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    Awkwafina se desculpa por sotaque negro do começo da carreira e sai do Twitter

    6 de fevereiro de 2022 /

    A atriz e comediante Awkwafina decidiu abandonar o Twitter após uma velha polêmica sobre seu apropriação do sotaque negro voltar aos tópicos mais comentados nos últimos dias. Antes de ficar conhecida por filmes como “Oito Mulheres e um Segredo” (2018), “Podres de Ricos” (2018), “A Despedida” (2019), “Jumanji: Próxima Fase” (2019) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), Awkwafina tentou a carreira como rapper, usando expressões associadas à fala negra (“AAVE”, sigla que significa Inglês Vernacular Afro-Americano, também conhecido como “ebonics”) e abusando de forte sotaque supostamente negro (“blaccent”). A polêmica retornou após um artigo na revista Vice, escrito por Bettina Makalintal. “Enquanto pegava emprestados elementos da cultura negra para fazer um nome para si mesma, a mulher nascida como Nora Lum performou uma série de esterótipos racistas para parecer legal. Por meio disso, ela construiu seu nome e se transformou de uma rapper viral da internet em uma atriz aclamada pela crítica.” Vale lembrar que Awkwafina nasceu e cresceu no Queens, em Nova York, um bairro classe média de grande presença negra – Run-DMC veio de lá. E ela detalha sua origem e influências numa série de sucesso, “Awkwafina Is Nora from Queens”. Diante da repercussão do artigo da Vice, ela publicou um comunicado se desculpando e anunciou sua saída do Twitter. “Existe um contexto socio-político para tudo, especialmente da comunidade negra deste país”, escreveu a atriz. “Estamos falando de um grupo afetado de forma desproporcional por políticas institucionais e pela força da lei, tudo isso enquanto vêem sua cultura sendo apropriada para ganhos monetários sem respeito por suas origens”. “Mas devo enfatizar: zombar, menosprezar ou ser indelicado de qualquer maneira possível às custas dos outros: Simplesmente. Não. É. Minha. Natureza. Nunca foi e nunca será”, continuou. “Na vida, apropriações linguísticas e a globalização da internet interpretam um papel na linha tênue entre ofensa e cultura pop”, acrescentou. “Como uma pessoa de cor não-negra, reafirmo que sempre vou ouvir e trabalhar para entender o contexto histórico do AAVE, o que é apropriado e o que não é a respeito de qualquer grupo marginalizado.” Ela atribui seu uso de “blaccent” à sua própria origem imigrante, ambiente escolar público, consumo de TV e cinema, bem como seu “respeito pelo hip-hop”. “Acho que, como grupo, os americanos asiáticos ainda estão tentando descobrir o que essa jornada significa para eles, o que é correto e onde eles não pertencem”, disse ela, “e embora eu ainda esteja aprendendo e fazendo esse trabalho pessoal, tenho certeza de que quero passar o resto da minha carreira sem fazer nada além de elevar nossas comunidades. Fazemos isso primeiro falhando, aprendendo, reconhecendo, ouvindo e tendo empatia, e continuarei incansavelmente a fazer exatamente isso.” Para completar, ela anunciou sua saída do Twitter “por alguns anos”, mas avisou que continuará presente em todas as “outras plataformas que não sugerem que eu me mate”, porque “não agredi ninguém bêbada para virar fugitiva”. pic.twitter.com/pxSLXZD2J0 — nora (@awkwafina) February 5, 2022 To Clarify: I am retiring from the ingrown toenail that is Twitter. Not retiring from anything else, even if I wanted to, and I didn’t drunkenly hit someone with a shoehorn and now escaping as a fugitive. Also am avail on all other socials that don’t tell you to kill yourself! — nora (@awkwafina) February 5, 2022

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    Bolsonaro defende podcaster americano acusado de negacionismo

