Supergirl: Teasers já incluem a heroína entre os super-heróis da rede CW
A rede americana CW divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série “Supergirl”, após a heroína mudar de canal. A cena foi extraída do episódio em que ela encontrou o Flash, segunda maior audiência da série em sua emissora original, a CBS. Além disso, Supergirl também foi integrada a um comercial sobre as – agora – quatro atrações de super-heróis da DC Comics no CW. O teaser de “Supergirl”, porém, lembra que ela pertence a outra dimensão. Como ela vai compartilhar o mesmo universo dos demais personagens? Será que teria a ver com uma certa visão compartilhada por Cisco no episódio mais recente de “The Flash”? O capítulo em questão ofereceu um olhar sobre um futuro evento cataclísmico em que as duas Terras dos universos paralelos colidiriam – uma versão miniatura, de orçamento televisivo, da famosa “Crise nas Infinitas Terras”. Quem lembra o que acontece com o Flash e a Supergirl ao final da “Crise” nos quadrinhos pode não ficar muito entusiasmado com a perspectiva. Todas as quatro séries derivadas de quadrinhos da DC Comics na rede CW, que ainda incluem “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, são desenvolvidas pela mesma equipe de produtores-roteiristas, sob supervisão de Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia entre setembro e novembro nos EUA. No Brasil, todas as séries de heróis da DC Comics são exibidas no canal pago Warner.
Capitão América: Guerra Civil atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Capitão América: Guerra Civil” tornou-se o primeiro filme do ano a atingir a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação em bilheteria mundial, tornando-se o 25º longa-metragem a integrar o clube dos bilionários do cinema, sem considerar a inflação. A marca, superada na sexta-feira (20/5), após 24 dias de exibição, ainda ajudou o Marvel Studios a cruzar a barreira dos US$ 10 bilhões de bilheteria desde o lançamento de seu primeiro filme, “Homem de Ferro” (2008), há oito anos. É difícil imaginar agora, mas quando a Disney comprou a Marvel por US$ 4 bilhões, em 2009, analistas de mercado chegaram a dizer que o estúdio estava jogando dinheiro fora, pois nenhuma editora de quadrinhos poderia valer tanto. A Disney, claro, não comprou uma editora de quadrinhos. Comprou uma indústria de franquias, que rendem filmes, séries, brinquedos e diversos produtos derivados, movimentando bilhões anuais. Mais que pago, o negócio se provou extremamente lucrativo. Mas o estúdio também vem se dando bem com aquilo que sempre soube fazer de melhor, animações e produções infantis. “Zootopia” pode se juntar em breve ao clube dos bilionários, já que soma atualmente US$ 972,1 milhões, e “Mogli, o Menino Lobo” continua sua ascensão com US$ 836,1 milhão. Com o impulso dos três filmes citados, mais o sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney se tornou o primeiro estúdio do ano a atingir US$ 1 bilhão de arrecadação no mercado doméstico (apenas as bilheterias dos EUA). A marca foi conquistada em tempo recorde, em 128 dias.
