Netflix planeja reboot da animação Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?
A Netflix vai produzir um reboot da série de animação dos anos 1990 “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”, com a atriz Gina Rodriguez (série “Jane The Virgin”) como dubladora da protagonista. A animação original, por sua vez, era baseada num jogo homônimo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”), criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, e lançado em 1985 com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realiza roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. Não há maiores informações sobre o reboot da Netflix, que teve sua produção identificada pelo site Tracking Board, mas ainda não foi oficialmente anunciada. Antes desse projeto vir à tona, a atriz Jennifer Lopez (série “Shades of Blue”) chegou a negociar com a produtora Walden Media estrelar um filme “live action” da personagem fugitiva.
Exibidores franceses protestam contra filmes da Netflix no Festival de Cannes
Os donos das empresas de exibição de cinema da França decidiram protestar contra o Festival de Cannes. Eles não gostaram de ver dois filmes da Netflix na programação do evento deste ano. “Okja”, de Bong Joon-Ho, e “The Meyerowitz Stories”, de Noah Baumbach, são as duas produções do serviço de streaming na programação do festival. Os exibidores franceses questionam porque estes filmes foram escolhidos, se eles não passarão nos cinemas e a Netflix inclusive fechou seu escritório em Paris. Afinal, a exibição online os qualifica a participar de um festival de cinema? A questão tem desdobramentos interessantes, desde a discussão do que é cinema – as salas que realizavam a projeção tradicional de película agora fazem exibição digital – e até mesmo filme – o processo de filmagem tradicional também foi abandonado pela gravação digital. A produção cinematográfica mudou completamente graças à evolução tecnológica, desde que os filmes eram realizado sem som e em preto e branco, a ponto de todos os “filmes” de Cannes terem sua produção digitalizada. Mas vale observar que protesto é encabeçado por uma entidade, o Centro Nacional de Cinema, que é subsidiado por uma taxa cobrada na exibição de filmes nos cinemas franceses, e por isso tem interesse econômico e não filosófico na questão. “A Netflix vem evitando as regulações francesas e as obrigações fiscais. Essas leis ajudam a financiar nossa forte indústria e o ecossistema que permite a seleção de muitos filmes franceses e estrangeiros a serem feitos”, declarou o CNC em comunicado à imprensa. Segundo fontes das revistas Variety e The Hollywood Reporter dentro da indústria francesa de cinema, a Netflix e os exibidores franceses devem negociar para fazer com que os dois filmes sejam exibidos nos cinemas do país. O diretor do festival Thierry Fremaux sugeriu que Ted Sarandos, principal executivo do serviço de streaming, deverá fazer um anúncio importante durante o Festival de Cannes.
Ator de 13 Reasons Why agradece fãs brasileiros pintando as unhas com desenho da bandeira
O ator Justin Prentice, que vive Bryce em “13 Reasons Why”, aproveitou sua súbita popularidade para agradecer aos fãs brasileiros da série. Como seu personagem despertou reações fortes, ele gostou de ver que o público brasileiro soube separar sua pessoa real da ficção e tomou o seu partido, elogiando seu trabalho na série. Os brasileiros também lotaram seu perfil no Instagram, o que o inspirou a pintar suas unhas com a bandeira do Brasil, em reconhecimento. Ele postou um vídeo para comemorar o crescimento do público de seu perfil, em que revelou as unhas bandeirosas e fez um trocadilho que só faz sentido em inglês – com a palavra “unha” (nail) numa expressão que se traduz aqui como “arrasei” (nailed it). “Obrigado pelas mensagens de apoio, por terem me defendido. Recebi várias mensagens do Brasil e isso é incrível, muito legal. Então, saudações ao Brasil. Eu vou dar um zoom para mostrar isso. Eu mesmo que fiz. Eu arrasei! É melhor eu ir agora!”, disse o ator. Curiosamente, a Netflix trouxe três atores da série à CCXP Tour Nordeste, que apesar do nome não é uma agência de viagens nordestina, mas a Comic-Con de Recife. Prentice, com seu amor verde e amarelo, ficou de fora. Shout out to all of you. Y'all are amazing! #iusedafilter #worstjokeever Uma publicação compartilhada por @justin.prentice em Abr 11, 2017 às 4:20 PDT
Jon Bernthal é flagrado com o colete de caveira do Justiceiro no set da série do herói
Os paparazzi flagraram novas cenas das gravações da série do Justiceiro produzida pela Netflix. As imagens registram o ator Jon Bernthal com o famoso colete de caveira do personagem dos quadrinhos da Marvel. Introduzido na 2ª temporada de “Demolidor”, o Justiceiro teve a produção de sua série solo anunciada em abril. A atração será escrita e produzida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”). A série ainda não teve sua data de estreia definida, mas deverá chegar à Netflix ao longo de 2017.
