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  • Série

    Helena Bonham Carter viverá a Princesa Margaret na 3ª temporada de The Crown

    5 de janeiro de 2018 /

    A atriz Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”) entrou no elenco da 3ª temporada de “The Crown”. Ela viverá a versão mais velha da princesa Margaret, interpretada nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Kirby tinha dito que ficaria com ciúmes de quem fosse encarnar a princesa Margaret nos próximos episódios. “Fico animada por quem fizer isso, porque definitivamente conseguiu a melhor parte. Tragam o drama! Eu teria adorado ter feito isso. Eu absolutamente amei fazer todas as linhas ardentes, ficar bêbada e tudo o mais. Mas suponho que tive a sorte de ter duas temporadas, pelas quais posso me dizer agradecida”. Helena Bonham Carter vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II. Por enquanto, apenas as duas atrizes foram confirmadas nas próximas fases da atração, que devem abranger também a 4ª temporada. Cada temporada da premiada “The Crown”, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama em 2017, deve seguir uma década diferente da vida da nobreza britânica. Assim, a 3ª temporada será passada na década de 1970, época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols.

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  • Série

    BBC vai regravar minissérie para excluir ator Ed Westwick, acusado de estupro

    5 de janeiro de 2018 /

    Os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e anunciaram que a produção, já finalizada, passará por refilmagens para substituir o ator Ed Westwick (série “Gossip Girl”), que foi denunciado por estupro. Diversas cenas terão que ser refilmadas, uma vez que a minissérie estava pronta para ir ao ar no Natal passado, e teve sua exibição cancelada diante da polêmica com o ator. A BBC anunciou que Westwick será substituído por Christian Cooke, conhecido por seu trabalho no filme “Caindo no Mundo” (2010). A opção foi a mesma utilizada por Ridley Scott em “Todo o Dinheiro do Mundo”, diante das denúncias contra Kevin Spacey. O ator foi substituído por Christopher Plummer em refilmagens, após uma versão completa do longa ter sido finalizada. “Ordeal by Innocence” também conta com Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), Catherine Keener (“Corra!”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Eleanor Tomlinson (série “Poldark”), Anthony Boyle (“Z: A Cidade Perdida”), Luke Treadaway (série “Fortitude”), Morven Christie (série “Doctor Who”), Crystal Clarke (“Assassin’s Creed”) e Ella Purnell (“O Lar das Crianças Peculiares”). A adaptação do livro “Punição para a Inocência” foi escrita por Sarah Phelps, que no ano passado adaptou o livro “Testemunha de Acusação” em outra minissérie para a BBC, e a direção está a cargo de Sandra Goldbacher (“Eu sem Você”, “Dançando para a Vida”). A minissérie tinha estreia prevista para o Natal, dando sequência a uma leva de minisséries derivadas da obra da escritora, como “And Then There Were None”, “The Witness for the Prosecution” e “Partners in Crime”, mas a programação foi suspensa após as acusações de três mulheres contra Westwick. Além disso, as gravações já iniciadas da 2ª temporada da série “White Gold”, protagonizada pelo ator, foram interrompidas e não devem ser retomadas. A atração passada nos anos 1980 era uma coprodução entre a BBC e a Netflix. Westwick foi acusado de estupro por Kristina Cohen, Aurélie Wynn e Rachel Eck. Segundo as vítimas, os três casos aconteceram em 2014. Desde a primeira denúncia, o ator nega que tenha cometido agressões sexuais e garantiu que trabalha com as autoridades para provar sua inocência.

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  • Série

    2ª temporada do reboot de One Day at a Time ganha trailer e fotos

    4 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer e fotos da 2ª temporada de “One Day at a Time”, reboot da série de comédia que marcou a TV americana ao longo de nove temporadas, entre 1975 e 1984. A produção original foi criada por Norman Lear, que continua como produtor no reboot. Um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970, Lear também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. Em 1975, “One Day at a Time” acompanhava a mãe divorciada vivida por Bonnie Franklin, após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Muitos sintonizaram a versão original para ver Mackenzie Phillips, filha do cantor da banda The Mamas and the Papas, que coestrelou o melhor filme de George Lucas com participação de Harrison Ford (e não é “Star Wars”), “Loucuras de Verão” em 1973. Na nova versão da Netflix, a família é latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (Rita Moreno) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Todos retornam para viver novas desventuras no dia 26 de janeiro no serviço de streaming.

