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    Porchat vence prêmio por Especial de Natal e afirma: “Se Jesus voltasse, voltaria gay”

    7 de novembro de 2020 /

    O comediante Fabio Porchat recebeu o prêmio de Melhor Roteiro de Comédia da Associação Brasileira de Autores Roteiristas (ABRA) pelo especial de Natal do Porta dos Fundos, “A Primeira Tentação de Cristo”, produzido pela Netflix. Ao receber o prêmio (compartilhado com o roteirista Gustavo Martins), Porchat recordou por videochamada a tentativa de censura e o atentado praticado contra a sede do Porta dos Fundos em decorrência do roteiro retratar Jesus como um homem gay. “No Porta dos Fundos, a gente não vê polêmica neste especial. Ser gay não é um problema, não é uma falha, não é uma questão de caráter. Ser gay é uma característica. Então, Jesus ser gay não depõe contra Jesus. Ao contrário”, iniciou ele. Porchat ainda defendeu que, se Jesus voltasse hoje, ele provavelmente seria homossexual. “Tenho certeza que se Jesus voltasse, e tenho certeza que já tentou, ele teria voltado gay, travesti, mulher, preta e teria morrido em três dias, e não em 33 anos”, acrescentou. Ele também lembrou que o Porta dos Fundos fará outro especial de Natal em 2020. “E se tentam nos intimidar falando que a gente não pode falar nada, que a gente não deve tocar neste assunto, fique sabendo que dia 10 de dezembro estreia o especial de Natal do Porta dos Fundos no YouTube chamado ‘Teocracia em Vertigem’. Fiquem atentos porque a gente não se cala. A gente não vai se calar”, enfatizou. O novo especial não será exibido na Netflix, que, ao contrário de Porchat, não demonstrou disposição para enfrentar outra leva de reações conservadoras. Neste ano, a produção será destaque do canal do YouTube do Porta dos Fundos.

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    Maria Zilda processa Instagram em até R$ 1 milhão

    4 de novembro de 2020 /

    A atriz Maria Zilda ajuizou uma ação por danos morais e materiais em São Paulo contra o Instagram, pedindo uma indenização de até R$ 1 milhão. O motivo foi a exclusão de seu perfil na rede social em 20 de outubro, dia de seu aniversário. Não foi uma ação do Instagram, mas de hackers, de modo que ela teve a conta devolvida. Entretanto, não conseguiu recuperar o conteúdo que havia publicado nem os seguidores que a acompanhavam. “Ela perdeu tudo o que construiu durante os últimos meses na rede social. Além disso, seu perfil na rede social era a oportunidade ideal para que ela fizesse comerciais, logo receberia um dinheiro extra para atender às demandas diárias”, informou a assessoria da atriz. Em seu Instagram, Maria Zilda vinha realizando entrevistas com amigos e personalidades conhecidas, chamando atenção pelas histórias que contava dos bastidores da televisão. Algumas lives repercutiram na imprensa e dentro da Globo. Ela entrou na justiça porque não foi a primeira artista vítima de ataques similares. Titi Müller, Bianca Bin e Cleo Pires também sofreram com hackers no Instagram.

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    STF proíbe censura do Especial de Natal do Porta dos Fundos

