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  • Série

    Série mais premiada do ano, The People v. O. J. Simpson chega na Netflix

    4 de fevereiro de 2017 /

    Uma das séries mais premiadas de 2016, “The People v. O. J. Simpson: American Crime Story” entrou no catálogo da Netflix na última quinta-feira (2/2). A série do canal pago FX é uma reconstrução do julgamento do ex-jogador de futebol americano e ator Orenthal James Simpson, conhecido como O.J., acusado pelo brutal assassinato de sua ex-mulher e de um amigo dela em 1994. Em dez episódios, a série mostra como, desde o começo das investigações, o caso foi amplamente divulgado pela imprensa em histórias vorazmente consumidas pelo público, que enxergava em Simpson um grande herói do esporte e também uma estrela do entretenimento – antes mesmo de se aposentar como jogador, o americano se lançou em uma carreira de ator, participando de diversos filmes e programas de TV. O julgamento, que foi todo televisionado e durou, acredite, mais de um ano (de setembro de 94 a outubro de 95), é transportado na série com foco na estratégia da defesa, formada por advogados com honorários milionários, que conseguiu transformar o caso de assassinato em uma questão racial. O elenco grandioso – e bastante premiado pelo trabalho – inclui Cuba Gooding Jr. (“O Mordomo da Casa Branca”) no papel do acusado, além de Sarah Paulson (série “American Horror Story”), John Travolta (“Selvagens”), Courtney B. Vance (série “State of Affairs”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), David Schwimmer (série “Friends”), Connie Britton (série “Nashville”), Jordana Brewster (franquia “Velozes & Furiosos”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Nathan Lane (“Espelho, Espelho Meu”) e Selma Blair (“Hellboy”). Criação dos roteiristas Scott Alexander e Larry Karaszewski (ambos de “Grandes Olhos”, “Goosebumps” e “1408”), a série segue o formato de antologia, contando uma história de crime famoso por ano, e tem produção de Ryan Murphy e Brad Falchuk (dupla criadora de “American Horror Story”). “The People v. O. J. Simpson: American Crime Story” venceu dezenas de prêmios, inclusive o Globo de Ouro, o Critics Choice e o Emmy de Melhor Minissérie de 2016, além de consagrar individualmente Sarah Paulson, Courtney B. Vance e Sterling K. Brown por seus desempenhos.

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  • Filme

    First They Killed My Father: Novo filme dirigido por Angelina Jolie ganha primeiro vídeo

    4 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores do novo filme dirigido por Angelina Jolie, “First They Killed My Father”. Ainda sem legendas, ele traz cenas das filmagens, uma prévia da grandiosidade da produção, com muitos figurantes, e depoimentos de Angelina, do elenco, da autora do livro e até do cineasta Rithy Pahn, diretor do premiadíssimo documentário “A Imagem que Falta” (2013), sobre o mesmo assunto, e que produz o longa da cineasta americana. O filme aborda a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama é baseada no livro de memórias homônimo da ativista de direitos humanos Loung Ung, que conta seu relato de sobrevivência durante a infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. A própria autora escreveu o roteiro ao lado de Angelina, que assim continua, em seu terceiro longa como diretora, a abordar a brutalidade da guerra, seu rastro de morte e as sequelas que deixa nos sobreviventes. “First They Killed My Father” terá première mundial na cidade de Siem Reap, em Camboja, no dia 18 de fevereiro, e chegará ao serviço de streaming no decorrer do ano.

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  • Série

    Meninos de Stranger Things viram Caça-Fantasmas na primeira foto da 2ª temporada

    3 de fevereiro de 2017 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem da 2ª temporada de “Stranger Things”. E ela revela uma nova referência da atração aos anos 1980. A foto mostra os meninos Dustin (Gaten Matarazzo), Mike (Finn Wolfhard) e Lucas (Caleb McLaughlin) vestidos como Caça-Fantasmas. Pela decoração da escola ao fundo, os trajes são fantasias de Halloween. Segundo a publicação, um teaser da série será revelado durante o Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, que geralmente contabiliza a maior audiência televisiva do ano nos EUA. O jogo acontece na noite de domingo (5/2) e deve trazer muitas novidades para os fãs de séries e filmes durante seus intervalos. Por enquanto, a principal informação sobre a 2ª temporada de “Strangers Things” é que será ambientada em 1984, um ano após os acontecimentos dos oito episódios originais. A série vai retornar ainda este ano na Netflix.

