Luke Cage: Veja a abertura da nova série de super-herói da Marvel
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que revela a abertura oficial da série, entre closes dos músculos do protagonista, vivido por Mike Colter (desde “Jessica Jones”), as ruas do Harlem e a trilha hip-hop da produção – do compositor Adrian Younge, da trilha de “Black Dynamite” (2009). Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série chega nesta sexta (30/9) na Netflix. Justice may be blind, but tomorrow it becomes unbreakable. #LukeCage pic.twitter.com/srR5H7FskR — Luke Cage (@LukeCage) September 29, 2016
Perdidos no Espaço: Molly Parker entra no remake da Netflix
A atriz Molly Parker (série “House of Cards”) entrou no elenco do remake de “Perdidos no Espaço”, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Segundo o site Deadline, ela viverá Maureen Robinson, a mãe de Judy, Penny e Will. O caçula e a mais velha já foram escalados. O menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) vai viver Will Robinson e a adolescente Taylor Russell terá o papel de Judy. Com a revelação da mãe, fica claro que Judy, interpretada por uma atriz negra, será adotada nesta nova versão. O marido de Maureen também já está definido. O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, será o patriarca da família, John Robinson. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha era substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.
Luke Cage: Vídeo acompanha o herói por pontos turísticos do Harlem
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que referencia o bairro nova-iorquino do Harlem, onda a trama se passa. A prévia é introduzida pelos rappers A$ap Ferg e Method Man, e acompanha o astro Mike Colter (intérprete de Luke Cage desde “Jessica Jones”) por pontos turísticos do bairro, como o histórico Apollo Theatre, onde lendas do blues deixaram sua marca, e em cenas da própria série que exploram aspectos da cultura local. O objetivo é mostrar como Luke Cage é um herói diferente, mais realista. Enquanto alguns voam, ele circula pelas ruas da periferia. Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para esta sexta (30/9) na Netflix.
The Crown: Série mais cara já produzida pela Netflix ganha novo trailer cinematográfico
A plataforma de streaming Netflix divulgou o novas fotos, o pôster e o segundo trailer da série “The Crown” (a coroa), sua produção mais cara e ambiciosa, que aborda o reinado da Rainha Elizabeth II, desde seus dias de princesa herdeira. A prévia de quase três minutos demonstra a grandiosidade da produção, com inúmeros cenários e reconstituição de época precisa, com visual e orçamento (US$ 100 milhões) de superprodução de cinema. O trailer também explora o contexto político e social, além dos bastidores da coroação da então jovem rainha, que aos 25 anos enfrenta a desconfiança de Winston Churchill e outros políticos veteranos, sem contar os problemas com seu marido, o Príncipe Philip, que, refletindo o machismo da época, recusa-se a se submeter às vontades de sua esposa, cedendo apenas porque é obrigado a obedecer a rainha. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”), como Elizabeth II, Matt Smith (série “Doctor Who”) como o Príncipe Philip, John Lithgow (“O Amor É Estranho”) como Winston Churchill, Jared Harris (“Poltergeist – O Fenômeno”) como o Rei George VI e Alex Jennings (o Príncipe Charles de “A Rainha”) como Eduardo VIII. Com produção do cineasta Stephen Daldry (“Trash”), que assina a direção do primeiro episódio, “The Crown” estreia em 4 de novembro.
Luke Cage: Novo trailer resume a trama com diversas cenas inéditas e hip-hop
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, repleto de cenas inéditas. A prévia inicia com a ascenção de Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), o rei do crime do Harlem, revela sua ligação com a política corrupta Maria Dullard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), e conclui com a transformação de Luke Cage (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em herói relutante, com um empurrão da enfermeira Claire Temple (Rosario Dawson repetindo seu papel de “Demolidor”). Além da trilha sensacional, o vídeo continua reforçando a ligação da série com o mundo do hip-hop com uma participação do rapper Method Man como ele próprio. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.
