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    Ewan McGregor viverá o vilão Máscara Negra no filme das Aves de Rapina

    1 de novembro de 2018 /

    O ator Ewan McGregor (“Trainspotting”) assinou com a Warner para virar vilão dos quadrinhos da DC Comics. Ele vai viver o Máscara Negra no filme das Aves de Rapina. O personagem é mais conhecido como vilão do Batman, porém vai enfrentar um time de super-heroínas no cinema. Mas ele quase foi escalado para lutar contra supervilãs. E este detalhe é revelador sobre os bastidores das produções da DC Comics na Warner. Em fevereiro, o diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) publicou um tuíte misterioso, sem texto, com um desenho do Máscara Negra, sugerindo que ele estaria em seu próximo filme, que seria uma adaptação das Sereias de Gotham City, o grupo de vilãs femininas que inclui a Arlequina, a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Desde então, as conversas sobre esse filme diminuíram até sumir. Em seu lugar, a Warner priorizou um longa similar, também com a Arlequina e, como se vê, com o mesmo vilão. A coincidência pode ter sido decisiva para selar o destino da outra produção. O Máscara Negra é um vilão relativamente novo, como a própria Arlequina. Ele surgiu nos gibis do Batman em 1985 e é um chefão do crime de rosto deformado, fascinado por máscaras – o que o leva a querer incluir o capuz do herói em sua coleção. Nos últimos anos, ele tem sido uma pedra na bota de cano alto da Mulher-Gato, o que justificava sua inclusão na trama das Sereias de Gotham. A sinopse do filme das Aves de Rapina ainda é desconhecida. A Warner nem definiu se “Aves de Rapina” (Birds of Prey) será realmente o título da produção. As únicas certezas são relativas ao elenco e personagens da produção. Além do Máscara Negra e da Arlequina, vivida por Margot Robbie (repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”), o longa também já escalou Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) como a policial Renee Montoya, Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Falta ainda definir a intérprete de Cassandra Cain, a Batgirl asiática da DC. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2020.

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    Zachary Levi vem promover Shazam! na Comic Con Experience

    1 de novembro de 2018 /

    O ator Zachary Levi, que vai viver o super-herói Shazam dos cinemas, virá ao Brasil participar do painel da Warner Bros. na Comic Con Experience (CCXP), no dia 9 de dezembro. O próprio ator confirmou sua presença num vídeo divulgado nas redes sociais. “Será uma grande festa brasileira do amor, mal posso esperar”, disse o ator no vídeo. Veja abaixo. Levi vem promover o filme baseado no herói da DC Comics. E com grande antecipação, já que estreia está marcada apenas para 4 de abril de 2019. “Shazam!” tem direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e conta como o menino Billy Batson é escolhido por um velho mago para virar um super-herói adulto e fortão ao dizer seu nome (Shazam) em voz alta. Levi é o herói fortão e seu alter-ego infantil é vivido no longa por Asher Angel (da série “Andi Mack”). A CCXP acontece entre os dias 5 e 9 de dezembro, em São Paulo. Também estão confirmados no evento o ator Michael B. Jordan e o diretor M. Night Shyamalan. Visualizar esta foto no Instagram. Braaazzziiillllllllllllllllllllllllllllll!!! ??? #warnernaccxp @shazammovie Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em 1 de Nov, 2018 às 1:34 PDT

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    Bohemian Rhapsody é destaque entre estreias que dividem opiniões