    3 de fevereiro de 2022 /

    Sem surpreender ninguém, Jair Bolsonaro resolveu defender Joe Rogan, podcaster americano rotulado como negacionista, que está motivando uma debandada de roqueiros do Spotify em protesto contra a falta de responsabilidade social da plataforma por abrigar fake news. No Twitter, Bolsonaro escreveu em inglês sobre “liberdade de expressão”. “Não sei o que o Joe Rogan acha de mim ou do meu governo, mas não importa. Se liberdade de expressão significa alguma coisa, significa que as pessoas devem ser livres para dizer o que elas pensam, não importa se elas concordam com discordam de nós. Fique firme. Abraços do Brasil”, disse Bolsonaro. Vale lembrar que este é o mesmo presidente que enquadrou na Lei de Segurança Nacional vários que acreditavam “ser livres para dizer o que pensam”, como um cartunista que fez uma charge crítica contra Bolsonaro e um professor universitário que teceu comentários sobre o desgoverno em sua coluna jornalística. Na verdade, a preocupação de Bolsonaro não é a “liberdade de expressão” nem um delírio sobre a importância de sua opinião para os americanos. Trata-se de ação preventiva por receio de a campanha contra os negacionistas se alastrar para o Brasil, uma vez que o Spotify nacional é o paraíso das fake news, que espalham desinformação perigosa com impunidade e nenhum controle. Os responsáveis por influenciar os ouvintes do Spotify com mentiras que podem levá-los a morte são conhecidos bolsonaristas. E a plataforma permite que digam as maiores barbaridades contra a vacinação sem sofrerem restrições. No domingo, o Spotify anunciou medidas paliativas para conter as críticas contra Rogan, mas elas continuaram diante da falta de comprometimento real da plataforma no combate às fake news. A falta de ação do Spotify em relação específica a Joe Rogan se deve ao fato de a empresa ter pago supostamente US$ 100 milhões em 2020 pelos direitos do programa “The Joe Rogan Experience” – o podcast mais popular do serviço, que teria um índice de downloads de quase 200 milhões por mês. Só que, desde o começo da polêmica, o valor de mercado do Spotify se desvalorizou em 25%, gerando perdas na casa dos bilhões de dólares. – I'm not sure what @joerogan thinks about me or about my government, but it doesn't matter. If freedom of speech means anything, it means that people should be free to say what they think, no matter if they agree or disagree with us. Stand your ground! Hugs from Brazil. 👍 — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) February 3, 2022

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  • Série

    The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha primeiro trailer

    1 de fevereiro de 2022 /

    A plataforma Paramount+ divulgou o trailer de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A prévia mostra como a produção foi agitada e cheia de reviravoltas. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, roteirista de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com bastidores muito conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores. A estreia está marcada para 28 de abril.

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  • Série

    Revival de “Sex and the City” ganha documentário

    1 de fevereiro de 2022 /

    O HBO Max anunciou o lançamento de um documentário sobre “And Just Like That”, o revival da série “Sex and the City” que está chegando ao fim nesta semana. O documentário será disponibilizado em streaming na quinta-feira (3/1) junto do último capítulo da série. Confira o trailer abaixo. O material vai apresentar cenas de bastidores, entrevistas com as protagonistas Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, além da equipe da produção e demais integrantes do elenco. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall foi a única que não participou do retorno. Este foi o primeiro problema da atração, que teve seu lançamento marcado pela polêmica de Chris Noth, o Mr. Big, acusado por assédio e abuso sexual por quatro mulheres, que consideraram “And Just Like That” gatilho de suas lembranças negativas. Durante as filmagens, a produção ainda perdeu Willie Garson, intérprete de Stanford Blatch, o melhor amigo de Carrie (Sarah Jessica Parker), que morreu em meio as gravações. Para completar, a atração não empolgou a crítica, atingindo apenas 60% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, com muitas resenhas lamentando a forma como as personagens foram apresentadas, como se tivessem retrocedido em suas conquistas. “And Just Like That” chega ao fim nesta quinta sem ter virado o fenômeno esperado pela HBO Max, com o interesse pelos episódios diminuindo semana a semana, até a série desaparecer das conversações nas redes sociais. Não há discussões conhecidas sobre uma 2ª temporada.