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  • Série

    Punho de Ferro: Fotos da nova série de super-heróis da Marvel inclui personagens conhecidos

    3 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou novas fotos e um banner de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março de 2017, com 13 episódios.

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  • Filme

    Emma Stone e Jonah Hill vão estrelar série da Netflix

    1 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix deu mais e levou o projeto de “Maniac”, uma série desenvolvida por Cary Fukunaga, que dirigiu “Beasts of No Nation” (2015) para a própria plataforma, e que será estrelada pela irresistível dupla Emma Stone (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Jonah Hill (“Anjos da Lei”). Vivendo o auge da carreira, Emma Stone venceu o SAG Award e o Globo de Ouro e está indicada ao Oscar 2017 de Melhor Atriz (por “La La Land”), enquanto Jonah Hill já foi indicado duas vezes ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (por “Moneyball” e “O Lobo de Wall Street”). Uma produção estrelada pela dupla só aumenta o cartel de prestígio da Netflix. O projeto foi apresentado ao mercado pela Paramount com condições bastante específicas, sem produção de episódio piloto e com a obrigação de encomenda de duas temporadas para começar. Este tipo de negociação, realizada “às cegas”, tem se tornado cada vez mais frequente, valorizando conteúdos que agregam nomes famosos em sua produção, no mercado competitivo das séries “premium”. A trama é um remake da série norueguesa de mesmo nome, marcada por humor negro, e gira em torno de Espen, que se considera um homem adorado por todos, vivendo uma vida onde tudo é possível. Entretanto, ele é um doente mental trancado em uma ala psiquiátrica. Assim como fez em “True Detective”, Fukunaga pretende dirigir todos os episódios – além de produzir a atração, conjuntamente com Stone e Hill. Uma curiosidade: os dois atores já trabalharam juntos antes, embora apenas uma vez, na comédia “Superbad” (2007), bem no começo de suas carreiras. Foi a estreia de Emma Stone no cinema e o primeiro papel de protagonista de Hill. E no domingo passado (29/1), foi justamente Hill quem entregou o SAG Award de Melhor Atriz para Stone. Os dois comemoraram juntos a vitória sobre o palco. Veja abaixo. #EmmaStone and @JonahHill reunite! #sagawards pic.twitter.com/yk8YpYzZpC — SAG Awards® (@SAGawards) January 30, 2017

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  • Star Trek: Discovery
    Série

    Nova série derivada de Star Trek ganha teaser com imagens de bastidores

    31 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um teaser, com cenas de bastidores de “Star Trek: Discovery”, a nova série passada no universo de “Star Trek”. O vídeo registra fotos de produções clássicas da franquia, que completou 50 anos em 2016, e apresenta imagens inéditas do desenvolvimento da nova atração, revelando o estúdio, onde cenários estão sendo construídos, e detalhes das maquiagens de alienígenas e figurinos finalizados, encerrando com uma poltrona vazia de capitão de nave espacial. O vídeo ressalta que a produção ainda não tem data de estreia, ao incluir um indefectível “em breve” em seu encerramento. Esperada para maio, após já ter sofrido um primeiro adiamento, “Star Trek: Discovery” estourou os prazos de produção, devido à ambição de seus produtores, focados em realizar uma série com efeitos visuais cinematográficos. Apesar disso, Bryan Fuller (criador de “Hannibal”), que desenvolveu o projeto, foi afastado da produção em outubro, porque a rede CBS, responsável pela série, creditava os atrasos ao fato dele dividir sua atenção com outras séries simultaneamente – “American Gods” e “Amazing Stories”, ambas também sem previsão de estreia. Mas os novos showrunners, os produtores Gretchen Berg e Aaron Harberts (que trabalharam com Fuller em “Pushing Daisies”), também não conseguiram apurar a produção. Eles ainda contam com a ajuda de Akiva Goldsman e Alex Kurtzman, como consultores criativos. Os dois trabalharam juntos na série “Fringe”, mas também tem agendas lotadas. Kurtzman, por sinal, foi responsável pelos roteiros dos dois primeiros filmes do reboot de “Star Trek”. O elenco confirmado inclui Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), que viverá o membro de uma espécie alienígena inédita no universo trekker, além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), como intérpretes de klingons, e participação especial de James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai do Sr. Spock. Projeto considerado de alta prioridade, “Star Trek: Discovery” vai lançar uma nova plataforma de streaming nos EUA, a CBS All Access, mas será disponibilizada pela Netflix no resto do mundo.

