Ingressos de Nada a Perder 2 estariam sendo distribuídos de graça
O jornal O Globo e o portal UOL foram conferir o novo sucesso nacional, “Nada a Perder 2”, que não teve sessões exibidas para a crítica, mas esgotou ingressos na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural. E o fenômeno do primeiro “Nada a Perder”, maior bilheteria do cinema brasileiro, voltou a se repetir. Tanto o jornal do Rio quanto o portal sediado em São Paulo relataram a presença de pessoas distribuindo ingressos gratuitos para as sessões na frente das salas de cinema. E também ouviram testemunhas de quem foi ver o filme após ganhar ingressos numa sede da Igreja Universal. O filme é uma cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Em nota, a Igreja disse ao jornal que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo.
Bam Margera, do Jackass, é preso após fugir de clínica de reabilitação
Bam Margera, o “ator” e skatista que ficou conhecido pelas pegadinhas do programa e dos filmes “Jackass”, foi preso nos Estados Unidos após fugir de uma clínica de reabilitação e causar distúrbios em um hotel. De acordo com o site TMZ, o “jackass” foi detido às 2h30 da manhã em Los Angeles, quando a polícia foi chamada pelo Luxe Hotel com reclamações de que ele não estava assediando e agredindo verbalmente quem passava por lá. Há cerca de uma semana, Bam revelou que iria se internar em uma clínica, aconselhado pela família e pelo Dr. Phil – famoso psicólogo da TV dos EUA. Foi sua segunda internação em 2019, após ser levado a uma clínica após um surto num clube de comédia. A primeira internação, por sinal, está completando dez anos – e ele abandonou após apenas quatro dias. Vieram pelo menos mais meia dúzia desde então. A morte de outro “jackass”, Ryan Dunn, ao dirigir bêbado em 2011 não serviu de alerta. Ao contrário, aumentou sua vontade de beber. E ele transformou seu vício em fonte de renda, ao participar de reality shows em que passou a mostrar seu estado deplorável. O primeiro foi “Family Therapy with Dr. Jenn”, em 2015 no canal pago VH1, seguido por “The Nine Club”, no YouTube. Após destruir a própria casa e ameaçar a esposa, Margera chegou a ser internado à força numa instituição psiquiátrica no ano passado. Nada disso parece tê-lo ajudado, já que, em 3 de agosto deste ano, ele foi retirado de um voo comercial por ser considerado bêbado demais para embarcar. No dia seguinte, pediu publicamente, via redes sociais, ajuda do Dr. Phil. Assim, foi novamente mostrar que é um “jackass” na TV, ouvindo que precisava se internar, concordando e fugindo uma semana depois.
Nada a Perder 2 já tem sessões de estreia esgotadas
“Nada a Perder 2”, sequência da cinebiografia do bispo Edir Macedo, já tem várias sessões lotadas, a dois dias da estreia, prevista para quinta-feira (15/8). O primeiro filme esgotou as bilheterias de seu fim de semana inaugural com vários dias de antecedência, batendo recorde de pré-venda, com 4 milhões de ingressos vendidos antes da estreia. Acabou virando a maior bilheteria nacional de todos os tempos, somando 12 milhões de ingressos. Apesar da procura antecipada, o fenômeno não deve se repetir na continuação. A diferença começa pelo lançamento em circuito menor. “Nada a Perder 2” será exibido em 600 salas, enquanto a primeira parte foi distribuída em 1,1 mil. Além disso, o site Ingresso.com revela que a pré-venda, iniciada em 15 de de junho, é 4,5 vezes menor do que o montante do filme anterior. O site não divulga números exatos. Segundo o jornal O Globo, boa parte das sessões apresenta características de ingressos comprados em pacotes, ou seja, adquiridos por uma mesma pessoa com o intuito de distribuir para outros espectadores. Isso porque a ocupação se dá em bloco, com fileiras inteiras compradas de uma vez. Tática semelhante aconteceu com “Os Dez Mandamentos” (2016) e no primeiro “Nada a Perder” (2018). Em ambos os casos, salas com todos os ingressos vendidos ficaram vazias na estreia. O número expressivo de bilheteria não se refletiu na ocupação, fazendo dos filmes curiosos sucessos de vendas, mas não de público. Ainda de acordo com O Globo, parte dos bilhetes foi comprada pela Igreja Universal e distribuída aos fiéis, que não necessariamente foram ao cinema. A Igreja Universal sempre negou ter comprado bilhetes em massa, embora reportagens de diversos veículos tenham flagrado tíquetes sendo distribuídos em cultos, igrejas e cinemas no ano passado. A instituição alega que a iniciativa partiu de líderes religiosos. Assim como no primeiro filme, “Nada a Perder 2” também não terá sessões antecipadas para a imprensa, visando impedir que os críticos escrevam sobre o filme antes da estreia. Carregando o subtítulo “Não se Pode Esconder”, a segunda parte cobre os anos entre a saída do bispo Edir Macedo (interpretado por Petrônio Gontijo) da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014, explorando a expansão da Universal pelo mundo. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção, o filme também responde às denúncias contra o bispo Edir Macedo, fundador e líder da entidade, envolvendo lavagem de dinheiro e intolerância religiosa. Está lá, por exemplo, o incidente conhecido como “chute na santa”, em que um bispo da Universal criticou, ao vivo na TV, a adoração de santas católicas. Juntos, os dois filmes têm orçamento de R$ 40 milhões, bancados, segundo o estúdio Paris Filmes, por empresas privadas.
