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    John Cena pede desculpas à China por chamar Taiwan de país

    25 de maio de 2021 /

    O ator John Cena se submeteu nesta terça (25/5) à censura voluntária de Hollywood para agradar ao Partido Comunista Chinês, após cometer o “erro” de chamar Taiwan de país. As redes sociais chinesas descobriram uma entrevista em que Cena chamou Taiwan de país e começaram a planejar um boicote ao novo filme do ator, “Velozes e Furiosos 9”, que estourou nas bilheterias chinesas em seu lançamento no fim de semana. Por menos, o próprio governo de Pequim tirou filmes de cartaz. Os nacionalistas chineses consideram Taiwan, que tem governo próprio democrático, como uma província rebelde, que deve retornar ao controle do Partido Comunista – à força, se necessário. Qualquer tentativa diplomática de reconhecê-la como nação irrita o governo e também o público chinês, que costuma seguir cegamente a política estatal – na verdade, não há alternativa. Para evitar prejuízo e outras complicações ao estúdio Universal, Cena se desculpou no Weibo, o Twitter da China. E em mandarim! “Dei muitas entrevistas para ‘Velozes e Furiosos 9’ e cometi um erro durante uma delas”, reconheceu em vídeo. O chamado “erro” aconteceu quando deu uma entrevista à emissora taiwanesa TVBS e disse “Taiwan é o primeiro país que pode assistir [ao filme].” “Agora eu tenho que dizer uma coisa que é muito, muito, muito importante: eu amo e respeito a China e o povo chinês”, ele disse no novo vídeo. “Estou muito arrependido pelo meu erro. Sinto muito”, acrescentou o ator, sem repetir o polêmico termo. O vídeo com as desculpas já teve mais de 2,5 milhões de visualizações na rede social, que é estritamente controlada pelo governo. Muitos usuários consideram que a desculpa não foi sentida e permanece incompleta. “Por favor, diga ‘Taiwan faz parte da China’ em chinês. Caso contrário, não aceitaremos suas desculpas”, disse um internauta no Weibo. Cena tem a seu favor o fato de ter estudado mandarim por anos e costumar postar regularmente no Weibo. A interação atual não foi pontual, mas parte de uma campanha do ator e ex-campeão de luta livre para se tornar mais conhecido no país. “Velozes e Furiosos 9” estreou em 21 de maio na China, arrecadando US$ 148 milhões em seu primeiro fim de semana. Foi a segunda maior bilheteria de estreia da Universal no país, atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. No filme, Cena interpreta o novo vilão, que também é o irmão (que nunca tinha sido citado) do protagonista Dominic Toretto, vivido por Vin Diesel. O lançamento de “Velozes e Furiosos 9” só vai acontecer no Brasil em 22 de julho.

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  • Série

    Showrunner de “Bull” é demitido por abusos morais

    22 de maio de 2021 /

    A rede CBS demitiu o produtor Glenn Gordon Caron, showrunner da série “Bull”, após denúncia dos roteiristas da produção sobre abusos morais e a transformação do ambiente de trabalho num local tóxico. O ator Freddy Rodriguez, que estava na atração desde estreia, também deixou o elenco, mas sua saída não foi acompanhada por maiores justificativas. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a CBS iniciou uma investigação privada sobre os bastidores da produção após roteiristas reclamarem que foram demitidos sem razão aparente pelo showrunner após a conclusão da 5ª temporada, no último dia 17 de maio, nos EUA. Escritores envolvidos na produção falaram à reportagem, sob condição de anonimato, que o produtor era desrespeitoso com os funcionários. “Todo mundo ficava tenso o tempo todo. No mínimo, todos ali tinham crises de ansiedade”, denunciou um roteirista. Não é a primeira vez que o produtor é acusado de ser abusivo. Roteiristas de sua série anterior, “Medium” (2005-2011), também denunciaram o mau comportamento. “Era um ambiente tóxico enquanto estive lá. E, agora que tenho mais experiência, posso dizer que há outras maneiras de dizer que os roteiros não funcionam sem precisar atacar os escritores de maneira cruel”, disse Melinda Hsu Taylor ao Hollywood Reporter. Também não é a primeira vez que abusos são denunciados nos bastidores de “Bull”. A atriz Eliza Dushku chegou a receber US$ 9,5 milhões em compensações da CBS depois de acusar a rede de demiti-la por ter denunciado assédio do protagonista da atração, Michael Weatherly. Apesar da acusação da atriz, a rede continuou a renovar a série e manter Weatherly como astro. “Mais de 10 milhões de pessoas veem ‘Bull’ toda semana. Michael é adorado pelo nosso público e, mesmo depois dessas denúncias, todo mundo continua assistindo. Então, é uma atração popular que queremos manter no ar”, disse sem rodeios o presidente da emissora, Kelly Kahl, em 2019. Renovada para sua 6ª temporada, a série agora será comandada por duas mulheres, Kathryn Price e Nichole Millard, que já faziam parte do time de roteiristas da atração. Nem o produtor Glenn Gordon Caron e nem o ator Freddy Rodriguez emitiram pronunciamentos sobre suas saídas. No Brasil, “Bull” é exibida pelo canal pago A&E.