    3 de novembro de 2020 /

    A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) definiu nesta terça (3/11), por unanimidade, que o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, deve permanecer no ar na Netflix. A obra de ficção humorística, que retrata Jesus como homossexual, foi alvo de críticas de conservadores e religiosos, que consideraram ofensiva a associação do cristianismo com a comunidade LGBTQIA+. O julgamento atual ocorreu a pedido da própria Netflix, em protesto contra a censura de seu especial. Em dezembro de 2019, a exibição do programa foi suspensa pela Justiça do Rio de Janeiro. Mas o programa acabou liberado por uma liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli, então presidente da Corte. A legalidade da veiculação foi contestada pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, responsável pelo processo que resultou na censura carioca. A entidade alegou que o especial ofendeu a fé cristã e promoveu discurso de ódio contra a religião. Em parecer enviado ao STF antes do julgamento, a PGR (Procuradoria-Geral da República) apontou que o que houve no Rio foi uma tentativa de censura e defendeu a permanência do especial de Natal do Porta dos Fundos no ar. Em seus votos, os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski consideraram procedente a reclamação da Netflix e concluíram que não deve haver censura. Ao anunciar sua decisão, o relator e ministro Gilmar Mendes afirmou: “Ao analisar os presentes autos, concluo que a obra não incita violência contra grupos religiosos, mas constitui mera crítica, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao cristianismo. Por mais questionável que possa vir a ser a qualidade desta produção artística, não identifico em seu conteúdo fundamento que justifique qualquer tipo de ingerência estatal”. Tanto Gilmar Mendes quanto o ministro Edson Fachin ressaltaram durante o julgamento que a Netflix agiu corretamente ao disponibilizar classificação indicativa de idade para o especial do Porta dos Fundos, assim como uma descrição para o conteúdo. O ministro relator destacou que os ofendidos pelo material podem simplesmente não assistir ao vídeo, sem que seja necessário restringir o acesso a ele de toda a sociedade. Cármen Lúcia concordou e disse que o especial não está exposto aos que não querem vê-lo. Lembrando que a sede do Porta dos Fundos no Rio de Janeiro foi vítima de ataque com bombas após o lançamento do especial, também foram citados casos como o da revista “Charlie Hebdo”, da França, que sofreu atentado após publicar charge ironizando Maomé. O autor confesso do atentado violento contra o Porta dos Fundos chegou a comemorar a decisão do desembargador carioca que mandou censurar o especial.

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    Xuxa muda de opinião sobre Amor, Estranho Amor: “Quem não viu o filme, veja”

    2 de novembro de 2020 /

    Após 30 anos impedindo sua exibição, Xuxa disse no “Fantástico” de domingo (1/11) que as pessoas deveriam ver o filme “Amor, Estranho Amor”, do qual participou em 1982, aos 18 anos de idade. O longa ganhou a fama de pornográfico (apesar de classificado para maiores de 14 anos) por trazer Xuxa seduzindo um menino de 12 anos. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa, que também seria menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. Xuxa se arrependeu do papel após passar a apresentar programas infantis, primeiro na TV Manchete e depois na Globo, e deu início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. “Quem não viu o filme, por favor, veja”, recomendou Xuxa, agora com 57 anos, em entrevista à repórter Renata Ceribelli. “Porque esse filme fala de uma coisa muito atual, que é a exploração infantil, isso é a realidade de muita gente. Não é minha realidade, mas é a realidade de muita gente. Então, antes das pessoas me criticarem, as pessoas deveriam saber que isso existe, diariamente, nesse país e no mundo todo, mas, principalmente, nesse país. Muitos meninos e meninas são vendidas, vendidos e vendidas para políticos, para pessoas que se dizem que têm poder, então, isso é muito importante as pessoas falaram, sim, desse filme.” Ela também abordou a má fama conquistada pelo papel que desempenhou na produção. “Cada vez que eu falo sobre isso as pessoas levantam essa bandeira, dizendo: mas você transou com um garoto de 12 anos num filme. Então, vamos lá: eu não transei, aquilo é ficção, é ficção, senão, o Arnold Schwarzenegger deveria estar preso, porque matou um monte de gente nos filmes dele”, disse Xuxa. A mudança de opinião pode estar relacionada com a derrota judicial de Xuxa no processo em que tentou impedir que o Google indexasse o filme. Em maio de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou por unanimidade um recurso da apresentadora, sob o argumento que isso poderia caracterizar censura prévia. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. Além disso, a vida de Xuxa vai virar filme em breve, e será impossível contar sua história sem lembrar de “Amor, Estranho Amor”. No “Fantástico”, a apresentadora também falou sobre diversidade, expressando sua vontade de que tivesse havido paquitas não-louras, e comentou abertamente sua sexualidade, após se dedicar a escrever um livro infantil LGBTQIA+: “Maya: Bebê Arco-Íris”, sobre um anjinho que escolhe vir à Terra como filha de um casal de lésbicas. Perguntada se já havia se apaixonado por uma mulher, Xuxa foi direta: “Não, mas se eu me apaixonasse, com certeza, todo mundo iria saber.” Sobre o lançamento infantil, Xuxa ainda disse: “A Maya veio pra mostrar que Deus é amor, que não tem preconceito, que não tem discriminação. Preconceito e discriminação vêm do homem, não de Deus. Dois homens podem se amar, um homem e uma mulher, duas mulheres, eu acho que a gente não tem que botar um rótulo nisso daí. Amor é amor, não importa o sexo.”

