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    Canal Sony exibe filmes cultuados com curadoria de Quentin Tarantino

    6 de agosto de 2019 /

    Quem sintonizar o canal pago Sony durante a madrugada desta semana pode achar que ganhou uma assinatura do Telecine Cult. Em vez daqueles filmes que repetem sem parar, a programação da meia-noite do canal está cheia de clássicos. O detalhe é que a seleção é uma curadoria de ninguém menos que Quentin Tarantino. Começou na segunda (5/8), com a exibição de “Bob & Carol & Ted & Alice” (1969), segue nesta terça com “Flor de Cacto” (1969), emenda na quarta com “Easy Rider – Sem Destino” (1969) e continua diariamente com “Model Shop – O Segredo íntimo de Lola” (1968), “À Procura da Verdade” (1970), “Arma Secreta contra Matt Helm” (1968), “Encontro Fatal em Lisboa” (1968), “Sangue de Pistoleiro” (1958) e “Bandoleiros do Arizona” (1965). Os quatro últimos serão apresentados como sessão dupla no sábado e no domingo (11/8). Os filmes foram selecionados por Tarantino como exemplos do que influenciou a criação de seu novo longa-metragem, “Era Uma Vez em Hollywood”, que se passa em 1969 e aborda a indústria cinematográfica americana num momento de transformação radical. Um dos títulos selecionados, “Arma Secreta contra Matt Helm”, é estrelado por Sharon Tate, atriz que é personagem de “Era Uma Vez em Hollywood”, interpretada por Margot Robbie. “Era Uma Vez em Hollywood” tem estreia marcada para 15 de agosto no Brasil.

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  • Filme

    Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw estreia em 1º lugar nos EUA, mas pode dar prejuízo

    4 de agosto de 2019 /

    “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte no final de semana, mostrando a força da franquia. No entanto, os números podem oferecer uma leitura equivocada do “sucesso” da produção. A verdade é que o primeiro spin-off de “Velozes e Furiosos” abriu abaixo das expectativas do mercado, com US$ 60,8M (milhões). Esta é a pior bilheteria dos filmes da saga com participação de Dwayne Johnson. Até então, o desempenho mais modesto tinha sido justamente do filme que marcou a estreia do ator na franquia, “Velozes e Furiosos 5” (2011), com US$ 86,1M em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O derivado fica, inclusive, atrás de “Velozes e Furiosos 4” (2009), que, sem Johnson, abriu com US$ 70,9M. O filme fez mais sucesso no exterior. No mundo inteiro, “Hobbs & Shaw” atingiu US$ 180M. Entretanto, custou cerca de US$ 200M só de produção (sem os custos de P&A, despesas de cópias e publicidade, na sigla em inglês). Com orçamento de longa da Marvel, precisará de arrecadação equivalente para se pagar. Um fator positivo para as contas do estúdio Universal é que o montante internacional ainda não conta com os lançamentos na China e na Coreia do Sul, onde a franquia sempre rendeu bem. Os dois países só receberão o filme no final do mês. O 2º lugar ficou com “O Rei Leão”, que adicionou mais US$ 38,2M à sua fortuna e já soma US$ 1,1B (bilhão) ao redor do mundo. O novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, completa o Top 3 com US$ 20M e continua sem lançamento internacional. A estreia no Brasil está marcada para 15 de agosto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 60,8M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 180,8M 2. O Rei Leão Fim de semana: US$ 38,2M Total EUA e Canadá: US$ 430,8M Total Mundo: US$ 1,1B 3. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 78,8M Total Mundo: US$ 78,8M 4. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 360,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 410M Total Mundo: US$ 959,2M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 67,9M Total Mundo: US$ 118,9M 7. The Farewell Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 6,8M Total Mundo: US$ 6,8M 8. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 36M Total Mundo: US$ 53,6M 9. Aladdin Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 350,3M Total Mundo: US$ 1B 10. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 0,8M Total EUA e Canadá: US$ 71,5M Total Mundo: US$ US$ 211,7M

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    Filha de Bruce Lee reclama de como Tarantino retratou seu pai em Era Uma Vez em Hollywood