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  • Filme

    Marvel admite que Tilda Swinton em “Doutor Estranho” foi um erro

    21 de maio de 2021 /

    O presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, admitiu que a controversa escalação de Tilda Swinton em “Doutor Estranho” foi um erro. Em entrevista à revista Men’s Health, ele avaliou que as críticas e reações negativas do público foi um “despertador”. “Achamos que estávamos sendo muito inteligentes e inovadores. Não vamos fazer o clichê do homem asiático enrugado, velho e sábio. Mas foi um sinal de alerta dizer: ‘Bem, espere um minuto, existe alguma outra maneira de descobrir isso? Existe alguma outra maneira de não cair no clichê e escalar um ator asiático?’ E a resposta para isso, claro, é sim.” Na época, a Marvel foi acusada de embranquecer o personagem, um homem asiático nos quadrinhos, que foi interpretado por uma mulher inglesa no filme. O estúdio chegou a precisar se manifestar em defedesa da escalação de Tilda Swinton, dizendo que apoiava a diversidade e a liberdade criativa na indústria cinematográfica. “A Marvel tem um registro muito forte de diversidade em sua seleção de filmes e regularmente se afasta de estereótipos e material de origem para dar vida ao seu MCU [Universo Cinematográfico da Marvel]. O ancião é um título que não pertence exclusivamente a um personagem, mas sim um apelido transmitido ao longo do tempo, e neste filme em particular a personificação é celta. Estamos muito orgulhosos de ter a extremamente talentosa Tilda Swinton retratando esse personagem único e complexo ao lado de nosso elenco ricamente diversificado”, disse o Marvel Studios em comunicado. A própria Tilda Swinton disse que escalá-la para o papel foi uma tentativa de evitar estereótipos raciais ofensivos, como o “tipo de Fu Manchu, um homem antigo sentado no topo de uma montanha chamada O Ancião. Eles tomaram a decisão de não perpetuar esses estereótipos raciais”, ela afirmou. Uma sequência do filme de 2016, chamada “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, está sendo filmada atualmente para um lançamento em março de 2022.

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  • Filme

    Diretores de “Bad Boys Para Sempre” farão filme da Batgirl

    20 de maio de 2021 /

    A Warner contratou os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo sucesso de “Bad Boys Para Sempre” (2020), para comandarem o filme da Batgirl. A escolha quebra uma regra não escrita dos estúdios, que vinham escalando mulheres para dirigir filmes de heroínas dos quadrinhos. A própria Warner fez isso com “Mulher Maravilha” (dirigido por Patty Jenkins) e “Aves de Rapina” (de Cathy Yan). Por outro lado, a dupla de “Bad Boys” sucede outra opção masculina para a adaptação. Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon em 2017, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e se queimar em Hollywood). Com sua saída, o roteiro ficou a cargo de Christina Hodson, que escreveu “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do “Flash”. Em março desse ano, a Warner confirmou que, em meio a essas mudanças, continuava a avançar com o filme. A revelação aconteceu durante a apresentação de uma lista de produções em desenvolvimento com conteúdo baseado em propriedades da DC Comics. “Batgirl”, porém, não deve chegar aos cinemas e sim ser lançada diretamente na HBO Max. “Com ‘Batgirl’, esperamos levar o público a um passeio divertido e mostrar um lado diferente de Gotham”, disse a produtora Kristin Burr (que também está à frente de “Cruella”). “O roteiro de Christina é repleto de espírito. Adil e Bilall têm uma energia entusiasmada e alegre, que é contagiante, tornando-os os cineastas perfeitos para este Batprojeto. E estou empolgada por fazer parte do universo DC, o que é muito legal”, completou. El Arbi e Fallah nasceram no Marrocos e estudaram cinema na Bélgica, mas se destacaram na TV americana. Eles comandaram a série “Snowfall”, que lhes rendeu o convite para dirigir o terceiro filme de “Bad Boys”, maior bilheteria de 2020. Depois disso, ainda adquiriram experiência com adaptações de quadrinhos e super-heroínas, ao assumirem a direção de episódios da vindoura série “Ms. Marvel”, da editora rival da DC Comics, que deve estrear na Disney+ no fim do ano. Curiosamente, o novo filme da Warner tende a conflitar com a primeira aparição da personagem na HBO Max, já que Barbara Gordon será deficiente na 3ª temporada de “Titãs”, que estreia ainda este ano em streaming. Embora a sinopse não tenha sido revelada, “Batgirl” deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Esta origem já foi apresentada em formato live-action, logo na estreia da personagem. Batgirl surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete da personagem, a atriz Yvonne Craig acabou também servindo como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002. Duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nos quadrinhos. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original.

