) e um traficante telecinético (Stephen Amell), que são forçados a trabalhar juntos para derrubar uma perigosa quadrilha de tráfico comandada por policiais corruptos e pela elite da cidade”. Jeff Chan, que dirigiu as duas encarnações do filme, também dirigirá a série, além de assinar o roteiro com Chris Paré, outro envolvido na “franquia” desde 2016. Projetada para ser diferente das demais plataformas, a Quibi pretende produzir apenas conteúdos de curta duração. No caso de séries, produções com episódios de até 10 minutos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público e em filas de espera. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas a Quibi deverá ser lançada em abril de 2020. Veja abaixo o trailer legendado do filme.
Zac Efron vai estrelar reality show sobre sua própria sobrevivência numa ilha deserta
A longa lista de séries produzidas pela plataforma Quibi acrescentou sua produção mais bizarra. O galã Zac Efron (“O Rei do Show”) vai estrelar um reality show chamado “Killing Zac Efron”, que é, basicamente, uma aposta dele próprio em sua capacidade de não morrer ao se aventurar na selva de uma ilha remota e deserta. Para protagonizar a atração, o ator pretende ficar “longe de tudo” nesta ilha por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. “Costumo prosperar em circunstâncias extremas e procurar oportunidades que me desafiem em todos os níveis”, disse Efron, em comunicado sobre o pacto de suicídio programa. “Estou animado para explorar o território desconhecido e descobrir que aventura inesperada me espera!” Efron também é produtor executivo da série, uma das muitas previstas para a plataforma de mini episódios, criada pelo fundador da DreamWork Animation, Jeffrey Katzenberg. Projetada para ser diferente de todas as demais plataformas, a Quibi pretende produzir apenas conteúdos de curta duração. No caso de séries, produções com episódios de até 10 minutos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público e em filas de espera. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas a Quibi deverá ser lançada em abril de 2020.
Diretores dos Vingadores farão série sobre rivalidade de Marvel e DC Comics
Os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, estão desenvolvendo uma série documental sobre a rivalidade entre a Marvel e a DC Comics para a plataforma de streaming Quibi. A série se chamará “Slugfest” e tem como base o livro de mesmo nome, escrito por Reed Tucker. A produção vai narrar as origens da competição histórica entre as duas editoras e o impacto dos personagens criados por elas na cultura pop. Anthony e Joe Russo serão os produtores-executivos da série, por meio de sua produtora, a AGBO, mas a direção estará a cargo de Don Argott e Sheena M. Joyce que trabalharam juntos nos documentários “Believer” (2018) e “Framing John DeLorean” (2019). A plataforma Quibi deve entrar no ar em abril de 2020, visando exclusivamente o público de dispositivos móveis com uma proposta diferente dos outros serviços de streaming: os episódios de suas séries terão apenas cerca de 10 minutos.
Kiefer Sutherland vai caçar Boyd Holbrook em nova série de O Fugitivo
A plataforma de streaming Quibi oficializou mais uma super-mini-produção. Desta vez, trata-se de um nova versão de “O Fugitivo”, série clássica dos anos 1960 que também rendeu um filme premiado em 1993. O projeto foi um dos citados pelo produtor Jeffrey Katzenberg, fundador da plataforma (e também da DreamWorks Animation), quando anunciou o lançamento da Quibi há alguns meses. Agora, teve seu elenco definido. O novo “O Fugitivo” será uma série que vai trazer Boyd Holbrook (“O Predador”) acusado de um crime que não cometeu, em fuga de um detetive vivido por Kiefer Sutherland (“24 Horas”) – situação vivida por Harrison Ford e Tommy Lee Jones no cinema. A atualização da trama vai acrescentar a paranoia terrorista e as fake news das redes sociais. A sinopse divulgada diz que, quando uma bomba explode no metrô de Los Angeles, tuítes sugerem que o personagem de Holbrook foi o responsável pelo atentado. Acusado injustamente – e muito publicamente -, ele deve provar sua inocência descobrindo o verdadeiro criminoso, antes que o lendário policial que lidera a investigação possa prendê-lo. O reboot foi criado por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e a direção estará a cargo do cineasta Stephen Hopkins (“Raça”). Um detalhe é que o Quibi pretende lançar apenas conteúdos de curta duração, assim os episódios devem ter 10 minutos ou menos, na contramão das maratonas da Netflix. O público-alvo são usuários de aparelhos móveis, que poderão consumir rapidamente o material por celular em situações cotidianas, como no transporte público, em filas de espera ou no banheiro. A série ainda não tem data de estreia prevista, mas o Quibi deverá ser lançado em abril de 2020.
