Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees
O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Elle Fanning viverá Ali MacGraw em filme sobre bastidores de O Poderoso Chefão
A atriz Elle Fanning (“Malévola”) entrou no filme “Francis and The Godfather”, longa-metragem sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” (1972). Ela vai interpretar a atriz Ali MacGraw, estrela dos blockbusters “Love Story” (1970) e “Comboio” (1978), que foi casada com o produtor Robert Evans, ex-chefe da Paramount. Fanning se junta a um elenco grandioso. Anteriormente, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) foi confirmado como o intérprete de Evans, Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como Francis Ford Coppola e Elisabeth Moss (“O Homem-Invisível”) no papel de sua esposa, Eleanor Coppola. O filme tem direção do veterano Barry Levinson (“Rainman”) e é baseado no roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que brigaram pela escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e pelo pouco conhecido Al Pacino no papel principal. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, resumiu Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há quatro anos, havia menção de produção da HBO, mas os últimos comunicados afirmam que a Endeavour Content e a FilmNation ainda negociam os direitos de exibição mundial. Além deste projeto, a plataforma Paramount+ também desenvolve uma série sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Intitulada “The Offer”, a produção seriada narra a realização do filme de 1972 através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. O projeto perdeu recentemente seu ator principal. Ruddy seria interpretado por Armie Hammer, que se afastou da produção em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais.
Próximo filme de Star Trek será escrito por roteirista de Star Trek: Discovery
A Paramount está fazendo nova tentativa de retomar a franquia “Star Trek” nos cinemas. O estúdio anunciou que a roteirista Kalinda Vazquez, que já assinou um episódio da série “Star Trek: Discovery”, vai escrever um novo filme, que será produzido por J.J. Abrams, diretor do reboot cinematográfico de 2009. O novo filme será baseado em uma história original criada por Vazquez. O que significa que se trata da quarta história diferente desenvolvida para a franquia desde “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Dirigido por Justin Lin, aquele filme fez US$ 343 milhões nas bilheterias mundiais, o que foi considerado pouco para os custos de suas filmagens (estimados em US$ 185 milhões) e esfriou o ímpeto do estúdio em continuar explorando a franquia nos cinemas. Apesar disso, havia planos para continuar com o mesmo elenco, acrescentando a volta de Chris Hemsworth ao universo trekker, naquele que seria o o primeiro “Star Trek” dirigido por uma mulher, SJ Clarkson (“Jessica Jones”), antes de uma tragédia mudar tudo. A morte de Anton Yelchin, intérprete de Chekov, acabou pesando muito e serviu de fecho para essa geração cinematográfica. Os dois projetos desenvolvidos posteriormente, um que seria dirigido por Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) e outro por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”), já não tinham obrigação de aproveitar o elenco formado por Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg e John Cho. Como nenhum desses projetos foi adiante, agora é a vez de Kalinda Vazquez descobrir como fazer “Star Trek” chegar onde nenhuma dessas tentativas anteriores jamais esteve: de volta aos cinemas.
Series online: Conheça 10 atrações inéditas no Brasil da Paramount+
O serviço de streaming Paramount+ já estreou no Brasil. Apesar do nome ser o mesmo, ele é diferente da versão “light” que existia por aqui – e que costumava ser chamada de Paramount Mais. Agora, até a pronúncia mudou. A nova Paramount+ é Paramount Plus. A versão “plus” da plataforma tem assinatura mensal de R$ 19,90 e chega no Brasil com várias séries e minisséries inéditas. A maioria vem do canal pago americano Showtime, uma espécie de HBO do conglomerado ViacomCBS, que no passado rendeu hits como “Dexter” e “Homeland”. Mas também há produções da antiga CBS All Access, plataforma de streaming americana que foi rebatizada e originou a atual versão da Paramount+. Para completar, a lista de produções inéditas traz a primeira atração criada especificamente para a Paramount+: “Kamp Koral”, desenho derivado do popular “Bob Esponja”, da Nickelodeon. Conheça abaixo 10 séries inéditas, nunca antes exibidas por aqui, que finalmente desembarcam no país pela nova plataforma. Your Honor | EUA | Minissérie (Paramount+) The Good Lord Bird | EUA | Minissérie (Paramount+) City on a Hill | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) The Comey Rule | EUA | Minissérie (Paramount+) Escape At Dannemora | EUA | Minissérie (Paramount+) Two Weeks to Live | Reino Unido | Minissérie (Paramount+) Black Monday | EUA | 2 Temporadas (Paramount+) No Activity | EUA | 3 Temporadas (Paramount+) Strange Angel | EUA | 2 Temporadas (Paramount+) Kamp Koral | EUA | 1ª Temporada (Paramount+)
