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    2ª temporada de Patrulha do Destino vai estrear em junho

    13 de maio de 2020 /

    A nova plataforma HBO Max definiu a data de estreia da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). O anúncio foi feito pelo Twitter oficial da atração e veio acompanhado por uma nova imagem dos personagens. Veja abaixo. A estreia da próxima leva de episódios foi marcada para 25 de junho. Lançada pela DC Universe, a série será disponibilizada simultaneamente pela HBO Max em seu segundo ano de produção. Segunda produção live-action da DC Universe, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da editora de quadrinhos, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpretou o vilão surreal Sr. Ninguém na 1ª temporada. Com seus primeiros episódios, “Patrulha do Destino” superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada logo após o fim de sua temporada inaugural pela Netflix, a série demorou a chegar ao Brasil. Os episódios começaram a ser exibidos apenas em março passado, no canal pago Cinemax, que pertence ao grupo HBO. A HBO Max será inaugurada em 27 de maio nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil. Here comes the DOOM! #DoomPatrol season 2 is coming to #HBOMax on 6/25. pic.twitter.com/CwJ1LTWB5o — Doom Patrol (@DCDoomPatrol) May 13, 2020

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    Patrulha do Destino estreia nesta quinta na TV paga brasileira

    19 de março de 2020 /

    A série “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), produzida para a plataforma americana DC Universe, chega ao Brasil nesta quinta (19/3), às 21h, pelo canal pago Cinemax, encontrado em Cobertura de TV por assinatura. Elogiadíssima, a atração superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” dá vida aos personagens mais estranhos da editora DC, criados em 1963 com aparências bizarras. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Na TV, os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, série disponibilizada no Brasil pela Netflix, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada pela Netflix, a série foi produzida após a AT&T adquirir a Warner, e por isso não foi negociada para o serviço de streaming. Os planos para a 2ª temporada são um lançamento simultânea na DC Universe e na HBO Max, a plataforma da Warner, que a princípio tem previsão de inauguração em maio nos EUA. Confira abaixo um trailer da atração.

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    Patrulha do Destino chega ao Brasil em março no Cinemax

    2 de março de 2020 /

    A série “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) ganhou data de estreia nacional. A atração produzida para a plataforma americana DC Universe vai chegar no Brasil no canal pago Cinemax, a partir de 19 de março. A série superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, que tem fama de bizarros desde sua criação em 1963, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada pela Netflix, a série foi produzida após a AT&T adquirir a Warner, e por isso não foi negociada para o serviço de streaming. Os planos para a 2ª temporada são um lançamento simultânea na DC Universe e na HBO Max, a plataforma da Warner, que será lançada em maio nos EUA e deve chegar ao Brasil no final do ano. Confira abaixo um trailer da atração.

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    Série da Patrulha do Destino é renovada para 2ª temporada

    22 de julho de 2019 /

    A plataforma DC Universe renovou a série “Doom Patrol”, que reúne os heróis conhecidos no Brasil como Patrulha do Destino, para sua 2ª temporada. Além disso, os novos episódios serão disponibilizados simultaneamente na HBO Max, a plataforma da WarnerMedia, que será lançada entre o final deste ano e o começo do próximo. A série superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, que tem fama de bizarros desde sua criação em 1963, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada pela Netflix, a série permanece inédita no Brasil, mas deve chegar por aqui com o HBO Max. Confira abaixo um trailer da atração.

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    Conor Leslie compartilha vídeo de seu treinamento para a 2ª temporada de Titãs

