Mudo: Sci-fi do diretor de Warcraft vira produção pior avaliada da história da Netflix
A sci-fi “Mudo” (Mute), mais uma aposta do gênero feita pela Netflix, foi destruída pela crítica norte-americana. Dirigido por Duncan Jones (“Warcraft”), o longa está sendo considerada pior que “Bright”. Na verdade, muitíssimo pior, com apenas 4% de avaliação positiva na média do site Rotten Tomatoes. Trata-se da menor taxa de aprovação de uma produção original da plataforma de streaming. O detalhe é que o nível desce ainda mais quando apenas os chamados “top critics”, dos grandes jornais e revistas, são considerados. Aí, a aprovação cai para redondos 0% no Rotten Tomatoes. Um horror, no pior sentido. “Mudo” se passa no futuro próximo, daqui a 40 anos em Berlim, onde o personagem de Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), um bartender mudo e ex-amish, procura sua namorada que desapareceu, e nessa jornada acaba se envolvendo com cirurgiões americanos bastante excêntricos. Além de dirigir, Jones escreveu a trama em parceria com Michael Robert Johnson (do igualmente péssimo “Pompéia), e o elenco ainda inclui Paul Rudd (“Homem-Formiga”) de bigode e Justin Theroux (série “The Leftovers”) quase irreconhecível de peruca loira. Veja abaixo o que a crítica está maldizendo sobre o filme, disponibilizado nesta sexta (23/2) na plataforma de streaming. “Os primeiros trailers fizeram o filme parecer um neon-noir que misturava ‘Blade Runner’ e ‘O Quinto Elemento’. Mas, infelizmente, é apenas outro lixo sem frescor numa embalagem reluzente” – Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly “‘Mute’ é uma lição objetiva sobre a necessidade de auto-edição em ficção narrativa. Ao tentar fazer de tudo, o filme acaba sem dize quase nada” – Andy Crump, site The Playlist. “Skarsgård simplesmente ocupa espaço na tela. Se atuar fosse como fazer música, ele é barulho, uma série de sons apenas vagamente relacionados” – Charles Bramesco, jornald The Guardian. “Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado de elementos provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não disse” – Peter Debruge, revista Variety. “Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível” – Kevin Crust, jornal Los Angeles Times. “Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicionasse mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha mais nada para assistir’” – The Wrap, do site TheWrap.
Jared Leto entra na yakuza em trailer de filme da Netflix
A Netflix divulgou o trailer e o pôster do filme “The Outsider”, estrelado pelo ator Jared Leto (“Blade Runner 2049”) em meio a um elenco de maioria japonesa. E é curioso reparar que até a Netflix segue a mania dos “tradutores” nacionais de transformar títulos específicos em nomes genéricos para o lançamento no Brasil – aqui, o filme virou “Dívida Perigosa”. Um detalhe que costuma ser ignorado pelo próprio serviço de streaming, ao disponibilizar seu acervo. O longa se passa no Japão após a 2ª Guerra Mundial, quando um soldado americano deixa a prisão com a ajuda de seu colega de cela que faz parte da Yakuza. Livre, ele se propõe a ganhar o respeito da máfia japonesa e a pagar sua dívida transitando no perigoso mundo do crime oriental. O elenco inclui Tadanobu Asano (o Hogun da trilogia “Thor”), Kippei Shîna (“Shinobi – A Batalha”), Shioli Kutsuna (“Oh, Lucy!”), Rory Cochrane (“Aliança do Crime”) e Emile Hirsch (“O Grande Herói”) Para completar a miscelânea cultural, “The Outsider” tem direção do dinamarquês Martin Zandvliet, que ficou conhecido quando seu terceiro longa, “Terra de Minas”, foi indicado ao Oscar 2016. A estreia está marcada para 9 de março.
Carey Mulligan investiga assassinato no trailer legendado da minissérie Collateral
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.