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  • Etc,  Filme

    Sony teve prejuízo de quase US$ 1 bilhão em 2016

    30 de janeiro de 2017 /

    O estúdio que achou que lançar uma versão feminina de “Caça-Fantasmas” era uma boa ideia, que fazer um remake “politicamente correto” de “Sete Homens e um Destino” lotaria os cinemas, que o mundo estava louco por uma nova distopia adolescente, como “A 5ª Onda”, e que continuar a franquia “O Código Da Vinci” com “Inferno” era sucesso garantido, teve prejuízo de quase US$ 1 bilhão no último trimestre fiscal de 2016. A Sony informou oficialmente nesta segunda-feira (30/1) ter fechado o ano passado com prejuízo de US$ 976 milhões em seu segmento de filmes. Mas, como executivos nunca erram, a companhia culpa a concorrência da Netflix e de outros serviços de streaming online pelo fiasco. As plataformas teriam prejudicado a demanda por DVDs de filmes. Um porta-voz da empresa disse à Bloomberg que o declínio no mercado de DVD e Blu-ray foi mais rápido do que a Sony esperava. Agora, a companhia está apostando cada vez mais no seu negócio de viodegames, que gerou uma renda duas vezes maior do que a divisão de filmes no último ano fiscal. A desculpa oficial só não explica porque a Sony não participou, no mesmo período, do sucesso dos demais estúdios, quando os cinemas bateram recorde de arrecadação e a Disney atingiu a maior bilheteria de um estúdio em todos os tempos. O fato é que o mercado já foi informado que Michael Lynton, o executivo-chefe da unidade de cinema e televisão da Sony Entertainment, vai renunciar ao cargo em fevereiro. Ele deve ir trabalhar no Snapchat, como recompensa pelos bons serviços. Graças aos resultados de Lynton, várias empresas de mídia e tecnologia, interessadas em comprar a divisão que ele comanda, buscaram retomar conversas. Mas a companhia não estaria à venda.

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  • Filme

    5ª temporada de Orange Is the New Black vai se passar em três dias

    30 de janeiro de 2017 /

    A 4ª temporada de “Orange Is the New Black” terminou com um dos maiores ganchos de toda a série, em meio a uma rebelião no presídio feminino de Litchfield. Pois agora vem a notícia que a situação dará o tom da 5ª temporada, que concentrará todos os seus episódios no período de 72 horas. A novidade foi revelada pela atriz Danielle Brooks, intérprete de Taystee, em entrevista para o canal pago E! no tapete vermelho do SAG Awards 2017, realizado na noite de domingo (29/1). “A 5ª temporada vai mostrar o decorrer de três dias. Vocês vão ver 13 episódios e descobrir o que aconteceu ao longo de três dias. Então, será bastante detalhado, muito intenso, e é melhor prepararem as pipocas, lenços, tudo”, contou Brooks, revelando que não sabe quando a temporada estreia, mas provavelmente será durante o verão americano (entre junho e agosto). Vale lembrar que a Netflix já renovou a série para as temporadas 6 e 7. Por falar em SAG Awards, “Orange Is the New Black” foi premiada no evento anual do Sindicato dos Atores dos EUA com o troféu de Melhor Elenco de Série de Comédia. Confira aqui a lista completa dos premiados.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Emma Stone, Denzel Washington e Netflix vencem o SAG Awards 2017