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  • Filme

    Perda Total: Comédia de ação dos criadores de Workholics ganha trailer legendado

    4 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “Perda Total” (Game Over, Man!), comédia de ação em que três garçons resolvem enfrentar criminosos altamente armados, que invadiram um evento cheio de famosos num hotel de Los Angeles. Um dos “famosos” é o sumido cantor Shaggy, que aparece sob a mira de metralhadoras. Fãs de Shaggy devem lembrar de outros filmes com esta premissa: a situação de reféns do “Duro de Matar” (1988) original e o cozinheiro que enfrenta os sequestradores de “A Força em Alerta” (1992). Já quem era da geração de Bob Marley pode apontar que a principal cena cômica da prévia já tinha sido elemento de grande tensão em “Inferno na Torre” (1974). No meio disso, uma piada sobre Kendrick Lamar lembra que a trama se passa no século 21. O filme é estrelado por Adam Devine, Anders Holm e Blake Anderson. Além de atuar, Anders Holm também escreveu o roteiro. Já a direção é de Kyle Newacheck. E os quatro (Devine, Holm, Anderson e Newacheck) trabalharam juntos na série “Workholics”, que eles mesmos criaram. A estreia está marcada para 20 de abril.

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  • Etc

    Ellen Page se casa em segredo com dançarina de Justin Bieber

    4 de janeiro de 2018 /

    A atriz Ellen Page se casou em segredo com a namorada, a dançarina e coreógrafa Emma Portner. “Mal posso acreditar que eu posso chamar essa mulher extraordinária de minha esposa”, escreveu a atriz na legenda de uma foto postada em seu perfil no Instagram, que mostra as mãos das duas com alianças. Portner também escreveu o mesmo texto em seu Instagram. Procurado pelo site da revista People, um assessor de imprensa da atriz confirmou que ela realmente se casou. O relacionamento das duas se tornou público durante o verão americano (inverno no Brasil). Emma é professora no Broadway Dance Center e já apareceu no clipe “Life Is Worth Living”, de Justin Bieber, além de ter participado da turnê Purpose, dançando para o cantor canadense. Ellen Page só se assumiu lésbica recentemente. Durante um discurso para a Campanha de Direitos Humanos de 2014, ela compartilhou sua preferência sexual na esperança de que falar sobre a sua experiência ajudasse outras pessoas que tivessem dificuldades com sua sexualidade. Seu primeiro filme após sair do armário foi “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, no qual foi surpreendida no set com aplausos dos colegas e da equipe. Até hoje lembrada pelo papel-título do filme “Juno” (2007) e como a X-Men Kitty Pryde, Ellen vai voltar a viver uma super-heroína em seu próximo trabalho, que também será a primeira série de sua carreira: a adaptação dos quadrinhos da “Academia Umbrella” para a Netflix. Can’t believe I get to call this extraordinary woman my wife. @emmaportner Uma publicação compartilhada por @ ellenpage em 3 de Jan, 2018 às 12:19 PST I get to call this incredible woman MY WIFE! @ellenpage I LOVE YOU! Uma publicação compartilhada por Emma Portner (@emmaportner) em 3 de Jan, 2018 às 12:19 PST

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  • Filme

    Netflix oficializa a produção da sequência de Bright

    3 de janeiro de 2018 /

    A Netflix encomendou oficialmente a continuação de “Bright”, sua primeira superprodução, que voltará a reunir as estrelas Will Smith e Joel Edgerton, juntamente com o diretor David Ayer. Além de dirigir, Ayer também vai escrever o roteiro – como fez em “Esquadrão Suicida”. Isto significa que a figura mais controversa da produção foi cortada da sequência. O roteirista Max Landis, que recebeu entre US$ 3 e 4 milhões por seu roteiro em 2016, vive uma tempestade de denúncias de assédio sexual, que inundaram o Twitter. “Bright” se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. A filmagem foi a mais cara já produzida pela Netflix, com custos estimados de quase US$ 100 milhões. E o resultado acabou destruído pela crítica – “o pior filme do ano”, de acordo com uma das resenhas – , mas aparentemente teve um público considerável. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. E, segundo a Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma, de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Entretanto, este o método da Nielsen só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão.