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  • Etc

    Ex-assistente processa Marilyn Manson por abusos sexuais

    19 de maio de 2021 /

    Marilyn Manson está sofrendo um segundo processo por abusos sexuais. Segundo apurou a Page Six – coluna e site de celebridades do jornal New York Post – , desta vez as denúncias partem de uma ex-assistente, Ashley Walters. Os dois se conheceram em 2010 por uma rede social. Manson teria se mostrado interessado em seu trabalho como fotógrafa e fez uma proposta para que ela o retratasse. Ashley conta que foi até a casa do cantor, onde ele insistiu em realizar um ensaio fotográfico tarde da noite e, em um certo ponto, pediu para que ela tirasse a blusa. Em sua acusação, a ex-assistente alega que, depois das fotos, Manson a empurrou para a cama, usou o peso de seu próprio corpo para prendê-la e tentou beijá-la à força. Ele ainda teria mordido a orelha de Ashley e colocado a mão da profissional em sua cueca. Ela disse que, na época, acreditou que Manson “provavelmente” não havia cometido abuso, pois as coisas pararam naquele ponto. Depois disso, ele lhe ofereceu um emprego como sua assistente pessoal, propondo o dobro do salário que recebia. Mas quando começou a trabalhar, a jovem se viu forçada a virar noites para acompanhar a agenda noturna do cantor, regada a festas e drogas. Ela alega que Manson a ameaçava, jogava pratos nela e a empurrava contra a parede por qualquer coisa. Ela denunciou que Manson até teria enviado uma foto de ferimentos que causou na atriz Esmé Bianco com a mensagem “está vendo só o que acontece?”. Integrante do elenco de “Game of Thrones”, Esmé Bianco é responsável pelo primeiro processo aberto contra Manson na Justiça, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. Em seu próprio processo, Ashley Walters ainda acusa Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria, incluindo um diretor que teria abusado sexualmente dela. Ela diz que se sentia como propriedade do ex-chefe. Um membro da equipe de Manson “negou veementemente” todas as acusações de abuso para a Page Six. Mas uma fonte próxima ao cantor, que preferiu não se identificar, afirmou que aquele era realmente o comportamento de Manson, que mandava a ex-assistente sentar no colo de outros homens. Outros detalhes da acusação incluem obrigar Ashley e a ex-noiva de Manson, Evan Rachel Wood, a posar junto com a coleção de itens nazistas do cantor, que usava as fotos para chantageá-las. Estrela da série “Westworld”, Evan Rachel Wood foi a primeira a denunciar publicamente o comportamento de Manson, mencionado que estava cansada de se calar por medo de chantagens, enquanto outras garotas continuavam a ser abusadas. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais em fevereiro passado. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Walters afirma que o abuso físico e psicológico que Wood e Esmé Bianco denunciaram foram muito similares à sua própria experiência. Marilyn Manson demitiu Walters em 2011. Antes disso, teria invadido o Facebook da ex-assistente. Segundo a denunciante, o cantor a acusou de roubo e continuou ameaçando-a de forma contínua mesmo depois de sua demissão. Em sua primeira e até aqui única manifestação sobre as denúncias, antes das ações na Justiça, Manson alegou que os abusos denunciados eram práticas consensuais entre adultos. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram em fevereiro. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.