Despachado para a Netflix, Aniquilação arranca elogios rasgados dos críticos americanos
A Paramount pode ter comemorado muito cedo o feito de passar adiante duas bombas sci-fi para a Netflix. Enquanto “The Coverfield Paradox” se provou um desastre radioativo, “Aniquilação”, que será exibido nos cinemas apenas nos Estados Unidos e por período limitado, está sendo saudado como uma obra inovadora pela crítica americana. O filme tem 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que deu 17% para “The Coverfield Paradox”. Mas graças à pouca fé do estúdio, não terá um como deveria – chega nesta sexta (23/2) em duas mil salas na América do Norte – 1,4 mil a menos que a comédia “A Noite do Jogo”, também bem-avaliada (leia mais sobre isso aqui). “Aniquilação” também tinha estreia marcada para fevereiro nos cinemas brasileiros e alimentava grandes expectativas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Agora vai sair direto em streaming, repetindo a sina do ótimo filme de estreia do diretor Alex Garland, “Ex Machina: Instinto Artificial” (2014), que venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e foi indicado na categoria de Melhor Roteiro Original, e acabou menosprezado com um lançamento direto em DVD por aqui. Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Como Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado, Ellison, que vem amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, praticamente desistiu do longa, após ter gastado uma fortuna para realizá-lo. As reações da crítica demonstram que ele cometeu um grande erro. “Aniquilação” era a chance de a Paramount ter um blockbuster bem-avaliado após produzir a maioria dos candidatos ao Framboesa do Ouro 2018, a premiação dos piores do ano – “Transformers: O Último Cavaleiro”, “Baywatch”, “Mãe!” e “Pai em Dose Dupla 2”. Veja uma mostra do que os críticos norte-americanos acharam do filme: “Com sua estreia ‘Ex Machina’, um estudo extraordinário de inteligência artificial e falácia humana, Garland mostrou potencial como um verdadeiro visionário de ficção científica e dá seu próximo passo com ‘Aniquilação’. Alguns espectadores vão curtir a audácia, outros poderão achá-lo o filme mais louco desde ‘Mãe!’. É um conto completamente bizarro que deixará o público tonto em relação ao que acabou de ver, mas ainda assim é genuinamente satisfatório” – Brian Truitt, jornal USA Today. “‘Aniquilação’ é uma prova perfeita de que ele é um diretor e visionário para valer – não só por criar um mundo imersível, mas um mundo tão fascinante que você vai querer investigar repetidamente. Foi uma longa espera desde ‘Ex Machina’, mas Garland provou que valeu a pena esperar” – Eric Eisenberg, site CinemaBlend. “Em termos de tom, há muito aqui, mas nunca excessivamente exagerado ou incongruente. Existem algumas cenas particularmente sangrentas de horror corporal (uma dissecação específica é garantia de pesadelos) e o gosto de Garland por imagens delirantes garante que muitas cenas no filme deixarão uma impressão duradoura” – Benjamin Lee, jornal The Guardian. “‘Aniquilação parece fabulosamente verdejante e ameaçador, a combinação certa para um filme que deseja receber o espectador em seu mundo para abalá-lo. Trata-se de um prato refinado de carne vermelha cinematográfica – perfeitamente cozido no lado de fora, mas sangrento por dentro” – Todd McCarthy, revista The Hollywood Reporter. “Sem receio de parecer um sonho e impenetrável, mas com uma evidente essência sinistra, ‘Aniquilação’ é uma fantasmagoria de outro nível, uma meditação profunda sobre as qualidades objetivas e subjetivas da autodestruição. Uma experiência visionária com dimensão monumental, capaz de deixar Kubrick orgulhoso” – Rodrigo Perez, site The Playlist. “Uma jornada a um coração de trevas estranho, ‘Aniquilação’ parece que foi criado a partir de uma combinação de genes de ‘Apocalypse Now’, de Francis Ford Coppola, ‘O Enigma de Outro Mundo’, de John Carpenter, e ‘2001 – Uma Odisseia no Espaço’, de Stanley Kubrick, com um surrealismo tão prolongado e fascinante que fez meus olhos arder, principalmente porque eu não queria piscar para não perder nenhum momento de insanidade” – Nick Schager, site Daily Beast. “Sim, ‘Aniquilação’ é um tipo de ficção científica intelectual e complicada, mas os lançamentos do gênero nos últimos anos tem se provado ambiciosos e um filme como o de Garland também poderia ser apreciado por vários tipos de espectadores” – Molly Freeman, site ScreenRant. A Netflix disponibiliza o filme em 12 de março no Brasil.
