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  • Série

    Jason Bateman revela foto dos cenários da 5ª temporada de Arrested Development

    1 de agosto de 2017 /

    O ator Jason Bateman divulgou no Twitter uma foto do cenário da série “Arrested Development”, indicando que a produção da próxima temporada da série já vai começar. Além da foto, ele escreveu: “Aqui vem o problema. Os Bluths se mudam de volta no dia 8.” A frase indica que as gravações da 5ª temporada vão começar na próxima terça, dia 8 de agosto, trazendo de volta o elenco original. “Arrested Development” gira em torno de uma família abastada que perdeu tudo, graças às falcatruas de seu patriarca, fazendo com que o filho mais velho tente manter todos juntos sem falir. Os novos episódios continuarão a história, com o retorno de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), bem como os pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), além dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett) e Buster Bluth (Tony Hale), sua irmã Lindsay Funke (Portia de Rossi), do marido dela, Tobias (David Cross), e a filha do casal Maeby (Alia Shawkat). A série foi originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, tendo conquistado uma farta coleção de prêmios e consagrando-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgata pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. A 5ª temporada, por sua vez, só vai estrear em 2018, registrando novo hiato de cinco anos. Here comes trouble. The Bluths move back in on the 8th. pic.twitter.com/0PF7ZqkmWM — Jason Bateman (@batemanjason) July 30, 2017

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  • Etc,  Filme,  Série

    Sam Shepard (1943 – 2017)