Paramount define diretor da cinebiografia de Bob Marley
A Paramount contratou o cineasta Reinaldo Marcus Green, de “Monstros e Homens” (2018) e do vindouro “King Richard”, para dirigir a cinebiografia de Bob Marley em desenvolvimento no estúdio. O projeto tem apoio da família do cantor e produção de Ziggy, Rita e Cedella Marley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013). Bob Marley realizou muito em sua vida curta. Apesar de ter morrido de câncer em 1981, aos 36 anos, ele foi o grande responsável por popularizar o reggae em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. “A música de Bob Marley vive em todos nós. Suas letras transcendem continentes, cores, crenças e gerações. Ela cura. Ela luta. Sangra amor e verdade”, disse Green, no comunicado de sua contração. “É uma verdadeira honra e privilégio trabalhar com Ziggy e a família Marley, e a Paramount Pictures, para dar vida à sua história. O público quer conhecer o verdadeiro Bob, o homem e também a lenda. Espero que este filme nos aproxime da compreensão de sua jornada, de sua música, e continue a carregar a tocha de seu legado com humildade, graça e, acima de tudo, amor. ” Por infeliz coincidência, o anúncio da contratação foi feito um dia após a morte de Bunny Wailer, parceiro de Bob Marley e Peter Tosh na famosa banda The Wailers. O projeto é prioridade da atual presidente do Paramount Motion Picture Group, Emma Watts, que foi uma das responsáveis por lançar a cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, centrada em Freddie Mercury, quando era presidente de produção da então 20th Century Fox. Aquele filme arrecadou mais de US$ 900 milhões na bilheteria mundial e venceu quatro Oscars, incluindo Melhor Ator para Rami Malek.
Sem Remorso: Thriller de ação de Michael B. Jordan ganha trailer explosivo
A Amazon divulgou o primeiro trailer completo do filme “Sem Remorso” (Without Remorse), estrelado por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Repleto de cenas de ação, explosões e violência, o filme pode lançar uma nova franquia focada no personagem John Clark, criado pelo escritor Tom Clancy. A trama é baseada no livro homônimo, publicado em 1993, que conta uma história de “origem” e vingança pelo assassinato da família do protagonista, revelando como o ex-Navy SEAL John Kelly assumiu sua atual identidade e se tornou tão letal. O personagem apareceu em 17 livros de Clancy, primeiro como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta disso, ele já ganhou vida no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). O filme tem roteiro de Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) e direção de Stefano Sollima (“Suburra”), que já tinham trabalhado juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado” (2018). “Sem Remorso” deveria ter sido lançado em outubro passado nos cinemas, mas, devido à pandemia, acabou sumindo do calendário de estreias da Paramount, o que abriu negociações para uma exclusividade da Amazon Prime Video. Ao fechar esse negócio, a Amazon também anunciou um contrato de produção com Jordan para novas séries e filmes exclusivos. A estreia de “Sem Remorso” está marcada para 30 de abril. Veja abaixo o trailer em versões dublada em português e com o idioma original em inglês.
Hugh Grant será o vilão do novo Dungeons & Dragons
O ator Hugh Grant (“The Undoing”) foi escalado no papel do vilão da nova adaptação cinematográfica do jogo de tabuleiro “Dungeons & Dragons”. O nome de seu personagem não foi revelado, mas no desenho animado (lançado no Brasil como “Caverna do Dragão”) o maligno se chamava Vingador (Venger, no original), enquanto o papel de Jeremy Irons no filme de 2000 era batizado de Profion. Além de Grant, a atriz adolescente Sophia Lillis (“It – A Coisa”) também entrou na produção nesta terça (2/3). Eles se juntam aos anteriormente anunciados Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Justice Smith (“Pokémon – Detetive Pikachu”) e Regé-Jean Page (“Bridgerton”). Nenhum deles teve seus papéis revelados. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley, especialistas em comédias que dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, grande fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Eles também são os autores do roteiro de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” virou prioridade da Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro, depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, em dezembro de 2019. O filme é uma coprodução da Paramount de da eOne.
