Marlon Wayans fica Nu no trailer legendado de nova comédia da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Nu”, comédia estrelada pelo ator Marlon Wayans (“As Branquelas”, “Cinquenta Tons de Preto”). A prévia revela nova exploração do tema do looping temporal, celebrizado na comédia “Feitiço do Tempo” (1993) e na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014). Desta vez, a trama sugere uma mistura do primeiro com “Se Beber Não Case” (2009), mas na verdade o filme é um remake de uma produção sueca do ano 2000. Em vez do loiro sueco de “Naken”, é Marlon quem acorda nu num elevador, poucas horas antes de seu casamento, sem saber o que realmente aconteceu. E este dia sempre se repete, até ele descobrir como impedir o looping. Dá para ver que não há nada de original na trama, que foi adaptada pelo próprio Marlon, seu parceiro produtor-roteirista Rick Alvarez e o diretor Michael Tiddes, todos responsáveis por “Inatividade Paranormal” e “Cinquenta Tons de Preto”. Detalhe: o filme sueco tinha nudez frontal. A estreia acontece em 11 de agosto na plataforma de streaming.
House of Cards transforma gafe do porta-voz da Casa Branca em propaganda da série
Um descuido do porta-voz da Casa Branca Sean Spicer rendeu publicidade gratuita para a série “House of Cards” nas redes sociais. Durante uma entrevista coletiva na Casa Branca na última sexta-feira (10/3), Spicer deixou seu broche com a bandeira dos Estados Unidos de cabeça para baixo – o que, por acaso, é o logo da série. Na coletiva, a coincidência foi apontada por um repórter. “Não é uma propaganda”, respondeu o porta voz. Mas virou, sim, propaganda da série. O perfil oficial de “House of Cards” no Twitter não perdeu a chance. “A sua lealdade não passou despercebida”, diz um texto que comenta uma foto do porta-voz, em que o broche aparece de ponta cabeça. E até o perfil do personagem Frank Underwood, o Presidente fictício da série vivido por Kevin Spacey, aprovou. Para completar, o criador da atração, Beau Willimon, comentou o caso em sua conta, incluindo uma imagem. “Bom, não é a primeira vez em que Trump & cia são culpados de plágio”, ele escreveu. Veja abaixo. A 5ª temporada de “House of Cards” estreia na Netflix no dia 30 de maio. Your loyalty has not gone unnoticed. https://t.co/ba1kz1yvXF — House of Cards (@HouseofCards) March 10, 2017 I don't see anything wrong with this. #HouseofCards https://t.co/5cPvRaBpig — Francis J. Underwood (@RepUnderwoodSC) March 11, 2017 Well it ain't the first time Trump & Co. have been guilty of plagiarism… pic.twitter.com/VygkmCXeku — Beau Willimon (@BeauWillimon) March 10, 2017
Vídeo e pôster de Punho de Ferro destacam a nova heroína Colleen Wing
A Netflix divulgou um pôster e um vídeo de “Punho de Ferro” dedicado à Colleen Wing, a nova heroína introduzida na produção, também conhecida como Filha do Dragão. A personagem vivida por Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) é uma das principais heroínas asiáticas da Marvel, uma mestre das artes marciais que se alia a Danny Rand (Finn Jones, também de “Game of Thrones”) em sua luta contra a família Meachum. A prévia apresenta seu arco dramático, com ajuda de entrevistas de Henwick e Jones, e inclui cenas de ação num clube da luta clandestino. A adaptação dos quadrinhos de Roy Thomas, Doug Moench, Gil Kane e John Byrne foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco ainda destaca Tom Pelphrey (série “Banshee”), Jessica Stroup (série “The Following”) e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como os integrantes da família Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios.
Trailer de Código de Silêncio, um dos filmes mais comentados do Festival de Sundace 2017
A Netflix divulgou o trailer e as imagens de “Código de Silêncio” (Burning Sands), filme bastante comentado do Festival de Sundance 2017. A prévia mostra o dilema de um calouro universitário (Trevor Jackson, da série “American Crime”), que tenta entrar para uma fraternidade prestigiosa, mas para isso precisa se sujeitar à iniciação do grupo, extremamente longa e violenta. A trama reflete os complicados laços que unem os participantes desse rito de passagem das universidades americanas, cujos trotes chegam a extremos. O longa marca a estreia na direção de Gerard McMurray, um dos produtores do excelente “Fruitvale Station: A Última Parada”, vencedor de Sundance em 2013. O elenco inclui Alfre Woodard (série “Luke Cage”), Steve Harris (série “O Desafio/The Practice”), Tosin Cole (“Star Wars: O Despertar da Força “), DeRon Horton (da vindoura série “Dear White People”), Nafessa Williams (série “Code Black”) e Trevante Rhodes (“Moonlight”). “Código de Silêncio” estreia nesta sexta (10/3), exclusivamente na Netflix.
