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    Chadwick Boseman (1977 – 2020)

    29 de agosto de 2020 /

    O ator Chadwick Boseman, estrela do blockbuster “Pantera Negra”, morreu na noite de sexta (28/8) de câncer de cólon em sua casa, ao lado de sua família, aos 43 anos. Boseman manteve sua luta contra a doença em segredo do público, mas sua família revelou que ele tinha sido diagnosticado há quatro anos. “Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou em tudo e trouxe para vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam”, disse sua família em um comunicado. “De ‘Marshall’ a ‘Destacamento Blood’ e vários outros, todos foram filmados durante e entre incontáveis ​​cirurgias e quimioterapia. Mas a grande honra de sua carreira foi dar vida ao Rei T’Challa em ‘Pantera Negra’.” Kevin Feige, presidente da Marvel Studios e Chefe Criativo da Marvel, classificou o falecimento de Boseman de “absolutamente devastador. Ele era nosso T’Challa, nosso Pantera Negra e nosso querido amigo. Cada vez que ele pisava no set, ele irradiava carisma e alegria, e cada vez que ele aparecia na tela, ele criava algo verdadeiramente indelével”. “Ele incorporou muitas pessoas incríveis em seu trabalho, e ninguém era melhor em dar vida a grandes homens. Ele era tão inteligente, gentil, poderoso e forte quanto qualquer pessoa que retratou. Agora ele ocupa seu lugar ao lado deles como um ícone para todos os tempos. A família da Marvel Studios lamenta profundamente sua perda, e estamos de luto esta noite com sua família.” Robert A. Iger, presidente executivo e presidente do conselho da The Walt Disney Company, também emitiu uma declaração em luto por Boseman. “Estamos todos com o coração partido pela trágica perda de Chadwick Boseman – um talento extraordinário e uma das almas mais gentis e generosas que já conheci. Ele trouxe enorme força, dignidade e profundidade para seu papel inovador de Pantera Negra; destruindo mitos e estereótipos, tornando-se um herói tão esperado para milhões ao redor do mundo e inspirando todos nós a sonhar mais alto e exigir mais do que o status quo. “Ficamos tristes por tudo o que ele foi, assim como por tudo o que estava destinado a se tornar. Para seus amigos e milhões de fãs, sua ausência da tela é apenas eclipsada por sua ausência de nossas vidas. Todos nós da Disney enviamos nossas orações e sinceras condolências à família dele. ” Chadwick Boseman nasceu e foi criado na cidade de Anderson, na Carolina do Sul, e mais tarde estudou na Howard University, formando-se em 2000 com um Bacharelado de Belas Artes em Direção. Depois disso, fez cursos de teatro em Londres e conseguiu seu primeiro papel na TV em 2003, um episódio de “Third Watch”. Ele passou a aparecer em séries como “Law & Order”, “CSI: NY” e “ER”, até conseguir seu primeiro papel recorrente em 2008, na série “Lincoln Heights”. No mesmo ano, foi escalado no primeiro filme, “No Limite – A História de Ernie Davis”. A grande virada em sua carreira veio cinco anos depois, quando se tornou o protagonista de “42: A História de uma Lenda” (2013), cinebiografia do pioneiro do beisebol Jackie Robinson, o primeiro jogador negro a entrar na liga principal do esporte. O papel veio quando ele estava pensando em mudar de carreira e se tornar diretor, após assinar dois