Nicholas Hoult e Henry Cavill invadem o Iraque no trailer da estreia de Fernando Coimbra em inglês
A Netflix divulgou sete fotos e o trailer de “Castelo de Areia”, filme de guerra que marca a estreia em inglês de Fernando Coimbra (“O Lobo Atrás da Porta”). Primeiro longa do serviço de streaming assinado por um cineasta brasileiro, o filme se passa durante a segunda invasão dos Estados Unidos ao Iraque, em 2003. Traz Nicholas Hoult (o Fera dos filmes da franquia “X-Men”) como um soldado que se alistou para poder pagar a faculdade e só deseja cair fora da Guerra no Iraque. Mas, ao lado do seu batalhão, acaba cultivando um senso de moralidade e compaixão ao tentar cumprir a missão de consertar uma estação de distribuição d’água que beneficiará a população de uma vila — mesmo que parte da população local tente sabotar a reconstrução. O roteiro foi escrito pelo estreante Chris Roessner, que se inspirou na própria experiência durante a Guerra do Iraque para contar a história. A produção é do também americano Mark Gordon (“O Resgate do Soldado Ryan”, “Steve Jobs”) e o elenco traz diversos astros conhecidos, como Henry Cavill (“Batman vs Superman”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Logan Marshall-Green (“Prometheus”), Tommy Flanagan (série “Sons of Anarchy”) e Neil Brown Jr. (série “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency”), que filmaram suas cenas na Jordânia, em 2015.
Documentário celebra cinco mestres de Hollywood que filmaram a 2ª Guerra Mundial
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Five Came Back”, um série de documentários que todo cinéfilo deveria assistir. A produção reflete sobre o surgimento da propaganda política, sob o nazismo, e a reação de Hollywood, com o alistamento de cinco dos maiores cineastas que os EUA já produziram, para lutar no front com luzes, câmeras e ação. O filme conta a história destes mestres, que produziram documentários sobre a guerra real, com cenas heroicas, mas também imagens chocantes. E, ao retornarem dessa experiência, devotaram suas energias para criar os melhores filmes de suas carreiras, verdadeiras obras-primas. “Five Came Back” é a história da luta de Frank Capra (“A Felicidade Não se Compra”), John Ford (“No Tempo das Diligências”), George Stevens (“Os Brutos Também Amam”), John Huston (“O Tesouro de Sierra Madre”) e William Wyler (“Ben-Hur”) na 2ª Guerra Mundial, com imagens rodadas por eles mesmos, e comentada por cinco mestres contemporâneos, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola, Paul Greengrass, Guillermo del Toro e Lawrence Kasdan. De quebra, ainda há a narração de Meryl Streep para alinhavar a história. Com direção de Laurent Bouzereau (“Roman Polanski: A Film Memoir”), os três episódios de “Five Came Back” estreiam em 31 de março.
Elza Soares ganha clipe dirigido por cineasta vencedora do Festival de Brasília
Apesar da longa carreira, Elza Soares tem pouquíssimos clipes. O que é um motivo a mais para se festejar o lançamento do vídeo da faixa-título de “A Mulher do Fim do Mundo”, disco de 2015 que teve grande repercussão internacional, com prêmio no Grammy Latino 2016. As imagens criam ainda mais tensão para os acordes dissonantes e atordoantes, que conflitam como pós-rock e pós-samba, num clima de estranhamento carregado de iluminação “radioativa”. A música apocalíptica, por sinal, faz parte da trilha da série sci-fi brasileira “3%”, da Netflix. O vídeo foi dirigido e montado pela cineasta Paula Gaitán, que venceu o prêmio Candango de Melhor Filme no Festival de Brasília 2013 com “Exilados do Vulcão”. A produção executiva é de outro cineasta, Eryk Rocha, cuja obra mais recente, o documentário “Cinema Novo”, levou o troféu Olho de Ouro no Festival de Cannes 2016.
Veja o trailer de Dark, a primeira série alemã da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro teaser da série “Dark”, que estreia no final do ano no serviço de streaming. Com clima de suspense nórdico, “Dark” é a primeira produção original alemã do serviço de streaming. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta sobrenatural conduz a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Criada pelo cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista Jantje Friese, que fizeram juntos o thriller de hackers “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo” (2014), a atração traz em seu elenco Stephan Kampwirth (também de “Invasores”), Louis Hofmann (“Terra de Minas”), Anna König (“Zonas Úmidas”), Sebastian Hülk (“Hanna”), Jördis Triebel (“A Papisa Joana”) e Peter Schneider (“Duas Irmãs, uma Paixão”). Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, bo Odar disse que teve “liberdade criativa completa”. “A Netflix nos deu um orçamento, alguns avisos e nos deixou em paz para fazermos o que quiséssemos”. “Dark” estreia mundialmente no final do ano.