    1 de agosto de 2017 /

    O ator, roteirista e dramaturgo Sam Shepard morreu na última quinta-feira (26/7), aos 73 anos, em sua casa no estado americano de Kentucky. Ele foi vítima de complicações da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), e estava cercado pela família no momento da morte, segundo anunciou um porta-voz na segunda-feira (31/7). Vencedor do Pulitzer por seu trabalho teatral – pela peça “Buried Child” (1979) – e indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Os Eleitos” (1983), Samuel Shepard Rogers III nasceu em 1943, no estado de Illinois, filho de pai militar. Antes de ficar conhecido em Hollywood, ele tocou bateria na banda The Holy Modal Rounders (que está na trilha de “Sem Destino/Easy Rider”), e decidiu escrever peças num momento em que buscava trabalhos como ator em Nova York. Em 1971, escreveu a peça “Cowboy Mouth” com a então namorada Patti Smith, que marcou sua traumática estreia nos palcos. Já no início das apresentações, Shepard ficou tão perturbado por se apresentar diante do público que abandonou o palco e, sem dar nenhuma explicação, foi embora da cidade. Ele decidiu se concentrar em escrever. Acabou assinando até roteiros de cinema, como o clássico hippie “Zabriskie Point” (1970), de Michelangelo Antonioni, e a adaptação da controvertida peça “Oh! Calcutta!” (1972). Também escreveu, em parceria com Bob Dylan, “Renaldo and Clara” (1978), único longa de ficção dirigido por Dylan. O filme marcou a estreia de Shepard diante das câmeras, numa pequena figuração. Sentindo menos pânico para atuar em estúdio, enveredou de vez pela carreira de ator, trabalhando a seguir no clássico “Cinzas do Paraíso” (1978), de Terrence Malick, como o fazendeiro que emprega Richard Gere e Brooke Adams. Fez outros filmes até cruzar com Jessica Lange em “Frances” (1982). A cinebiografia trágica da atriz Frances Farmer iniciou uma longa história de amor nos bastidores entre os dois atores, que só foi encerrada em 2009. Na época, ele já era casado e o divórcio só aconteceu depois do affair. Shepard finalmente se destacou em “Os Eleitos”, o grandioso drama de Philip Kaufman sobre os primeiros astronautas americanos, no qual viveu Chuck Yeager, que quebrou a barreira do som e sucessivos recordes como o piloto mais veloz do mundo. Sua história corria em paralelo à conquista do espaço, mas chegava a ofuscar a trama central, a ponto de lhe render indicação ao Oscar – perdeu a disputa para Jack Nicholson, por “Laços de Ternura” (1983). Fez seu segundo filme com Lange, “Minha Terra, Minha Vida” (1984), enquanto escrevia o fabuloso roteiro de “Paris, Texas” (1985), dirigido por Wim Wenders, que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Paralelamente, ainda alinhavou a adaptação de sua peça “Louco de Amor” (1986). Dirigido por Robert Altman, “Louco de Amor” foi o filme que consagrou Shepard como protagonista, na pele do personagem-título, apaixonado por Kim Basinger a ponto de largar tudo para encontrá-la num motel de beira de estrada e convencê-la a dar mais uma chance ao amor. O ator e roteirista resolveu também virar diretor, e foi para trás das câmeras em “A Casa de Kate é um Caso” (1988), comandando sua mulher, Jessica Lange, num enredo sobre uma família que passou anos separada até finalmente decidir acertar as contas. O filme não teve a menor repercussão e Shepard só dirigiu mais um longa, o western “O Espírito do Silêncio” (1993), que nem sequer conseguiu lançamento comercial. Por outro lado, entre estes trabalhos ele se tornou um ator requisitado para produções de temática feminina, como “Crimes do Coração” (1986) e “Flores de Aço” (1989), que giravam em torno de vários mulheres e seus problemas, e de histórias de amor, como “O Viajante” (1991), “Unidos pelo Destino” (1994) e “Amores e Desencontros” (1997). Como contraponto a essa sensibilidade, também fez thrillers de ação em que precisou mostrar-se frio e calculista, como “Sem Defesa” (1991), de Martin Campbell, “Coração de Trovão” (1992), de Michael Apted, e “O Dossiê Pelicano” (1993), de Alan J. Pakula. Ele conseguiu o equilíbrio e se manteve requisitado, aparecendo em alguns dos filmes mais famosos do começo do século, como o thriller de guerra “Falcão Negro em Perigo” (2001), de Ridley Scott, e “Diário de uma Paixão” (2004), de Nick Cassavetes. Em 2005, estrelou seu último filme com Lange, “Estrela Solitária”, dirigido por Wim Wenders, como um astro de filmes de cowboy que abandona uma filmagem e tenta se reconectar com a família, apenas para descobrir que tem um filho que não conhece. Dois anos depois, fez um de seus melhores trabalhos como ator, “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford” (2007), de Andrew Dominik, no papel de Frank James, o irmão mais velho de Jesse, interpretado por Brad Pitt. Ele voltou a trabalhar com o diretor e com Pitt em “O Homem da Máfia” (2012). Entre seus últimos trabalhos ainda se destacam o suspense político “Jogo de Poder” (2010), de Doug Liman, o thriller de ação “Protegendo o Inimigo” (2012), de Daniel Espinosa, e os dramas criminais “Amor Bandido” (2012), de Jeff Nichols, “Tudo por Justiça” (2013), de Scott Cooper, e “Julho Sangrento” (2014), de Jim Mickle. Em alta demanda, Shepard permaneceu requisitado e desempenhando bons papéis até o fim da vida. Só no ano passado estrelou três filmes (“Ithaca”, “Destino Especial” e “Batalha Incerta”). Mas depois de tanto viver namorado e amante, no fim da carreira especializou-se em encarnar o pai de família. Eles fez vários filmes recentes nesta função, como “Entre Irmãos” (2009), de Jim Sheridan, como o pai de Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire, e “Álbum de Família” (2013), de John Wells, cuja morte volta a reunir a família disfuncional, formada por Julia Roberts, Meryl Streep e muitos astros famosos. A sua última e marcante aparição foi na série “Bloodline”, da Netflix, como o patriarca da família Rayburn, sobre a qual girava a trama de suspense. A atração completou sua trama na 3ª temporada, lançada em maio deste ano. Sam Shepard deixa três filhos — Jesse, Hannah e Walker.