curta-metragens. “42” adiou definitivamente os planos de passar para trás das câmeras, tornando Boseman um ator requisitado. Em seguida, ele integrou o elenco de outro drama esportivo, “A Grande Escolha” (2014) e encarou mais uma cinebiografia, “Get on Up: A História de James Brown” (2014), encarnando o pai do funk. A mudança para as fantasias de ação com grandes orçamentos e muitos efeitos visuais se deu em “Deuses do Egito” (2016), filme que rendeu polêmica ao escalar atores brancos como egípcios. Ele não se esquivou da situação racista e foi incisivo durante as entrevistas de divulgação. “Quando me abordaram com o roteiro do filme, eu rezei para que essa polêmica acontecesse. E eu sou grato que aconteceu, porque, na verdade, eu concordo com ela”, disse na época à revista GQ, lamentando que Hollywood “não faz filmes de US$ 140 milhões estrelados por negros e pardos”. A atitude demonstrada durante o caos de “Deuses do Egito” poderia prejudicar um ator como ele em outros tempos. Mas em 2016 ajudou a mudar o jogo, encerrando a tradição de embranquecimento cinematográfico de Hollywood. Logo em seguida, Boseman jogaria a pá de cal no preconceito contra protagonistas negros em produções milionárias. Ele virou super-herói da Marvel em seu filme seguinte, “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo, num contrato para cinco produções, servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África de “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Entre as aparições como Pantera Negra, Boseman ainda estrelou “Marshall: Igualdade e Justiça” (2017), outra cinebiografia, desta vez de Thurgood Marshall, o advogado que se tornaria o primeiro juiz afro-americano da Suprema Corte dos EUA. Ele ainda voltou a se reunir com os diretores de “Vingadores: Ultimato”, desta vez como produtores, no thriller de ação “Crime sem Saída” (2019), mas seus últimos trabalhos foram com cineastas negros. Neste ano, ele posou novamente como um herói lendário no filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee. E chegou a terminar sua participação em “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), como um trumpetista ambicioso da banda da rainha do blues Ma Rainey. Baseado numa peça de August Wilson (“Fences”), o filme do diretor George C. Wolfe é coestrelado por Viola Davis e ainda não tem previsão de estreia. “A Voz Suprema do Blues” será sua derradeira aparição nas telas, mas ele ainda poderá ser ouvido numa participação especial no lançamento da série animada “What If”, da Disney+ (Disney Plus), onde deixou registrada sua voz como Pantera Negra pela última vez. A morte do jovem astro no auge de sua carreira deixou o mundo do entretenimento atordoado e dominou as redes sociais na madrugada, com reações de surpresa e lamentações, inclusive uma declaração inédita da DC Comics, declarando “Wakanda Forever” para “o herói que transcende universos”. “Este é um golpe esmagador”, disse o cineasta Jordan Peele no Twitter, um dos muitos que expressaram choque quando a notícia foi confirmada. “Estou devastado”, afirmou Chris Evans, o Capitão América da Marvel, acrescentando que “ele ainda tinha tanto por criar”. “Isso me quebrou”, assumiu a atriz Issa Rae. “Uma perda imensa”, resumiu o Twitter oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA.

