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  • Série

    Lizzy Caplan vai estrelar série baseada em “Atração Fatal”

    11 de novembro de 2021 /

    A plataforma Paramount+ anunciou a produção de uma série baseada no filme “Atração Fatal”, suspense clássico dos anos 1980, que será estrelada por Lizzy Caplan, indicada ao Emmy por “Masters of Sex”. A série é descrita como uma releitura do filme que explorará os temas de casamento e infidelidade com uma abordagem moderna. Caplan vai interpretar Alex, uma mulher que fica obcecada por seu amante após um breve caso. É o mesmo papel que rendeu uma indicação ao Oscar para Glenn Close. A escalação marca a segunda vez consecutiva que a atriz é chamada para recriar uma personagem famosa do cinema. Em seu papel anterior, na série “Castle Rock”, ela viveu Annie Wilkes, personagem do filme “Louca Obsessão” (1990) que rendeu o Oscar para Kathy Bates. Outra coincidência é que tanto Annie quanto Alex são mulheres perturbadas. Para quem não lembra do longa dirigido por Adrian Lyne em 1987, a história era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição – a moral da história. Há três anos, Glenn Close procurou a Paramount com a ideia de produzir uma refilmagem de “Atração Fatal” sob um ponto de vista feminino e mudando a narrativa para centrar-se em Alex. “Nós abordamos a Paramount sobre essa ideia”, disse a atriz para o site Deadline. “Eles disseram que tinham algumas coisas em desenvolvimento com ‘Atração Fatal’. Eu acho que seria interessante contar a mesma história do ponto de vista dela. Acho que ela se transformaria em uma figura trágica, ao invés de uma vilã”. “É muito fácil transformar pessoas que tem distúrbios mentais em vilãs, sugerir que elas são más. Isso só aumenta o estigma. Eu acho que ‘Atração Fatal’ seria um filme muito perturbador do ponto de vista de Alex”, completou. A nova versão está sendo escrita por Alexandra Cunningham (criadora de “Dirty John”) e ainda não tem previsão de estreia. Lembre abaixo o trailer do filme original.

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  • Filme

    Gal Gadot diz que roteiro está pronto e vai estrelar “Cleópatra”

