Última temporada de “The Walking Dead” não deve ser exibida na TV brasileira
A 11ª e última temporada de “The Walking Dead” não deve ser exibida pela TV brasileira. Apesar da campanha de renomeação do antigo canal Fox em Star ter sido ilustrada por cenas da série, o canal não tem previsão para transmitir os capítulos inéditos da atração. Em vez disso, os derradeiros episódios de “The Walking Dead” serão confirmados com exclusividade na plataforma Star+, que tem lançamento marcado para 31 de agosto. Detalhe: a 11ª temporada estreia nove dias antes na TV americana, em 22 de agosto. Na prática, isso significa que a temporada final de “The Walking Dead” chegará por aqui com atraso de episódios. Ainda não há informações sobre a periodicidade da exibição. Isto é, se a Star+ disponibilizará os novos capítulos no mesmo dia do lançamento nos EUA como fazia a Fox. Também não há notícias sobre se a série será apresentada na TV paga depois do lançamento em streaming. Nos EUA, os capítulos terá exibição adiantada em streaming, chegando já no dia 15 de agosto na AMC+, um semana antes da exibição na televisão. O fim de “The Walking Dead” foi dividido em três partes com um total de 24 episódios, que serão interrompidos por períodos sem exibição. Apenas oito capítulos fazem parte da leva que chega em agosto, enquanto as demais ficaram para o ano que vem.
“Venom: Tempo de Carnificina” é adiado para outubro
A Sony anunciou um novo adiamento de “Venom: Tempo de Carnificina” por conta da pandemia da covid-19. Previsto para estrear em 24 de setembro, o filme baseado nos quadrinhos da Marvel agora chegará aos cinemas em 14 de outubro no Brasil e um dia depois nos EUA. A decisão foi tomada porque as bilheterias dos cinemas nos Estados Unidos têm sido prejudicada pelo aumento de casos de covid-19 ligados à variante delta. Segundo pesquisa divulgada pela revista Variety, apenas 67% das pessoas se sentem seguros indo aos cinemas do país. Há um mês, o número era de 81%. Isto ajuda a explicar as bilheterias abaixo do esperado em relação a “O Esquadrão Suicida”, “Space Jam – Um Novo Legado” e “Jungle Cruise”. Mas é importante lembrar que estes três títulos tiveram lançamentos simultâneos em streaming. “Venom: Tempo de Carnificina” será lançado apenas nos cinemas. O filme estrelado por Tom Hardy já teve sua data de estreia modificada outras duas vezes. Originalmente, ele deveria ter estreado em outubro do ano passado. O lançamento vai acontecer, portanto, um ano após o planejado.
DC Comics explica decisão histórica de tirar Robin do armário
A DC Comics publicou um texto editorial em seu site oficial que explica a decisão de tirar Robin do armário. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake, o terceiro personagem a usar a roupa do herói, assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já namorou uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, o primeiro Robin, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. No texto publicado no site da DC, o colunista Alex Jaffe destaca a importância de ter um personagem como Robin, que sempre foi associado a um subtexto LGBTQIAP+, assumir-se abertamente queer. “É um momento sobre o qual continuaremos falando e celebrando por anos. O momento em que os fãs LGBTQIAP+ foram, não através de subtextos ou de um ‘ponto de vista’ mais permissivo, mas aberta e textualmente apoiados pela primeira vez desde que Kate Kane foi expulsa do exército. O momento em que um Robin, particularmente um Robin com história, legado e décadas de leituras com codificação queer em seu cinto de utilidades, recebeu a permissão de ser o ícone queer que sempre foi”. Apesar da declaração, vale lembrar que foi Dick Grayson, o Robin original, que virou alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960. E na época a resposta da DC foi ressaltar sua virilidade com parceiro sexual de muitas heroínas dos quadrinhos. De fato, o ex-Robin que virou Asa Noturna se tornou o maior “garanhão” da editora. “Expressar-se plenamente com uma traje colorido enquanto você escondia sua identidade do mundo