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  • Filme

    Estreia de Os Novos Mutantes sofre boicote da crítica nos EUA

    27 de agosto de 2020 /

    “Os Novos Mutantes” tornou-se a primeira grande estreia de Hollywood durante a pandemia de coronavírus. Após inúmeros adiamentos, o filme de super-heróis da Marvel finalmente chega nos cinemas dos EUA nesta sexta (28/8), antes mesmo de “Tenet”. Mas o espectador menos avisado pode nem perceber, porque os críticos americanos resolveram boicotar sua divulgação. A poucas horas da primeira sessão, o filme sequer tem nota no Rotten Tomatoes, onde apenas três resenhas foram compiladas – duas delas da Espanha. Alguns dos críticos mais prestigiados dos EUA já avisaram que não vão escrever sobre filme em protesto contra a Disney, que não promoveu sessões para a imprensa ou providenciou cópias digitais do longa, algo que pouparia os profissionais de ir aos cinemas em meio à pandemia de coronavírus. Um dos primeiros veículos a afirmar que não fará críticas do filme foi o The A.V. Club, que justificou a decisão com uma consulta a especialistas da área de Saúde, dizendo que enviar um crítico para assistir ao filme no cinema era temerário. Outros críticos, como Brian Tallerico (RogerEbert.com), Ty Burr (Boston Globe) e o site IndieWire se juntaram ao protesto e decidiram ignorar “Os Novos Mutantes” até que o estúdio estabeleça uma forma segura para que possam assití-lo. A Disney pode não ter interesse nessas resenhas, de todo modo. A única crítica americana publicada por uma veículo importante, a revista The Hollywood Reporter, considerou o filme genérico, mas apontou que suas personagens femininas eram interessantes o bastante para justificar uma continuação. Só que o estúdio está se esforçando ao máximo para que “Os Novos Mutantes” não tenha continuação. Não apenas pelo problema criado com a crítica, mas pelo simples fato de lançá-lo na pandemia, quando a maioria dos cinemas dos EUA ainda estão fechados. O longa dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) foi o último filme de personagens da Marvel produzido pela Fox antes de ser adquirida pela Disney, e os novos donos não tem interesse em dar sequência aos planos dos antigos produtores. O universo mutante acabou incorporado ao Marvel Studios, que ainda não revelou como pretende retomá-lo. É triste, mas todo o trabalho dispendido em “Os Novos Mutantes” parece ser considerado perdido, especialmente depois do péssimo desempenho de “X-Men: Fênix Negra”, e seu lançamento em cinemas ainda fechados parece uma mera formalidade para cumprir obrigações contratuais e, assim, liberar logo sua chegada ao streaming. Detalhe: o filme encontra-se sem previsão de estreia no Brasil.

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  • Filme

    Prólogo da franquia Kingsman é adiado para 2021

    27 de agosto de 2020 /

    A Disney decidiu adiar a estreia de “King’s Man: A Origem”, previsto para chegar aos cinemas em 17 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. A produção ficou para fevereiro de 2021. Em antecipação à mudança, o estúdio parou de promover o filme em junho. O adiamento segue a decisão da Disney de lançar “Mulan” em VOD, para exibição digital. Ao mesmo tempo, porém, o estúdio manteve a data de “Os Novos Mutantes”, que chega aos cinemas americanos nesta sexta (28/7), em plena pandemia. Por questão contratual, a Disney precisava lançar o filme da ex-Fox no circuito cinematográfico, mas não parece preocupada em queimar o título, demonstrando ter pouco interesse numa continuação. Aparentemente, o estúdio tem mais interesse em preservar “King’s Man: A Origem”, que é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. O filme é novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsáveis pelos dois “Kingsman” anteriores. A trama se passa na época da 1ª Guerra Mundial e apresenta a origem da agência secreta britânica, que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O elenco destaca Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz, além de Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), irreconhecível como o vilão Rasputin, também conhecido como “o monge louco”.

