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    Vídeo de bastidores da série The Crown destacam tensão e mudanças dos anos 1960

    18 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Crown”, repleto de entrevistas e cenas inéditas. A prévia adianta que o príncipe Philip (Matt Smith) ganhará mais destaque, na medida que o casamento da Rainha Elizabeth II (Claire Foy) se desgasta. E que as pressões por mudanças na monarquia atingirão o auge, acompanhando a agitação cultural e histórica da década de 1960. Entre as novidades da temporada, destacam-se as participações de Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), que interpretará o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, e de Michael C. Hall (série “Dexter”) como o presidente americano John F. Kennedy. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.

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    Globo e SBT preparam série sobre a mesma história: os crimes do ex-médico Roger Abdelmassih

    18 de novembro de 2017 /

    Globo e SBT estão desenvolvendo minisséries sobre a mesma história, focada no ex-médico Roger Abdelmassih, que se aproveitava do uso de anestesia em suas pacientes para estuprá-las. Ele foi condenado a 278 anos de prisão por 52 estupros e quatro tentativas de estupro. A minissérie da Globo já está em fase de produção. Chamada de “Assédio”, é inspirada no livro “A Clínica — A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih” (2016), do jornalista Vicente Vilardaga, e traz Antonio Calloni no papel do médico. O roteiro é de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e a direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). Já a série do SBT é intitulada “Bem-vindo ao Inferno” e se baseia no livro com o mesmo título, lançado em 2015, que traz o relato de Vana Lopes, uma das vítimas do médico. A produção foi anunciada nesta sexta-feira (17/11) e será uma parceria com grupo de TV paga A&E Television, dono também do History. Como a Globo anunciou planos de usar “Assédio” para lançar um novo serviço de streaming, que pretende competir com a Netflix, o SBT poderia sair na frente ao exibir sua produção antes na TV aberta. Mas o projeto da produtora Panorâmica prevê captação de recursos junto ao Fundo Setorial da Ancine, e com isso “Bem-vindo ao Inferno” só deve ser exibida em 2019.

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    Novo trailer da 2ª temporada de The Crown destaca a princesa Margaret

    15 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia destaca a princesa Margaret (Vanessa Kirby), seu ressentimento em relação à irmã, rainha Elizabeth II (Claire Foy), e seu envolvimento com o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, que é vivido por Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) nos novos episódios. Na 2ª temporada, a trama chega nos anos 1960, época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise evoluir para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.

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    Jeff Daniels aterroriza o Velho Oeste no trailer da série Godless

    15 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Godless”, série passada no Velho Oeste que conta com Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Michelle Dockery (série “Downton Abbey”) e Jack O’Connell (“Invencível”) como protagonistas. A prévia mostra como Daniels aterroriza uma cidadezinha pacata. “Godless” se passa no ano de 1884, e acompanha o bandido Frank Griffin (Daniels), terror das cidadezinhas da fronteira americana, em perseguição a Roy Goode (O’Connell), seu antigo parceiro, que ele criou como um filho antes de se tornar seu inimigo mortal. Quando Roy se esconde no rancho de Alice Fletcher (Dockery), a perseguição leva o bando de Griffin à cidade de La Belle, misteriosamente habitada apenas por mulheres – após os homens morrerem num acidente na mina em que trabalhavam. Isto faz com o lugar seja visto como indefeso pelos pistoleiros perigosos. Mas não é. A série foi criada pelo cineasta Scott Frank (“Caçada Mortal”), que assina os roteiros e a direção dos episódios, além de dividir a produção com outro diretor de cinema, Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”). O elenco também inclui Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”), Sam Waterston (série “Grace & Frankie”), Kayli Carter (“O Chamado 3”), Thomas Brodie-Sangster (série “Maze Runner”), Merritt Wever (série “The Walking Dead”), Tess Frazer (“Café Society”), Christiane Seidel (série “Boardwalk Empire”), Keith Jardine (“Logan”) e Audrey Moore (série “Manhattan”). A estreia acontece em 22 de novembro na plataforma de streaming.