Arlequina pode protagonizar um filme derivado de Esquadrão Suicida
O filme do “Esquadrão Suicida” só estreia em agosto, mas o sucesso da personagem Arlequina, interpretada por Margot Robbie (“Golpe Duplo”), já é uma realidade, que pode ser avaliada pela disparada de cosplays inspirados na vilã. A Warner teria percebido e já planeja um filme centrado nela. Segundo o site The Hollywood Reporter, Margot Robbie negocia estrelar e produzir um longa derivado do “Esquadrão Suicida”, que teria, inclusive, roteirista definida, indicada pela própria atriz, embora seu nome não tenha sido revelado. Mas não será um filme solo. A ideia é juntar outras personagens femininas dos quadrinhos da DC Comics, como Batgirl e a equipe de heroínas Aves de Rapina (que já incluiu Katana, presente em “Esquadrão Suicida”), além de algumas vilãs. Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa já compartilharam um título de quadrinhos, “Gotham City Sirens”, escrita por Paul Dini, o criador da vilã vivida por Robbie. A Warner, por sua vez, também fez uma websérie animada centrada no universo feminino dos quadrinhos de Batman, intitulada “Gotham Girls”, que juntava o trio de vilãs, além de Batgirl e Zatanna. A Warner recusou-se a comentar a notícia. Por enquanto, o único lançamento marcado é do “Esquadrão Suicida”. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), o filme estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
X-Men: Apocalipse é o blockbuster da vez no circuito de estreias
Mais uma semana, mais um blockbuster para ocupar cerca de 40% de todos os cinemas disponíveis no Brasil. Desta vez, a iniciativa é da Fox, que lança “X-Men: Apocalipse” em 1.276 salas nesta quinta (19/5), com 814 telas 3D e domínio do circuito IMAX (12 salas). O longa completa o reboot da franquia – um reinicio que rendeu trilogia, com “X-Men: Primeira Classe” (2011) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) – e reintroduz, em suas versões juvenis, alguns dos mutantes mais famosos da Marvel, Cíclope, Jean Grey, Tempestade e Noturno, interpretados por jovens em ascensão – respectivamente, Sophie Turner (série “Game of Thrones”), Tye Sheridan (“Amor Bandido”), Alexandra Shipp (“Straight Outta Compton”) e Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”). O elenco é impressionante, com James McAvoy (“Victor Frankenstein”), Michael Fassbender (“Macbeth”), Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e, desta vez, faz bom uso do status de estrela de Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) como líder dos X-Men. O que atrapalha é o tema que se repete pelo terceiro filme de super-herói consecutivo do ano: o conflito entre os “mocinhos” – justificando os 49% (melhor que “Batman vs. Superman”) de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme só estreia na próxima semana nos EUA. Espera-se que, esgotado o assunto, Fox, Marvel e Warner descubram logo outras histórias. Como ainda há salas lotadas com a briga de “Capitão América: Guerra Civil”, a sequência de outro sucesso tem que se contentar com módicas 250 salas. É o tamanho da distribuição reservada para a comédia “Vizinhos 2”, que volta a juntar Seth Rogen e Zac Efron, desta vez contra uma república de garotas bagunceiras comandada por Chlöe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). O humor é grosseiro como o filme anterior, mas tem seu apelo. 62% dos críticos americanos aprovaram. Todos os demais lançamentos disputam o já saturado circuito limitado. Mas não são exatamente clássicos, exceto por um, que é de, de fato, um marco de 1982. Os maiores entre os pequenos são dois dramas com astros famosos, o australiano “A Vingança Está na Moda”, estrelado por Kate Winslet (“O Leitor”), que venceu diversos prêmios em seu país de origem, e “Pais & Filhas”, em que Russell Crowe (“Noé”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”) enfrentam seus demônios pessoais, separados por uma geração. Ambos ocupam em torno de 45 telas, mas apenas o primeiro vale o ingresso. Para se ter noção, “Pais & Filhas”, dirigido pelo ex-superestimado Gabriele Muccino (“Sete Vidas”), foi considerado podre, com 18% no Rotten Tomatoes. Dois filmes brasileiros entram na faixa seguinte, com 19 e 17 salas, respectivamente. “Amores Urbanos”, estreia na direção de Vera Egito (assistente de “A Deriva”), tenta retratar as crises da geração que cresceu com a MTV, com roqueiros indies atrás e diante das câmeras, mas a cenografia supera a dramaturgia, deixando sua história de adultos imaturos muito abaixo de, por exemplo, “Califórnia”, sobre o amadurecimento de uma adolescente, feito por uma ex-VJ com sangue de cineasta. Já o documentário “Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil” explora a relação artística e espiritual da artista com o país. Os menores lançamentos inéditos são o drama francês de época “Os Anarquistas” (em 12 salas), mais um romance convencional que uma obra sobre o assunto de seu título, e o exercício sul-coreano “Certo Agora, Errado Antes” (3 salas), em que o diretor Hong Sang-soo se mostra mais Hong Sang-soo que nunca, contando duas vezes a mesma história com pequenas diferenças. Seriam dois filmes pelo preço de um único ingresso? Meio filme pelo preço de um ingresso inteiro? Uma lição sobre contemplação zen? Uma pegadinha que deixa críticos teorizando como trouxas? Ah, as reflexões filosóficas profundas que Hong Sang-soo enseja… Fãs paulistas e cariocas de clássicos ainda tem a opção de assistir à versão remasterizada do imponente “Fitzcarraldo”, de Werner Herzog, um desastre amazônico com tantas histórias de bastidores quanto as que foram eternizadas na tela. O relançamento chega a duas salas, uma em São Paulo e outra no Rio.
