Diretor de Star Trek: Sem Fronteiras vai filmar conflito entre a SWAT e os Panteras Negras
O diretor Justin Lin, responsável pelo filme “Star Trek: Sem Fronteiras” e a maior parte dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”, prepara um novo filme. Ele vai dirigir o thriller de época “The Stand Off” para o Netflix. A trama é baseada em eventos reais, e mostrará o conflito entre a recém-criada tropa da SWAT e os Panteras Negras, organização formada por afrodescendentes durante os anos 1960, com o objetivo de formar uma milícia armada para monitorar e prevenir abusos racistas da polícia americana e realizar programas sociais para as comunidades carentes. Uma verdadeira batalha campal teve início quando a SWAT iniciou a primeira grande operação de sua história, ao tentar invadir o quartel-general da organização na Califórnia, em 1969, provocando um tiroteio que terminou com oito feridos. Por causa da ação desastrosa da polícia, a justiça entendeu que os militantes dos Panteras Negras agiram em legítima defesa ao se defenderem do ataque da SWAT. Mas a organização continuou a ser tratada como terrorista e seus membros caçados pelo FBI. Muitos foram assassinados em tiroteios ou presos com longas sentenças, mas a polícia também infiltrou agentes para causar brigas internas entre os militantes, até os Panteras Negras acabarem na virada para os anos 1980. Ainda não há elenco definido ou previsão de estreia para a produção.
Tom Hardy vai estrelar filme sobre tropa de SEALs com produção de Ridley Scott
Tom Hardy e Ridley Scott, que dividem a produção da série “Taboo”, vão voltar a se juntar, desta vez num projeto de cinema chamado “War Party”. Hardy vai estrelar e Scott produzir, enquanto o cineasta neozelandês Andrew Dominik (“O Homem da Máfia”) se responsabiliza pelo roteiro e a direção. A produtora Scott Free, de Ridley Scott, levou o projeto para o mercado e gerou uma disputa acirrada entre estúdios de cinema e sites de streaming pelos direitos de distrubuição. A Netflix acabou vencendo o leilão, num acordo milionário. Não há detalhes sobre a trama, mas o site The Hollywood Reporter apurou que ela deve se basear na história real de SEALs da marinha americana, já que o acordo inclui direitos sobre histórias de vida de militares. Não há datas previstas para o começo da produção ou sua estreia.
13 Reasons Why: Série teen do diretor de Spotlight ganha vídeo legendado com comentários do elenco
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “13 Reasons Why“, produzida pela cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”) e o cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”). A prévia traz o elenco da produção comentando a trama. Baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, a série gira em torno do adolescente Clay, que recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker, menina por quem ele era apaixonado e que cometeu suicídio recentemente. Nelas, a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida. Ele é um deles e precisa passar a mensagem para os demais envolvidos. O protagonista é vivido por Dylan Minnette (“O Homem nas Trevas”) e a suicida é interpretada pela novata australiana Katherine Langford. O elenco jovem ainda inclui Alisha Boe (“Atividade Paranormal 4”), Justin Prentice (série “Awkward.”), Devin Druid (“Mais Forte que Bombas”), Miles Heizer (série “Parenthood”), Christian Navarro (série “Vinyl”), Ross Butler (série “Riverdale”) e o brasileiro Henry Zaga (série “Teen Wolf”). Entre os adultos, o destaque fica com Kate Walsh (a Drª. Addison Montgomery de “Grey’s Anatomy” e “Private Practice”) como a mãe de Hannah, e Derek Luke (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) como Mr. Porter, o orientador da estudante. Desenvolvida pelo dramaturgo Brian Yorkey, vencedor do Pulitzer pela peça “Next to Normal”, a série seria originalmente estrelada por Selena Gomez, no papel de Hannah. Mas os problemas de saúde e carreira musical da estrela pop impossibilitaram a negociação. Mesmo assim, ela decidiu se envolver na produção da série ao lado de Yorkey e McCarthy. O diretor do filme vencedor do Oscar 2016, por sinal, assina os dois primeiros capítulos da atração. Mas ele não é o único cineasta envolvido na produção. Ninguém menos que cultuado diretor indie Gregg Araki (“Mistérios da Carne”, “Pássaro Branco na Nevasca”) também comanda dois episódios. Os demais estão a cargo de Carl Franklin (“O Diabo Veste Azul”), Kyle Patrick Alvarez (“O Experimento de Aprisionamento de Stanford”) e Jessica Yu (documentário “In the Realms of the Unreal”). Com 13 episódios – um para cada “porquê” – , a série estreia em 31 de março.