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    Anões protestam contra críticas de Peter Dinklage a “Branca de Neve”

    29 de janeiro de 2022 /

    Alguns atores com nanismo resolveram se manifestar contra as mudanças anunciadas pela Disney no remake de “Branca de Neve e os Sete Anões”, após críticas do ator Peter Dinklage (“Game of Thrones”) aos estereótipos perpetuados pelos papéis dos sete anões. Em uma entrevista ao podcast WTF, do comediante Marc Maron, na segunda-feira (24/1), Dinklage disse que a escolha de uma atriz latina (Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”) para o papel principal do filme era um “progresso”, mas classificou a história inspirada em um conto de fadas como “retrógrada”. “Dê um passo atrás e olhe para o que você está fazendo. Não faz sentido para mim. Você é progressista de uma maneira, mas ainda está fazendo uma história retrógrada sobre sete anões que vivem juntos em uma caverna. O que você está fazendo, cara? Será que eu não fiz nada para gerar um avanço com meu trabalho? Talvez eu não seja barulhento o suficiente”, disse ele. Em entrevista ao jornal britânica Daily Mail, atores com nanismo afirmaram que aceitariam interpretar os Sete Anões “com alegria” e que a crítica Dinklage pode ter custado o emprego para sete atores anões, que tem dificuldades de encontrar papéis em Hollywood. “Peter Dinklage é provavelmente o maior ator anão de todos os tempos, mas isso não o torna o rei dos anões”, disse Dylan Postl, que atuou em “Os Muppets”. “Me embrulha o estômago pensar que existem sete oportunidades de ouro para pessoas como nós, que não conseguem papéis normais, e agora elas se foram por causa desse cara”, disparou Jeff Brooks, também falando ao Daily Mail. Em resposta às críticas de Dinklage à “Branca de Neve e os Sete Anões”, a Disney afirmou que vai adotar uma abordagem diferente em relação aos personagens dos anões da história original, e que está consultando pessoas com nanismo para evitar reforçar estereótipos do filme original. Eles não detalharam quais serão essas mudanças, no entanto. “Estamos ansiosos para compartilhar mais sobre o filme enquanto ele se dirige à fase de produção após um longo período de desenvolvimento”, afirmou um porta-voz da empresa ao The Hollywood Reporter. Ainda assim, profissionais como Dylan Postl, Jeff Brooks e Katrina Kemp ainda avaliam que a decisão da companhia trouxe mais danos a eles do que benefícios. “Me embrulha o estômago pensar que existem sete papéis de ouro para anões, que não conseguem papéis normais ou conseguem muito poucos, e agora elas se foram por causa desse cara”, disse Jeff Brooks também ao Daily Mail. Apesar destas manifestações, a Disney não anunciou o corte dos personagens do filme. Em comunicado enviado à imprensa após as críticas de Dinklage, o estúdio disse que faria uma “nova abordagem” em relação aos anões de trama, mas sem dar detalhes, acrescentando que compartilharia mais informações em breve.