    11 de novembro de 2021 /

    A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) confirmou que a produção em que vai viver Cleópatra ainda está de pé. Em entrevista ao site Collider, ela revelou que o roteiro se encontra pronto para ser filmado. “Cleópatra definitivamente ainda está acontecendo. Temos um roteiro incrível e mal posso esperar para comemorar e levar sua história para a tela grande”, declarou. Quando foi feito no ano passado, o anúncio do novo filme sobre rainha do Egito, estrelado por uma atriz não só branca, mas israelense, gerou uma onda de protestos nas redes sociais. Para começar, houve a acusação de “whitewashing”, prática cultivada por Hollywood durante décadas para representar pessoas de diferentes etnias com intérpretes brancos. Os filmes mais recentes sobre o Egito antigo, “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) e “Deuses do Egito” (2016), enfrentaram a mesma denúncia, mas desde então as campanhas se tornaram cada vez mais fortes para que a prática seja encerrada, sob a ameaça de boicote e fracasso nas bilheterias. Mas o problema seria amplificado com a escalação específica de Gadot, uma atriz israelense, país que há 50 anos travou guerra contra o Egito. Opiniões mais radicais consideraram a escolha uma afronta, com usuários muçulmanos das redes sociais lembrando o serviço militar cumprido por Gadot nas forças armadas de Israel. Em meio à polêmica, a intérprete de “Mulher-Maravilha” (2017) limitou-se a destacar no Twitter que o filme contaria a “história pela primeira vez através dos olhos das mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras”. Escrito por Laeta Kalogridis (criadora de “Altered Carbon”), o novo filme será dirigido por Patty Jenkins, que trabalhou com Gadot em “Mulher-Maravilha”. Laeta Kalogridis, por sinal, assumiu a briga nas redes sociais ao afirmar que Cleópatra não era negra nem, no limite, “africana”. Ela se manifestou após o escritor sul-africano James Hall, um branco que escreveu sete livros sobre a África, lamentar o suposto racismo da escalação de Gadot. “Hollywood sempre escala atrizes americanas brancas como a Rainha do Nilo. Pelo menos uma vez, eles não conseguem encontrar uma atriz africana?”, tuitou o autor, que não pesquisou a origem da intérprete da produção, chamando-a de americana. A roteirista retrucou os comentários dizendo apenas: “Incrivelmente animada para ter a chance de contar a história de Cleópatra, minha faraó ptolemaica favorita e indiscutivelmente a mulher greco-macedônia mais famosa da história”, ela escreveu. E a postagem foi retuitada por Gadot, sem acrescentar comentários sobre o tema. De descendência grega, Kalogridis aprendeu na escola que a governante egípcia do século 1 a.C. era descendente de Ptolomeu, general macedônico do Imperador Alexandre, o Grande. Por sinal, Kalogridis também foi roteirista do filme “Alexandre”, dirigido por Oliver Stone em 2004. Ela alega que os homens da dinastia ptolomaica eram obcecados pela Grécia e só se casavam com mulheres gregas, o que garantiu uma herança genética branca para Cleópatra, rainha que reinava em uma das maiores cidades helenistas do mundo antigo, Alexandria, fundada no Egito por Alexandre, e que abrigou a maior biblioteca, o maior farol e a maior comunidade urbana judaica de sua época. Judeus, gregos e egípcios conviveram simultaneamente no Egito antes e depois de Cleópatra, até a invasão Persa, que só aconteceu cerca de 600 anos após a morte da rainha. A propósito, assim que começaram os argumentos sobre Cleópatra ser grega, as redes sociais também reagiram, reclamando que, então, uma atriz grega devia interpretá-la. Não há outros detalhes de elenco, produção, ou previsão de filmagens. Mas a Disney recentemente tirou de seu calendário “Star Wars: Rogue Squadron”, o filme que Jenkins faria a seguir, A produção do filme de Cleópatra está a cargo da Paramount.

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  • Filme

    “Transformers: O Despertar das Feras” tem estreia adiada em um ano

    10 de novembro de 2021 /

    A Paramount Pictures anunciou novos adiamentos numa atualização de seu calendário de estreias nesta quarta-feira (10/11). A principal mudança foi o atraso de quase um ano no lançamento de “Transformers: O Despertar das Feras”. Previsto para chegar às telas em 24 de junho de 2022, agora só estará nos cinemas americanos em 9 de junho de 2023. Com isso, o próximo filme de “Star Trek”, que vem enfrentando vários percalços, trocas de diretores e mudanças de roteiros desde que começou a ser projetado em 2017, também precisará mudar de data. Ele tinha previsão de estreia, justamente, para 9 de junho de 2023, data que passou a ser ocupada pelo novo “Transformers”. No remanejamento, terá um atraso de seis meses, passando para 22 de dezembro de 2023. A diferença entre os dois filmes é que “Star Trek” ainda não saiu do papel. Apesar do roteiro de Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”) ter sido aprovado há vários meses e Matt Shakman (“WandaVision”) estar definido como diretor, ainda se sabe se o filme será continuação dos três mais recentes ou iniciará um novo reboot. Por outro lado, o novo “Transformers” já encerrou suas filmagens. O filme dos robôs gigantes que se disfarçam de carros tem direção de Steven Caple Jr. (“Creed II”) e se baseia em “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares da franquia, exibido entre 1996 e 1999. Evocando a época, a produção é ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994. “Transformers: O Despertar das Feras” O filme tem roteiro final de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e o elenco conta com Anthony Ramos (“Em um Bairro em Nova York”), Dominique Fishback (“Judas e o Messias Negro”), Luna Lauren Vélez (“Dexter”), Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Peter Cullen (dublador oficial de Optimus Prime desde 1984) e o rapper Tobe Nwigwe.