Capitão América: Guerra Civil já é a segunda maior bilheteria mundial do ano
“Capitão América: Guerra Civil” não teve dificuldade em manter o domínio das bilheterias nos cinemas americanos pela segunda semana, com uma arrecadação de US$ 72,6 milhões. O desempenho é o oitavo melhor segundo fim de semana da história, demonstrando o fôlego da produção. O longa de super-heróis já encostou nos US$ 300 milhões em arrecadação doméstica, marca que apenas seis filmes superaram no ano passado (e só três no ano retrasado). Além disso, atingiu US$ 940,8 milhões de faturamento mundial, consagrando-se como a segunda maior bilheteria do ano, somente atrás de “Zootopia”, que tem US$ 969,8 milhões. Ambas são produções da Disney, que também comemora o sucesso internacional de “Mogli, o Menino Lobo”. Com US$ 828 milhões, a fábula dos animais falantes avança como a quarta maior bilheteria do ano, fungando atrás de “Batman vs. Superman” (US$ $868,8 milhões). “Mogli, o Menino Lobo” repete a boa colocação no ranking do fim de semana, segurando seu 2º lugar diante das estreias. O período teve apenas dois lançamentos amplos. O thriller “Jogo do Dinheiro”, com George Clooney e Julia Roberts, fez respeitáveis US$ 15 milhões, aparecendo em 3º lugar, à frente do terror de baixo orçamento “The Darkness”, com Kevin Bacon, que gerou US$ 10 milhões à menos, em 4º. É notável como as produções da Bloomhouse Productions, que faturou horrores com a febre do “found footage”, vêm atraindo cada vez menos público, a cada novo lançamento. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 72,5 milhões Total EUA: US$ 295,8 milhões Total Mundo: US$ 940,8 milhões 2. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 17,7 milhões Total EUA: US$ 311,7 milhões Total Mundo: US$ 828 milhões 3. O Jogo do Dinheiro Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 19,7 milhões 4. The Darkness Fim de semana: US$ 5,1 milhões Total EUA: US$ 5,1 milhões Total Mundo: US$ 5,1 milhões 5. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 28,7 milhões Total Mundo: US$ 28,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 331,8 milhões Total Mundo: US$ 969,8 milhões 7. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,5 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 8. Keanu Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 18,6 milhões 9. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 51,3 milhão Total Mundo: US$ 51,3 milhão 10. A Chefa Fim de semana: US$ 1,1 milhão Total EUA: US$ 61,1 milhões Total Mundo: US$ 73 milhões
Powerless: Veja as primeiras fotos da nova série baseada em quadrinhos da DC Comics
A rede NBC divulgou as primeiras fotos de “Powerless”, série de comédia aprovada para a próxima temporada, que se passa no universo dos quadrinhos da editora DC Comics. Com formato de sitcom, a produção acompanhará os funcionários de uma companhia de seguros no mundo das grandes destruições causadas pelas brigas de super-heróis. Definida como “The Office” com super-heróis, a atração foi desenvolvida por Ben Queen (roteirista de “Carros 2” e criador de “A to Z”) e não é baseada em nenhuma revista específica, focando personagens criados especificamente para a TV. Mas alguns heróis secundários devem fazer aparições, como a Raposa Escarlate, já confirmada. O bom elenco inclui Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Danny Pudi (série “Community”), Alan Tudyk (série “Suburgatory”) e Christina Kirk (série “A to Z”). Ironicamente, a série ganhou sinal verde no mesmo momento em que a NBC dispensou a produção de “Supergirl”, que vai continuar a ser exibida em outro canal, eliminando a possibilidade de crossovers com a super-heroína.
