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    Primeira foto oficial do filme do Pantera Negra mal mostra o herói

    31 de março de 2017 /

    A Disney da Coreia do Sul divulgou a primeira foto oficial do filme do “Pantera Negra”. E é preciso prestar muita atenção na imagem para identificar o herói, que aparece agachado, no topo de um carro, visto à distância, no meio do tráfego. Pouco impressionante, a foto foi liberada como consequência de vazamentos das filmagens, em vídeos de fãs que mostravam essa sequência fora de foco e em baixa definição. Segundo a companhia, as filmagens da perseguição envolveram 150 carros e mais de 700 figurantes na metrópole sul-coreana de Busan. O comunicado que acompanhou a divulgação da imagem também incluiu uma declaração do diretor do longa, Ryan Coogler (“Creed”), elogiando a cidade. “Busan é um lugar cheio de energia, onde a arquitetura moderna e os edifícios tradicionais criam uma grande harmonia contra o pano de fundo de uma bela praia”, disse ele. Com Chadwick Boseman reprisando o papel do herói introduzido em “Capitão América: Guerra Civil” (2016), “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mulher-Maravilha ganha duas novas fotos

    31 de março de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou duas novas fotos do filme da “Mulher-Maravilha”, que destacam a atriz Gal Gadot como a heroína do título e Chris Pine como o aviador Steve Trevor. A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, e a estreia está marcada para 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    A Vigilante do Amanhã é, acima de tudo, um espetáculo sensorial

    31 de março de 2017 /

    Com a tecnologia avançando ao ponto de viabilizar a fabricação de robôs com capacidade de obedecer a muito mais que uma dúzia de comandos, a diferença entre a realidade e as projeções da ficção científica é cada vez mais menor. Baseado tanto no mangá de 1989 de Masamune Shirow quanto no anime de 1995, “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” trata essencialmente dessa questão, ambientando a sua história em um futuro indeterminado, mas já menos distante em 2017. Interpretada por Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), a protagonista Major é a primeira de sua espécie, com uma anatomia inteiramente robótica denominada “concha”, capaz de abrigar o “espírito” de um ser humano. Ou melhor, o cérebro de uma jovem que teria sido vítima de uma explosão terrorista e que recebe uma segunda chance para servir a um propósito maior. Integrada a uma equipe policial cibernética (Seção 9), ela ganha um parceiro, Batou (o dinamarquês Pilou Asbæk, da série “Os Borgias”), a supervisão de Aramaki (o japonês Takeshi Kitano, de “Zatoichi”, que não se presta a falar em inglês), e uma missão para interromper os crimes cibernéticos de Kuze (Michael Pitt, da série “Boardwalk Empire”), que estaria se infiltrando como um hacker na consciência de humanos com ciber-cérebros. Porém, essa caçada a reconecta com o seu eu anterior, que desconhecia por ter ficado apenas com fragmentos de memórias. Diretor de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), que tinha nos visuais o maior atrativo, o inglês Rupert Sanders prova que é dono de um senso estético arrojado, ao materializar os cenários futurísticos do mangá ao estilo de “Blade Runner” (1982). Além da imaginação para apontar abismos sociais, dos edifícios periféricos aglutinados à uma metrópole tomada por hologramas gigantes, impressiona a caracterização de personagens, como as gueixas robôs que cometem um ataque terrorista. É tudo muito bonito, ainda que este deslumbre visual seja por vezes comprometido por um excesso de profundidade de campo, que borra a cenografia digital. Mas o bombardeio sensorial de efeitos vertiginosos não substitui o fator humano, tão importante em premissas como a de “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”. Nem a “controvertida” escalação de Scarlett Johansson em papel originalmente japonês traz prejuízos, uma vez que a produção optou por um elenco essencialmente globalizado (com destaque para a francesa Juliette Binoche, de “Acima das Nuvens”, e a romena Anamaria Marinca, de “Corações de Ferro”, em um papel que merecia ser mais amplo), apresentando um mundo cosmopolita, étnica e culturalmente integrado, que reflete o contexto da história.

