Oscar Isaac vai estrelar próximo filme de Spielberg
O ator Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) vai estrelar o próximo filme de Steven Spielberg, “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, ao lado de Mark Rylance (“Ponte de Espiões”). O filme é uma adaptação do romance homônimo de David I. Kertzer, por sua vez baseado numa história real. Passado em 1858, gira em torno do rapto de um garoto judeu em Bologna, na Itália, que foi levado à força da família para ser criado como cristão pela Igreja católica. Para conseguir libertar o filho, os pais entram em um duelo político com o Papado da época, durante o período de unificação do país. Com roteiro de Tony Kushner, que escreveu “Lincoln” para Spielberg, a produção está prevista para começar a ser rodada no primeiro trimestre de 2017, após o cineasta terminar a ficção científica “Ready Player One”, seu atual projeto.
Star Trek: George Takei muda de ideia e aprova Sulu gay
O ator George Takei voltou atrás em sua crítica à transformação de Sulu num personagem gay em “Star Trek: Sem Fronteiras”. Takei, que interpretou Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da franquia, assumiu-se gay em 2005, mas não tinha aprovado a mudança de sexualidade do personagem, até então retratado como heterossexual. “Estou maravilhado que exista um personagem gay, mas não precisava ser Sulu. Infelizmente, é uma distorção da criação de Gene Roddenberry”, ele se manifestou, na semana passada. “Eu penso que este filme será lançado durante o aniversário dos 50 anos de ‘Star Trek’, o que é uma forma de prestar homenagem a Roddenberry, o homem cuja visão nos motivou por meio século. E a melhor forma de honrá-lo seria criar outro personagem, não alterar uma de suas criações”. Ironicamente, o roteirista Simon Pegg, intérprete de Scotty no filme, imaginava assim prestaria uma homenagem a Takei, o único intérprete da série clássica a se assumir gay. Mas, para o veterano ator, o problema de mostrar Sulu gay agora era basicamente considerar que o personagem vivia “no armário”, escondendo sua verdadeira sexualidade nas histórias anteriores, o que seria uma péssima mensagem. Afinal, no século 23, onde ele vive, a sexualidade já não deveria precisar ser disfarçada. Diante da polêmica, Pegg veio a público dizer que, como a série sofreu um reboot, as histórias clássicas estão sendo reescritas. Portanto, para efeitos da trama, não existe um passado heterossexual para Sulu. Ele também justificou a decisão de mostrar “>um personagem clássico como gay para evitar introduzir um novo personagem, que passasse a ser conhecido apenas por sua orientação sexual. Além disso, Rod Roddenberry, o filho do criador de “Star Trek”, também se manifestou, dizendo que seu pai aprovaria a inclusão de um personagem gay na ponte de comando da Enterprise. Com tempo para refletir, Takei agora mudou de ideia. Em um post em seu Facebook, ele elogiou a decisão e parabenizou o roteirista e o novo intérprete de Sulu. “Eu desejo tudo de bom para John Cho no papel que eu já interpretei, e parabenizo Simon Pegg em sua ousada e inovadora narrativa. Enquanto eu teria escolhido desenvolver um novo personagem [gay], neste caso, eu entendo perfeitamente e aprecio o que estão fazendo [com Sulu] – como sempre, corajosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve”, ele escreveu. Com direção de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas, por causa das Olimpíadas, chega apenas em 1 de setembro no Brasil.