Pantera Negra: Michael B. Jordan e Lupita Nyong’o entram no novo filme da Marvel
Os atores Michael B. Jordan (“Creed”) e Lupita Nyoung’o (“12 Anos de Escravidão”) entraram no elenco de “Pantera Negra”, próximo filme de super-heróis da Marvel. Eles vão se juntar a Chadwick Boseman, que estreou como Pantera Negra no filme “Capitão América: Guerra Civil”, atualmente em cartaz nos cinemas. Os papeis da dupla não foram revelados, mas especula-se que Nyoung’o possa viver um interesse romântico do herói (a cantora Monica Lynne é a favorita, já que Tempestade é da Fox) ou sua irmã Shuri. Já Jordan deve viver o primeiro vilão de sua carreira. A participação do ator também marcará sua terceira parceria consecutiva com o diretor Ryan Coogler, que já o dirigiu em “Creed” (2015) e “Fruitvale Station” (2013). Além de dirigir, Coogler trabalhou no roteiro com Joe Robert Cole (série “American Crime Story”). A estreia de “Pantera Negra” está marcada apenas para fevereiro de 2018.
Legends of Tomorrow: Wentworth Miller não voltará na 2ª temporada
O episódio mais recente de “Legends of Tomorrow” rendeu pelo menos uma baixa no elenco da produção. O ator Wentworth Miller, que interpreta o Capitão Frio, não voltará para a série em sua próxima temporada. A razão foi mostrada no capítulo “Destiny”, exibido na quinta (12/5) nos EUA. Atenção para os spoilers abaixo. Mas apesar das cenas de seu sacrifício heroico, que permitiu aos demais integrantes do grupo de Rip Hunter (Arthur Darvill) se livrarem dos Mestres do Tempo, o destino do personagem de Miller não está claro. Isto porque o ator fechou um novo contrato com a Warner Bros. Television para aparecer simultaneamente em qualquer série da DC Comics sob o comando do produtor Greg Berlanti, que além de “Legends of Tomorrow” supervisiona “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. “Nós sempre soubemos que ele não seria um membro permanente do Waverider”, disse Berlanti ao site Deadline, confirmando que seu contrato previa aparição apenas em uma temporada de “Legends of Tomorrow”. “Mas nós também o adoramos na série e em ‘The Flash'”. Como ele voltará ao universo DC será assunto de episódios futuros. De todo modo, “Legends of Tomorrow” ainda tem um episódio para encerrar sua trama inaugural. Intitulado “Legendary”, vai mostrar o retorno dos personagens ao presente, com exibição na próxima quinta (19/5) nos EUA. Já a 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”, prevista para janeiro de 2017, contará com novos membros na equipe, além de um novo grande inimigo.
Série Riverdale vai juntar a Turma do Archie e Josie e as Gatinhas
A rede americana CW vai aumentar ainda mais sua cota de adaptações de quadrinhos com a produção da série “Riverdale”, baseada nos gibis e desenhos animados da “Turma do Archie” e “Josie e as Gatinhas”. A atração teve sua 1ª temporada encomendada, com produção de Greg Berlanti, responsável por “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”, que já fazem sucesso na emissora, além de “Supergirl”, cuja 2ª temporada também será exibida na CW. “Riverdale” é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que tornaram a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. O projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou, trouxe a produção para seu teto e já está marcando a estreia. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo o tom da série para a revista The Hollywood Reporter. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem ao universo juvenil dos gibis. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia original de Aguirre-Sacasa era incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. Mas, na divulgação inicial de personagens da 1ª temporada, Sabrina não foi confirmada. Embora Sabrina já tenha ganhado uma série popular com atores reais (em que foi vivida por Melissa Joan Hart), entre 1996 e 2003, será a primeira vez que Archie Andrews e Josie e as Gatinhas ganharão carne e osso. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos, por sinal, é bastante promissor, com destaque para o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Já Josie e as Gatinhas serão três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. A Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, a primeira protagonista negra da animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. Apesar do forte apelo nostálgico, a série vai se passar nos dias atuais, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de um típico subúrbio americano. A expectativa é grande. Mesmo antes da estreia, a série já tem um site e uma página de fãs brasileiros no Facebook. Mas ainda não há previsão para a exibição dos primeiros episódios.
