Filme de Scorsese para a Netflix já custou US$ 140 milhões e orçamento não para de crescer
Quando Martin Scorsese e a Netflix entraram em acordo para produzir “The Irishman”, o filme tinha um orçamento especulado em US$ 100 milhões. Mas o site Deadline revelou que o valor aumentou bastante desde então. Os custos estariam em US$ 140 milhões e longe de estacionar. Curiosamente, as filmagens está quase acabando. As despesas se devem ao processo de pós-produção. A trama vai atravessar décadas e o elenco central será rejuvenescido digitalmente para interpretar suas versões jovens, em diferentes fases da história. Não será a primeira vez que esse tipo de processo será tentado no cinema. Filmes como “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008) e “Tron: O Legado” (2010) foram alguns dos pioneiros. Mas Scorsese busca ainda maior realismo. E isto tem um custo. Por conta disso, nenhum estúdio de cinema quis se envolver no projeto, especialmente após o filme anterior do cineasta, “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian criado a partir do livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, que detalha a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana, supostamente envolvido na morte do sindicalista Jimmy Hoffa. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). Por sinal, Joe Pesci que já estava aposentado e também trabalhou em “Cassino”, voltará a atuar no filme. O elenco central se completa com outro veterano, Al Pacino. Ainda não há previsão para a estreia.
Netflix adquire mais uma sci-fi problemática, estrelada por Michael Peña e Lizzy Caplan
Dando sequência à sua onda de compras de filmes de ficção científica problemáticos, a Netflix adquiriu da Universal os direitos de distribuição de “Extinction”. Assim como aconteceu com “The Cloverfield Paradox” na Paramount, o filme foi tirado do cronograma de lançamentos do estúdio no final do ano passado e não tinha mais previsão de lançamento, apesar de já ter sido completamente filmado. Estrelado por Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Lizzy Caplan (“Truque de Mestre: O 2º Ato”), o filme acompanha um homem que tem um sonho recorrente de perder sua família – e esse pesadelo se transforma em realidade quando o planeta é invadido por uma força destrutiva. O roteiro final é de Eric Heisserer (do elogiado “A Chegada”) e a direção de Ben Young (“Predadores do Amor”). Além dos dois filmes citados, a Netflix também adquiriu da Paramount no começo do ano a sci-fi “Aniquilação”, estrelada por Natalie Portman. A diferença é que este filme terá lançamento limitado nos cinemas dos EUA no dia 23 de fevereiro, antes de ser disponibilizado no mercado internacional por streaming em março.
Diretor de Alice Através do Espelho vai filmar o brinquedo Action Man
O brinquedo “Action Man”, versão britânica de “G.I. Joe”, vai virar filme. A Paramount vai produzir uma adaptação dos soldadinhos de plástico da Hasbro, e já anunciou a equipe responsável pelo filme. “Action Man” terá roteiro de Simon Farnaby (do elogiado “Paddington 2”) e direção de James Bobin (“Alice Através do Espelho”). A Hasbro vai coproduzir o lançamento, dando sequência a sua parceria com o estúdio responsável pelos filmes de “Transformers” e “G.I. Joe”.
Netflix teria pago US$ 50 milhões por The Cloverfield Paradox
A Paramount pode ter feito o negócio do ano. Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Netflix teria pago US$ 50 milhões pelos direitos de exibição de “The Cloverfield Paradox”. E a Paramount ainda resguardou os direitos de lançar o filme na China e no mercado de home video. Ainda de acordo com o THR, a decisão de negociar os direitos de exibição foi tomada de comum acordo entre o produtor J.J. Abrams e o presidente do estúdio, Jim Gianopulos, após a percepção de que o filme poderia fracassar nas bilheterias. Eles procuraram a Netflix que prontamente se dispôs a pagar uma fortuna pelo título, por integrar uma “franquia” estabelecida. Nos bastidores da Paramount, porém, a avaliação negativa sobre a qualidade do material já tinha provocado diversos adiamentos no lançamento do longa-metragem. Gianopulos, que assumiu recentemente o estúdio, teria tentado refilmagens e outras medidas para salvar a produção, antes de decidir passar o problema adiante. Ele já tinha feito a mesma coisa com “Aniquilação”, sci-fi estrelada por Natalie Portman, que a Netflix adquiriu por uma quantia ainda não revelada. A diferença é que “Aniquilação” terá uma estreia limitada nos Estados Unidos em 23 de fevereiro, antes de chegar ao streaming em março. Nas mãos da Netflix, “The Cloverfield Paradox” acabou ganhando uma estreia de surpresa na noite de domingo (4/2). O anúncio de que ele já estava na plataforma foi feito no primeiro e único comercial da produção, exibido durante o intervalo do Super Bowl, e o resultado foi exatamente o que interessava ao serviço de streming: repercussão. A Netflix não divulga audiência, mas a curiosidade do público foi fisgada, a ponto de gerar muitos comentários nas redes sociais. Entretanto, assim que os críticos puderam ver o material, veio a confirmação de que a Paramount evitou um fiasco comercial. Com apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Cloverfield Paradox” gerou o consenso de que não era mesmo um filme para o cinema.