Netflix compra mais um filme estrelado por Adam Sandler
Não satisfeita com o filme que ainda resta rodar no contrato original que fechou com o comediante Adam Sandler e os quatro contratados num novo acordo, a Netflix comprou os direitos de distribuição de outro longa com o ator. Trata-se de “The Meyerowitz Stories”, a nova obra do cineasta indie Noah Baumbach (“Frances Ha”). “The Meyerowitz Stories” gira em torno da família do título, que se reúne para preparar uma festa de retrospetiva da carreira do patriarca. Sandler é um dos integrantes da família e a produção também conta com interpretações de Ben Stiller (“Zoolander”), Elizabeth Marvel (série “House of Cards”), Candice Bergen (“O Casamento do Meu Ex”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), a cineasta Rebecca Miller (“Maggie Tem um Plano”) e Dustin Hoffman (“Trocando os Pés”) como o patriarca. O filme foi selecionado para o Festival de Cannes 2017, o que coloca a empresa na festa mais exclusiva dos cinéfilos europeus, que barrou os grandes estúdios de Hollywood neste ano.
“Polêmica” série Cara Gente Branca ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado completo da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), que provoca discussões sobre racismo com muito bom humor. O tom é bem mais leve que o primeiro teaser, que levou usuários brancos a proporem boicote à plataforma, acusando a série de ser racista, e deixou o cineasta Justin Simien feliz da vida. “Obrigado por me ajudarem a fazer o teaser da série se tornar o vídeo mais visto na história da Netflix!”, ele postou no Twitter. “Mais de 3 milhões de visualizações. Mal posso esperar para ver o que vai acontecer quando lançar o trailer propriamente dito”. Pois ele lançou. E é perfeitamente inofensivo. A série tem o título original do filme, “Cara Gente Branca”, que foi premiado no Festival de Sundance de 2014. O diretor e roteirista do longa, Justin Simien, assina todos os textos e a direção do capítulo de estreia. Totalmente independente, o filme original foi feito por meio de financiamento coletivo e contava a história de quatro jovens negros que ingressavam na universidade e se deparavam com o racismo da instituição. Quando os alunos brancos decidem dar uma festa temática sobre a raça negra, os quatro se mobilizam e passam a questionar tudo, inclusive o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. “Cara Gente Branca” também foi premiado como Melhor Roteiro de Estreia no Spirit Awards (o Oscar indie) de 2015. Mesmo assim, foi lançado no Brasil apenas em VOD (video on demand). A série também já chega à Netflix premiada. A produção foi exibida no Festival SXSW, de onde saiu com o troféu da seção Episodic, dedicada a produções seriadas.
Grace and Frankie é renovada e adiciona Lisa Kudrow em sua 4ª temporada
A Netflix renovou “Grace and Frankie” para uma 4ª temporada e confirmou o ingresso de Lisa Kudrow no elenco da produção, divulgando a primeira foto da sua personagem na série. A atriz viverá Shereen, a manicure de Grace (Jane Fonda) que ameaçará a amizade da protagonista com Frankie (Lily Tomlin). Sua participação marcará um reencontro com Marta Kauffman, co-criadora de “Friends”, que também é responsável por “Grace and Frankie”. Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, que trabalharam juntas na comédia clássica “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”).