Série de serial killers produzida por David Fincher e Charlize Theron ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Mindhunter”, série sobre uma equipe de elite do FBI, especializada em caçar serial killers. A prévia mostra apenas flashes da produção, que será estrelada pelo ator Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) e produzida pelo cineasta David Fincher (“Garota Exemplar”) e a atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A produção é baseada no livro de memórias “Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit”, publicado em 1996 pelo agente John Douglas, que será vivido na atração por Groff. O elenco também inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”) Além de produzir, Fincher também vai dirigir alguns episódios da 1ª temporada, como fez com “House of Cards”. E a estreia está prevista para outubro.
Série de lutas livres femininas da criadora de Orange Is the New Black ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Glow”, série passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A prévia destaca um pouco o visual “neon” da época, em meio a coreografias de lutas. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série é inspirada por histórias reais e gira em torno de uma atriz desempregada, que encontra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um seriado semanal sobre luta livre feminina. Pelos ringues de Los Angeles, ela encontrará personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos – , com quem lutará por destaque num mundo até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (série “Community”), Sunita Mani (série “Mr. Robot”), a cantora irlandesa Kate Nash e várias atrizes novatas. A estreia vai acontecer em 23 de junho.
13 Reasons Why: Série teen produzida por Selena Gomez e o diretor de Spotlight ganha 12 pôsteres e trailer legendado
A Netflix divulgou 12 pôsteres de personagens e o trailer legendado da série “13 Reasons Why“, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a trama gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“O Homem nas Trevas”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (“Teen Beach 2”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.
Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix
A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.
Governo estuda cobrar mais taxas da Netflix e outros serviços de streaming
O governo estuda cobrar mais da Netflix. Após aprovar a cobrança de ISS sobre serviços de streaming, vem aí mais uma tentativa de taxação. Segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, a dúvida é se será por cobrança de Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) ou por meio de uma taxa sobre a remessa dos lucros. Ambas as opções reverteriam em valores para a Ancine (Agência Nacional do Cinema), que, por sua vez, usaria a verba para investir em filmes e produções de séries nacionais. Caso passar a a cobrança do Condecine, a taxa é de R$ 7.291 para cada um dos produtos estrangeiros do catálogo da Netflix Brasil com duração superior a 50 minutos, e R$ 1.822,81 por episódio de séries internacionais. Já as produções brasileiras custariam R$ 1.458,25 por filme e R$ 364,56 por capítulo. A cobrança não seria, obviamente, exclusiva sobre a Netflix, mas de todos os serviços que oferecem streaming, incluindo Amazon, YouTube, HBO Go, Now, Vivo Play, Spotify, etc. A taxa Condecine é paga pelas produtoras de conteúdo a cada cinco anos, mas há uma discussão jurídica sobre se ela é ou não um instrumento legal. Os canais pagos chegaram a derrubar provisoriamente a cobrança, o que gerou comoção no meio cinematográfico nacional. Ela foi restabelecida, mas a questão ainda está em julgamento. Se a Ancine obtiver aprovação para estender a cobrança para o streaming, a estimativa (conservadora) é que governo arrecade algo em torno de R$ 300 milhões até 2022 somente da Netflix. Caso a taxação não passe, a ideia, ainda segundo Feltrin, seria estimular a criação de nova legislação tributária que permita cobrar uma taxa entre 3% e 8% sobre a remessa de lucro obtido aqui por essas empresas para suas sedes no exterior. Essa seria uma cobrança anual, na forma de um imposto, cuja arrecadação possivelmente seria “dedicada” à Ancine, assim como já ocorre com a Condecine. Supondo que o “imposto” fosse de 8%, como o faturamento da Netflix no país estimado em R$ 1,1 bilhão, nesse caso só a Netflix poderia render aos cofres federais quase R$ 90 milhões por ano. Em consulta pública declarada no final do ano passado, a Ancine demonstra suposta preocupação com o momento de expansão dos serviços de video on demand e streaming no Brasil. Segundo a agência, essa produção “cresceu 66% entre 2007 e 2013”, segundo dados incluídos na “Notícia regulatória – Comunicação Audiovisual Sob Demanda”, espécie de carta de intenções da agência federal a respeito do setor. Segundo o governo, é preciso disciplinar um mercado de VOD porque “49% dos usuários de banda larga estão vendo VOD”. “Compõe esta pauta a implantação de um modelo tributário equilibrado”, diz a Ancine, que sentencia: “Faz-se relevante a atenção do Estado.”