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  • Etc

    Spotify vira paraíso dos negacionistas no Brasil

    28 de janeiro de 2022 /

    A plataforma de áudio Spotify virou tema de debate político nesta semana, após enfrentar um ultimato do roqueiro Neil Young para tirar do ar um podcast negacionista da pandemia de covid-19. O Spotify preferiu tirar as músicas de Neil Young do ar do que perder a audiência do “Joe Rogan Experience”, um dos podcasts mais perigosos e mais lucrativos da empresa nos EUA. Ao responder a Neil Young, o Spotify disse ter uma “grande responsabilidade em balancear a segurança dos ouvintes com a liberdade dos criadores” e que tinha excluído 20 mil episódios de podcasts relacionados à covid-19 desde o início da pandemia. Infelizmente, nenhum destes supostos 20 mil episódios excluídos parece ter sido produzido no Brasil, onde o Spotify virou o paraíso dos negacionistas mais delirantes. Um levantamento do jornalista Edoardo Ghirotto para a Coluna de Guilherme Amado chamou atenção para a existência de vários podcasts que difundem fake news e desinformações que podem levar à morte de brasileiros, em plena atividade e sem o menor controle no Spotify Brasil. Os podcasts de bolsonaristas radicais são disponibilizados sem que a plataforma forneça um alerta de fake news ou um botão para denunciar seu conteúdo. Em 28 de outubro de 2020, o site bolsonarista Senso Incomum publicou um episódio no podcast “Guten Morgen” com o título “A vachina não é uma vacina”. No programa, Flavio Morgenstern chegou a dizer que a “vacina chinesa” da Sinovac é um “veneno”. “Eu sou contra a vacina chinesa, a vacina de Oxford, sobretudo porque elas não são vacinas”, disse o escritor, que em certo momento chamou as pessoas que aceitariam o imunizante de “cobaias”. No dia 21 de abril de 2021, o apresentador Gilberto Barros, do podcast “Rugido do Leão”, fez uma defesa de tratamentos que são comprovadamente ineficazes contra a Covid-19. No programa, ele ensinou falsamente que “inalação de bicarbonato [serve] para tornar a região do pulmão salinizada”. “Ela fica mais alcalina, insuportável para que sobreviva o Sars Cov 2, a praga da China, se é que ela existe”, declarou. Na edição de 28 de outubro do podcast “4talkcast”, a deputada federal Bia Kicis mentiu descaradamente que imunizantes são responsáveis pelo surgimento de variantes da Covid-19. “[O vírus] vai para uma mutação porque está tendo muitas pessoas vacinadas”, disse a deputada, que admitiu não estar vacinada. O campeão de divulgação de mentiras perigosas para a saúde dos brasileiros, segundo o levantamento publicado por Guilherme Amado, é “Fábio Sousa Com Você”, do pastor e ex-deputado Fábio Sousa. Em 7 de dezembro, ele trouxe a médica Raíssa Soares para horrorizar os ouvintes. Na ocasião, ela revelou que costuma dizer aos pais de crianças que vacinas podem causar efeitos colaterais, como miocardite. A médica também fez campanha contra o passaporte vacinal e a falta de necessidade das pessoas se vacinarem. “Por que eu vou obrigar as pessoas a tomarem uma vacina que não impede a doença?”, afirmou. “Quem não quer vacinar, não vacine. Não precisa se vacinar.” Demitido da CNN por insistir na propagação de mentiras negacionistas, o jornalista Alexandre Garcia foi convidado do programa poucos dias depois, em 16 de dezembro, onde indicou que o cantor Maurílio havia sofrido um tromboembolismo pulmonar por ter se vacinado. O sertanejo morreu no dia 29 de dezembro. “Não estou atribuindo à vacina, mas estou falando que temos casos de meninos recebendo massagem cardíaca nas escolas. Nunca tantos jovens tiveram AVC e problemas de trombose pulmonar e ataque cardíaco. Tenho muito medo e acho que isso é uma responsabilidade gigantesca da Anvisa”, afirmou Garcia, sem apresentar provas sobre o que estava falando. Mais de 150 milhões de brasileiros já foram vacinados contra a covid sem registros de efeitos colaterais graves. Garcia declarou que não se vacinará e criou teorias conspiratórias sobre a campanha de imunização infantil. “Mexeram na genética dessas crianças, já que essa vacina tem essa influência. Você não sabe o que vai acontecer quando chegar a idade de procriação”, ele mentiu. O levantamento aponta ainda uma participação do infectologista Francisco Cardoso em 27 de dezembro, para dizer a maior barbaridade de todas: de que o governo de Israel vacinou sua população à força, fazendo uma comparação com o Holocausto e relativizando a barbárie praticado pelos nazistas. “Imagina que incoerência? Israel propondo isolar em guetos [os não vacinados], ou sei lá, eles vão trocar o nome para não ter lembranças históricas, mas na prática é isso”, declarou. Cardoso também desinformou ao ser questionado por Fábio Sousa sobre a necessidade de vacinar pessoas que contraíram a covid-19. “Não precisa. Isso é mentira, é uma narrativa política que está sendo imposta para forçar todo mundo a tomar a vacina”, disse. Para completar, o médico mentiu que as vacinas para crianças estão “sob suspeita”. As vacinas infantis estão aprovadas pela Anvisa e por agências de saúde dos principais países do mundo.