Orange Is the New Black: Elenco se despede em vídeo legendado da temporada final
A Netflix divulgou um vídeo legendado em tom de despedida de “Orange Is the New Black”. A prévia traz depoimentos do elenco e da criadora Jenji Kohan, com direito a lágrimas e cenas de bastidores das gravações finais. Baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam na sexta-feira (26/7) em streaming.
Atriz da série The Chi é presa por posse de cocaína
A atriz Sonja Sohn, que ficou conhecida pela série clássica “The Wire” e atualmente estrela “The Chi”, foi presa no último domingo (21/7) por posse de cocaína. De acordo com o comunicado da Delegacia de Polícia de Dare County, na Carolina do Norte, a atriz era uma passageira em um carro no qual foram encontradas drogas e outros objetos utilizados para consumo de substâncias ilegais. Após pagar uma fiança de US$ 1,5 mil dólares, ela foi liberada pela polícia, mas vai responder a processo criminal. Sonja Sohn viveu a Detetive Shakima Greggs por seis anos no drama policial da HBO e depois disso fez diversas participações em várias séries. Ela viveu uma encarnação da bruxa Esther Mikaelson em “The Originals”, esteve em três episódios da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” como a mãe da protagonista Michael Burham (Sonequa Martin-Green) e em “The Chi” interpreta Laverne, uma mulher viciada em álcool e envolvida numa tragédia. A atriz também estreou como diretora num documentário recente sobre violência policial, “Baltimore Resing” (2017).
Telefilme vai contar a história bizarra da seita sexual de Allison Mack
O canal pago americano Lifetime vai produzir um telefilme sobre o NXIVM, seita sexual que tinha entre seus líderes a atriz Allison Mack (a Chloe de “Smallville”). A dramatização do caso criminal será estrelada por Peter Facinelli (de “Crepúsculo”, “Nurse Jackie” e “Supergirl”). Ele vai interpretar Keith Raniere, líder do grupo, condenado recentemente pelo caso nos EUA. Com o título provisório de “The NXIVM Cult: a Mother’s Nightmare”, o telefilme será focado no drama da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”) e sua luta para salvar a filha do grupo. O lançamento está previsto para o segundo semestre. A atriz Andrea Roth (a mãe de Adaga na série “Manto e Adaga”) fará o papel de Oxenberg, Jasper Polish (“Vingança Sobrenatural”) será sua filha India e Sara Fletcher (“Mom Tested”) fará o papel de Allison Mack. O telefilme do Lifetime já é o quarto projeto anunciado sobre o caso, mas a maioria tem optou pelo registro documental – inclusive a série em desenvolvimento na HBO. O escândalo do NXIVM veio à tona numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, que denunciou a escravidão sexual promovida pela seita e apontou a atriz Allison Mack como braço-direito do falso guru Keith Rainiere. Após investigação do FBI, todos os líderes foram presos em abril de 2018. Um ano depois, Allison se declarou culpada por extorsão e conspiração criminosa. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse no tribunal. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas em seus cursos. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais do “mestre” marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas.
