Diretores de Capitão América: Guerra Civil desenvolvem série baseada em quadrinhos
Os irmãos cineastas Anthony e Joe Russo (“Capitão América: Guerra Civil”) vão produzir uma nova série baseada em quadrinhos para a rede americana Fox. Desta vez, porém, a produção terá tom de comédia. Trata-se da adaptação de “Sexcastle”, publicação indie criada por Kyle Starks. A trama gira em torno de Shane Sexcastle, o ex-maior assassino do mundo, que, após trocar as matanças por uma aposentadoria numa cidadezinha pacata, vê-se trazido de volta à força para seu velho negócio. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo escrito por outra dupla de irmãos, Daniel e Matthew Libman (série “Happy Endings”). Blake Anderson (série “Workholics”) já está escalado para viver o papel principal e o piloto será dirigido por Kyle Newacheck (criador de “Workholics”). Por enquanto, a encomenda é apenas para o piloto, que precisará agradar aos executivos da Fox para virar série.
Capitão América: Guerra Civil quebra recorde de bilheteria em estreia no Brasil
Saíram os números oficiais da bilheteria nacional. “Capitão América: Guerra Civil” vendeu 2,6 milhões de ingressos e faturou R$ 43,8 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no Brasil, segundo levantamento da empresa de monitoramento comScore. O valor é o maior faturamento de um fim de semana estendido (de quinta a domingo) já registrado no país, superando o antigo recordista, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (R$ 39,9 milhões). Vale lembrar que apenas a partir de março de 2014 os filmes passaram a estrear às quintas no Brasil, não mais às sextas, aumentando suas bilheterias de “fim de semana”. O resultado não chega a ser surpresa, tendo em vista que sua distribuição foi uma das maiores de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. Ao todo, “Capitão América: Guerra Civil” foi lançado em 37 países entre quinta e sexta passadas, arrecadando US$ 200,2 milhões no mercado internacional. Com isso, o filme liderou a bilheteria mundial no fim de semana. Na próxima sexta (6/5), a produção chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – , o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso do cinema em 2016. Leia a crítica aqui.
Roteirista de Boneco do Mal vai escrever novo filme de Dennis, o Pimentinha
A Warner Bros. contratou a roteirista Stacey Menear, do terror “Boneco do Mal” (2016), para escrever uma nova adaptação dos quadrinhos de “Dennis, o Pimentinha”. O projeto está sendo produzido por Gil Netter (“As Aventuras de Pi”) e ainda não tem diretor ou atores contratados. O produtor e a roteirista trabalham atualmente juntos no desenvolvimento da comédia “Mixtape”, sobre uma garota que, após destruir acidentalmente um K7 adorado por sua mãe, vai atrás de todas as músicas obscuras da fita. “Dennis, o Pimentinha” foi criado como tira de jornal em 1951 por Hank Ketcham, que se inspirou em seu filho hiperativo de quatro anos, Dennis. O título original, “Dennis the Menace” (Dennis, a Ameaça), surgiu quando sua mulher se impressionou com a capacidade destrutiva da criança e lhe disse: “Nosso filho é uma ameaça”. Os quadrinhos seguiam as artimanhas do moleque, capaz de enlouquecer os pais e especialmente o vizinho, sua vítima favorita. O personagem fez tanto sucesso que ganhou uma série em 1959, um desenho animado em 1986 e até um filme da própria Warner em 1993, escrito pelo mestre John Hughes (“Esqueceram de Mim”) e estrelado pelo pequeno Mason Gamble e o veterano Walter Matthau (“Um Estranho Casal”) como o vizinho sofredor George Mitchell.
Capitão América: Guerra Civil já lidera a bilheteria mundial
O lançamento internacional de “Capitão América: Guerra Civil” rendeu US$ 200,2 milhões e já coloca o filme na liderança da bilheteria mundial em seu primeiro fim de semana em cartaz. A arrecadação aconteceu em 37 países – ou 63% do mercado de cinema mundial – e teve direito a alguns recordes, inclusive no Brasil, onde o filme atingiu a maior bilheteria de estreia de todos os tempos, com estimados US$ 12,3 milhões no fim de semana estendido, segundo o site The Hollywood Reporter. Os valores oficiais do desempenho nacional serão conhecidos na segunda (2/5). No próximo final de semana, “Capitão América: Guerra Civil” chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso de 2016. Leia a crítica aqui.
