Fotos do set revelam papel de Nathan Fillion em Guardiões de Galáxia Vol. 2
Fotos do set de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” podem ter revelado o papel de Nathan Fillion (série “Castle”) na produção. As imagens revelam a fachada de um cinema que promove um “Festival de Cinema de Simon Williams”, que destaca diversos pôsteres de filmes fictícios estrelados por Simon Williams. O detalhe é que os cartazes trazem o rosto de Fillion. Simon Williams é um ator nos quadrinhos da Marvel, mas seu sucesso se deve a seus superpoderes – a capacidade de fazer seus próprios truques de dublê, graças a seu corpo invulnerável. Em sua identidade secreta, ele é conhecido como Wonder Man, personagem que já foi batizado de Homem Maravilhoso, Poderoso e Magnum por três editoras diferentes no Brasil. Ex-vilão, ele também é um integrante dos Vingadores e membro fundador da divisão dos Vingadores da Costa Oeste. Será curioso ver como o personagem se integra à trama interplanetária dos Guardiões. Ainda sem sinopse oficial divulgada, a continuação de “Guardiões da Galáxia” (2014) deve abordar as origens do pai de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Fillion, as novidades do elenco incluem Kurt Russell (“Os 8 Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed: Nascido Para Lutar”), além de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis. O elenco ainda contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Michael Rooker (Yondu), Sean Gunn (Kraglin) e as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem previsão de estreia para 4 de maio de 2017 no Brasil.
Participação de Wolverine em X-Men: Apocalipse terá relevância para a franquia
A participação de Wolverine em “X-Men: Apocalipse” não vai se resumir à cena mostrada no novo trailer da produção. Nem será uma aparição gratuita. Quem garante é o diretor Bryan Singer. Em entrevista à revista Empire, ele avisa que há um contexto relevante em torno da presença do personagem que remete a todos os filmes já feitos da franquia. Ao explicar que cena vislumbrada no trailer “não é insignificante, nem simplesmente algo jogado ali”, ele adiantou: “Tem algo mais importante que acontece na cena, que faz alusão a uma sequência que se encaixa dentro do cânone de todos os seis filmes e também ao surgimento de uma nova direção”. Além disso, ele confirmou que a participação do ator Hugh Jackman, como Wolverine, não se resuma apenas àquela cena no filme, que estreia no dia 19 de maio.
O universo Marvel atinge o ápice em Capitão América: Guerra Civil
Os irmãos Anthony e Joe Russo revelaram-se a grande arma secreta da Marvel. Saíram do anonimato – na verdade, da série “Community” – para dirigir “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), o filme que impôs mais dramaticidade e seriedade na fórmula do estúdio, até então marcada pelo predomínio do humor em suas aventuras. Agora, com “Capitão América: Guerra Civil”, eles atingem o ápice, ao criar o filme perfeito da Marvel, com o qual todos os demais serão comparados, graças ao equilíbrio de seriedade dramática, ação intensa e diversão bem-humorada em doses harmoniosas. O tom dramático é estabelecido logo no começo, quando uma missão dos Vingadores termina em tragédia, levando o mundo e particularmente o governo dos EUA a exigir controle sobre o grupo. Até porque essa não foi a única intervenção dos heróis com vítimas civis, como mostraram “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Mas enquanto Tony Stark (Robert Downey Jr.) se mostra pronto para assumir a culpa e se submeter, o Capitão Steve Rogers (Chris Evans) não aceita virar pau mandado, especialmente quando uma das novas missões é capturar seu ex-melhor amigo Bucky/Soldado Invernal (Sebastian Stan). A premissa é de um filme dos Vingadores. Entretanto, o clima solene não inclui as piadinhas trocadas entre os personagens, que marcaram os dois longas de Joss Whedon. Os Russo deixaram o humor por conta da introdução do Homem-Aranha (Tom Holland), que se mostra uma metralhadora de piadas em suas cenas, deixando bem claro sua diferença etária em relação aos demais super-heróis. Se os diretores conduzem o filme com precisão, o mérito da trama é de outra dupla, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus, que estão na franquia desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e se mostram verdadeiros experts em quadrinhos, enchendo a história de referências, como a nação africana de Wakanda, Sharon Carter, a prisão Balsa, o Barão Zemo, Ossos Cruzados, a joia do infinito etc. Além disso, seu roteiro é cirurgicamente interligado com os filmes dos Vingadores, do Capitão América, do Homem de Ferro e até do Homem-Formiga, como se as produções anteriores tivessem sido feitas para desaguar nele. A principal inspiração dos quadrinhos, por sua vez, vem da minissérie “Guerra Civil”, de Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), que marcou os anos 2000 e repercutiu em vários títulos da Marvel. Claro, a guerra civil original envolvia centenas de super-heróis e o