Roteirista de Sierra Burgess É uma Loser vai escrever o filme da gatinha Hello Kitty
O estúdio New Line, do conglomerado Warner, contratou a roteirista Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) para desenvolver o script da adaptação cinematográfica de “Hello Kitty”. Não há maiores informações sobre o projeto, que pode ser uma animação ou um longa ao estilo de “Pokémon: Detetive Pikachu” – por sinal, produção da Warner – , combinando animação e personagens de carne e osso. A produção americana será o primeiro filme da gatinha japonesa criada por Yuko Shimizu em 1974, que deu origem ao boom do gênero kawaii, uma subcultura de personagens fofinhas, explorada em marketing e merchandising extensos pela empresa Sanrio. Em alta em Hollywood, a roteirista Lindsay Beer ficou mais conhecida por escrever “Sierra Burgess É uma Loser”, na Netflix, mas está envolvida em vários projetos de grande orçamento, como a sci-fi “Chaos Walking” (com Tom Holland e Daisy Ridley), um derivado do Homem-Aranha para a Sony e um reboot das Tartarugas Ninja, entre muitos outros.
Piloto de Y: O Último Homem será refeito por nova showrunner da série
O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série derivada dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) em fevereiro passado. Mas, desde então, a produção voltou à estaca zero, com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com a emissora. A produção só foi retomada nesta semana, com o anúncio da contratação de Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) como nova showrunner. Em comunicado, ela se declarou fã dos quadrinhos originais. “Há uma década, devorei a coleção completa dos quadrinhos de ‘Y: O Último Homem’, imaginando como ela poderia tomar forma na tela”, disse Clark. “Estou feliz em contar essa história e trabalhar com esse elenco imensamente talentoso”, acrescentou. Com a nova showrunner definida, o piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna) deve passar por regravações, visando tirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Não é por acaso que a série levou uma década para sair do papel. A trama chegou a ser considerada como filme pela Warner e passou até pela HBO, que faz parte do mesmo conglomerado – assim como a DC Comics, editora dos quadrinhos originais, via seu selo adulto Vertigo – , mas nunca superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Foi o próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, quem trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green. Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado, com reservas. As reservas foram a razão do atrito. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), transformados em atração da plataforma Hulu. A adaptação do FX será chamada apenas de “Y” e seu elenco traz Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”).
Vera Farmiga e Patrick Wilson revelam início da produção de Invocação do Mal 3
Os atores Vera Farmiga e Patrick Wilson revelaram o início da produção de “Invocação do Mal 3” com fotos da leitura coletiva do roteiro. Publicadas nas redes sociais, as imagens mostram o casal, seus roteiros e as placas de identificação de seus lugares na mesa de leitura, que usam o nome de seus personagens. Eles vivem o casal Ed e Lorraine Warren na franquia. Na trama, os dois vão se envolver na investigação de um assassinato, cometido por um homem que alega ter sido possuído por um demônio. Com estreia marcada para 11 de setembro de 2020, o terceiro “Invocação do Mal” será o primeiro sem direção de James Wan. O cineasta, que permanece como produtor, escolheu o diretor Michael Chaves como substituto. Chavez fez sua estreia em longa-metragens em abril passado, com o lançamento do terror “A Maldição da Chorona”, que faz parte do universo de “Invocação do Mal”. Por sua vez, o roteiro foi escrito por David Leslie Johnson, que assinou “Invocação do Mal 2”. “Invocação do Mal” estreou em 2013 com um orçamento modesto de US$ 20 milhões e arrecadou mais de US$ 320 milhões nos cinemas mundiais. Desde então, a produtora de Wan, Atomic Monster, tornou-se uma fábrica de filmes derivados do mesmo universo. O próximo derivado a chegar aos cinemas será “Annabelle 3: De Volta para Casa”, que também contará com participação do casal Warren. A estreia está marcada para 27 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. Happy first day #Conjuring3, Mr. Warren, my PWilz, ???@patrickwilson73 @michaelchaves @creepypuppet @newlinecinema @wbpictures @EleanorMakeup @TheConjuring pic.twitter.com/7xSJNMP9Pv — Vera Farmiga (@VeraFarmiga) June 3, 2019 Fitting that on the first day of Conjuring 3 read through we get this: https://t.co/UAP7QvLJpx Boo! @VeraFarmiga pic.twitter.com/VsFCHLWjms — patrick wilson (@patrickwilson73) May 28, 2019