já foi considerado escandaloso em uma nação amplamente homofóbica”, lembrou Jaffe no texto divulgado pela DC, considerando que foi por isso que a própria editora passou a censurar temas relacionados à comunidade queer durante décadas. A boa notícia é que a história romântica de Tim Drake continuará, na edição 10 da revista “Batman: Urban Legends”, tanto quanto herói e como um homem apaixonado por outro homem. “Tim Drake pode ser quem quer que ele queira ser. Por isso, assumir-se em ‘Batman: Urban Legends’ 6 é tão histórico”, oficializou a editora, num tuite próprio. Tim Drake can be whoever he wants to be 💯 Here's why his coming out in BATMAN: URBAN LEGENDS #6 is so historic: https://t.co/HwLUefJVzX pic.twitter.com/S7VrdCFPKl — Batman (@DCBatman) August 11, 2021 This likely isn’t the first piece about the big Tim Drake news you’ve read this week, but it is the first you can read on the DC Comics website. Honored to be the one to cover it.https://t.co/Kw7JSiVq3d — Alex Jaffe (@AlexJaffe) August 11, 2021
Final alternativo de “Viúva Negra” vaza na internet
Um final alternativo de “Viúva Negra” vazou na internet, multiplicando-se em compartilhamentos em várias plataformas. Diferente da cena exibida nos cinemas, este fim mostra Natasha (Scarlett Johansson) voltando até Ohio, antes de embarcar na missão de “Vingadores: Guerra Infinita”. Estacionando a moto em frente à casa onde passou parte de sua infância com a família formada pela Sala Vermelha, ela observa crianças brincado de Vingadores e interage com sua versão mirim. Confira a cena abaixo. Em cartaz nos cinemas e na plataforma Disney+, “Viúva Negra” já faturou mais de US$ 360 milhões nas bilheterias mundiais, mas também colocou a Disney e Scarlett Johansson em pé de guerra. A estrela processou o estúdio pelo lançamento simultâneo em streaming, que não estava previsto em seu contrato e que representa uma perda financeira significativa para suas pretensões com o lançamento cinematográfico.
Premiação do Emmy 2021 vai acontecer ao ar livre
A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy deste ano será realizada ao ar livre em Los Angeles, por conta do aumento de infecções da variante delta do coronavírus. O evento deveria inicialmente acontecer em um espaço fechado diante de uma plateia limitada, composta apenas por um grupo seleto de indicados ao prêmio. Apesar da mudança, a premiação principal continua marcada para o mesmo dia: 19 de setembro. Além do aumento de diversidade e inclusão entre os indicados, o Emmy 2021 também se caracteriza por uma grande quantidade de indicações obtidas por séries de super-heróis. As produções do gênero surpreenderam com um total de 39 nomeações, mas parte desses troféus serão entregues com uma semana de antecedência em um evento prévio, batizado de Emmy das Artes Criativas, que não costuma ser televisado por reconhecer o trabalho de técnicos e artistas que não são celebridades. No Brasil, a cerimônia principal será transmitida ao vivo pelo canal pago TNT.
Lucifer enfrenta o apocalipse no trailer da última temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da primeira metade da temporada final de “Lucifer”, que mostra o protagonista relutante em assumir seu lugar no Céu. A situação se complica com o surgimento de um novo diabo – ou melhor, uma diaba vivida por Brianna Hildebrand (de “Deadpool”) – e nada menos que os sinais de um inevitável apocalipse. Originalmente, os produtores tinham planejado encerrar a série com Lucifer no Céu e Chloe aposentada da polícia, situação que finalizou o quinto ano de produção. Mas o sucesso de público fez a Netflix encomendar uma temporada extra, após anunciar o cancelamento, e o trailer dos novos episódios sugere que a solução encontrada para continuar a história é uma procrastinação literal, com Lucifer buscando motivos para permanecer na Terra. O final da prévia ainda apresenta Chloe (Lauren German) tentando matar Lúcifer (Tom Ellis) como último ato da série – só que não, já que ainda existe uma segunda metade do sexto ano. Os novos episódios estreiam em 10 de setembro.