Melissa Leo é A Mulher Mais Odiada da América em trailer de drama baseado em crime real
A Netflix divulgou o trailer e 9 fotos de “A Mulher Mais Odiada da América”, mais um filme exclusivo da plataforma. Baseado numa história real, o drama traz Melissa Leo (“Snowden”) como Madalyn O’ Hair, que em 1964 ganhou a manchete da revista Life que dá título à produção. Tudo começou quando ela questionou a obrigatoriedade do Pai Nosso na escola de seu filho, levando o caso para a Suprema Corte americana, que considerou inconstitucional rezar e praticar a leitura da Bíblia nas escolas públicas dos EUA em 1963. Ateísta convicta, Madalyn O’ Hair levou adiante sua luta ao fundar uma organização para defender a separação completa do Estado e da Igreja. E cultivou o ódio de inúmeras associações cristãs em aparições na mídia, questionando a crença religiosa. Até que simplesmente desapareceu em 1995, junto do filho, da neta e de US$ 500 mil das contas de sua ONG. A polícia não se empenhou em investigar, acreditando numa nota deixada em sua residência comunicando que ela iria viajar. Mas a mulher mais odiada da América tinha sido sequestrada. Como os anos se passaram, a polícia retomou o caso e só foi descobrir que fim ela tinha levado em 2001. A produção é indie e de baixo orçamento, rodada em apenas 18 dias, e só saiu do papel porque a Netflix topou. Segundo o diretor e roteirista Tommy O’Haver ninguém queria financiar o projeto, tamanha é a rejeição do ateísmo nos EUA. Apesar de ter feito muito sucesso com a fábula cômica “Uma Garota Encantada” (2004), estrelada por Anne Hathaway, O’Haver não filmava há dez anos, desde que seu “Um Crime Americano” (2007) lembrou outra história real impactante, de uma jovem presa no porão de uma casa nos anos 1960, o caso verídico que inspirou diversos filmes de terror. O elenco de “A Mulher Mais Odiada da América” inclui ainda Juno Temple (série “Vinyl”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”), Vincent Kartheiser (série “Mad Men”), Josh Lucas (série “Os Mistérios de Laura”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”) e o veterano Peter Fonda (“Motoqueiro Fantasma”). A première aconteceu no Festival SXSW e a estreia está marcada para a próxima sexta (24/3) na plataforma de streaming.
Netflix imita os críticos Ebert e Siskel ao substituir classificação de estrelas por polegares
A Netflix anunciou na noite da última quinta-feira (16/3) que vai abandonar o sistema de avaliação com cinco estrelas usado atualmente no serviço de streaming em favor de opções de polegares: virado pra cima (“gostei”) e virado pra baixo (“não gostei”). Segundo a Netflix, o sistema foi testado com diversos usuários em 2016 e o crescimento de avaliações que usaram a classificação de polegares foi 200% maior que as tradicionais estrelas. De acordo com o vice-presidente de produção da plataforma, Todd Yellin, a mudança se fez necessária porque os usuários da Netflix classificam com 5 estrelas documentários e filmes premiados, e com 3 estrelas filmes “bobos” ou comédias populares. Ainda assim, estes últimos acabavam sendo muito mais assistidos que os primeiros. Para um usuário regular que se baseia nas estrelas, portanto, a medida foi deixando de fazer sentido. Assim, ao clicar no “gostei”, o algorítimo do serviço vai te recomendar filmes e séries baseados em recomendações de grupos de usuários com gostos parecidos. Vale lembrar que esse “sistema” de classificação de filmes não é uma novidade da era digital. Muito antes do Facebook, os já falecidos críticos de cinema Roger Ebert e Gene Siskel instituíram o uso do polegar para determinar se um filme era bom ou ruim há 30 anos, no programa de TV “Siskel & Ebert & the Movies”. As famílias dos dois críticos, inclusive, detém os direitos autorais da classificação de “dois polegares pra cima”, dada aos filmes classificados como ótimos.