Trailer apresenta segunda metade da série de hip-hop The Get Down
A Netflix divulgou o trailer da segunda metade de “The Get Down”, série musical do cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) sobre as origens do hip-hop em plena época da disco music. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa como um grande musical de Hollywood, quando muitos esperavam um relato mais factual, mas o acabamento cinematográfico justificou o custo elevado – US$ 120 milhões em sua 1ª temporada. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o Baz Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. No elenco, que destaca uma nova geração de atores negros e latinos, há alguns rostos bem conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.
Crítica americana considera Punho de Ferro a pior das séries da Marvel
Saíram as primeiras críticas de “Punho de Ferro” nos EUA. E elas chamam atenção pelo tom negativo. Apesar de focarem apenas em seis episódios, que foram adiantados para a imprensa americana, a produção gerou comentários ácidos de desaprovação, que tornam “Punho de Ferro” a primeira série de super-heróis da Marvel/Netflix a ser considerada abaixo da crítica. Sites como Variety, Screen Rant e The Hollywood Reporter bateram nos mesmos pontos. O ritmo lento é uma tortura, o etnocentrismo é ofensivo, as lutas são ridículas, os vilões são fracos, a trama é chata e o protagonista (Finn Jones) não convence. Vale lembrar que o desenvolvimento ficou a cargo de Scott Buck, que desandou a série “Dexter” quando virou showrunner no lugar de Melissa Rosenberg (hoje em “Jessica Jones”), levando a produção a seu cancelamento, e já saiu de “Punho de Ferro” para comandar outra série da Marvel, baseada nos quadrinhos de “Os Inumanos”… “’Punho de Ferro’ parece um passo atrás em todos os níveis, um grande desapontamento que já sofre com problemas na narrativa em seus seis primeiros episódios e que seriam misericordiosamente ‘puláveis’ em sua totalidade, não fosse o fato de servirem de ponte para o tão esperado crossover de ‘Os Defensores’”. (Daniel Fienberg, The Hollywood Reporter) “Há tantas coisas erradas… como Colleen Wing (Jessica Henwick), uma lutadora exímia, precisa que o branco Danny lhe explique, de forma condescendente, sobre espiritualidade oriental e kung fu?” (Daniel Fienberg, The Hollywood Reporter) “‘Punho de Ferro’ é o projeto da Netflix mais frustrante e ferozmente chato. Nenhum elemento de seu ritmo lento funciona. As cenas de ação não possuem brilho, rapidez e originalidade. Nenhum dos personagens sem graça causam uma impressão duradoura”. (Maureen Ryan, Variety) “Ao longo da primeira metade da temporada, ‘Punho de Ferro’ sofre da mesma doença que outras séries da Netflix sofrem: é longa demais, arrastando a lugar nenhum seus sub-enredos e muitos de seus episódios poderiam e deveriam ter sido cortados para o bem de uma trama mais propulsiva”. (Kevin Yeoman, Screen Rant) A estreia está marcada para a próxima sexta, dia 17 de março, na Netflix.
Netflix trabalha para oferecer interatividade em suas séries
A Netflix está testando novas formas de interatividade em suas séries. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a plataforma de streaming começou a trabalhar em uma tecnologia onde o espectador poderá escolher o rumo do que assiste – algo que, a grosso modo, pode ser comparado ao programa “Você Decide”, exibido pela Globo nos anos 1990. A empresa já introduziu elementos interativos na série infantil “Kong”, disponibilizada em abril de 2016. Nos programas que oferecerem o formato interativo, o usuário pode alterar o desenrolar da história, escolhendo por onde ela pode ir a partir de alguns opções fornecidas. A estrutura tem sido utilizada há muitas décadas pela indústria dos games – o antigo formato conhecido como “adventure”, introduzido nos anos 1970, era basicamente isto. Obviamente, os atores precisariam gravar várias versões da mesma história, o que encareceria seus salários.
Nova parceria do diretor de Esquadrão Suicida com Will Smith ganha primeiras fotos oficiais
A Netflix divulgou as três primeiras fotos oficiais de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor de “Esquadrão Suicida”. As imagens trazem Smith armado e trajando uniforme da polícia, acompanhado por um orc igualmente uniformizado. A criatura é interpretada por Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), O humano Ward (Smith) e o orc Jakoby (Edgerton) são policiais que precisam superar suas diferenças para proteger uma jovem elfa e uma relíquia perdida, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) se passa em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com elfos e orcs, mas não numa era medieval como nas aventuras da Terra Média. A ação se passa em cenários contemporâneos do século 21. Na verdade, a sinopse evoca uma espécie de “Nação Alien” (1988) dos contos de fada. Com direção de David Ayer, “Bright” também inclui em seu elenco Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Lucy Fry (série “11.22.63”) e Noomi Rapace (“Prometheus”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões foram destinados a cobrir as despesas de filmagens. A previsão é de um lançamento em dezembro.