Tom Cruise aparece correndo em foto de Missão: Impossível 7
O diretor Christopher McQuarrie compartilhou em seu Instagram mais uma imagem da produção de “Missão: Impossível 7”. A foto registra Tom Cruise correndo na penumbra, durante uma das muitas cenas de ação do longa. McQuarrie, que dirigiu os dois filmes anteriores da franquia, originalmente pretendia filmar “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8” de forma consecutiva. No entanto, a Paramount alterou estes planos, devido às mudanças no calendário de lançamentos forçada pela pandemia. O astro da franquia, Tom Cruise, terá que se afastar para cumprir tarefas promocionais do estúdio visando o lançamento de “Top Gun: Maverick”, planejado para 2 de julho, e por isso ficará longe dos sets por mais tempo que o esperado. Por conta disso, a produção de “Missão: Impossível 8” só poderá começar após a estreia da continuação do filme dos anos 1980. Neste meio tempo, McQuarrie vai trabalhar na edição do sétimo longa-metragem. Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve ser concluído a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. Enquanto isso, “Missão: Impossível 8” permanece no calendário do estúdio com a data de 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Kamp Koral: Conheça o novo desenho de Bob Esponja
A Paramount+ divulgou o pôster e o segundo vídeo da nova série derivada de Bob Esponja, que traz os personagens do desenho longevo da Nickelodeon em suas versões infantis, num acampamento de férias. Intitulado em inglês “Kamp Koral: SpongeBob’s Under Years”, o novo desenho mostra como era a vida de Bob Esponja, Patrick, Sandy e companhia aos 10 anos de idade. Na trama, o jovem Bob Esponja e seus amigos participam das atividades do acampamento de verão mais popular da Fenda do Biquíni, o Kamp Koral, que tem como instrutores os adolescentes sr. Siriguejo e Lula Molusco. Todos os personagens foram criados por Stephen Hillenburg, que morreu em novembro de 2018 aos 57 anos de idade, vítima de ELA (esclerose lateral amiotrófica). Apesar da morte de seu criador, a Nickelodeon garantiu que a série original, que já tem duas décadas, não deixará de ser produzida. Ao contrário. O anúncio do spin-off acompanha os planos do canal pago para expandir a franquia. Dois produtores da série original, Marc Ceccarelli e Vincent Waller, comandam o spin-off, que também se diferencia do original por utilizar animação computadorizada. A atração é a principal série infantil inédita da Paramount+ (Paramount Plus), se transforma em sua versão vitaminada na quinta-feira (4/3) no Brasil.
Lançamento da Paramount+ é golpe letal na janela cinematográfica
O lançamento da Paramount+ na próxima quinta (4/3) representa mais uma pedra a atingir a janela de exibição cinematográfica. A perda de arrecadação nos cinemas, devido a pandemia de coronavírus, encorajou os estúdios a quebrar seu velho pacto firmado com os exibidores. Até o ano passado, os filmes ficavam em cartaz por 90 dias antes de aparecerem em outras mídias. Antigamente, este era o tempo que demorava para um filme sair em vídeo. O início da era digital manteve inalterada essa “reserva de mercado”. Até a chegada da pandemia, que coincidiu com o lançamento de vários serviços de streaming e uma nova realidade financeira, em que os exibidores perderam poder de pressão, enfraquecidos pelo fechamentos de suas salas e restrições causadas pela covid-19. Quando a Universal ousou lançar “Trolls 2” direto em VOD, no começo da pandemia, donos das maiores redes de cinema dos EUA subiram o tom e ameaçaram boicotar os filmes do estúdio. Mas isso foi quando muitos achavam que pandemia ia durar dois meses. Um ano depois, o tom dos exibidores é completamente diferente. Por conta da mudança de ânimos, o anúncio dos novos planos da Paramount para deixar seus filmes em cartaz por apenas 45 dias, cortando a janela pela metade, antes de lançá-los em sua plataforma de streaming, foi recebido com resignação, porque é mais generoso do que Hollywood tem sido neste momento de crise financeira dos cinemas. A ideia da Paramount é acelerar a chegada ao streaming de seus blockbusters, como “Missão: Impossível 7”, “Top Gun: Maverick” e “Um Lugar Silencioso 2”, para atrair assinantes para seu serviço, que passaria a ter exclusividade digital dos títulos. A iniciativa ocorre após a Universal encolher sua janela para apenas 17 dias (três fins de semana), após a Warner acabar completamente com a janela ao lançar filmes simultaneamente nos cinemas e streaming, e após a Disney deixar os cinemas sem vários de seus lançamentos. Mas enquanto Universal, Warner e Disney justificam suas ações com a necessidade de fazer caixa na pandemia, afirmando que se tratava de medida provisória, a Paramount é o primeiro estúdio a afirmar que sua nova janela é permanente. Durante o anúncio da programação da Paramount+, o conglomerado ViacomCBS afirmou que pretende lançar suas novas produções na plataforma com esta janela mesmo após a pandemia, deixando filmes menores em cartaz por 30 dias e os blockbusters por 45. Este é um modelo que será implantado para sempre. A decisão deixa claro que os cinemas nunca mais serão os mesmos depois da pandemia e do streaming.