Sci-fi brasileira 3% é a série de maior sucesso internacional da Netflix em idioma “estrangeiro”
A Netflix anunciou que “3%”, sua primeira série brasileira, é também a série em língua estrangeira mais assistida nos EUA de seu serviço. O comunicado oficial da empresa afirmou ainda que mais da metade da audiência da série vem de mercados internacionais. Erik Barmack, vice-presidente de Originais Internacionais da Netflix, justificou o sucesso em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, afirmando a série possui uma trama capaz de gerar empatia de diferentes públicos ao redor do mundo. “A série foi amplamente vista fora do Brasil em diversos países, o que nos mostra que há sempre um público para uma grande narrativa, seja com conteúdo produzido nos Estados Unidos, Brasil, Singapura, Austrália, Índia ou no Oriente Médio. O sucesso da série em todo o mundo nos levou a confirmar a 2ª temporada assim que ela foi lançada. Os produtores, diretores e elenco brasileiros de ‘3%’ construíram uma série atraente que questiona a dinâmica da sociedade ao colocar os personagens em um processo de sobrevivência cruel para chegar ao ‘outro lado’.” O resultado foi fruto de um levantamento levando em consideração todas as séries faladas em outro idioma que não o inglês exibidas pelo serviço de streaming. Disponibilizada pela Netlix em mais de 190 países, a série também foi elogiada por publicações internacionais como a revista The Hollywood Reporter e o site IndieWire, apesar da crítica brasileira ter sido reticente. Apesar desse sucesso, a série conta com um dos menores orçamentos entre as atrações da Neflix. Para se ter noção, um único episódio de “The Crown” custa praticamente duas temporadas de “3%”. Criada por Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), “3%” teve seus sete episódios iniciais disponibilizados em 25 de novembro, com direção do uruguaio Cesar Charlone (“Artigas, La Redota”), indicado ao Oscar pela fotografia de “Cidade de Deus” (2002). O anúncio da renovação veio logo em seguida, em 4 de dezembro. Mas até agora não há previsão para a estreia da sua 2ª temporada.
Vídeo anuncia estreia da 2ª temporada de Master of None
O site de streaming Netflix divulgou um teaser para anunciar a data de estreia da 2ª temporada de “Master of None”, série de comédia criada e estrelada por Aziz Ansari após o fim de “Parks and Recreation”. A série usa de metalinguagem para a companhar o cotidiano de Dev (Ansari), um ator de 30 anos em Nova York. Desenvolvida em parceria com o produtor-roteirista Alan Yang (também de “Parks and Recreation”), a atração venceu o prêmio Critics Choice de Melhor Série de Comédia de 2015 e retorna com mais 10 episódios inéditos no dia 12 de maio.
Netflix vai finalizar filme que Orson Wells deixou inacabado há mais de 30 anos
A Netflix irá restaurar e finalizar o último filme de Orson Wells, considerado um dos maiores gênios da sétima arte, 32 anos após a morte do diretor. Intitulado “The Other Side of the Wind” (O Outro Lado do Vento, em tradução literal), o filme é um dos grandes “mistérios” do cinema mundial. Ele começou a ser produzido em 1970, mas problemas financeiros impediram que fosse concluído até a morte do cineasta em 1985. Com ares de sátira, a trama acompanha o retorno de um cineasta que já foi famoso. Ele volta à Hollywood depois de anos em um semi-exílio na Europa e, visando recuperar o antigo reconhecimento, planeja lançar um grande filme, também chamado “The Other Side of the Wind”. O elenco incluía os falecidos John Huston e Dennis Hopper, ao lado de Peter Bogdanovich, todos diretores de cinema. Bogdanovich, inclusive, ajudará na edição final do longa. Segundo o site americano Internet Movie Database (IMDb), toda a filmagem foi finalizada por Welles, cabendo à Netflix bancar o processo de pós-produção. A finalização será supervisionada por Frank Marshall, produtor de “Jurassic World”, “Jason Bourne” e da franquia “Indiana Jones”, entre outros títulos. A Netflix ainda não divulgou nenhuma previsão para a estreia do longa.
Jake Johnson é viciado em jogo no trailer legendado de Apostando Tudo
A Netflix divulgou o trailer legendado da comédia indie “Apostando Tudo”, estrelada por Jake Johnson (série “New Girl”). A prévia resume a trama, mostrando o personagem do ator como um viciado em jogo que jamais venceu nada. Um dia, ele recebe uma proposta pare recuperar seu dinheiro: guardar a bolsa de um homem sentenciado à prisão, sem nunca olhar o que ela tem dentro. Lógico que ele não resiste e descobre que a bolsa está cheia de dinheiro. O que ele faz a seguir dá título para a produção. Mas antes que as consequências aconteçam, ainda dá tempo para se apaixonar. O próprio Johnson assina o roteiro em parceria com o diretor do filme, Joe Swanberg (“Um Brinde à Amizade”). O elenco ainda inclui Keegan-Michael Key (“Tinha que Ser Ele?”), Joe Lo Truglio (série “Brooklyn 9-9”) e a atriz mexicana Aislinn Derbez (filha do comediante Eugenio Derbez) em seu primeiro filme americano, após estrear em inglês na série “Easy”, do próprio Swanberg. Exibido no Festival SXSW, “Apostando Tudo” estreia na Netflix no dia 7 de abril.