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    Ellen DeGeneres anuncia o final de seu programa de televisão

    13 de maio de 2021 /

    A apresentadora Ellen DeGeneres anunciou que seu talk show, “The Ellen DeGeneres Show”, um dos mais populares dos EUA, vai acabar no ano que vem, na 19ª temporada. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter na quarta-feira (12/5), ela justificou a decisão dizendo que quer continuar sendo desafiada em sua carreira. “Quando você é uma pessoa criativa, você precisa ser constantemente desafiado – e por mais que o show seja incrível e divertido, não é mais desafiador”. DeGeneres deu a notícia para a equipe um dia antes de revelar o destino do programa para o público. Ela também contou que vai discutir o encerramento com Oprah Winfrey na edição desta quinta (13/5). Segundo a apresentadora, a atração deveria ter acabado na 16ª temporada, mas ela aceitou assinar contrato para mais três anos, já imaginando que seriam os últimos. “Esse foi o plano o tempo todo”, jurou. Entretanto, planos podem não ter nada a ver com o destino do programa, que foi colocado em cheque no ano passado, após uma reportagem do site BuzzFeed trazer à tona denúncias de abusos e maus tratos à funcionários em seus bastidores. A situação chegou a ponto do estúdio Warner, responsável pela produção, iniciar uma investigação interna, com promessas de mudanças e justificativas da própria DeGeneres. Mas isso apenas serviu de desculpa para artistas famosos falarem mal da apresentadora. O comediante Brad Garrett (“Single Parents”), que apareceu seis vezes no “Ellen DeGeneres Show”, tuitou que era de “conhecimento comum” que a equipe era “tratada horrivelmente” pela própria DeGeneres. Ele afirmou: “Conheço mais de uma [pessoa] que foi tratada horrivelmente por ela”, acrescentando que os problemas denunciados vinham “do topo”. A acusação foi reforçada pela atriz Lea Thompson (“Sierra Burgess É uma Loser”), que replicou a denúncia com uma mensagem afirmando que se tratava de “História verdadeira”. Outros dois convidados, que não quiseram revelar a identidade, disseram ao site Page Six que os produtores exigiam que as pessoas bajulassem DeGeneres ao vivo. “Elogie Ellen, diga a ela que grande fã você é”, lembrou uma das fontes. Um dos entrevistados, que esteve na atração há três anos, revelou ter ficado desconfortável ao receber aquelas orientações. As declarações pintaram DeGeneres como hipócrita, já que ela costuma dizer “seja gentil” com frequência, quase como um slogan, enquanto seus funcionários eram maltratados pelos chefes de sua equipe. Depois disso, notas sobre um suposto cancelamento e até mesmo da vontade de DeGeneres de desistir do programa, no ar desde 2003 na TV americana, começaram a aparecer em publicações especializadas em fofoca. Se era suposição ou simples desejo, o fato é que o fim já tem previsão para acontecer. Na entrevista ao THR, DeGeneres garantiu que as denúncias não foram o motivo do encerramento. “Se eu fosse sair do show por causa disso, eu não teria voltado para essa temporada”, afirmou. Ela também revelou que sente vontade de voltar a fazer cinema e TV: “Uma sitcom parece um ‘passeio no parque’ comparado com um talk show de 180 episódios por ano. Não sei se é isso o que quero fazer em seguida, mas filmes com certeza. Se aparecer um grande papel, vou conseguir fazer, algo que eu não consigo agora”. No Brasil, “The Ellen DeGeneres Show” já foi exibido nos canais pagos Warner e GNT.

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    Gal Gadot diz rezar por paz entre Israel e Palestina, mas escolha de palavras vira polêmica