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  • Filme

    Maisy Williams confirma primeiro romance lésbico da Marvel em Os Novos Mutantes

    27 de agosto de 2020 /

    A atriz Maisy Williams (a Arya de “Game of Thrones”) confirmou, em entrevista à revista Variety, que terá uma relação lésbica em “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Marvel, que estreia nesta sexta (27/8) nos EUA. Questionada pela publicação se sabia desde o início que viveria um romance com outra mulher no filme, ela disse que sim. “Eu sabia pelos quadrinhos que Dani e Rahne têm uma conexão telepática. Quando falei com o diretor Josh Boone, ele explicou: ‘Vamos transformar isso em uma relação amorosa’. E eu concordei que faia sentido. Se você pudesse realmente ler a mente de alguém, acho que é isso que é amor – ser capaz de detectar a linguagem corporal de alguém e entender como está se sentindo e tentar fazer com que se sinta melhor, mesmo se você estiver em um ambiente social. Se essas duas personagens tem uma conexão telepática, acho que é meio que sinônimo de amor”. No filme, ela vive Rahne Sinclair, uma jovem escocesa que se transforma numa espécie de lobisomem, chamada Lupina. Ela se envolve com Danielle Moonstar, a Miragem, uma garota Cheyenne capaz de criar ilusões mentais. A personagem é vivida por Blu Hunt (“Another Life”) Maisie disse ter ficado feliz com a forma como relacionamento foi retratado. “Acho importante ter uma relação dessas à frente num filme de super-heróis. Eu amo que o relacionamento delas ficou normalizado em um filme desta escala. Acho que sequer o rotulamos, elas não pedem uma à outra para saírem em um encontro. Elas apenas se apaixonam”. Originalmente produzido pela 20th Century Fox, “Os Novos Mutantes” antecede assim iniciativas de inclusão planejadas pela Marvel Studios, que planejou apresentar um casal gay em “Eternos” e mostrar Valquíria assumida no próximo filme de “Thor”. A intérprete de Lupina ainda comentou que gostaria de revisitar sua personagem em outros filmes da Marvel, já que a Disney comprou a 20th Century Fox. “Eu ficaria animada para interpretar Rahne novamente. Quer dizer, quem sabe? Eu amo essa história. Acho que esses personagens são realmente interessantes para a juventude de hoje. E se o filme for bem, eu ficaria feliz em voltar e fazer mais. Acho que depende das pessoas. Se os adolescentes odiarem, vamos terminar por aqui. Mas se eles gostaram, então eu não privaria ninguém de sequências”. Entretanto, ela ponderou que não está buscando mais papéis de mulheres poderosas, e quer viver personagens capazes de demonstrar fragilidade em tramas que abordem temas contemporâneos. “Muitas das coisas que fiz recentemente foram em um mundo alternativo, e sinto falta da honestidade de interpretar uma garota que não é mutante ou não está salvando o mundo. Eu [quero interpretar] uma mulher complexa de hoje. Acho que falta algum tipo de vulnerabilidade nesses filmes, e eu realmente desejo me sentir vulnerável no set. Há um verdadeiro conforto em fazer algo que tem muitos efeitos ou sangue, porque há tantas outras coisas para distrair o público de você. Mas fazer algo mais cru é algo que estou desejando no momento”, contou. Para completar, disse que nunca se preocupou em ficar marcada como a Arya, de “Game of Thrones”, pois sempre encarou o papel na série da HBO apenas como o começo de sua carreira. “Sempre me senti confiante de que tenho muitas outras coisas para dar. Se eu soubesse que isso era tudo que poderia fazer, provavelmente seria tudo que faria pelo resto da minha carreira. E as pessoas ficarão felizes em me considerar para personagens semelhantes a Arya ou Rahne, e isso é muito fácil para mim fazer e há muito disso disponível para mim. Mas estou realmente interessado em mudar a opinião das pessoas sobre mim e mostrar às pessoas todos os outros lados que eu posso demonstrar na tela. Acho que já está acontecendo. Tive muitas reuniões realmente adoráveis ​​durante a quarentena, o que me deixou muito animada para o futuro”. Além de “Os Novos Mutantes”, ela estará em cartaz em seguida com o thriller “The Owners”, que tem estreia prevista para a próxima semana (4/9) nos EUA. “Não sei se as pessoas vão mesmo aos cinemas, mas espero que usem máscaras e que as salas estejam limpas. Se não estiver confortável, não vá”, acrescentou.

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    DC FanDome: Astros agradecem audiência de 22 milhões de fãs

    26 de agosto de 2020 /

    A primeira parte da convenção online DC FanDome, batizada de Hall of Heroes, foi vista por 22 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com informações da Warner. E o estúdio comemorou o sucesso com um vídeo de agradecimento, juntando cenas da convenção e mensagens das estrelas do universo expandido da DC Comics, de Gal Gadot a Dwayne “The Rock” Johnson, em reverência aos fãs. Veja abaixo. O evento realizado no sábado (22/8) foi visto em 220 territórios diferentes ao longo de 24 horas na internet, com painéis, entrevistas e outros conteúdos relacionados à filmes, séries, games e quadrinhos dos personagens da editora DC Comics. No Twitter, a convenção foi o assunto mais comentado em 53 países e, no YouTube, liderou a audiência em 82 regiões. Já os trailers dos filmes lançados durante a DC FanDome, que incluem “Mulher Maravilha 1984”, “The Batman” e o Snyder Cut de “Liga da justiça”, tiveram mais de 150 milhões de visualizações desde sábado passado, também de acordo com a Warner. A convenção retorna em 12 de setembro com sua segunda parte, com maior ênfase para as séries do Arrowverso e uma programação ainda mais extensa e exclusiva para os fãs.