    27 de maio de 2019 /

    A atriz Conor Leslie compartilhou em seu Twitter um vídeo e foto de seu treinamento com o laço para as gravações de seu papel como Donna Troy, a Moça-Maravilha, na 2ª temporada de “Titãs” (Titans). Aparentemente, sua participação será ampliada nos próximos episódios, após aprovação unânime dos fãs dos quadrinhos à sua aparição na série. Para se ter noção, nos comentários da rede social, muitos até lamentaram a DC não incorporar os Titãs em seu universo cinematográfico, querendo ver Conor ao lado de Gal Gadot nos filmes da Mulher-Maravilha. A personagem Donna Troy foi criada ainda nos anos 1950 como ajudante/irmã mais nova da Mulher-Maravilha, mas tudo isso foi perdido entre os reboots malucos da DC Comics, que mudaram sua história diversas vezes. O importante é destacar que ela integrou o grupo de heróis que inaugurou a revista da Turma Titã (Teen Titans) em 1965, ao lado de Robin, Kid Flash e Aqualad – numa história de Bob Haney com desenhos de Bruno Premiani. E permaneceu no time por décadas, inclusive quando Marv Wolfman e George Perez reformaram a publicação com novos personagens e um título diferente, Novos Titãs (The New Titans) – a fase abordada pela série. Foi logo depois dessa fase que ela adotou a identidade de Troia e ganhou uma revisão de sua história para justificar os novos poderes. As mudanças, por sinal, abrangeram todos os Titãs originais, com Robin virando Asa Noturna, Ricardito (Speedy) tornando-se Arsenal, Aqualad adotando o nome de Tempestade e Kid Flash assumindo temporariamente o lugar do Flash. A série optou por uma linha temporal diferente da trama conhecida, ao mostrar que, embora ela e Dick Grayson, o Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), sejam velhos conhecidos, eles não formaram os Titãs como nos quadrinhos. Isto porque, na produção, não existiram Titãs antes dos “Novos Titãs”. Os Titãs televisivos oficiais são Robin (Brenton Thwaites), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Mas os episódios também mostraram outros personagens ligados aos quadrinhos dos heróis, como Donna, Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”). Criação de Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”), Greg Berlanti (responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW) e Geoff Johns (cocriador de “The Flash”), a série é uma produção da DC Universe, plataforma de streaming da DC Comics nos Estados Unidos, e tem distribuição no Brasil pela Netflix. Day 1 of Lasso Training for Donna ♥️⭐️ @DCUTitans pic.twitter.com/DBC48BURgG — conor leslie (@ConorLeslie) May 24, 2019 pic.twitter.com/wF1Z0VA6XV — conor leslie (@ConorLeslie) May 24, 2019

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    Produtor Greg Berlanti bate recorde com 18 séries no ar nos EUA

    11 de maio de 2019 /

    O domínio televisivo do produtor-roteirista Greg Berlanti bateu novo recorde. Dois anos após se tornar o produtor com mais séries no ar ao mesmo tempo, ele ampliou essa influência com a aprovação de todos os três pilotos que desenvolveu para a temporada de inverno (fall season). Nos próximos meses, ele atingirá o total de 18 séries exibidas simultaneamente nos Estados Unidos. As novidades da próxima temporada são “Batwoman” e “Katy Keene” na rede The CW e “Prodigal Son” na Fox. Com isso, o produtor entrou na Fox, influenciando a programação de quatro das cinco redes de TV do país. A maior presença se dá na CW, onde Berlanti produz nada menos que nove séries – mais da metade de toda a programação do rede. No outono americano, “Batwoman” e “Katy Keene” vão se juntar a “Arrow”, “Black Lightning”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Riverdale”, “Supergirl” e “All American”. O produtor também tem “God Friended Me” e a novata “The Red Line” na CBS, e “Blindspot” na NBC. Ele também faz sucesso em streaming, com duas séries na Netflix, “You” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” (“Chilling Adventures of Sabrina”), e três na DC Universe: “Titãs” (Titans), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e a vindoura “Stargirl” (prevista para 2020). Duas dessas séries vão acabar em 2020: “Arrow” e “Blindspot”, que foram renovadas para suas últimas temporadas. Mas Berlanti assinou um contrato de US$ 400 milhões com a WBTV (Warner Bros. Television), no ano passado, para se manter ocupado no estúdio desenvolvendo ainda mais atrações – visando, inclusive, o lançamento do serviço de streaming da WarnerMedia em 2020. Ele e Sarah Schechter, diretora executiva da Berlanti Productions, recentemente recrutaram dois executivos de comédias para expandir produções na próxima temporada de desenvolvimento, para a qual o megaprodutor planeja várias novidades. Berlanti abordou seu marco histórico um série de posts no Twitter, em que agradeceu sua equipe pelo sucesso. “Existe um mito nesse negócio que uma pessoa é capaz de fazer tudo. Em minha experiência, isso realmente é um mito. Eu nunca teria nenhum sucesso se não fosse devido às pessoas com quem eu trabalho”, escreveu, elogiando especialmente sua diretora Sarah Schechter, “a contratação mais inteligente da minha vida, que estaria produzindo 18 séries em outro lugar se não estivesse aqui”, além de “todos os showrunners, roteiristas, diretores, equipes, atores, executivos do estúdio e das redes” com quem a Berlanti Productions faz negócios. O executivo ressaltou mais de uma vez que é uma ilusão achar que ele é responsável sozinho pelo sucesso de sua empresa. “Pode parecer, pelo nome da produtora, que eu trabalho mais que todos – talvez eu devesse ter pensado nisso quando a batizei, mas jamais pensei que nos tornaríamos tão grandes. Mas eu não sou mais ocupado que os muitos profissionais talentosos com quem trabalho diariamente”, explicou. “Uma das coisas que me dá mais orgulho na nossa empresa é a nossa dedicação e o apoio a cada um dos nossos criadores e artistas”, ele acrescentou, dizendo que “todos poderiam ter suas próprias séries em qualquer lugar”. Sua função seria dar liberdade para a criatividade fluir e suporte para que os projetos aconteçam. E, com isso, lembrou que “ninguém precisa fazer tudo sozinho”, especialmente um roteirista com uma ideia ótima que não sabe como começar a tirá-la do papel.