Vilão de Harry Potter será o capitão de Star Trek: Discovery
O ator Jason Isaacs, que viveu o vilão Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter” e foi visto mais recentemente na série “The OA”, foi contratado para viver o capitão da nave Discovery, na nova série do universo “Star Trek”. Seu personagem será o Capitão Lorca e sua escalação contradiz uma entrevista do antigo showrunner da produção, Bryan Fuller (série “Hannibal”), que em agosto afirmou que “Star Trek: Discovery” seria centrada numa protagonista feminina e não teria capitão. Desde então, Fuller saiu da produção – ou foi saído – para se concentrar em outros projetos e tudo pode ter mudado. Mas qualquer afirmação a esta altura é pura conjectura. O fato de a série ainda estar escalando seu elenco condiz com o clima tumultuado que parece existir em seus bastidores. Além da saída de Fuller, a atração teve estreia adiada duas vezes e ninguém assume a responsabilidade de dizer quando ela poderá ser vista. Isaacs vai se juntar a um elenco que já tem confirmadas as participações de Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. “Star Trek: Discovery” será a primeira série da franquia em mais de dez anos e foi concebida por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”).
Patrulha ideológica faz ator de Punho de Ferro sair do Twitter
O ator Finn Jones, que interpreta o papel-título da vindoura série de super-heróis “Punho de Ferro”, sofreu assédio de um patrulheiro ideológico no Twitter por não ser asiático como “deveria ser” o herói. A discussão se estendeu por horas no fim de semana e inspirou o ataque de outros trolls, levando o ator a deletar provisoriamente seu perfil na rede social. A discussão começou quando Jones citou o ator Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”), que compartilhou um link de uma palestra sobre a importância da representatividade étnica no cinema. O intérprete de Punho de Ferro acrescentou que “representatividade é importante”. E não demorou para que alguém o confrontasse a respeito da sua própria escalação para o papel na série. Bombardeado, Finn tirou sua conta do ar por 24 horas. Ao retornar, ele deu a seguinte explicação: “Existe um grande benefício de se engajar em conversações nas mídias sociais, especialmente quando se trata de dar voz para questões sociais. Minha intenção original era de amplificar o discurso feito por Riz Ahmed na Câmara dos Comuns do Reino Unido. Foi um discurso muito importante e articulado de representação com o qual eu totalmente concordo. Depois de publicar, eu fui inundado de acusações de pessoas dizendo que eu não tinha permissão de compartilhar a voz dele, baseado na presunção de que nossa série irá ampliar os problemas da má representação racial. Eu abordei isso educadamente, diplomaticamente e tentei servir como ponte para encerrar essa divisão. Eu estou atualmente no meio das gravações [dos ‘Defensores’] e preciso me manter concentrado em trazer este personagem à vida sem julgamento, então eu decidi me retirar do Twitter por um tempo.” O ataque sofrido pelo ator, porém, não faz sentido do ponto de vista dos quadrinhos em que a série se baseia. Nas revistas da Marvel, Danny Rand, a identidade de Punho de Ferro, é um jovem americano loiro, resgatado de um acidente no Himalaia, que treina com monges numa cidade mística para adquirir suas habilidades nas artes marciais e dominar o poder que acaba por batizá-lo. Mas as adaptações de quadrinhos têm tomado liberdades para incluir uma maior diversidade racial, com a justificativa de que isso não era refletido nas publicações originais. O próximo filme do Homem-Aranha, por exemplo, trará diversos atores negros em papéis que eram de brancos nos quadrinhos. Diante disso, chegou a existir um movimento para que Punho de Ferro virasse asiático na série, justificando a mudança com o fato de a etnia do personagem não ser fundamental para a manifestação dos seus poderes e que a história podia soar mais poderosa a partir de uma perspectiva oriental. Afinal, o enredo da trama perpetua alguns estereótipos de Hollywood, destacando um homem branco que treina lutas orientais e se torna melhor do que seus professores asiáticos. A história da série não é essa, mas pouco importa para a polêmica. O fato é que esse questionamento fez o patrulheiro se sentir com autoridade moral para protestar contra a escalação de Jones, atacando o ator por ser loiro como o personagem e não asiático como a série deveria retratá-lo. “Por favor, não faça suposições sobre a nossa série antes de assisti-la. A caracterização de Danny Rand pode ter permanecido fiel ao seu material de origem, mas a nossa série incorpora e comemora atores de todas as origens étnicas”, Jones ainda tentou argumentar. Talvez o patrulheiro nunca tenha aberto uma página de quadrinhos na vida e não saiba que a série introduz a primeira heroína asiática da Marvel, Coleen Wing, vivida por outra atriz de “Game of Thrones”, Jessica Henwick – que, a propósito, é tão inglesa quanto Finn, apesar das feições orientais. E ela é que é a melhor lutadora dos quadrinhos originais. Mas tudo pode ser resumido numa simples questão: por que transformar o herói loiro em oriental, se já há um personagem inteiramente asiático nos quadrinhos da Marvel – Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu? Não faria mais sentido pressionar por uma série para o herói? A trama renderia uma belíssima produção de espionagem e ação internacional, envolvendo inclusive o maior vilão asiático da literatura (ocidental), Fu Manchu. Cadê a campanha pela série do Mestre do Kung Fu? Enquanto ninguém se manifesta com petições a favor do Mestre do Kung Fu, a série do Punho de Ferro estreia em 17 de março na Netflix.