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  • Série

    “Yellowstone” bate recorde de audiência na estreia da 4ª temporada

    9 de novembro de 2021 /

    “Yellowstone” estreou sua 4ª temporada com audiência recorde na TV americana. Exibida na noite de domingo (7/9) no canal pago Paramount, a volta da série atraiu o maior público de sua trajetória: um total impressionante de 8 milhões de telespectadores em sua exibição inicial nos EUA. O western contemporâneo foi retomado após o protagonista (Kevin Costner!) ser baleado e deixado para morrer na beira de uma estrada no final da temporada anterior, o que deixou o público especialmente ansioso. O número revelado pela auditoria de audiência da Nielsen representou um aumento colossal de 104% em relação à estreia da 3ª temporada no ano passado (4,2 milhões) e transforma “Yellowstone” na nova “The Walking Dead”. Isto é, a série mais assistida da TV paga desde que “The Walking Dead” quebrou todos os recordes em 2018. Para se ter ideia do tamanho da façanha, o final grandioso de “Game of Thrones” atraiu “apenas” 6,6 milhões de telespectadores no dia de sua transmissão em 2019 na HBO. A série da Paramount também atingiu um novo recorde na faixa demográfica de adultos de 18 a 49 anos, obtendo uma classificação de 3,26 pontos, um aumento de 82% em relação à estreia da 3ª temporada. Em relação à média da 3ª temporada, a diferença foi ainda maior: um aumento de 119% (3,26 contra 1,49). Mas o público americano não viu “Yellowstone” apenas na Paramount. Ela também foi transmitida nos canais pagos CMT, TV Land & Pop, e juntando todas as exibições a estreia da 4ª temporada atraiu 9,5 milhões de telespectadores, um aumento de 86% em relação à estreia da 3ª temporada nos mesmos canais (5,1 milhões). Quando a conta passa a incluir as reprises que foram ao ar na mesma noite, a audiência cativa sobe para 11,2 milhões de telespectadores. Trata-se da primeira série a chegar perto do recorde de “The Walking Dead”, que já foi vista por 16,1 milhões em seu auge. Primeira série semanal estrelada por Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da atração. “Taylor criou um mundo fascinante que nosso notável elenco liderado por Kevin Costner dá vida de uma forma que o público não se cansa”, disse Chris McCarthy, presidente e CEO do MTV Entertainment Group, responsável pelos canais da Paramount. “Os números de estreia da 4ª temporada de ‘Yellowstone’ são apenas mais uma razão pela qual estamos entusiasmados em aprofundar nosso relacionamento com Taylor e capitalizar sobre este tremendo momento construindo a franquia ‘Yellowstone’ juntos.” De fato, o sucesso é tanto que a série vai ganhar um spin-off, “1883”, com estreia marcada para dezembro exclusivamente em streaming, na plataforma Paramount+. No Brasil, “Yellowstone” também é disponibilizada na Paramount+.

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  • Série

    Trailer de “1883” mostra astros da música country no Velho Oeste

    9 de novembro de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer de “1883”, série derivada de “Yellowstone”, estrelada por astros da música country. O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”, que atualmente é a série mais assistida da TV paga americana. Mas enquanto a série original se passa no Oeste contemporâneo dos EUA, a nova atração do roteirista-produtor Taylor Sheridon é um western autêntico situado no final do século 19, que contará a origem da fortuna da família Dutton. O prólogo vai acompanhar a jornada dos ancestrais de John Dutton (Kevin Costner), que fogem da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, numa jornada através das Grandes Planícies, em meio a guerra, índios e foras-da-lei. O elenco destaca o veterano Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”), a novata Isabel May (“Young Sheldon”) e os cantores country Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”) como integrantes da família Dutton, além de LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como coadjuvantes de luxo. O lançamento de “1883” está marcado para 19 de dezembro.