    30 de julho de 2019 /

    A filha de Bruce Lee, Shannon Lee (produtora da série “Warrior”) fez duras críticas ao filme “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, após ver a representação de seu pai nas telas. Ela disse que sentiu que houve zombaria em relação a Bruce Lee e que o resultado a deixou desanimada. No filme, o personagem de Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), um dublê chamado Cliff Booth, troca insultos com Bruce Lee, interpretado por Mike Moh (“Inumanos”). Eles acabam por resolver a questão lutando. Em entrevista ao site The Wrap, Shannon disse que não gostou de ver o pai representado como arrogante, já que, na década de 1960, o mercado do cinema para asiáticos era complicado, diferentemente do retratado no filme. Na história de Bruce Lee, foram comuns casos em que atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. “Eu posso entender as razões que os levaram a este retrato no filme. Eu entendo que os personagens são anti-heróis e que é uma fantasia cheia de raiva sobre o que poderia ter acontecido. E eles retratam um período com muito racismo e exclusão. Entendo que o personagem de Brad Pitt é um durão que pode bater em Bruce Lee. Mas eles não precisavam tratá-lo da mesma forma que os brancos de Hollywood o trataram em vida”, afirmou Shannon Lee. Para a filha do ex-ator, que morreu em 1973, Tarantino pode ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, mas “não funcionou”. “Ele aparece como um c… arrogante que fala sobre coisas que não sabe. E não alguém que teve de lutar três vezes mais duro que todos os outros para conquistar o que outros tiveram com naturalidade. Foi muito desconfortável sentar no cinema e ver as pessoas rindo do meu pai”, afirmou ela. Matthew Polly, autor do livro “Bruce Lee: A Life”, corroborou as críticas. “Tendo em vista a forma tão simpática com que Tarantino retratou Steve McQueen, Jay Sebring e Sharon Tate, fiquei surpreso que ele não tivesse a mesma cortesia com Bruce Lee, o único não branco do filme. Ele poderia ter causado o mesmo efeito, sem a zombaria.” Lançado na sexta-feira (26/7) nos Estados Unidos, “Era Uma Vez em Hollywood” registrou a maior bilheteria de estreia de Quentin Tarantino na América do Norte. A está no Brasil está marcada para 15 de agosto. Veja abaixo o trailer, com uma cena de Bruce Lee.

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  • Filme

    Bilheterias: Tarantino enfrenta O Rei Leão com a melhor estreia de sua carreira nos EUA