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    Antonia Fontenelle vai responder queixa-crime por calúnia e difamação contra Felipe e Luccas Neto

    8 de outubro de 2020 /

    Antonia Fontenelle vai ter que se defender de uma queixa-crime feita pelos irmãos Felipe e Luccas Neto na justiça. A 39ª Vara Criminal do Rio de Janeiro aceitou a ação movida contra a atriz e apresentadora pelos crimes de calúnia (cinco vezes), difamação (sete vezes) e injúria (três vezes). A polêmica começou quando a apresentadora postou em suas redes sociais um vídeo de imagens retiradas da internet e editadas, no qual Luccas aparece supostamente simulando sexo oral em uma garrafa, enquanto Felipe brinca sobre lançar um “plug anal” com seu rosto. “Podemos chamar esse vídeo de incitação à pedofilia a olhos nus?”, afirmou ela na ocasião, citando os irmãos em seguida. “Felipe e Luccas Neto, dois irmãos milionários, um deles faz dinheiro com crianças e o outro com adolescentes cujos os pais ignoram o que seus filhos consomem na internet”, afirmou.. A assessoria de Felipe Neto disse à imprensa que os irmãos possuem, somadas, seis ações criminais contra a apresentadora, “em razão das inúmeras ofensas praticadas pela mesma”. Em outro processo, os youtubers pedem uma indenização por danos morais no valor de R$ 200 mil (R$ 100 mil para cada um), uma retratação pública de Fontenelle e o pagamento dos honorários advocatícios, além da exclusão do vídeo. Nesta semana, as advogadas Luciana Barbosa Pires e Juliana Bierrenbach renunciaram à defesa de Antônia Fontenelle em um dos processos criminais que Felipe Neto move contra ela. São as mesmas advogadas que do caso da rachadinha de Flávio Bolsonaro. A primeira audiência dos processos foi marcada para o dia 9 de dezembro.

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    Cidade do interior do Texas processa Netflix por Lindinhas

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix foi indiciada num processo criminal em uma cidadezinha de 86 mil habitantes do estado americano do Texas por causa do filme “Lindinhas” (Mignonnes). A ação, protocolada em 23 de setembro no condado de Tyler, acusa a plataforma de promover imagens obscenas de crianças no filme francês. A acusação foi parcialmente revelada pelo deputado conservador Matt Shaefer no Twitter nesta terça-feira (6/10). Ele destacou a parte do texto que acusa o filme de “retratar a exibição obscena da região púbica de uma criança vestida ou parcialmente vestida com menos de 18 anos de idade, que apela ao interesse lascivo por sexo”. Segundo a plataforma, o processo “não tem mérito”, porque “‘Lindinhas’ é um comentário social contra a sexualização de crianças pequenas”. “Essa acusação não tem mérito e nós apoiamos o filme”, manifestou-se a Netflix por comunicado. No Brasil, um templo evangélico também tentou processar a empresa por causa do filme. A ação, que pedia censura de “Lindinhas”, foi julgada improcedente. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra disse que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. Premiado no Festival de Sundance e exibido sem polêmicas na França, “Lindinhas” acabou ganhando repercussão entre os conservadores dos EUA e, posteriormente, no Brasil pela ministra pastora Damares Alves, que disse que também tentaria censurá-lo. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, ela chegou a afirmar sobre a produção. Em contraste com a reação de Damares e outros conservadores, o filme foi acompanhado pelas autoridades de proteção infantil do governo francês durante toda a sua produção e elas aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”.