Showrunner avisa fãs que Netflix não vai reverter cancelamento de Lucifer
Quando a Netflix anunciou a renovação de “Lucifer”, muitos perceberam que, na verdade, o que a plataforma estava anunciando era o cancelamento da série, que terá uma 5ª e última temporada para encerrar sua história em 2020. O detalhe levou os “lucifans” a se mobilizarem e iniciar campanhas precoces para pressionar por mais episódios. Afinal, a tática já tinha dado certo antes, quando “Lucifer” foi cancelado pela Fox ao final de sua 3ª temporada e resgatado pela Netflix. Mas a showrunner da série tratou de jogar água fria nesses planos. Ildy Modrovich foi ao Twitter dizer que o jogo acabou e nada vai mudar o placar. Ela explicou que a decisão da Netflix é irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas agora”, garantindo que não existe a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Sabemos que houve muita confusão sobre o recente anúncio de que essa será nossa última temporada. Muitos estão se perguntando se deveriam lutar por mais. E, por mais que estejamos tão tristes quanto muitos de vocês que essa jornada maravilhosa esteja acabando, lutar não vai mudar as coisas agora”, ela escreveu. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção com apenas mais 10 episódios. Mas ela deixou claro que a ideia de anunciar simultaneamente a renovação e o cancelamento foi uma forma de neutralizar as manifestações de protestos dos fãs. “É porque sabemos o quão apaixonados e devotos são nossos fãs (e nós!) que quiseram dar a vocês (e a nós!) o tempo necessário para processar as notícias. E, por isso, somos incrivelmente gratos”, escreveu Modrovich, dando a entender que os produtores também foram surpreendidos. Na prática, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. Além disso, vale fazer outra conta. Os 10 episódios da 4ª temporada somados aos 10 do 5º ano totalizam menos capítulos que uma temporada simples de série da TV aberta. Em seu último ano na Fox, a 3ª temporada rendeu 26 episódios. Em números frios, o salvamento da Netflix produziu 20 episódios extras, equivalente a uma temporada a mais, dividida em duas partes. Muito pouco a ser comemorado pelos fãs. Pelo menos, o planejamento antecipado permitirá aos roteiristas realizar uma conclusão definitiva para a história. A message of love for our #Lucifans ??❤️ from me… @Henderson_Joe all the #Lucifer writers and our beautiful cast… @tomellis17 @LaurenGerman @LesleyAnnBrandt @RachaelEHarris @kevinmalejandro @dbwofficial @Aimee_Garcia and @ScarMestevez pic.twitter.com/8aXb6yfJ7c — Ildy Modrovich (@Ildymojo) 26 de junho de 2019
Última temporada de Orange Is the New Black ganha 50 fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou mais de 50 fotos, o pôster e o trailer legendado da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black”. A prévia confirma que a trama vai se alternar entre as personagens que continuam presas e a jornada da protagonista Piper (Taylor Schilling), após ganhar liberdade. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam em 26 de julho em streaming.
Astros de Smallville comentam envolvimento de Allison Mack em seita de escravas sexuais
O programa mais recente do podcast “Inside of You”, comandado por Michael Rosenbaum, voltou a reunir o ator com seu colega de “Smallville”, Tom Welling. E em meio a lembranças da série, os astros que viveram Lex Luthor e Clark Kent abordaram a polêmica participação de Allison Mack no NXIVM, grupo que oferecia cursos de auto-ajuda como fachada para uma seita de escravas sexuais. Welling, que ainda não tinha se pronunciado sobre o assunto, revelou-se surpreso ao descobrir no que a intérprete de Chloe Sullivan estava metida após o fim da série da DC Comics. “Eu não sabia nada sobre isso… Fui pego de surpresa ao ler. Soa muito bizarro. Allison sempre foi uma pessoa muito boa comigo”, disse o ator. Rosenbaum já tinha mencionado o fato no podcast. Mas também manifestou incredulidade, embora admita que nunca foi muito próximo da atriz para saber de suas inclinações pessoais ou sexuais. “Tudo que eu sei é que é difícil. Eu sempre digo isso. Se alguém disser: ‘Ei, seu irmão matou alguém’. Vou pensar, ‘Não, é impossível. Você não conhece meu irmão’. Agora, Allison e eu nunca fomos muito próximos na série, como Tom e eu éramos. Então, eu realmente não sabia. Mas se alguém dissesse: ‘Ah, Allison Mack matou alguém’. Eu diria: ‘Não, isso é impossível'”, acrescentou. Meses após ser presa sob acusações de tráfico sexual, Allison Mack se declarou culpada de extorsão e conspiração criminosa, parte de um acordo entre seus advogados e promotores. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse Mack no tribunal. Nesta semana, Keith Raniere, o líder da seita, foi considerado culpado e aguarda sua sentença, que pode ser prisão perpétua. Ele mantinha um harém de escravas sexuais, que, por sua vez, tinham suas próprias escravas, num esquema de pirâmide. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”).