    28 de julho de 2019 /

    Quentin Tarantino foi o único com coragem para desafiar “O Leão Rei” em seu segundo fim de semana de reinado nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. Seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”, representou a única estreia ampla de cinema de sexta-feira passada (26/7) na América do Norte. E não só sobreviveu à disputa, como registrou a maior abertura da carreira do diretor no mercado doméstico. A bilheteria de US$ 40,3M rendeu o 2º lugar a “Era uma Vez em Hollywood”, feito muito festejada pela Sony. Até, então, o recorde de arrecadação de estreia de Tarantino pertencia a “Bastardos Inglórios”, que fez US$ 38 milhões em 2009. Ambos os filmes têem em comum a presença do astro Brad Pitt, que desta vez divide o protagonismo com Leonardo DiCaprio. A primeira parceria entre Tarantino e a Sony também registrou o maior dia de abertura da carreira do diretor, ao faturar US$ 16,8M na sexta-feira (26/7). E ainda recebeu aplausos da crítica, com 85% na média do Rotten Tomatoes. O lançamento de “Era uma Vez em Hollywood” está marcado para 15 de agosto no Brasil. Mas sempre foi uma luta desigual, tamanha a vantagem de “O Rei Leão”. A animação da Disney manteve-se no topo com mais US$ 75,5M, numa queda de 60% em relação à sua estreia no fim de semana passado. Em dez dias, já soma US$ 350,7M apenas no mercado doméstico – mais que o total acumulado pelo 3º colocado, “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, com quatro fins de semana em cartaz. E deverá ultrapassar US$ 1 bilhão mundial antes do próximo levantamento semanal. Sony e Disney ainda dividiram o 3º lugar, graças à coprodução de “Homem-Aranha: De Volta para Casa”, filme mais bem-sucedido do personagem da Marvel, que atingiu US$ 1 bilhão de bilheteria mundial na quinta-feira passada (25/7). A comemoração da Disney ainda se estendeu a “Aladdin”. Atualmente em 7º lugar no ranking doméstico, a fábula encantada também atingiu o número mágico de US$ 1 bilhão mundial neste fim de semana, e ajudou o estúdio a bater um recorde histórico de arrecadação em Hollywood (saiba mais aqui). O predomínio é tão grande que a Disney agora tem as cinco maiores arrecadações do ano na América do Norte, com “Vingadores: Ultimato” (US$ 856M), “Capitã Marvel” (US$ 426M), “Toy Story 4” (US$ 395M), “O Rei Leão” (US$ 350M) e “Aladdin” (US$ 345M). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Rei Leão Fim de semana: US$ 75,5M Total EUA e Canadá: US$ 350,7M Total Mundo: US$ 962,6M 2. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 40,3M Total EUA e Canadá: US$ 40,3M Total Mundo: US$ 40,3M 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 344,4M Total Mundo: US$ 1B 4. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA e Canadá: US$ 395,6M Total Mundo: US$ 917,9M 5. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 31,4M Total Mundo: US$ 45,8M 6. Yesterday Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 109,6M Total Mundo: US$ 1B 7. Aladdin Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 345,9M Total Mundo: US$ 1B 8. Stuber Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 25,3M 9. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 69,7M Total Mundo: US$ 207,4M 10. The Farewell Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 3,6M Total Mundo: US$ US$ 3,6M

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  • Série

    Tarantino prepara série derivada de Era uma Vez em Hollywood

    18 de julho de 2019 /

    Quentin Tarantino quer produzir uma série derivada de “Era uma Vez em Hollywood”. E já escreveu cinco roteiros, com planos de completar mais três. Intitulada “Bounty Law”, a atração seria a materialização da série fictícia estrelada por Rick Dalton, o personagem interpretado por Leonardo DiCaprio no filme. “Depois de assistir diferentes séries de faroeste e tudo mais, eu realmente entrei no clima de ‘Bounty Law’. Eu comecei a realmente gostar da ideia de Jake Cahill como um personagem. Eu comecei a amar estes roteiros faroeste de meia hora”, comentou o diretor, em entrevista ao site Deadline. Como resultado, ele escreveu “cinco episódios diferentes para uma série preto e branco e de meia hora de western, ‘Bounty Law'”. Insistindo numa produção em preto e branco, para passar a ideia “de época”, Tarantino não imagina a série nas redes de televisão, mas mencionou que ela poderia ser lançada num canal pago ou plataforma de streaming. “Eu não me importaria em fazer para a Netflix, mas gostaria de filmar em filme. Showtime, HBO, Netflix, FX. Me agrada a ideia de construir esta mitologia de ‘Bounty Law’ com o personagem Jake Cahill”. Questionado se o projeto já está pronto para ser oferecido ao mercado, ele tenta tergiversar, mas confirma o interesse, inclusive, em dirigir os episódios. “Eu não estou planejando isso, mas também tenho o rascunho para outros três episódios. Então devo escrever mais três e fazer. Dirigir cada episódio”. O único problema é que ele terá que reescalar o protagonista. “Não consigo imaginar Leonardo querendo fazer isso. Colocar outra pessoa no lugar? Se ele quiser fazer, seria ótimo”. Nono filme de Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood” se passa em Los Angeles no ano de 1969 e acompanha Rick Dalton (DiCaprio), astro de série de TV e seu dublê de longa data, Cliff Booth (Brad Pitt), que lutam para chegar a Hollywood. O destino decadente da dupla contrasta com a ascensão da vizinha de Rick, a atriz Sharon Tate (Margot Robbie), casada com o cineasta Roman Polanski. Mas a felicidade dela não vai durar muito, pois é 1969 e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”) começou a aparecer em sua vizinhança. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (também de “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), , a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, sem esquecer cinco dos “Os Oito Odiados”, Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth e Bruce Dern. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. Ambientado em