Roteirista de O Aviador vai voltar a trabalhar com Leonardo DiCaprio em filme sobre Da Vinci
A cinebiografia do pintor italiano Leonardo Da Vinci, que será estrelada por Leonardo DiCaprio, começa a sair do papel. O roteirista John Logan, que já trabalhou com o ator em “O Aviador”, vai assinar o roteiro da adaptação do livro de Walter Isaacson para o cinema. Especialista em biografias, Isaacson também escreveu “Steve Jobs”, que foi transformado no filme estrelado por Michael Fassbender, e “Albert Einstein”, que serviu de base base para a série “Genius”, estrelada por Geoffrey Rush. DiCaprio tem interesse em viver Da Vinci para fazer jus à história de seu nascimento. Diz a lenda que ele foi batizado como Leonardo porque sua mãe grávida estava observando uma pintura de Da Vinci num museu italiano quando o futuro astro deu seu primeiro chute em sua barriga. Criador da série “Penny Dreadful” e roteirista dos dois últimos filmes de James Bond, John Logan também está desenvolvendo a cinebiografia “Just Kids”, baseado no livro de memórias da cantora Patti Smith.
Novo trailer da série Jack Ryan é cinematográfico
A Amazon divulgou um novo pôster e mais um trailer da vindoura série “Jack Ryan”. Produzido para o Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais caro da TV americana), o vídeo é cinematográfico, com cenas épicas de guerra, atentados terroristas e muita ação. Não é à toa. A direção do piloto é do cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). Além disso, a mexicana Patricia Riggen (“Os 33”) assina mais três episódios. A série traz o ator John Krasinski (da série “The Office”) no papel do famoso espião, já vivido no cinema por quatro atores diferentes desde os anos 1990, e acompanhará o começo de sua carreira na CIA. Mas apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não será uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. A história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. A 1ª temporada terá oito episódios com estreia prevista para agosto.
John Cena vai viver o herói de videogame Duke Nukem no cinema
A carreira de ator de John Cena (“Pai em Dose Dupla”) segue em evolução. Após dublar o “Touro Ferdinando” e participar das filmagens de “Bumblebee”, spin-off da franquia “Transformers”, o lutador transformado em astro de cinema vai agora estrelar a adaptação do game clássico “Duke Nukem”. A Platinum Dunes, empresa do cineasta Michael Bay (o culpado pelos “Transformers”), está encarregada de produzir o filme para a Paramount. O curioso é que o projeto definiu primeiro o ator, antes de contratar um roteirista. Este é o próximo passo da produção. Os populares videogames de Nukem destacam as pancadarias de seu protagonista musculoso e politicamente incorreto, que fuma charutos, seduz garotas e luta para salvar o planeta Terra desde 1991, quando o primeiro jogo foi lançado. O jogo original se passava no ano 1997 (o “futuro próximo”), quando o cientista louco Dr. Proton ameaça a dominar o mundo com seu exército de Techbots. Duke Nukem, o herói, é contratado pela CIA para detê-lo. Os embates acontecem na devastada cidade de Nova York, numa base lunar secreta e numa viagem no tempo rumo ao futuro. Nos segundo e terceiro games, lançados em 1993 e 1996, Duke enfrenta alienígenas. O quarto game só foi lançado em 2011 e mostrava o herói largando a aposentadoria para salvar o mundo de – novamente – alienígenas, que se mostravam determinados a raptar as mulheres da Terra. A versão de cinema ainda não tem cronograma de filmagens ou previsão de lançamento.
