Novo trailer da série Jack Ryan é cinematográfico
A Amazon divulgou um novo pôster e mais um trailer da vindoura série “Jack Ryan”. Produzido para o Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais caro da TV americana), o vídeo é cinematográfico, com cenas épicas de guerra, atentados terroristas e muita ação. Não é à toa. A direção do piloto é do cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). Além disso, a mexicana Patricia Riggen (“Os 33”) assina mais três episódios. A série traz o ator John Krasinski (da série “The Office”) no papel do famoso espião, já vivido no cinema por quatro atores diferentes desde os anos 1990, e acompanhará o começo de sua carreira na CIA. Mas apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não será uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. A história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. A 1ª temporada terá oito episódios com estreia prevista para agosto.
John Cena vai viver o herói de videogame Duke Nukem no cinema
A carreira de ator de John Cena (“Pai em Dose Dupla”) segue em evolução. Após dublar o “Touro Ferdinando” e participar das filmagens de “Bumblebee”, spin-off da franquia “Transformers”, o lutador transformado em astro de cinema vai agora estrelar a adaptação do game clássico “Duke Nukem”. A Platinum Dunes, empresa do cineasta Michael Bay (o culpado pelos “Transformers”), está encarregada de produzir o filme para a Paramount. O curioso é que o projeto definiu primeiro o ator, antes de contratar um roteirista. Este é o próximo passo da produção. Os populares videogames de Nukem destacam as pancadarias de seu protagonista musculoso e politicamente incorreto, que fuma charutos, seduz garotas e luta para salvar o planeta Terra desde 1991, quando o primeiro jogo foi lançado. O jogo original se passava no ano 1997 (o “futuro próximo”), quando o cientista louco Dr. Proton ameaça a dominar o mundo com seu exército de Techbots. Duke Nukem, o herói, é contratado pela CIA para detê-lo. Os embates acontecem na devastada cidade de Nova York, numa base lunar secreta e numa viagem no tempo rumo ao futuro. Nos segundo e terceiro games, lançados em 1993 e 1996, Duke enfrenta alienígenas. O quarto game só foi lançado em 2011 e mostrava o herói largando a aposentadoria para salvar o mundo de – novamente – alienígenas, que se mostravam determinados a raptar as mulheres da Terra. A versão de cinema ainda não tem cronograma de filmagens ou previsão de lançamento.
Criador de American Gods e Hannibal vai desenvolver série do Vampiro Lestat
O produtor Bryan Fuller, criador de “American Gods”, “Star Trek: Discovery” e “Hannibal”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Vampiro Lestat” e os demais volumes das “Crônicas Vampíricas” de Anne Rice numa nova série. O anúncio foi feito por Christopher Rice, filho da escritora, numa longa postagem no Facebook. “Há um ano, minha mãe e eu trabalhamos com os parceiros criativos da Paramount Television e Anonymous Content para desenvolver uma série de televisão de prestígio com foco na jornada de Lestat, enquanto ele viaja ao longo do mundo dos vampiros detalhado nas ‘Crônicas Vampíricos'”, ele contou. “Sabíamos que estávamos trabalhando com alguns dos melhores produtores que a televisão tinha para oferecer. E esses produtores também sabiam que Bryan seria um complemento perfeito para nossa equipe criativa”. Bryan Fuller ficou com a agenda aberta, após sair de “American Gods. Ele e seu parceiro, o roteirista Michael Green (“Logan”, “Blade Runner 2049”), desentenderam-se com a produtora Fremantle e não participarão da 2ª temporada da série. Assim, Fuller poderá participar do desenvolvimento do projeto dos vampiros da Paramount. Christopher Rice chegou a lembrar que ele procurou sua mãe há muitos anos, antes do lançamento de “Entrevista com o Vampiro”, o filme em que Tom Cruise viveu Lestat, querendo adaptar os livros para o cinema. Agora, o antigo desejo vai virar realidade, ainda que como série. A decisão de transformar as “Crônicas Vampíricas” em série partiu da própria escritora. Ela aproveitou as dificuldades da Universal para lançar um reboot da franquia no cinema e retomou os direitos, visando produzir a adaptação dos livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou no ano passado. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Não está claro se a série será lançada no novo canal pago Paramount, que irá substituir o atual Spike a partir de 2018 nos EUA.