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  • Filme

    Tarantino descreve seu filme de Star Trek como “Pulp Fiction no espaço”

    17 de julho de 2019 /

    Em meio à divulgação de “Era uma Vez em Hollywood”, seu novo filme, Quentin Tarantino tem sido bastante questionado sobre se realmente pretende dirigir um filme da franquia “Star Trek”. E ele contou diversas novidades sobre o projeto. Falando ao site Deadline, ele afirmou que ainda não sabe se vai dirigir o longa. Mas se o fizer, o resultado será uma espécie de “‘Pulp Fiction’ no espaço”. A comparação é uma resposta à entrevistas do ator Simon Pegg sobre o futuro da franquia. “Ele não sabe nada do que está acontecendo e fica fazendo comentários como se soubesse”, disse Tarantino ao Deadline. “Em um dos comentários, ele disse ‘bem, não será um Pulp Fiction no espaço’. Claro que será! Se eu fizer o filme, será exatamente assim”. Tarantino elogiou o roteiro assinado por Mark L. Smith (“O Regresso”) e lembrou que o produtor J.J. Abrams não vê problemas na história ser para maiores. Segundo o cineasta, Abrams teria amado a ideia e disse que a franquia tem liberdade para seguir qualquer caminho. Em entrevista ao podcast Reelblend, do site Cinema Blend, ele ainda acrescentou que não consideraria o filme na cota de dez longas que definiu para se aposentar. “Eu acho que ‘Star Trek’ não conta”, disse, considerando que o filme não teria um roteiro de sua autoria nem personagens originais. “Eu posso fazer ‘Star Trek’… mas naturalmente eu terminaria com um original”, afirmou o diretor, lembrando o plano de encerramento de sua carreira no cinema, que teria apenas mais um longa original. “Eu tenho uma brecha aí, e posso encaixar esse filme nela”, completou. O “Star Trek” de Tarantino foi inicialmente anunciado em 2017. Desde então, o diretor encomendou um roteiro, que Mark L. Smith já entregou. Ele pretende se debruçar sobre a história assim que terminar a divulgação de “Era uma Vez em Hollywood”, que estreia nos cinemas americanos em 15 de agosto – duas semanas antes do lançamento no Brasil. Ele também reafirmou que é fã da série clássica e dos filmes recentes de “Star Trek”, elogiou o elenco atual da franquia no cinema, mas jura que ainda não sabe se vai filmar essa história. Entretanto, se mostra bastante inclinado. Caso o projeto sair do papel, deverá ser o próximo filme de Tarantino.

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  • Filme

    Era uma Vez em Hollywood: Personagens do novo filme de Tarantino ganham imagens animadas

    16 de julho de 2019 /

    A Sony divulgou oito imagens animadas de “Era uma Vez em Hollywood”, que pode ser o último filme de Quentin Tarantino, de acordo com entrevista recente. As imagens destacam os personagens de Leonardo DiCaprio (“Django Livre”), Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”), Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), Margaret Qualley (“The Leftovers”), Mike Moh (“Inumanos”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”) e o falecido Luke Perry (“Riverdale”), em seu último papel. Os principais protagonistas são Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, que vivem respectivamente um ator em decadência e seu dublê de longa data. Frustrado por virar um “cowboy de televisão”, o antigo astro vivido por DiCaprio não se conforma em ver a carreira da vizinha do lado em ascensão. Ela é a atriz Sharon Tate, casada com o cineasta Roman Polanski – e vivida por Margot Robbie. Mas a felicidade dela não vai durar muito, pois é 1969 e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”) começou a aparecer em sua vizinhança. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (também de “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), , a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, sem esquecer cinco dos “Os Oito Odiados”, Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth e Bruce Dern. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. .@LeoDiCaprio is Rick Dalton. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/PVDgdwuIdf — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 Brad Pitt is Cliff Booth. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/E3oOj78fDT — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 .@MargotRobbie is Sharon Tate. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/7U5DaiqNiS — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 Al Pacino is Marvin Schwarzs. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/dXa3xUagT1 — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 Margaret Qualley is Cat. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/Vq7ENaW1x1 — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 .@MikeMoh is Bruce Lee. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/rML6A0ReOw — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 Timothy Olyphant is Johnny. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/Px336GM9wm — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019 Luke Perry is Scott. #OnceUponATimeInHollywood pic.twitter.com/faLDup2aJ6 — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) 13 de julho de 2019

