Novo trailer legendado de Dark destaca viagens no tempo
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado da 2ª temporada de um dos primeiros sucessos internacionais, a série alemã “Dark”. A prévia destaca que “viagem no tempo existe de verdade” e explora as consequências disso, tema central da atração. “Se você tivesse acesso aos mecanismos do relógio do mundo, se pudesse mover as engrenagens, para qual dia você viajaria?”, diz a narração, entre cenas violentas e sombrias. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. A criação do cineasta suiço Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) foi renovada 19 dias após sua estreia na plataforma de streaming, mas demorou um ano e meio para retornar. A 2ª temporada estreia no dia 21 de junho, num longo hiato desde seu lançamento em dezembro de 2017. Por outro lado, já se encontra renovada para o terceiro ano, que irá concluir a história em 2020.
Netflix renova e cancela Lúcifer em anúncio de última temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Lucifer” para sua 5ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, com direito a vídeo da celebração de Tom Ellis, intérprete do personagem-título. Mas se trata de uma comemoração forçada. O anúncio incluiu uma palavrinha que muda todo o sentido do texto: “última”. Ou seja, a Netflix cancelou “Lucifer”. Mas deu aos produtores uma temporada extra para concluir a série. Por um lado, a renovação permite tempo para a história chegar a seu fim (mais) natural. No último episódio produzido, Lúcifer tinha sido enviado ao inferno. E os roteiristas poderão agora explorar o que isso significa, sem que a série termine neste anticlímax. Mas, por outro lado, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. No comunicado desta quinta (6/6), os produtores foram diplomáticos, exaltando a mesma felicidade vista no vídeo de Tom Ellis. “Somos incrivelmente gratos à Netflix por ter ressuscitado nosso programa na última temporada, e agora vamos terminar a história de Lúcifer em nossos termos”, disseram Joe Henderson e Ildy Modrovich no anúncio oficial. “Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor ainda está por vir!”, completaram. Por sua vez, a plataforma disse: “Estamos muito felizes que os fãs de Lúcifer em todo o mundo tenham abraçado esta série na Netflix, e mal podemos esperar para dar a eles o grande final pelo qual todos estavam esperando”. Ver essa foto no Instagram Vocês pediram e eu invoquei a quinta e última temporada de Lucifer! Agora com licença que eu vou sair gritando pelas ruas com o meu diabão! ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 6 de Jun, 2019 às 3:40 PDT Posso descansar agora? Lucifer foi renovada para sua 5ª e última temporada. ?? pic.twitter.com/fi7eFegT6G — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 6, 2019
Trailer legendado de Jessica Jones apresenta novo vilão e nova heroína
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, que traz a protagonista acusada de ser uma farsa por um novo vilão e apresenta a versão mascarada de sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. A prévia mostra Trish Walker (Rachael Taylor) com uma roupa preta que chega a lembrar o Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. Já o novo inimigo de Jessica Jones é o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que os novos episódios vão marcar a estreia de Krysten Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Ex-promotora do caso retratado em Olhos que Condenam se demite após pressão popular
A ex-promotora Linda Fairstein não resistiu à pressão e pediu demissão da ONG Safe Horizon, na qual trabalhava há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos, e da Universidade Vassar, onde participa do conselho. Ela foi alvo de campanha nas redes sociais para ser demitida, após ser retratada como vilã na série “Olhos que Condenam” (When They See Us). Lançada na última sexta-feira (31/5), a produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman) foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes e até hoje se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. Uma reportagem do TMZ revelou que ela estava sendo fortemente pressionada a pedir demissão. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença nas entidades de que participava também indignava colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O site apurou que o conselho da Safe Horizon planejava demiti-la de qualquer jeito. Ela também teria abandonado outros trabalhos que realizava, nas fundações God’s Love We Deliver e Joyful Heart. Mas seus principais rendimentos vêm de livros de suspense da personagem Alexandra Cooper, que criou após ganhar notoriedade com o caso dos Cinco do Central Park. Uma petição online, no site Change.org, também pede para que esses livros sejam boicotados. 