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  • Filme

    Jason Momoa entra em “Velozes e Furiosos 10”

    28 de janeiro de 2022 /

    O desfecho da franquia “Velozes e Furiosos” terá uma adição de peso em seu elenco. O site da revista The Hollywood Reporter revelou que Jason Momoa (o “Aquaman”) está negociando com a Universal Pictures para se juntar a Vin Diesel em “Velozes e Furiosos 10”. A informação foi confirmada por Variety e Deadline, mas nenhuma publicação conseguiu detalhes do papel de Momoa, que tanto pode ser o próximo vilão da franquia quanto um aliado dos protagonistas. Ele vai entrar na produção após Dwayne “The Rock” Johnson recusar-se a repetir seu papel como Hobbs na despedida da saga, após brigar com Vin Diesel nos bastidores de “Velozes e Furiosos 8”. Com direção de Justin Lin, responsável pelo último filme – e pela maioria dos títulos da franquia – , “Velozes e Furiosos 10” está sendo apresentado como a conclusão da saga estrelada por Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris, Sung Kang e Nathalie Emmanuel. Mas há versões deste desfecho que apresentam o final como um filme em duas partes – o que levaria a um “Velozes e Furiosos 11” ou algo equivalente (“Velozes e Furiosos 10 – Parte 2”). Lançado no verão passado, “Velozes e Furiosos 9” foi um dos maiores sucessos da era pandêmica, arrecadando mais de US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais. As filmagens de “Velozes e Furiosos 10” vão começar em poucos meses, na primavera norte-americana (nosso outono), para uma estreia marcada em 19 de maio de 2023.

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  • Filme

    Estrela da Marvel se junta a protestos antivacina nos EUA

    27 de janeiro de 2022 /

    Depois de Letitia Wright (“Pantera Negra”), outra atriz do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) se revelou negacionista da vacinação contra covid-19. Evangeline Lilly, que interpreta a Vespa, protestou em Washigton, capital dos EUA, contra a vacinação obrigatória no país e postou um texto antivax – ou melhor, de “soberania corporal” – em suas redes sociais. “Acredito que ninguém deveria ser forçado a injetar nada em seu corpo”, escreveu Evangeline Lilly. “Esse não é o caminho. Isso não é seguro. Isso não é saudável. Isso não é amor. Eu acredito que o mundo está com medo, mas não acredito que combater medo com força vá resolver nossos problemas”, completou, dizendo que não é antivacina, mas “pró-escolha”. Anteriormente, a atriz já tinha causado polêmica ao tratar a quarentena durante a pandemia de forma “desdenhosa e arrogante”. Ela chegou a se dizer orgulhosa de furar as recomendações e continuar saindo em público com os filhos, por considerar a ordem de quarentena autoritária e prezar a liberdade acima de tudo – uma forma de se dizer egoísta com outras palavras. O fato de a prevenção e a vacinação estarem sendo tratada como uma questão individual por um grupo de egoístas explica a multiplicação de variantes e a dificuldade encontrada para erradicar a doença. Segundo a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a cobertura ideal para qualquer imunização é de 95% da população. Doenças só são erradicadas quando a maioria da população está imunizada. Atualmente, pessoas não vacinadas ou com cobertura incompleta da vacinação estão entre as que mais morrem ou ficam com sequelas da covid-19. Desde o início do ano, vários negacionistas famosos morreram após serem infectados pelo coronavírus. Evangeline Lilly será vista a seguir em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, previsto para julho de 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Evangeline Lilly (@evangelinelillyofficial)

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  • Série

    Marco Pigossi revela roteiro da 2ª temporada de “Cidade Invisível”

    27 de janeiro de 2022 /

    O ator Marcos Pigossi compartilhou em suas redes sociais uma foto em que lê o roteiro do capítulo de estreia da 2ª temporada de “Cidade Invisível”. A imagem revela que o episódio se chama “A Lenda de Eric”. Na legenda, Pigossi brincou: “Preparados?”. Criada pelo diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, a série traz Pigossi no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. A trama explora figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini, e ficou na lista de conteúdos mais vistos em cerca de 40 países. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-os de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Ao mesmo tempo em que comemorou o sucesso internacional da atração, Carlos Saldanha disse, no comunicado sobre a renovação, que está levando todas as críticas em consideração para a 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marco Pigossi (@marcopigossi)