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  • Filme

    Tarantino dirige elenco de Era uma Vez em Hollywood em novas fotos

    3 de julho de 2019 /

    A Sony divulgou 14 fotos novas de “Era uma Vez em Hollywood”, que pode ser o último filme de Quentin Tarantino, de acordo com entrevista recente. O diretor aparece em quatro das imagens, dirigindo o elenco central. Os principais protagonistas são Leonardo DiCaprio (“Django Livre”) e Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), que vivem respectivamente um ator em decadência e seu dublê de longa data. Frustrado por virar um “cowboy de televisão”, o antigo astro não se conforma em ver a carreira da vizinha do lado em ascensão. Ela é a atriz Sharon Tate, casada com o cineasta Roman Polanski – e vivida por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”). Mas a felicidade da atriz não vai durar muito, pois é 1969 e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”) começou a aparecer em sua vizinhança. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, e até o recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil.

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    Tarantino diz que Era uma Vez em Hollywood pode ser o último filme de sua carreira

    3 de julho de 2019 /

    O diretor Quentin Tarantino tem dito há tempos que sua carreira cinematográfica deve se encerrar após 10 filmes. Mas esse número pode ser menor e acabar no 9º lançamento. Em uma recente entrevista à revista GQ da Austrália, o cineasta sugeriu que seu próximo filme, “Era uma Vez em Hollywood”, pode ser o último de sua carreira. “Se for muito bem recebido, talvez eu não prossiga até atingir 10”, ele disse. “Talvez eu pare agora! Talvez eu pare enquanto estiver por cima. Veremos.” Ele acrescentou: “Eu acho que quando se trata de filmes de cinema, eu cheguei ao fim da estrada.” Tarantino passou seis anos desenvolvendo “Era uma vez em Hollywood”, uma declaração de amor a uma época que influenciou os sonhos e aspirações do cineasta quando ele ainda era criança. “Passei a minha vida inteira pesquisando sobre o que está no filme”, disse ele a GQ. “Passei minha vida inteira conhecendo este mundo. Então, agora finalmente pude fazer algo com tudo o que tem enchido meu cérebro nos últimos 56 anos. ” O filme marca a segunda parceria de Tarantino com Brad Pitt, após os dois trabalharem juntos em “Bastardos Inglórios” (2009), e também a segunda com Leonardo DiCaprio, com quem o diretor filmou “Django Livre” (2012). Mas, curiosamente, foi a primeira vez que os astros contracenaram num longa-metragem. Presente na entrevista da GQ, Brad Pitt ressaltou que Tarantino estaria falando sério quando disse que poderia largar o cinema após esse filme. “Não, eu não acho que ele está blefando”, disse o ator. “Eu acho que ele está falando sério. E eu meio que lamento abertamente isso para ele, mas ele fez as contas de quando sente que os diretores começam a perder a forma. Mas ele tem outros planos e não vamos nos despedir por muito tempo ”. Isto é, mesmo que abandone o cinema, isso não significa que Tarantino deixará para trás completamente o mundo do entretenimento. “Eu me vejo escrevendo livros sobre filmes e começando a escrever peças teatro, então ainda serei criativo. Eu só acho que dei tudo o que tenho para dar aos filmes”, disse ele. Caso faça mais um filme, o próximo projeto de Tarantino pode ser sua primeira obra de ficção científica, um longa da franquia “Star Trek”. “Era uma vez em Hollywood” estreia 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agoto no Brasil.