70 mil pessoas já assinaram. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, após 30 horas seguidas de tortura psicológica, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Fairstein teria impedido pessoalmente que os menores vissem seus parentes ou advogados antes de confessarem, num franco abuso de autoridade. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Em 2001, um estuprador serial chamado Matias Reyes conheceu Wise quando ambos foram transferidos para a mesma prisão. Depois de ser preso, Reyes tinha se tornado religioso e queria reparar seus crimes. Assim, decidiu assumir que tinha sido ele quem realmente estuprou a mulher do Central Park e foi único responsável pelo ataque. O DNA encontrado na vítima, desprezado na época pela promotora, corroborou sua confissão. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, afirmou que a ex-promotora finalmente está pagando por seus crimes. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Quase 30 anos depois da prisão dos jovens, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões como compensação pela injustiça que eles sofreram. Em processo movido pelos cinco contra o município, eles acusavam a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
The Ranch vai acabar na 4ª temporada, após demissão de Danny Masterson
A série “The Ranch”, estrelada por Ashton Kutcher, vai acabar com o lançamento da sua 4ª temporada, prevista ainda para este ano. O anúncio foi feito pelo próprio ator em um post no Twitter (veja abaixo). A Netflix renovou a série para sua 4ª temporada em novembro passado, apesar do escândalo que levou à demissão de um de seus protagonistas, o ator Danny Masterson. O intérprete do irmão de Ashton Kutcher na trama foi demitido durante as gravações da 3ª temporada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000), no rastro do movimento #MeToo. Para compensar a saída de Masterson, a série acrescentou um novo personagem, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/03/dax-shepard-sera-substituto-de-danny-masterson-na-serie-the-ranch/”>vivido por Dax Shepard (“CHiPs”). Após aparecer no final da 3ª temporada, ele foi promovido ao elenco fixo da atração, que também conta com Sam Elliott (indicado ao Oscar por “Nasce uma Estrela”) e Elisha Cuthbert (a eterna Kim Bauer de “24 Horas”), além de Debra Winger (do clássico “Laços de Ternura”) em participações especiais. Criada por Don Reo e Jim Patterson (produtores-roteiristas de “Two and a Half Men”), “The Ranch” foi a primeira série de comédia de estilo multi-câmera (gravada em estúdio diante de uma plateia) produzida pela Netflix e marcava o reencontro de Masterson e Ashton Kutcher, que trabalharem juntos na sitcom clássica “That ’70s Show”. A 4ª temporada terá 20 episódios, que ainda não possuem data de estreia definida. @theranchnetflix is coming to an end, but not just yet. We’re excited to bring you the final 20 episodes — 10 streaming later this year (2019) on @netflix, and then 10 more in 2020. Stay tuned! pic.twitter.com/dX9vzjHm4T — ashton kutcher (@aplusk) June 4, 2019
Pôster de Stranger Things destaca o novo monstro da série
A Netflix divulgou um novo pôster da 3ª temporada de “Stranger Things”, para marcar que falta um mês para a estreia dos novos episódios. A imagem reúne os personagens da série e já inclui Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), que viverá Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Mas o principal destaque da ilustração é o novo monstro da trama, que aparece em primeiro plano, projetando sombras e deixando um rastro de morte na cidadezinha de Hawkins. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.
Promotora que acusou inocentes de estupro pode perder emprego após série da Netflix
A estreia da série “Olhos que Condenam” (When They See Us) na última sexta-feira (31/5) está dando o que falar nos Estados Unidos. A produção da Netflix, dirigida por Ava DuVernay (“Selma”), aborda a prisão injusta de cinco adolescentes negros que foram condenados por estupro de uma mulher branca no Central Park, em 1989. Eles passaram anos presos e só foram inocentados porque o verdadeiro culpado confessou o crime. Por conta do impacto da série, a opinião pública vêm pressionando pela demissão da “vilã” da história, a ex-promotora Linda Fairstein (interpretada na série pela atriz Felicity Huffman), que foi implacável em apontar a culpa dos cinco adolescentes. Até hoje, ela se nega a assumir os erros na investigação que levaram os jovens a serem condenados. De acordo com uma reportagem do site TMZ, Fairstein está sendo pressionada a pedir demissão da organização sem fins lucrativos “Safe Horizon”, na qual ela trabalha