Filho de Gene Roddenberry diz que criador de Star Trek apoiaria versão gay de Sulu
O produtor de documentários Rod Roddenberry, filho do criador de “Star Trek” Gene Roddenberry, resolveu entrar no debate sobre a orientação sexual de Sulu, interpretado por John Cho como um homem gay de família no novo filme da franquia. Segundo ele, seu pai apoiaria sua representação como um homossexual casado e pai de uma criança. “Acho que meu pai seria 100% favorável por um personagem gay em ‘Star Trek’. Há tanta coisa acontecendo no mundo hoje, acho que ele adoraria qualquer tipo de discussão social sendo colocada em ‘Star Trek’”, disse Roddenberry, que acrescentou não entender porque existe controvérsia sobre o assunto. A controvérsia, na verdade, deve-se à posição do ator George Takei, que viveu Sulu na série original dos anos 1960. Gay assumido, ele não entendeu a alteração na sexualidade do personagem como uma homenagem, mas como uma traição ao legado de Gene Roddenberry, que criou Sulu como um asiático heterossexual. “De certo modo, é o personagem de George. Consigo entender porque ele tem uma opinião forte sobre isso, mas não vejo os motivos de todo mundo estar discutindo esse assunto. É algo que reflete o tempo atual, vamos apenas fazer isso”, afirmou Roddenberry. Com direção de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas, por causa das Olimpíadas, chega apenas em 1 de setembro no Brasil.
Caça-Fantasmas: Duas cenas destacam o bom visual e as piadas fracas do remake
“Caça-Fantasmas” pode não ter boas piadas, mas os efeitos e o visual do time são bem feitos, como demonstram duas novas cenas do remake, divulgadas pela Sony Pictures. As prévias, claro, reforçam tanto a parte positiva quanto a negativa da produção, que rendeu o trailer mais odiado da história do YouTube. Com direção de Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), o novo “Caça-Fantasmas” é estrelado por Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), além de Chris Hemsworth (“Thor”) como o loiro burro gostoso da recepção. Isso mesmo. A estreia está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Maisa Silva reage ao virar alvo de grupo maldoso na internet
A jovem atriz Maisa Silva, de 15 anos, voltou a ser alvo de ataques em sua página no Facebook. Ameaçada por um suposto fã recentemente, a estrela de “Carrossel” usou o seu perfil no Twitter para falar sobre a ação, que foi organizada pelo grupo “Vai chorar mesmo (VCM)”. “O que é isso? Que a justiça veja isso, eu sou menor de idade e estão solicitando pornografia com o meu nome. Que absurdo, sério, esses monstros são humanos?”, disse a adolescente, compartilhando fotos que mostram como o grupo foi feito. Nas imagens, um usuário pede para os outros seguidores comentarem na página da artista perguntando quando ela irá fazer um filme pornográfico. “Eu espero que vocês paguem bem caro por esse ato de ódio. Eu estou sem palavras, que monstruosidade. Quem vai chorar é você ao acertar as contas com a justiça, tudo que vai volta e a vida vai te cobrar. Estou passada. Eles querem que eu chore mas eu não vou me abalar. Minha fé está depositada em Deus e são eles quem vão chorar”, declarou. Maisa contou ainda que as postagens, feitas na sexta-feira (8/7) foram rastreados. “Eu, minha equipe, juntamente com o Facebook e a Polícia já rastreamos os comentários ruins que recebi aqui no Facebook. A internet não é ‘terra de ninguém’ e existem leis aqui também. Obrigada pelo apoio de todos os meus fãs”. Seu próximo trabalho chega aos cinemas na quinta (17/7), em “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, em que reprisa o papel da menina Valéria, uma das personagens principais da franquia juvenil da rede SBT.