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  • Filme

    O Mínimo para Viver é um dos piores filmes bem-intencionados já feitos

    30 de julho de 2017 /

    Drama de doença, “O Mínimo para Viver” (To The Bone) é o primeiro longa-metragem dirigido por Marti Noxon, criadora das séries “UnReal” e “Girlfriends’ Guide to Divorce”. E é um prato cheio para quem quiser ilustrar uma aula sobre como não se deve fazer cinema. De forma apropriada, a produção evita as salas e chega direto em streaming pela Netflix. Por mais que seja motivada por boas intenções, ao tocar um assunto delicado e pouco explorado em filmes, a diretora novata passa a sensação de ter medo de enfrentar o problema da anorexia de frente e prefere, em vez disso, olhar com simpatia sua protagonista. Obviamente, quer abrir os olhos de todos, inclusive busca diálogo aberto com quem sofre ou sofreu com a doença. Mas é o filme mais feliz e censura livre que você verá na vida sobre o tema. Este problema se manifesta porque “O Mínimo para Viver” não parece saber qual caminho quer percorrer e o desequilíbrio entre cada mudança na história é grave. Tem hora que a trama quer ser dura, mas não demais. Depois, descamba para um estilo mais John Green, o autor de “A Culpa É das Estrelas”. Em outro momento, sem intenção, lembra “A Viagem”. A novela, não o filme, refletindo problemas na comunicação entre pacientes e o médico interpretado por Keanu Reeves (“John Wick”), coadjuvante de luxo, mas o pior doutor dos filmes recentes, que trata a protagonista sorrindo e pregando que a vida é bela. Anorexia é uma doença que pode levar à morte e pede uma abordagem e situações mais contundentes. Para piorar, a diretora parece não saber onde posicionar a câmera para convencer o público de que Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais – A Cidade dos Ossos”) realmente ficou magra como o roteiro pede, pois os planos poucas vezes flagram a magreza da atriz, preferindo esconder seu corpo. E quando vemos Lily por inteiro, talvez seja tarde demais para crer. Fica parecendo que toda a revelação é um truque visual. É claro que o trabalho de atuação não se limita somente ao aspecto físico, mas, caramba, como fazer um filme sobre anorexia sem que isso seja importante?

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  • Série

    Frontier: Série estrelada por Jason Momoa é renovada para a 3ª temporada

    30 de julho de 2017 /

    A Netflix e a Discovery do Canadá teriam dado sinal verde para a produção da 3ª temporada de “Frontier”, série passada na América colonial e estrelada por Jason Momoa (“Liga da Justiça”). Quem afirma é o blog norte-americano RenewCancelTV. A série ainda não estreou sua 2ª temporada, mas esta foi anunciada antes que qualquer capítulo da produção fosse ao ar, o que serve de precedente para a confirmação de mais um ano de forma antecipada. “Frontier” se passa em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e Jessica Matten (série “Blackstone”). Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” teve seis episódios em sua 1ª temporada, que foram disponibilizados na plataforma de streaming no final de 2016. Também com seis episódios, a 2ª temporada estreia em outubro na TV canadense.

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  • Série

    Capa da Entertainment Weekly, Star Trek: Discovery ganha novas fotos e vídeo de entrevistas

    28 de julho de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly dedicou a capa da sua nova edição à série “Star Trek: Discovery”. Além de uma entrevista com o elenco e os produtores, a publicação divulgou um vídeo e um ensaio fotográfico realizado com os atores à caráter, e nos cenários da atração. Para completar, a Netflix disponibilizou novas fotos da série. Confira abaixo. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e a tripulação fotografada é formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), e Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), que viverá o primeiro tripulante assumidamente gay de uma série trekker. “Star Trek: Discovery” foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.

