“Shang-Chi” é primeiro filme com US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA durante a pandemia
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” virou a primeira produção a arrecadar mais de US$ 200 milhões nas bilheterias norte-americanas durante a pandemia – isto é, desde março de 2020. A marca foi atingida na quinta (30/9) e contabilizada nesta sexta-feira. No fim de semana passado, o filme já tinha se tornado o filme mais bem-sucedido do período na América do Norte, ocasião em que atingiu o total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá, superando com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. O filme também superou a bilheteria do fenômeno “Podres de Ricos”, que em 2018 – portanto, antes da pandemia – tinha sido considerado um marco para a representatividade asiática em Hollywood. A comédia romântica de elenco asiático-americano faturou ao todo US$ 174,5 milhões no mercado doméstico. Apesar do sucesso nacional, o bloqueio do lançamento de “Shang-Chi” na China, devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o longa do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Impedido de entrar na China, “Shang-Chi” nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, que somou US$ 716,5 milhões em ingressos vendidos ao redor do mundo. A produção da Disney também vai perder o 1º lugar nas bilheterias nos EUA neste fim de semana, após manter a posição durante um mês, para outra adaptação de quadrinhos da Marvel, só que da Sony: “Venom: Tempo de Carnificina”, que estreia nesta sexta (1/10) no país, uma semana antes do lançamento no Brasil.
Scarlett Johansson encerra processo em acordo com a Disney por “Viúva Negra”
Scarlett Johansson e a Disney entraram em acordo, encerrando o processo aberto em julho passado pela atriz, que alegou quebra de contrato pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming. “Estou feliz por ter resolvido as diferenças com a Disney”, disse Johansson em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira (30/9). “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”, ela continuou, completando: “Estou ansiosa para continuar nossa colaboração nos próximos anos.” A Disney também se manifestou no mesmo tom. “Estou muito satisfeito por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson em relação a ‘Viúva Negra'”, disse Alan Bergman, presidente do conselho de conteúdo do Disney Studios. “Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em uma série de projetos futuros, incluindo ‘A Torre do Terror’ da Disney”, finalizou, referindo-se a um projeto encomendado na véspera da disputa judicial. Nenhum dos lados deu qualquer indicação de quem abriu mão da disputa, mas o site Deadline apurou que o negócio teria rendido mais de US$ 40 milhões para Johansson, que interpretou Natasha Romanoff em nove filmes do MCU. A atriz poderia ganhar até mais, caso vencesse o processo na Justiça, mas o valor representa o dobro do que ela recebeu para atuar no filme – o cachê de US$ 20 milhões foi divulgada pela própria Disney. Além desses montantes, Johansson tem direito a uma percentagem da arrecadação global como produtora do filme. Por sinal, foi isso que motivou o processo. A atriz alegou que tinha um acordo com a Disney para que “Viúva Negra” tivesse um lançamento exclusivo nos cinemas. A estreia chegou a ser adiada várias vezes devido à pandemia, até que a Disney decidiu distribuir o longa simultaneamente em streaming, na sessão Premier Access (paga) da Disney+. Como o cachê da atriz era vinculado aos resultados de bilheteria, ela se sentiu prejudicada pela ação e foi à Justiça por seus direitos. A reação inicial da Disney foi adotar uma postura antagônica, que acabou sendo prejudicial à sua imagem em Hollywood. Os advogados do estúdio reagiram afirmando que “não havia mérito” no processo, porque o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. Sugeriram que a atriz era insensível à situação da pandemia e de quebra revelaram o cachê que ela recebeu. A reação desagradou colegas, integrantes da Marvel e organizações de Hollywood, levando a causa de Johansson a receber apoio até do Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-Aftra. Ao mesmo tempo, a Disney foi acusada de sexismo pela organização Time’s Up, criada para garantir os direitos femininos em ambientes de trabalhos machistas. Muitos na indústria acreditam que Scarlett tinha razão: “Viúva Negra” poderia ter feito mais como lançamento exclusivo de cinema. Ao todo, o longa faturou US$ 378,8 milhões nos cinemas de todo o mundo, mais US$ 125 milhões em streaming na Disney+. Seja como for, a Disney já anunciou que não pretende repetir a experiência. E o sucesso de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que na semana passada superou “Viúva Negra” como o filme de maior bilheteria na América do Norte em 2021, reforçou a decisão.