    1 de novembro de 2018 /

    A programa de cinema desta quinta (1/11) está repleta de estreias amplas, algumas bastante esperadas e a maioria divisiva. A começar por “Bohemian Rhapsody”, que narra a trajetória da banda Queen, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, retratando a época com grande variedade de figurinos e penteados. A interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury é o grande destaque do longa, embora a versão chapa branca da biografia, produzida pelos músicos da banda, deixe as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e prefira destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen são servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. Não por acaso, o filme dividiu opiniões da crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas tem expectativa de grande bilheteria em sua estreia na América do Norte, que também acontece neste fim de semana. Com distribuição mais ampla, “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” chega ao Brasil ainda mais cedo, uma semana antes dos Estados Unidos e Canadá. Por coincidência, tanto este quanto o filme do Queen tiveram problemas de bastidores durante sua produção. No caso de “Bohemian Rhapsody”, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já a produção da Disney foi originalmente realizada por Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), mas, após a produção, o estúdio convocou Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) para refilmagens extensas. Assim, os dois compartilham os créditos da adaptação da fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, realizada com grande elenco – Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre), etc. O detalhe é que nem esta solução emergencial impediu o filme de ser rejeitado pela crítica. Tem apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho da comédia “Johnny English 3.0” também está nesse nível, com 32%. A diferença é que já fracassou diante do público em sua estreia norte-americana, no fim de semana passado – embora tenha feito sucesso no Reino Unido, seu país de origem. No filme, Rowan Atkinson vive o espião mais atrapalhado do Reino Unido pela terceira vez e precisa lidar com uma autêntica Bond Girl, a ucraniana Olga Kurylenko, estrela de “007 – Quantum of Solace” (2008), que na trama se mostra fatal demais para o eterno Mr. Bean. A nova aventura, por sinal, repete a premissa de “007 – Operação Skyfall” (2012), quando um ataque cibernético revela a identidade de todos os agentes ativos na Grã-Bretanha, deixando Johnny English como a última esperança do serviço secreto. O plágio é mais ou menos oficial, já que o personagem foi criado pelos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade, que escreveram todos os seis últimos filmes de James Bond. Bem-feitinho, mas também divisivo, o filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador” chega aos cinemas reforçando paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduziu o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votaram em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem polariza opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. O último lançamento controverso da lista, “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Mas enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais brutal que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Há quem considere as cenas de violência explícita contra mulheres menos ofensivas que a narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que ataca suas vítimas – Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), etc. Para ele, os assassinatos são obras de arte. A crítica discordou da tese. O resultado são os mesmos 58% de aprovação de “Bohemiam Rhapsody”, o que significa que o filme tem seus momentos, mas passa longe de ser uma obra prima. Completa a programação um documentário sobre a cantora Elza Soares, em circuito limitado. Confira abaixo os trailers e as sinopses das estreias da semana. Bohemian Rhapsody | EUA | Drama Musical Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos | EUA | Fantasia Clara (Mackenzie Foy), jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho (Morgan Freeman). Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino. Johnny English 3.0 | Reino Unido | Comédia Em sua nova aventura, Johnny English (Rowan Atkinson) é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso. O Doutrinador | Brasil | Ação Um vigilante mascarado surge para atacar a impunidade que permite que políticos e donos de empreiteiras enriqueçam às custas da miséria e do trabalho da população brasileira. A história do homem por trás do disfarce de “Doutrinador” envolve uma jornada pessoal de vingança na qual um agente traumatizado decide fazer justiça com as próprias mãos. A Casa que Jack Construiu | Dinamarca | Suspense Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack (Matt Dillon) mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio (Bruno Ganz) numa jornada rumo ao inferno. My Name Is Now, Elza Soares | Brasil | Documentário Elza Soares, ícone da música brasileira, numa saga que ultrapassa o tempo, espaço, perdas e sucessos. Elza e seu espelho, cara a cara, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, uma fênix, que com a força da natureza transcende e canta gloriosamente.

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    Gal Gadot se fantasia de Batman no Halloween

    1 de novembro de 2018 /

    A atriz Gal Gadot aproveitou o Halloween para vestir outro uniforme de super-herói. A intérprete da Mulher-Maravilha publicou uma foto em seu Instagram com a máscara e capa do Batman. Na legenda, escreveu “Eu sou o Batman! Feliz Halloween! Lembranças da Liga da Justiça”. Ela está atualmente filmando “Mulher-Maravilha 1984”, continuação do sucesso do ano passado, novamente com direção de Patty Jenkins, que chegará aos cinemas em junho de 2020. Visualizar esta foto no Instagram. "I'm batman" ?? Happy Halloween!! Memories from @justiceleague @clayenos #iactuallygotexcitedwearingit Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em 31 de Out, 2018 às 3:12 PDT

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    Campanha pela volta de James Gunn à Guardiões da Galáxia ganha outdoors na Disneylândia

    31 de outubro de 2018 /

    Um outdoor imenso pedindo o retorno de James Gunn à franquia dos “Guardiões da Galáxia” foi levantado, durante o final de semana, bem na entrada do parque da Disneylândia em Anaheim, na Califórnia. O anúncio foi iniciativa de fãs, que arrecadaram fundos por meio de uma campanha no site Go Fund Me. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, depois que tuítes de humor impróprio sobre pedofilia e estupro, escritos há uma década, foram trazidos à tona pela extrema direita americana. Horn classificou os posts como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e uma petição assinada por mais de 420 mil fãs na internet. Recentemente, o CEO da Disney, Robert Iger, afirmou ter apoiado a decisão de demitir o cineasta. Desde então, veio à tona que Gunn está escrevendo o roteiro da continuação de “Esquadrão Suicida”, com a possibilidade de assumir a direção do longa da DC Comics. Enquanto isso, “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que originalmente deveria chegar aos cinemas em 2020, continua sem diretor. O trabalho de pré-produção do longa foi cancelado, com a dispensa de todos os que trabalhavam no desenvolvimento de figurinos, cenários e efeitos visuais.