    12 de maio de 2021 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete de “Mulher-Maravilha” e também estrela israelense, usou suas redes sociais para abordar a volta do clima de guerra entre Israel e Palestina nos últimos dias. Num texto publicado nesta quarta (12/5), ela afirma que está rezando pela paz. “Meu coração está partido. Meu país está em guerra. Eu me preocupo com minha família, meus amigos. Eu preocupo meu povo. Este é um ciclo vicioso que já dura há muito tempo. Israel merece viver como uma nação livre e segura, nossos vizinhos merecem o mesmo”, escreveu ela. “Oro pelas vítimas e suas famílias, oro para que essa hostilidade inimaginável termine, oro para que nossos líderes encontrem a solução para que possamos viver lado a lado em paz. Eu oro por dias melhores”, concluiu. A postagem gerou muitos comentários nas redes sociais. Nem todos positivos. Na verdade, poucos foram positivos. Para começar, seguidores da atriz chamaram atenção para o fato dela não mencionar a Palestina, chamando o país de “nossos vizinhos”. Israel não reconhece a Palestina como país. Outro detalhe lamentado é que ela compara a situação dos dois países como sendo iguais. Mas quem está cercada, confinada, invadida e sujeita à intervenção militar do inimigo é a Palestina. Os dois lados atacam as populações civis uns dos outros, mas apenas as ações da Palestina são chamadas de terrorismo. Esses detalhes foram destacados nos protestos das redes sociais. Além disso, Gal Gadot serviu no exército israelense por dois anos e teria ajudado na repressão ao povo palestino, também lembraram alguns tuítes. A repercussão do post fez a atriz trancar os comentários. A maioria continha palavrões. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) Trancou as respostas pra ser massacrada nos quotes 💀 https://t.co/s55LrtfvUf — chandriana 〄 (@MotherJoanne) May 12, 2021 o engraçado é que ela já foi bloqueando as replies pq sabe que ta falando merda https://t.co/TC4WGwGeR0 — ؘ (@lucaszc_) May 12, 2021 A gal Gadot acabou de chamar os palestinos de VIZINHOS CAAAAACETEEEEEEE era melhor eu ser ignorante e não saber de nada pic.twitter.com/RXm0KdPi2q — Zirtaeb (@BEATZRC) May 12, 2021 Gal gadot, nem se deu ao trabalho de falar palestina… eu sou fã, espero que ela se retrate e respeite do mesmo jeito que respeita seu país, #SavePalestine 🇵🇸 pic.twitter.com/M0EVI94Xn8 — Hélder 🚩🇨🇳🇻🇳✊🏻🏴🏳️ (@HelderChester) May 12, 2021 guerra? até onde eu sei, uma guerra é quando existem dois lados lutando. não é o caso aqui porque o seu país está OPRIMINDO os palestinos. não é uma guerra se a IDF apenas mata e a palestinos só morrem, eles são um povo sendo colonizados por israel à base de MORTE! toma vergonha https://t.co/GwWJcZfk3T — naju. ³⁶⁹ (@newromantics91) May 12, 2021 Filha da puta imperialista, eu realmente fico BOBA que ainda existam pessoas da minha bolha que gostam dessa sionista de merda (e que sempre deixou claro que era de fato sionista, aliás!) https://t.co/YnaWxqeFNg — tetas do choi minho (@policromode) May 12, 2021 UNRESPECT !!!NO MORE WONDER WOMAN FOR GALGADOT 👋#SavePalestine #FreePalestine https://t.co/2FrNhV9a3m — buna💜 (@BBUUNNAA) May 12, 2021 look here @GalGadot #SavePalestine #FreePalestine https://t.co/aJPDAalMNi pic.twitter.com/0xkwcRwSup — เรียกผมสั้นๆว่า.สกินเฮ้ด 💙 (@Callmeskinhead) May 12, 2021 reminder that Gal Gadot served in the Israeli military for 2 years, and killed Palestinians. she doesn't deserved to be a superhero. #SavePalestine — ً lily 🐸 (@atreidesfiIms) May 12, 2021 Don’t you just feel to punch Gal Gadot in the face sometimes? I hope all her movies flop 🙃 let us never forget she was part of the IDF and she never showed any remorse #SavePalestine — fahmida (@fahmida___) May 10, 2021 these your people @GalGadot ?? #Save_Sheikh_Jarrah #AlAqsaUnderAtrack #SavePalestine #FreePalestine #GazaUnderAttack #IsraeliTerrorism #أنقذو_حي_الشيخ_جراح #غزة_تحت_القصف #غزة_تنتصر_للقدس pic.twitter.com/GO2fJXvO9m — L for what? (@Lforlaila) May 12, 2021 Hey @GalGadot I need you to speak out on behalf of the Women and Children that are being assaulted and murdered in Palestine. You have a big platform and you should use it to help them.#FreePalestine #SavePalestine — Ghostiara ☽ ☾ | I stand with 🇵🇸 (@ghostiara) May 11, 2021

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    Inédito nos cinemas, “Marighella” vaza em sites piratas