Bumblebee é um fusquinha amarelo na primeira foto oficial do filme derivado de Transformers
A Paramount divulgou a primeira foto oficial de “Bumblebee”, filme derivado da franquia “Transformers”, que acompanha uma aventura solo do personagem-título. A trama será um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e não por acaso a imagem mostra o robô-carro como um fusca amarelo. Era assim que ele aparecia no desenho animado da época. Na foto, o “protagonista” posa ao lado de Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”). O elenco também conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”) Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 da categoria. A produção será seu primeiro trabalho com atores reais. A estreia vai acontecer em dezembro de 2018.
Roteirista de O Regresso vai escrever o Star Trek de Quentin Tarantino
A pré-produção do próximo filme da franquia “Star Trek” segue em velocidade de dobra espacial. Segundo o site Deadline, o roteirista Mark L. Smith, que escreveu “O Regresso”, filme responsável pelo Oscar vencido pelo ator Leonardo DiCaprio, fechou contrato para escrever a nova jornada da nave Enterprise. A filmagem vai reunir na ponte de comando o produtor J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o diretor Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Smith irá desenvolver uma ideia de Tarantino, que assumirá a direção do longa após terminar seu próximo filme, cuja produção ainda não começou. Tarantino se reuniu com três roteiristas para definir qual escreveria o projeto, e conseguiu aval de Abrams e do estúdio Paramount para buscar uma classificação etária “R”, a mais elevada do cinema comercial americano. Assim, o próximo filme da franquia irá onde nenhum outro já foi antes: para o público adulto. Todos os trabalhos de Tarantino tem classificação “R”, o que possibilita as doses de violência e linguagem despojada que caracterizam sua filmografia. O mais recente, “Os Oito Odiados”, foi liberado apenas para maiores de 18 anos no Brasil. Os grandes estúdios de Hollywood costumam lançar suas franquias mais caras com a menor censura possível, para atingir um público maior e faturar mais nas bilheterias. Mas a Fox provou recentemente que era possível realizar blockbusters para maiores, com os sucessos de “Deadpool” e “Logan”. Tarantino procurou Abrams, responsável pela franquia “Star Trek”, com uma ideia para a produção, entusiasmou o colega e os dois conseguiram convencer a Paramount. O próximo passo é aguardar o roteiro, que materializará a história para o começo da produção propriamente dita. Enquanto o roteiro não fica pronto, o diretor trabalha em seu atual projeto, um longa ainda sem título sobre Charles Manson e o ano de 1969, em desenvolvimento na Sony. Abrams, por sua vez, prepara “Star Wars: Episódio IX”. Ambos os filmes só chegarão aos cinemas em 2019. E só depois disso os dois se teleportarão para a Enterprise.
Comédia policial clássica 48 Horas vai ganhar remake dos diretores de Bom Comportamento
Os irmãos Safdie chamaram atenção de Hollywood com o thriller indie “Bom Comportamento”, estrelado por Robert Pattinson, e agora vão comandar seu primeiro filme de estúdio: um remake da comédia de ação “48 Horas” para a Paramount. O filme original de 1982, escrito e dirigido por Walter Hill, marcou a estreia de Eddie Murphy no cinema, após se destacar como humorista no programa “Saturday Night Live”. E foi um sucesso enorme, lançando um subgênero cinematográfico: a comédia policial sobre parceiros incompatíveis, um deles geralmente negro, que rendeu franquias tão diferentes quanto “Máquina Mortífera” e “A Hora do Rush”. A trama acompanhava o policial Jack Cates (Nick Nolte), que sobrevive a um atentado que mata seus colegas e recorre ao criminoso Reggie Hammond (Eddie Murphy) para encontrar o culpado. Liberado da prisão por dois dias (as 48 horas do título) para rastrear um antigo comparsa, Reggie mostra-se mais interessado em recuperar uma bolada perdida do que propriamente ajudar, o que rende problemas de relacionamento com o parceiro forçado. A produção também teve uma sequência, “48 Horas – Parte 2” (1990), que não repetiu o mesmo sucesso. Josh Safdie vai escrever o roteiro com Ronald Bronstein (repetindo a colaboração de “Bom Comportamento”) e o humorista Jerrod Carmichael (“The Carmichael Show”).