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    Revelada imagem oficial do Monitor no crossover das séries da DC Comics

    31 de outubro de 2018 /

    A rede CW divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira imagem do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) como Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. E o visual é bastante similar aos dos quadrinhos. O Monitor é descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover “Elsweworlds”, entre as séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores são seres encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” – nome de um selo para histórias alternativas dos heróis da editora, independentes da cronologia oficial – , sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” da descrição oficial que sela o direcionamento. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980, com sua transformação em Novos Titãs e a introdução de diversos personagens, como o Ciborgue, vivido por Ray Fisher no filme da Liga da Justiça. Segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl” (é a imagem acima). Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visa sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da DC. Há grande probabilidade de os produtores estarem apenas plantando a semente de “Crise nas Infinitas Terras” no novo crossover, que, convenhamos, teria este nome se fosse realmente adaptar a história clássica. Isso significa que o próximo crossover pode já ter sido determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, “Elsworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    Rosie Perez entra no filme das Aves de Rapina

    31 de outubro de 2018 /

    A atriz Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) foi confirmada como a policial Renee Montoya na adaptação dos quadrinhos das “Aves de Rapina” (Birds of Prey). Montoya é um detetive da polícia de Gotham City que, ao se assumir lésbica, tornou-se uma das personagens LGBTQIA+ mais proeminentes da DC Comics nos anos 2000. Ela também virou super-heroína ao adotar a identidade do Questão, que até então era vivido por um homem. A personagem vai aparecer muito mais velha no filme que nos quadrinhos, já que Rosie Perez tem 54 anos. Ela fez sua estreia no cinema em “Faça a Coisa Certa” (1989), de Spike Lee, e viveu seu auge nos anos 1990, quando foi indicada três vezes ao Emmy pelas coreografias do humorístico “In Living Color” e ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo drama “Sem Medo de Viver” (1993). Perez vai se juntar a Margot Robbie, que voltará a viver Arlequina após “Esquadrão Suicida” (2016), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o lançamento está marcado para fevereiro de 2020.

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    Parceria dos heróis Falcão e Soldado Invernal vai continuar em série da Marvel

    30 de outubro de 2018 /

    A Marvel vai produzir uma série com Falcão e Soldado Invernal para o serviço de streaming da Disney, afirmou a revista Variety, que revelou até o roteirista encarregado de desenvolver o piloto: Malcolm Spellman, escritor da série “Empire”. O projeto faz parte de uma nova linha de séries com os integrantes dos Vingadores que não tiveram filmes solos. A nova atração vai se juntar a duas outras produções noticiadas anteriormente, que seriam centradas em Loki e na Feiticeira Escarlate, e estreladas por seus intérpretes de cinema, respectivamente Tom Hiddleston e Elizabeth Olsen. Ao contrário das demais séries da Marvel, produzidas pela divisão televisiva da empresa, os spin-offs dos Vingadores terão produção de Kevin Feige, o presidente do estúdio Marvel de cinema e responsável pelos filmes dos super-heróis. Os intérpretes de Falcão e Soldado Invernal são Anthony Mackie e Sebastian Stan, que voltarão a viver Falcão e o Soldado Invernal em “Vingadores 4”, que estreia nos cinemas brasileiros em 2 de maio. A série deve continuar sua história após os eventos do filme.

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    Cineasta de Operação Overlord vai dirigir novo filme de Flash Gordon