Ator da série Black Sails será John Robinson no remake de Perdidos no Espaço
O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, vai comandar outro tipo de nave em sua próxima série. Ele será o capitão da nave espacial Júpiter 2, como o patriarca da família Robinson no remake da série “Perdidos no Espaço”, em desenvolvimento pela Netflix. Stephens irá interpretar John Robinson, personagem que foi vivido por Guy Williams na série clássica dos anos 1960 e por William Hurt na versão cinematográfica de 1998. Junto com Stephens, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) foi escalado como o garoto Will Robinson. A nova família Robinson já contava com a atriz Taylor Russell, contratada na semana passada para o papel de Judy. Havia dúvida sobre se o remake iria trazer uma família Robinson negra, tendo em vista a escalação de Taylor, a primeira atriz contratada. Fica agora a dúvida: ou sua personagem foi alterada de forma a ser adotada ou, dependendo da escalação da mãe, este passou a ser o caso de Will – numa solução mais improvável, à la “Quarteto Fantástico” (2015). A série original foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior e mais reciclado que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.
Luke Cage: Veja três pôsteres com os vilões da nova série de super-herói da Marvel
A plataforma de streaming Netflix divulgou três novos pôsteres de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. Desta vez, os cartazes destacam os vilões da tração, o rei do crime Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), a política corrupta Maria Dullard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”) e o capanga Shades (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”). Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.
Punho de Ferro: Atriz de Game of Thrones vira nova heroína da Marvel em fotos das gravações da Netflix
Os paparazzi flagraram as gravações de algumas cenas da série “Punho de Ferro” (Iron Fist), a quarta atração da Netflix baseada nos quadrinhos da Marvel. Além de Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), intérprete do personagem do título, as imagens destacam Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) mostrando sua destreza numa luta de espadas de samurai, como Colleen Wing, uma nova heroína no universo das séries da Marvel. Nos quadrinhos criados em 1974 por Roy Thomas e desenhados por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e perdido, ainda criança, numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes e, ao atingir a maioridade, decide voltar aos EUA em busca de vingança contra o responsável pela morte de sua família, aliando-se à ex-policial Misty Knight (Simone Missick, que viverá a personagem primeiro em “Luke Cage”) e a especialista em artes marciais Colleen Wing. O elenco central também destaca David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como o vilão Harold Meachum. A adaptação está sendo desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck, showrunner das séries “Dexter” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under). “Punho de Ferro” ainda não tem previsão de estreia.
Spike Lee cria sua primeira série, uma adaptação de seu primeiro filme, para a Netflix
A plataforma de streaming Netflix vai produzir a primeira série do cineasta Spike Lee. Trata-se de uma adaptação do filme “Ela Quer Tudo”, primeiro longa-metragem da carreira do diretor, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil. A atração terá o título original da comédia, “She’s Gotta Have It”, e a mesma protagonista, Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O cineasta vai dirigir todos os 10 episódios da 1ª temporada e cada capítulo terá cerca de 30 minutos de duração. O projeto foi desenvolvido por Spike Lee há dois anos, e apresentado primeiro para o canal pago Showtime. Mas com a ascensão das plataformas de streaming, surgiram novas opções de mercado. Há cada vez mais “canais” interessados em atrair projetos de autores renomados do cinema, de modo que esse tipo de produção acaba não morrendo mais nas gavetas de executivos receosos. A série ainda não tem previsão de lançamento.
Após inspirar filmes, história de Amanda Knox vira documentário da Netflix com trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de seu documentário sobre Amanda Knox, a jovem e bela americana que figurou nas páginas policiais de todo o mundo após ser presa e condenada pelo assassinato brutal de sua colega de quarto na Itália, aos 21 anos de idade. Ela chegou a ser descrita como psicopata, mas acabou libertada após quatro anos, com a descoberta de diversos erros em seu processo criminal. A prévia traz a própria Amanda comentando justamente isso: ou ela é uma psicopata perigosa, por ser a última pessoa que você pensaria que seria capaz de um crime violento, ou é uma vítima inocente como o espectador. Essa história já virou filme, “The Face of an Angel” (2014), de Michael Winterbottom, com nomes trocados e muita liberdade criativa – e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) no papel de suspeita – , além de um telefilme sensacionalista do canal Lifetime, “Amanda Knox: Julgamento na Itália” (2011), estrelado por Hayden Panettieri (série “Nashville”). Mas é a primeira vez que Amanda conta sua versão dos fatos. Dirigido por Rod Blackhurst (“Here Alone”) e Brian McGinn (série “Chef’s Table”), “Amanda Knox” teve première mundial no Festival de Toronto e estreia na próxima sexta-feira (30/9).