Caça-Fantasmas: Personagens da versão feminina ganham vídeos legendados
A Sony Pictures divulgou um novo pôster e a versão legenda dos vídeos que apresentam as personagens da versão feminina de “Caça-Fantasmas”, vividas por Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), além de um featurette dedicado ao ecto-carro. Acompanhados por comentários do elenco e do diretor Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), os vídeos também são repletos de cenas inéditas, numa esforço para engajar o público. O estúdio terá mesmo que distender seus músculos de marketing, após a forte reação negativa gerada pelo primeiro trailer, que se tornou um dos vídeos mais odiados do YouTube em todos os tempos. A estreia está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Giovanna Ewbank rebate críticas por adoção de uma menina africana
A atriz Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) rebateu as críticas sobre a adoção da menina Chissomo, que nasceu no Malaui. Giovanna e o marido, o também ator Bruno Gagliasso (série “Dupla Identidade”), trouxeram a criança de dois anos do país africano no começo da semana, após um longo processo, que durou um ano e meio. Mas o casal foi criticado na internet por não ter adotado uma criança brasileira. “Amor não tem endereço. Quando acontece é assim, a gente não tem como fugir”, rebateu Ewbank, durante o lançamento de uma coleção de roupas, em São Paulo, na quinta (7/7). “A gente está muito feliz, muito realizado, com o coração cheio de amor. É um momento único para nós”, ela completou. Além de Chissomo, de 2 anos, carinhosamente apelidada de Titi, os atores também adotaram uma segunda filha, que se chama Cecília e tem 6 anos. No entanto, essa é uma adoção diferente, à distância. Cecília continuará com os pais biológicos no Malaui, enquanto o casal fica responsável pelas despesas da criança, incluindo estudos. Assim como Chissomo, Giovanna também conheceu Cecília em uma das viagens que fez ao país africano. Ela conheceu as crianças durante uma visita ao país, que vou exibida pelo “Domingão do Faustão” em julho de 2015. A atriz apareceu no vídeo com uma menina e em seguida seus fãs sugeriram que ela a adotasse. Desde então, Giovanna e Bruno fizeram constantes viagens a Malauí, onde passaram por uma série de entrevistas que envolveram a adoção. Eles precisaram manter sigilo absoluto sobre o caso até que o processo estivesse completamente concluído. A atriz, inclusive, teria aberto mão de alguns trabalhos para conseguir viajar e cumprir exigências do governo do país africano. Nos últimos três meses, o casal passou praticamente todo período no Malaui, retornando ao Brasil apenas para compromissos profissionais. Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank são casados desde 2010. Em junho de 2012, o casal chegou a se separar, mas dois meses depois reataram o relacionamento. Na ocasião, o ator disse que ambos tiveram um “momento de reflexão e acreditam no amor que sentem um pelo outro”.
George Takei não gostou da homenagem e preferia que Sulu não virasse gay
O veterano ator George Takei, que interpretou o Sr. Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da franquia, revelou que já sabia que o personagem apareceria como gay em “Star Trek: Sem Fronteiras”, mas preferia que isso não tivesse acontecido. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, Takei, que é gay assumido e participa ativamente do movimento pelos direitos LGBT, contou que foi informado por John Cho, o novo intérprete do personagem, e que tentou demover o diretor Justin Lin da ideia, pois o personagem sempre foi retratado como heterossexual. “Estou maravilhado que exista um personagem gay, mas não precisava ser Sulu. Infelizmente, é uma distorção da criação de Gene Roddenberry”, ele se manifestou. “Eu penso que este filme será lançado durante o aniversário dos 50 anos de ‘Star Trek’, o que é uma forma de prestar homenagem a Roddenberry, o homem cuja visão nos motivou por meio século. E a melhor forma de honrá-lo seria criar outro personagem, não alterar uma de suas criações”. Ironicamente, a decisão partiu do roteirista Simon Pegg, intérprete de Scotty no filme, que imaginava assim prestar uma homenagem a Takei, o único ator da série clássica a se assumir gay – em 2005. Pegg chegou a enviar um email elogiando a dedicação de Takei tanto à franquia quanto à causa LGBT, que o ator diz ter confundido com um sinal de que tinha sido ouvido e que Sulu não seria mais apresentado como homossexual. Para Takei, o problema de mostrar Sulu gay agora é basicamente considerar que o personagem vivia “no armário”, escondendo sua verdadeira sexualidade nas histórias anteriores, o que seria uma péssima mensagem. Afinal, no século 23, onde ele vive, a sexualidade já não deveria precisar ser disfarçada.