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  • Etc

    Spotify prefere ter negacionista que rock de Neil Young

    26 de janeiro de 2022 /

    O Spotify preferiu manter um negacionista em seu catálogo que todos os rocks de Neil Young. Na contramão de outras plataformas digitais, como Facebook, Instagram, YouTube e Twitter, que implementaram ações para coibir a divulgação de fake news, o serviço especializado em música se aliou a Joe Rogan, o apresentador de um podcast acusado de espalhar desinformação sobre covid-19 e vacinação, ao ser pressionado por Young. O veterano roqueiro canadense deu um ultimato ao Spotify na terça (24/1), pedindo à plataforma para escolher entre ele e Rogan. Numa carta aberta, Young exigiu que suas músicas fossem retiradas do Spotify por não compactuar com a divulgação de informações falsas perigosas pela plataforma, via o podcast “Joe Rogan Experience”. “Eles podem ter Young ou Rogan. Não os dois”, escreveu o músico. O documento dizia: “Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam na desinformação espalhada por eles.” Frank Gironda, empresário de Young, confirmou a decisão do músico ao site The Daily Beast: “É algo que é realmente importante para Neil. Ele está muito chateado… ” O que mais chateia Young é que “The Joe Rogan Experience” é o podcast mais popular do Spotify e um dos maiores do mundo, tendo seu formato de entrevista copiado em diversos países. Em 2020, Rogan assinou um contrato de exclusividade de US$ 100 milhões com a empresa. Em comunicado, o Spotify afirmou: “Queremos que todo o conteúdo de música e áudio do mundo esteja disponível para os usuários do Spotify. Com isso vem uma grande responsabilidade em equilibrar a segurança para os ouvintes e a liberdade para os criadores. Implementamos políticas de conteúdo detalhadas e removemos mais de 20.000 episódios de podcast relacionados a covid desde o início da pandemia. Lamentamos a decisão de Neil de remover sua música do Spotify, mas esperamos recebê-lo de volta em breve”. O texto não menciona Rogan ou o ultimato do cantor. Ao decidir simplesmente remover as músicas de Young, o Spotify tomou um lado claro, demonstrando não possuir escrúpulos em relação à origem de seus lucros. Mas o passo dado pelo cantor pode ser o primeiro de muitos. Diante de uma debandada geral, a plataforma pode assumir subitamente uma consciência social. Recentemente, 270 médicos, cientistas e profissionais de saúde também assinaram uma carta aberta solicitando que o Spotify agisse contra o “histórico de desinformação de Rogan, particularmente em relação à pandemia de Covid-19”. Muitos dos comentários de Rogan sobre a pandemia são similares aos de Bolsonaro no Brasil, como o famoso “histórico de atleta” que não seria afetado por uma “gripezinha”, a defesa do “tratamento precoce” com ivermectina e a comparação da obrigatoriedade da vacinação com o Holocausto nazista. Neste mês de janeiro, o YouTube começou a banir os vídeos mais polêmicos de Rogan. Enquanto isso, Neil Young lembra aos fãs que realmente vive aquilo que canta: “It’s better to burn out than to fade away, my my hey hey”.

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  • Filme

    Disney responde críticas de Peter Dinklage ao remake de “Branca de Neve”

    25 de janeiro de 2022 /

    A Disney emitiu uma nota oficial respondendo as críticas de Peter Dinklage, que considerou “retrógrada” a ideia de refilmar “Branca de Neve e os Sete Anões” com atores reais, perpetuando os estereótipos sobre os anões. “Para evitar reforçar os estereótipos do filme de animação original, estamos adotando uma abordagem diferente com esses sete personagens e consultando membros da comunidade do nanismo”, diz o texto do comunicado. “Estamos ansiosos para compartilhar mais, à medida que o filme entrar em produção após um longo período de desenvolvimento.” O filme live-action “Branca de Neve” terá direção de Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”) e contará com um elenco racialmente diversificado, com a latina Rachel Zegler (de “Amor Sublime Amor”) no papel principal e Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) como a Rainha Má Em sua crítica, ventilada durante participação no podcast de Marc Maron, Dinklage disse que ficou “um pouco surpreso” quando o estúdio comemorou a escalação de “uma atriz latina como Branca de Neve”, apesar de contar uma história com uma representação problemática de anões. “Dê um passo para trás e veja o que você está fazendo lá. Não faz sentido para mim”, disse Dinklage. “Você é progressista de certa forma, mas ainda está fazendo aquela história retrógrada dos sete anões vivendo na caverna.” O live-action da Disney “Branca de Neve” começará a ser filmado neste ano. O estúdio ainda não anunciou a data de lançamento.