Comédia romântica Como Perder um Homem em 10 Dias vai virar série
A comédia romântica “Como Perder um Homem em 10 Dias”, sucesso de 2003 com Kate Hudson e Matthew McConaughey, vai virar série do Quibi, plataforma de Jeffrey Katzenberg (criador da DreamWorks Animation) que focará o público de celular com episódios bem mais curtos que os das séries convencionais. O longa original contava a história de um casal que inicia um relacionamento com objetivos secretos e distintos: ela está escrevendo um artigo sobre como perder um homem em 10 dias, ele está em uma aposta para descobrir se consegue manter um relacionamento pelo mesmo período. A série parece ter mudado a premissa. Segundo a sinopse oficial, “a trama segue uma jovem colunista e um publicitário executivo que precisam provar de uma vez por todas que precisam manter uma relação monogâmica. Eles rapidamente descobrem, no entanto, que manter um relacionamento é mais difícil do que achavam”. A série está sendo desenvolvida por Gary Branum, roteirista de “The Mindy Project”.
Spielberg, Guillermo Del Toro e Sam Raimi vão produzir séries para nova plataforma
Criada especificamente para celulares, a plataforma de streaming Quibi está desenvolvendo um portfólio impressionante de séries. O nome do aplicativo vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites”. Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que tem como diferencial produzir episódios de menor duração. Seus capítulos terão de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo do público, que tem se atirado em longas maratonas de séries. A aposta é em outra característica atual: o baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. Por isso, pretende oferecer conteúdo fast, que pode ser devorado em qualquer local. O detalhe é que o recheio deste Quibi contém muitas calorias. Em outras palavras, as séries encomendadas são superproduções. Por exemplo: Steven Spielberg vai produzir uma série de terror que só poderá ser vista à noite pelo aplicativo. Outras séries em desenvolvimento são terrores de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos. O Quibi também deve oferecer outros tipos de atrações, como programas de notícias e reality shows – já estão confirmados um reality de luta livre feminina, um programa de moda de Tyra Banks (produtora-apresentadora de “America’s Next Top Model”) e remakes de “Punk’d” e “Singled Out”, da MTV. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., Time Warner, MGM e Alibaba, e pretende oferecer 125 conteúdos semanais e 7 mil ao longo de seu primeiro ano. O interesse dos estúdios reflete uma aposta no formato, apesar da dificuldade encontrada até aqui para emplacar séries desse formato e exclusivas de dispositivos móveis – veja-se a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A conferir, em 2020.
História da criação do Snapchat vai virar série para celular
A história da criação da rede social Snapchat vai virar série. O anúncio foi feito por Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, que está lançando uma nova plataforma de streaming, chamada Quibi. Criada especificamente para celulares, a Quibi será lançada em abril, voltada a conteúdos de curta duração. E o carro chefe será a série “Frat Boy Genius”, focada em Evan Spiegel e sua criação, o Snapchat. Katzenberg confirmou a produção da série durante sua participação num painel do festival South by Southwest, na sexta-feira (8/3), comparando-a ao filme “A Rede Social”. “Queremos contar uma história tão envolvente e interessante sobre o Snapchat e o CEO Evan Spiegel quanto A Rede Social foi para o Facebook”, ele disse. Escrito por Elissa Karasik, “Frat Boy Genius” foi originalmente imaginado para o cinema, chegando a ser eleito o melhor roteiro não produzido do ano passado, na avaliação dos responsáveis pela Black List (a lista de roteiros inéditos de Hollywood). Apesar do Quibi inaugurar em abril, a série sobre o Snapchat ainda não tem previsão de estreia.