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    Diretor de Vingadores fará filme solo da Batgirl

    30 de março de 2017 /

    A Batgirl vai ganhar um filme solo e o estúdio Warner está negociando com ninguém menos que Joss Whedon (“Os Vingadores”) para escrever, dirigir e produzir o longa-metragem. Quem garante é o site da revista Variety. Não existem muitas informações sobre o projeto, mas ele deve incluir outros personagens do universo de Batman, como o Comissário Gordon. O site diz que a ideia surgiu no mês passado e tem a supervisão de Toby Emmerich, presidente e chefe de conteúdo da Warner Bros. Com isso, a Warner terá seu segundo filme protagonizado por uma heroína da DC Comics depois de “Mulher-Maravilha”, que chega aos cinemas em 1º de junho, enquanto a Marvel enrola e enrola e não anuncia o longa da Viúva Negra. Por ironia, Whedon foi uma das primeiras escolhas da Warner para desenvolver o filme da Mulher-Maravilha. Mas, na ocasião, ele teve seu roteiro recusado. Isto foi anos antes do criador de “Buffy – A Caça-Vampiros” virar diretor de blockbusters, ao bater recordes de bilheteria com “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015) na Marvel. Assim como a Arlequina, Batgirl não teve origem nos quadrinhos, mas numa produção televisiva. Sua criação foi encomendada pelo produtor da série “Batman” dos anos 1960 e se tornou o único caso em que um intérprete de super-herói se provou tão importante quanto os traços do desenhista que determinou seu estilo visual. Durante as discussões da 3ª temporada de “Batman”, o produtor William Dozier pediu ao editor da DC Comics, Julius Schwartz, que criasse uma nova heroína, com a indicação de que ela deveria ser filha do Comissário Gordon. Mas apesar de Schwartz introduzi-la alguns meses antes nos quadrinhos, quando Barbara Gordon debutou, em janeiro de 1967, ela já parecia exatamente como sua futura intérprete na série. É que a atriz Yvonne Craig serviu de modelo para os desenhos, tendo até gravado um vídeo piloto de apresentação da personagem para o canal ABC e a DC Comics, enfrentando o mesmo vilão de sua estreia nos gibis – o Mariposa Assassina. O desenhista Carmine Infantino acabou aperfeiçoando o uniforme, mas o visual definitivo se deve à série de TV, após a nova heroína causar sensação por enfrentar os batvilões com golpes supercoreográficos, que utilizavam a experiência de Yvonne como dançarina de balé – ela dispensava dublês. Batgirl também aparentava ser mais mod que Batman, conforme demonstrava sua predileção por dirigir uma scooter envenenada. E era extremamente sexy, graças ao uniforme colante que salientava suas curvas perigosas. Tudo isso vinha de Yvonne, atriz que já era cultuada por participações em filmes e séries clássicas. Ao contrário de alguns vilões criados especialmente para o programa, o apelo de Batgirl sobreviveu ao cancelamento da série “Batman” em 1968. E Yvonne, que faleceu em 2015, manteve-se por toda a vida orgulhosa de ter inspirado a personagem, a ponto de protestar publicamente quando a DC Comics publicou a graphic novel “A Piada Mortal” nos anos 1980, na qual o Coringa deixou Barbara Gordon paraplégica. Desde este atentado, outras personagens já tentaram assumir o capuz da Batgirl. Mas, segundo a revista Entertainment Weekly, o filme será mesmo sobre Barbara Gordon. Por enquanto, não há data para o começo da produção. Mas as especulações sobre quem viverá a nova Batgirl já podem começar. A dúvida é se a Warner buscará preservar a personagem como uma jovem ruiva, já que todos os personagens ruivos de seus quadrinhos são interpretados por atores negros nas adaptações televisivas.