Supergirl ganha 2ª temporada, mas muda de canal
A série “Supergirl” terá uma 2ª temporada, mas não graças à rede CBS, que resolveu dispensar a atração. A heroína vai passar a voar na CW, onde se juntará às outras séries de super-heróis da DC Comics, “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”, todas desenvolvidas pelos mesmos produtores que lançaram “Supergirl”. Isso permitirá à personagem vivida por Melissa Benoist participar de novos crossovers, após demonstrar enorme sinergia em seu encontro com Flash (Grant Gustin), num episódio exibido na CBS. O negócio foi facilitado por dois detalhes financeiros importantes. A Warner, que detém os direitos da personagem, é acionista da CW. E sua sócia nesta rede de televisão é justamente a CBS Corporation. A ida para a CW, porém, levanta algumas questões, desde orçamentárias (produções da CBS tem mais verba para, por exemplo, efeitos visuais) até narrativas, já que o universo da personagem, segundo o crossover com Flash, fica numa dimensão diferente das demais atrações de sua nova casa. Do ponto de vista criativo, o problema pode servir de inspiração para um megacrossover baseado na história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, já sugerido num notícia sobre o futuro em “The Flash”. Quanto à questão financeira, vale lembrar que a CW manifestava interesse em “Supergirl” desde o início de seu desenvolvimento, mas desistiu do projeto porque o orçamento era muito elevado para seus padrões. Segundo a imprensa americana, cada episódio da 1ª temporada teve um custo de cerca de US$ 3 milhões. Para acomodar o novo orçamento, as filmagens serão transferidas de Los Angeles para Vancouver, no Canadá, onde a maioria das produções do CW são rodadas, graças a incentivos fiscais. Com 20 episódios produzidos, a temporada inaugural da série registrou a média de 7,6 milhões de telespectadores, crescendo para 10 milhões com outras plataformas. São números baixos para a CBS, cuja média da temporada passada foi de 11,3 milhão de telespectadores ao vivo. Mesmo assim, representam o dobro da maior audiência do canal CW, “The Flash”, assistido por 3,4 milhões ao vivo. Se “Supergirl” levar seu público para a CW, a emissora terá realizado o melhor negócio de sua curta existência. A série foi criada por Ali Adler (roteirista de “Chuck”), Greg Berlanti e Andrew Kreisberg (dupla criadora de “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”) e além da brilhante Melissa Benoist (“Whiplash”) destaca em seu elenco Calista Flockhart (série “Brothers & Sisters”), Chyler Leigh (série “Brothers and Sisters”), Mehcad Brooks (série “True Blood”), David Harewood (série “Homeland”), Peter Facinelli (série “Nurse Jack”) e conta com participações de Helen Slater, que protagonizou o filme “Supergirl” (1984), e Dean Cain, o Superman da série dos anos 1990 “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada de “Supergirl”. No Brasil, todas as séries de super-heróis da DC Comics são exibidas no canal pago Warner.
Professor X vai aparecer no filme dos Novos Mutantes
A expansão do universo dos “X-Men” continua a todo vapor na 20th Century Fox. E com a estreia de “X-Men: Apocalipse” já próxima e a produção do terceiro e último “Wolverine” encaminhada, as atenções do estúdio começam a se voltar para o lançamento do filme dos “Os Novos Mutantes”. Em entrevista ao site Collider, o produtor Simon Kinberg confirmou o primeiro personagem do novo filme. E é ninguém menos que o Professor X. Ele vai tratar de ensinar uma nova geração de mutantes a controlarem seus superpoderes no Instituto Xavier. Entretanto, fica a dúvida se o personagem será interpretado por James McAvoy ou Patrick Stewart. Kinberg não revelou, mas garantiu que a presença de um deles está assegurada no filme. Enquanto isso, o diretor e roteirista Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) vem publicando em seu Instagram algumas pistas sobre quais serão os jovens heróis que integrarão o longa. O elenco também começará a ser definido em breve. Mas já existe uma tendência por incluir Maisie Williams (série “Game of Thrones”) no projeto. Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o segundo grupo de heróis mutantes da Marvel, criados em 1982 por Chris Claremont – o autor das histórias adaptados nos filmes “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “Wolverine – Imortal” (2013). A ideia por trás do projeto era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a original, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A formação original passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã do X-Men russo Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem que teve morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Intitulado, em inglês, “X-Men: The New Mutants”, o filme ainda não tem data de estreia definida.