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    Netflix, Spotfy e outros serviços de streaming já começam a ser taxados

    15 de novembro de 2017 /

    O prefeito de São Paulo João Dória sancionou nesta quarta-feira (15/11), em pleno feriado, o projeto de lei que estabelece a cobrança de impostos para serviços de streaming sediados na cidade, como Netflix e Spotfy. A proposta tinha sido aprovada pela Câmera Municipal no dia 1º de novembro. Com a nova norma, as empresas do setor serão taxadas em 2,9%. A Netflix já se manifestou, afirmando em comunicado que não irá repassar o valor para os assinantes. A cobrança do ISS no setor segue a lei complementar nº 157, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, que altera a cobrança do imposto e institui a tributação dos sites de streaming por parte dos municípios onde o serviço é contratado. Dória vetou apenas um item no projeto aprovado pela Câmera: a emenda que previa isenção de taxas administrativas para igrejas na cidade de São Paulo. Foi vetada por, segundo a Prefeitura, violar o princípio constitucional da isonomia ao pedir tratamento privilegiado às igrejas.

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    Ed Westwick é alvo da terceira acusação de abuso sexual

    15 de novembro de 2017 /

    Uma terceira mulher veio a público acusar o ator Ed Westwick, conhecido como o Chuck Bass da série “Gossip Girl”, de tentar estuprá-la num hotel em Los Angeles, em 2014. Rachel Eck fez a denúncia no site Buzzfeed, e novamente o produtor australiano Kaine Harling foi citado na história. Eck conta que era ex-namorada de Harling e, momentos antes da cerimônia do Oscar 2014, recebeu uma mensagem do celular dele, pedindo para que ela o encontrasse numa festa num “elegante” hotel de Hollywood. Na época, ela tinha 23 anos e havia acabado de se mudar para Los Angeles. Acreditando que teria uma reconciliação com o ex-namorado, ela resolveu aceitar o convite. Porém, a caminho do hotel, a moça ficou sabendo que Westwick também tinha sido chamado para a festa. “Ele disse que tinha esse amigo, Ed Westwick”, disse Eck, afirmando que não sabia quem era o ator naquela época. Quando ela chegou ao local, o Sunset Marquis, em West Hollywood, por volta das 2h30 da manhã, se deu conta de que não havia festa nenhuma, era apenas Harling e Westwick. Ela conta que o ator a pediu que convidasse uma amiga para se juntar a eles, mas, como era tarde, suas amigas já haviam dormido. “Como eu não levei nenhuma garota para ele, ele colocou seus olhos em mim”, contou a mulher, revelando que o ator “ficava pior e ainda mais pegajoso” conforme a noite avançava. Segundo Eck, Westwick tentou beijá-la e chegou a colocá-la contra a parede, mas ela o empurrou, dizendo que estava namorando Harling. Ela contou que foi avisar o ex-namorado, mas ele não quis acreditar. Então, ela falou que ia embora, mas Harling insistiu para que ela ficasse. De acordo com seu relato, quando finalmente deixou claro que deixaria o local, Harling disse que Westwick queria se desculpar. Foi aí que o ator tentou estuprá-la. “Ed então me puxou para a cama e me pegou agressivamente”, disse ela, referindo-se a seus seios. “Eu o empurrei o mais rápido que pude e fui embora”. “Nunca me senti tão desconfortável em toda a minha vida”, completou. A história é parecida com a contada pela atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”), que publicou sua denúncia no Facebook. A atriz também conta que na época namorava um produtor amigo de Westick, posteriormente identificado como Harling. “Ele me levou na casa de Ed, quando eu o conheci pela primeira vez. Quando ele sugeriu que ‘todos nós deveríamos fazer sexo’ eu quis ir embora. Mas o produtor não queria deixar Ed desconfortável e sair. Ed insistiu que ficássemos para o jantar. Eu disse que estava cansada e que queria ir embora, tentando sair dessa situação desconfortável”. Então, Westwick sugeriu que ela cochilasse no quarto de hóspedes. “Eu fui acordada abruptamente com Ed em cima de mim, com seus dedos dentro do meu corpo. Eu pedi para ele parar, mas ele era muito forte. Eu lutei o quanto eu pude, mas ele pegou meu rosto, me sacudiu, dizendo que queria fazer sexo comigo. Eu fiquei paralisada, aterrorizada. Eu não podia me mover. Ele me segurou e me estuprou”, relatou Cohen. Além das duas, Aurélie Wynn também usou o Facebook para denunciar um estupro do ator. Todos os casos aconteceram em 2014 com mulheres que ele não conhecia até a noite do ataque. Westwick negou a primeira acusação, repetiu que era inocente após a segunda denúncia e afirmou estar cooperando com a polícia de Los Angeles, que abriu uma investigação criminal sobre o caso. “É desanimador e triste que duas acusações não verificadas feitas em redes sociais façam com que alguns concluam que eu seja capaz de atos tão vis e horríveis. Eu não fiz nada disso e estou trabalhando com as autoridades para que meu nome fique limpo assim que possível”, declarou. Após as denúncias, a rede britânica BBC emitiu um comunicado, anunciando que tinha cancelado a exibição da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação do romance de mistério “Punição para a Inocência”, de Agatha Christie, que inclui Ed Westwick em seu elenco, e suspendido a produção da 2ª temporada de “White Gold”, protagonizada pelo ator.