    30 de janeiro de 2017 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) realizou neste domingo (29/1) a edição anual de sua premiação, e apesar de confirmar o favoritismo de “La La Land” no Oscar 2017, com a vitória de Emma Stone como Melhor Atriz, o resultado surpreendeu por algumas escolhas inesperadas. Uma espécie de onda afirmativa, de integração racial, passou como um tsunami sobre o evento, distribuindo quatro de seus cinco troféus de cinema para atores negros. Com isso, Casey Affleck, que vinha ganhando todos os prêmios de interpretação masculina por “Manchester à Beira-Mar”, e Ryan Gosling, o segundo mais premiado na mesma categoria, por “La La Land”, passaram em branco. Quem levou o SAG Award de Melhor Ator foi Denzel Washington por “Um Limite entre Nós” (Fences). Criou-se assim um contraste. Enquanto Emma Stone começou sua “carreira” de Melhor Atriz do ano lá em setembro, ao conquistar a Copa Volpi no Festival de Veneza, e veio acumulando prêmios desde então, Denzel Washington atropelou na curva final e entrou só agora na disputa para valer pelo Oscar. O que é completamente inédito em relação ao comportamento dos eleitores do SAG neste século. Até então, o tédio marcava a premiação, que não passava de uma etapa de confirmação de quem já despontava como favorito rumo ao Oscar. Mas Denzel não levou nem sequer o Globo de Ouro, a estatueta mais fácil de ganhar dentre todas as premiações de Hollywood. Os coadjuvantes, ao contrário, já vinham vencendo tudo. Viola Davis, a colega de Denzel em “Um Limite entre Nós”, é até mais favorita que Emma Stone ao Oscar, e Mahershala Ali tem sido o principal destaque do elenco de “Moonlight”. No SAG, ele demonstrou força ao derrotar seu principal concorrente, Jeff Bridges, por “A Qualquer Custo”. Mais inusitado de todos os prêmios da noite, o troféu de Melhor Elenco de Cinema acabou indo para “Estrelas Além do Tempo”, o filme sobre as engenheiras negras da NASA, estrelado por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe. Até o SAG, esta produção só tinha vencido prêmios regionais e de entidades dedicadas à valorizar artistas negros. Na pior das hipóteses, a conquista pode servir para desmistificar a importância do SAG Award de Melhor Elenco como termômetro do Oscar. A se conferir. Nos prêmios televisivos, o tsunami foi da Netflix. O desequilíbrio foi tanto, que a plataforma de streaming venceu todos os troféus de séries dramáticas: John Lithgow e Claire Foy, ambos de “The Crown”, foram consagrados como Melhor Ator e Atriz, enquanto “Stranger Things” conquistou o troféu de Melhor Elenco – dando como brinde diversos memes das caretas de Winona Ryder. Para completar, a Netflix também ficou com o prêmio de Melhor Elenco de Série de Comédia, comemorado pelas inúmeras atrizes de “Orange Is the New Black”. Confira abaixo as fotos dos vencedores e a lista completa dos premiados. VENCEDORES DO SAG AWARDS 2017 CINEMA MELHOR ATOR Denzel Washington (“Um Limite Entre Nós”) MELHOR ATRIZ Emma Stone (“La La Land”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Mahershala Ali (“Moonlight”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Viola Davis (“Um Limite Entre Nós”) MELHOR ELENCO “Estrelas Além do Tempo”                   TELEVISÃO MELHOR ATOR DE SÉRIE DE DRAMA John Lithgow (“The Crown”) MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE DRAMA Claire Foy (“The Crown”) MELHOR ELENCO DE SÉRIE DE DRAMA “Stranger Things” MELHOR ATOR DE SÉRIE DE COMÉDIA William H. Macy (“Shameless”) MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE COMÉDIA Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) MELHOR ELENCO DE SÉRIE DE COMÉDIA “Orange Is the New Black” MELHOR ATOR DE TELEFILME OU MINISSÉRIE Bryan Cranston (“Até o Fim”) MELHOR ATRIZ DE TELEFILME OU MINISSÉRIE Sarah Paulson (“The People v O.J. Simpson: American Crime Story”)