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  • Filme

    “Um Lugar Silencioso 3” perde diretor

    28 de outubro de 2021 /

    O terceiro filme de “Um Lugar Silencioso” perdeu o diretor. Jeff Nichols (“Amor Bandido”), que assumiria as filmagens no lugar de John Krasinski, responsável pelo sucesso dos primeiros longas, desistiu do projeto. O rompimento entre Nichols e a Paramount Pictures teria sido amigável e visaria deixar o diretor se concentrar em outro projeto de ficção científica que ele está desenvolvendo e que tem deixado os executivos do estúdio muito entusiasmados. Quem deve estar decepcionado é Krasinski, que foi quem sugeriu Nichols após conceber a premissa da nova continuação. Ele permanece como produtor do filme, ao lado de Michael Bay. Segundo o site Deadline, as principais agências de talento já estão oferecendo seus clientes para a vaga aberta com a desistência e o estúdio agirá rápido, pois o filme tem alta prioridade depois que “Um Lugar Silencioso – Parte II” se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do ano. A data de estreia, por enquanto, segue marcada para 31 de março de 2023.

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  • Filme

    A Liga de Monstros: Carla Diaz dubla nova animação da Paramount

    25 de outubro de 2021 /

    A Paramount Pictures divulgou o pôster nacional e os dubladores brasileiros de sua nova animação, “A Liga de Monstros”. A trama gira em torno de uma competição de lutas de monstros. A história segue a jovem Winnie, que decide seguir os passos de seu pai e se tornar uma treinadora profissional de monstros para a competição. Mas para isso precisa transformar Steve, um monstro sonhador e inseguro, num grande lutador. O desenho americano vai chegar aos cinemas brasileiros com as vozes de Carla Diaz (“A Menina que Matou os Pais”), que dubla a protagonista Winnie e Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”) como Steve, além de David Junior (“Sessão de Terapia”), que dá voz ao grande antagonista, o monstro campeão Tentacular, que fará de tudo para atrapalhar os planos da dupla. O elenco de vozes originais em inglês, por sua vez, traz Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”) como Winnie, Will Arnett (a voz de “Bojack Horseman”) como Steve e Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) como o campeão colossal Tentacular. “A Liga de Monstros” tem roteiro de Etan Cohen (“Homens de Preto 3”) e Matt Lieberman (“A Família Addams”), direção de Hamish Grieve (“Shrek 2”) e estreia prevista para 17 de fevereiro de 2022.

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  • Filme

    Diretor anuncia final das filmagens de “Transformers: O Despertar das Feras”

    21 de outubro de 2021 /

    O diretor Steven Caple Jr. (“Creed II”) anunciou o fim das filmagens de “Transformers: O Despertar das Feras” no Instagram. Para acompanhar o anúncio, ele postou uma foto dirigindo o caminhão que vira Optimus Prime no longa. O filme dos robôs gigantes que se disfarçam de veículos comuns estava sendo filmado no Peru, em ruínas históricas dos incas. Como o título sugere, “Transformers: O Despertar das Feras” pretende levar ao cinema a história de “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares da franquia, exibido entre 1996 e 1999. Evocando a época, a produção será ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994. A ambientação no passado remete à estratégia do título mais recente da franquia, “Bumblebee”, prólogo passado nos anos 1980 e lançado em 2018, que recebeu as críticas mais positivas de toda a saga. O filme tem roteiro final de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e o elenco conta com Anthony Ramos (“Em um Bairro em Nova York”), Dominique Fishback (“Judas e o Messias Negro”), Luna Lauren Vélez (“Dexter”), Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Peter Cullen (dublador oficial de Optimus Prime desde 1984) e o rapper Tobe Nwigwe. A previsão de estreia é para junho de 2022. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Steven Caple Jr. (@stevencaplejr)