    11 de maio de 2021 /

    Ainda inédito nos cinemas brasileiros, o filme “Marighella”, estreia do ator Wagner Moura na direção, vazou em sites piratas no último fim de semana. Desde sábado (9/5), links para baixar o filme surgiram em sites diversos e até em páginas de Facebook, como a da torcida de futebol Palmeiras Antifascita. O vazamento se originou de cópia do streaming oficial americano. O filme está disponível nos EUA desde 30 de abril. A pirataria abriu uma crise na produção, gerando uma reunião de emergência entre Moura, a produtora O2 Filmes e a distribuidora Paris Filmes no começo da noite de segunda-feira (10/5). O objetivo era decidir o que fazer diante do vazamento. Falando à Folha de S. Paulo, o produtor Fernando Meirelles sugeriu adiantar a estreia e disponibilizar o filme em streaming também no Brasil. Entretanto, a decisão foi manter o cronograma anteriormente acertado. Os responsáveis pela produção se manifestaram em comunicado divulgado após a reunião. “‘Marighella’ estreou nos Estados Unidos no dia 30 de abril. O longa foi disponibilizado em algumas plataformas digitais para usuários do país, o que possibilitou o vazamento do filme para a internet no último final de semana. A estratégia de lançamento nos cinemas brasileiros segue a mesma. ‘Marighella’ será lançado oficialmente no segundo semestre”, resume a nota. O filme tem estreia prevista para 20 de novembro e, a princípio, a data se mantém. Paralelamente, as páginas com os links piratas de “Marighella” foram sendo derrubadas durante toda a tarde de segunda. O caso lembra o vazamento do primeiro “Tropa de Elite”, de 2007. Antes da era do streaming, uma versão não finalizada foi desviada da pós-produção e virou DVD, que acabou comercializada por camelôs de todo o país. Isto não impediu o filme de se tornar um fenômeno de bilheterias. “Marighella” está pronto há dois anos. Sua première mundial foi no Festival de Berlim de 2019, sob aplausos, e a estreia nacional estava inicialmente programada para novembro do mesmo ano. Entretanto, o longa passou a enfrentar dificuldades para agendar seu lançamento, a ponto de Wagner Moura acusar o governo de sabotar o planejamento com uma censura burocrática. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”, ele disse, em entrevista ao colunista Leonardo Sakamoto, do UOL, em 2020. O presidente realmente atacou o filme sem tê-lo visto, assim como vários robôs, que tentaram manipular a nota da produção em sites americanos, chamando atenção das empresas, que derrubaram as mensagens de ódio e mudaram até regras para evitar a prática de “review bombing” – terrorismo virtual. Na nota que vale, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na análise do site Rotten Tomatoes. O “problema” dos bolsonaristas com o filme é a narrativa dos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele foi executado em uma emboscada da polícia na época da ditadura militar. Transformado em herói na tela, ele é considerado um bandido comum por quem afirma que a ditadura foi “ditabranda”. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). Veja abaixo o trailer da produção.

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    WarnerMedia reforça boicote ao Globo de Ouro

    10 de maio de 2021 /

    A WarnerMedia é o novo conglomerado a protestar contra a associação encarregada da premiação do Globo de Ouro. A empresa que contém os estúdios Warner Bros., o canal pago HBO e a plataforma de streaming HBO Max se juntou à Netflix e à Amazon num boicote à Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) até que “mudanças sejam implementadas”. “Embora elogiemos a aprovação dos membros do HFPA do plano para avançar em direção a uma reforma radical, não acreditamos que o plano vá longe o suficiente para abordar a amplitude de nossas preocupações, nem seu cronograma captura a necessidade urgente com a qual essas questões devem ser abordadas”, declarou o alto escalão da WarnerMedia em uma carta aberta endereçada ao presidente da HFPA, Ali Sar. “Os estúdios e canais da WarnerMedia vão se abster de envolvimento direto com a HFPA, incluindo entrevistas coletivas sancionadas pela associação e convites para seus jornalistas cubram outros eventos da indústria, até que as mudanças sejam implementadas”, continua a correspondência. “Isso abrange todas as produções da HBO, HBO Max, Warner Bros. Pictures Group, Warner Bros. Television, TNT e TBS.” Em sua declaração à imprensa, a WarnerMedia apontou: “Por muito tempo, exigências de ‘mimos’, favores especiais e pedidos pouco profissionais foram feitos [pelo time do Globo de Ouro] a nós e a outros em nossa indústria. Nos arrependemos de ter apenas reclamado, mas tolerado esse comportamento, até agora”. O poderoso conglomerado ainda “sugeriu” que as mudanças na HFPA deveriam incluir “um código de conduta específico e bem vigiado, que inclua uma política de tolerância zero a incidentes de contato físico não consentido com atores e equipe”. A sugestão leva em conta uma denúncia de Brendan Fraser (“A Múmia”), que acusou um ex-presidente da HFPA de assédio sexual durante um evento do Globo de Ouro. Sério. Mais detalhes dessa história estão incluídos em outra polêmica da HFPA abordada mais abaixo. A carta foi enviada pela WarnerMedia antes da rede NBC anunciar que não transmitirá o Globo de Ouro de 2022. A credibilidade da associação responsável pelo Globo de Ouro foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E foi ele quem foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Berk continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.