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    Pesquisa revela que 77% dos brasileiros veem Netflix em público

    14 de novembro de 2017 /

    Uma pesquisa realizada pela empresa SurveyMonkey, sob encomenda da Netflix, revelou que a maioria das pessoas assistem as séries da Netflix na rua. O relatório joga por terra os esforços da Nielsen de medir a audiência do serviço de streaming a partir de equipamentos colocados em TVs. “Netflix em público virou uma norma social, com 60% dos norte-americanos assistindo mais filmes e séries em público do que ano passado. A introdução do download na Netflix deu liberdade aos usuários para assistir seus filmes e séries favoritas onde bem entenderem”, disse em comunicado Eddy Wu, diretor de inovação de produção da gigante do streaming. O estudo não ficou restrito apenas aos Estados Unidos. Ao todo, foram pesquisados mais de 37 mil usuários da plataforma de streaming em 22 países diferentes. E o resultado foi que dois em cada três assinantes da Netflix usam o serviço em ambiente público – como ônibus, metrô, restaurante, cafeteria. Os dados ainda apontam que 44% das pessoas que viajam de avião em todo o mundo estão ligadas na Netflix. De acordo com a pesquisa, o Brasil está acima da média quando se trata de assistir conteúdo em local público. Brasileiros vem mais Netflix na rua que os americanos: 77% dos assinantes. O hábito é mais comum em aviões (49%), no ônibus (45%), no trajeto diário (50%), em cafés (47%), em filas (39%), na academia (24%) e no carro (33%). Mas os brasileiros não são nem de longe os que mais fazem isso, ficando atrás dos assinantes do México (89%), Colômbia (84%), Chile (82%) e Argentina (78%) só entre os países da América da Latina. Quase metade (45%) das pessoas que assistem a filmes e séries em transporte público já foram surpreendidos por curiosos espiando sua tela. No Brasil, é onde isso mais acontece: 61% dos entrevistados confessaram dar uma olhadinha no que o vizinho está assistindo. Só 18% se sentiram constrangidos pelo conteúdo visto e 77% continuaram a ver sua série ou filme. O problema disso é que os curiosos acabam tomando spoilers. No Brasil, 17% dos assinantes do serviço ficaram sabendo sem querer o que ia acontecer num episódio que ainda não visto ao olhar a tela do vizinho. O uso em público da Netflix também cria situações curiosas. 22% dos assinantes admitem que choram diante de estranhos enquanto assistem a alguma produção, a maioria (65%) não tem constrangimento para gargalhar alto, e uma em cada dez dessas pessoas perde o ponto no ônibus pela distração. Apesar de curiosa, a pesquisa tem o objetivo comercial de alardear o uso da Netflix em público. Ao mesmo tempo em que divulga a marca e estimula o público a aderir à prática, o estudo desacredita as medições de audiência da plataforma por métodos convencionais, mostrando que a relação do público com a Netflix é diferente de todos os canais tradicionais de TV. Em outras palavras, medições como a da Nielsen refletem uma amostragem muito pequena (em torno de 30%) do suposto público real do streaming.