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  • Série

    Punho de Ferro terá um novo showrunner em sua 2ª temporada

    26 de julho de 2017 /

    A série “Punho de Ferro”, renovada para sua 2ª temporada pela Netflix, terá uma mudança em sua produção executiva. Scott Buck (que também trabalhou em “Dexter”) assumiu outra produção da Marvel, a série dos “Inumanos”, e assim Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”) foi promovido para o comando da atração A mudança de showrunner não representa uma alteração significativa na produção de “Punho de Ferro”, apesar do que alardearam alguns sites. Metzner é co-criador da série com Buck. Ou seja, sua visão já estava em evidência na 1ª temporada. Durante a Comic-Con, o diretor da divisão televisiva da Marvel, Jeff Loeb, adiantou que a 2ª temporada de “Punho de Ferro” teria a participação de Misty Knight (Simone Missick), introduzida na 1ª temporada de “Luke Cage”. Nos quadrinhos, Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro, tem um relacionamento com Misty Knight. Ela também forma uma dupla de combatentes do crime com a heroína Colleen Wing (Jessica Henwick), denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês). Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada de “Punho de Ferro”, mas seus personagens principais poderão ser vistos na minissérie dos “Defensores”, que estreia em 18 de agosto na Netflix.

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  • Série

    Netflix vai exibir nova série animada do criador dos Simpsons

    25 de julho de 2017 /

    A Netflix confirmou a produção de uma nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons” e “Futurama”, para a plataforma de streaming. O projeto veio à tona em janeiro, mas só agora ganhou anúncio oficial, com a divulgação do título e elenco de dubladores. O projeto se chama “Disenchantment” (desencantamento) e terá personagens dublados por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). A trama vai se passar em um reino mágico chamado Dreamland (Terra dos Sonhos) e acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean (Jacobson), com seu amigo Elfo (Faxon) e Luci (Andre), seu demônio pessoal. Além do trio central, atores de “Futurama” terão participações especiais, como John DiMaggio (Bender) e Billy West (Fry). “Disenchantment” tem a produção de duas temporadas garantidas, com dez episódios cada, e estreia prevista para 2018. Groening não lançava uma nova atração desde “Futurama”, exibida entre 1999 e 2013. Em compensação, “Os Simpsons” segue batendo recordes como a série mais longeva da televisão. Lançada em 1989, “Os Simpsons” vai para sua 29ª temporada, com mais de 500 episódios produzidos.

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  • Série

    Matthew Murdock sofre com a perda de Elektra em cena de Os Defensores

    25 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou uma cena de “Os Defensores”, que servirá de crossover para suas quatro séries da Marvel. A prévia revela uma visita de Matthew Murdock (Charlie Cox) ao confessionário, ainda amargurado pela perda de Elektra (Elodie Yung). Ele ainda não sabe que ela foi revivida pelo Tentáculo e irá cruzar o seu caminho novamente, como mostrou o mais recente trailer da produção. Minissérie de oito episódios, “Os Defensores” vai mostrar a aliança relutante entre o Matthew/Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Danny Rand/Punho de Ferro (Finn Jones). A estreia está marcada para 18 de agosto. We have a confession… this is from episode 1. #DEFEND pic.twitter.com/76ygeMUlIl — The Defenders (@TheDefenders) July 23, 2017

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  • Série

    Star Trek: Discovery ganha novas fotos e pôsteres

    25 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou quatro novas fotos e três pôsteres de “Star Trek: Discovery”. As imagens destacam a protagonista melancólica Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), a capitão Georgiou, interpretada por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), um funeral klingon e o trapaceiro Harry Mudd, personagem da série clássica dos anos 1960 que agora é vivido por Rainn Wilson (série “The Office”). A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento foi agendado para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.