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    Justiça nega tentativa de censura evangélica de Lindinhas no Brasil

    26 de setembro de 2020 /

    O juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra rejeitou pedido feito pela organização evangélica Templo Planeta do Senhor para censurar o filme francês “Lindinhas” (Mignonnes), lançado na Netflix. Premiado no Festival de Sundance, “Lindinhas” ganhou repercussão entre os evangélicos brasileiros após deixar a ministra pastora Damares Alves “brava, Brasil”. Ela também tenta a censura do filme. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, chegou a afirmar sobre a produção. O motivo do protesto são “meninas em posições eróticas e com roupas de dançarinas adultas”, segundo a pastora que integra o governo Bolsonaro. “Quero deixar claro que não faremos concessões a nada que erotize ou normalize a pedofilia!”, ainda ameaçou. Na ação em que pede censura ao filme da diretora Maïmouna Doucouré, a organização Templo Planeta do Senhor ecoa o ataque da ministra para dizer que as meninas do filme têm um comportamento inadequado para sua idade, com “vestimentas sensuais, blusas curtas e calças apertadas”, concluindo que a Netflix promove um “prato cheio para a pedofilia”. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz diz que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. “É uma forma indefensável de censura, pois pretendia a supressão da liberdade de informação e, sobretudo, da liberdade de educação familiar”. De acordo com o magistrado, os pais e responsáveis têm o direito de decidir quais conteúdos seus filhos podem assistir, a despeito dos interesses religiosos da entidade. A Templo Planeta do Senhor é a mesma organização evangélica que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, mas acabou punida com um prejuízo financeiro considerável. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. Acabou desistindo do processo, mas ainda precisou pagar os custos. Assim como fez com “Lindinhas”, o processo anterior também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Em contraste com a reação de Damares e outros evangélicos, o filme foi lançado sem provocar polêmicas na França em agosto. De fato, as autoridades de proteção infantil do governo francês acompanharam as filmagens durante a produção e aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa contra o filme só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”. A Netflix também se pronunciou sobre as críticas conservadoras ao longa. “‘Lindinhas’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, disse a plataforma.

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    José de Abreu é condenado a indenizar Bia Doria por ofensa nas redes sociais

    24 de setembro de 2020 /

    O ator José de Abreu foi condenado por um tuíte em que comparou a primeira-dama do estado de São Paulo, Bia Doria, a uma vaca. Ele terá que pagar uma indenização de R$ 50 mil à esposa do governador João Doria. O valor é metade do que pretendia a artista plástica, que acionou Abreu judicialmente, pedindo R$ 100 mil de indenização por dano moral, por ter ofendido “sua honra e reputação ao compará-la a um animal”. No tuíte compartilhado no dia 9 de outubro de 2016, Abreu escreveu: “STF proíbe vaquejada mas permite que a Bia Doria dê entrevista? É um crime contra os animais…”. Naquele dia, a Folha de S. Paulo havia publicado entrevista em que ela falou sobre a eleição do marido João Doria à prefeitura. Ela comparou a favela de Paraisópolis (na zona sul da capital) à Etiópia, disse que “quase nunca” havia ido ao Minhocão (na região central) e contou como ajudava os assistentes de seu ateliê: “Consegui casa para todos eles, dei dentes para eles, dei um plano de saúde bom”. A repercussão foi catastrófica, a ponto de Bia ser, desde então, blindada de contato com a imprensa. Quando o controle relaxou, ela causou outras polêmicas ao exprimir opiniões exóticas sobre os sem-tetos. Ainda cabe recurso contra a decisão do juiz Douglas Iecco Ravacci, da 33ª Vara Cível da Comarca de São Paulo, que determinou que Abreu também terá que arcar com o pagamento das custas e despesas processuais, além de honorários advocatícios de 10% do valor atualizado da condenação. A defesa do ator sustenta que ele fez a postagem “com intenção humorística e irônica” e se valeu do direito à liberdade de expressão, mas o magistrado considerou que o princípio não se aplica ao caso. “Não foi uma crítica, nem uma piada ruim”, escreveu na sentença, mas “verdadeira ofensa pessoal”. O juiz concordou com a tese da primeira-dama de que o ator efetivamente a chamou de vaca e disse que se trata de “expressão ofensiva utilizada contra mulheres”. Atualmente morando na Nova Zelândia, Abreu foi citado por edital público, após passar dois anos fugindo de oficial de justiça.