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  • Etc

    Música do Nirvana vira hit após aparecer no trailer de Batman

    26 de agosto de 2020 /

    Quase 30 anos após o seu lançamento e sem nunca ter sido lançada em single, “Something in the Way”, do Nirvana, virou hit nas plataformas digitais. O sucesso fora de época aconteceu após a música surgir no primeiro trailer de “Batman”, revelado no final de semana durante o evento DC FanDome. Originalmente lançada no icônico álbum “Nevermind”, de 1991, a faixa está na 19ª posição entre as canções mais baixadas no iTunes. Já na Amazon Music, entrou em 23º lugar na lista das músicas mais vendidas. O uso de “Something in the Way” combinou com o tom de suspense noir do trailer do filme de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), que revelou as primeiras imagens do Batman vivido por Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), o Comissário Gordon de Jeffrey Wright (“Westworld”), a Selina Kyle/Mulher Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”), o Oswald Cobblepot/Pinguim do irreconhecível Colin Farrell (“Dumbo”), além de trazer um misterioso serial killer mascarado que pode ou não ser o Charada de Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”). Escrito e dirigido por Reeves, “Batman” ainda tem muita filmagem pela frente. A produção encontra-se paralisada pela pandemia, mas deve ser retomada brevemente no Reino Unido, tanto que a Warner não alterou a estimativa de estreia, que continua marcada para outubro de 2021. Reveja abaixo o trailer do filme ao som do Nirvana.

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  • Série

    The Flash vai escalar novo ator para despedida do Homem-Elástico

    25 de agosto de 2020 /

    O showrunner Eric Wallace, responsável por “The Flash”, explicou como a produção vai lidar com a demissão de Hartley Sawyer, dispensado após o fim da 6ª temporada com o surgimento de vários tuítes ofensivos, que ele escreveu antes de entrar na série. Sawyer interpretava Ralph Dibny, o Homem-Elástico, desde o quarto ano e seu corte repentino poderia deixar situações não resolvidas na trama. Em vez de destacar a novidade na DC FanDome, que ignorou notícias negativas, Wallace deixou para contar tudo o que vai acontecer numa entrevista para a revista Entertainment Weekly. Ele revelou que o personagem será vivido por outro ator e terá menos destaque, podendo aparecer apenas num episódio para concluir sua participação. O plano é tirar o Homem-Elástico do ar logo em seguida. Nos quadrinhos, após ser introduzido nas páginas do Flash, ele se casa com Sue Dearbon, que acaba de entrar na série, e passa a ter suas próprias aventuras, resolvendo crimes com a esposa. “É engraçado. Eu acho que, tecnicamente, será uma ‘re-escalação’, mas o personagem não vai ser uma grande parte da 7ª temporada. Ele só estará ali para encerrar a história de Sue”, disse Wallace. “Sim, alguns podem dizer que é uma re-escalação de elenco, mas nós vamos fazer de uma forma que honre o espírito do personagem, não apenas dando uma conclusão satisfatória para o mistério de Sue, mas também sendo feito com uma boa dose de humor”. Wallace ainda explicou que a troca de intérprete do Homem-Elástico será apresentada como parte do poder do personagem, que, como a série já mostrou, pode mudar de forma. A ideia é inserir o novo ator nos próximos episódios para que os fãs possam se despedir do herói. “Graças aos céus, Ralph é um cara que consegue mudar de rosto e de aparência. Sem dar muitos spoilers, há ainda algumas maneiras pelas quais poderemos ver o Homem-Elástico aparecendo em ao menos um episódio dessa temporada, para encerrar essa história. E isso ainda vai dar a chance de fazer com que os fãs possam se despedir do personagem, ao menos por um futuro próximo”. O produtor não revelou que ator vai substituir Hartley Sawyer no papel.