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  • Filme

    Alias Grace: Minissérie de época da diretora de Psicopata Americano ganha teaser

    24 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Alias Grace”, minissérie baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, autora do livro que inspirou “The Handmaid’s Tale”. O vídeo mostra a inclinação sangrenta da protagonista, numa produção de época que tem todos os seus seis episódios dirigido pela cineasta Mary Harron (“Psicopata Americano”). Com roteiro da atriz e cineasta Sarah Polley (“Longe Dela”), a trama se passa em meados do século 19 e conta a história de Grace Marks, uma pobre imigrante irlandesa que trabalha como empregada doméstica e acaba condenada pelos assassinatos brutais de seus patrões. Entretanto, ela não se lembra do crime, e as memórias reprimidas despertam o interesse de um psiquiatra renomado. A atriz Sarah Gadon (“Indignação”) tem o papel-título e o elenco ainda inclui Anna Paquin (série “True Blood”), Edward Holcroft (minissérie “London Spy”), Zachary Levi (série “Chuck”), Kerr Logan (série “Game of Thrones”), Will Bowes (“A Última Casa da Rua”) e Rebecca Liddiard (série “Between”). A minissérie é uma coprodução com o canal canadense CBC, que a Netflix distribui no resto do mundo, num modelo que repete a parceria bem-sucedida da bela série “Annie“. O lançamento na Netflix está marcada para 3 de novembro, dois meses após a estreia no Canadá.

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  • Filme

    O Matador: Veja o teaser do primeiro filme brasileiro da Netflix

    24 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o teaser de seu primeiro filme brasileiro, intitulado “O Matador”. A prévia localiza a trama no sertão e sugere o clima de faroeste caboclo da produção, com muita ação e tiroteios, enquanto o narrador explica que Cabeleira (Diogo Morgado, “O Filho de Deus”) foi o maior matador que já existiu, “o matador dos matadores”. Escrito e dirigido por Marcelo Galvão (“A Despedida”), o filme se passa no sertão pernambucano nas décadas de 1910 e 1940, e conta a história de Cabeleira, que foi abandonado ainda bebê e criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro, de “A Despedida”). Quando Sete Orelhas desaparece, ele vai a sua procura e acaba encontrando uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot, de “O Código Da Vinci”), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador. O elenco ainda inclui Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos”), Marat Descartes (“Quando Eu Era Vivo”), Nill Marcondes (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Daniela Galli (“Meu Amigo Hindu”), Thogun (“O Escaravelho do Diabo”), Igor Cotrim (“Elvis & Madona”) e a portuguesa Maria de Medeiros (“Pasolini”), entre outros. “O Matador” terá première no Festival de Gramado, que acontece de 17 e 26 de agosto, e vai disputar os prêmios principais da mostra competitiva. Já a data de estreia na Netflix ainda não foi definida.

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  • Série

    Star Trek: Discovery dará mais destaque aos klingons que qualquer outra série

    24 de julho de 2017 /

    Uma das principais novidades do painel de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con foi a revelação de que os klingons terão mais espaço que nunca na nova série, ganhando maior destaque que nas produções anteriores do universo trekker. A atração dará um foco considerável a sua cultura, revelando aspectos desconhecidos da vida desses alienígenas. “Eles têm seu próprio orgulho, interesses e talentos – é uma cultura muito fascinante. Ser capaz de expandir o que já foi criado e aprofundar o conhecimento desse grupo foi fantástico”, revelou a produtora executiva Gretchen J. Berg. O detalhe é os klingons não falarão em inglês. Eles se expressarão em seu próprio idioma, que será traduzido para o público por meio de legendas. “Star Trek: Discovery” estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no Brasil, via Netflix, que disponibilizará a série no mercado internacional na proporção de um episódio por semana.

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  • Série

    Novo trailer de Star Trek: Discovery traz klingons e um vilão clássico da franquia espacial

    22 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o novo trailer de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con. A prévia já legendada se concentra em cenas de ação sem contexto e na protagonista melancólica Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”). Entre os destaques, há aparições de klingons, do trapaceiro clássico Harry Mudd (agora vivido por Rainn Wilson, de “The Office”), do vulcano Sarek (James Frain, de “Gotham”) e dois capitães da frota estelar, interpretados por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) e Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs. E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. Os três personagens também ilustram novas fotos, que podem ser vistas abaixo. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento foi agendado para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional, na proporção de um episódio por semana.

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