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    Série do Justiceiro divide opiniões da crítica americana

    13 de novembro de 2017 /

    As primeiras críticas da série do Justiceiro (The Punisher), na Neflix, começaram a ser publicadas nesta segunda-feira (13/11), e foram bem divisivas, do tipo “obra-prima”/”lixo”. Enquanto alguns se entusiasmaram a ponto de considerá-la a melhor das séries da Marvel exibidas pelo serviço de streaming, com muitos elogios para o ator Jon Bernthal, intérprete do protagonista, não faltaram os que acharam a produção simplesmente tediosa. Houve até quem a definisse como uma “Person of Interest” (Pessoa de Interesse) piorada. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e estreia na sexta, dia 17 de novembro, na plataforma de streaming. Veja abaixo algumas das opiniões pinçadas entre as críticas americanas. “’O Justiceiro’ é entretenimento empolgante e politicamente ousado, que não tem medo de mergulhar na complexidade de uma nação que se define pela quantidade imensurável de morte que inflige nos outros em nome da paz” – Chris Cabin, Collider. “A Netflix disponibilizou todos os 13 episódios para o público e, apesar de fortes performances de Jon Bernthal, Daniel Webber e Ebon Moss-Bachrach, foi difícil chegar até o final. Eu fiquei pensando em ‘Person of Interest’, que fez um trabalho melhor com um material similar” – Gavia Baker-Whitelaw, The Daily Dot. “Além de ser a melhor, também é a mais violenta… ‘O Justiceiro’ é a série que a Marvel precisava. É a série que prova que ainda há esperança para a editora na TV. E sim, se formos julgar puramente pelo ato de se transformar num personagem, Benthal absolutamente merece um Emmy por sua performance” – Merrill Barr, Forbes. “Para uma série que, em vista da época em que está sendo lançada, poderia ser tão controversa, sua maior polêmica deve ser a falta de polêmica. Frank Castle faz algumas coisas ruins, mas nada tão ruim quanto o que vemos nos EUA todos os dias. Como uma narrativa sobre veteranos de guerra que tentam encontrar seu lugar no mundo, “Justiceiro” tem algo a dizer. Mas poderia ter sido muito mais curta, e sua inclusão no universo Marvel parece apenas tangencial na melhor das hipóteses” – Liz Shannon Miller, Indie Wire. “O primeiro episódio de ‘O Justiceiro’ é entediante e repetitivo. Nada nele indica algo diferente daquilo que já vimos em ‘Demolidor’. Seguindo a toada, o quinto e sexto episódios são ainda mais lentos, numa indicação de que a Netflix ainda não aprendeu a superar o embaço do meio de suas temporadas” – Susana Polo, Polygon. “Graças à performance de Jon Bernthal como o vigilante Frank Castle, e à mente sagaz do showrunner Steve Lightfoot, ‘O Justiceiro’ chega aos pontos altos de ‘Jessica Jones’ ao introduzir um personagem conturbado e mortal” – Sonia Saraiya, Variety “‘O Justiceiro'” faz um excelente trabalho para reintroduzir um personagem icônico, com a ajuda de uma performance brilhante de Jon Bernthal” – David Griffin, IGN “No final das contas, ‘O Justiceiro’ oferece para os fãs do personagem uma experiência melhor do que as três adaptações fracassadas do personagem no cinema. Mas aqueles que procuram mais escapismo em sua narrativa de super-heróis podem achar melhores séries tão sombrias quanto, mas muito menos tediosas da Marvel/Netflix” – Robert Yaniz Jr., We Got This Covered.

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    Trailer da midseason de Star Trek: Discovery aponta tramas clássicas de Jornada nas Estrelas