Star Trek de Quentin Tarantino será para público adulto
A produção do próximo filme da franquia “Star Trek” está avançando com velocidade de dobra espacial, segundo o site Deadline. Poucos dias após fazer sua proposta, o diretor Quentin Tarantino já teria se reunido com três roteiristas e conseguido aval do produtor J.J. Abrams e do estúdio Paramount para ir adiante no projeto com classificação etária “R”, a mais elevada do cinema comercial americano. Assim, o próximo filme da franquia irá onde nenhum outro já foi antes. A fronteiro final é o público adulto. Todos os trabalhos de Tarantino tem classificação “R”, o que possibilita as doses de violência e linguagem despojada que caracterizam sua filmografia. O mais recente, “Os Oito Odiados”, foi liberado apenas para maiores de 18 anos no Brasil. Os grandes estúdios de Hollywood costumam lançar suas franquias mais caras com a menor censura possível, para atingir um público maior e faturar mais nas bilheterias. Mas a Fox provou recentemente que era possível realizar blockbusters para maiores, com os sucessos de “Deadpool” e “Logan”. Tarantino procurou Abrams, responsável pela franquia “Star Trek”, com uma ideia para a produção, entusiasmou o colega e os dois conseguiram convencer a Paramount. O próximo passo é definir quem irá escrever o roteiro, que materializará a história de Tarantino. Os três candidatos com quem o diretor se encontrou foram Mark L. Smith (“O Regresso”), Drew Pearce (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) e Lindsey Beer (do vindouro “Chaos Walking”), e, segundo o Deadline, Smith seria o favorito para a missão. Sim, Tarantino vai dirigir o filme, que marcará sua primeira incursão na ficção científica. Enquanto o roteiro não fica pronto, o diretor trabalha em seu atual projeto, um longa ainda sem título sobre Charles Manson e o ano de 1969, em desenvolvimento na Sony. Abrams, por sua vez, prepara “Star Wars: Episódio IX”. Ambos os filmes só chegarão aos cinemas em 2019. E só depois disso Tarantino e Abrams se teleportarão para a Enterprise.
Tarantino faz proposta para assumir o próximo filme de Star Trek
O próximo filme de “Star Trek” pode ser concebido e dirigido por Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Segundo o site Deadline, o cineasta imaginou uma história passada no universo trekker e ofereceu a ideia para J.J. Abrams, produtor da franquia. A notícia inesperada foi confirmada pelo Hollywood Reporter. E tem mais. Abrams teria gostado da ideia e já planeja montar na Paramount, estúdio da franquia, uma sala de roteiristas para desenvolver o conceito de Tarantino num roteiro final. Se o estúdio topar, o próprio Tarantino pode assumir a direção. Enquanto essa ideia não toma forma, Abrams se ocupa de iniciar a produção de “Star Wars – Episódio IX”, que ele dirigirá. Ao mesmo tempo, Tarantino desenvolve na Sony seu filme sobre Charles Manson e o ano de 1969. Como as duas produções vão estrear em 2019, se Tarantino realmente se teleportar para a Enterprise, sua jornada espacial não deve acontecer antes de 2020. Anteriormente, o diretor já tinha se declarado fã da série clássica “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e também disse que pretendia fazer filmes de todos os gêneros antes de se aposentar. Ele ainda não filmou uma ficção científica.
John Krasinski garante que não é espião em novo trailer da série de Jack Ryan
A Amazon divulgou um novo trailer da série “Jack Ryan”, que traz o ator John Krasinski (da série “The Office”) no papel do famoso espião criado pelo escritor Tom Clancy. A prévia revela uma nova história de origem do personagem. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele se apresenta como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba lhe levando para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. Apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor, como foram os primeiros filmes. Sua história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. E isto facilita o trabalho de seu intérprete na série. A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Mas a direção do piloto é de outro cineasta, o norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). A 1ª temporada terá oito episódios e ainda não há data prevista para a estreia.