Disney planeja nova série dos Muppets para seu serviço de streaming
A nova plataforma de streaming da Disney vai lançar um reboot da franquia infantil dos Muppets. Segundo o site The Hollywood Reporter, o serviço vai priorizar marcas conhecidas da livraria de título da Disney e dos principais estúdios que adquiriu neste século. E além das séries inéditas já anunciadas de “Star Wars”, “High School Musical”, “Monstros S.A.” e heróis da Marvel, o pacote incluirá os fantoches do Muppets Studio. A Disney adquiriu The Muppets Studio em 2004 e, após lançar dois filmes, tentou emplacar Kermit, Miss Piggy e cia. numa série de comédia da rede ABC, que, infelizmente, não acertou o tom e foi cancelada após uma temporada em 2016. O projeto busca atualmente um roteirista para iniciar a produção. A expectativa é que a série seja lançada junto do serviço, que ainda não tem data definida para ser disponibilizado ao público. A expectativa é que isso aconteça em 2019, quando se encerra o contrato da Disney com a Netflix, além de ser o tempo idealizado para a aprovação da compra da Fox pelos órgãos reguladores do governo dos Estados Unidos.
Demitido de Transparent, Jeffrey Tambor ganha apoio do elenco de Arrested Development
Após ser demitido de “Transparent”, série mais premiada da Amazon, sob alegações de assédio sexual, o veterano ator Jeffrey Tambor continua empregado e amado por sua outra família televisiva, na série “Arrested Development”. Em entrevista ao jornal AM New York, o ator David Cross afirmou que a maioria do elenco de “Arrested Development” decidiu apoiar o patriarca da família Bluth. “Eu não posso falar para todos, mas sei que há muitos de nós que estamos do lado dele – pela quantidade limitada de informações que sabemos, estamos do lado de Jeffrey – e eu sou um deles”, disse Cross, referenciando o elenco, que inclui Jason Bateman, Michael Cera, Jessica Walter, Will Arnett, Tony Hale, Portia de Rossi e Alia Shawkat. Por curiosidade, Shawkat também apareceu na última temporada de “Transparent”, que até o quarto ano foi protagonizada por Tambor, no papel de um pai de família que se descobre transexual na Terceira Idade. O elenco completo de “Arrested Development” voltou recentemente a se reunir com o criador Mitchell Hurwitz para novos episódios, que serão exibidos no final deste ano pela Netflix. O serviço de streaming ainda não definiu a data de lançamento, nem tampouco comentou o status de Tambor. A demissão de Tambor de “Transparent” foi tomada após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente do ator, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette o acusou de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. O ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, após a segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele desabafou, em comunicado. Após a demissão, Tambor se disse “profundamente desapontado” num comunicado, pela forma como a Amazon conduziu “essas falsas acusações”. “Estou ainda mais desapontado com a caracterização injusta de Jill Soloway, que me descreveu como alguém capaz de causar danos a qualquer dos meus companheiros de elenco”, completou, referindo-se à criadora da série, que o colocou no fogo. Em seu próprio comunicado, Soloway disse: “Eu tenho muito respeito e admiração por Van Barnes e Trace Lysette, cuja coragem em falar sobre suas experiências em ‘Transparent’ é um exemplo de liderança neste momento da nossa cultura. Nós agradecemos pelo apoio da população trans, que abraçou nossa visão para ‘Transparent’ desde a concepção da série. Ficamos de coração partido por causa da dor e do sentimento de traição que a situação delas gerou na comunidade”. Cross ecoou o sentimento de Tambor: “Eu achei muito curioso que a Amazon não tenha divulgado os resultados de sua investigação interna. Não tenho certeza porque eles decidiram agir assim. Eu sei que tudo isso é bastante curioso pra mim”. Embora Cross tenha dito que o elenco apoia Tambor, eles não são responsáveis pela produção. Embora toda a 5ª temporada já tenha sido gravada, a Netflix pode optar por eliminar as cenas do ator, em vista de sua demissão pela Amazon. “Eu certamente espero que não”, acrescentou o colega de Tambor. Vale observar que, dessa forma torta, a série mais premiada da Amazon se equiparou à série mais premiada da Netflix. “House of Cards” também perdeu recentemente seu protagonista devido a acusações de assédio sexual. A produção da Netflix exibirá sua 6ª e última temporada sem Kevin Spacey.