há mais de 20 anos ajudando vítimas de abusos e crimes violentos. Além de ser alvo da hashtag #CancelLindaFairstein no Twitter, sua presença na entidade também estaria indignando colegas e funcionários, após o caso voltar à mídia. O CEO da ONG disse que vai avaliar o caso, mas o TMZ apurou que o conselho planeja demiti-la de qualquer jeito. A série é impiedosa ao retratá-la, da mesma forma como ela foi impiedosa com os jovens que condenou na vida real. Na época do crime, Linda era chefe da unidade de crimes sexuais de Manhattan e não teria agido corretamente ao investigar quem era o real culpado pelo estupro da mulher no Central Park, coagindo os cinco menores inocentes até que eles confessassem qualquer coisa. De acordo com o TMZ, Raymond Santana, um dos jovens condenados injustamente, disse que a ex-promotora finalmente está conseguindo o que merece. “Mesmo que seja 30 anos depois”, disse. Causando comoção nos Estados Unidos, “Olhos que Condenam” detalhou como a polícia e a promotoria de Nova York obrigaram os menores de idade Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymon Santana, Antron McCray e Korey Wise a confessarem o crime, levando-os a serem condenados, embora exames de DNA, roupas e outras provas físicas indicassem sua inocência. Eles ficaram presos entre 5 a 12 anos em reformatórios (um deles, que já tinha 16 anos na época, foi enviado para um presídio de adultos) até que o verdadeiro culpado confessou. Testes posteriores de DNA confirmaram que o autor do crime era mesmo Matías Reyes, que já cumpria prisão perpétua desde 1989 por outros crimes, inclusive estupros. Quase 30 anos depois do crime, o atual prefeito de Nova York, Bill de Blasio, concordou em pagar uma indenização de R$ 40 milhões aos rapazes. O processo movido pelos cinco acusava a polícia, os promotores e outras autoridades de racismo. Mesmo assim, o prefeito anterior, Michael Bloomberg, recusava-se a pagar qualquer indenização. Após as acusações, a vida dos cinco jovens e de suas famílias foram destruídas. E tem um detalhe: quem mais atacou publicamente os garotos foi o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que publicou em 1989 um anúncio de página inteira no jornal The New York Times pedindo a volta da pena de morte no estado para punir os garotos. Na época, Trump era apenas um empresário arrogante. Mas, caso fosse bem-sucedido em sua campanha, teria o sangue de cinco inocentes em suas mãos. Isto, claro, não lhe serviu de lição alguma, nem ao público. O mesmo tom sanguinário tem mantido Trump popular nos Estados Unidos, ao encomendar campanhas publicitárias que retratam imigrantes latinos como ladrões, assassinos e estupradores, para justificar dar-lhes o pior tratamento possível nos serviços de imigração – como separar crianças dos pais. O detalhe não passa despercebido pela série. Embora a história de “Olhos que Condenam” se passe nos anos 1980, a diretora Ava Duvernay deixa claro que a eleição de Trump prova que muitas coisas permanecem iguais nos Estados Unidos.
Vídeo de Jessica Jones destaca estreia de Krysten Ritter como diretora
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”, centrada na experiência da atriz Krysten Ritter como diretora. Ela vai estrear na função no comando de um episódio do novo arco da série. Ao comentar que o episódio será centrado na jornada de Trish Walker (Rachael Taylor), Ritter também confirma que os novos capítulos vão explorar os superpoderes desenvolvidos pela melhor amiga de Jessica Jones – que, inclusive, pode ser vista em cenas de ação no vídeo. A estreia dos capítulos finais foi marcada para 14 de junho. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (que incluem “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Jurassic World vai virar série animada da Netflix
A Netflix vai lançar uma série animada baseada na franquia “Jurassic World”. Intitulada “Jurassic World: Camp Cretaceous”, a produção está sendo desenvolvida pela DreamWorks Animation em parceria com a produtora Amblin, responsável pelos filmes dos dinossauros. A série animada vai se passar após os eventos do primeiro filme da saga “Jurassic World”, lançado em 2015. Depois dos dinossauros terem escapado de suas jaulas e dominado a Ilha Nublar, um grupo de adolescentes acampado num dos cantos extremos da ilha se vê perdido em meio ao caos. Para sobreviver, eles só podem contar uns com os outros. O diretor dos primeiros “Jurassic Park”, Steven Spielberg, está entre os produtores da série, assim como Colin Trevorrow, diretor do primeiro “Jurassic World”, que também vai comandar o próximo filme da franquia. Os responsáveis pelo roteiro e produção executiva são Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e a atração ainda não tem previsão de estreia.