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  • Filme

    Comédia indie da Netflix vence o Festival de Sundance

    29 de janeiro de 2017 /

    O Festival de Sundance, reconhecido por projetar o melhor do cinema independente norte-americano, anunciou na noite de sábado (28/1) os vencedores de sua edição de 2017, consagrando a comédia de humor negro “I Don’t Feel at Home in This World Anymore” e o documentário “Dina” com os principais prêmios de seu júri. Estreia na direção do ator Macon Blair (“Sala Verde”), “I Don’t Feel at Home in This World Anymore” traz Melanie Lynskey (série “Two and a Half Men”) no limite de sua paciência com a falta de educação e cortesia das pessoas, após descobrir que sua casa foi roubada. Irritada e deprimida com a ineficácia da polícia, ela encontra ajuda num vizinho intenso, vivido por Elijah Wood (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), que a estimula a tomar uma atitude. Mas virar justiceiros não é tão fácil quanto eles imaginam. Veja o trailer aqui. A comédia indie fechou com a Netflix e já tem lançamento marcado para fevereiro. Mas se a negociação foi financeiramente interessante para os produtores, a distribuição por streaming logo no começo do ano implode qualquer pretensão que o filme pudesse ter em relação ao Oscar 2018. Caso acordos do gênero virem tendência, podem, inclusive, diminuir o brilho de Sundance. Afinal, o festival tem ajudado a revelar grandes talentos, como o badalado Damien Chazelle, cujo filme anterior, “Whiplash”, venceu o Festival de Sundance em 2014 e o atual, “La La Land”, disputa 14 troféus no Oscar 2017. Já “Dina” apresenta um retrato nada convencional de romance, acompanhando um casal real de autistas de meia-idade. Dirigido por Antonio Santini e Dan Sickes, o filme celebra as diferenças e conquistou a crítica em Sundance. O público, entretanto, preferiu o documentário “Chasing Coral”, de Jeff Orlowski, sobre mudanças climáticas, e o drama “Crown Heights”, em que o diretor Matt Ruskin focou a injustiça do sistema judiciário, contando a história real de um jovem negro inocente que passou 21 anos preso. Detalhe: este filme terá distribuição da Amazon! Na competição internacional, os vencedores coincidiram em tema, ao expressarem a crise no Oriente Médio. Foram premiados o documentário “Last Men in Aleppo”, sobre os destroços da cidade síria citada em seu título, e “The Nile Hilton Incident”, suspense do sueco Tarik Saleh, que mostra a corrupção no Egito antes da Primavera Árabe (movimento social que destituiu o governo). Ironicamente, o prêmio para o filme “golpista” foi entregue por Sônia Braga (“Aquarius”). O Brasil concorria com “Não Devore Meu Coração”, primeiro longa individual de Felipe Bragança (“A Alegria”), que foi considerado amador pela crítica americana. Vencedores do Festival de Sundance 2017 FICÇÃO NORTE-AMERICANA Grande Prêmio do Júri “I Don’t Feel at Home in This World Anymore” Prêmio do Público “Crown Heights” Melhor Direção Eliza Hittman (“Beach Rats”) Melhor Roteiro Matt Spicer e David Branson Smith (“Ingrid Goes West”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Atuação Chanté Adams (“Roxanne Roxanne”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Direção Maggie Betts (“Novitiate”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Fotografia Daniel Landin (“Yellow Birds”) DOCUMENTÁRIO NORTE-AMERICANO Grande Prêmio do Júri Dina Prêmio do Público “Chasing Coral” Melhor Direção Peter Nicks (“The Force”) Melhor Roteiro Yance Ford (“Strong Island”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Edição Kim Roberts e Emiliano Battista (“Unrest”) Prêmio Especial Orwell “Icarus” Prêmio Especial do Júri por Filmagem Inspiradora Amanda Lipitz (“Step”) FICÇÃO MUNDIAL Grande Prêmio do Júri “The Nile Hilton Incident” Prêmio do Público “I Dream in Another Language” Melhor Direção Francis Lee (“God’s Own Country”) Melhor Roteiro Kirsten Tan (“Pop Aye”) Prêmio Especial do Júri por Visão Cinematográfica Jun Geng (“Free and Easy”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Fotografia Manu Dacosse (“Axolotl Overkill”) DOCUMENTÁRIO MUNDIAL Grande Prêmio do Júri “Last Men in Aleppo” Prêmio do Público “Joshua: Teenager vs. Superpower” Melhor Direção Pascale Lamche (“Winnie”) Melhor Roteiro Catherine Bainbridge e Alfonso Maiorana (“Rumble: The Indians Who Rocked the World”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Edição Ramona S. Diaz (“Motherland”) Prêmio Especial do Júri por Melhor Fotografia Rodrigo Trejo Villanueva (“Machines”)