Ghost in the Shell: Foto registra encontro de Scarlett Johansson com lendas do anime
O estúdio japonês de animação Production I.G divulgou uma foto dos bastidores do filme “Ghost in the Shell”, que mostra três lendas do anime ao lado da atriz Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e do diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). As visitas ilustres são Mamoru Oshii, Kenji Kawai e Kenji Kamiyama, todos ligados à franquia “Ghost in the Shell”. Oshii foi o diretor do filme animado que adaptou os quadrinhos de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) em 1995, Kawai compôs sua trilha sonora e Kamiayama escreveu e dirigiu toda a série “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (da I.G.). A legenda da foto (acima) agradece à equipe e ao elenco do filme pela visita e o respeito demonstrado pelo trabalho dos artistas japoneses. Trata-se de um claro esforço de relações públicas, que tenta suavizar as críticas contra a escalação de Scarlett Johanson no papel principal. Ela, obviamente, não é japonesa como a personagem do mangá e do anime “Ghost in the Shell”, o que gerou protestos, tanto dos fãs da obra quanto de ativistas inconformados com o embranquecimento de papeis de outras raças nos filmes de Hollywood. Além de Johansson, o filme inclui um elenco de multiétnico, com o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o americano Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) e os japoneses Takeshi Kitano (“Zatoichi”), Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”) e Yutaka Izumihara (“Invencível”). A previsão de lançamento é para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Gay Talese renega próprio livro, que seria filmado pelo diretor de 007 Contra Spectre
O projeto da adaptação do vindouro livro “The Voyeur’s Motel”, que seria o próximo filme de Sam Mendes (“007 Contra Spectre”), sofreu um grande revés público. O próprio autor da obra, o famoso escritor Gay Talese, repudiou o que escreveu, dizendo-se enganado pelo homem que ele transformou em protagonista de sua história, cujos relatos foram tidos como verdadeiros. Em comunicado, Talese afirmou, de forma dramática, que não ajudará a promover seu livro. “Eu não deveria ter acreditado no que ele me contou”, escreveu. “Como posso promovê-lo, quando sua credibilidade está no esgoto?” “The Voyeur’s Motel” conta a suposta história real de Gerald Foos, homem que decidiu comprar e gerenciar um motel no Colorado em 1966 para satisfazer seu voyeurismo, assistindo a seus hóspedes fazerem sexo e descrevendo os atos num diário mantido até 1995. Só que ele acabou vendo bem mais que isso – como, por exemplo, um assassinato, que suas próprias ações precipitaram. Talese entrou em contato com Foos ainda em 1980, mas ele só aceitou permitir a publicação de sua história sem censura em 2013, quando vendeu o motel. O primeiro trecho do livro causou furor ao ser publicado em abril, como história verídica, na revista The New Yorker, levando Steven Spielberg a adquirir os direitos de adaptação para o cinema. Spielberg pretendia produzir o filme pela DreamWorks, e negociou com Sam Mendes para assumir a direção. Mas logo o jornal The Washington Post começou a encontrar furos na história, revelando que pelo menos parte do relato de Foos tinha sido inventado. Diante do questionamento de sua fonte, Talese resolveu renegar a obra. Apesar da controvérsia, o lançamento de “The Voyeur’s Motel” está mantido. O livro chega às lojas americanas na próxima terça, dia 12 de julho.