Gotham: Vídeos destacam volta de Jada Pinkett Smith. Mas pode chamar de Fish Mooney, bitch
Sugerida desde fevereiro, a volta de Fish Mooney, a vilã deliciosamente vivida por Jada Pinkett Smith, vai acontecer no próximo episódio de “Gotham”. A rede americana Fox divulgou fotos e dois comerciais da atração centrados em seu retorno. Enquanto as imagens (acima) revelam que ela ganhou uma espécie de uniforme de supervilã, os vídeos mostram que nem a morte foi capaz de estragar seu mau humor divertidíssimo. Fish Mooney retorna como cobaia do Dr. Hugo Strange (BD Wong), num dos experimentos realizados nos porões do Arkham Asylum, que vem trazendo personagens mortos de volta à série. Mas, ao contrário de Theo Galavan (James Frain), ela demonstra lembrar-se claramente de quem é, bitch. Desenvolvida por Bruno Heller (criador da série “The Mentalist”), “Gotham” explora o começo da carreira de James Gordon (Ben McKenzie, da série “Southland”), quando ele ainda era um detetive da polícia de Gotham City e antes da chegada de Batman. Desenvolvida por Bruno Heller (criador da série “The Mentalist”), “Gotham” explora o começo da carreira de James Gordon (Ben McKenzie, da série “Southland”), quando ele ainda era um detetive da polícia de Gotham City e antes da chegada de Batman. Intitulado “A Legion of Horribles”, o episódio é o penúltimo da 2ª temporada e será exibido nos EUA na segunda (16/5). No Brasil, “Gotham” faz parte da programação do canal pago Warner.
Wolverine 3 começa a ser filmado visando o público adulto
O terceiro e último filme de Hugh Jackman no papel de Wolverine começou a ser rodado. O produtor Simon Kinberg anunciou o começo das filmagens de “Wolverine 3” durante a pré-estreia de “X-Men: Apocalipse”, em Londres, que aconteceu na tarde de segunda (9/5). “É um filme bem radical e ousado, um Wolverine diferente do que já foi visto em qualquer longa anterior”, ele comentou, revelando, ainda, que a produção terá mesmo classificação etária elevada, possivelmente “R” nos EUA (imprópria para menores de 17 anos), a mesma de “Deadpool”. “Não tenho certeza sobre o que posso dizer. A história se passa no futuro e, como outros revelaram, será um filme para maiores. É violento e tem um tom meio de faroeste. É um filme diferente e muito legal”, completou. Kinberg não deu maiores detalhes da história, que provavelmente vai se inspirar em “Velho Logan”, quadrinhos passados num futuro distópico, em que os supervilões comandam o mundo e a maioria dos heróis foi derrotada. A trama acompanhava um Wolverine velho e aposentado, que se vê pressionado a voltar à ativa para ajudar um amigo a salvar sua filha. Nos quadrinhos, o amigo era Gavião Arqueiro, que entretanto está “indisponível” para a produção da Fox, já que é um dos Vingadores da Disney. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “Velho Logan” também é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a história lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator também confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante – ocasião em que citou pela primeira vez as três palavras que se repetem desde então: “Old Man Logan”. Além de Jackman, Patrick Stewart já disse que deve voltar a viver o Professor Xavier neste filme, o que confirma a expectativa sobre uma trama no futuro, onde a versão mais velha do Professor X foi vista pela última vez (em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Mas ele não teve seu novo confirmado no elenco. Até o momento, a produção só confirmou as participações de Boyd Holbrook (série “Narcos”), que foi escalado como vilão, Stephen Merchant (série “Hello Ladies”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Elise Neal (“O Rei das Armas”). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Ainda sem título oficial, o filme chega em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