Criador de American Gods e Hannibal vai desenvolver série do Vampiro Lestat
O produtor Bryan Fuller, criador de “American Gods”, “Star Trek: Discovery” e “Hannibal”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Vampiro Lestat” e os demais volumes das “Crônicas Vampíricas” de Anne Rice numa nova série. O anúncio foi feito por Christopher Rice, filho da escritora, numa longa postagem no Facebook. “Há um ano, minha mãe e eu trabalhamos com os parceiros criativos da Paramount Television e Anonymous Content para desenvolver uma série de televisão de prestígio com foco na jornada de Lestat, enquanto ele viaja ao longo do mundo dos vampiros detalhado nas ‘Crônicas Vampíricos'”, ele contou. “Sabíamos que estávamos trabalhando com alguns dos melhores produtores que a televisão tinha para oferecer. E esses produtores também sabiam que Bryan seria um complemento perfeito para nossa equipe criativa”. Bryan Fuller ficou com a agenda aberta, após sair de “American Gods. Ele e seu parceiro, o roteirista Michael Green (“Logan”, “Blade Runner 2049”), desentenderam-se com a produtora Fremantle e não participarão da 2ª temporada da série. Assim, Fuller poderá participar do desenvolvimento do projeto dos vampiros da Paramount. Christopher Rice chegou a lembrar que ele procurou sua mãe há muitos anos, antes do lançamento de “Entrevista com o Vampiro”, o filme em que Tom Cruise viveu Lestat, querendo adaptar os livros para o cinema. Agora, o antigo desejo vai virar realidade, ainda que como série. A decisão de transformar as “Crônicas Vampíricas” em série partiu da própria escritora. Ela aproveitou as dificuldades da Universal para lançar um reboot da franquia no cinema e retomou os direitos, visando produzir a adaptação dos livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou no ano passado. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Não está claro se a série será lançada no novo canal pago Paramount, que irá substituir o atual Spike a partir de 2018 nos EUA.
Bumblebee é um fusquinha amarelo na primeira foto oficial do filme derivado de Transformers
A Paramount divulgou a primeira foto oficial de “Bumblebee”, filme derivado da franquia “Transformers”, que acompanha uma aventura solo do personagem-título. A trama será um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e não por acaso a imagem mostra o robô-carro como um fusca amarelo. Era assim que ele aparecia no desenho animado da época. Na foto, o “protagonista” posa ao lado de Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”). O elenco também conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”) Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 da categoria. A produção será seu primeiro trabalho com atores reais. A estreia vai acontecer em dezembro de 2018.
Roteirista de O Regresso vai escrever o Star Trek de Quentin Tarantino
A pré-produção do próximo filme da franquia “Star Trek” segue em velocidade de dobra espacial. Segundo o site Deadline, o roteirista Mark L. Smith, que escreveu “O Regresso”, filme responsável pelo Oscar vencido pelo ator Leonardo DiCaprio, fechou contrato para escrever a nova jornada da nave Enterprise. A filmagem vai reunir na ponte de comando o produtor J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o diretor Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Smith irá desenvolver uma ideia de Tarantino, que assumirá a direção do longa após terminar seu próximo filme, cuja produção ainda não começou. Tarantino se reuniu com três roteiristas para definir qual escreveria o projeto, e conseguiu aval de Abrams e do estúdio Paramount para buscar uma classificação etária “R”, a mais elevada do cinema comercial americano. Assim, o próximo filme da franquia irá onde nenhum outro já foi antes: para o público adulto. Todos os trabalhos de Tarantino tem classificação “R”, o que possibilita as doses de violência e linguagem despojada que caracterizam sua filmografia. O mais recente, “Os Oito Odiados”, foi liberado apenas para maiores de 18 anos no Brasil. Os grandes estúdios de Hollywood costumam lançar suas franquias mais caras com a menor censura possível, para atingir um público maior e faturar mais nas bilheterias. Mas a Fox provou recentemente que era possível realizar blockbusters para maiores, com os sucessos de “Deadpool” e “Logan”. Tarantino procurou Abrams, responsável pela franquia “Star Trek”, com uma ideia para a produção, entusiasmou o colega e os dois conseguiram convencer a Paramount. O próximo passo é aguardar o roteiro, que materializará a história para o começo da produção propriamente dita. Enquanto o roteiro não fica pronto, o diretor trabalha em seu atual projeto, um longa ainda sem título sobre Charles Manson e o ano de 1969, em desenvolvimento na Sony. Abrams, por sua vez, prepara “Star Wars: Episódio IX”. Ambos os filmes só chegarão aos cinemas em 2019. E só depois disso os dois se teleportarão para a Enterprise.
