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  • Filme

    Amber Heard compartilha foto e vídeo de seu treinamento para Aquaman

    2 de abril de 2017 /

    A atriz Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) divulgou em seu Instagram uma foto e um vídeo de seu treinamento para interpretar o papel de Mera no filme do Aquaman. Sua personagem será esposa do herói vivido por Jason Momoa (“Conan, o Bárbaro”) na produção. As filmagens estão previstas para começar em maio, com Nicole Kidman (“Lion”) como a mãe de Aquaman, Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) no papel do conselheiro Vulko, Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como o vilão Mestre do Oceano e Yahya Abdul-Mateen II (série “The Get Down”) interpretando o vilão Arraia Negra. A direção está a cargo de James Wan (“Velozes e Furiosos 7”) e a estreia está prevista para dezembro de 2018. Another day at the office #Aquaman #fighttraining @87elevenaction @jonvalera Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard) em Abr 1, 2017 às 10:56 PDT

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  • Série

    Vídeo e foto de Agents of SHIELD destacam volta de Ward e a estreia de Madame Hidra

    2 de abril de 2017 /

    A rede americana ABC divulgou a foto de uma nova e importante personagem e uma prévia do próximo episódio de “Agents of SHIELD”, que reflete a reviravolta apresentada no último episódio da série. Antes de entrar em hiato, a atração apresentou uma realidade alternativa, em que a SHIELD se tornou HIDRA (a agência secreta nazista exposta em “Capitão América: Soldado Invernal”). Isto se passa dentro do Framework, um ambiente virtual criado pelo androide Aida (Mallory Jansen) e o Dr. Radcliffe (John Hannah), onde as mentes dos personagens encontram-se cativas, vivendo uma fantasia irreal – e onde Tremor (Chloe Bennet) e a agente Simmons (Elizabeth Henstridge) mergulharam, numa tentativa desesperada de resgatá-los. Para piorar, nesta realidade o agente Grant Ward (papel de Brett Dalton) continua vivo e namora Tremor – que, por sua vez, ainda é Skye e não adquiriu poderes inumanos. E o choque dessa descoberta é apresentado em detalhes na cena adiantada abaixo. Já a foto revela a estreia de Madame Hidra, também conhecida como Víbora (Viper, no original), personagem que nos quadrinhos lidera a organização secreta nazista – e já foi até casada com o Wolverine. Ela será interpretada por Mallory Jansen, em seu terceiro papel na série, após viver Agnes Kitsworth e a androide Aida. A trama da HIDRA também será o terceiro arco da temporada, dando sequência às histórias do Motoqueiro Fantasma e dos robôs LMD (sigla de “Life Model Decoy”, mas pode chamar de androides). A série voltará com capítulos inéditos na terça-feira (4/4) na rede americana ABC. No Brasil, ela é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Filme

    Nicole Kidman aceitou viver a mãe de Aquaman por causa do diretor James Wan

    2 de abril de 2017 /

    A atriz Nicole Kidman, que já tinha sido anteriormente sondada pela Warner para viver a mãe da Mulher-Maravilha, sem chegar a um acordo, vai viver a mãe do Aquaman. A diferença é que, desta vez, ela quis fazer o papel desde que recebeu o convite, por conhecer bem o diretor responsável pela adaptação, ninguém menos que James Wan, criador das franquias de terror “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal”. “A razão de eu querer fazer Aquaman é que James Wan é australiano e eu tenho acompanhado sua carreira desde o começo. Ele é um grande amigo meu e me ofereceu a oportunidade de viver a Rainha Atlanta. Assim que ele disse que eu poderia vestir madre pérola e ser uma sereia guerreira, eu disse: ‘É isso. Por favor, se há algo que eu preciso fazer na minha vida é ser ela’. Porque você também tem que se divertir um pouco”, disse Kidman. Outra curiosidade: apesar de ter pais e carreira australiana, Kidman nasceu na verdade em Honolulu, no Havaí, como Jason Momoa, intérprete de Aquaman. O filme estreia em 20 de dezembro de 2018 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Apesar dos haters, Punho de Ferro pode ser um dos maiores sucessos da Netflix