Jameela Jamil revela visual de Titânia na série da Mulher-Hulk
A atriz inglesa Jameela Jamil, que ficou conhecida como a Tahani da série “The Good Place”, deu uma mostra de sua transformação em ruiva fatal para seu próximo projeto. Ela interpretará Titânia, vilã clássica – e ruiva – da Marvel, na série da Mulher-Hulk, atualmente em desenvolvimento para a Disney+. Personagem criada por Jim Shooter e Mike Zeck na célebre minissérie “Guerras Secretas”, de 1984, Titânia era originalmente Mary MacPherran, uma garota pequena e fraca que acaba transportada acidentalmente para o Mundo de Batalha das Guerras Secretas. Ao chegar lá, ela se alia ao Doutor Destino para ganhar poderes e se transforma em Titânia. Vale lembrar que ela chega no planeta com sua melhor amiga, Marsha Rosenberg, que também vira uma vilã: Vulcana. Desde a introdução na minissérie épica, Titânia se tornou uma personagem recorrente dos quadrinhos, enfrentando o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, a Capitã Marvel (quando ainda era Ms. Marvel), a Poderosa Thor e principalmente a Mulher-Hulk, com quem desenvolveu grande rivalidade. Apesar do tuíte, a escalação de Jameela Jamil como Titânia até agora não foi oficializada pela Marvel, que também não explicou como a personagem ganhará seus poderes na série, já que a trama obviamente não adaptará “Guerras Secretas”. “She-Hulk”, o título original da série da Mulher-Hulk, está sendo escrita por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”. O elenco destaca Tatiana Maslany (“Orphan Black”) no papel-título, além de Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), intérprete do Hulk, e Tim Roth, que vai voltar a viver o monstro Abominável, após “O Incrível Hulk”, de 2008, e a recente aparição em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. A trama vai mostrar como a advogada Jennifer Walters se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de seu primo mais famoso, Bruce Banner (o Hulk). Última personagem importante criada por Stan Lee na Marvel, no ano de 1980, a heroína acabou se tornando bastante popular e até virou membro dos Vingadores como o primo. Ok Boomer pic.twitter.com/FBuz5S7rFb — Jameela Jamil 🌈 (@jameelajamil) September 30, 2021
Just Beyond: Disney+ apresenta sua primeira série de terror
A Disney+ divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Just Beyond”, a primeira série original de terror da plataforma. A atração é uma antologia baseada na obra de R.L. Stine, o criador das franquias “Goosebumps” e “Rua do Medo”, exploradas respectivamente na antiga Fox Kids e na Netflix. A diferença é que desta vez se trata de uma adaptação de quadrinhos. “Just Beyond” é atualmente publicado como uma coleção de graphic novels pela editora Boom! Studios. Desenvolvida por Seth Grahame-Smith (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), a série junta várias tramas com temas fantásticos, principalmente de terror, mas também de ficção científica, sobre fantasmas, bruxas e monstros de vários tipos, sempre conectadas a problemas enfrentados por seus protagonistas adolescentes. O elenco inclui vários astros juvenis como Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”), Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”), Cedric Joe (“Space Jam: Um Novo Legado”), Lexi Underwood e Megan Stott (ambas de “Little Fires Everywhere”), Christine Ko (“Upload”), Cyrus Arnold (“Sam & Cat”), além dos adultos Nasim Pedrad (“Aladdin”), Riki Lindhome (“A Última Casa”), Sally Pressman (“Army Wives”) e Henry Thomas (o eterno Elliott de “E.T. o Extraterrestre”). A 1ª temporada terá 8 episódios, cada um com uma história diferente, e chega ao streaming em 13 de outubro, duas semanas antes do Halloween.