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    Apple estaria estudando comprar a Netflix

    2 de janeiro de 2018 /

    Um artigo do site de economia Business Insider apurou que executivos da Apple estariam considerando comprar a Netflix em breve. O texto chega a estimar que existe uma probabilidade de 40% de que a que a empresa fundada por Steve Jobs compre a plataforma de streaming. Isto se deve ao incentivo fiscal que o presidente Trump tem dado a grandes corporações, diminuindo impostos e eliminando taxas para empresas que trazem dinheiro do exterior para os Estados Unidos. A Apple tem uma verdadeira fortuna internacional para repatriar, cerca de US$ 220 bilhões, que poderia ser usada para uma grande aquisição. A empresa tem lutado há anos para entrar no nicho do conteúdo exclusivo, que já é dominado por Netflix, Amazon e Hulu nos Estados Unidos, e recentemente montou uma divisão para produzir e lançar séries inédita – como um remake de “Amazing Stories”, uma série de comédia com Jennifer Aniston e Reese Whiterspoon e uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”).

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    Episódio de Black Mirror esconde pegadinha para fãs compulsivos

    2 de janeiro de 2018 /

    Os produtores de “Black Mirror” resolver zoar com os fãs compulsivos da série, aqueles que pausam a atração para verificar cada detalhe em busca de pistas que possam render teorias em fóruns nerds, como os do Reddit. O episódio “Crocodile”, da recém-lançada 4ª temporada, embute uma pegadinha escondida, para trollar os mais obsessivo-compulsivos. Numa cena, o personagem de Andrew Gower entrega para a personagem de Andrea Riseborough uma folha de jornal. Nela, está escrito, no seguinte parágrafo, em tradução livre: “‘É claro que a verdadeira questão é por que alguém pausaria o que estiver assistindo só para ler o parágrafo impresso em um artigo de jornal’, disse a voz em sua cabeça, antes de avisá-lo para continuar e compartilhar o que encontrou no Reddit”. Por sinal, foi exatamente o que aconteceu. Não contente em cair na pegadinha, o usuário do Reddit AFellowOfLimitedJest postou o texto no fórum. Virou meta. Muitos ficaram chateados por Charlie Brooker ter mirado o Reddit. Mas como o site é famoso por suas teorias de conspiração, outros acham que ele mesmo pode ter postado a descoberta no fórum, com um pseudônimo, e estar observando as reações para escrever um novo episódio da série.

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  • Série

    She’s Gotta Have It: Série de Spike Lee é renovada para a 2ª temporada

    2 de janeiro de 2018 /

    A Netflix renovou a série “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo” (1986), de Spike Lee, para sua 2ª temporada. O próprio cineasta anunciou a novidade, num vídeo postado em seu Instagram. Veja abaixo. A atração tem o título original da comédia, que foi primeiro longa-metragem da carreira de Spike Lee, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil. Mas amplia, atualiza e extrapola a trama, centrada em Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco, que foi reformulado para manter os personagens jovens, traz DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. O próprio Spike Lee criou a série e dirigiu todos os 10 episódios da 1ª temporada, que estreou em 23 de novembro e foi bastante elogiada, com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão para o lançamento da 2ª temporada. Happy New Year. Happy Year. Great News For 2018. Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 1 de Jan, 2018 às 3:09 PST

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  • Série

    Teaser revela data de estreia da 2ª temporada de Desventuras em Série

    2 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que revela a data de estreia dos novos episódios, com apresentação de ninguém menos que o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção.

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  • Música

    Série britânica com trilha do guitarrista do Blur ganha trailer legendado

    1 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da série britânica “The End of the F**king World”, uma comédia de humor negro sobre adolescentes antissociais, que embarcam numa jornada de destruição. A série adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Os dois roubam um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi escrita pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), a direção é de Jonathan Entwistle, que estreia na TV após dirigir clipes (como o do Seafret estrelado por Maisie Williams), e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. “The End of the F**king World” foi exibida em outubro no Reino Unido e estreia na plataforma de streaming na sexta (5/1).

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  • Série

    Netflix faz retrospectiva de 2017 com cenas da série Black Mirror

    29 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo de retrospectiva bizarra de 2017, que junta inovações tecnológicas, acontecimentos políticos e eventos violentos com cenas das primeiras temporadas de “Black Mirror”, para mostrar como o futuro mostrado pela série de ficção científica é muito parecido com o presente. A 4ª temporada de “Black Mirror”, com seis novos episódios, chega na Netflix nesta sexta (29/12).

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  • Filme

    Pesquisa de audiência revela que Bright tem público de blockbuster na Netflix

    29 de dezembro de 2017 /

    Apesar de malhado pela crítica, “Bright” atraiu um grande público na Netflix. Segundo pesquisa de audiência da Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma. Os dados contabilizados são de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Vale lembrar que o longa estrelado custou quase US$ 100 milhões de produção, além de uma fábula encantada de marketing. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. Entretanto, este método só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão. Ou seja, os números de “Bright” devem ser muito, mas muito maiores que estes.

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