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  • Filme

    Stranger Things ganha trailer patriótico e dezenas de imagens inéditas

    3 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer e mais 26 fotos da 3ª temporada de “Stranger Things”. A prévia tem clima patriótico, relacionado ao Dia da Independência dos Estados Unidos, data em que se passa a trama e que também é a mesma da estreia dos episódios. Já as imagens reúnem os personagens da série, com direito a duas novidades: Cary Elwes (“Jogos Mortais”) como o prefeito de Hawkins e Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), como Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. As novas fotos se juntam ao material anteriormente divulgado, que pode ser conferido aqui. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming na quinta-feira (4/7). [gallery targetsize=”full” captions=”hide” bottomspace=”ten” gutterwidth=”10″ columns=”3″ size=”medium” newtab=”true”

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  • Filme

    Astros de Capitão América se juntam em trailer legendado de streaming de ação

    3 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “À Queima-Roupa” (Point Blank), thriller de ação que reúne Anthony Mackie e Frank Grillo. Os dois já se enfrentaram nos filmes do Capitão América. Agora, o intérprete do herói Falcão e do vilão Ossos Cruzados aliam-se contra os mesmos inimigos. A prévia mostra como um enfermeiro (Mackie) da área de emergência de um hospital tem a mulher raptada e se vê forçado a libertar um suspeito ferido (Grillo), acusado de assassinato. Mas as pessoas por trás do sequestro tem outros planos para o suposto criminoso recém-libertado. Eles querem matá-lo, assim como ao próprio enfermeiro. O que faz com que os dois desconhecidos se unam para enfrentar gangues e policiais corruptos. O filme tem roteiro de Adam G. Simon (“Man Down: O Terror da Guerra”) e direção de Joe Lynch (“Um Dia de Caos”). A estreia está marcada para 12 de julho em streaming.

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  • Filme,  Série

    Bryan Cranston e Aaron Paul sugerem nova parceria após Breaking Bad

    3 de julho de 2019 /

    É fato que existe um filme de “Breaking Bad” em produção, mas a maioria dos detalhes estão guardados em segredo. Por isso, os fãs da série premiada estão acompanhando com muita atenção os posts combinados entre os atores Bryan Cranston e Aaron Paul, intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman na atração. Depois de ambos compartilharem a imagem idêntica de duas mulas em suas redes sociais, acompanhada pela legenda “em breve”, eles publicaram uma foto em que aparecem juntos, reforçando a proximidade de algum fato ou revelação. “Ainda mais cedo”, escreveram. Não há mais nenhum detalhe e nada sugere que seja ligado à produção do telefilme, que ainda não foi anunciado oficialmente, mas, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, já está sendo escrito pelo criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan. Supostamente, a produção seria estrelada por Aaron Paul e contaria o que aconteceu com seu personagem, Jesse Pinkman, após a última cena da produção televisiva. No capítulo final da série, Pinkman foi salvo do cativeiro por Walter White e escapou num carro em disparada, enquanto seu “aminimigo” sangrava no chão de uma fábrica de drogas, ferido mortalmente pela troca de tiros contra traficantes caipiras, com o som de sirenes da polícia se aproximando do massacre. O filme acompanharia a fuga de Jesse a partir desse ponto. E Bryan Cranston? O ator disse, no início do ano, que não acreditava que Walter tinha morrido na cena final da série. Ao mesmo tempo, disse que isso não significava que estaria envolvido no telefilme – confirmando sua existência. “É uma ótima história e há muitas pessoas que queriam ver algum tipo de finalização em algumas dessas histórias que foram deixadas em aberto [no final da série]”, disse Cranston. “A ideia do filme, pelo que me disseram, diz respeito a isso – pelo menos um par de personagens ficou com o destino em aberto, no que diz respeito à jornada deles.” As fontes da THR também confirmam que a Netflix teria direitos preferencias sobre a produção, exibindo o filme em todo o mundo, paralelamente à transmissão americana pelo canal pago AMC. Mas os teasers de Bryan Cranston e Aaron Paul podem não ter nada a ver com isso. Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Even sooner Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 2 de Jul, 2019 às 9:59 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@glassofwhiskey) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT Ver essa foto no Instagram Soon Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 25 de Jun, 2019 às 10:00 PDT