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  • Etc

    Cardi B homenageia Pamela Anderson em ensaio fotográfico

    25 de agosto de 2020 /

    A rapper e eventual atriz Cardi B (“As Golpistas”) publicou um ensaio fotográfico em seu Instagram, em que recria o visual de Barb Wire, personagem de quadrinhos que virou filme estrelado por Pamela Anderson em 1996. Ela aparece de arma em punho e com a roupa da personagem. Os quadrinhos tiveram curta duração (contando uma minissérie, foram 13 exemplares de 1994 a 1996), enquanto o filme foi destruído pela crítica (26% no Rotten Tomatoes) e fracassou nas bilheterias (arrecadou apenas US$ 3,8 milhões com um orçamento de US$ 23 milhões). Mas ganhou fama de cult com o lançamento em vídeo e com o passar do tempo. Cardi B ainda brincou com o nome da personagem ao legendar as imagens. Ela escreveu “Give it to Bardi” e “Bardi Anderson” no Twitter. Será curioso descobrir se há alguma razão especial para Cardi B canalizar Barb Wire nas redes sociais. Ela parece ser uma grande fã do personagem e pode estar em campanha para assumir o papel nas telas. Cardi B será vista a seguir em “Velozes e Furiosos 9”, em 2021. Confira abaixo do ensaio publicado no Instagram uma imagem de Pamela Anderson como Barb Wire, para perceber melhor a homenagem. Ver essa foto no Instagram Give it to Bardi Uma publicação compartilhada por Cardi B (@iamcardib) em 18 de Ago, 2020 às 3:30 PDT

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  • Etc

    O Esquadrão Suicida: Vídeo e pôsteres apresentam personagens do filme

    24 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou novos materiais de “O Esquadrão Suicida” vislumbrados durante a DC FanDome. A divulgação oficial inclui o vídeo de introdução dos personagens com seus respectivos intérpretes e os cartazes com ilustrações individuais de cada um deles. Menos Taika Waititi (“Jojo Rabbit”), cujo papel ainda está sendo mantido em segredo. O elenco contará com a volta de quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). Já as novidades incluem as participações de Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Steve Agee (“Superstore”), Storm Reid (“Euphoria”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e o citado Taika Waititi. Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” ainda não teve seu enredo revelado. A estreia está marcada para agosto de 2021.

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  • Filme

    Novo uniforme de Batman permite ir ao banheiro

    24 de agosto de 2020 /

    Um detalhe curioso sobre o novo uniforme de Batman foi compartilhado pelo diretor Matt Reeves durante sua participação na DC FanDome. “Vou te contar um negócio: Uma das coisas que o Christian Bale falou para o Rob [Pattinson] foi: ‘Só garanta que eles vão fazer um uniforme que você consiga ir se aliviar [no banheiro]”, disse o cineasta, contando que o novo uniforme tem zíper. Ele também disse que “o uniforme é que ele é bastante prático”. A ideia é que o uniforme tenha sido feito pelo próprio Batman. “Então, tivemos de construir algo que servisse bem nele, permitisse que ele se movimentasse, mas também parecesse que ainda está em processo de evolução”, contou Reeves. O diretor também encheu de elogios seu ator principal, Robert Pattinson. “Ele é um ator incrível. O trabalho que ele vem fazendo nos últimos seis anos é incrível. Ele é como um camaleão, um ator com um dom. E ele também compartilha da mesma paixão de fã em relação ao Batman que eu. Ele se parece com o Batman, mas, mais que qualquer coisa, ele tem a alma de alguém que pode interpretar o Batman como nunca vi antes”. O trailer noir, exibido durante a DC FanDome, parece ecoar esses elogios. Não viu? Veja aqui. O filme, chamado apenas de “Batman” no Brasil, estreia em outubro de 2021.