Paramount+ estreia na próxima semana com várias séries inéditas no Brasil
O serviço de streaming Paramount+ foi confirmado oficialmente no Brasil. Apesar do nome ser o mesmo, ele é diferente da versão “light” que já existia por aqui – e que costumava ser chamada de Paramount Mais. Agora, até a pronúncia mudou. A nova Paramount+ é Paramount Plus. A versão “plus” da plataforma será inaugurada na próxima quinta-feira, dia 4 de março, com teste gratuito de 7 dias e assinatura mensal de R$ 19,90. A plataforma chega no Brasil com uma configuração diferente da oferecida nos EUA, incluindo em seu acervo todas as séries do canal pago Showtime – que manteve seu streaming individual separado da Paramount+ americana. Em compensação, o serviço nacional não terá canais ao vivo de notícias e esportes como a versão em inglês. Entre os títulos que o público poderá encontrar no lançamento estão séries do Showtime inéditas no Brasil, como “Black Monday”, “City on a Hill”, “Your Honor”, “The Good Lord Bird”, “The Comey Rule” e “Escape at Dannemora”, além de séries “clássicas” do canal, como “Dexter”, “Ray Donovan” e “The Affair”. Além disso, o serviço oferecerá todas as vindouras atrações do Showtime, entre elas “American Rust” e a antologia “The First Lady”, atualmente em produção. O conteúdo da (prestes a ser extinta) CBS All Access, que serve de base para a nova plataforma nos EUA, é outro atrativo da Paramount+ no Brasil, mas algumas séries anteriormente negociadas com Amazon e Netflix não devem entrar automaticamente no pacote. A plataforma ainda oferece a programação infantil da Nickelodeon, com sucessos como “Bob Esponja”, “As Tartarugas Ninja” e “Dora, A Aventureira”, programas e reality shows da MTV como “De Férias Com o Ex”, “Catfish” e “Are You The One?”, filmes da Paramount, como as franquias de sucesso “Missão Impossível”, “Star Trek” e “O Poderoso Chefão”, sem esquecer novas temporadas das séries atualmente produzidas pelo conglomerado ViacomCBS, incluindo “Yellowstone” e “The Handmaid’s Tale”. E, claro, muito conteúdo inédito e exclusivo. Na noite de quarta-feira (25/2), os executivos da ViacomCBS realizaram um evento de apresentação da plataforma para o mercado em que anunciaram a produção de mais de três dezenas de séries novas para a Paramount+. Os títulos abrangem versões serializadas de clássicos cinematográficos da Paramount, como “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), “Flashdance” (1983), “Love Story” (1970), “Um Golpe à Italiana” (1969), “O Homem Que Caiu na Terra” (1976), “Atração Fatal” (1987) e “A Trama” (1974), e revivals de séries variadas dos canais CBS, Nickelodeon, Comedy Central e MTV, com destaque para “Criminal Minds”, “Frasier”, “iCarly”, “Inside Amy Schumer”, “Beavis and Butt-head” e “Rugrats – Os Anjinhos”. A ideia é explorar marcas conhecidas, o que se reflete ainda numa minissérie focada nos bastidores do filme “O Poderoso Chefão” (1972), chamada “The Offer”, versões live-action dos desenhos “Dora, a Aventureira” e “Os Padrinhos Mágicos”, uma atração sci-fi derivada do game “Halo”, um telefilme para encerrar a trama de “Ray Donovan”, que tinha ficado sem final após seu súbito cancelamento no Showtime, e até o retorno dos programas “Acústico MTV” (MTV Unplugged) e “Yo MTV Raps!”