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    NBC não exibirá o Globo de Ouro em 2022

    10 de maio de 2021 /

    O Globo de Ouro recebeu seu golpe mais mortal. A rede NBC anunciou que não vai transmitir a premiação em 2022. O contrato milionário com o canal, pelos direitos de transmissão da cerimônia, é que sustenta a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Sem esse negócio, não só o Globo de Ouro, mas a própria entidade corre o risco de se tornar inviável. A NBC divulgou a seguinte declaração nesta segunda-feira (10/5): “Continuamos a acreditar que o HFPA está comprometida com uma reforma significativa. No entanto, uma mudança dessa magnitude exige tempo e trabalho, e acreditamos fortemente que o HFPA precisa de tempo para fazê-lo da maneira certa. Como tal, a NBC não irá transmitir o Globo de Ouro de 2022. Supondo que a organização execute seu plano, temos esperança de estar em posição de transmitir o programa em janeiro de 2023”. A decisão ecoa a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e, nas últimas horas, também da WarnerMedia. Todos anunciaram rompimento com a HFPA. As agências ainda chegaram a sugerir especificamente o cancelamento do Globo de Ouro em 2022, diante da falta de pressa da associação para promover as mudanças esperadas pela indústria do entretenimento. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E em 2018 ele foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.

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    Tom Cruise devolve troféus do Globo de Ouro em protesto

    10 de maio de 2021 /

    O astro Tom Cruise devolveu suas três estatuetas do Globo de Ouro para a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Ele tinha troféus de Melhor Ator por “Nascido em 4 de Julho” (1989) e “Jerry Maguire” (1996), além de Melhor Ator Coadjuvante por “Magnólia” (1999). O gesto foi o protesto mais claro de um astro de Hollywood contra a associação responsável pela tradicional premiação de cinema e TV dos EUA, e acontece após Scarlett Johansson defender boicote contra a HFPA e a Amazon, Netflix e uma coalizão de 100 agências de talentos (responsáveis pelas carreiras das estrelas da indústria do entretenimento) ameaçarem não trabalhar mais com os jornalistas estrangeiros responsáveis pelo Globo de Ouro. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, ameaça a continuidade do Globo de Ouro.

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    Olivia Wilde é criticada por comparar sua transformação em diretora a “sair do armário”

    10 de maio de 2021 /

    Olivia Wilde virou alvo de críticas após dizer que sua transição de atriz para diretora foi como “sair do armário”. Elogiadíssima por sua estreia atrás das câmeras com “Fora de Série” (2019), atualmente ela está dirigindo seu segundo longa-metragem, “Don’t Worry Darling”, e já teria negociado comandar uma produção ainda secreta da Marvel. “Eu me sinto mais ou menos como alguém saindo do armário. Há esse sentimento de honestidade em relação ao que realmente quero fazer e meu conforto vem de estar sendo sincera comigo, o que não acontecia há muito tempo”, disse a atriz ao podcast OffCamera sobre sua experiência ao dirigir o primeiro longa. Detalhe: a entrevista que viralizou nesta segunda (10/5) foi feita em 2019, época do lançamento de “Fora de Série”! E “coming out” não foi a única fala que gerou controvérsia na internet. Ao falar sobre seu divórcio com Tao Ruspoli em 2011, ela disse que cogitou “um tipo suave de relacionamento lésbico, apenas beijos suaves e tesouradas”. A patrulha vigilante das redes sociais não gostou das declarações antigas e não faltou quem acusasse as metáforas da atriz de conterem homofobia. Um usuário do Twitter disse que ela simplesmente não poderia fazer essas comparações: “Sim, Olivia Wilde, branca, rica, magra, famosa, você ter passado de atriz para diretora é realmente igual a uma pessoa da comunidade LGBTQIA+ que saiu do armário recentemente em uma sociedade preconceituosa e possivelmente em uma família lgbtfóbica.” Enquanto os americanos ficam ofendidos com o jeito hipster sem noção de Wilde – que, por sinal, é bissexual assumida – , no Brasil uma jogadora profissional de futebol escreve no Twitter que Paulo Gustavo vai para o inferno por ser gay. Diferenças.