    1 de abril de 2017 /

    Contrariando a enxurrada de críticas negativas que precedeu seu lançamento, a série Punho de Ferro pode ser um dos maiores sucessos da Netflix. Quem avalia é a pesquisa 7Park Data. Especializada em medir as visualizações de assinantes de serviços de streaming, a 7Park diz que a série fisgou o público, fazendo com 54,7% de seus espectadores tenham assistido três ou mais episódios de uma vez. Isto mostra que o público fez maratona da série. Ainda segundo a pesquisa, a série conquistou 14,6% da audiência total da Netflix em sua primeira semana, superando com folga todos os outros campeões do serviço de streaming, não só as outras séries da Marvel, mas até o fenômeno “Stranger Things” e favorita do público “Orange Is the New Black”. Questionado pela revista Variety, o analista sênio da companhia, Christopher Coby, comentou que o público de séries tradicionalmente não se importa tanto com as cr´tiicas. “Considere as décadas de 1970, 1980 e 1990 onde há uma longa lista de programas com altíssimos números de audiência mas com poucos Globos de Ouro ou Emmys. Nossos dados mostram que os programas que os críticos consideram de qualidade e aqueles que o público considera os melhores podem ser coisas muito diferentes. ‘Punho de Ferro’ é mais um desses exemplos.” Vale ressaltar que os números não são oficiais, uma vez que a Netflix não divulga informações sobre visualizações ou hábitos de consumo de seus assinantes. Leia a crítica da série aqui.

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  • Filme

    Atriz da série The 100 já aparece cotada para viver Batgirl no cinema

    1 de abril de 2017 /

    Dito e feito. Não demorou para os rumores começarem. Um tuíte de Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”, mais um encaminhamento da notícia sobre o filme da Batgirl nas redes sociais, foram suficientes para a atriz aparecer cotada para o papel da nova heroína da Warner Bros, cerca de 24 horas após a notícia da produção surgir na mídia. Lindsey postou que tinha “um novo projeto no horizonte” e que estava em êxtase, além de agradecer aos seus fãs pelo amor e apoio. E em seguida encaminhou a notícia da Variety sobre o filme de Batgirl. Bastou para surgirem os primeiros posts ponderando suas chances e elogiando a escolha – posts que, por sinal, ela retuitou, aumentando ainda mais a bola de neve. Por enquanto, nada foi confirmado pela Warner Bros, que ainda está em estágio de negociação com o cineasta Joss Whedon (“Os Vingadores”) para que ele escreva, dirija e produza o filme. Sim, ainda não há sequer roteiro nem data para que as filmagens começarem.

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  • Série

    Veja a primeira foto oficial de Raio Negro, que pode ganhar nova série da DC Comics

    1 de abril de 2017 /

    Foi divulgada a primeira foto de Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, personagem-título de um piloto em desenvolvimento, que pode se tornar a quinta série de super-heróis da DC Comics na rede americana CW. O produtor, por sinal, é o mesmo de todas as outras (“Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), Greg Berlanti. Com roteiro a cargo do casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), o piloto de “Black Lightning” (título original) vai encontrar Jefferson Pierce após ele deixar seu uniforme de lado, anos atrás. Porém, com uma filha que teima em buscar justiça, ele será levado de volta à vida de vigilante mascarado. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, o personagem tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. O piloto também inclui as atrizes Nafessa Williams e China Anne McClain, que vivem respectivamente Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), as filhas heroínas do Raio Negro. Anissa Pierce, a Tormenta, é descrita na sinopse como “apaixonada e inteligente”, equilibrando o estudo na faculdade de Medicina com seu trabalho de meio período na escola de seu pai. Já Jennifer, a Rajada, é uma adolescente “atleta, independente e com temperamento selvagem”. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. Ele precisa ser aprovado pelos executivos do canal para virar série.

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  • Filme

    Mulher-Maravilha ganha 20 fotos em alta resolução

    1 de abril de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou 20 fotos em alta resolução filme da “Mulher-Maravilha”, que destacam a atriz Gal Gadot como a heroína do título e diversos coadjuvantes, desde Chris Pine como o aviador Steve Trevor, Connie Nielsen como a Rainha Hipólita, e os vilões vividos por Danny Huston e Elena Anaya. Algumas das imagens já tinham circulado anteriormente, em baixa resolução e com logotipos de revistas. A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Primeira foto oficial do filme do Pantera Negra mal mostra o herói