Adam Sandler confessa que nem suas filhas são muito fãs de seus filmes
Adam Sandler não tem feito muito sucesso nem em casa. Durante participação no programa da comediante Ellen Degeneres, o comediante admitiu que suas duas filhas não estão entre as maiores fãs de seus filmes. Claro que ele contou isso com muito bom humor. Na verdade, a entrevista é mais engraçada que seus filmes e pode ser vista na íntegra abaixo. O assunto veio à tona quando a apresentadora lembrou que as meninas, de oito e dez anos de idade, não podem ver os filmes do pai, já que recebem classificação “R”, proibido para menores nos EUA. E Sandler contou que, mesmo assim, mostra alguns, que considera passavelmente mais adequados. “Elas imploram para ver. Elas falam ‘por favor, não é justo. Deixa a gente assistir seus filmes. As pessoas gritam coisas para você nas ruas. E não faço ideia do que elas estejam falando'”, contou, arrancando risos com seu humor autodepreciativo. E foi aí que explicou. “Eu diria que com 20 minutos [de filme] elas já ficam distraídas. E aí elas ficam nervosas em falar, mas é tipo ‘podemos assistir outra coisa?'”, brincou Sandler. “Mas tudo bem, eu digo ‘Não'”, completou. Recentemente, o comediante assinou um novo contrato de quatro filmes com a Netflix, renovando o acordo que fechou em 2014 com o serviço de streaming. Da primeira leva, apenas duas comédias estrearam, “The Ridiculous 6” (2015) e “Zerando a Vida” (2016), com a terceira, “Sandy Wexler”, programada para 14 de abril. Vale ressaltar que “The Ridiculous 6” é uma unanimidade absoluta no site Rotten Tomatoes: um dos piores filmes de todos os tempos, com avaliação de 0% de 33 críticos. Por sua vez, “Zerando a Vida” teve 5% de aprovação. Apesar da rejeição, o CEO da companhia, Ted Sarandos, afirma que “a coisa mais global na Netflix é Adam Sandler”.
Cena tensa revela o começo da 5ª temporada de Orange Is the New Black
A Netflix divulgou um vídeo com a primeira cena da 5ª temporada de “Orange Is the New Black”. A prévia recorda o ponto tenso em que a trama foi interrompida, num dos maiores ganchos de toda a série. A cena se passa em meio a uma rebelião no presídio feminino de Litchfield, com Dayanara (Dascha Polanco) de revólver em punho, apontando para um dos carcereiros, enquanto as demais presidiárias gritam para ela atirar. Anteriormente, a atriz Danielle Brooks, intérprete de Taystee, adiantou que toda a 5ª temporada se desenrolará no período de 72 horas após esta cena. Infelizmente, o suspense vai permanecer por muito tempo, pois a série só vai voltar em 9 de junho. Veja abaixo.