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  • Série

    Amazon renova “Jack Ryan” para 4ª temporada

    14 de outubro de 2021 /

    A Amazon Prime Video renovou “Jack Ryan” para sua 4ª temporada. O anúncio acontece dois anos após o lançamento da 2ª temporada, a última disponibilizada pelo serviço de streaming. O terceiro ano já concluiu sua produção, mas ainda não tem previsão de estreia. Além de trazer de volta John Krasinski como o personagem-título, a 4ª temporada contará com o reforço de Michael Peña (“Homem-Formiga”). A renovação antecipada faz parte da rotina da série, que tem um cronograma complicado de produção, com gravações em vários países e um orçamento robusto. A Amazon renovou o programa pela primeira vez quatro meses antes de exibir o primeiro episódio e encomendou a 3ª temporada bem antes de lançar a segunda leva de capítulos. Ainda não há notícias sobre a trama do quarto ano, mas a 3ª temporada mostrará Ryan implicado em uma conspiração que o torna procurado pela CIA e por uma facção internacional. Enquanto é forçado a fugir, cruzando a Europa para permanecer vivo, ele ainda tentará prevenir um conflito global massivo. O elenco ainda conta com Wendell Pierce (“The Wire”) e Michael Kelly (“House of Cards”). O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA e foram originalmente concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e atualmente a série é comandada por Vaun Wilmott (criador de “Dominion”).

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  • Série

    “Star Trek: Discovery” tem nova Capitã no trailer da 4ª temporada

    9 de outubro de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que tem como maior destaque a primeira missão liderada por Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) como nova Capitã da Discovery – a quarta pessoa a ocupar o cargo desde o começo da série. E ela enfrentará logo de cara uma ameaça capaz de aniquilar todo o universo, mas que também força uma união entre as raças que compunham a antiga Federação dos Planetas Unidos A trama dá sequência aos eventos da última temporada, após a Discovery viajar a um futuro ainda mais distante – e nunca antes explorado na franquia – e descobrir que uma catástrofe destruiu a Frota Estelar. Desvendada a causa do desastre cósmico, os novos episódios tratam de reestabelecer a Federação, uma utopia interplanetária concebida na primeira série da franquia, “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), em 1966. Além de Sonequa, o elenco volta a contar com Doug Jones, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Wilson Cruz, Emily Coutts, Oyin Oladejo, Patrick Kwok-Choon, Tig Notaro e os recém-chegados David Ajala, Blu del Barrio, Ian Alexander e Oded Fehr, novidades da 3ª temporada. Os novos episódios estreiam em 18 de novembro nos EUA, mas ainda não há confirmação do lançamento no Brasil, onde a série é disponibilizada pela Netflix. Nas temporadas anteriores, os capítulos chegavam com um dia de atraso no país.

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  • Filme

    Diretor apresenta veículos do novo filme de “Transformers”

    6 de outubro de 2021 /

    O diretor Steven Caple Jr. (“Creed II”) publicou no Instagram as fotos dos veículos de “Transformers: O Despertar das Feras”, incluindo o caminhão que vira Optimus Prime e o automóvel esportivo que se transforma no Bumblebee. O filme dos robôs gigantes que se disfarçam de carros comuns está atualmente sendo filmado no Peru, em ruínas históricas dos incas. Como o título sugere, “Transformers: O Despertar das Feras” pretende levar ao cinema a história de “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares da franquia, exibido entre 1996 e 1999. Ecoando a época, a produção será ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994. A ambientação no passado ecoa a estratégia do título mais recente da franquia, “Bumblebee”, prólogo passado nos anos 1980 e lançado em 2018, que recebeu as críticas mais positivas de toda a saga. O filme tem roteiro final de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e o elenco conta com Anthony Ramos (“Em um Bairro em Nova York”), Dominique Fishback (“Judas e o Messias Negro”), Luna Lauren Vélez (“Dexter”), Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Peter Cullen (dublador oficial de Optimus Prime desde 1984) e o rapper Tobe Nwigwe. A previsão de estreia é para 24 de junho de 2022. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Steven Caple Jr. (@stevencaplejr)