    31 de março de 2017 /

    A Disney da Coreia do Sul divulgou a primeira foto oficial do filme do “Pantera Negra”. E é preciso prestar muita atenção na imagem para identificar o herói, que aparece agachado, no topo de um carro, visto à distância, no meio do tráfego. Pouco impressionante, a foto foi liberada como consequência de vazamentos das filmagens, em vídeos de fãs que mostravam essa sequência fora de foco e em baixa definição. Segundo a companhia, as filmagens da perseguição envolveram 150 carros e mais de 700 figurantes na metrópole sul-coreana de Busan. O comunicado que acompanhou a divulgação da imagem também incluiu uma declaração do diretor do longa, Ryan Coogler (“Creed”), elogiando a cidade. “Busan é um lugar cheio de energia, onde a arquitetura moderna e os edifícios tradicionais criam uma grande harmonia contra o pano de fundo de uma bela praia”, disse ele. Com Chadwick Boseman reprisando o papel do herói introduzido em “Capitão América: Guerra Civil” (2016), “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mulher-Maravilha ganha duas novas fotos

    31 de março de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou duas novas fotos do filme da “Mulher-Maravilha”, que destacam a atriz Gal Gadot como a heroína do título e Chris Pine como o aviador Steve Trevor. A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    A Vigilante do Amanhã é, acima de tudo, um espetáculo sensorial

    31 de março de 2017 /

    Com a tecnologia avançando ao ponto de viabilizar a fabricação de robôs com capacidade de obedecer a muito mais que uma dúzia de comandos, a diferença entre a realidade e as projeções da ficção científica é cada vez mais menor. Baseado tanto no mangá de 1989 de Masamune Shirow quanto no anime de 1995, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” trata essencialmente dessa questão, ambientando a sua história em um futuro indeterminado, mas já menos distante em 2017. Interpretada por Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), a protagonista Major é a primeira de sua espécie, com uma anatomia inteiramente robótica denominada “concha”, capaz de abrigar o “espírito” de um ser humano. Ou melhor, o cérebro de uma jovem que teria sido vítima de uma explosão terrorista e que recebe uma segunda chance para servir a um propósito maior. Integrada a uma equipe policial cibernética (Seção 9), ela ganha um parceiro, Batou (o dinamarquês Pilou Asbæk, da série “Os Borgias”), a supervisão de Aramaki (o japonês Takeshi Kitano, de “Zatoichi”, que não se presta a falar em inglês), e uma missão para interromper os crimes cibernéticos de Kuze (Michael Pitt, da série “Boardwalk Empire”), que estaria se infiltrando como um hacker na consciência de humanos com ciber-cérebros. Porém, essa caçada a reconecta com o seu eu anterior, que desconhecia por ter ficado apenas com fragmentos de memórias. Diretor de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), que tinha nos visuais o maior atrativo, o inglês Rupert Sanders prova que é dono de um senso estético arrojado, ao materializar os cenários futurísticos do mangá ao estilo de “Blade Runner” (1982). Além da imaginação para apontar abismos sociais, dos edifícios periféricos aglutinados à uma metrópole tomada por hologramas gigantes, impressiona a caracterização de personagens, como as gueixas robôs que cometem um ataque terrorista. É tudo muito bonito, ainda que este deslumbre visual seja por vezes comprometido por um excesso de profundidade de campo, que borra a cenografia digital. Mas o bombardeio sensorial de efeitos vertiginosos não substitui o fator humano, tão importante em premissas como a de “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”. Nem a “controvertida” escalação de Scarlett Johansson em papel originalmente japonês traz prejuízos, uma vez que a produção optou por um elenco essencialmente globalizado (com destaque para a francesa Juliette Binoche, de “Acima das Nuvens”, e a romena Anamaria Marinca, de “Corações de Ferro”, em um papel que merecia ser mais amplo), apresentando um mundo cosmopolita, étnica e culturalmente integrado, que reflete o contexto da história.

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    Diretor de Vingadores fará filme solo da Batgirl