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” já foi visto por 1,8 milhão de brasileiros
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” liderou o último fim de semana de setembro nas bilheteiras brasileiras, mantendo-se em 1º lugar pela quarta vez consecutiva com R$ 3,05 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme da Disney/Marvel já foi visto por 1,8 milhão de pessoas e faturou R$ 34,1 milhões no país, o que representa a terceira maior arrecadação do ano. Apesar da boa marca, esse desempenho foi um dos poucos dados positivos do mercado nacional durante o mês que se encerra. A cada semana registrando menos público, o circuito exibidor vendeu 410,9 mil ingressos e totalizou R$ 7,3 milhões em bilheteria entre quinta-feira e domingo (26/9), segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma diminuição de cerca de 20% em relação à frequência da semana anterior, que já era 50% menor que a da semana que a antecedeu, quando 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. No novo levantamento, a animação “Patrulha Canina – O Filme” também se manteve no 2º lugar, com arrecadação 60% menor que o longa da Marvel: R$ 1,2 milhão. O Top 3 se completa com uma estreia do fim de semana passado, o terror “A Casa Sombria”, que abriu em 3º lugar com R$ 937 mil. Confira abaixo as 10 maiores bilheterias do Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 23-26/9:1. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis2. Patrulha Canina3. A Casa Sombria4. Escape Room 25. Maligno6. Mate ou Morra7. No Ritmo do Coração8. Abelhinha Maya 29. Poderoso Chefinho10. Infiltrado — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 27, 2021
Cena da continuação de “Venom” mostra criação do vilão Carnificina
A Sony Pictures divulgou uma cena inédita de “Venom: Tempo de Carnificina”, que revela um momento importante do filme: a transformação do serial killer Cletus Kasady em Carnificina, um simbionte alienígena ainda mais destrutivo que Venom. O título da nova adaptação dos quadrinhos da Marvel refere-se justamente ao vilão, cujo versão humana foi introduzida na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como Shriek, namorada do Carnificina nos quadrinhos. A direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo longa de origem de Venom em 2018, e a estreia está marcada para 7 de outubro no Brasil, seis dias após o lançamento na América do Norte.
“Shang-Chi” vira filme mais bem-sucedido da pandemia na América do Norte
Líder das bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou mais US$ 13,3 milhões para atingir um total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá. A quantia transformou a produção da Marvel/Disney no filme mais bem-sucedido da pandemia no mercado norte-americano. O montante superou com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. Mas o filme de Scarlett Johansson continua na frente na soma mundial. “Shang-Chi” tem US$ 166,9 milhões no exterior, totalizando US$ 363,4 milhões em todo o mundo, contra US$ 378 milhões globais de “Viúva Negra”, que foi lançada simultaneamente na Disney+. O bloqueio do lançamento na China, que vetou a produção devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o filme do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Apesar do sucesso norte-americano, o longa nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, com US$ 716,5 milhões de ingressos vendidos ao redor do mundo. Mas “Shang-Chi” demonstra ter fôlego para acrescentar ainda muitos milhões em sua conta. Neste fim de semana, sua bilheteria foi quase o dobro da obtida pelo segundo filme melhor colocado, o musical da Universal “Querido Evan Hansen”, que rendeu US$ 7,5 milhões. Principal estreia de sexta passada (24/9), a adaptação da Broadway amargou rejeição da crítica, atingindo apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes. O fracasso acontece num ano que experimenta excesso de lançamentos musicais, tanto nos cinemas quanto em streaming. Culpa de “La La Land”. A realidade das bilheterias tem demonstrado que o desempenho do filme de 2016 foi pontual e não um retorno à era de ouro dos musicais de Hollywood. Lançado poucos meses após o desastre de “Cats”, “Em um Bairro de Nova York”, adaptação da peça de Lin-Manuel Miranda, também chegou durante a pandemia e se saiu um pouco melhor, com um faturamento inicial de US$ 11,5 milhões, mas atingiu apenas US$ 29,8 milhões no mercado interno – ainda que com uma diferença: estreou simultaneamente na HBO Max. O desastre de “Querido Evan Hansen” deixa claro que aquilo que funciona no palco não tem garantia nas telas. A produção da Universal tentou repetir o fenômeno da montagem de 2016, premiada com seis troféus Tony (o Oscar do teatro), ao escalar o mesmo ator, Ben Platt, no papel principal. Só que, agora com 27 anos, ele foi ridicularizado por tentar passar por estudante do Ensino Médio na versão cinematográfica. O pódio das bilheterias norte-americanas se completa com “Free Guy – Assumindo o Controle”. A comédia fantasiosa estrelada por Ryan Reynolds faturou US$ 4,1 milhões em seu sétimo fim de semana, atingindo um total doméstico de US$ 114,1 milhões. Globalmente, o filme está com US$ 317,4 milhões graças à diferença feita pelo lançamento chinês, que responde por US$ 94 milhões da conta. O terror “A Lenda de Candyman” e o drama “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, estrelado e dirigido por Clint Eastwood, fecham o Top 5 com US$ 2,5 milhões e US$ 2,1 milhões de arrecadação no fim de semana, respectivamente.