Lançamento de Chatô pode evitar que Guilherme Fontes pague multa milionária
O TCU (Tribunal de Contas da União) aceitou rever um recurso de Guilherme Fontes referente à prestação de contas do incentivo fiscal do filme “Chatô, o Rei do Brasil” (2015). Com a revisão, o ator e diretor pode se isentar de ter que devolver um total de R$ 66,2 milhões ao Fundo Nacional da Cultura, valor corrigido e acrescido de juros. O recurso reavalia a decisão do TCU que condenava o ator por não ter o filme, que foi rodado nos anos de 1990 e só ficou pronto em 2014. Agora que “Chatô” entrou e saiu de cartaz e está na programação do Netflix, os ministros consideraram que a produção foi concluída, o que pode ser considerada prova de reconsideração. “Chatô”, que demorou quase 20 anos para estrear, custou mais de R$ 8 milhões, valor bem acima das grandes produções da época – “O Auto da Compadecida” (2000), por exemplo, não passou de R$ 3,5 milhões. No entanto, Fontes garante que o valor do trabalho ficou abaixo do que qualquer outro do mercado, já que, além do filme, o projeto compreendia também uma minissérie e um documentário, que ele pretende lançar em breve. O filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV. Fontes disse que estava muito feliz e emocionado pela reviravolta no caso. “A justiça está sendo feita com quem acreditou em mim e com a minha família”, ele comentou, em entrevista ao UOL. “Fui acusado pelo Ministério da Cultura da época e os jornais abraçaram a ideia. Destruíram um projeto lindíssimo de cinema. E isso prova que eu estava certo”, falou. “O mais legal de tudo é as pessoas terem gostado do filme. Isso é impagável. Saber que as minhas contas estariam boas no final não foi surpresa. Saber que o filme ficaria bom não foi surpresa. Surpresa foi tudo mundo ter achado isso”.
Aquarius: Filme de Kleber Mendonça Filho vence festival na Polônia
Depois de vencer o Festival de Sydney, na Austrália, o filme “Aquarius”, do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, ganhou o prêmio de Melhor Filme do Transatlantyk Festival, realizado na cidade de Lodz, na Polônia. Ele concorria com nove filmes de diferentes países. Estrelado por Sonia Braga, o filme também foi apresentado no Festival de Cannes, onde seus integrantes ergueram cartazes contra o “golpe” (Impeachment de Dilma Rousseff) numa photo op política. A trama gira em torno da resistência da última moradora de um prédio antigo, que recusa a vender seu apartamento para uma empreiteira lançar um novo conjunto de apartamentos. “Aquarius” teve seu trailer disponibilizado na semana passada. A estreia está marcada para 1 de setembro no Brasil.
Série Preacher é renovada para a 2ª temporada
O canal pago AMC renovou “Preacher” para a sua 2ª temporada, que terá três episódios a mais em seu retorno. A adaptação dos quadrinhos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) é a segunda série nova mais vista da TV paga americana em 2016, com média de 3,3 milhões de telespectadores por episódio em todas as plataformas. Apesar disso, se trata de uma audiência em queda, que perde público a cada novo capítulo exibido. Isto pode ser explicado pela forma intrincada, quase surreal, com que a história está sendo apresentada na TV. Vale lembrar que os quadrinhos originais, de Garth Ennis e Steve Dillon, são muito mais claros, além de contar uma história diferente. Na verdade, a série chega a lembrar “John from Cincinnati”, do HBO, que também combinava uma abordagem bizarra-conceitual com anjos e elementos inexplicáveis, e acabou cancelada precocemente. O ator Dominic Cooper (série “Agent Carter”) vive o protagonista, um pastor que é atingido por um raio (na verdade, uma entidade vinda dos céus), que lhe confere a capacidade de ser ouvido e obedecido por todos, mas também o torna alvo dos burocratas do Céu. Em busca de respostas, o pastor Jesse Cutler se junta ao vampiro bêbado Cassidy e a sua ex-namorada pistoleira Tulip. Mas enquanto a trama dos quadrinhos conduz a uma jornada que cruza o interior dos EUA em busca de Deus, a série, atualmente na metade de sua temporada inaugural, ainda não saiu da cidadezinha do pastor. A série foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (“É o Fim” e “A Entrevista”). Rogen e Goldberg também dirigiram o piloto, além de produzirem a atração junto com Catlin e Neal H. Moritz (franquia “Velozes & Furiosos”). A 1ª temporada de “Preacher” se encerra em 31 de julho, com a exibição de seu 10º episódio. A 2ª temporada terá 13 episódios, com estreia prevista para o começo de 2017.