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    Haters não impedem Punho de Ferro de ser ótima e aprovada pelo público da Netflix

    30 de março de 2017 /

    Quarta produção de super-heróis Marvel produzida pela Netflix, a série “Punho de Ferro” é um grande sucesso, segundo a empresa Parrot Analytics, que mede a popularidade de programas de streaming com base nas interações dos usuários nas redes sociais. A Parrot determinou que o público adorou a produção com base em manifestações positivas encontradas na internet. Entre todas as atrações da Marvel/Netflix, só teria gerado menos repercussão que “Luke Cage”. Os haters não devem se conformar, pois imaginavam uma rejeição maciça após as pedradas de críticos precipitados, que determinaram que “Punho de Ferro” eram ruim com base nos seis primeiros episódios – o número de capítulos antecipados pela Netflix para a confecção de resenhas. Diversas críticas lamentaram um suposto ritmo lento, as lutas mal coreografadas de artes marciais e, por incrível que pareça para os fãs dos quadrinhos, o fato de o protagonista não ser asiático. Mas a verdade é que “Punho de Ferro” não é, nem de longe, a pior série de super-herói produzida pela Netflix. Muito antes pelo contrário. Tendo como comparação a fraca “Luke Cage”, a mediana “Jessica Jones” e os altos e baixos de “Demolidor”, é a série mais coesa, que nunca se desvia de sua história central, num crescendo constante. Seu principal defeito é ser vítima de um formato estabelecido e repetido pela Marvel desde a 1ª temporada de “Demolidor”. As quatro atrações que o estúdio criou para a Netflix têm praticamente a mesma estrutura. Todas usam flashbacks para contar a origem de seus protagonistas, deixando muitos “buracos” na história, que os fãs dos quadrinhos precisam completar com as recordações de suas leituras. No caso do “Punho de Ferro”, a situação se complica pela falta de orçamento para dar aos flashbacks a grandiosidade do filme do “Doutor Estranho”. Afinal, Danny Rand, o herói do Punho de Ferro, tem uma origem mística não muito diversa da jornada de Stephen Strange. Criado nos anos 1970 por Roy Thomas, o roteirista que substitui Stan Lee como editor da Marvel, os quadrinhos do herói combinavam dois grandes sucessos televisivos da época, as séries “Kung Fu” (que estabeleceu a estrutura da origem em flashback) e “Dallas”. A adaptação, porém, preferiu passar por cima de todo o aprendizado do “gafanhoto” Danny Rand para se concentrar na história do empresário Danny Rand, lutando para retomar o controle da empresa criada por seu pai. Mas mesmo limando o aprendizado do protagonista e sem jamais mostrar a tão citada cidade mística de K’un-Lun, a produção consegue ser bem-sucedida em sua proposta de juntar “Dallas” com lutas de kung fu. E, sim, as lutas melhoram muito, conforme os episódios avançam, chegando a superar as de outras séries da companhia nos últimos episódios. É importante destacar ainda que “Punho de Ferro” lançou a melhor personagem feminina da Marvel (sorry, Jessica Jones). Collen Wing rouba as cenas com uma jornada repleta de reviravoltas e um desempenho encantador de Jessica Henwick (série “Game of Thrones”) – de dar vergonha na forma como Elektra foi utilizada na 2ª temporada de “Demolidor”. Na verdade, não há nada de ritmo lento em sua trama, que aproveita cada minuto disponível para desenvolver muito bem seus personagens, que são os mais matizados de todas as produções da Marvel. Não há ninguém mau demais nem bom demais. Todos tem falhas, inclusive o herói. E há grandes atuações, como a de um surpreendente Tom Pelphrey (série “Banshee”), capaz de evocar as dualidades rival/aliado, vilão/herói e fazer o espectador mudar várias vezes de ideia a respeito de seu personagem, o empresário Ward Meachum. Faltou um grande supervilão? Talvez por a trama visar maior realismo que as outras séries. Até os ninjas do Tentáculo entram em cena com trajes de tropa de elite. Por outro lado, a tentativa de fincar a produção num plano mais factível é responsável pelo único equívoco realmente notável. Não há wire fu, o kung fu voador dos filmes chineses de wuxia, embora tudo na história pedisse por isso, desde as menções à cidade mística ao mundo mágico do Tentáculo. E embora Finn Jones (série “Game of Thrones”) seja o elo mais fraco, a sugestão de escalar um ator asiático para viver o protagonista – um jovem herdeiro americano – não foi evocada na adaptação de “Doutor Estranho” – cuja origem também envolve monges, filosofia oriental e encenação nas mesmas cordilheiras. Bruce Wayne (Batman), Oliver Queen (Arqueiro Verde) e Tony Stark (Homem de Ferro) também são herdeiros bilionários que desenvolveram suas habilidades no oriente. Se a história de Danny Rand não traz novidade nesse sentido, dizer que Punho de Ferro deveria ter uma etnia mais “politicamente correta”, apenas com base no kung fu, ecoa o oposto de um pensamento progressista. Apenas reforça o estereótipo do tipo de papel que um asiático pode interpretar em Hollywood.