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    Disney é processada por usar Duke Caboom em Toy Story 4

    23 de setembro de 2020 /

    A companhia K&K Promotions, que afirma deter os direitos de imagem do falecido motociclista Evel Knievel (1938–2007), está processando a Disney por causa de “Toy Story 4”. A ação alega que o personagem Duke Caboom é inspirado no famoso dublê. As informações são do site TMZ, que teve acesso aos documentos do processo. Assim como Knievel, o personagem dublado por Keanu Reeves também faz acrobacias de motocicleta e usa uma capa em seu uniforme branco, com detalhes vermelhos. A K&K Productions aponta ainda que Evel Knievel teve um brinquedo produzido nos anos 1970, cujo comercial teria sido parodiado diretamente nas apropriações não autorizadas feitas por “Toy Story 4”. Veja abaixo. Alegando possuir os direitos de imagem do motociclista, a empresa exige reparações financeiras da Disney, que lucrou não somente com a bilheteria, mas também com produtos licenciados com a imagem de Duke Caboom.

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    Lindsay Lohan é processada por livro que cobrou para fazer e não escreveu

    11 de setembro de 2020 /

    A editora HarperCollins está processando Lindsay Lohan por conta de um adiantamento para que ela escrevesse um livro que nunca começou. A atriz recebeu US$ 365 mil para escrever sua autobiografia, mas nunca entregou sequer um primeiro rascunho, diz a editora HarperCollins. Segundo o jornal USA Today, a empresa decidiu dar entrada num processo na quinta-feira (10/9) em Nova York para ser reembolsada. De acordo com o processo, Lohan e HarperCollins assinaram o contrato em 2014, e os representantes da atriz prometeram que o livro estaria pronto em maio do ano seguinte. A editora esperou até março de 2017, e quando a obra não foi enviada, revisaram o acordo com Lohan. Para esse trabalho, a editora fez um adiantamento em dinheiro. Mais tempo se passou e, em setembro de 2018, a HarperCollins comunicou aos representantes de Lohan que estava cancelando o acordo e exigindo o dinheiro de volta. O processo só foi iniciado quando a atriz resolveu se esquivar da cobrança. Como resultado, além do reembolso dos US$ 365 mil originais, a editora quer também que Lohan pague os advogados que precisou contratar para o caso.

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    Amber Heard processa Johnny Depp em US$ 100 milhões por “campanha de difamação”

    2 de setembro de 2020 /

    A atriz Amber Heard resolveu contra-atacar os processos movidos por Johnny Depp, acusando-o de iniciar uma “campanha de difamação” contra ela. De acordo com documentos obtidos pela revista People, a atriz cobra US$ 100 milhões do ex-marido em sua ação. “Este fluxo de acusações falsas e difamatórias contra a Sra. Heard é uma tentativa de arruinar sua vida e carreira, simplesmente porque ela foi vítima de violência doméstica e violência nas mãos de Depp”, diz o processo, citado pela publicação. A iniciativa é reação a dois processos abertos por Depp em defesa de sua reputação, que entretanto usam a tática de difamar Heard. O primeiro processo já foi a julgamento. Em julho, Depp e Heard testemunharam na ação do ator contra o jornal The Sun e seu grupo editorial, o NGN, por retratá-lo em 2018 como um “agressor de esposas”. Na ocasião, Depp e seu advogado retrataram a atriz como infiel e mentirosa. Além disso, Depp está processando a ex-mulher em US$ 50 milhões em outra ação judicial, porque ela sugeriu ter sofrido violência doméstica nas mãos do ator. Este julgamento está marcado para acontecer entre os dias 11 e 28 de janeiro, mas Depp entrou recentemente com um pedido de adiamento por causa das filmagens de “Animais Fantásticos 3”. Johnny Depp e Amber Heard se conheceram nas gravações de “Diário de um Jornalista Bêbado”, de 2011, e foram casados de fevereiro de 2015 a maio de 2016. Ela doou todo o dinheiro que conseguiu como parte de seu acordo de divórcio.