Netflix anuncia série de zumbis sul-coreana
A Netflix prepara uma nova série de zumbis. Depois da abordagem cômica de “Santa Clarita Diet”, a plataforma vai investir em zumbis sul-coreanos… da Idade Média. O projeto se chama “Kingdom” está sendo desenvolvido pelo diretor e produtor sul-coreano Kim Seong-hun, responsável pelo divertido thriller “Um Dia Difícil” (2014) e pelo roteirista Kim Eun-hee (da série “Signal”, espécie de “Frequency” asiática). “Eu tenho trabalhado em Kingdom desde 2011. Queria escrever uma história que refletisse os medos e as ansiedades dos tempos modernos, mas exploradas através das lentes do fascínio romântico do período medieval. E estou animado por poder fazer isso com o apoio de um diretor a quem admiro”, disse o roteirista em comunicado. A série vai se passar na Dinastia Joseon (1392-1897), acompanhando um príncipe enviado numa missão suicida, para investigar uma misteriosa praga. A 1ª temporada vai contar com oito episódios e tem estreia prevista para 2018.
Netflix já iniciou negociações para uma nova temporada de Gilmore Girls
A Netflix já abriu negociações com Amy Sherman-Palladino e Dan Palladino para uma nova temporada de episódios de “Gilmore Girls”. A revelação foi feita por Ted Sarandos, presidente de conteúdo da plataforma de streaming, durante um encontro com a imprensa do Reino Unido no fim de semana. Quando a Netflix reviveu a série para um última temporada, já se imaginava que seria um sucesso. Mas o desempenho superou as expectativas de todos, de modo que a plataforma quer continuar o exibir novos episódios, aproveitando como gancho o desfecho do revival, que deixou os fãs querendo saber mais. Sarandos afirmou que adoraria trazer mais episódios para a Netflix e que está trabalhando pra que isso aconteça o quanto antes. Não fazia parte dos planos iniciais, mas Amy Sherman-Palladino, a criadora da série, também já mostrou atenta à repercussão. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ela disse que se sente com a missão cumprida, mas tudo pode acontecer. “Nós tínhamos uma jornada bem específica na nossa cabeça e nós completamos a jornada, disse a roteirista-produtora. “Para nós, esse foi o impacto que queríamos causar. E toda essa questão se vai ter mais, vai ter mais, vai ter mais, nós temos que jogar para o universo. Temos que colocar isso para dormir. O que acontecer, vai acontecer”. Refletindo o apelo dos fãs por novos episódios, o ator Scott Patterson, que interpreta Luke na atração, é mais otimista. “Seria legal fazer isso todo ano. Talvez uma vez a cada dois anos, fazer uma coisa de três meses de gravação, fazer mais quatro episódios. Foi fácil fazer isso. Foi divertido”, disse. A minissérie também marcou o terceiro revival de atrações clássicas da TV na Netflix, após o sucesso da 4ª temporada da série de comédia “Arrested Development” e da continuação/spin-off de “Três É Demais”, intitulada em inglês “Fuller House”.
Jane Fonda e Lily Tomlin querem vibradores da Terceira Idade no trailer da 3ª temporada de Grace & Frankie
A Netflix divulgou quatro fotos e o trailer legendado da 3ª temporada da série “Grace & Frankie”, que mostra as protagonistas tentando iniciar um negócio de vibradores para mulheres da Terceira Idade, enquanto lutam com os problemas típicos de quem atravessa essa idade. Entre as novidades, também há destaque para a estreia de Peter Gallagher (série “Covert Affairs”) na trama. Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”). A 3ª temporada estreia em 24 de março. E pode vibrar com o vídeo abaixo.