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    Tarantino desenvolve encontro de Django Livre e Zorro no cinema

    3 de junho de 2019 /

    Quentin Tarantino estaria desenvolvendo uma continuação de seu filme “Django Livre” (2012). Melhor ainda: o projeto seria um crossover que traria o encontro de Django com o lendário herói mexicano Zorro. O detalhe é que os dois personagens já se encontraram antes. Eles compartilharam uma minissérie de sete edições em quadrinhos, escrita pelo próprio Tarantino e publicada entre 2014 e 2015 pelas editoras Vertigo (divisão adulta da DC Comics) e Dynamite (proprietária dos direitos de Zorro) nos Estados Unidos. Segundo fontes ouvidas pelo site Collider, o cineasta quer agora trazer a história para as telas e contratou o comediante e roteirista Jerrod Carmichael (criador de “The Carmichael Show”) para realizar a adaptação. A trama dos quadrinhos se passa logo após os eventos do filme de 2012 e traz uma nova aventura de Django como caçador de recompensas. Em uma de suas viagens, Django conhece Diego de la Vega, o Zorro, e os dois decidem se unir para impedir que uma vila indígena seja escravizada. Ainda segundo o site, Tom Rothman, chefe da Sony Pictures, está muito empolgado com esse projeto. Tarantino iniciou um relacionamento com a Sony após a Weinstein Company implodir, devido às acusações de abuso sexual contra seu chefe, o produtor Harvey Weinstein. O filme “Era uma Vez em Hollywood” será a primeira obra do diretor produzida pela Sony. Entretanto, não está claro em que situação se encontram os direitos dos personagens criados por Tarantino em seus filmes anteriores. “Django Livre” foi lançado pela Weinstein Company, mas a distribuição internacional ficou por conta da Sony. Vale lembrar, ainda, que o interesse do estúdio em “Django/Zorro” vem desde 2014, quando um ataque de hackers vazou vários projetos sigilosos da Sony, entre eles este crossover. Atualmente, o cineasta também está envolvido num filme da franquia “Star Trek”, que ele pretende dirigir para a Paramount. Veja abaixo a capa da primeira edição de “Django/Zorro” em quadrinhos.

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    Sul-coreano Bong Joon-ho vence a Palma de Ouro no Festival de Cannes