Filme do super-herói Flash perde seu diretor
Uma boa notícia para os fãs de filmes de super-heróis. O escritor Seth Grahame-Smith desistiu de dirigir “The Flash”, informou o site da revista Variety. O motivo foi a tradicional “divergência criativa”. Grahame-Smith faria sua estreia na direção à frente da superprodução. A falta de experiência não tinha, até então, preocupado a Warner, que relevou até os fracassos que ele escreveu, como “Sombras da Noite” (2012) e o infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013). Ele também era o autor do livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis”. Seu nome continua creditado como roteirista de “The Flash”, mas geralmente uma mudança de direção implica também numa nova abordagem para a trama. Não será surpresa se o diretor que assumir o projeto indicar interesse por outra versão da história. Criado em 1956 por Gardner Fox (o Stan Lee da DC Comics), Flash será interpretado no cinema por Ezra Miller (“As Vantagens de Ser Invisível”) e, antes de ganhar seu filme solo, aparecerá no primeiro longa-metragem previsto da Liga da Justiça, com estreia em novembro de 2017. O filme solo do super-herói tem lançamento marcado para 23 de março de 2018 nos EUA.
Nova foto de X-Men: Apocalipse referencia heroína inédita nos cinemas
A atriz Sophie Turner (série “Game of Thrones”) divulgou em seu Twitter uma nova foto de “X-Men: Apocalipse”, que faz referência a uma heroína mutante que ainda não apareceu no cinema. A imagem traz sua personagem, Jean Grey, numa loja de discos dos anos 1980, diante de Scott Summers/Cíclope (Tye Sheridan), que segura um LP de Dazzler, artista pop da Marvel, que no Brasil teve o nome traduzido como Cristal. A conexão é curiosa, porque Cristal, que é capaz de manipular as luzes e criar hologramas, surgiu pela primeira vez numa revista dos “X-Men” de 1980, durante a célebre saga da “Fênix Negra”. Jean Grey, claro, vira a Fênix nos quadrinhos. Como “X-Men: Apocalipse” se passa em 1983, a citação também é uma homenagem aos quadrinhos da época, especialmente ao universo dos mutantes da Marvel. Novamente dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme estreia no dia 19 de maio.
Fotos do set revelam papel de Nathan Fillion em Guardiões de Galáxia Vol. 2
Fotos do set de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” podem ter revelado o papel de Nathan Fillion (série “Castle”) na produção. As imagens revelam a fachada de um cinema que promove um “Festival de Cinema de Simon Williams”, que destaca diversos pôsteres de filmes fictícios estrelados por Simon Williams. O detalhe é que os cartazes trazem o rosto de Fillion. Simon Williams é um ator nos quadrinhos da Marvel, mas seu sucesso se deve a seus superpoderes – a capacidade de fazer seus próprios truques de dublê, graças a seu corpo invulnerável. Em sua identidade secreta, ele é conhecido como Wonder Man, personagem que já foi batizado de Homem Maravilhoso, Poderoso e Magnum por três editoras diferentes no Brasil. Ex-vilão, ele também é um integrante dos Vingadores e membro fundador da divisão dos Vingadores da Costa Oeste. Será curioso ver como o personagem se integra à trama interplanetária dos Guardiões. Ainda sem sinopse oficial divulgada, a continuação de “Guardiões da Galáxia” (2014) deve abordar as origens do pai de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Fillion, as novidades do elenco incluem Kurt Russell (“Os 8 Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed: Nascido Para Lutar”), além de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis. O elenco ainda contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Michael Rooker (Yondu), Sean Gunn (Kraglin) e as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem previsão de estreia para 4 de maio de 2017 no Brasil.
Participação de Wolverine em X-Men: Apocalipse terá relevância para a franquia
A participação de Wolverine em “X-Men: Apocalipse” não vai se resumir à cena mostrada no novo trailer da produção. Nem será uma aparição gratuita. Quem garante é o diretor Bryan Singer. Em entrevista à revista Empire, ele avisa que há um contexto relevante em torno da presença do personagem que remete a todos os filmes já feitos da franquia. Ao explicar que cena vislumbrada no trailer “não é insignificante, nem simplesmente algo jogado ali”, ele adiantou: “Tem algo mais importante que acontece na cena, que faz alusão a uma sequência que se encaixa dentro do cânone de todos os seis filmes e também ao surgimento de uma nova direção”. Além disso, ele confirmou que a participação do ator Hugh Jackman, como Wolverine, não se resuma apenas àquela cena no filme, que estreia no dia 19 de maio.