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    Criador de Arlequina elogia visual da personagem novídeo de O Esquadrão Suicida

    23 de agosto de 2020 /

    Um dos criadores da Arlequina, o roteirista Paul Dini mais que aprovou o visual da personagem no vídeo de bastidores de “O Esquadrão Suicida”. Ele definiu a aparência como “tão incrível”, ao ser questionado por um seguidor no Twitter sobre o novo look. “O Esquadrão Suicida” será o terceiro filme em que Margot Robbie interpreta a Arlequina. Mas ao contrário das produções anteriores, o primeiro “Esquadrão Suicida” e “Aves de Rapina”, em que usou roupas coloridas, pela primeira vez ela apareceu com trajes que refletem o esquema de cores de seus desenhos originais, trajando roupas em tons de vermelho e preto. Para quem não sabe, a Arlequina foi criada por Paul Dini e Bruce Timm no sétimo episódio da 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”, exibido originalmente em 1992 nos EUA. Era para ser uma aparição única, mas ela acabou voltando em mais 8 capítulos da série e em vários outros projetos, tornando-se uma das raras personagens criadas em outra mídia a fazer a transição para os quadrinhos – como outra criação de Dini e Timm, a policial Renee Montoya. Perdeu o trailer de “O Esquadrão Suicida”? Veja abaixo. So. AWESOME! https://t.co/27R2JJy6b6 — Paul_Dini (@Paul_Dini) August 22, 2020

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    Colin Farrell ficou irreconhecível como Pinguim no trailer de Batman

    23 de agosto de 2020 /

    Os segredos do trailer noir de “Batman”, lançado na reta final da maratona da DC FanDome, ainda não foram totalmente destrinchados. Tanto é que só agora começa a ficar claro que Colin Farrell (“Dumbo”) apareceu no vídeo. Irreconhecível, graças à maquiagem que o tornou mais gordo e com o rosto inchado, ele está em três breves cenas como Oswald Cobblepot, o Pinguim. Embora seja difícil identificá-lo sob a prótese visual, uma frase dita em sua aparição final, em que olha pelo retrovisor de um carro, torna a missão mais fácil. A voz é mesmo do ator, demonstrando como sua transformação foi impressionante, a ponto de sua participação passar batida na primeira olhada sobre o trailer. Além de Farrell, o trailer apresentou, claro, o Bruce Wayne/Batman de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), o Comissário Gordon de Jeffrey Wright (“Westworld”) e a Selina Kyle/Mulher Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”), além de trazer um misterioso serial killer mascarado que pode ou não ser o Charada de Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”). Escrito e dirigido por Matt Reeves, “Batman” ainda tem muita filmagem pela frente. A produção encontra-se paralisada pela pandemia, mas deve ser retomada brevemente no Reino Unido, tanto que a Warner não alterou a estimativa de estreia, que continua marcada para outubro de 2021. Não viu o trailer? Confira abaixo.

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    DC FanDome ensinou como se faz uma “Comic Con” online