Rainhas do Crime: Drama criminal com Melissa McCarthy ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou os pôsteres nacionais e o primeiro trailer legendado de “Rainhas do Crime” (The Kitchen). A prévia não mostra nada de original, ao seguir a história de três mulheres que partem para o crime após seus maridos criminosos saírem de cena, deixando-as endividadas. Foi assim no recente “As Viúvas”, embora a ambição e a ambientação sejam diferentes. O contexto das disputas em território da máfia em 1978 lembra mais “Bella Mafia” (1997). O destaque da produção não é a história, baseada nos quadrinhos “The Kitchen”, da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas o elenco encabeçado por Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). A trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas, o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”) A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiro trailer de It: Capítulo Dois é praticamente um curta de terror
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “It: Capítulo Dois”, uma das continuações mais esperadas do ano. A prévia é praticamente um curta de terror, ao mostrar uma cena completa – e desconcertante – da personagem Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), vivida por Jessica Chastain (de “Mama”) na nova fase, em que ela conhece ninguém menos que a mãe do palhaço Pennywise. A sequência vai mostrar a segunda parte do livro de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir após 27 anos para, já adultos, confrontar mais uma vez o palhaço assassino. Além de Jessica Chastain (de “Mama”), o elenco adulto inclui James McAvoy (“Vidro”) como Bill (papel de Jaeden Lieberher no primeiro filme), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise e, pelo que se vê no trailer, as crianças também aparecem em flashbacks. Novamente dirigido por Andy Muschietti, responsável pelo filme original, “It: Capítulo Dois” tem estreia marcada para 5 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Roteirista de Parque do Inferno vai escrever continuação de A Freira
Apesar de destruído pela crítica (26% no Rotten Tomatoes), o filme “A Freira” vai ganhar sequência. O estúdio New Line contratou a roteirista Akela Cooper para desenvolver a história da continuação. Akela Cooper escreveu para as séries “The 100”, “Luke Cage” e “American Horror Story”, e é responsável pelo roteiro de outro terror mal-visto pela crítica, “Parque do Inferno” (39%), lançado no ano passado. A personagem-título de “A Freira”, uma assombração interpretada pela atriz Bonnie Aarons, apareceu pela primeira vez em “Invocação do Mal 2” (2016), e ganhou seu spin-off no ano passado. Embora tenha desagradado a maioria da imprensa, o filme se tornou o mais lucrativo do universo de “Invocação do Mal”. Feito por US$ 22 milhões, “A Freira” arrecadou mais de US$ 365 milhões nas bilheterias mundiais. Os próximos “capítulos” desse universo serão “Annabelle 3: De Volta Para Casa”, que estreia em 27 de junho, e “Invocação do Mal 3”, atualmente nos primeiros estágios de produção. “A Freira 2” ainda não tem data para chegar aos cinemas.
Hello Kitty vai ganhar seu primeiro filme de Hollywood
O estúdio New Line, que faz parte do conglomerado WarnerMedia, adquiriu os direitos para produzir o primeiro filme americano de “Hello Kitty”, a gatinha criada por Yuko Shimizu em 1974, que deu origem ao boom do gênero kawaii, uma subcultura de personagens fofinhas japonesas, explorada em marketing e merchandising extensos. Apesar de inúmeras propostas para desenvolver produções americanas com “Hello Kitty”, a Sanrio, empresa que explora a personagem em videogames, animações, roupas, almofadas, etc vinha resistindo aos apelos de Hollywood por quatro décadas. O acordo, curiosamente, foi fechado com um estúdio mais conhecido por seus filmes de terror, como “Invocação do Mal” e seus derivados e “It – A Coisa”. Em comunicado, Shintaro Tsuji, fundador da Sanrio, se disse satisfeito pela personagem mais popular de sua grife chegar a Hollywood. E, pelo que ele deu a entender, não chegará sozinha, levando outros bichinhos da empresa a reboque. “Estou extremamente satisfeito pelo fato da Hello Kitty e outros personagens populares da Sanrio estarem fazendo sua estreia em Hollywood”, ele afirmou. “A Hello Kitty tem sido um símbolo de amizade e esperamos que este filme sirva para cultivar esse círculo de amizade em todo o mundo”. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para o filme.
Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem ganha primeira foto
O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, a produção da 1ª temporada foi anunciada nesta semana. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de cadáveres que se estende pelo seu caminho. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). Apesar da foto – que é do piloto – a estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.
Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem é finalmente confirmada pelo FX
O canal pago americano FX confirmou a produção da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, o projeto finalmente ganhou sinal verde para sua 1ª temporada. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Diane Lane (“Batman vs Superman”), Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas agora aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). A estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.