Comédia policial clássica 48 Horas vai ganhar remake dos diretores de Bom Comportamento
Os irmãos Safdie chamaram atenção de Hollywood com o thriller indie “Bom Comportamento”, estrelado por Robert Pattinson, e agora vão comandar seu primeiro filme de estúdio: um remake da comédia de ação “48 Horas” para a Paramount. O filme original de 1982, escrito e dirigido por Walter Hill, marcou a estreia de Eddie Murphy no cinema, após se destacar como humorista no programa “Saturday Night Live”. E foi um sucesso enorme, lançando um subgênero cinematográfico: a comédia policial sobre parceiros incompatíveis, um deles geralmente negro, que rendeu franquias tão diferentes quanto “Máquina Mortífera” e “A Hora do Rush”. A trama acompanhava o policial Jack Cates (Nick Nolte), que sobrevive a um atentado que mata seus colegas e recorre ao criminoso Reggie Hammond (Eddie Murphy) para encontrar o culpado. Liberado da prisão por dois dias (as 48 horas do título) para rastrear um antigo comparsa, Reggie mostra-se mais interessado em recuperar uma bolada perdida do que propriamente ajudar, o que rende problemas de relacionamento com o parceiro forçado. A produção também teve uma sequência, “48 Horas – Parte 2” (1990), que não repetiu o mesmo sucesso. Josh Safdie vai escrever o roteiro com Ronald Bronstein (repetindo a colaboração de “Bom Comportamento”) e o humorista Jerrod Carmichael (“The Carmichael Show”).
Star Trek de Quentin Tarantino será para público adulto
A produção do próximo filme da franquia “Star Trek” está avançando com velocidade de dobra espacial, segundo o site Deadline. Poucos dias após fazer sua proposta, o diretor Quentin Tarantino já teria se reunido com três roteiristas e conseguido aval do produtor J.J. Abrams e do estúdio Paramount para ir adiante no projeto com classificação etária “R”, a mais elevada do cinema comercial americano. Assim, o próximo filme da franquia irá onde nenhum outro já foi antes. A fronteiro final é o público adulto. Todos os trabalhos de Tarantino tem classificação “R”, o que possibilita as doses de violência e linguagem despojada que caracterizam sua filmografia. O mais recente, “Os Oito Odiados”, foi liberado apenas para maiores de 18 anos no Brasil. Os grandes estúdios de Hollywood costumam lançar suas franquias mais caras com a menor censura possível, para atingir um público maior e faturar mais nas bilheterias. Mas a Fox provou recentemente que era possível realizar blockbusters para maiores, com os sucessos de “Deadpool” e “Logan”. Tarantino procurou Abrams, responsável pela franquia “Star Trek”, com uma ideia para a produção, entusiasmou o colega e os dois conseguiram convencer a Paramount. O próximo passo é definir quem irá escrever o roteiro, que materializará a história de Tarantino. Os três candidatos com quem o diretor se encontrou foram Mark L. Smith (“O Regresso”), Drew Pearce (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) e Lindsey Beer (do vindouro “Chaos Walking”), e, segundo o Deadline, Smith seria o favorito para a missão. Sim, Tarantino vai dirigir o filme, que marcará sua primeira incursão na ficção científica. Enquanto o roteiro não fica pronto, o diretor trabalha em seu atual projeto, um longa ainda sem título sobre Charles Manson e o ano de 1969, em desenvolvimento na Sony. Abrams, por sua vez, prepara “Star Wars: Episódio IX”. Ambos os filmes só chegarão aos cinemas em 2019. E só depois disso Tarantino e Abrams se teleportarão para a Enterprise.
Tarantino faz proposta para assumir o próximo filme de Star Trek
O próximo filme de “Star Trek” pode ser concebido e dirigido por Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Segundo o site Deadline, o cineasta imaginou uma história passada no universo trekker e ofereceu a ideia para J.J. Abrams, produtor da franquia. A notícia inesperada foi confirmada pelo Hollywood Reporter. E tem mais. Abrams teria gostado da ideia e já planeja montar na Paramount, estúdio da franquia, uma sala de roteiristas para desenvolver o conceito de Tarantino num roteiro final. Se o estúdio topar, o próprio Tarantino pode assumir a direção. Enquanto essa ideia não toma forma, Abrams se ocupa de iniciar a produção de “Star Wars – Episódio IX”, que ele dirigirá. Ao mesmo tempo, Tarantino desenvolve na Sony seu filme sobre Charles Manson e o ano de 1969. Como as duas produções vão estrear em 2019, se Tarantino realmente se teleportar para a Enterprise, sua jornada espacial não deve acontecer antes de 2020. Anteriormente, o diretor já tinha se declarado fã da série clássica “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e também disse que pretendia fazer filmes de todos os gêneros antes de se aposentar. Ele ainda não filmou uma ficção científica.