    30 de outubro de 2018 /

    O diretor australiano Julius Avery, que está prestes a se tornar mais conhecido do público com o lançamento do terror “Operação Overlord”, foi contratado pela Fox para escrever e dirigir uma nova versão de “Flash Gordon” no cinema. O projeto está em desenvolvimento há bastante tempo e já teve Matthew Vaughn (“Kingsman” e “Kick-Ass”) cotado para dirigir. Vaughn, em vez disso, vai produzir a nova adaptação. Ele teria sido um dos incentivadores da contratação de Avery para o longa. “Flash Gordon” será o terceiro filme de Avery, que estreou com o thriller australiano “Sangue Jovem” (2014), estrelado por Ewan McGregor, Brenton Thwaites e Alicia Vikander, e está apavorando com “Overlord”, que tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia na próxima semana (8/11) no Brasil. O diretor se define como fã de Flash Gordon e foi rapidamente contratado após apresentar para o estúdio como imaginaria um resgate do personagem. Criado pelo gênio dos quadrinhos Alex Raymond em 1934, “Flash Gordon” acompanha o herói do título num planeta alienígena chamado Mongo, onde vai parar com sua namorada e um cientista russo, aliando-se à revolucionários que pretendem derrubar o ditador Ming, um líder sanguinário com planos para a conquista da Terra. Repleto de mulheres fatais, com direito às primeiras minissaias da História, além de naves espaciais, raios laser, homens-leões e homens com asas, a obra de Raymond já foi adaptada em três filmes na época dos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940, cujo visual avançado chegou a servir de referência para “Guerra nas Estrelas” e “O Império Contra-Ataca”. O personagem também ganhou um filme em 1980, que tentou pegar carona justamente no sucesso de “Guerra nas Estrelas”, mas o resultado decepcionou os fãs dos quadrinhos e é mais lembrado por sua trilha sonora, composta pela banda Queen, e por ter virado piada na comédia “Ted”, de Seth MacFarlane. Caso seja bem-sucedida, a produção pode inaugurar uma nova franquia baseada em quadrinhos na Fox, que vai perder os “X-Men” para a Marvel, em consequência de sua aquisição pela Disney. Relembre abaixo a famosa música tema de “Flash Gordon” de 1980.

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    O Mundo Sombrio de Sabrina é processada por Igreja satanista por cópia realista da escultura de Baphomet

    30 de outubro de 2018 /

    A série “O Mundo Sombrio de Sabrina” surpreendeu os desavisados por mostrar a família da protagonista como devotos do diabo. Mas em vez de esperados protestos de grupos de pressão evangélicos, os produtores se surpreenderam por receber ameaças de uma Igreja satanista, que decidiu processar a Netflix. O pomo da discórdia é uma estátua de Baphomet, uma figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, líder da seita Satanic Temple, a estátua tem exatamente o mesmo design da que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Ele ainda diz que a seita tem os direitos autorais da estátua, e que pretende processar a Netflix. “Sim, estamos tomando ações legais contra o roubo da nossa propriedade intelectual, protegida por direitos autorais, contra a Netflix e sua série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’. Eles não podem se apropriar do nosso design para promover o seu patético pânico satânico”, escreveu Graves no Twitter. “Eu estou realmente impressionado com as pessoas me perguntando porque tomaríamos atitudes legais contra a Netflix”, completou mais tarde. “Vocês teriam a mesma atitude se uma obra de ficção usasse uma mesquita real como o quartel-general de uma organização terrorista?”. Curiosamente, Sabrina não retrata os satanistas como maléficos apenas por serem adoradores do diabo. Ao contrário, mostra que bruxas e magos seguem um código de ética moral, e que eles acreditam que o diabo não representa o mal na Terra, mas o livre arbítrio. São temas que também fazem parte, ainda que menos didaticamente, da série “Lucifer”. A diferença é que Sabrina pretende usar os conhecimentos das Artes Ocultas para derrotar o próprio diabo, que ela descobre ser um grande mentiroso com uma agenda sinistra. Compare abaixo as imagens de Baphomet da série com a escultura original, inaugurada em 2015. Yes, we are taking legal action regarding #TheChillingAdventuresofSabrina appropriating our copyrighted monument design to promote their asinine Satanic Panic fiction. — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018 I'm amazed that anybody is confused as to why we would seek legal remedy over Sabrina using our monument. Would they be as understanding of a fictional show that used a real mosque as the HQ of a terrorist cell? A fictional Blood Libel tale implicating real world Jews? — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018

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    Nova foto dos bastidores de Elseworlds revela uniforme da Batwoman mais de perto