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    Gal Gadot confirma que Joss Whedon ameaçou destruir sua carreira

    8 de maio de 2021 /

    A atriz Gal Gadot confirmou relatos sobre sua relação conturbada com o diretor Joss Whedon, durante as refilmagens de “Liga da Justiça”, afirmando que ele realmente ameaçou destruir sua carreira durante uma discussão. “O que eu tive com Joss, basicamente, foi que ele ameaçou minha carreira e disse que se, eu fizesse alguma coisa, ele tornaria minha carreira miserável, e eu simplesmente resolvi na hora”, afirmou a intérprete da Mulher-Maravilha numa entrevista que foi ao ar neste sábado (8/5) no Canal 12 de Israel, país natal da atriz. O relato confirma uma reportagem publicada pela revista The Hollywood Reporter no começo de abril passado. Na época, ela não quis entrar em detalhes, dizendo apenas, em um comunicado: “Eu tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil.” Em sua apuração, o THR publicou que Gadot teve várias discussões com Whedon durante “Liga da Justiça”, incluindo “questões sobre sua personagem ser mais agressiva do que em ‘Mulher-Maravilha'”. “Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro”, disse uma fonte à publicação. O maior conflito teria acontecido quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava. Foi quando ele teria ameaçado prejudicar sua carreira, pressionando-a a dizer o que ele tinha escrito. Durante as discussões, Whedon também teria diminuído o trabalho da diretora Patty Jenkins em “Mulher-Maravilha”. Uma testemunha da produção alegou que, após um confronto, “Joss ficou se gabando de ter colocado Gal no seu lugar. Ele disse que era o escritor e que ela calasse a boca e dissesse suas falas, pois podia fazê-la parecer incrivelmente estúpida neste filme.” Na verdade, porém, quem acabou colocado no seu lugar foi Whedon. Gadot não se sujeitou ao abuso e, como disse, resolveu na hora. Ela se juntou à Patty Jenkins e levou suas queixas diretamente ao então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. E não filmou as cenas com as quais não concordava. Mesmo assim, uma das cenas estúpidas, que Joss ameaçou filmar, acabou entrando no longa. A atriz se recusou a gravar uma sequência em que o Flash cai sobre a Mulher-Maravilha, gerando uma situação de desconforto. Então, Whedon simplesmente colocou uma dublê em seu lugar e incluiu a piada sem graça na versão de cinema de “Liga da Justiça”. Ele já tinha feito a mesma cena com Bruce Banner/Hulk e Viúva Negra em “Vingadores: Era de Ultron”. Em julho do ano passado, o ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, resolveu tornar pública sua insatisfação com o que aconteceu nos bastidores do filme. Ele usou as redes sociais para denunciar o comportamento do cineasta no set, definindo-o como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam Whedon, que entrou na produção na parte final, para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. A WarnerMedia tentou abafar a polêmica, mas Jason Momoa, o Aquaman, impediu ao apoiar Fisher publicamente e escrever em setembro em seu Instagram que “coisas sérias aconteceram” e que “pessoas precisam ser responsabilizadas” pelo que houve em “Liga da Justiça”. Em dezembro, Gadot se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto, em entrevista ao jornal Los Angeles Times, mencionando seu conflito com o diretor. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, comentou na ocasião. Como estava promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, a atriz não quis detalhar qual tinha sido seu problema com Whedon, mas mencionou que tinha ficado “feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”. Devido às denúncias públicas, a WarnerMedia contratou uma investigação particular independente para descobrir o que realmente tinha havido. Gadot foi uma das testemunhas. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a atriz, também em dezembro, à revista Variety. A WarnerMedia emitiu um comunicado oficial em 11 de dezembro, afirmando que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. Poucos dias antes, Joss Whedon anunciou que estava se afastando de outro projeto do estúdio, a série “The Nevers”, que ele criou e foi recentemente lançada na HBO – citando exaustão e “acontecimentos sem precedentes” de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”.

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