filme lida com os limites do universo cinematográfico da Marvel, mas mesmo assim consegue passar a essência do conflito, sem deixar de introduzir novos personagens, como o citado Aranha e o Pantera Negra (Chadwick Boseman). A síntese do embate reúne doze heróis numa luta filmada em IMAX, que dá a dimensão grandiosa do momento (ainda que o 3D convertido dos filmes da Marvel continue fajuto e caça-níquel). Um dos grandes méritos da produção, aliás, é reforçar no público a convicção e força desses heróis, mostrando o que eles são capazes em cenas muito bem coreografadas, de grande intensidade física. No conflito generalizado, até a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), que tem poderes mais complexos, tem a chande de demonstrar seu potencial ao enfrentar o androide Visão (Paul Bettany). O centro dramático, porém, está na figura do Soldado Invernal. Se o ator Sebastian Stan não tem o mesmo carisma dos demais, seu arco é o mais trágico. Apesar de estar sob controle de inimigos, ele se sente culpado por ter executado tantas vidas inocentes a mando de terroristas. E este dilema o torna o principal eixo da trama, embora isso não tire o protagonismo do Capitão América e do Homem de Ferro, cujos intérpretes estão cada vez mais à vontade em seus papéis. “Capitão América: Guerra Civil” é um filme repleto de momentos memoráveis. Embora resulte consistente, é composto de várias cenas individuais com forte carga emocional. Uma cena em particular, envolvendo o Soldado Invernal, pode levar o espectador às lágrimas. E isso não é pouco em se tratando de um estúdio que, até então, jamais demonstrara pretensões de dar a seus filmes a atmosfera sombria das adaptações da DC Comics. Os irmãos Russo acabaram com o mito que todo o filme da Marvel precisa ser uma comédia, como o caso extremo do “Homem-Formiga” (2015), sem cair na seriedade sem graça das produções baseadas nos quadrinhos da sua rival. “Capitão América: Guerra Civil” mostrou como adaptações de super-heróis podem ser feitas de forma séria sem perder de vista seu potencial para a diversão. E esta é uma lição mais preciosa que uma joia do infinito.
Cena pós-créditos de Capitão América: Guerra Civil foi filmada no Brasil
Um segredo de “Capitão América: Guerra Civil” só foi revelado após a estreia do filme nos cinemas. Uma das cenas pós-créditos do filme foi filmada no Brasil. Ironicamente, as imagens registradas no Brasil são apresentadas como paisagens africanas. Trata-se do registro das Cataratas do Iguaçu, que, no contexto da trama, fazem parte da nação africana do Rei T’Challa, a identidade civil do Pantera Negra. As Cataratas aparecem brevemente na primeira cena extra do longa, que revela o destino do Soldado Invernal, e os créditos do filme chegam a aludir a uma equipe de filmagens no Brasil, repleta de nomes de técnicos brasileiros. É a primeira vez que as Cataratas do Iguaçu vão parar na África, mas elas já apareceram no Rio de Janeiro, em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), e no Amazonas, em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Além desta cena, “Capitão América: Guerra Civil” tem um segundo bônus focado no Homem-Aranha, que serve para chamar o vindouro filme do herói aracnídeo.
Capitão América: Guerra Civil registra segunda maior estreia de todos os tempos no Brasil
“Capitão América: Guerra Civil” tornou-se a segunda maior estreia de cinema no Brasil em todos os tempos, com US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) de arrecadação na quinta-feira (28/1), o dia de seu lançamento. O filme também teve a maior distribuição de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. O monopólio foi uma das razões para o bom desempenho nas bilheterias nacionais, inferior apenas ao de “Star Wars: O Despertar da Força”, que faturou R$ 9,5 milhões em sua estreia em dezembro no país – também com operação abafa, ocupando número recorde de salas. A bilheteria nacional de “Capitão América: Guerra Civil” foi antecipada numa reportagem do site da revista Variety sobre o sucesso internacional do filme. Com apenas um dia em cartaz, a produção já soma US$ 38,7 milhões em todo o mundo, contabilizados de 30 países diferentes. A Coreia do Sul lidera a lista, com US$ 7,7 milhões, seguida pela França, com US$ 3,7 milhões. O Brasil é o terceiro maior mercado do filme. Estimativas apontam que a produção da Marvel pode render US$ 200 milhões apenas nos cinco primeiros dias em cartaz, antes de sua estreia nos Estados Unidos, prevista para a próxima sexta (6/5). O filme também foi muito bem-recebido pela crítica internacional. No site americano Rotten Tomatoes, que avalia a nota média dos críticos americanos, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu 94% de aprovação. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, o longa explora a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América recusar o plano do governo americano para supervisionar os super-heróis depois dos acontecimentos de “Vingadores: Era de Ultron” (2015), que causaram muitas mortes de civis.