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas ganha trailer legendado com mil efeitos visuais

    29 de março de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, nova sci-fi do cineasta francês Luc Besson (“Lucy”, “O Quinto Elemento”). A prévia é um deleite visual com milhares de efeitos visuais – que consumiram o maior orçamento da história da produtora francesa EuropaCorp. As paisagens e criaturas de outros mundos evocam uma atualização estética de “O Quinto Elemento” (1997), via o excesso computadorizado da segunda trilogia de “Star Wars”. E tudo fica ainda mais lisérgico com o acompanhamento da trilha sonora: o clássico psicodélico “Because”, dos Beatles, ressoando de forma absurdamente futurista. A canção, na verdade, tem quase a mesma idade dos personagens do longa, que adapta os cultuados quadrinhos franceses criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967. O filme acompanha os exploradores espaciais Valérian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”), vista brevemente no vídeo. A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após a estreia nos EUA.

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    Cinemas americanas vão oferecer ingresso especial de US$ 100 para Guardiões da Galáxia Vol. 2

    28 de março de 2017 /

    Uma rede de cinemas americana criou um ingresso especial, ao preço “módico” de US$ 100, que dá direito a ver “Guardiões da Galáxia Vol. 2” todos os dias enquanto ele estiver em cartaz. Para os fãs, o ingresso apresenta ainda um atrativo a mais: ele tem o formado das clássicas fitas cassetes. Veja abaixo. Entretanto, o passaporte para a galáxia Marvel é limitado. Apenas mil desses ingressos foram colocados à venda pela internet. “Nós estamos muito empolgados, porque esse será o primeiro filme da Marvel que oferece esse tipo de ingresso”, disse Ken Thewes, diretor de marketing da rede de cinemas Regal Entertainment Group. Apesar de ser um dos quadrinhos “menos populares” da Marvel, a estreia do primeiro “Guardiões da Galáxia” foi um enorme sucesso de bilheteria, chegando a arrecadar US$ 773,3 milhões em todo o mundo. Novamente dirigido por James Gunn, o segundo filme da franquia chegará aos cinemas brasileiros no dia 4 de maio, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell ganha vídeo em 360 graus

    28 de março de 2017 /

    A Paramount divulgou um pequeno video em 360 graus da cena de abertura de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Com menos de um minuto, a prévia mostra a paisagem urbana, vista dos arranha-céus da cidade futurista da trama e termina ao chegar na Major, a personagem de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), no momento em que ela se prepara para pular do prédio. O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii. Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Novo trailer de Homem-Aranha: De Volta ao Lar recicla cena de Vingadores: Era de Ultron

    28 de março de 2017 /

    A repercussão do novo trailer legendado de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” nas redes sociais não rendeu apenas elogios. Um tuiteiro mais atento percebeu que já tinha visto uma das cenas antes. A imagem em que a Torre dos Vingadores aparece pela primeira vez é a mesma utilizada por Joss Whedon em “Vingadores: Era de Ultron”. Será que a cena vai estar no filme – como a reciclagem de “A Ilha” (2005) feita por Michael Bay em “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011)? Ou foi só usada no trailer – como aconteceu na prévia da sci-fi “Vida” (2017), que utilizou imagens de “Homem-Aranha 3” (2007)? Para tirar a dúvida, só conferindo a estreia. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta para Casa” tem lançamento previsto para 6 de julho no Brasil.