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  • Etc

    Drew Barrymore diz que estava gorda e que Santa Clarita Diet recuperou sua autoestima

    28 de janeiro de 2017 /

    Drew Barrymore confessou que estava gorda e completamente largada antes de aceitar fazer a série “Santa Clarita Diet”, na Netflix. Tanto que, para fazer o papel, precisou emagrecer nove quilos, e foi ficando mais enxuta conforme as gravações foram acontecendo – o que combina perfeitamente com sua personagem. Em entrevista para a jornalista americana Natalie Morales, no programa “Today”, Drew confessou que estava com a autoestima muito baixo antes de começar este novo trabalho. “Eu tinha me abandonado por circunstâncias pessoais e eu pensei que poderia voltar a viver interpretando a Sheila”, disse a atriz, que se separou de Will Kopelman em abril de 2016. “Foi uma meta realmente grande para mim, porque, além da perda de peso, tudo foi muito sutil. Foi confiança, foi empoderamento, foi tudo isso que a personagem perdeu em sua vida, que eu também meio que sentia que havia perdido na minha. Foi uma bênção e muito positivo dar vida a essa personagem”, contou Drew. Em “Santa Clarita Diet”, ela interpreta Sheila, uma mãe que vivia normalmente com sua família, até que morre e volta como zumbi. A série estreia em 3 de fevereiro.

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  • Filme

    Ben Stiller vai produzir comédia sobre pênis decepado para a Netflix

    27 de janeiro de 2017 /

    O ator Ben Stiller vai produzir uma comédia para a Netflix. Trata-se de “The Eggplant Emoji”, a história de um rapaz que, acidentalmente, decepa seu pênis durante uma viagem de acampamento e corre contra o tempo para, com a ajuda de seus amigos, chegar num hospital para reimplantá-lo antes que seja tarde mais. Stiller tem experiência com essa situação, quase chegando neste extremo na comédia “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). Segundo o site The Hollywood Reporter, a Netflix superou a oferta de outras cinco empresas pelo filme, que está sendo escrito pela dupla Kevin Burrows e Matt Mider, criadores da série animada “Gentlemen Lobsters”. A ideia é que a comédia seja uma produção para maiores ao estilo de “Superbad – É Hoje”, que catapultou as carreiras dos jovens Jonah Hill, Michael Cera, Christopher Mintz-Plasse e Emma Stone. Uma curiosidade sobre o título da produção: na internet, o emoji da berinjela é geralmente associado a conteúdo sexual – e é inclusive banido do Instagram. Não há previsão para o começo das filmagens nem para a estreia da produção.

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  • Filme

    John Boyega vive ex-presidiário no trailer do drama indie Sonhos Imperiais

    27 de janeiro de 2017 /

    Antes de vestir a armadura de stormtrooper, John Boyega já tinha “Sonhos Imperiais”. O astro de “Star Wars: O Despertar da Força” filmou o drama indie americano antes de estourar no blockbuster da Disney, mas só agora o filme chegará ao grande público, por meio da Netflix. Na trama, o ator inglês interpreta um jovem pobre americano, que acabou de sair da prisão e precisa cuidar de seu filho pequeno. Sem dinheiro e nem mesmo onde morar, ele se vê empurrado de volta ao mundo do crime, apesar de querer dar um bom exemplo para o menino. O elenco também inclui Keke Palmer (série “Scream Queens”), Rotimi (série “Power”), Glenn Plummer (série “Suits”) e Nora Zehetner (série “Grey’s Anatomy”). Longa de estreia do diretor Malik Vitthal, Sonhos Imperiais” foi premiado pelo público no Festival de Sundance de 2014 e desde então colecionou diversos prêmios no circuito dos festivais americanos. Entretanto, não conseguiu atrair interesse das distribuidoras, ficando três anos no limbo. Agora, chega à Netflix no dia 3 de fevereiro.

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