Radicais indianos querem matar atriz de xXx: Reativado por papel em filme inédito
Grupos extremistas indianos estão apelando para o terrorismo para impedir o lançamento do épico “Padmaavat” (anteriormente intitulado “Padmavati”) na Índia. Um dos mais radicais, denominado Karni Sena, ameaçou queimar os cinemas que exibirem o filme no país e também no exterior. E após os integrantes do elenco e da equipe sofrerem ameaças físicas, com a queima de bonecos representando o diretor e atores, um cadáver foi encontrado na sexta-feira (24/11) perto de um dos locais de filmagem, com uma nota sobre seu corpo referenciando o filme. A intérprete da protagonista, Deepika Padukone, vista recentemente em “xXx: Reativado”, é o principal alvo da fúria dos radicais e está com a cabeça à prêmio. Uma recompensa para quem decapitá-la foi endossada e teve seu valor aumentado pelo líder do partido político de direita Bharatiya Janata no começo da semana. Ela já tinha sido atacada no set do filme em janeiro, por radicais do Karni Sena. Em março, uma turba invadiu as filmagens e queimou cenários, figurino e jóias usadas na produção. Segundo o site Deadline, tudo isso está acontecendo com base em boatos a respeito de cenas que “Padmaavat” teria. Ninguém ainda viu o filme. E tampouco há consenso sobre os motivos dos protestos violentos. Alguns grupos o acusam de ter conteúdo sexual ofensivo, enquanto outros alegam que há imprecisões históricas. Mas a trama nem sequer é histórica. Ela é baseada numa ficção. “Padmaavat” conta a história de Rani Padmavati, uma rainha Mewar imaginada no poema épico homônimo do século 16, escrito por Malik Muhammad Jayasi. Ao longo de séculos, o relato do poema assumiu um significado histórico, embora haja pouca evidência de que os eventos envolvendo Padmavati tenham realmente ocorrido. Não há sequer registros de que a rainha tenha existido, embora o sultão descrito seja uma figura histórica e sua conquista militar tenha ocorrido. A trama gira em torno do desejo do sultão de Dheli por sua beleza, a ponto de sitiar sua fortaleza, no Forte Chittor, para tomá-la do Rei Ratan Sen. Após a conquista do forte, ela prefere o suicídio a ser capturada. O filme é baseado na versão operística que o diretor do filme, Sanjay Leela Bhansali, um dos mais premiados da Índia, transformou num espetáculo musical, exibido sem problemas em Paris e Roma na década passada. O poema também já foi filmado no passado, nos anos 1960, sem nenhum protesto. Os grupos extremistas alegam que o filme inclui uma sequência de sonhos em que o sultão muçulmano seduz a rainha hindu, transformando-a em sua amante – o que hindus consideram ofensivo. O diretor Bhansali negou repetidamente que tal cena exista, sem aplacar a ira dos radicais. Outros protestam contra a transformação do sultão de Dheli num “Khal Drogo indiano”, em referência ao bárbaro da série “Game of Thrones” – o que muçulmanos consideram ofensivo. Como pano de fundo para tanta fúria, há uma motivo que nada tem a ver com a história mostrada nas telas. Chama-se machismo. Para estrelar o filme, Deepika Padukone se tornou a primeira atriz indiana a receber um salário maior que os dos colegas masculinos de elenco. Isto pode ter irritado os grupos altamente conservadores, liderados por homens que não aceitam a igualdade feminina. Digno de nota é o fato de que a recompensa por sua cabeça ser exatamente o montante que ela recebeu pelo papel. Em comunicado, a produtora Viacom18 anunciou ter adiado o lançamento indiano indefinidamente e a Paramount, que adquiriu o filme para o resto do mundo, decidiu aguardar antes de marcar qualquer estreia internacional. “A Viacom18 Motion Pictures, o estúdio atrás de ‘Padmaavat’ adiou voluntariamente a data de lançamento do filme de 1 de dezembro de 2017”, diz o texto da produtora. “Junto com Sanjay Leela Bhansali, um dos cineastas mais talentosos de sua geração, a Viacom18 Motion Pictures criou uma bela obra-prima cinematográfica em ‘Padmaavat’, que captura o valor, dignidade e tradição de Rajput em toda a sua glória. O filme é um retrato eloquente de um poema que preencherá todos os indianos com orgulho e mostrará a proeza de contar histórias de nosso país em todo o mundo. Somos uma corporação responsável e respeitador ada lei e temos o maior respeito pela lei do país e todas as instituições e órgãos estatutários, incluindo o Conselho Central de Certificação de Filmes”. Confira abaixo o trailer do filme, que obteve mais de 48 milhões de visualizações desde que foi disponibilizado, no início de outubro.