. A plataforma também vai transformar o conceito da minissérie “Waco”, lançado no canal pago Paramount Network em 2018, em tema de série antológica, que a cada ano contará uma tragédia diferente. O projeto ganhou o título de “American Tragedy”. Além disso, a Paramount+ será lar de vários spin-offs de programas de sucesso da ViacomCBS, de “Yellowstone” e “Star Trek” a “Bob Esponja: Calças Quadradas” e “Avatar – A Lenda de Aang”. A lista interminável segue com as séries “Mayor of Kingstown”, criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”), “Two Weeks to Live”, estrelada por Maise Williams (“Game of Thrones”), uma nova animação do universo trekker, “Star Trek: Prodigy”, projetos inéditos de Kenya Barris (criador de “Black-ish”), planos para lançar um novo reality por mês, etc. Já na programação de filmes, a plataforma terá, além do catálogo e últimas estreias da Paramount, todos os títulos da Miramax (antigo estúdio dos irmãos Weinstein) e as produções da MGM e da Lionsgate, graças a acordos fechados para dar à Paramount+ prioridade como segunda janela após as estreias de cinema desses estúdios. Isto significa que a Paramount+ será o primeiro streaming a oferecer “Missão: Impossível 7”, “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Mundo em Caos”, por exemplo. Além disso, devido a pandemia de coronavírus, alguns filmes ganharão distribuição direta em streaming. Um deles é “Meu Pai” (The Father), drama estrelado por Anthony Hopkins, que tem se destacado na atual temporada de premiações que antecede o Oscar nos EUA – detalhe: o filme ainda consta com estreia marcada para abril nos cinemas brasileiros. Para completar, o acervo também vai incluir produções latino-americanas, entre elas os reality shows “Acapulco Shore” e “Are You The One?: Brazil” e as séries “The Envoys”, produção sobrenatural do cineasta argentino Juan José Campanella (diretor do filme vencedor do Oscar “O Segredo dos Seus Olhos”), e “Cecilia”, comédia dramática do também argentino Daniel Burman (“Supermax”), estrelada pela atriz mexicana Mariana Treviño (“A Casa das Flores”). O novo Paramount+ estará disponível no site ParamountPlus.com e em smartphones e smart TVs, através do aplicativo Paramount+ para iOS e Android. O serviço também terá ampla distribuição nos principais parceiros latino-americanos, incluindo Mercado Livre, Claro Brasil, Vivo e Oi.
Paramount+ anuncia dezenas de séries derivadas de filmes e atrações clássicas
A ViacomCBS anunciou uma enxurrada de conteúdo para vitaminar a Paramount+, a nova versão de sua plataforma de streaming CBS All Access, que será lançada na quinta-feira que vem (4/3) nos Estados Unidos, Canadá e América Latina. Em evento virtual realizado nesta quarta-feira (24/2), a empresa divulgou vários projetos em andamento, que incluem títulos das marcas Paramount, Showtime, CBS, Nickelodeon, MTV, Comedy Central, BET e Smithsonian Channel. Entre as novidades exclusivas da plataforma incluem-se mais de três dezenas séries originais. Os títulos abrangem versões serializadas de clássicos cinematográficos, como “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), “Flashdance” (1983), “Love Story” (1970), “Um Golpe à Italiana” (1969), “O Homem Que Caiu na Terra” (1976), “Atração Fatal” (1987) e “A Trama” (1974), e revivals de séries variadas, incluindo “Criminal Minds”, “Frasier”, “iCarly”, “Inside Amy Schumer”, “Beavis and Butt-head” e “Rugrats – Os Anjinhos”. A ideia é explorar marcas conhecidas, o que se reflete ainda numa minissérie focada nos bastidores do filme “O Poderoso Chefão” (1972), chamada “The Offer”, versões live-action dos desenhos “Dora, a Aventureira” e “Os Padrinhos Mágicos”, uma atração sci-fi derivada do game “Halo”, um telefilme para encerrar a trama de “Ray Donovan”, que tinha ficado sem final após seu súbito cancelamento no Showtime, e até o retorno dos programas “Acústico MTV” (MTV Unplugged) e “Yo MTV Raps!”