    13 de novembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou o trailer da segunda metade de “Star Trek: Discovery”, que encerrou seu arco inicial no domingo (12/11) nos EUA. O episódio do midseason finale chegou nesta segunda na Netflix do Brasil e a parte final da 1ª temporada será exibida a partir de janeiro. Após um curto-circuito interromper seu salto de volta à Terra, a nave Discovery se encontra num lugar desconhecido, sem conseguir identificar as estrelas ou os destroços espaciais a sua volta, enquanto o Tenente Stamets (Anthony Rapp) sofre uma contaminação por esporos e fica com os olhos embranquecidos. Fãs da série original dos anos 1960 devem ligar os eventos a dois episódios clássicos da “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A referência mais óbvia remete ao famoso piloto “Where No Man Has Gone Before”, de 1966. Para quem não lembra, o Tenente Gary Mitchell (personagem de Gary Lockwood) ganha poderes psíquicos quando a Enterprise penetra uma barreira espacial e fica com os olhos embranquecidos-prateados. O final é trágico. Para ressaltar a citação, o roteiro do último episódio, “Into the Forest I Go”, fez até o Capitão Lorca (Jason Isaacs) dizer a frase daquele título, “Onde nenhum homem jamais esteve”, que também reverberava na narração da abertura dos episódios de meio século atrás. A segunda referência veio em meio a esse mesmo diálogo, registrado durante uma conversa entre Lorca e Stamets, diante de um mapa dos saltos da Discovery por meio da tecnologia dos esporos, que apontariam universos paralelos. A chegada num lugar desconhecido, em pleno salto, evoca o acidente com o teletransporte de “Mirror, Mirror”, episódio de 1967 que mostrava um universo paralelo, em que a Federação era mais selvagem que os klingons. “Where No Man Has Gone Before” e “Mirror, Mirror” são duas das melhores histórias dos mais de 50 anos de roteiros da franquia. Se “Star Trek: Discovery” for realmente revisitá-las, os fãs vão querer se teleportar em massa para o CBS All Access, a plataforma que exibe a série com exclusividade nos EUA. As pistas da prévia abaixa apontam nesta direção. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro na Netflix do Brasil. Aproveite e reveja abaixo cenas dos episódios clássicos mencionados.

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    Ellen Page vai estrelar série baseada nos quadrinhos de A Academia Umbrella

    12 de novembro de 2017 /

    A atriz Ellen Page vai voltar a viver uma heroína dos quadrinhos, após interpretar Kitty Pryde em dois filmes da franquia “X-Men”. Ela é o primeiro nome confirmado de “The Umbrella Academy”, adaptação de “A Academia Umbrella”, HQ do roqueiro Gerard Way (da banda My Chemical Romance) e do brasileiro Gabriel Bá, que vai virar série na Netflix. Publicada pela editora Dark Horse e premiada com o Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas e criadas como uma família disfuncional pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves, com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunirem para enfrentar um dos seus integrantes originais. A atriz será Vanya Hargreeves, também conhecido por seu nome de heroína, Violino Branco. Ela é a única dos filhos adotados de Hargreeves que não possui um dom extraordinário, mesmo tendo nascido no mesmo dia que seus irmãos superpoderosos. Insegura, Vanya luta para encontrar seu lugar no mundo. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”), com produção da NBCUniversal. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Novo trailer de Dark, série de terror da Netflix, mantém o clima de mistério

    12 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Dark”, sua primeira série de terror europeia. Mas mesmo com a prévia estendida, o mistério da trama – uma espécie de “Stranger Things” mais sombria – persiste. Com clima de suspense nórdico, “Dark” é a primeira produção original alemã do serviço de streaming. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Criada pelo cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista Jantje Friese, que fizeram juntos o thriller de hackers “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo” (2014), a atração traz em seu elenco Stephan Kampwirth (também de “Invasores”), Louis Hofmann (“Terra de Minas”), Anna König (“Zonas Úmidas”), Sebastian Hülk (“Hanna”), Jördis Triebel (“A Papisa Joana”) e Peter Schneider (“Duas Irmãs, uma Paixão”). Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, bo Odar disse que teve “liberdade criativa completa”. “A Netflix nos deu um orçamento, alguns avisos e nos deixou em paz para fazermos o que quiséssemos”. “Dark” estreia em 1 de dezembro na plataforma de streaming.

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    Louis C.K. é demitido das produções da FX e dispensado da animação Pets 2