DC revela que Robin é bissexual
A DC Comics finalmente tirou Robin do armário. Não Dick Grayson, o Robin original, que depois de virar alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960 passou a exibir sua virilidade com muitas heroínas da editora, mas o terceiro personagem a vestir o uniforme colorido. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já tinha namorado uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. A novidade em relação ao Robin repercutiu nas redes sociais, e inspirou pedidos para outros heróis saírem do armário – inclusive a citada Stephanie Brown. Tim Drake vai estrear em live action na 3ª temporada de “Titãs”, que tem lançamento marcado para esta quinta-feira (12/8) nos EUA. A DC tirou o Tim Drake do armário 🏳️🌈 pic.twitter.com/wGfbh1F47B — Chris – Diversidade Nerd (@chrisgonzatti) August 10, 2021 Essa thread aqui mostra quando o Tim conheceu o Bernard (há muito tempo atrás), e como a química deles já era clara. https://t.co/A5wKsEPOtB — Nação DC (@Nacao_DC) August 10, 2021 Now can we confirm Steph’s bisexuality!! pic.twitter.com/cPAnCnkh42 — Kat Calamia (@ComicUno) August 10, 2021
“Patrulha do Destino” enfrenta a Irmandade Negra no trailer da 3ª temporada
A HBO Max divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). A prévia retoma a ação do final da temporada anterior, interrompida pela pandemia antes do desfecho previsto, mas logo introduz as novas aventuras surreais dos super-heróis mais bizarros da DC Comics, com direito à revelação de vários antagonistas, incluindo o gorila “francês” Monsieur Mallah e o Cérebro (que é literalmente um cérebro sem corpo), vilões clássicos dos quadrinhos. Os dois surgiram juntos nas páginas da “Patrulha do Destino” em 1964, mas vão aparecer com reforços em sua primeira adaptação live-action. É que o Cérebro também lidera a Irmandade Negra, um grupo de supervilões que inclui, entre outros integrantes, a Madame Rouge, vista de relance na prévia num visual muito maquiado de Michelle Gomez (a Madame Satã de “O Mundo Sombrio de Sabrina”). Já o time dos heróis é vivido por April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, além de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas primeiras temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão – acima dos 91% de “Loki” e “WandaVision”. Os novos episódios chegam em 23 de setembro em streaming.
Trailer de “What If…?” revela origem da Capitã Bretanha
A Disney+ divulgou um último trailer de “What If…?” na véspera da estreia de sua nova série da Marvel Studios, que também é a primeira animação oficial do estúdio. A prévia mostra a origem da Capitã Bretanha (ou Capitã Carter) e promete revelar várias linhas temporais alternativas, que apresentam variantes de personagens conhecidos da Marvel. O grande diferencial da produção é que ela conta com a participação de diversos atores do MCU (sigla do Universo Cinematográfico da Marvel) dublando as versões animadas de seus personagens. Entre eles, destaca-se Chadwick Boseman, que gravou suas últimas palavras como T’Challa, o Pantera Negra, antes de morrer de câncer no ano passado. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram como a Marvel seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Além de Chadwick Boseman, a lista de participações na série inclui Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro), Hayley Atwell (Agente Carter), Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface), entre outros. Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). Para quem não conhece, o Vigia é uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série ou no novo longa do Quarteto Fantástico, já anunciado pela Marvel. A conferir. A estreia de “What If…?” acontece na quarta-feira (11/8).