Brad Pitt tenta vencer a Guerra do Afeganistão em fotos e teaser legendado de War Machine
A Netflix divulgou três fotos e o primeiro teaser legendado de “War Machine”, novo longa-metragem estrelado por Brad Pitt, que aparece de cabelos brancos na prévia. Além disso, apesar de baseado em fatos reais, o vídeo sugere tom de comédia. No filme, Pitt interpreta um general americano com fama de celebridade militar e uma reputação letal, inspirado em Stanley McChrystal, que liderou as forças armadas dos EUA durante a invasão do Afeganistão. Escrito e dirigido por David Michôd (“The Rover – A Caçada”), o filme adapta o livro do jornalista Michael Hastings “The Operators: The Wild and Terrifying Inside Story of America’s War in Afghanistan” (2012), que revela os bastidores da guerra do Afeganistão por meio de uma entrevista com o General McChrystal, realizada para uma matéria da revista Rolling Stone. O detalhe é que, em meio à entrevista, o General acabou falando mal da Casa Branca e da forma como a guerra estava sendo conduzida, o que o levou a ser afastado do comando militar pelo presidente Barack Obama. Além de Pitt, o elenco da produção inclui Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”), Topher Grace (“Conspiração e Poder”), Will Poulter (“O Regresso”), Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Anthony Michael Hall (“A Lei da Noite”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Alan Ruck (série “The Exorcist”), Meg Tilly (série “Bomb Girls”), Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), Josh Stewart (“Transcendence”), Griffin Dunne (“Clube de Compra Dallas”), John Magaro (“Carol”) e RJ Cyler (“Power Rangers”). A estreia está marcada para 26 de maio.
Feud é renovada e focará divórcio da Princesa Diana na 2ª temporada
O canal pago FX renovou “Feud”, a nova série de antologia de Ryan Murphy, e já definiu o tema da 2ª temporada. Focada em grandes rivalidades da vida real, a série vai mostrar o divórcio do Príncipe Charles e da Princesa Diana em seu próximo ano. Detalhe: “Feud” ainda não estreou sua 1ª temporada, o que só vai acontecer no domingo (5/3), revivendo a lendária competição entre as divas de Hollywood Bette Davis (“A Malvada”) e Joan Crawford (“A Dominadora”), que, durante as suas carreiras, disputaram não só os mesmos papéis no cinema, mas até os mesmos homens. Em entrevista recente ao site The Hollywood Reporter, Ryan Murphy afirmou que pretendia se focar a cada ano num tipo de disputa diferente. “Eu não quero fazer outra rixa de mulheres, e certamente não faria outra disputa em Hollywood, porque não há como superar Bette [Davis] e Joan [Crawford]”, disse, sobre os próximos temas da atração. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada será transmitida no começo de 2018. O anúncio foi feito após a Netflix vencer vários prêmios com a série “The Crown”, focada na família real britânica. Enquanto a 1ª temporada mostrou a juventude e a coroação da Rainha Elizabeth II, a 2ª temporada, atualmente em produção, trará a infância do Príncipe Charles. Os planos da produção da Netflix previam mostrar o casamento com Diana na 3ª temporada, que será disponibilizada meses após a exibição de “Feud”. “Feud” quer dizer rixa em inglês e pode causar uma rixa real entre o FX e a Netflix. O que combina com a intenção de seu criador. FX vs. Netflix também pode render uma boa história.
Primeiro teaser legendado do novo filme do diretor de Expresso do Amanhã traz Tilda Swinton e um monstro
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Okja”, o novo filme do diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Expresso do Amanhã”). A prévia destaca a personagem de Tilda Swinton (que trabalhou com Joon-Ho em “Expresso do Amanhã”), apresentada como uma cientista, e também a criatura do título, que aparentemente é um monstro bonzinho. Segundo a sinopse, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. O elenco também conta com Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro”, primeiro filme de monstros de Bong Joon-ho. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e a estreia vai acontecer no dia 28 de junho.
Novo filme do diretor de Esquadrão Suicida com Will Smith ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor de “Esquadrão Suicida”. A prévia inicia como um filme de gangues, com Will Smith uniformizado num carro patrulha da polícia, atravessando zonas de aparentes protestos raciais, antes que o clima mude completamente, introduzindo monstros e efeitos visuais de sci-fi. Com direção de David Ayer, “Bright” também inclui em seu elenco Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Lucy Fry (série “11.22.63”) e Noomi Rapace (“Prometheus”), vista como uma espécie de elfa no vídeo. O roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) se passa em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com fadas e Orcs, mas não numa era medieval como nas aventuras da Terra Média. A ação se passa em cenários contemporâneos do século 21. Na verdade, a sinopse evoca uma espécie de “Nação Alien” (1988) dos contos de fada. Ward (Will Smith), um ser humano, e Jakoby (Joel Edgerton), um orc, embarcam numa patrulha noturna de rotina que irá alterar o destino do planeta. Lutando tanto com suas próprias diferenças pessoais quanto contra seus inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa e uma relíquia perdida, que em mãos erradas pode destruir o mundo. A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobrirão as despesas de filmagens. A prévia até brinca ao sugerir que o filme vai estrear “em breve nos”… rapidamente trocado para “em breve na”. Netflix, é claro. A previsão, por sinal, é de um lançamento em dezembro.