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    Série da Patrulha do Destino revela trailer, abertura, 30 fotos e novo pôster

    15 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou 30 fotos, um novo pôster, o trailer completo e a abertura da série “Doom Patrol”, ainda sem título oficial em português, que reúne os heróis conhecidos no Brasil como Patrulha do Destino. A atração foi lançada nesta sexta (15/2) nos Estados Unidos e conquistou 93% de aprovação da crítica americana, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, onde será distribuída pela Netflix. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” superou com folga o entusiasmo gerado por sua antecessora, “Titãs” (Titans, no original), que atingiu 82% no ano passado. O trailer reforma a fama de heróis estranhos, que acompanha os personagens desde sua criação nos quadrinhos em 1963. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Mas os figurantes continuam encarnando os heróis sob suas máscaras/bandagens. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém.

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    Série da Patrulha do Destino ganha 93% de aprovação da crítica americana

    13 de fevereiro de 2019 /

    A série “Doom Patrol”, que reúne os heróis conhecidos no Brasil como Patrulha do Destino, superou as expectativas da crítica americana, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se de uma das maiores médias dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Perde apenas para “Black Lightning”, a série do Raio Negro, que tem 94% de críticas positivas. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” superou com folga o entusiasmo gerado por sua antecessora, “Titãs” (Titans, no original), que atingiu 82% no ano passado. “Tão maravilhoso e bizarro quanto os quadrinhos”, escreveu o jornal Boston Herald. “A série de super-heróis para assistir em 2019”, definiu o site We Got This Covered. “A DC Universe achou seu grande sucesso”, projetou o Collider. “Exatamente o que se podia esperar de personagens em quadrinhos conhecidos como ‘Os Heróis Mais Estranhos do Mundo'”, sintetizou o CBR. A fama de heróis estranhos acompanha os personagens desde sua criação em 1963, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Mas os figurantes continuam encarnando os heróis sob suas máscaras/bandagens. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. A série estreia oficialmente na sexta (16/2) nos Estados Unidos e, diferente de “Titãs”, não será lançada no Brasil pela Netflix. Confira abaixo um trailer da atração.

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    Nova série de super-heróis, Patrulha do Destino ganha teaser engraçadinho

    8 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou o pôster e o segundo teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela um tom completamente diferente da série anterior, focado na comédia. Esta é uma característica recente dos quadrinhos dos personagens, que perderam popularidade com o tempo, mas formaram o primeiro grupo de heróis rejeitados e excluídos do DC Comics, antecipando-se até aos X-Men da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titãs” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco em relação ao episódio da série do Robin, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha contará com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.

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    Série da Patrulha do Destino ganha primeiro teaser, pôsteres e data de estreia oficial

    21 de dezembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela a data de estreia da atração, que será a segunda produção live-action do serviço de streaming, enquanto os cartazes destacam individualmente cada intérprete e seu personagem. Os quadrinhos dos heróis perderam popularidade com o tempo, mas a Patrulha do Destino é considerada os X-Men da DC Comics. Na verdade, o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titans” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em sua estreia, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha ganhará novos integrantes, como Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.

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    Produtores de Titãs consideram possibilidade de uma série com Rapina e Columba

    8 de dezembro de 2018 /

    O ator Alan Ritchson revelou que os produtores de “Titãs” (Titans) consideram a possibilidade de criar um spin-off baseado em Rapina e Columba, personagens que ele e Minka Kelly interpretam na atração. ”Tenho certeza que não está fora de cogitação. Essa ideia foi discutida várias vezes enquanto desenvolvíamos ‘Titãs’. Tanto eu quanto Minka (Kelly) somos grandes fãs destes personagens e queremos conhece-los ainda mais”, disse o ator em entrevista ao site ComicBook. Rapina e Columba foram introduzidos logo no segundo episódio de “Titãs”, mas apenas no capítulo mais recente, batizado com seus nomes (Hank e Dawn, suas identidades civis), sua história foi melhor explorada. Exibido na sexta-feira nos Estados Unidos, o episódio foi todo focado na dupla, contando sua história trágica de origem, e ganhou muitos elogios da crítica norte-americana. “Hank and Dawn” foi escrito por Geoff Johns e dirigido por Akiva Goldsman, cocriadores de “Titãs” com o produtor Greg Berlanti. Vale lembrar que “Titãs” já está rendendo uma série derivada, focada na Patrulha do Destino, que apareceu em apenas um episódio. Rapina e Columba aparecem em três capítulos e estarão no próximo, que é 10º e antepenúltimo da série. “Titãs” já foi renovada para a 2ª temporada e chega ao Brasil, via Netflix, no dia 11 de janeiro.