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    Peter Dinklage critica nova versão de “Branca de Neve”: “Retrógrada”

    25 de janeiro de 2022 /

    O astro de “Game of Thrones” Peter Dinklage criticou o projeto de uma versão da Disney para o clássico “Branca de Neve e os Sete Anões”, que ele chamou de “história retrógrada”. O remake pretende expandir a história lançada nos anos 1930, baseada no conto de fadas dos Irmãos Grimm, e está programado para ser lançado em 2023. Em entrevista ao comediante Marc Maron em seu podcast “WTF”, Dinklage destacou que a empresa vem recebendo elogios por seu elenco racialmente diversificado, com a latina Rachel Zegler (de “Amor Sublime Amor”) no papel principal e Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) como a Rainha Má, mas não dá realmente para elogiar uma trama que reforça estereótipos negativos na representação de pessoas com deficiência. “Sem ofensa a nada, mas fiquei um pouco surpreso por… eles estavam muito orgulhosos de escalar uma atriz latina como Branca de Neve, mas você ainda está contando a história de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’”, disse o ator. “Dê um passo para trás e veja o que você está fazendo. Não faz sentido para mim”, continuou Dinklage. “Você é progressista de certa forma, mas ainda está fazendo aquela história retrógrada dos sete anões vivendo na caverna. O que você está fazendo, cara? Será que eu não fiz nada para que a minha causa avançasse? Acho que não gritei o suficiente.” “Eles estavam tão orgulhosos da diversidade…”, continuou. “Com todo amor e respeito à atriz e às pessoas que achavam que estavam fazendo a coisa certa, mas eu fiquei tipo, ‘o que vocês estão fazendo?’”, acrescentou Dinklage, que afirmou ainda que toparia participar do projeto se a história fosse virada do avesso e se tornasse “legal” e “progressiva”. O live-action de “Branca de Neve” será dirigido por Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”) e ainda vai ganhar uma trilha sonora da dupla vencedora do Oscar por “La La Land” (2016), Benj Pasek e Justin Paul. A versão original foi o primeiro longa de animação lançado pela Disney, em 1937, iniciando uma nova era em Hollywood ao render um sucesso estrondoso para o estúdio. Hoje, a Disney é o estúdio de cinema mais rico e poderoso do mundo.

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    Ivory Aquino viverá personagem transexual de “Batgirl”

    24 de janeiro de 2022 /

    A atriz Ivory Aquino (“When We Rise”) foi escalada no filme “Batgirl” como Alysia Yeoh, a melhor amiga de Barbara Gordon (Leslie Grace, de “Em um Bairro de Nova York”), também conhecida como Batgirl. A confirmação aconteceu poucos dias após Leslie Grace se antecipar e postar uma foto do set nos Stories de seu Instagram, marcando Aquino e legendando a imagem (de duas mulheres atravessando a rua) com “Barbara e Alysia”. Alysia Yeoh apareceu pela primeira vez numa publicação de 2011 da revista em quadrinhos “Batgirl”, e foi criada pela roteirista Gail Simone e o artista Ardian Syaf. Tanto a personagem quanto sua intérprete são transexuais, marcando a primeira vez que um filme da DC Comics apresenta uma personagem abertamente transexual. Apesar desta escalação, vale lembrar que a série “Supergirl” foi pioneira em apresentar a primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines. Desenvolvido para a plataforma HBO Max, “Batgirl” tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e direção dos belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”), e seu elenco também vai contar com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, e Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash.

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