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  • Filme

    David Harbour interpreta seu “pai” em trailer de falso documentário

    3 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Frankenstein’s Monster’s Monster, Frankenstein”, uma comédia com formato de falso documentário, estrelada por David Harbour (“Hellboy”, “Strager Things”). A prévia mostra o ator interpretando a si mesmo e seu “pai” em supostas imagens de arquivo. A premissa parte da descoberta de “gravações perdidas” de uma produção televisiva estrelada pelo pai de Harbour, baseada no livro “Frankenstein”. É a deixa para interpretações canastronas, imagens de baixa qualidade (supostamente “VHS”) e depoimentos que cercam o passado do velho ator em mistério. Ao mesmo tempo, Harbour, que conduz o documentário, é aconselhado a parar de investigar a história de seu pai. Se fosse a fundo, poderia descobrir que, na verdade, tanto seu pai quanto sua mãe eram agentes imobiliários e nunca atuaram na vida. O roteiro é de John Levenstein e a direção de Daniel Gray Longino, ambos do “Kroll Show”, e entre os atores que compõem o elenco, estão Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Kate Berlant (“Ghosted”) e Alex Ozerov (“The Americans”) O lançamento está marcado para 16 de julho.

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  • Filme

    Ted Bundy: Zac Efron é serial killer “irresistível” e “de família” em trailer legendado

    2 de julho de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal” (Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile), que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar Ted Bundy como um bom marido e pai de família, que jura inocência, exala charme e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Mas o mais curioso é que o filme foi adquirido pela Netflix após sua estreia no Festival de Sundance 2019. Ele está disponível desde maio em streaming nos Estados Unidos e em diversos outros países. Entretanto, será um lançamento de cinema no Brasil, com estreia marcada para 25 de julho.

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  • Série

    Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman

    1 de julho de 2019 /

    O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019

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  • Série

    Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman

    1 de julho de 2019 /

    A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Criador de A Maldição da Residência Hill emplaca nova série de terror na Netflix

    1 de julho de 2019 /

    A Netflix vai produzir uma nova série de terror do cineasta Mike Flanagan, responsável pela arrepiante e bem-sucedida “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Intitulada “Midnight Mass” (missa da meia-noite, em tradução literal), a atração vai se passar numa comunidade isolada, que começa a testemunhar fenômenos inexplicáveis após a chegada de um jovem e carismático padre. A plataforma de streaming encomendou sete episódios da série, que ainda não tem previsão de estreia. A produção faz parte de um contrato assinado em fevereiro entre a Netflix e a FlanaganFilm, produtora do diretor, que inclui a 2ª temporada de “A Maldição da Residência Hill” – rebatizada, em inglês, como “The Haunting of Bly Manor”.

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  • Série

    Henry Cavill aparece em pôster e novas fotos da série The Witcher

    1 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e novas fotos da série “The Witcher”. As imagens destacam o trio central da saga de fantasia, mostrando Henry Cavill (de “Missão Impossível: Efeito Fallout”) como o guerreiro Geralt of Rivia, Freya Allan (da série “Into the Badlands”) na pele da Princesa Ciri e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. E, como não poderia deixar de ser, já há polêmica racial em torno da aparência de Yennefer, que não seria “eslava” suficiente. Fãs da saga encheram o Twitter da Netflix de gifs, memes e reclamações contra o tom de pele da personagem. E o detalhe é que ainda não surgiram fotos de Anna Shaffer (da franquia “Harry Potter”) como Triss Marigold, a mudança racial mais radical da produção. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. O papel em “The Witcher” marca o retorno de Cavill às séries após o fim de “The Tudors”, em 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só por suas aparições como Superman nos filmes da DC, mas também por longas como “Missão Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Ainda não há previsão para a estreia, que deve acontecer em 2019.