James Gunn quase matou mais um personagem em “O Esquadrão Suicida”
O banho de sangue de “O Esquadrão Suicida”, que teve o maior número de mortes de personagens entre todas as adaptações de quadrinhos já produzidas, poderia ter sido ainda maior, caso o diretor James Gunn levasse adiante seu plano original. Em entrevista cheia de spoilers para a revista Variety, o diretor contou que desistiu de matar a carismática Caça-Ratos 2 após escalar a portuguesa Daniela Melchior no papel. Gunn admitiu que a personagem o conquistou e se mostrou “doce demais para morrer”. “Acho que foi a única mudança que fizemos. O final original, que eu propus para a DC, tinha uma morte a mais do que vemos no filme, que era a de Caça-Ratos 2. Mas ela era uma personagem tão doce, achei que o filme ia ficar sombrio demais. Não é que a gente não ame o Bolinha, nós o amamos, mas eu não conseguiria matá-la no lugar dele”, comentou. “O Esquadrão Suicida” não poupou nem os personagens que Gunn reaproveitou do filme anterior, dirigido por David Ayer em 2016. Os heróis/vilões que voltaram foram a Arlequina (Margot Robbie), Amanda Waller (Viola Davis), Rick Flag (Joel Kinnaman) e o Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e alguns deles se despediram da franquia de forma sangrenta na produção. Espécie de “Os Doze Condenados” com o humor trash de “O Vingador Tóxico” e o orçamento da “Liga da Justiça”, “O Esquadrão Suicida” é tranquilamente a melhor adaptação de quadrinhos desde “Coringa”, com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado na quinta-feira passada (5/8), o filme lidera as bilheterias do Brasil.
“O Esquadrão Suicida” faturou 52% das bilheterias de cinema do Brasil
“O Esquadrão Suicida” ajudou a aumentar o público de cinemas no Brasil no último fim de semana. Ao todo, 728,5 mil espectadores pagaram R$ 13,7 milhões para assistir aos títulos em cartaz, segundo dados da consultoria Comscore. E “O Esquadrão Suicida”, lançado na quinta-feira (5/8), foi o filme mais visto do período, respondendo por 52% de todos os ingressos vendidos. Com 378,2 mil espectadores, arrecadou R$ 7 milhões para assumir uma liderança folgada nas bilheterias, contra R$ 1,78 milhão do até então imbatível “Velozes e Furiosos 9”, que levou 95,2 mil pessoas aos cinemas – 13% do total. O pódio se completou com “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que manteve o 3º lugar da semana passada com uma arrecadação de cerca de R$ 990 mil, não muito à frente de “Space Jam 2 – Um Novo Legado” ( R$ 988 mil) e “Jungle Cruise” (R$ 918 mil). Veja abaixo a lista dos 10 filmes vai vistos no Brasil durante o primeiro fim de semana de agosto. Top10 BRASIL #filmes #bilheteria #cinema FINDE 5-8/8:1. Esquadrão Suicida2. Velozes e Furiosos 93. Um Lugar Silencioso 24. Space Jam5. Jungle Cruise6. Tempo7. Viúva Negra8. Blackpink: The Movie9. Croods 210. Dupla Explosiva 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 9, 2021
“O Esquadrão Suicida” lidera mas não anima bilheterias dos EUA
“O Esquadrão Suicida” estreou em 1ª lugar nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, marcando a primeira liderança de um filme “R-Rated” (para maiores nos EUA) desde o começo da pandemia, em março de 2020. Mas a arrecadação de US$ 26,5 milhões foi menor do que a esperada para um lançamento em 4.002 cinemas e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho reflete o temor pela variante delta do coronavírus, que tem causado aumento de internações nos EUA, e o lançamento simultâneo na HBO Max. Ao contrário de “Viúva Negra”, que cobrava ingresso digital, “O Esquadrão Suicida” chegou ao streaming de graça para os assinantes americanos da plataforma da WarnerMedia. No mercado internacional, “O Esquadrão Suicida” arrecadou mais US$ 35 milhões de 70 países. Como já tinha sido lançado em alguns territórios na semana passada, seu total global está em US$ 72,2 milhões. Mesmo muito longe de recuperar o investimento de US$ 185 milhões em sua produção – sem contar os elevados