Conglomerados da Sony, Universal e Paramount também querem comprar a Fox
O vazamento de que a Disney tinha aberto negociações para comprar a Fox atraiu interesse de outros conglomerados de Hollywood, que também querem discutir a aquisição dos ativos da empresa de TV e cinema. Segundo a revista Variey, as empresas Sony, Comcast (dona da Universal) e Viacom (dona da Paramount) já sondaram a 21st Century Fox para saber se há possibilidade de negócios. O interesse da Comcast é pelos mesmos ativos em discussão com a Disney: o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e as participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. A Sony visaria um pacote menor e não há notícias sobre o que atrai a Viacom. A Comcast não poderia comprar o canal Fox, já que as leis antitruste impedem que uma mesma empresa tenha mais de uma rede de TV no Estados Unidos. A Comcast é proprietária da rede NBC. Há especulações de que Rupert Murdoch, sócio majoritário da 21st Century Fox, quer vender parte da companhia para remanejar o restante numa nova versão da News Corp., centrada em publicações e canais de notícias. A atual configuração da Fox foi separada da News Corp. em 2013, após o escândalo de espionagem de celebridades que envolveu a divisão de jornais da empresa no Reino Unido. Para evitar contaminação financeira e acompanhando previsões pessimistas sobre o futuro da mídia impressa, Murdoch dividiu a empresa em duas. Agora, estaria interessado em desfazer essa separação, concentrando-se apenas em notícias – TV, streaming e imprensa – , o que inclui também esportes. Se o estúdio de cinema, a produtora de TV, canais de TV paga e participações em serviços de streaming foram adquiridos por um concorrente, haverá uma grande mudança na correlação de forças de Hollywood. A Disney sonhava em juntar os Vingadores aos X-Men, mas a Sony poderia juntar o Homem-Aranha aos heróis mutantes, enquanto a Comcast passaria a ser majoritária no Hulu, somando 60% das ações na joint venture (que ainda inclui Disney e Warner), podendo assumir o controle do serviço para se posicionar na vindoura guerra de streamings que se aproxima. Mais modesta, a Viacom é quem teria o maior salto, já que não possui os mesmos ativos dos rivais.
Animação As Aventuras de Tadeo 2 ganha trailer dublado, fotos e pôster nacional
A Paramount divulgou fotos o pôster nacional e o primeiro trailer dublado de “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas”. Trata-se da continuação da animação espanhola de 2012 sobre o herói Tadeo Jones, que desde a infância queria ser arqueólogo, mas se contentava com uma vida de pedreiro, até ir no lugar de um amigo numa viagem ao Peru, onde reencontrou sua vocação – em luta contra um grupo de mercenários, ao lado de uma exploradora de verdade e com a descoberta do tesouro de uma cidade perdida. A história continua, mostrando que ele voltou à construção civil e não percebe que a jovem heroína de seus sonhos o adora. Mas graças a uma nova aventura mirabolante, envolvendo uma relíquia mística, ele volta a entrar em ritmo de aventura, com sua parceira favorita, animais de estimação e a múmia latina com quem fez amizade no primeiro filme. Tadeo Jones apareceu pela primeira vez em 2006, num curta espanhol animado que levava seu nome, inspirado nas aventuras hollywoodianas do herói Indiana Jones. O personagem é simpaticíssimo e suas animações muito bem feitas, com ação suficiente para contentar os fãs de Tintim, o herói de quadrinhos mais famoso da Europa. Novamente dirigido por Enrique Gato, criador do personagem – desta vez em parceria com David Alonso, animador do primeiro filme – , a animação estreia em 21 de dezembro no Brasil.
Vídeo anuncia estreia da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale em abril
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que informa que a Melhor Série de Drama do Emmy 2017 volta com episódios inéditos em abril de 2018. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de Offred, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta. Na história, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que passa pelo mesmo tipo de treinamento e serve como conexão de Offred com sua vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”), premiado com o Emmy de Melhor de Roteiro de Série Drama. Diretora do piloto e de mais dois episódios, Reed Morano também venceu seu Emmy, na categoria de Melhor Direção de Série de Drama. Ainda inédita no Brasil, a produção foi adquirida pelo canal pago Paramount, que só deve começar a exibi-la no início de 2018.