    11 de novembro de 2017 /

    O comediante Louis C.K. perdeu todos os contratos e projetos que tinha em andamento. Após o cancelamento da estreia do filme “I Love You, Daddy”, que ele escreveu e dirigiu, e do anúncio da HBO e da Netflix sobre interrupção de produções, retirada de especiais das plataformas de streaming e dispensa de projetos futuros, seus últimos parceiros o dispensaram. A FX Productions (FXP) anunciou o rompimento do contrato com a produtora de C.K., Pig Newton. Além disso, a Universal informou que ele não voltará a trabalhar como dublador na continuação da animação “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” (2016). Ele dublava o protagonista, o cachorrinho Max. As decisões foram tomadas após ele admitir que as denúncias de assédio sexual feitas por colegas comediantes eram verdadeiras. A FXP trabalhava com C.K. em quatro séries: “Better Things” e “Baskets”, exibidas no canal pago FX, na vindoura animação “The Cops”, que estrearia no TBS, e “One Mississippi”, na Amazon. Das quatro, “The Cops” era a única que incluía C.K. como intérprete, dublando um dos personagens centrais. Por conta disso, a série teve a produção suspensa e não deve mais estrear na TV. As demais devem continuar a ser produzidas, mas sem participação do comediante. “Ele não servirá mais como produtor executivo ou receberá compensações em qualquer uma das séries que produzimos com ele”, diz o comunicado da FXP. “Louis confirmou que é verdadeiro o relato das cinco mulheres que foram vítimas de sua má conduta, da qual desconhecíamos anteriormente. Tanto quanto sabemos, seu comportamento nos últimos 8 anos em todas as cinco séries que ele produziu para a FX Networks e/ou FX Productions foi profissional. No entanto, agora não é hora dele fazer programas de televisão. Agora é hora dele falar honestamente sobre as mulheres que compartilharam suas experiências dolorosas, um processo que ele começou hoje com sua declaração pública”, segue o texto. “A FX Networks e a FX Productions continuam empenhadas em fazer tudo o que pudermos para garantir que todas as pessoas trabalhem em um ambiente seguro, respeitoso e justo, e continuaremos nossa averiguação a respeito do ambiente de todas essas produções para garantir que foi e é o caso”, termina o comunicado. Já a Universal não acrescentou nenhum comentário à dispensa do trabalho do comediante. Ele também foi dispensado pelas duas empresas que empresariavam sua carreira, a 3 Arts, que agenciava suas produções, e a APA, que cuidava de seus shows de stand-up.

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    Roteirista acusa Richard Dreyfuss de tentativa de estupro nos anos 1980

    10 de novembro de 2017 /

    Menos de uma semana após Harry Dreyfuss, filho do ator Richard Dreysfuss (“Tubarão”, “A Garota do Adeus”), acusar Kevin Spacey (série “House of Cards”) de tê-lo assediado, seu próprio pai virou alvo de uma denúncia. A roteirista Jessica Teich resolveu trazer à tona uma tentativa de estupro ocorrida nos anos 1980, justamente após ler o relato de Harry. “Quando vi que ele estava apoiando a história do filho, que eu jamais questionaria, pensei: ‘Espere um minuto, esse cara me assediou por meses. Ele estava em uma posição de muito poder sobre mim, e na época senti que eu não poderia falar com ninguém sobre isso. Me pareceu muito hipócrita”, diz Teich ao site Vulture, que publicou a denúncia. Jessica Teich trabalhou como roteirista no documentário “Funny, You Don’t Look 200: A Constitutional Vaudeville”, sobre o bicentenário da constituição americana, apresentado por Richard Dreyfuss em 1987. A escritora lembra que o ator a chamou no seu trailer um dia e, quando ela chegou, ele mostrou seu pênis. “Lembro-me de subir os degraus do trailer e virar à esquerda… e ele estava na parte de trás do carro com o pênis para fora, e ele tentou me puxar para perto dele”, disse. “Estava ereto e ele empurrou meu rosto em direção ao pênis”, conta Teich, que acredita ter sido vítima de uma tentativa de sexo oral. Ela conseguiu escapar. “Ele criou um ambiente de trabalho hostil, onde eu me sentia constantemente objetificada, sexualizada e insegura”, acrescentou. Diante da denúncia, Dreyfuss emitiu um comunicado em que nega o abuso, afirmando que nunca se expôs para Jessica, a quem considerava sua amiga havia 30 anos. Ele admite, no entanto, que nos anos 1970 flertava com todas as mulheres. “Eu flertei com ela, e me lembro de tentar beijar Jessica como algo que eu pensava ser um jogo de sedução consensual que durou muitos anos”, explica o ator. “Estou horrorizado e desconcertado por descobrir que não era consensual”, continuou ele. “Não entendi. Isso me faz reavaliar cada relacionamento que eu já pensei ser divertido e mútuo”, completou o ator, que venceu o Oscar por “A Garota do Adeus” (1977).

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