O universo Marvel atinge o ápice em Capitão América: Guerra Civil
Os irmãos Anthony e Joe Russo revelaram-se a grande arma secreta da Marvel. Saíram do anonimato – na verdade, da série “Community” – para dirigir “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), o filme que impôs mais dramaticidade e seriedade na fórmula do estúdio, até então marcada pelo predomínio do humor em suas aventuras. Agora, com “Capitão América: Guerra Civil”, eles atingem o ápice, ao criar o filme perfeito da Marvel, com o qual todos os demais serão comparados, graças ao equilíbrio de seriedade dramática, ação intensa e diversão bem-humorada em doses harmoniosas. O tom dramático é estabelecido logo no começo, quando uma missão dos Vingadores termina em tragédia, levando o mundo e particularmente o governo dos EUA a exigir controle sobre o grupo. Até porque essa não foi a única intervenção dos heróis com vítimas civis, como mostraram “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Mas enquanto Tony Stark (Robert Downey Jr.) se mostra pronto para assumir a culpa e se submeter, o Capitão Steve Rogers (Chris Evans) não aceita virar pau mandado, especialmente quando uma das novas missões é capturar seu ex-melhor amigo Bucky/Soldado Invernal (Sebastian Stan). A premissa é de um filme dos Vingadores. Entretanto, o clima solene não inclui as piadinhas trocadas entre os personagens, que marcaram os dois longas de Joss Whedon. Os Russo deixaram o humor por conta da introdução do Homem-Aranha (Tom Holland), que se mostra uma metralhadora de piadas em suas cenas, deixando bem claro sua diferença etária em relação aos demais super-heróis. Se os diretores conduzem o filme com precisão, o mérito da trama é de outra dupla, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus, que estão na franquia desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e se mostram verdadeiros experts em quadrinhos, enchendo a história de referências, como a nação africana de Wakanda, Sharon Carter, a prisão Balsa, o Barão Zemo, Ossos Cruzados, a joia do infinito etc. Além disso, seu roteiro é cirurgicamente interligado com os filmes dos Vingadores, do Capitão América, do Homem de Ferro e até do Homem-Formiga, como se as produções anteriores tivessem sido feitas para desaguar nele. A principal inspiração dos quadrinhos, por sua vez, vem da minissérie “Guerra Civil”, de Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), que marcou os anos 2000 e repercutiu em vários títulos da Marvel. Claro, a guerra civil original envolvia centenas de super-heróis e o filme lida com os limites do universo cinematográfico da Marvel, mas mesmo assim consegue passar a essência do conflito, sem deixar de introduzir novos personagens, como o citado Aranha e o Pantera Negra (Chadwick Boseman). A síntese do embate reúne doze heróis numa luta filmada em IMAX, que dá a dimensão grandiosa do momento (ainda que o 3D convertido dos filmes da Marvel continue fajuto e caça-níquel). Um dos grandes méritos da produção, aliás, é reforçar no público a convicção e força desses heróis, mostrando o que eles são capazes em cenas muito bem coreografadas, de grande intensidade física. No conflito generalizado, até a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), que tem poderes mais complexos, tem a chande de demonstrar seu potencial ao enfrentar o androide Visão (Paul Bettany). O centro dramático, porém, está na figura do Soldado Invernal. Se o ator Sebastian Stan não tem o mesmo carisma dos demais, seu arco é o mais trágico. Apesar de estar sob controle de inimigos, ele se sente culpado por ter executado tantas vidas inocentes a mando de terroristas. E este dilema o torna o principal eixo da trama, embora isso não tire o protagonismo do Capitão América e do Homem de Ferro, cujos intérpretes estão cada vez mais à vontade em seus papéis. “Capitão América: Guerra Civil” é um filme repleto de momentos memoráveis. Embora resulte consistente, é composto de várias cenas individuais com forte carga emocional. Uma cena em particular, envolvendo o Soldado Invernal, pode levar o espectador às lágrimas. E isso não é pouco em se tratando de um estúdio que, até então, jamais demonstrara pretensões de dar a seus filmes a atmosfera sombria das adaptações da DC Comics. Os irmãos Russo acabaram com o mito que todo o filme da Marvel precisa ser uma comédia, como o caso extremo do “Homem-Formiga” (2015), sem cair na seriedade sem graça das produções baseadas nos quadrinhos da sua rival. “Capitão América: Guerra Civil” mostrou como adaptações de super-heróis podem ser feitas de forma séria sem perder de vista seu potencial para a diversão. E esta é uma lição mais preciosa que uma joia do infinito.