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    Adaptação dos quadrinhos de As Aventuras de Spirou e Fantásio ganha primeira foto

    28 de março de 2017 /

    Após o primeiro trailer de “Le Petit Spirou”, surge a primeira foto oficial do Spirou adulto, com seu tradicional uniforme de camareiro de hotel – a inspiração desse visual está no filme de sua infância – , correndo ao lado do amigo repórter Fantasio. Intitulado “Les Aventures de Spirou et Fantasio”, o filme francês vai adaptar as famosas histórias dos quadrinhos e está sendo atualmente filmado no Marrocos e na França. Segundo a sinopse, quando Spirou, trabalhando em um hotel de luxo, depara-se com Fantasio, um repórter em busca de um furo, eles se detestam à primeira vista. Mas quando o conde de Champignac, um inventor e caçador de cogumelos tão brilhante quanto excêntrico, é sequestrado pelos capangas do nefasto Zorglub, os dois heróis imediatamente se unem para resgará-lo. Juntado por Seccotine, a rival jornalística de Fantasio, e Spip, um esquilo travesso, eles se envolvem em uma aventura inacreditável que os leva da Europa para o norte da África, com perseguições frenéticas, voltas e reviravoltas e zorg-rays. Spirou e Fantasio terão que trabalhar em equipe para salvar Champignac … e o resto do mundo! Criado por Rob-Vel em 1938, Spirou teve uma longa e notável evolução nas mãos e outros artistas, como Jijé, que transformou suas aventuras com a inclusão do repórter Fantásio em 1942, André Franquin, o criador do Marsupilani, e a dupla Tomé e Janry, responsáveis pelo spin-off de 1987, “O Pequeno Spirou”, sobre a infância do herói – que vai chegar aos cinemas um ano antes da adaptação de “As Aventuras de Spirou e Fantásio”. Escrito e dirigido por Alexandre Coffre (“Le Père Noël”), o filme traz Thomas Solivérès (“Respire”) como Spirou, Alex Lutz (“Paris a Qualquer Preço”) como Fantásio, Géraldine Nakache (“O que as Mulheres Querem”) como Seccotine, Christian Clavier (“Asterix e Obelix contra César”) como Champignac, e Ramzy Bedia (“Os Daltons contra Lucky Luke”) como Zorglub. A estreia está marcada para 20 de julho de 2018 na França e não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Novo trailer legendado de Homem-Aranha: De Volta ao Lar insere o herói no universo dos Vingadores

    28 de março de 2017 /

    A Sony divulgou o novo trailer legendado de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. A prévia dá mais enfase ao vilão Abutre, vivido pelo ator Michael Keaton, e ao conflito de opiniões e atitudes entre o herói e seu mentor, Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.). Querendo impressionar o amigo Vingador, ele acaba tentando realizar mais do que pode, o que faz, inclusive, que tenha seu uniforme confiscado. E é aí que entra em cena o visual do Homem-Aranha Escarlate, um dos muitos easter eggs do vídeo. Com ou sem uniforme, Tom Holland confirma na prévia que foi uma escolha acertada para viver o entusiasmado e inseguro Peter Parker, querendo provar seu valor em um mundo em que os Vingadores existem. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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    Mulher-Maravilha e Liga da Justiça ganham trailers dublados

    28 de março de 2017 /

    A Warner lançou as versões dubladas dos trailers dos filmes da “Mulher-Maravilha” e da “Liga da Justiça”. O primeiro mostra a origem da heroína interpretada por Gal Gadot, com direito ao treinamento árduo das amazonas e o salvamento do aviador Steve Trevor (papel de Chris Pine, de “Star Trek”), que a faz decidir ir ao mundo dos homens para enfrentar a guerra que ameaça a paz mundial. O segundo mostra a personagem ao lado de Batman (Ben Affleck), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher) enfrentando parademonios genéricos de Darkseid. Com direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio, “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil. Já “Liga da Justiça” é dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e chega aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.

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    Veja a cena pós-créditos de Logan com participação de Deadpool

    27 de março de 2017 /

    O vídeo abaixo foi concebido como uma pós-créditos de “Logan” com a participação de Deadpool. Mas por mais convincente que pareça, trata-se de uma criação de fãs. Depois da polêmica criada em torno da existência ou inexistência desta cena, o canal Banana-Dragon do YouTube desenvolveu um vídeo que imagina como poderia ter sido a participação pós-créditos de Deadpool, após o “jornalista” Umberto Gonzalez garantir no The Wrap que a sequência faria parte do filme, tirando o próprio diretor James Mangold do sério. Veja abaixo a tão falada e inexistente cena pós-créditos de “Logan”. E claro que ela têm spoiler do final do filme.

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