The Kitchen: Fotos da adaptação dos quadrinhos juntam Elisabeth Moss, Melissa McCarthy e Tiffany Haddish
A Warner divulgou as primeiras imagens oficiais – sem logotipos de revistas – do filme “The Kitchen”, que reúnem as três atrizes principais: Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). O filme é uma adaptação dos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo, a linha adulta da DC Comics. Originalmente uma minissérie de oito exemplares, criada por Ollie Masters e Ming Doyle, a publicação acompanhava três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título) de Nova York, durante os anos 1970. Na trama, após o FBI prender os líderes da máfia, as três assumem o controle dos negócios e acabam se mostrando mais violentas e perigosas do que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas, o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”) A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
James Wan anuncia seu substituto na direção de Invocação do Mal 3
James Wan anunciou que não vai dirigir “Invocação do Mal 3”. Responsável pelos dois primeiros filmes, ele tem se dedicado mais a produzir os spin-offs da franquia, como “Annabelle” e “A Freira”, cimentando sua reputação como mestre do terror sem precisar estar num set de filmagens. Para assumir seu lugar atrás das câmeras, Wan escolheu uma de suas descobertas, Michael Chaves, que chamou atenção ao realizar o curta “The Maiden” (2016), em que um corretor imobiliário precisa vender uma mansão assombrada. O jovem talento fará sua estreia como diretor de longas em 2019, à frente do terror “A Maldição da Chorona”, produzido justamente pelo cineasta de “Invocação do Mal”. Wan elogiou seu apadrinhado, em comunicado: “A habilidade de Chaves em transmitir emoção para a história, além de saber assustar, faz dele a pessoa perfeita para dirigir o próximo ‘Invocação do Mal'”. O roteiro de “Invocação do Mal 3” será escrito por David Leslie Johnson, que assinou o filme anterior, e vai seguir novamente os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga. “Eu sou um grande fã dos filmes ‘Invocação do Mal'”, disse Chaves em comunicado. “Os projetos formam a rara combinação que entrega tanto coração quanto ótimos sustos. É muito animador e uma honra trabalhar com James Wan mais uma vez”. “Invocação do Mal” estreou em 2013 com um orçamento modesto de US$ 20 milhões, arrecadando mais de US$ 320 milhões nos cinemas mundiais. Desde então, a produtora de Wan, Atomic Monster, tornou-se uma fábrica de filmes derivados do mesmo universo. O mais recente, “A Freira”, arrecadou até agora US$ 330 milhões.
Bill Hader se assusta com Pennywise no set da continuação de It: A Coisa
Os paparazzi revelaram novas fotos do set de filmagens de “It: A Coisa – Capitulo 2”, que mostram Pennywise (Bill Skarsgård) aterrorizando o personagem do ator Bill Hader (“Barry”). Na trama, ele interpreta Richie Tozier, que foi vivido por Finn Wolfhard (“Strangers Things”) no primeiro filme. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Hader, o elenco mais velho inclui Jessica Chastain (Beverly), James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A continuação do sucesso “It: A Coisa” tem estreia prevista para setembro de 2019.
Eddie Murphy vai estrelar nova versão de Dois Velhos Rabugentos
Eddie Murphy vai estrelar um novo filme de grande estúdio, seu primeiro desde o fiasco de “As Mil Palavras” há seis anos. O estúdio New Line, que é parte da Warner Media, contratou o ator para estrelar uma comédia inspirada no clássico “Dois Velhos Rabugentos”, de 1993. O projeto não está sendo chamado de remake, mas terá a mesma premissa do longa originalmente estrelado por Jack Lemmon e Walter Matthau. Em “Dois Velhos Rabugentos”, Lemmon e Matthau interpretaram vizinhos que alimentam uma rixa de longa data. Quando uma nova moradora (Ann-Margaret) chega no bairro, deixando ambos apaixonados, a briga entre os dois só aumenta. A direção está a cargo de Tim Story (“Policial em Apuros”) e, segundo o Deadline, o estúdio considera Samuel L. Jackson para viver o outro rabugento da história. Story acaba de dirigir o ator de “Vingadores” na continuação de “Shaft”, ainda inédita nos cinemas. Desde que viu a carreira naufragar com “As Mil Palavras”, Murphy tentou projetos televisivos que não deram certo e até assumiu papel dramático numa produção indie de pequena repercussão, “Mr. Church” (2016). Recentemente, ele terminou as filmagens de “Dolemite Is My Name”, que será lançado exclusivamente em streaming pela Netflix. E se prepara para virar pai pela 10ª vez. Ainda não há cronograma de produção para a nova versão de “Dois Velhos Rabugentos”.