Cena pós-créditos de Capitão América: Guerra Civil foi filmada no Brasil
Um segredo de “Capitão América: Guerra Civil” só foi revelado após a estreia do filme nos cinemas. Uma das cenas pós-créditos do filme foi filmada no Brasil. Ironicamente, as imagens registradas no Brasil são apresentadas como paisagens africanas. Trata-se do registro das Cataratas do Iguaçu, que, no contexto da trama, fazem parte da nação africana do Rei T’Challa, a identidade civil do Pantera Negra. As Cataratas aparecem brevemente na primeira cena extra do longa, que revela o destino do Soldado Invernal, e os créditos do filme chegam a aludir a uma equipe de filmagens no Brasil, repleta de nomes de técnicos brasileiros. É a primeira vez que as Cataratas do Iguaçu vão parar na África, mas elas já apareceram no Rio de Janeiro, em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), e no Amazonas, em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Além desta cena, “Capitão América: Guerra Civil” tem um segundo bônus focado no Homem-Aranha, que serve para chamar o vindouro filme do herói aracnídeo.
Capitão América: Guerra Civil registra segunda maior estreia de todos os tempos no Brasil
“Capitão América: Guerra Civil” tornou-se a segunda maior estreia de cinema no Brasil em todos os tempos, com US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) de arrecadação na quinta-feira (28/1), o dia de seu lançamento. O filme também teve a maior distribuição de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. O monopólio foi uma das razões para o bom desempenho nas bilheterias nacionais, inferior apenas ao de “Star Wars: O Despertar da Força”, que faturou R$ 9,5 milhões em sua estreia em dezembro no país – também com operação abafa, ocupando número recorde de salas. A bilheteria nacional de “Capitão América: Guerra Civil” foi antecipada numa reportagem do site da revista Variety sobre o sucesso internacional do filme. Com apenas um dia em cartaz, a produção já soma US$ 38,7 milhões em todo o mundo, contabilizados de 30 países diferentes. A Coreia do Sul lidera a lista, com US$ 7,7 milhões, seguida pela França, com US$ 3,7 milhões. O Brasil é o terceiro maior mercado do filme. Estimativas apontam que a produção da Marvel pode render US$ 200 milhões apenas nos cinco primeiros dias em cartaz, antes de sua estreia nos Estados Unidos, prevista para a próxima sexta (6/5). O filme também foi muito bem-recebido pela crítica internacional. No site americano Rotten Tomatoes, que avalia a nota média dos críticos americanos, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu 94% de aprovação. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, o longa explora a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América recusar o plano do governo americano para supervisionar os super-heróis depois dos acontecimentos de “Vingadores: Era de Ultron” (2015), que causaram muitas mortes de civis.
Netflix confirma produção da série do Justiceiro
O serviço de streaming Netflix anunciou o que muitos fãs esperavam: o Justiceiro vai ganhar uma série própria. A revelação foi feita por meio de um vídeo postado no Twitter oficial da empresa (veja abaixo). O anti-herói da Marvel apareceu na 2ª temporada de “Demolidor” como coadjuvante, e roubou todas as cenas. A versão interpretada por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”) foi a primeira recebida com aprovação unânime dos fãs, após três encarnações mal-sucedidas no cinema. O ator voltará ao papel como protagonista da nova série, que será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”). “Queremos agradecer aos fãs que pediram por mais da impressionante e poderosa performance de Jon como Frank Castle”, disse o diretor-executivo da Marvel Television, Jeph Loeb, em comunicado. “Agora com o texto irresistível de Steve Lightfoot, estamos animados de trazer o Justiceiro para a Netflix.” Com isso, a Netflix soma cinco séries baseadas em quadrinhos da Marvel, acrescentando o Justiceiro na lista de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Além destas, o serviço de streaming também prepara a minissérie “Defensores”, que irá juntar todos os personagens das demais produções. “Justiceiro” ainda não tem previsão de estreia. The Punisher is back. Locked and loaded.https://t.co/nGKCa2taEV — Netflix US (@netflix) April 29, 2016
Capitão América: Guerra Civil ganha comerciais repletos de cenas inéditas
A Marvel divulgou dois novos pôsteres e três comerciais repletos de cenas inéditas de “Capitão América: Guerra Civil”. Os comerciais estão reunidos num único vídeo abaixo e evidenciam os confrontos entre os super-heróis. Um deles ainda traz o Homem-Aranha (Tom Holland) admitindo ser fã do Capitão América (Chris Evans). O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal (Sebastian Stan), que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia nesta quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.