Mais um ator de Empire é preso pela polícia de Chicago
A polícia de Chicago prendeu um segundo ator da série “Empire”, que é gravada na cidade. Após a confusão envolvendo Jussie Smollett (intérprete de Jamal na série), acusado de forjar um ataque racial, o ator Bryshere Gray (o Hakeem de “Empire”), foi parado pela polícia por supostamente dirigir um Rolls-Royce com placa de outro carro. Segundo o site TMZ, Gray também não tinha uma carteira de motorista para apresentar aos policiais e seu veículo estava sem seguro (o que é ilegal na cidade). O incidente aconteceu na quinta-feira passada (13/6). Gray foi liberado após pagar fiança e deve comparecer a um tribunal em Chicago no dia 18 de julho, quando um juiz decidirá sua pena. Seus representantes não retornaram pedidos de comentários. Em “Empire”, Bryshere Gray e Jussie Smollet vivem irmãos. O problema policial de Smollett rendeu muitas manchetes, após ele se envolver num escândalo e ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento. Mesmo após o fim do processo, o ator não deve voltar a aparecer na 6ª e última temporada da série da rede Fox, que só deve ir ao ar em 2020.
Cuba Gooding Jr. volta a ser acusado de abuso sexual uma semana após queixa criminal
O ator americano Cuba Gooding Jr. recebeu uma segunda acusação de abuso sexual, uma semana após o registro do primeiro caso. Mas, diferente da denúncia anterior, o abuso teria acontecido há muitos anos e foi registrado como desabafo e não como queixa-crime. A nova acusação partiu da apresentadora e comediante Claudia Oshry, que afirmou ter sido abusada pelo ator quando tinha 16 anos. Oshry relatou o incidente em seu podcast, The Morning Toast. “Quando eu estava no ensino médio, quando eu tinha só 16 anos, Cuba Gooding Jr. colocou o dedo dele na minha bunda, e eu fiquei furiosa. Eu me senti… não sei nem qual é a palavra certa. E isso se tornou parte de quem eu sou, parte da minha história”. A apresentadora ainda disse ter recebido outras denúncias contra o ator. “Pelo menos uma vez a cada show que faço vem alguém me dizer ‘meu Deus, eu estava na balada e isso aconteceu comigo’ ou ‘ a mesma coisa aconteceu com a minha amiga’. Não é a primeira vez que escuto isso”. Ao site E! News, o advogado do ator, Mark Heller, negou as acusações. “Cuba diz que esse incidente nunca ocorreu e que ele tampouco se lembra dessa pessoa”. Na última quinta (13/6), Gooding Jr. apresentou-se à polícia voluntariamente para responder à acusação anterior. Ele chegou a ser algemado, mas foi liberado sem pagar fiança. O caso aconteceu no domingo (9/6), em um bar em Nova York, onde uma mulher afirma ter sido apalpada pelo ator. Ela ligou para o número da emergência pouco depois. Um vídeo da câmera de segurança do bar capturou o momento. Veja aqui. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).
Carla Diaz vira Suzane von Richthofen na primeira foto do filme A Menina que Matou os Pais
A atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) foi escalada no papel de Suzane von Richthofen no filme “A Menina que Matou os Pais”. E a produção já divulgou sua primeira foto caracterizada como a criminosa. A imagem lembra o visual de Suzane na época de seu julgamento. De título auto-explicativo, o longa vai contar como Suzane planejou matar seus pais para ficar com a herança, com a ajuda de seu namorado em 2002. Presa até hoje, ela foi condenada a 39 anos de detenção em 2006, mas, com a progressão de sua pena, seu remime atual é semi-aberto, e ela alterna o período de reclusão com aulas numa faculdade de Administração. “A Menina que Matou os Pais” tem direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiro assinado por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. A previsão de estreia é para o primeiro semestre de 2020.
Vídeo mostra Cuba Gooding Jr. apalpando mulher que o acusa de assédio
O site TMZ teve acesso ao vídeo de segurança do bar em que o ator Cuba Gooding Jr. foi acusado de assédio sexual. O vídeo flagra o ator apalpando a coxa e o seio da mulher que fez a acusação. O caso aconteceu no domingo (9/6), em uma festa em Nova York. Pelas imagens, é possível ver a mulher sentando ao lado do ator e de sua namorada. A namorada de Gooding fica o tempo inteiro entre eles e não é possível ouvir as conversas. Mas, após alguns segundos, Cuba coloca a mão na coxa esquerda dela e depois parece apalpar seu seio. A suposta vítima coloca a seguir a mão dela junto com a do ator e o que acontece neste momento é aberto a interpretações: ou ela afasta a mão de Cuba ou ele a puxa para dar um beijo. Logo em seguida, várias outras pessoas se aproximam e o ator interage com todos, inclusive os homens, de forma efusiva. A mulher que denunciou Gooding deixou o bar após o suposto incidente, ligando para o número da emergência pouco depois. O ator foi detido nesta quinta (13/6) por importunação e abuso sexual de terceiro grau, e chegou a ser algemado para ser conduzido à delegacia (foto acima). Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).