Super Crooks: Quadrinhos de Mark Millar viram anime
A Netflix divulgou o pôster e o teaser de “Super Crooks”, série anime baseado nos quadrinhos homônimos de Mark Millar e Leinil Yu. A série se passa no mesmo universo de “O Legado de Júpiter” e segue um grupo de supervilões planejando um golpe monumental. Segundo a sinopse oficial, o trambiqueiro Johnny Bolt monta uma equipe com oito criminosos superpoderosos para fazer um grande assalto de despedida e se aposentar. Totalmente produzida no Japão pelo estúdio Bones (de “Fullmetal Alchimist”, “Wolf’s Rain” e “Godzilla Ponto Singular”), a série foi adaptada por Dai Satô (roteirista de “Palavras que Borbulham como Refrigerante”) e conta com a direção de Motonobu Hori (que comandou a série “Carole & Tuesday” e foi animador do clássico “A Viagem de Chihiro”). Com 13 episódios, a estreia está marcada para 25 de novembro.
Teaser revela monstros de “Hellbound”, série do diretor de “Invasão Zumbi”
A Netflix divulgou o pôster e o teaser da série sul-coreana “Hellbound”, criada por Yeon Sang-ho, diretor do filme “Invasão Zumbi”. A série adapta o popular webtoon (quadrinhos digitais) “Hell” (Jiok) e acompanha o caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso começa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Além de produzir, Yeon também dirige os seis episódios da série e assina os roteiros em parceria com Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. O elenco destaca Ah-in Yoo, astro de outro filme de zumbis, “#Alive”, além de Min Park Jeong (“Tempo de Caça”), Won Jin-ah (“A Era da Escuridão) e Hyun-joo Kim (do clássico K-Drama “Meninos Antes de Flores”). Exibida durante o evento Tudum, a prévia revela o visual das criaturas e a data de estreia da atração: 19 de novembro de 2021. Veja o vídeo abaixo, disponibilizado com legendas em inglês.
Netflix revela primeiro teaser da adaptação dos quadrinhos de “Sandman”
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais e o teaser de “Sandman”, série baseada nos quadrinhos cultuadíssimos de Neil Gaiman (“American Gods”). Revelado no evento Tudum, o vídeo mostra cenas do começo da história, em que o Sonho é capturado por equívoco por um mágico que queria prender a Morte. A prévia mostra Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”) no papel-título e Charles Dance (“Game of Thrones”) como o mágico Roderick Burgess. Além deles, o elenco destaca Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”) como a Morte, Manson Alexander Park (“Acting for a Cause”) como Desejo, Donna Preston (“Dupla Explosiva”) como Desespero, Gwendoline Christie (também de “Game of Thrones”) como Lúcifer, Boyd Holbrook (“Logan”) como o Coríntio, Vivienne Acheampong (“Convenção das Bruxas”) como Lucian, Jenna Coleman (“Doctor Who”) como Johanna Constantine, Sanjeeve Bhaskar (“Yesterday”) como Caim, Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”) como Abel, Joely Richardson (“Emerald City”) como Ethel Cripps, Niamh Walsh (“The English Game”) como a jovem Ethel Cripps, David Thewlis (“Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”) como John Dee, a estreante Kyo Ra como Rose Walker, Stephen Fry (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) como Gilbert, Razane Jammal (“Paranormal”) como Lyta Hall, Sandra James (“His Dark Materials”) como Unity Kincaid e Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) como Matthew, o Corvo – que é vinculado aos quadrinhos do “Monstro do Pântano”.. O próprio Neil Gaiman está trabalhando na adaptação com o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”). Segundo o escritor, a 1ª temporada vai adaptar o volume inicial dos quadrinhos, intitulado “Prelúdios e Noturnos”, mas trazendo a história para os dias atuais – em vez dos anos 1980. Nesse arco, o eterno conhecido como Sonho passa 70 anos preso pelo ritual de Burgess, até finalmente se libertar e dar início a uma jornada para voltar a comandar o Sonhar. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A data de lançamento da série ainda não foi divulgada. I am the Lord of Dream and Nightmare. pic.twitter.com/vgGuKxEgOj — The Sandman (@Netflix_Sandman) September 25, 2021 I'm not blessed or merciful. I'm just me. I've got a job to do and I do it. pic.twitter.com/8ChSWT9Mxh — The Sandman (@Netflix_Sandman) September 25, 2021 Human beings are the creatures of desire. They twist and bend as I require it. pic.twitter.com/kOSb6WvGFf — The Sandman (@Netflix_Sandman) September 25, 2021