    30 de março de 2017 /

    A Batgirl vai ganhar um filme solo e o estúdio Warner está negociando com ninguém menos que Joss Whedon (“Os Vingadores”) para escrever, dirigir e produzir o longa-metragem. Quem garante é o site da revista Variety. Não existem muitas informações sobre o projeto, mas ele deve incluir outros personagens do universo de Batman, como o Comissário Gordon. O site diz que a ideia surgiu no mês passado e tem a supervisão de Toby Emmerich, presidente e chefe de conteúdo da Warner Bros. Com isso, a Warner terá seu segundo filme protagonizado por uma heroína da DC Comics depois de “Mulher-Maravilha”, que chega aos cinemas em 1º de junho, enquanto a Marvel enrola e enrola e não anuncia o longa da Viúva Negra. Por ironia, Whedon foi uma das primeiras escolhas da Warner para desenvolver o filme da Mulher-Maravilha. Mas, na ocasião, ele teve seu roteiro recusado. Isto foi anos antes do criador de “Buffy – A Caça-Vampiros” virar diretor de blockbusters, ao bater recordes de bilheteria com “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015) na Marvel. Assim como a Arlequina, Batgirl não teve origem nos quadrinhos, mas numa produção televisiva. Sua criação foi encomendada pelo produtor da série “Batman” dos anos 1960 e se tornou o único caso em que um intérprete de super-herói se provou tão importante quanto os traços do desenhista que determinou seu estilo visual. Durante as discussões da 3ª temporada de “Batman”, o produtor William Dozier pediu ao editor da DC Comics, Julius Schwartz, que criasse uma nova heroína, com a indicação de que ela deveria ser filha do Comissário Gordon. Mas apesar de Schwartz introduzi-la alguns meses antes nos quadrinhos, quando Barbara Gordon debutou, em janeiro de 1967, ela já parecia exatamente como sua futura intérprete na série. É que a atriz Yvonne Craig serviu de modelo para os desenhos, tendo até gravado um vídeo piloto de apresentação da personagem para o canal ABC e a DC Comics, enfrentando o mesmo vilão de sua estreia nos gibis – o Mariposa Assassina. O desenhista Carmine Infantino acabou aperfeiçoando o uniforme, mas o visual definitivo se deve à série de TV, após a nova heroína causar sensação por enfrentar os batvilões com golpes supercoreográficos, que utilizavam a experiência de Yvonne como dançarina de balé – ela dispensava dublês. Batgirl também aparentava ser mais mod que Batman, conforme demonstrava sua predileção por dirigir uma scooter envenenada. E era extremamente sexy, graças ao uniforme colante que salientava suas curvas perigosas. Tudo isso vinha de Yvonne, atriz que já era cultuada por participações em filmes e séries clássicas. Ao contrário de alguns vilões criados especialmente para o programa, o apelo de Batgirl sobreviveu ao cancelamento da série “Batman” em 1968. E Yvonne, que faleceu em 2015, manteve-se por toda a vida orgulhosa de ter inspirado a personagem, a ponto de protestar publicamente quando a DC Comics publicou a graphic novel “A Piada Mortal” nos anos 1980, na qual o Coringa deixou Barbara Gordon paraplégica. Desde este atentado, outras personagens já tentaram assumir o capuz da Batgirl. Mas, segundo a revista Entertainment Weekly, o filme será mesmo sobre Barbara Gordon. Por enquanto, não há data para o começo da produção. Mas as especulações sobre quem viverá a nova Batgirl já podem começar. A dúvida é se a Warner buscará preservar a personagem como uma jovem ruiva, já que todos os personagens ruivos de seus quadrinhos são interpretados por atores negros nas adaptações televisivas.

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  • Série

    Haters não impedem Punho de Ferro de ser ótima e aprovada pelo público da Netflix