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    Porta dos Fundos sai da Netflix e negocia novo Especial de Natal com a Amazon

    28 de agosto de 2020 /

    Depois de criar muita polêmica, o especial de Natal do Porta dos Fundos vai mudar de plataforma de exibição. Em vez de causar confusão para a Netflix, o grupo negocia com a Amazon para disponibilizar a edição de 2020 no serviço Prime Video. Ainda há proposta de outra plataforma de streaming, segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, mas o que está certo é que ele não será mais exibido pela Netflix. Vale lembrar que a Amazon já disponibilizada a série “Homens”, estrelada por Fábio Porchat e originalmente transmitida pelo canal pago Comedy Central. Ou seja, existe uma relação comercial entre as partes. Independente disso, o plano é gravar o especial no próximo mês, no Rio de Janeiro. O roteiro já estaria finalizado. Os dois últimos especiais deram muito o que falar. “Se Beber, Não Ceie” gerou protestos de grupos religiosos por mostrar os apóstolos bêbados em 2018. Mas o confronto se ampliou exponencialmente no ano seguinte, com “A Primeira Tentação de Cristo”, que insinuava a homossexualidade de Jesus e juntou religiosos, políticos e extremistas de direita numa campanha de ódio, que culminou com atentado à bomba contra a sede do Porta dos Fundos. Em meio aos protestos, a Netflix teve que recorrer ao Supremo Tribunal Federal para manter o programa no ar, porque houve até ordem judicial para que o conteúdo fosse removido de seu catálogo.

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    Yahoo! é condenado a pagar R$ 17,9 milhões a Paula Burlamaqui

    10 de agosto de 2020 /

    A empresa que opera o site Yahoo! no Brasil terá que pagar R$ 17,9 milhões à atriz Paula Burlamaqui. A 46ª Vara Cível deu prazo de 10 dias para que o pagamento seja efetuado. O valor é uma multa pela não remoção de um conteúdo indevido indexado no site, que utiliza cenas da atriz no filme “Procuradas” para insinuar que ela estaria drogada. A ação é assinada pelo escritório Kamenetz e Marcolini. Paula Burlamaqui já tinha vencido o processo em 2011, quando também incluiu o Google entre os alvos da queixa. Há alguns anos, cenas do filme “Procuradas” (2004) foram jogadas na internet como se fossem registros reais. Mas o ataque histério que “provaria” que ela era drogada não passava de fake news. Os sites que publicaram a notícia falsa receberam a informação de que se tratava de cena de um filme, mas não tiraram os links do ar. Isto a levou a iniciar o processo. Os advogados da atriz afirmaram à Justiça que “a montagem faz crer que a Apelante, tendo sido chamada de ‘vadia’, tem um surto psicótico e, aos gritos, arranca suas próprias roupas, como uma louca desvairada”. Afirmam ainda que ela teria sido humilhada e desrespeitada em “sua honra, dignidade e privacidade” e que o vídeo impactou em sua vida pessoal e profissional, como “contratação para trabalhos de marketing, que exigem que o artista não esteja envolvido em situações polêmicas”. Ao vencer a causa, a atriz esperava receber R$ 20 mil do Google e R$ 20 mil do Yahoo!, mas ambos entraram com recursos. O Google, porém, filtrou os links de seu serviço de busca, ao contrário do Yahoo! Havia previsão de multa na decisão judicial original.

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