. A plataforma também vai transformar o conceito da minissérie “Waco”, lançado no canal pago Paramount Network em 2018, em tema de série antológica, que a cada ano contará uma tragédia diferente. O projeto ganhou o título de “American Tragedy”. Além disso, a Paramount+ será lar de vários spin-offs de programas de sucesso da ViacomCBS, de “Yellowstone” e “Star Trek” a “Bob Esponja: Calças Quadradas” e “Avatar – A Lenda de Aang”. A lista interminável segue com as séries “Mayor of Kingstown”, criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”), uma nova animação do universo trekker, “Star Trek: Prodigy”, projetos inéditos de Kenya Barris (criador de “Black-ish”) e planos para lançar um novo reality por mês. Já na programação de filmes, a plataforma terá, além do catálogo e últimas estreias da Paramount, todos os títulos da Miramax (antigo estúdio dos irmãos Weinstein) e as produções da MGM e da Lionsgate, graças a acordos fechados para dar à Paramount+ prioridade como segunda janela após as estreias de cinema desses estúdios. Isto significa que a Paramount+ será o primeiro streaming a oferecer “Missão: Impossível 7”, “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Mundo em Caos”, por exemplo. Para completar, o acervo também vai incluir produções latino-americanas, entre elas os reality shows “Acapulco Shore” e “Are You The One?: Brazil” e as séries “The Envoys”, produção sobrenatural do cineasta argentino Juan José Campanella (diretor do filme vencedor do Oscar “O Segredo dos Seus Olhos”), e “Cecilia”, comédia dramática do também argentino Daniel Burman (“Supermax”), estrelada pela atriz mexicana Mariana Treviño (“A Casa das Flores”). “A Paramount provou ao longo do anos que não importa o quanto as tecnologias mudam, o conteúdo sempre prevalece”, resumiu o CEO da ViacomCBS, Robert Bakish, durante a revelação dos projetos no evento da empresa destinado a investidores e à imprensa. “Nós temos uma marca forte”, completou a COO internacional Kelly Day. Muitos destes projetos estrearão ainda em 2021, mas a plataforma já vai chegar com cerca de 30 mil episódios de séries em seu catálogo, dos quais 7 mil são de programas infantis e 5 mil de reality shows. A assinatura para o público brasileiro vai custar R$ 19,90 mensais.
Mark Ruffalo e Jennifer Garner compartilham fotos de reencontro
Os astros Mark Ruffalo e Jennifer Garner animaram seus seguidores do Instagram ao compartilharem fotos de seu reencontro, 17 anos após “De Repente 30”, comédia romântica que marcou época. “Me reconectando com uma amiga das antigas. Alguém sabe onde eu posso conseguir Razzles no Canadá?”, escreveu Ruffalo, ao lado de uma foto com a atriz, fazendo referência ao doce preferido de seus personagens no longa. “O pó do desejo funcionou! E tive um dia perfeito com meu velho amigo”, disse Garner, ao lado da mesma foto e também se referindo a uma cena clássica do filme, quando sua personagem, aos 13, deseja ter 30 anos de idade. Apesar das referências, o encontro não é para uma continuação do longa de 2004. É que os dois vão estrelar um novo filme juntos. Eles fazem parte do elenco de “The Adam Project”, uma comédia sci-fi da Netflix, em que vivem os pais de Ryan Reynolds! Ao estilo de outro clássico, “De Volta ao Futuro”, a trama vai acompanhar o personagem de Reynolds voltar no tempo para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos. Nessa missão – para salvar o mundo! – ele também acaba encontrando os pais vividos pelos dois atores. O elenco ainda conta com Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), no papel da esposa de Reynolds, e o jovem estreante Walker Scobell como o Reynolds mirim. “The Adam Project” será o segundo longa seguido do astro com direção de Shawn Levy. Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria ter estreado em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. O novo filme também não tem previsão de estreia. Veja abaixo os posts originais do reencontro de Mark Ruffalo e Jennifer Garner. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner)