Remake de Perdidos no Espaço ganha primeiras fotos e teaser legendado
Mais de dois anos se passaram desde que a Netflix anunciou a produção do remake de “Perdidos no Espaço”. E fora os anúncios de escalação do elenco, as gravações passaram praticamente despercebidas entre os fãs. Por isso, é grande o impacto das primeiras imagens da produção, que surgem em fotos e num teaser legendado em tom de propaganda do programa espacial do futuro. Citando os desafios da vida na Terra (com narração de Molly Parker), o vídeo mostra os integrantes da primeira família a ir ao espaço, detalhes da nave Júpiter 2, e termina com a trilha sonora clássica como música incidental, alerta de impacto e uma voz robótica avisando: “Perigo, Will Robinson!”. A última revelação é que a estreia está mais próxima que o esperado: em 13 de abril! O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. Mas será difícil errar com “Perdidos no Espaço”, uma das séries mais amadas de todos os tempos. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, o sobrenome dos personagens da trama é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passa no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. As fotos mostram todos os personagens e adiantam a chegada num planeta inóspito, de baixa temperatura, com direito a um passeio no Chariot, o veículo espacial clássico da série. Apenas a participação do robô permanece misteriosa. Não há informação sobre como será o visual ou quem dublará sua voz metálica.
Miranda Otto será tia bruxa de Sabrina na nova série da aprendiz de feiticeira
O elenco de “Chilling Adventures of Sabrina” está cada vez melhor. A produção que reinventa “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” como uma série de terror escalou Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”) como Zelda, uma das tias bruxas da protagonista. Ela e a irmã Hilda são responsáveis pela criação da adolescente. Segundo a descrição da personagem, Zelda é “orgulhosa e dovota” e acredita que servir o Senhor das Trevas é “uma grande honra”. Anteriormente, a atriz Lucy Davis, que roubou as cenas de “Mulher-Maravilha” como Etta Candy, foi escalada no papel de Hilda, e, claro, Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) viverá Sabrina Spellman. Além das três, o casarão da família também terá a companhia do gato Salem e de Ambrose (Chance Perdomo, da série “Midsummer Murders”), o primo inglês de Sabrina, colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas com a família Spellman. Também já foram escaladas a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker (Jaz Sinclair, da série “The Vampire Diaries”) e a professora Mary Wardell (Michelle Gomez, de “Doctor Who”), que vira a vilã Madame Satã. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série terá o mesmo título da nova versão sombria da personagem, que reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.
Carey Mulligan investiga assassinato em imagens e trailers da minissérie Collateral
A Netflix e a BBC divulgaram fotos, o pôster e os trailers de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.
Netflix vai coproduzir série alemã baseada no best-seller Perfume
A Netflix vai coproduzir uma nova série alemã. Após o sucesso de “Dark”, o serviço de streaming vai permanecer no terreno sombrio do suspense com uma versão contemporânea do best-seller “Perfume”, de Patrick Suskind. A trama do livro se passa na França do século 18 e segue Jean-Baptiste Grenouille, um assassino em série com um senso de olfato apurado e habilidade para manipular pessoas usando perfumes especializados. O livro já virou filme, dirigido por Tom Tykwer (“A Viagem”) em 2006, com Ben Whishaw no papel do serial killer. A série vai atualizar a trama para os dias atuais e usar a ideia da manipulação das pessoas por meio de perfumes como ponto de partida. Um jovem investigador, que trabalha no caso de uma série de assassinatos brutais, rastreia os crimes até um pequeno grupo de garotos de uma escola de elite, que experimentaram manipular pessoas usando aromas humanos. Atualmente em fase de pós-produção, “Parfum” (título original) inclui atores conhecidos do cinema em seu elenco, como Wotan Wilke Mohring (“Operação Valquíria”), August Diehl (“Bastardos Inglórios”), Friederike Becht (“O Leitor”), Christian Friedel (“A Fita Branca”) e Ken Duken (“Bastardos Inglórios”). Todos os seis episódios da série têm direção de Philipp Kadelbach, premiado com o Emmy Internacional pela série alemã “Generation War”, além de ter comandado a série distópica britânica “SS-GB”. A atração está sendo desenvolvida pelo estúdio Constantin (da franquia cinematográfica “Resident Evil”) em parceria com o canal alemão de televisão ZDFneo. A Netflix fará a distribuição para o mercado internacional fora da Europa. A previsão de estreia é para o outono europeu (entre setembro e novembro). Veja abaixo as duas primeiras imagens.