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  • Filme

    Novo “Transformers” está sendo filmado nas ruínas incas do Peru

    28 de setembro de 2021 /

    As filmagens de “Transformers: O Despertar das Feras”, novo longa da franquia dos carros que viram robôs, estão acontecendo à todo vapor no Peru. Atualmente sendo rodada no Parque Arqueológico de Machu Picchu, a produção fechará a fortaleza cerimonial inca de Sacsayhuamán nos dias 6 e 7 de outubro, próxima quinta e sexta, para a realização de novas cenas, informou o Ministério da Cultura do país nesta terça-feira (28/9). O longa também será rodado no centro histórico de Cusco e houve filmagens na cidade amazônica de Tarapoto, região de San Martín, nordeste do Peru. Como o título sugere, “Transformers: O Despertar das Feras” pretende levar ao cinema a história de “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares dos Transformers, exibido entre 1996 e 1999. Por conta disso, a produção será ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994. A ambientação também sugere que a trama vai continuar a história do título mais recente da franquia, “Bumblebee”, prólogo passado nos anos 1980 e lançado em 2018, que recebeu as críticas mais positivas de toda a saga. Bumblebee deve reaparecer neste filme, que destacará a presença de Optimus Prime. A trama focará o passado de Optimus Prime para mostrar como ele se tornou o líder poderoso dos autobots. O filme tem direção de Steven Caple Jr. (“Creed II”), roteiro final de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e o elenco contará com o ator Anthony Ramos (“Em um Bairro em Nova York”), como o ex-militar Noah, e a atriz Dominique Fishback (“Judas e o Messias Negro”), que interpretará a pesquisadora Elena. Além do Peru, a produção já passou por Montreal, no Canadá, e pretende realizar filmagens no bairro do Brooklyn, em Nova York. A previsão de estreia é para 24 de junho de 2022. Veja abaixo algumas fotos das filmagens peruanas. Transformers: Rise of the Beasts ― Tournage au Machu Picchu au Pérou ― Filming at Machu Picchu in Peru pic.twitter.com/Kzn2BrtUku — Les Transformers – Québec et France (@transformersfr) September 21, 2021

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  • Filme

    “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” ganha data de lançamento no Brasil

    27 de setembro de 2021 /

    Após ter a distribuição nos cinemas cancelada na véspera da estreia em agosto, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” finalmente ganhou data para chegar ao Brasil. O filme será disponibilizado em PVOD (sessão digital com preço “premium”) a partir de 29 de setembro pela Paramount Home Entertainment. O filme estará disponível para locação digital na NOW, Sky Play, Vivo, Oi Play, Apple TV, Google Play e Microsoft Store, e para compra digital nas três últimas. “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” teve seus planos de lançamento alterados após o fracasso da produção nos cinemas dos EUA. Lançado em 23 de julho, fez apenas US$ 27 milhões no mercado doméstico, além de ter amargado críticas muito negativas, com apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do entusiasmo com a escalação de Henry Golding (“Podres de Ricos”) no papel-título e uma história centrada na origem de seu antagonista Storm Shadow (vivido por Andrew Koji, da série “Warrior”), o problema do filme, segundo a crítica internacional, foi a equipe criativa contratada pelo estúdio: o roteirista grego Evan Spiliotopoulos e o diretor alemão Robert Schwentke, que anteriormente tinham enterrado duas franquias, com os fracassos respectivos de “O Caçador e a Rainha do Gelo” e “A Série Divergente: Convergente”, ambos lançados em 2016. Com as bilheterias pífias, a dupla acrescentou a seus históricos mais uma franquia falida, já que a Paramount pretendia usar “Snake Eyes” para promover um reboot e lançar novos filmes de “G.I. Joe”. As piores expectativas foram confirmadas e, graças à produção cara na casa dos US$ 100 milhões, o filme se tornou um dos maiores prejuízos de Hollywood durante a pandemia. Veja abaixo um trailer divulgado pela Paramount para o lançamento que não aconteceu nos cinemas brasileiros.

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