    25 de maio de 2019 /

    O filme “Parasite”, do sul-coreano Bong Joon-ho, foi o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2019. Um dos favoritos da crítica, o longa é uma sátira de humor negro sobre a injustiça social e narra a história de uma família pobre, em um apartamento infestado por pragas, que forja um diploma para que um dos filhos arranje emprego. Ele vai trabalhar em uma luxuosa mansão, como professor particular de uma menina milionária, e passa a indicar seus parentes para trabalhos em outras funções na mansão – mesmo que, para isso, eles precisem prejudicar outras pessoas. O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, presidente do júri da mostra competitiva, afirmou que a premiação de “Parasite” foi unânime entre os votantes. A conquista representa uma reviravolta na trajetória do cineasta sul-coreano, que foi mal-recebido em sua passagem anterior pelo festival, simplesmente porque seu filme “Okja” (2017) era uma produção da Netflix. Desde então, o festival barrou produções de streaming em sua competição. Com a consagração de “Parasite”, feito sem participação do serviço de streaming, Cannes ressalta sua posição de que filmes da Netflix não são cinema – ou, ao menos, não são dignos de competir no festival. “Roma”, por exemplo, foi barrado na competição do ano passado – mas venceu o Festival de Veneza e três Oscars. O Grande Prêmio do Júri, considerado o 2º lugar da competição, foi para “Atlantique”, da franco-senegalesa Mati Diop. Drama sobre um casal de namorados do Senegal que se separa depois que o rapaz tenta a sorte em uma travessia a barco para a Europa, o filme foi o primeiro de uma diretora negra a competir pela Palma de Ouro. A cineasta é sobrinha de um dos diretores mais importantes do continente africano, Djibril Diop Mambéty (de “A Viagem da Hiena”, de 1973). O brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, dividiu o Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar, com “Les Misérables”, do francês Ladj Ly. Mais detalhes sobre a conquista da produção brasileira podem ser lidos aqui. Já “Les Misérables” também se destacou na competição por ter um diretor negro. O drama aborda criminalidade de menores e repressão violenta, a partir do ponto de vista de um policial novato. Nenhum dos três filmes que receberam os prêmios do júri tiveram a mesma receptividade de “Parasite”. Se não pertenciam à grande faixa de mediocridade da seleção do festival, tampouco estavam entre os favoritos da crítica a receber algum reconhecimento na competição. Dentre eles, “Bacurau” foi o que se saiu melhor na média apurada pelo site Rotten Tomatoes, com 88% de aprovação, seguido por “Atlantique”, com 87%, e “Les Misérables”, com 75%. Em termos de comparação, “Parasite” teve 96%. O prêmio de Melhor Direção ficou com os veteranos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne por “Le Jeune Ahmed” (o jovem Ahmed), sobre um jovem muçulmano que é seduzido pela radicalização islâmica. Por coincidência, o longa belga também teve pouca repercussão crítica. De fato, foi considerado um dos mais fracos de toda a competição, com apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes. Neste caso, o prestígio dos Dardenne, que já venceram duas Palmas de Ouro – por “Rosetta”, em 1999, e por “A Criança”, em 2005 – , pode ter influenciado a decisão do júri. Outro veterano, o espanhol Antonio Banderas, venceu o prêmio de Melhor Ator por “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar. No filme, ele vive o alterego de Almodóvar, um cineasta deprimido que revisita trechos da própria vida, reencontrando antigos amores e relembrando a forte relação com sua mãe. A inglesa Emily Beecham (a Viúva da série “Into the Badlands”) ficou com o prêmio de Melhor Atriz por “Little Joe”, da austríaca Jessica Hausner. No longa, ela interpreta uma cientista que cria uma flor capaz de trazer felicidade às pessoas. Mas ao perceber que seu experimento pode ser perigoso, passa a questionar sua própria criação. “Dor e Glória” e “Little Joe” também não eram favoritos da crítica, com 88% e 71%, respectivamente. Para não dizer que a premiação foi uma decepção completa, o prêmio de Melhor Roteiro ficou com um dos filmes mais celebrados do festival: “Portrait de la Jeune Fille en Feu” (retrato da garota em fogo), da francesa Céline Sciamma, que também venceu a Palma Queer, de Melhor Filme LGBTQIA+ de Cannes. A trama se passa no século 18 e mostra como uma pintora, contratada por uma aristocrata para retratar sua filha, apaixona-se pelo seu “tema”. A produção francesa também apaixonou a crítica internacional e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já o filme vencedor do Prêmio da Crítica – e que também tem 100% no RT – , “It Must Be Heaven”, do palestino Elia Suleiman, recebeu uma… Menção Especial. Entre os demais filmes que saíram sem reconhecimento, encontram-se “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, “O Traidor”, de Marco Bellocchio, e “Sorry We Missed You”, de Ken Loach. Por sinal, o filme de Tarantino chegou a receber 95% de aprovação no Rotten Tomatoes – mais que “Parasite”. O balanço inevitável da premiação leva a concluir que o Festival de Cannes 2019 foi mesmo fraquíssimo. Tivessem sido premiados os favoritos da crítica, o evento teria outro peso, ao apontar caminhos. Mas a verdade é que a seleção foi terrível, com muitos filmes medíocres, como o dos irmãos Dardenne, e até um título que conseguiu a façanha de sair do festival com 0% de aprovação, “Mektoub, My Love: Intermezzo”, de Abdellatif Kechiche – cineasta que já venceu a Palma de Ouro por “Azul É a Cor Mais Quente” (2013). O Festival de Cannes 2019 apostou no passado, com a inclusão de diversos diretores consagrados, mas pode ter prejudicado seu futuro ao subestimar obras mais contundentes de uma nova geração, representada por Suleiman e Sciamma. Claro que “Parasite” foi uma escolha esperta, mas as opções politicamente corretas e de prestígio de museu acabam pesando contra a relevância do festival. Em 2018, a mostra de Cannes já tinha ficado na sombra da seleção do Festival de Veneza. Este ano, corre risco de ser ultrapassada com folga.