Better Call Saul ganha trailer com participação de Gus Fring
O canal pago americano AMC divulgou o trailer da 3ª temporada de “Better Call Saul”, que inclui uma aparição de Gus Fring, o vilão vivido por Giancarlo Esposito em “Breaking Bad”. Anteriormente, o canal já tinha lançado uma prévia da atração, concebida como um comercial da rede de fast food do personagem. “Better Call Saul” é justamente um spin-off de “Breaking Bad” e a aparição do vilão favorito daquela série deve marcar uma guinada na trama, com a aguardada transformação do advogado bem-intencionado Jimmy McGill (Bob Odenkirk) no picareta Saul Goodman. A 3ª temporada estreia nos EUA em 10 de abril. No Brasil, os episódios inéditos são exibidos pela Netflix com um dia de diferença.
House of Cards chega na TV paga brasileira
Pela primeira vez, uma série da Netflix será exibida pela TV paga brasileira. “House of Cards”, a segunda produção original do serviço de streaming, vai estrear no canal pago Paramount nesta terça (14/3), às 22h. É uma chance para quem não é assinante da Netflix descobrir do que se trata a produção premiada, cujo sucesso e reconhecimento foram responsáveis por mudar a percepção do que significa uma boa série, ao mostrar que o gênero não depende mais da televisão para existir e até mesmo evoluir. A exibição será semanal e começará com a 1ª temporada. Na estreia, o canal transmitirá os dois primeiros episódios, que foram dirigidos pelo cineasta David Fincher (“Garota Exemplar”), vencedor do Emmy 2013 pelo trabalho. A série retrata os bastidores da política norte-americana numa trama sobre a ambição de um político inescrupuloso, o já icônico Frank Underwood (vivido por Kevin Spacey), capaz até de matar para se tornar presidente dos EUA. Assista abaixo o promo que divulga a versão televisiva da atração, que aparentemente será dublada – evidenciando, novamente, a vantagem da Netflix sobre a TV com horários e vícios marcados.
Desventuras em Série é renovada para a 2ª temporada
A Netflix nunca fez mistério sobre suas ambições para a franquia “Desventuras em Série”. Mas isso não a impediu de fazer mistério para revelar o anúncio da renovação da série. A notícia veio acompanhada de um vídeo enigmático, cheio de pistas ocultas, que pode ser conferido abaixo. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix: a série atraiu em média 3,7 milhões de assinantes americanos por minuto. Em termos de comparação, o resultado é superior à audiência que a mesma empresa registrou para as séries de streaming de super-heróis da Marvel. A 1ª temporada “Luke Cage” teria atingido 3,3 milhões de espectadores por minuto, enquanto a 2ª de “Demolidor” foi vista por 3,2 milhões. Em todo o catálogo da Netflix, apenas três séries teriam mais audiência: a 1ª temporada de “Fuller House” (7,3 milhões), a 4ª de “Orange Is the New Black” (5,8 milhões) e o revival “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar” (4,8 milhões). Ninguém duvidava da renovação, agora confirmada – bem, praticamente confirmada – no vídeo abaixo. Mas ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Ator de Punho de Ferro defende a série das críticas negativas
Primeira série da parceria entre Marvel e Netflix a receber críticas negativas, “Punho de Ferro” deixou seu protagonista na defensiva. Em entrevista ao jornal Metro, o ator Finn Jones (o Loras Tyrel de “Game of Thrones”) usou os mesmos argumentos de Ben Affleck e Henry Cavill sobre “Batman vs Superman”: é uma obra para os fãs e não para a crítica. “Bem, eu acho que há vários fatores. O que vou dizer é que séries e filmes não são feitos para críticos, eles são em primeiro lugar feito para os fãs. Eu também acho que alguns dos comentários que vimos foram de críticos que assistiram à série com um olhar bastante específico, e eu acho que quando os fãs do mundo Marvel-Netflix e os fãs de quadrinhos assistirem a série apenas como um bom entretenimento de super-herói, então eles vão realmente apreciar, eles enxergam além. É uma série fantástica que é realmente divertida, e eu acredito que ela se equipara as outras séries dos Defensores, sem dúvida.” A principal crítica é em relação ao ritmo arrastado da produção, mais lento ainda que “Luke Cage”. Mas a crítica viu apenas seis dos 13 episódios da série, adiantados pela Netflix. E os capítulos seguintes podem ser completamente diferentes. Para conferir, os fãs só precisarão esperar até sexta (17/3), quando todos os episódios serão disponibilizados na Netflix.