Netflix confirma produção da série do Justiceiro
O serviço de streaming Netflix anunciou o que muitos fãs esperavam: o Justiceiro vai ganhar uma série própria. A revelação foi feita por meio de um vídeo postado no Twitter oficial da empresa (veja abaixo). O anti-herói da Marvel apareceu na 2ª temporada de “Demolidor” como coadjuvante, e roubou todas as cenas. A versão interpretada por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”) foi a primeira recebida com aprovação unânime dos fãs, após três encarnações mal-sucedidas no cinema. O ator voltará ao papel como protagonista da nova série, que será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”). “Queremos agradecer aos fãs que pediram por mais da impressionante e poderosa performance de Jon como Frank Castle”, disse o diretor-executivo da Marvel Television, Jeph Loeb, em comunicado. “Agora com o texto irresistível de Steve Lightfoot, estamos animados de trazer o Justiceiro para a Netflix.” Com isso, a Netflix soma cinco séries baseadas em quadrinhos da Marvel, acrescentando o Justiceiro na lista de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Além destas, o serviço de streaming também prepara a minissérie “Defensores”, que irá juntar todos os personagens das demais produções. “Justiceiro” ainda não tem previsão de estreia. The Punisher is back. Locked and loaded.https://t.co/nGKCa2taEV — Netflix US (@netflix) April 29, 2016
Capitão América: Guerra Civil ganha comerciais repletos de cenas inéditas
A Marvel divulgou dois novos pôsteres e três comerciais repletos de cenas inéditas de “Capitão América: Guerra Civil”. Os comerciais estão reunidos num único vídeo abaixo e evidenciam os confrontos entre os super-heróis. Um deles ainda traz o Homem-Aranha (Tom Holland) admitindo ser fã do Capitão América (Chris Evans). O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal (Sebastian Stan), que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia nesta quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Comercial da Audi invade perseguição de Capitão América: Guerra Civil
Um comercial bastante criativo da Audi aproveitou a cena de perseguição do Pantera Negra ao Soldado Invernal, um dos pontos altos de “Capitão América: Guerra Civil”, para mostrar como a marca é perseguida. Os carros do filme foram providenciados pela montadora, mas a publicidade também destacou o que acontecia no interior de um veículo enquanto os heróis corriam túnel adentro. “Capitão América: Guerra Civil” vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times de opiniões opostas. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Wolverine aparece no novo trailer legendado de X-Men: Apocalipse
A Fox divulgou um novo trailer legendado de “X-Men: Apocalipse”, que mostra, em seus segundos finais, as garras de Wolverine. A cena encerra longas especulações sobre a participação de Hugh Jackman na produção. A prévia também confirma o papel de protagonista de Mística (Jennifer Lawrence), que não só assume a liderança dos X-Men como se torna responsável por trazer uma nova geração de mutantes para o grupo. Além disso, estabelece que sua trama será a terceira do ano a apresentar super-heróis brigando entre si – no caso, os X-Men de Mística contra os Quatro Cavaleiros de Apocalipse. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), para impedir o fim do mundo. “X-Men: Apocalipse” vai reunir a maior quantidade de mutantes já vistos na franquia, juntando os intérpretes introduzidos em “X-Men: Primeira Classe” (2011), Michael Fassbender (Magneto), James Mcavoy (Professor X), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Lucas Till (Destructor) e Rose Byrne (Moira MacTaggert), além de Evan Peters (Mercúrio) e Hugh Jackman (Wolverine), remanescentes da linha temporal de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), com uma nova geração formada por Sophie Turner (série “Game of Thrones”) como Jean Grey, Tye Sheridan (“Amor Bandido”) como Cíclope, Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como Noturno, Alexandra Shipp (“Mistério de Anubis”) como Tempestade, Ben Hardy (novela britânica “EastEnders”) como Anjo/Arcanjo, Olivia Munn (“Livrai-Nos do Mal”) como Psylocke e a estreante Lana Condor como Jubileu. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Homem-Aranha enfrenta Soldado Invernal em novo comercial de Capitão América: Guerra Civil
A Disney divulgou um novo comercial legendado de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostra o Soldado Invernal (Sebastian Stan) em luta contra o Homem-Aranha (Tom Holland). O destaque é o tom bem-humorado do aracnídeo, entre o elogio e a zoação. O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América (Chris Evans) defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Filme dos Inumanos some do calendário de lançamentos da Marvel
A Disney retirou da sua agenda de lançamentos para o cinema a adaptação de “Inumanos”, da Marvel. A produção do filme dos super-heróis, que foram criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1965 como coadjuvantes do “Quarteto Fantástico”, foi anunciada em 2014, quando Kevin Feige, chefão da Marvel, programou sua estreia para novembro de 2018. Mas, já em fevereiro do ano passado, o lançamento foi adiado para julho de 2019. Na sexta-feira (22/4), a Disney atualizou seu calendário de estreias, e o longa já não aparece mais entre as previsões de lançamentos futuros. O estúdio não anunciou uma nova data e nem confirmou os planos para produzir o filme. Vale lembrar que Vin Diesel vinha dando diversas indiretas sobre sua participação no filme dos Inumanos, possivelmente no papel de Raio Negro. Atualmente, diversos inumanos integram a trama da série “Agents of SHIELD”. Embora a atração não tenha utilizado nenhum dos personagens mais conhecidos, como Raio Negro, Medusa, Karnak ou Crystal, a existência de uma raça criada por alienígenas, via manipulação genética da humanidade, está estabelecida na produção. Se o filme não for mesmo produzido, dois desdobramentos podem acontecer: os inumanos mais tradicionais aparecerem na TV, seja em “Agents of SHIELD” ou numa série própria, ou ainda serem utilizados para auxiliar um novo relançamento do “Quarteto Fantástico” – pela terceira vez – , talvez na própria Marvel. Aguarda-se cenas dos próximos capítulos.