Polêmica: psiquiatras alertam que assistir 13 Reasons Why pode ser perigoso
Como tudo que repercute com intensidade, a série “13 Reasons Why” começou a render ressalvas. A situação é mais complicada, neste caso, por se tratar de receios da comunidade psiquiátrica. Produzida pela cantora Selena Gomez, que diz ter se identificado com as situação de depressão vivida por sua protagonista, a série adapta o livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, que lista 13 motivos que levaram uma jovem ao suicídio. Em seu Facebook, o psiquiatra Luís Fernando Tófoli divulgou um texto com 13 Alertas sobre “13 Reasons Why” para pais, educadores e profissionais de saúde. Em um trecho, ele afirma: “O programa tem o potencial de causar danos a pessoas que estão emocionalmente fragilizadas e que poderão, sim, ser influenciadas negativamente. Não é absurdo inclusive considerar que, para algumas pessoas, a série possa induzir ao suicídio. Portanto, pessoas em situações de risco deveriam ser desencorajadas a assistir a série”. O comentário leva à questionar se “13 Reasons Why” pode servir de gatilho para quem sofre de depressão ou tem tendências suicidas. Por tratar o suicídio de forma metódica e explícita, poderia a série influenciar adolescentes a se matarem? “Não é uma opinião pessoal, e sim um fato: a veiculação ou divulgação de um suicídio pode inspirar pessoas que pensam no assunto”, disse Carmita Abdo, presidente da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), ao jornal O Globo. “Se, por um lado, estamos nos solidarizando pela Hannah e mostrando os riscos que ela pode sofrer dentro de situações cotidianas, por outro estamos, talvez sem saber, dando munição para muitos indivíduos que sofrem de desequilíbrio mental. Uma saída para a ficção é falar sobre o suicídio como algo que se pode combater, em vez de se afirmar somente que é um evento horrível.” No fim do 13º e último episódio, a Netflix exibe um documentário de 30 minutos com atores, produtores e psiquiatras alertando sobre os perigos e impactos psicológicos dos temas retratados na série. Também traz um link (13reasonswhy.info) no qual jovens que enfrentam problemas semelhantes podem buscar ajuda — no Brasil, os contatos do Centro de Valorização da Vida (CVV), estão disponíveis. Além disso, no começo dos episódios com conteúdo de violência ou abuso sexual, uma mensagem é exibida recomendando a discrição do espectador. De acordo com Carlos Correia, voluntário do CVV, desde a estreia da série o número de atendimento diários aumentou de 50 para cerca de 300 e, muitas vezes, “13 Reasons Why” é mencionada. “Essa é uma situação comum na ficção, já aconteceu com outras séries, filmes, livros. Vimos como positiva a oportunidade de ajudar os espectadores da série, que podem nunca ter ouvido falar no CVV”, defende Correia. No documentário exibido ao final da série, produtores e roteiristas se defendem. “Muitas pessoas nos perguntaram por que nós mostramos Hannah se matando da forma como fizemos. Trabalhamos duro para que (a cena) não fosse gratuita. Queríamos que fosse difícil de ver, para ficar claro que não há nada que valha a pena (no suicídio)”, diz o showrunner Brian Yorkey.
Netflix fura Hollywood com gravação secreta de série sobre El Chapo
A Neflix saiu na frente na disputa para ver quem leva primeiro a vida do narcotraficante Joaquin “El Chapo” Guzman para as telas. Enquanto Sony e Fox brigam para adiantar projetos cinematográficos sobre a trajetória do ex-chefe do cartel de Sinaloa, preso em janeiro do ano passado, a plataforma de streaming fechou parceria com o canal Univision e gravou toda a 1ª temporada de sua série, que já tem fotos, teaser e estreia ainda neste mês de abril. Veja abaixo. As gravações aconteceram no mais completo sigilo na Colômbia. Segundo a agência Associated Press, as pessoas que viviam próximas às locações foram informadas de que, na verdade, as gravações eram para