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    Moça-Maravilha aparece pela primeira vez em trailer da série dos Titãs

    23 de novembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou o trailer do próximo episódio da série “Titans”, que destaca a estreia da atriz Conor Leslie (minissérie “Shots Fired”) como Donna Troy, a Moça-Maravilha, fundadora da Turma Titã original nos quadrinhos. A prévia mostra que ela e Dick Grayson (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) são velhos conhecidos. Esta dinâmica de passado compartilhado, mas não abordado na série, é a mesma experimentada na participação anterior de Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). O vídeo só permite ver qual fase de Donna será abordada, já que ela não aparece com uniforme de heroína. De todo modo, a típica “roupa preta de espiã” que ela veste tem a mesma cor do traje de sua identidade como Troia. A personagem foi criada ainda nos anos 1950 como ajudante/irmã mais nova da Mulher-Maravilha, mas tudo isso foi perdido entre os reboots malucos da DC Comics, que mudaram sua história diversas vezes. Para se ter noção, até a recente linha temporal estabelecida em “Novos 52” já conseguiu criar contradições, ao tentar reunir todas as versões conflitantes de Donna numa nova origem. O importante é destacar que ela integrou o grupo de heróis que inaugurou a revista da Turma Titã (Teen Titans) em 1965, ao lado de Robin, Kid Flash e Aqualad – numa história de Bob Haney com desenhos de Bruno Premiani. E permaneceu no time por décadas, inclusive quando Marv Wolfman e George Perez reformaram a publicação com novos personagens e um título diferente, Novos Titãs (The New Titans) – fase abordada pela série. Foi logo depois dessa fase que ela adotou a identidade de Troia e bagunçou sua cronologia como uma revisão de sua história para justificar os novos poderes. As mudanças, por sinal, abrangeram todos os Titãs originais, com Robin virando Asa Noturna, Ricardito (Speedy) tornando-se Arsenal, Aqualad adotando o nome de Tempestade e Kid Flash assumindo temporariamente o lugar do Flash. Por enquanto, os integrantes dos Titãs televisivos são Robin (Brenton Thwaites), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Criação de Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”), Greg Berlanti (responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW) e Geoff Johns (cocriador de “The Flash”), a série é disponibilizada semanalmente na plataforma de streaming da DC Comics nos Estados Unidos, mas será lançada no Brasil em 2019 pela Netflix.

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    Fotos revelam visual de Donna Troy, a Moça-Maravilha, na série dos Titãs

    21 de novembro de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou as primeiras imagens da atriz Conor Leslie (minissérie “Shots Fired”) na série dos Titãs. Confira abaixo. Ela interpreta ninguém menos que Donna Troy, a Moça-Maravilha, fundadora da Turma Titã original nos quadrinhos, que já havia aparecido em um easter-egg no início da temporada. As imagens não deixam claro se ela irá adotar seu alterego na série. De todo modo, a típica “roupa preta de espiã” que ela veste tem a mesma cor do traje de sua identidade como Troia. A personagem foi criada ainda nos anos 1950 como ajudante/irmã mais nova da Mulher-Maravilha, mas tudo isso foi perdido entre os reboots malucos da DC Comics, que mudaram sua história diversas vezes. Para se ter noção, até a recente linha temporal estabelecida em “Novos 52” já conseguiu criar contradições, ao tentar reunir todas as versões conflitantes de Donna numa nova origem. O importante é destacar que ela integrou o grupo de heróis que inaugurou a revista da Turma Titã (Teen Titans) em 1965, ao lado de Robin, Kid Flash e Aqualad – numa história de Bob Haney com desenhos de Bruno Premiani. E permaneceu no time por décadas, inclusive quando Marv Wolfman e George Perez reformaram a publicação com novos personagens e um título diferente, Novos Titãs (The New Titans) – fase abordada pela série. Foi logo depois dessa fase que ela adotou a identidade de Troia e bagunçou sua cronologia como uma revisão de sua história para justificar os novos poderes. As mudanças, por sinal, abrangeram todos os Titãs originais, com Robin virando Asa Noturna, Ricardito (Speedy) tornando-se Arsenal, Aqualad adotando o nome de Tempestade e Kid Flash assumindo temporariamente o lugar do Flash. Por enquanto, os integrantes dos Titãs televisivos são Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), mas Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) também já apareceram em participação especial – assim como a Patrulha do Destino e o segundo Robin (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”). Criação de Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”), Greg Berlanti (responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW) e Geoff Johns (cocriador de “The Flash”), a série é disponibilizada semanalmente na plataforma de streaming da DC Comics nos Estados Unidos, mas será lançada no Brasil em 2019 pela Netflix.

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