Robert Downey Jr. é confirmado no novo filme do Homem-Aranha
Como a Marvel não faz planos para lançar “Homem de Ferro 4”, o ator Robert Downey Jr. parece ter tirado a vaga de Samuel L. Jackson nas adaptações dos quadrinhos, aparecendo na maioria das produções do estúdio. Segundo a revista Variety, após “Capitão América: Guerra Civil”, ele vai ressurgir no novo filme do Homem-Aranha, “Spider-Man: Homecoming”, ainda sem título em português. A adição de outros super-heróis já era esperada, representando a integração do Aranha ao universo dos filmes produzidos pela Marvel. Afinal, “Homecoming” é o primeiro “Homem-Aranha” com produção da Marvel, em parceria com a Sony, detentora dos direitos cinematográficos do personagem. E nada melhor que o primeiro herói dos filmes da Marvel, o Homem de Ferro, para ambientar o aracnídeo com sua nova casa. Outros integrantes dos Vingadores também devem marcar presença na produção, que ainda conseguiu fechar com Michael Keaton (“Birdman”) para o papel de vilão. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 7 de julho de 2017 e, por enquanto, apenas 20 dias depois no Brasil.
Ghost in the Shell: Após sofrer patrulha ideológica, Scarlett Johansson ganha defensores
A divulgação da primeira foto de Scarlett Johansson na sci-fi “Ghost in the Shell” virou tempestade em copo d’água, nesses tempos de patrulha ideológica politicamente correta nos EUA. Tudo porque ela não é japonesa como a personagem original do mangá em que o filme se baseia. Aliás, já não era japonesa antes da foto ser feita, mas a tentativa dos produtores de deixarem-na com o visual dos quadrinhos aumentou o ressentimento. O óbvio: o filme “Ghost in the Shell” é uma produção americana baseada no famoso mangá e anime. E quem protesta contra uma estrela americana numa adaptação de produto japonês parece ignorar que remakes de filmes americanos no exterior, como, por exemplo, as versões chinesas de clássicos de Martin Scorsese e dos irmãos Coen, não são estreladas por americanos. Mas nem sempre o óbvio é claro o suficiente para quem se alista na patrulha estelar. Diante da fumaça, Sam Yoshiba, diretor executivo da editora Kodansha, que publicou o mangá, deu uma entrevista ao site The Hollywood Reporter em que comemorou a escalação de Johansson. “Olhando para a carreira dela até agora, Scarlett Johnsson é uma escolha de elenco muito boa. Ela tem uma coisa meio cyberpunk, sabe. E, desde o começo, nós nunca imaginamos que seria uma atriz japonesa”, manifestou-se. Yoshiba também exaltou o fato de que o longa permitirá ao mundo conhecer algo culturalmente relevante que foi criado no Japão. E se isso não for suficiente para ajustar a perspectiva de quem acha que Hollywood deve ser um microcosmo do planeta e representar o mundo inteiro, o roteirista Max Landis (“Victor Frankenstein”) postou um vídeo no YouTube em que explica, de forma didática, como funciona a cultura americana, eximindo, inclusive, a indústria cinematográfica da escolha. Dizendo que os patrulheiros estão “bravos com a pessoa errada”, ele conclui que, sem Scarlett, o filme jamais seria feito. Vale a pena, para quem domina inglês, ouvir seus argumentos sensatos (veja abaixo). Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