uma novela chamada “Dolores de Amor”. Apesar de El Chapo ser o maior narcotraficante do México, as locações usadas foram as mesmas da série “Narcos” sobre o colombiano Pablo Escobar. Além de garantir segredo, foram apontados conhecimento prévio da equipe técnica e questões de segurança como razão das filmagens na América do Sul. Mas a produção, que se chama “El Chapo”, tem ainda um grande obstáculo para ser exibida: os advogados do verdadeiro El Chapo. Eles vem apresentando uma série de recursos para impedir que o nome do traficante seja utilizado sem sua autorização. “Se eles estão produzindo algo que ele (El Chapo) não autorizou, se eles começarem a atacá-lo, ou publicarem algo sobre sua vida pessoal, eles vão ter que responder de acordo com a lei”, declarou Jose Refugio Rodriguez, um dos advogados do traficante, à AP. Outro advogado do traficante, Andres Granados, disse que as empresas deveriam pagar por usar o apelido de Joaquin “El Chapo” Guzman como título da série. “Se eles colocarem essa série no ar, eles serão processados”, falou Granados. “Eles, por necessidade, precisam da autorização do Sr. Guzman, porque ele ainda não está morto.” Mas há uma brecha legal que permite a produção. Apaixonado pela atriz mexicana Kate del Castillo, que foi responsável pelo encontro entre El Chapo e o ator Sean Pen, após o qual El Chapo foi preso, o criminoso concedeu os direitos de sua vida para que ela pudesse contar sua história como preferisse. Del Castillo, no entanto, não disse o que faria com esses direitos. Na série, o traficante é interpretado por Marco de la O, ator mexicano de 38 anos, que tem a aparência física muito similar a El Chapo. Sobre o papel, ele afirmou: “Eu não posso julgá-lo. Da perspectiva do ator, você não pode dizer se o personagem é bom ou ruim… Nós contamos a verdade, e a verdade pode ser dura.” El Chapo ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamentos com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, e só foi definitivamente preso em janeiro, seis meses após uma fuga espetacular da prisão de segurança máxima de Altiplano, após aceitar ser entrevistado pelo ator Sean Penn para uma reportagem da revista Rolling Stone. Ele também esteve na lista de bilionários da revista “Forbes” durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos. Além desta série, o canal History também desenvolve uma produção televisiva sobre o narcotraficante, que ironicamente está sendo escrita por Chris Brancato, o criador de “Narcos” na Netflix, enquanto a Fox atrai Ridley Scott e a Sony corteja Michael Bay para mostrar tudo isso, com menos detalhes, nos cinemas. A série “El Chapo” tem estreia marcada para 23 de abril no canal pago Univision, voltado às comunidades latinas dos EUA, e depois seguirá para distribuição mundial pela Netflix.
The Crown lidera indicações ao BAFTA TV, principal prêmio da televisão britânica
O BAFTA TV, principal prêmio da televisão britânica (equivalente ao Emmy americano), divulgou as indicações aos seus troféus de 2017. E a série da Netflix “The Crown”, sobre a rainha Elizabeth II, liderou a lista, com cinco nomeações, à frente de “Fleabag” e “Happy Valley”, que receberam três indicações cada. “The Crown” concorre como Melhor Série de Drama contra “The Durrells”, “Happy Valley” e “War & Peace”, que curiosamente é uma minissérie. Já a disputa de Melhor Série de Comédia ficou entre “Camping”, “Fleabag”, “Flowers” e “People Just do Nothing” Este ano, a lista de séries estrangeiras contemplou apenas produções americanas: “Stranger Things”, da Netflix, “The night of”, da HBO, “The People vs OJ Simpson: American Crime Story”, da FX, e “Transparent”, da Amazon. A cerimônia de premiação acontecerá em Londres, no dia 14 de maio. Veja a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao BAFTA TV 2017 Melhor Série de Drama “The Crown” “The Durrells” “Happy Valley” “War & Peace” Melhor Série de Comédia “Camping” “Fleabag” “Flowers” “People Just do Nothing” Melhor Atriz de Drama Claire Foy – “The Crown” Jodie Comer – “Thirteen” Nikki Amuka-Bird – “NW” Sarah Lancashire – “Happy Valley” Melhor Ator de Drama Adeel Akhtar – “Murdered by My Father” Babou Ceesay – “Damilola, Our Loved Boy” Benedict Cumberbatch – “The Hollow Crown: The Wars of the Roses” Robbie Coltrane – “National Treasure” Melhor Atriz de Comédia Diane Morgan – “Cunk On Shakespeare” Lesley Manville – “Mum” Olivia Colman – “Fleabag” Phoebe Waller Bridge – “Fleabag” Melhor Ator de Comédia Asim Chaudhry – “People Just do Nothing” David Mitchell – “Upstart Crow” Harry Enfield – “The Windsors” Steve Coogan – “Alan Partridge’s Scissored Isle” Melhor Atriz Coadjuvante Nicola Walker – “Last Tango in Halifax” Siobhan Finneran – “Happy Valley” Vanessa Kirby – “The Crown” Wunmi Mosaku – “Damilola, Our Loved Boy” Melhor Ator Coadjuvante Daniel Mays – “Line of duty” Jared Harris – “The Crown” John Lithgow – “The Crown” Tom Hollander – “The Night Manager” Melhor Minissérie “The Hollow Crown: The Wars Of The Roses” “National Treasure” “The Secret” “The Witness for the Prosecution” Melhor Telefilme “Aberfan: The Green Hollow” “Damilola: Our Loved Boy” “Murdered by My Father” “NW” Melhor Novela “Casualty” “EastEnders” “Emmerdale” “Hollyoaks” Melhor Série Estrangeira “The Night Of” “The People vs OJ Simpson: American Crime Story” “Stranger Things” “Transparent” Melhor Programa de Comédia “Charlie Brooker’s 2016 Wipe” “Cunk On Shakespeare” “The Last Leg” “Taskmaster” Melhor Programa de Entretenimento “Ant And Dec’s Saturday Night Takeaway” “Britain’s Got Talent” “Michael McIntyre’s Big Show” “Strictly Come Dancing” Melhor Apresentador de Programa de TV Adam Hills – “The last leg” Claudia Winkleman – “Strictly come Dancing” Graham Norton – “The Graham Norton Show” Michael McIntyre – “Michael McIntyre’s Big Show” Melhor Momento da TV “Game Of Thrones: Battle Of The Bastards” “The Late Late Show With James Corden: Carpool Karaoke with Michelle Obama” “Line Of Duty: Urgent Exit Required” “Planet Earth II: Snakes vs Iguana Chase” “Strictly Come Dancing: Ed Balls’ Gangnam Style” “Who Do You Think You Are?: Danny Dyer’s Origins” Melhor Reality Show “First Dates” “Muslims Like Us” “The Real Marigold Hotel” “The Secret Life of 5 Year Olds” Melhor Série Documental “Behind Closed Doors” “Hillsborough” “How To Die: Simon’s Choice” “Hypernormalisation” Melhor série de Não-Ficção “24 Hours In Police Custody” “Exodus: Our Journey to Europe” “Kids On The Edge” “The Prosecutors: Real Crime and Punishment” Melhor Programa Documental “Alan Bennett’s Diaries” “Attenborough’s Life That Glows” “Grayson Perry All Man” “Planet Earth II” Melhor Evento ao Vivo “The Centenary of the Battle of the Somme” “Shakespeare Live! From the RSC” “Stand Up to Cancer” “The Queen’s 90th Birthday Celebration” Melhor Reportagem “Inside Obama’s White House” “Teenage Prison Abuse Exposed” (Panorama) “Three Days of Terror – The Charlie Hebdo Attacks” (This World) “Unarmed Black Male” (This World) Melhor Cobertura Jornalística “Channel 4 News: Brexit – Day One” “BBC North West Tonight: Hillsborough Inquests” “Sky News Tonight – Aleppo: Death of a City” “Victoria Derbyshire” Melhor Cobertura de Esportes “The Open” – Sky Sports 1 “Rio 2016 Olympics” – BBC Sport/BBC One “Rio 2016 Paralympics Production Team” – Channel 4 “Six Nations” – England v Wales
Terror clássico A Assombração da Casa da Colina vai virar série da Netflix
Clássico da literatura de terror, “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House) vai virar série da Netflix. Segundo o site Deadline, a plataforma de streaming encomendou uma temporada de 10 episódios para o roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). A produção é da Amblin, empresa de Steven Spielberg, marcando a primeira parceria do cineasta com a Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura.