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    Mulher de Roman Polanski protesta contra novo filme de Tarantino

    24 de maio de 2019 /

    A atriz francesa Emmanuelle Seigner, esposa do cineasta Roman Polanski, usou o Instagram para expressar sua indignação contra o filme de Quentin Tarantino “Era uma vez em Hollywood”, em competição no Festival de Cannes, por abordar um episódio trágico na vida de seu marido sem que ele tivesse sido consultado. No filme, Tarantino mostra os últimos dias da atriz Sharon Tate, então esposa de Polanski e grávida de oito meses, que foi selvagemente assassinada por membros de uma seita liderada por Charles Manson. “Como podem usar a vida trágica de alguém ao mesmo tempo em que pisam nessa pessoa. É para refletir”, afirmou a atriz francesa no Instagram, que esclareceu: “Eu estou falando sobre o sistema que atropela Roman”. “Não critico o filme. Digo apenas que, por um lado, não os incomoda fazer um filme que fala de Roman e de sua história trágica, enquanto que, por outro, fizeram dele um pária. E tudo isso sem consultá-lo, claro”, afirma. “O conceito me incomoda”, concluiu. A inconformidade da atriz se deve à recente expulsão de Polanski da Academia de Artes e Ciências Cinemográficas, após pressão do movimento #MeToo por sua condenação por estupro de menor em 1977. Na época, o diretor chegou a cumprir uma pequena pena de prisão, após entrar em acordo com a promotoria, mas o juiz decidiu rever o caso, o que fez o cineasta fugir para a França antes da sentença e se encontra foragido da justiça americana desde então. Isto não o impediu de receber um Oscar da Academia em 2003, por “O Pianista”. O que só aumentou sua inconformidade – e da sua esposa – pela expulsão. Questionado em Cannes sobre a presença dos personagens de Sharon Tate e Roman Polanski em seu filme, Tarantino se limitou a dizer que “Sharon era uma atriz com muito encanto”.

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    Cachorro de Era uma Vez em Hollywood é premiado no Festival de Cannes

    24 de maio de 2019 /

    Um filme de Quentin Tarantino voltou a ser premiado no Festival de Cannes, 25 anos depois de “Pulp Fiction” conquistar a Palma de Ouro. A nova consagração é bem diferente e se deve ao cachorro do longa, que rouba a cena em uma luta, vencedor da “Palma Canina”. O papel de Brandy, na verdade, foi interpretado por três pitbulls diferentes, que terão que dividir a premiação de “melhor cachorro” do Festival. “Tenho que dizer que estou honrado por isso”, disse Tarantino ao receber a coleira (é o troféu) entregue aos vencedores durante cerimônia. “Gostaria de dedicar isso à minha maravilhosa atriz Brandy”, acrescentou, atraindo risadas da multidão durante a premiação que ocorre anualmente no festival. Tarantino disse que um dos cães que participaram da cena de luta era inicialmente o favorito entre o elenco canino, mas que, posteriormente, foi atraído pelo rosto expressivo de outro dos pitbulls durante o processo de edição. O cineasta norte-americano afirmou que ficaria com o prêmio embora não tenha um cachorro, acrescentando que pode adotar um algum dia. Sobre a “Palma Canina”, Tarantino disse: “Vai ficar na minha lareira, tudo bem, minha lareira de honra”. O filme de Tarantino “Era uma vez em Hollywood” se passa no final dos anos 1960 e é estrelado por Leonardo DiCaprio, que interpreta Rick Dalton, um ator com dificuldades em aceitar a decadência de sua carreira, e por Brad Pitt, que vive Cliff Booth, dublê e melhor amigo de Dalton. Booth é dono de um pitbull, com o qual ele tem cenas individuais, incluindo momentos de comédia, como a preparação de um jantar para seu animal de estimação. O cão aparece novamente na sequência final do filme. Mas Tarantino pediu à imprensa para que não fossem revelados spoilers da trama após a exibição em Cannes. O vencedor da Palma de Ouro, principal premiação de Cannes, vai ser anunciado no sábado (25/5) no final do festival. Tarantino está competindo com diretores veteranos, incluindo Ken Loach, Marco Bellochio e Pedro Almodóvar, além do filme brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

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