    23 de agosto de 2020 /

    Em sua primeira convenção online para fãs, a DC Comics corrigiu vários erros da Comic-Con@Home, dando uma lição de organização e promoção. As principais lacunas da primeira iniciativa do gênero durante a pandemia foram resolvidas, ao transformar a DC FanDome num evento de streaming, que conseguiu monopolizar o noticiário do entretenimento e as redes sociais durante todo o sábado (22/8). Em vez de pulverizar os diversos painéis de suas atrações em vídeos distintos, a DC FanDome foi basicamente um programa ao vivo, com exibição ininterrupta e contínua de conteúdo relacionado ao universo de quadrinhos da editora DC Comics. Embora os filmes da Warner fossem as estrelas, a programação também serviu para lançar games, conversar sobre séries e chamar atenção para os próprios quadrinhos. Alguns painéis, claro, funcionaram melhor que outros. Se os seis minutos desperdiçados pelo elenco de “Shazam!” com pouco a dizer foram constrangedores, a participação de Matt Reeve, diretor de “Batman”, empolgou com detalhes e paixão por seu filme “noir”. Cada painel teve um formato diferente e as exibições foram intercaladas por apresentadores escolhidos entre representantes da cultura geek mundial. Os brasileiros, vindos da CCXP, foram os únicos a participar em dupla e também a se envolver num painel propriamente dito, mediando as entrevistas do elenco, da diretora e de convidados de “Mulher-Maravilha 1984”. Considerando que a aparição “surpresa” de Linda Carter, a Mulher-Maravilha original, tornou-se o ponto alto da conversa, a condução foi das menos relevantes. De fato, os apresentadores geeks, tão entusiasmados que só faltavam pular como cheerleaders, exageram o tom, ao tratar cada detalhe da programação como se fosse a revelação do primeiro trailer de “Batman”. Faltou modulação. E esse entusiasmo forçado ameaçou transformar a DC FanDome num grande infomercial. A situação foi contornada pelo envolvimento dos criadores em vários painéis. James Gunn foi seu próprio apresentador no divertido trecho de “O Esquadrão Suicida”, comandando, como mestre de cerimônias, a revelação dos personagens do filme, o trailer e até uma brincadeira de trívia da DC com o elenco. E Neil Gaiman contou tantas histórias dos bastidores de “Sandman” que deixou os fãs com ainda mais admiração por seu trabalho. Mesmo conversas genéricas, como a discussão temática do Multiverso, renderam detalhes deliciosos, graças ao encontro de pesos-pesados do conglomerado, como Jim Lee, que manda nos quadrinhos, Greg Berlanti, o chefe do Arrowverso, e Walter Hamada, responsável pelas adaptações da DC nos cinemas. Ao contrário da Comic-Con@Home, os fãs foram lembrados com sessões dedicadas a cosplay, fanart e até tatuagens relacionadas aos heróis dos quadrinhos. Como os painéis foram pré-gravados, não houve interações diretas, mas o público registrou suas reações instantâneas num shoutbox com a hashtag da DC FanDome no Twitter. Os organizadores ainda incluíram perguntas de fãs e celebridades aos debatedores. Algumas boas, outras bobas, como da tenista Venus Williams, sobre quem venceria uma partida de tênis entre Mulher-Maravilha e Mulher Leopardo – variação do eterno “quem é mais forte”, questão favorita das crianças. A Warner mobilizou suas equipes externas para acompanhar as apresentações, liberando trailers, vídeos e pôsteres na internet minutos após a exibição de cada painel, de forma a alimentar a cobertura do evento. Deu certo. Cada painel foi seguido por cobertura instantânea na mídia com o material disponibilizado. A transmissão ocorreu melhor em PC, rendendo alguns problemas de acesso em mobile. Mas a equipe técnica mostrou-se eficiente para resolver rapidamente os bugs. Dividido em dois dias, o evento será retomado no dia 12 de setembro, desta vez enfatizando as produções televisivas da DC e prometendo mais “experiências” para os fãs. É uma chance extra de contornar outro detalhe questionável da produção: o tom chapa branca. Afinal, o entusiasmo forçado dos apresentadores contrastou com o noticiário de dias antes, quando a DC Comics encolheu com demissão de vários profissionais e a decisão de desmontagem da plataforma DC Universe pela WarnerMedia. Nada disso sequer foi mencionado. A primeira série da DCU, “Titãs”, apresentou seu bloco sem revelar onde a 3ª temporada seria disponibilizada. Da mesma forma, também foi gritante a falta de referência a Hartley Sawyer no encontro do elenco de “The Flash”. O ator foi demitido por antigas postagens polêmicas no Twitter, situação que rendeu comentários até de Grant Gustin (o Flash) na ocasião. No entanto, quem acompanhou o bloco dedicado à série no evento pode ter ficado com a impressão de que ele nunca participou da produção. Ótima iniciativa, a DC Fandome merece virar um evento anual, mas precisa definir melhor sua identidade, decidir se é suficiente ser um infomercial de luxo ou se pretende virar uma convenção legítima para os fãs.

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