Netflix renova Disque Amiga para Matar para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série de comédia “Dead to Me”, que ganhou o título nacional (nada a ver) de “Disque Amiga para Matar”. A série estreou em 3 de maio e apareceu num ranking experimental da Netflix britânica como o programa mais visto do mês na plataforma. “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) marca a volta da atriz Christina Applegate para as sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. Na trama, Applegate vive Jen, uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, Jen cria uma amizade com Judy (papel de Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”), uma mulher de espírito livre que guarda um segredo chocante. O elenco também inclui James Marsden (“Westworld”), Max Jenkins (“Os Mistérios de Laura”) e o veterano Ed Asner (o eterno Lou Grant de “Mary Tyler Moore”). A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, uma lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais são as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, lidera o ranking desde a estreia. Veja abaixo a lista mais recente, divulgada no fim de semana passado. #DeadToMe has been renewed for Season 2!! #NetflixFYSee pic.twitter.com/uYyB9XuJki — See What's Next (@seewhatsnext) June 4, 2019 < And the most-watched ~series~ in the UK this week… ? 1. Dead to Me2. Jane The Virgin3. WHAT / IF4. The Society5. Dynasty6. Lucifer7. Riverdale8. The Rain9. Line of Duty10. iZombie — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) May 29, 2019
Irmãos Russo vão transformar o jogo Magic: The Gathering em série da Netflix
A Netflix anunciou que os irmãos Joe e Anthony Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”) vão produzir uma série animada baseada no clássico jogo de cartas “Magic: The Gathering”, com exclusividade para a plataforma. O comunicado foi feito pelas redes sociais. A produtora AGBO, fundada pelos irmãos, fechou contrato com a fabricante de brinquedos Hasbro, que é dona da Wizards of the Coast, empresa de Seattle responsável pelo jogo de cartas. Fãs do jogo, os Russo vão supervisionar a criação da série, que terá direção e roteiro de Henry Gilroy (das séries animadas “Star Wars Rebels” e “Guardiões da Galáxia”) e Jose Molina (de “Agent Carter” e “The Tick”). Além dos duelos de cartas originais, em que os jogadores disputam batalhas imaginárias em reinos místicos de outras dimensões, “Magic: The Gathering” também dispõe de títulos em videogame, que podem inspirar a adaptação da série. Confira abaixo o impressionante trailer do game mais recente, “War of the Spark”. HUGE ANNOUNCEMENT TIME: Netflix and Wizards of the Coast are teaming up with Joe and Anthony Russo to make a Magic: The Gathering anime series and this teaser of Chandra has me asking QUESTIONS. pic.twitter.com/vljlEtl0Mq — NX (@NXOnNetflix) June 3, 2019
La Casa de Papel: Trailer legendado da Parte 3 revela muitas novidades e reviravoltas
A Netflix divulgou novas fotos e o primeiro trailer legendado da Parte 3 de “La Casa de Papel”, que mostra reviravoltas na trama e o que leva os personagens a se juntarem novamente. Após escapar do país, o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha volta à ativa para libertar um deles, que foi preso pela polícia num cerco inesperado. Sob o comando do Professor (Álvaro Morte), eles resolvem atacar a prisão, vestindo, claro, os famosos macacões vermelhos e máscaras de Dalí. A prévia também confirma a presença de Berlim (Pedro Alonso), que levou vários tiros no final da Parte 2. Não é realmente uma surpresa, já que o ator tinha aparecido anteriormente em um vídeo da Netflix que anunciava o início das novas gravações e foi flagrado por paparazzi durante as filmagens de seu encontro com Álvaro Morte em Veneza. Os episódios também contarão com o retorno dos atores Úrsula Corberó (Tóquio), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez), além do criador Álex Pina e do diretor Jesús Colmenar. E há novos personagens: Bogotá (Hovik Keuchkerian, de “Assassin’s Creed”), O Engenheiro (Rodrigo de La Serna, de “Diários de Motocicleta”) e Tamayo (Fernando Cayo, de “A Pele que Habito”), incluídos no grupo do Professor, e Alicia Sierra (Najwa Nimri, de “Vinho de Verão”), a inspetora que substitui Raquel Murillo. A estreia da Parte 3 (mas pode chamar de 2ª temporada, já que a 1ª foi dividida em duas) vai acontecer em 19 de julho. Ao contrário da temporada original, os novos episódios não são produção da TV espanhola, mas uma atração original – e exclusiva – da Netflix.
Cursed: Katherine Langford segura Excalibur na primeira foto da série criada por Frank Miller
A Netflix divulgou a primeira imagem oficial de “Cursed”, série medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”). A imagem traz a protagonista Katherine Langford (“13 Reasons Why”) empunhando a lendária espada Excalibur. “Cursed” é baseada em um romance ilustrado de autoria de Miller, em parceria com Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), que também será produtor da série. A trama é descrita como uma reimaginação da Lenda do Rei Arthur, narrada sob o ponto de vista de Nimue (Katherine Langford), uma heroína adolescente com um dom misterioso que irá torná-la a poderosa (e trágica) Dama do Lago. Após a morte de sua mãe, ela encontra um parceiro inesperado em Arthur, um jovem mercenário, em uma busca para encontrar Merlin e entregar uma antiga espada. No curso de sua jornada, Nimue se tornará um símbolo de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos e seu cúmplice, o Rei Uther. O elenco também inclui Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Gustaf Skarsgård (“Vikings”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Devon Terrell (“Barry”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia apenas em 2020. Cursed é