    30 de outubro de 2018 /

    O coordenador de dublês e diretor de “Arrow” James Bamford postou em seu Instagram uma nova foto em que a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) aparece caracterizada como Batwoman, nos bastidores do crossover “Elseworlds”. A foto mostra o uniforme mais de perto, revelando mais detalhes. Bamford dirigiu a atriz no episódio 9 da 7ª temporada de “Arrow”, o capítulo do meio do crossover, e escreveu nas redes sociais: “Cuidado com essa mulher… Ela é uma força! Que prazer absoluto trabalhar com esse ser humano!” Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da Batwoman. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Curiosamente, a atriz ainda não apareceu em fotos como Kate Kane, a identidade secreta da heroína, então não se sabe se ela irá preservar suas conhecidas tatuagens e cabelo curto ao viver a personagem. Segundo a sinopse, Kate Kane é uma jovem “armada com uma paixão pela justiça social e uma vontade de falar o que pensa”. A heroína terá que superar os seus próprios demônios para “abraçar o seu destino como o símbolo de esperança de Gotham City”. Há a expectativa de que, após o crossover, Batwoman ganhe uma série própria. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da personagem. Dividido em três episódios, “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, em episódios das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, exatamente nesta ordem. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. Visualizar esta foto no Instagram. @rubyrose and myself kickin’ it crossover style….Episode 709….ARROW….#Elseworlds………watch out for this woman…..she’s a force! ??What an absolute pleasure to work with this human! Uma publicação compartilhada por James Bamford (@james2bambamford) em 27 de Out, 2018 às 6:12 PDT

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    Diretor de It: A Coisa vai filmar versão americana do mangá Ataque dos Titãs

    30 de outubro de 2018 /

    O diretor Andy Muschietti definiu seu próximo projeto. Ele vai continuar na Warner após terminar a produção de “It: A Coisa – Parte 2” para dirigir a adaptação americana do mangá e anime “Ataque dos Titãs” (Attack on Titan). Fenômeno de vendas no Japão, o mangá de Hajime Isayama já teve mais de 76 milhões de exemplares comercializados desde seu lançamento em 2009. A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que retrata a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para destruir a civilização. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. A história já foi adaptada num anime cultuadíssimo de 2013, dirigido por Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”), e também ganhou versão “live action” nos cinemas japoneses, lançada em duas partes em 2015. Mas a ideia de realizar uma versão americana é daqueles projetos que parecem feitos para reforçar a teimosia de Hollywood. Além de investir milhões em adaptações de games que nunca fazem sucesso, os estúdios americanos agora insistem em filmar mangás, mesmo diante do prejuízo de “Ghost in the Shell” e das críticas negativas que acompanham esse tipo de projeto, com acusações de apropriação cultural e embranquecimento de elenco – veja-se também a versão de “Death Note” da Netflix. E vem aí “Alita: Anjo de Combate”, com estreia prevista para fevereiro. A produção da americanização de “Ataque dos Titãs” está a cargo de David Heyman (das franquias “Harry Potter” e “Animais Fantástico”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Deadpool 2 será relançado para menores com cenas inéditas filmadas em segredo

    30 de outubro de 2018 /

    “Deadpool 2” vai mesmo ganhar uma nova versão de cinema para menores, com censura indicativa de 13 anos nos Estados Unidos. E a Fox está considerando o projeto como um filme novo, com direito a título diferente. Vai se chamar “The Deadpool Before Christmas’ (“Deadpool Antes do Natal” em tradução literal), uma referência ao título original da animação em stop-motion “The Nightmare Before Christmas”, conhecida no Brasil como “O Estranho Mundo de Jack” (1993). A alteração visa deixar claro que não se trata de uma simples reedição do material original. O ator Ryan Reynolds filmou cenas inéditas e exclusivas, em segredo, para o “novo filme”, que chegará aos cinemas americanos em 21 de dezembro, quatro dias antes do Natal. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick confirmaram os detalhes em entrevista para o site /Film. “Nós definitivamente filmamos coisas inéditas”, disse Wernick. “E recentemente também. Depois que ‘Deadpool 2’ saiu, sentamos para conversar sobre novos projetos e então Ryan teve uma ótima ideia para enquadrar o filme para uma censura de 13 anos, todos nós ficamos animados e procuramos o estúdio. Eles disseram: ‘Sim, vamos fazer isso. Ligue as câmeras’. Cerca de dois meses depois, estávamos no set filmando novamente. Ryan estava usando o traje e o time estava de volta, Dave Leitch e Ryan e todos nós, nos divertindo muito. Então estamos super animados com isso.” Eles não revelaram quem mais participou das filmagens extras, mas como Ryan Reynolds anunciou o projeto no Twitter com uma imagem de Deadpool lendo um livro infantil para Fred Savage, parodiando o clássico “A Princesa Prometida” (1987), há especulações sobre o envolvimento do ator no projeto. O filme de Natal de Deadpool não tem previsão de lançamento no Brasil.

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