    30 de março de 2017 /

    Quarta produção de super-heróis Marvel produzida pela Netflix, a série “Punho de Ferro” é um grande sucesso, segundo a empresa Parrot Analytics, que mede a popularidade de programas de streaming com base nas interações dos usuários nas redes sociais. A Parrot determinou que o público adorou a produção com base em manifestações positivas encontradas na internet. Entre todas as atrações da Marvel/Netflix, só teria gerado menos repercussão que “Luke Cage”. Os haters não devem se conformar, pois imaginavam uma rejeição maciça após as pedradas de críticos precipitados, que determinaram que “Punho de Ferro” eram ruim com base nos seis primeiros episódios – o número de capítulos antecipados pela Netflix para a confecção de resenhas. Diversas críticas lamentaram um suposto ritmo lento, as lutas mal coreografadas de artes marciais e, por incrível que pareça para os fãs dos quadrinhos, o fato de o protagonista não ser asiático. Mas a verdade é que “Punho de Ferro” não é, nem de longe, a pior série de super-herói produzida pela Netflix. Muito antes pelo contrário. Tendo como comparação a fraca “Luke Cage”, a mediana “Jessica Jones” e os altos e baixos de “Demolidor”, é a série mais coesa, que nunca se desvia de sua história central, num crescendo constante. Seu principal defeito é ser vítima de um formato estabelecido e repetido pela Marvel desde a 1ª temporada de “Demolidor”. As quatro atrações que o estúdio criou para a Netflix têm praticamente a mesma estrutura. Todas usam flashbacks para contar a origem de seus protagonistas, deixando muitos “buracos” na história, que os fãs dos quadrinhos precisam completar com as recordações de suas leituras. No caso do “Punho de Ferro”, a situação se complica pela falta de orçamento para dar aos flashbacks a grandiosidade do filme do “Doutor Estranho”. Afinal, Danny Rand, o herói do Punho de Ferro, tem uma origem mística não muito diversa da jornada de Stephen Strange. Criado nos anos 1970 por Roy Thomas, o roteirista que substitui Stan Lee como editor da Marvel, os quadrinhos do herói combinavam dois grandes sucessos televisivos da época, as séries “Kung Fu” (que estabeleceu a estrutura da origem em flashback) e “Dallas”. A adaptação, porém, preferiu passar por cima de todo o aprendizado do “gafanhoto” Danny Rand para se concentrar na história do empresário Danny Rand, lutando para retomar o controle da empresa criada por seu pai. Mas mesmo limando o aprendizado do protagonista e sem jamais mostrar a tão citada cidade mística de K’un-Lun, a produção consegue ser bem-sucedida em sua proposta de juntar “Dallas” com lutas de kung fu. E, sim, as lutas melhoram muito, conforme os episódios avançam, chegando a superar as de outras séries da companhia nos últimos episódios. É importante destacar ainda que “Punho de Ferro” lançou a melhor personagem feminina da Marvel (sorry, Jessica Jones). Collen Wing rouba as cenas com uma jornada repleta de reviravoltas e um desempenho encantador de Jessica Henwick (série “Game of Thrones”) – de dar vergonha na forma como Elektra foi utilizada na 2ª temporada de “Demolidor”. Na verdade, não há nada de ritmo lento em sua trama, que aproveita cada minuto disponível para desenvolver muito bem seus personagens, que são os mais matizados de todas as produções da Marvel. Não há ninguém mau demais nem bom demais. Todos tem falhas, inclusive o herói. E há grandes atuações, como a de um surpreendente Tom Pelphrey (série “Banshee”), capaz de evocar as dualidades rival/aliado, vilão/herói e fazer o espectador mudar várias vezes de ideia a respeito de seu personagem, o empresário Ward Meachum. Faltou um grande supervilão? Talvez por a trama visar maior realismo que as outras séries. Até os ninjas do Tentáculo entram em cena com trajes de tropa de elite. Por outro lado, a tentativa de fincar a produção num plano mais factível é responsável pelo único equívoco realmente notável. Não há wire fu, o kung fu voador dos filmes chineses de wuxia, embora tudo na história pedisse por isso, desde as menções à cidade mística ao mundo mágico do Tentáculo. E embora Finn Jones (série “Game of Thrones”) seja o elo mais fraco, a sugestão de escalar um ator asiático para viver o protagonista – um jovem herdeiro americano – não foi evocada na adaptação de “Doutor Estranho” – cuja origem também envolve monges, filosofia oriental e encenação nas mesmas cordilheiras. Bruce Wayne (Batman), Oliver Queen (Arqueiro Verde) e Tony Stark (Homem de Ferro) também são herdeiros bilionários que desenvolveram suas habilidades no oriente. Se a história de Danny Rand não traz novidade nesse sentido, dizer que Punho de Ferro deveria ter uma etnia mais “politicamente correta”, apenas com base no kung fu, ecoa o oposto de um pensamento progressista. Apenas reforça o estereótipo do tipo de papel que um asiático pode interpretar em Hollywood.

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  • Filme

    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas ganha trailer legendado com mil efeitos visuais

    29 de março de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, nova sci-fi do cineasta francês Luc Besson (“Lucy”, “O Quinto Elemento”). A prévia é um deleite visual com milhares de efeitos visuais – que consumiram o maior orçamento da história da produtora francesa EuropaCorp. As paisagens e criaturas de outros mundos evocam uma atualização estética de “O Quinto Elemento” (1997), via o excesso computadorizado da segunda trilogia de “Star Wars”. E tudo fica ainda mais lisérgico com o acompanhamento da trilha sonora: o clássico psicodélico “Because”, dos Beatles, ressoando de forma absurdamente futurista. A canção, na verdade, tem quase a mesma idade dos personagens do longa, que adapta os cultuados quadrinhos franceses criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967. O filme acompanha os exploradores espaciais Valérian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”), vista brevemente no vídeo. A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após a estreia nos EUA.

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