custos de P&A (divulgação e marketing) – , o longa dirigido por James Gunn saiu-se melhor que o lançamento anterior da DC Comics, “Mulher-Maravilha 1984”. Disponibilizado no auge da pandemia, “Mulher-Maravilha 1984” fez só US$ 16,7 milhões no fim de semana de Natal, nos EUA e Canadá. E também foi lançado simultaneamente na HBO Max. “A performance deste fim de semana de ‘O Esquadrão Suicida’ mostra mais uma vez a imprevisibilidade de um mercado cinematográfico cujo sucesso aumenta e diminui com base em um conjunto de fatores díspares em constante evolução, incluindo não apenas as métricas usuais, mas também o impacto de uma pandemia preocupante sobre o comportamento do consumidor”, disse Paul Dergarabedian da Comscore. “É claro que o lançamento simultâneo em streaming de qualquer filme tem implicações, mas no ambiente de hoje é muito simplista analisar o desempenho de um filme com base apenas nessa variável, já que há muitas outras.” As notícias sobre a variante delta passaram a ocupar os noticiários dos EUA depois da estreia de “Viúva Negra”, que bateu o recorde de bilheteria da pandemia, com US$ 80 milhões. Mas o que parecia assinalar o reaquecimento do mercado foi rapidamente afetado pelas manchetes de agosto, levando ao fraco desempenho de “Jungle Cruise” na semana passada e à baixa venda de ingressos para a adaptação dos quadrinhos da DC Comics neste fim de semana. Líder no levantamento anterior, “Jungle Cruise” ficou com o 2º lugar neste domingo (8/8), com US$ 15,7 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme já faturou US$ 65,3 milhões nos EUA e Canadá e atingiu um total de US$ 121,8 milhões globalmente – sem contar os US$ 30 milhões revelados pela Disney em streaming no fim de semana passado. O terror “Tempo” ficou num distante 3º lugar em seu terceiro fim de semana na América do Norte, com US$ 4,1 milhões, para chegar a US$ 38,5 milhões domésticos e US$ 65,2 milhões mundiais. Em 4º lugar, “Viúva Negra” somou mais US$ 4 milhões. O filme que levou Scarlett Johansson a processar a Disney já faturou US$ 174,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 359,8 milhões em todo o mundo – sem contar as sessões pagas da Disney+. O Top 5 se fecha com “Stillwater”, filme estrelado por Matt Damon e ainda inédito no Brasil, com US$ 2,9 milhões e um total de US$ 10 milhões em 10 dias. “Stillwater” tem estreia prevista no Brasil para 2 de setembro.
Vídeo introduz novo super-herói de “The Boys”
A Amazon Prime Video postou uma nova edição do programa da rede de notícias da Vought, conglomerado de mídia da série “The Boys”. Desta vez, o destaque trazido pelo âncora Cameron Coleman (vivido por Matthew Edison) é um novo super-herói: Supersonic, que a reportagem sugere ser ex-namorado de Starlight no tempo em que os dois faziam parte do grupo de heróis adolescentes Young Americans. O personagem será vivido na 3ª temporada de “The Boys” por Miles Gaston Villanueva (“Law & Order: True Crime”). O noticiário também desmente as “fake news” que alegam que a personagem de Erin Moriarty estaria exausta, atualiza a disputa entre Profundo (Chace Crawford) e a Igreja do Coletivo e mostra o Trem-Bala (Jessie T. Usher) de volta à ativa e prometendo uma nova corrida contra um adversário misterioso. Para completar, o telejornal ainda exibe um comercial de seu patrocinador, o programa de assistência Global Wellness Center, da Vought, dedicado a super-heróis traumatizados. A aparição sugere que a iniciativa será explorada na trama da série, e a sugestão de que Starlight estaria enfrentando Síndrome de Burnout pode ter relação com isso. O criador da série, Eric Kripke, comentou anteriormente que o programa serve como ponte entre a 2ª e a 3ª temporadas de “The Boys”. “Os episódios são canônicos e darão informações que conectam as lacunas entre a 2ª e a 3ª temporada”, explicou. Novos episódios do noticiário da VNN são disponibilizados no dia 7 de cada mês. Já a 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia.