Ota (1954-2021)
O cartunista, quadrinista e editor Ota foi encontrado morto em seu apartamento no Rio no Janeiro nesta sexta (24/9), após ficar cinco dias sem ser visto. Os bombeiros foram acionados pelos vizinhos e, ao arrombarem a porta do apartamento, encontraram o artista morto. Um dos mais importantes editores dos quadrinhos brasileiros, Otacílio Costa d’Assunção Barros tinha 67 anos. Atuante no mercado desde os anos 1970, ele marcou época à frente da revista “Mad”, influência no humor de séries como “TV Pirata” e “Casseta & Planeta Urgente”. Ota foi responsável por abrasileirar a “Mad”, originalmente uma publicação americana de humor, incluindo sátiras de novelas e temas nacionais em suas páginas, além de ilustrar os populares “Relatórios Ota”, onde manifestava sua visão sarcástica. Jornalista de formação, ele entrou no mercado de quadrinhos via Editora Brasil-América Latina (EBAL) em 1970, responsável pela publicação dos primeiros títulos de super-heróis do Brasil, saindo no final de 1973 para editar publicações underground (“A Roleta”, “Vírus” e “A Mosca”) e entrar na Editora Vecchi, que lançou a “Mad”. Primeiro e eterno editor da “Mad” brasileira, ele permaneceu à frente da publicação mesmo quando ela mudou de editora. Foram quatro mudanças, da Vecchi (1974-1984) para a Record (1984-2000), depois para a Mythos (2000-2006) e finalmente para a Panini (2008). Na Vecchi, Ota também lançou a cultuada revista de terror nacional “Spektro”, que foi publicada de 1977 até o fechamento da editora em 1983. Sua paixão pelos quadrinhos também rendeu livros. Em 1984, ele publicou “O Quadrinho Erótico de Carlos Zéfiro”, que ajudou a reconhecer a importância dos “catecismos” do gênio pioneiro do erotismo nacional. Foi também responsável por reedições de personagens clássicos, como “Luluzinha” e “Recruta Zero” pela Pixel, além da coleção histórica dos álbuns de “Asterix” pela Record. E ainda criou seus próprios personagens, como Super-Ota e a Garota Bipolar, que continuavam a ser publicados. Por isso e muito mais, a História dos quadrinhos no Brasil perde muito de sua graça sem Ota.
40 séries estreiam em streaming nesta semana!
A multiplicação dos serviços de streaming desafia a capacidade do público para maratonar séries nesta semana, em que acontecem nada menos que 40 estreias do gênero. Embora a maioria seja composta por lançamentos atuais, a lista também inclui conteúdos clássicos que ainda não estavam disponíveis em streaming. Extremamente variada, a lista destaca a minissérie “Missa da Meia-Noite”, terceira atração de terror do diretor de “Doutor Sono”, Mike Flanagan, após “A Maldição da Residência Hill” e “A Maldição da Mansão Bly”); a ambiciosa produção épica “Fundação”, baseada num dos maiores clássicos da literatura sci-fi, de Isaac Asimov (1920-1992), materializada com orçamento milionário; o drama de true crime “BMF” (Black Mafia Family), produzido pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson, sobre uma das mais infames e influentes famílias de criminosos de Detroit nos anos 1980 – com estreia no domingo (26/9) – ; a reinvenção do clássico “Kung Fu” como uma jornada mística de uma adolescente contemporânea; as cultuadas produções de noir nórdico “Cara a Cara” e “Aqueles que Matam”; um documentário sobre as músicas de Paul McCartney; as continuações da séries “Evil”, “Manifest”, “Cara Gente Branca” e “Patrulha do Destino” (Doom Patrol)… São muitas opções, incluindo dez títulos animados. E os desenhos também tem seus destaques, como o absolutamente clássico “Os Jetsons”, que imaginava o futuro nos 1960, até novas explorações das franquias “Star Wars” e “Star Trek”, além de três séries completas de “Batman” – com direito à estreia da Arlequina na revolucionária “Batman: A Série Animada” – para comemorar o aniversário de 82 anos do personagem. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das quatro dezenas de opções de séries disponibilizados em streaming nesta semana. Missa da Meia-Noite | EUA | 1 Temporada (Netflix) American Rust | EUA | 1 Temporada (Paramount+) Entre Homens | Argentina | 1 Temporada (HBO Max) 11.22.63 | EUA | 1 Temporada (HBO Max) Constantine | EUA | 1 Temporada (HBO Max) McCartney 3,2,1 | EUA | 1 Temporada (Star+) Fundação | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) BMF | EUA | 1ª Temporada (Starzplay) Kung Fu | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Blood & Treasure | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) Vai Dar Tudo Certo | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Rap na Rinha | Argentina | 1ª Temporada (HBO Max) Jaguar | Espanha | 1ª Temporada (Netflix) Herdeiros da Noite | Holanda | 1ª Temporada (Disney+) Cara a Cara | Dinamarca | 1ª Temporada (HBO Max) Submundo do Crime | França | 1ª Temporada (Netflix) Bangkok no Limite | Tailândia | 1ª Temporada (Netflix) Evil | EUA | 2ª Temporada – Parte 1 (Globoplay) Miracle Workers | EUA | 2ª Temporada (HBO Max) Patrulha do Destino | EUA | 3ª Temporada (HBO Max) Manifest | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) Sangue e Água | África do Sul | 2ª Temporada (Netflix) Cara Gente Branca | EUA | 4ª Temporada (Netflix) Goliath | EUA | 4ª Temporada (Amazon Prime Video) Rotas do Ódio | Brasil | 4ª Temporada (Globoplay) Aqueles que Matam | Dinamarca | 2 Temporadas (HBO Max) The Chi | EUA | 3 Temporadas (Star+) Vivendo o Agora | Alemanha | 3 Temporadas (Globoplay) Acampados | EUA | 4 Temporadas (Disney+) Superstore | EUA | 5 Temporadas (Netflix) Star Wars: Visions | Japão | 1ª Temporada (Disney+) Star Trek: Lower Decks | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) The Harper House | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) Wolfboy and the Everything Factory | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Gigantosaurus | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Os Jetsons | EUA | 3 Temporadas (HBO Max) Batman: A Série Animada | EUA | 3 Temporadas (HBO Max) Batman do Futuro | EUA | 3 Temporadas (HBO Max) The Batman | EUA | 4 Temporadas (HBO Max) Samurai Jack | EUA | 5 Temporadas (HBO Max)
Peter Palmer (1931–2021)
O ator Peter Palmer, que viveu o personagem de quadrinhos Ferdinando (Li’l Abner) na Broadway e no cinema nos anos 1950, morreu na terça (21/9), um dia após completar 90 anos. A causa não foi informada. Palmer era uma rara combinação de artista e atleta. Por estudar música e ser destaque do time de futebol americano da Universidade de Illinois, sempre cantando o hino nacional antes dos jogos, ele foi convidado a cantar numa edição do programa de variedades “The Ed Sullivan Show”. A apresentação chamou atenção dos produtores da Broadway que buscavam um novo ator para viver o inocente e musculoso Ferdinando na adaptação musical dos quadrinhos. Selecionado sem passar por testes, ele debutou nos palcos de Nova York em 1956. E três anos depois foi escalado para viver o mesmo personagem em “Aventuras de Ferdinando”, filme de Melvin Frank baseado na obra de Al Capp, que tinha até Jerry Lewis em seu elenco. Depois de encarnar o caipirão de bom coração, ele passou a participar de várias atrações televisivas, conseguindo um papel fixo na série “Custer”, de 1967. Palmer ainda apareceu em “M*A*S*H”, “As Panteras”, “Ilha da Fantasia” e vários outros sucessos ao longo das décadas, mas nunca mais recuperou o protagonismo. Ele também retornou à Broadway outras duas vezes, para participar dos musicais “Brigadoon” em 1963 e “Lorelai” em 1974. No cinema, seu último papel foi uma pequena participação em “Edward Mãos de Tesoura”, de Tim Burton, em 1990.