Jessica Jones ganha 20 fotos inéditas e novo trailer legendado da 2ª temporada
A Netflix divulgou um novo trailer legendado e 20 fotos da 2ª temporada de “Jessica Jones”. A prévia é ancorada por uma desabafo da personagem-título, vivida por Krysten Ritter, durante uma sessão de grupo de terapia de raiva, em que ela busca fazer sentido de seu passado. Alguns flashes reforçam a busca por sua origem, resultado de “experiências horríveis”, em meio a cenas da temporada inaugural, muito mau-humor, mas também uma atitude mais positiva em relação ao papel de super-heroína. A nova temporada também vai trazer de volta Trish Walker (Rachael Taylor), Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm (Eka Darville). Além deles, são esperados os retornos do vilão Kilgrave (David Tennant) e de Dorothy Walker (Rebecca De Mornay), a mãe de Trish, e novos personagens vividos por Terry Chen (série “Continnum”), James McCaffrey (série “Revenge”), Janet McTeer (“A Série Divergente: Insurgente”) e J.R. Ramirez (que foi criminalmente negligenciado como lutador-herói Pantera na série “Arrow”). Uma curiosidade da 2ª temporada é que todos os episódios serão dirigidos por mulheres. Criada por Melissa Rosenberg, “Jessica Jones” estreia sua 2ª temporada no dia 8 de março.
Altered Carbon não teria feito sucesso de audiência na Netflix
A empresa de pesquisas Nielsen divulgou alguns dados de audiência da Netflix, que colocam em dúvida a renovação de “Altered Carbon” para a 2ª temporada. O levantamento mostra que a série de ficção científica não foi um sucesso de público nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o primeiro episódio de “Altered Carbon” teve uma média de 5,9 milhões de espectadores, enquanto o último chegou à marca de 1 milhão. Na média da audiência, nos três primeiros dias, a série foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Como comparação, a Nielsen afirmara anteriormente que a 2ª temporada de “Stranger Things” foi assistida por 15,8 milhões de pessoas. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste Netflix em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste séries em aparelhos móveis. Passada no século 25, “Altered Carbon” foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Na trama, Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A estreia aconteceu em 2 de fevereiro.
Atriz de Mulher-Maravilha será tia bruxa de Sabrina na nova série da Netflix
A atriz Lucy Davis, que roubou as cenas de “Mulher-Maravilha” como Etta Candy, foi escalada no papel de uma das tias bruxas de Sabrina Spellman, na nova série da Netflix, baseada nos quadrinhos da editora Archie Comics. Ela vai viver a tia Hilda, que vive com sua irmã Zelda e a sobrinha Sabrina na antiga casa funerária da família. Ela é a curandeira e a fazedora de poções da família, que aceita encomendas de feitiços de amor de estudantes da escola da sobrinha, mas também lança maldições potentes contra os inimigos. Zelda ainda não foi escalada, mas Sabrina será interpretada por Kiernan Shipka (da série “Mad Men”). Além das três, o casarão da família também terá a companhia do gato Salem e de Ambrose (Chance Perdomo, da série “Midsummer Murders”), o primo inglês de Sabrina, colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas com a família Spellman. Também já foram escaladas a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker (Jaz Sinclair, da série “The Vampire Diaries”) e a professora Mary Wardell (Michelle Gomez, de “Doctor Who”), que vira a vilã Madame Satã. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.