Luke Cage: Vídeo de bastidores introduz o vilão da série
A plataforma de streaming Netflix divulgou novas fotos e um vídeo de bastidores de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia traz o elenco e o produtor Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) discutindo o que faz de Luke Cage (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) um herói diferente, ao mesmo tempo em que introduz o grande antagonista da série, Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), o rei do crime do Harlem, entre diversas cenas inéditas da produção. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, Rosario Dawson repetindo seu papel de Claire Temple (introduzida em “Demolidor”), a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.
Conheça as novas músicas da banda responsável pela trilha da série Stranger Things
O fenômeno de popularidade da série “Stranger Things” não impulsionou apenas a carreira de seus jovens astros, mas também a praticamente desconhecida banda eletrônica experimental S U R V I V E, responsável por sua trilha sonora, repleta de sintetizadores retrô em clima de suspense, ao melhor estilo das composições de John Carpenter. A banda foi criada por Kyle Dixon e Michael Stein, amigos há quase 20 anos, que cresceram juntos em Austin, no estado americano do Texas, compartilhando a paixão por cultura geek. Eles foram influenciados a formar o grupo pela música do trio japonês Yellow Magic Orchestra, um dos pioneiros do synthpop, pelo som dos videogames – Haruomi Hosono, da Yellow Magic Orchestra, é responsável pela trilha de muitos games clássicos – e, claro, pelo krautrock – Tangerine Dream também fez muitas trilhas, com “O Comboio do Medo” (1977) vindo imediatamente à mente. Dixon e Stein se juntaram a Mark Donica e Adam Jones em 2008, lançaram dois álbuns e diversos EPS, mas só agora, depois de serem convidados pelos irmãos Duffer a trabalhar em “Stranger Things”, é que foram descobertos pelo grande público. Quando fizeram a trilha, nem imaginaram que ela poderia virar um disco. Mas o sucesso da atração gerou a demanda, levando ao lançamento de um álbum de composições exclusivas para a série, pela Apple Music no mês passado. No embalo, o S U R V I V E começa agora a divulgação de seu terceiro álbum, que chega às lojas em poucos dias, em 30 de setembro. Intitulado “RR7349”, o disco estava pronto antes do grupo começar a trabalhar na série. Confira abaixo duas músicas já adiantadas pela gravadora.
Emmy premia o melhor da televisão americana neste domingo
A 68ª edição anual da premiação da Academia da Televisão dos EUA, os Emmy Awards, acontece neste domingo (18/9), com transmissão ao vivo pela TV e pela internet. O público brasileiro poderá assistir à premiação dos melhores programas e artistas da televisão americana a partir das 20h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal pago Warner, que terá tradução instantânea, e também pelo próprio canal do Emmy no YouTube. A cerimônia que anunciará os vencedores contará com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”), que já esteve à frente da premiação de 2012. O que mais chama atenção na seleção dos indicados deste ano é sua qualidade. Após muitos anos de distanciamento do gosto popular e até mesmo da preferência da crítica, a seleção de 2016 sinaliza que a entrada em cena das plataformas de streaming conspirou para elevar o padrão da disputa. Não é que a Netflix e a Amazon sejam favoritas a dominar a premiação, mas suas séries possibilitaram que atrações da TV paga premium (com assinaturas mais caras e padrão mais elevado) deixassem de ser vistas como exceção para se tornar a regra. Não por acaso, três séries premium lideram a lista de indicações: “Game of Thrones”, do HBO, e as antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” e “Fargo”, ambas do FX. Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e já premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” e “Silicon Valley”. Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal se estabeleceu como força dominante do Emmy 2016 e padrão pelo qual se passa a medir a qualidade de uma produção televisiva. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX, quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix, que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Façanha de tirar o chapéu e bastante importante para definir os rumos da “TV” nos próximos anos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também têm seu espaço na disputa. Parte dos troféus deste ano já foram entregues, antecipadamente, no fim de semana passado. E na cerimônia do chamado Emmy das Artes Criativas, os prêmios técnicos, deu “Game of Thrones” disparado, com nove vitórias. Com isso, a série bateu um recorde, tornando-se a produção dramática mais premiada da história do Emmy, com 35 troféus conquistados ao longo de sua carreira. Se vencer mais dois troféus neste domingo, empatará com as comédia “Frasier” como a série mais premiada de todos os tempos. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação das artes criativas também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluíram “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. A lista completa dos premiados pode ser conferida aqui. Confira abaixo os concorrentes finais deste domingo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor série limitada (minissérie) American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor telefilme All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou telefilme Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race