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  • Série

    Quadrinhos de Sandman vão virar série na Netflix

    30 de junho de 2019 /

    A Warner está negociando com a Netflix a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV (Warner Bros Television), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O contrato ainda não foi assinado, mas a THR garante que isso é detalhe burocrático. O estúdio teria definido o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. A opção por transformar “Sandman” em série vem após duas décadas de tentativas frustradas de adaptação para o cinema. O último a desistir foi o roteirista Eric Heisserer (“A Chegada”), que deixou projeto há três anos aconselhando a Warner a abordar a obra de Neil Gaiman numa série. “Cheguei à conclusão que a melhor versão para esse material seria como uma série da HBO, ou mesmo uma minissérie, mas não como um filme — nem mesmo uma trilogia”, disse Heisserer ao site io9. Pois foi exatamente o que a Warner fez. De acordo com as fontes da THR, a WBTV procurou primeiro a HBO, mas o canal não avançou após considerar os custos, deixando o caminho aberto para a Netflix. Ainda segundo o THR, o estúdio não quis considerar a própria plataforma de streaming da WarnerMedia, porque viu no conteúdo uma forma de se capitalizar para fechar contratos de exclusividade com produtores visados no mercado, como J.J. Abrams (“Westworld”), cujo acordo estaria avaliado em US$ 500 milhões, e até Chuck Lorre (“The Big Bang Theory”), que encerra seu contrato atual em 2020. A Netflix, por sua vez, procura encontrar novas franquias de apelo popular após perder os super-heróis da Marvel, e não tem economizado nas negociações para adquirir IPs (propriedades intelectuais) capazes de atrair público, como nas negociações envolvendo “As Crônicas de Nárnia” e as obras infantis de Roald Dahl. A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama acompanha Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D. A revista em quadrinhos foi originalmente publicada entre 1989 e 1996 e ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix.

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  • Série

    Remake de Os Cavaleiros do Zodíaco ganha novas imagens

    29 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e novas imagens do remake da série “Os Cavaleiros do Zodíaco”, que mostram um pouco mais do visual dos heróis em sua versão CGI (computação gráfica). O remake contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher – e rendeu polêmica. A produção terá 12 episódios com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série é uma coprodução da Netflix com a Toei Animation, responsável pela animação original, e será lançado em 19 de julho.

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  • Série

    Showrunner avisa fãs que Netflix não vai reverter cancelamento de Lucifer

    29 de junho de 2019 /

    Quando a Netflix anunciou a renovação de “Lucifer”, muitos perceberam que, na verdade, o que a plataforma estava anunciando era o cancelamento da série, que terá uma 5ª e última temporada para encerrar sua história em 2020. O detalhe levou os “lucifans” a se mobilizarem e iniciar campanhas precoces para pressionar por mais episódios. Afinal, a tática já tinha dado certo antes, quando “Lucifer” foi cancelado pela Fox ao final de sua 3ª temporada e resgatado pela Netflix. Mas a showrunner da série tratou de jogar água fria nesses planos. Ildy Modrovich foi ao Twitter dizer que o jogo acabou e nada vai mudar o placar. Ela explicou que a decisão da Netflix é irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas agora”, garantindo que não existe a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Sabemos que houve muita confusão sobre o recente anúncio de que essa será nossa última temporada. Muitos estão se perguntando se deveriam lutar por mais. E, por mais que estejamos tão tristes quanto muitos de vocês que essa jornada maravilhosa esteja acabando, lutar não vai mudar as coisas agora”, ela escreveu. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção com apenas mais 10 episódios. Mas ela deixou claro que a ideia de anunciar simultaneamente a renovação e o cancelamento foi uma forma de neutralizar as manifestações de protestos dos fãs. “É porque sabemos o quão apaixonados e devotos são nossos fãs (e nós!) que quiseram dar a vocês (e a nós!) o tempo necessário para processar as notícias. E, por isso, somos incrivelmente gratos”, escreveu Modrovich, dando a entender que os produtores também foram surpreendidos. Na prática, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. Além disso, vale fazer outra conta. Os 10 episódios da 4ª temporada somados aos 10 do 5º ano totalizam menos capítulos que uma temporada simples de série da TV aberta. Em seu último ano na Fox, a 3ª temporada rendeu 26 episódios. Em números frios, o salvamento da Netflix produziu 20 episódios extras, equivalente a uma temporada a mais, dividida em duas partes. Muito pouco a ser comemorado pelos fãs. Pelo menos, o planejamento antecipado permitirá aos roteiristas realizar uma conclusão definitiva para a história. A message of love for our #Lucifans ??❤️ from me… @Henderson_Joe all the #Lucifer writers and our beautiful cast… @tomellis17 @LaurenGerman @LesleyAnnBrandt @RachaelEHarris @kevinmalejandro @dbwofficial @Aimee_Garcia and @ScarMestevez pic.twitter.com/8aXb6yfJ7c — Ildy Modrovich (@Ildymojo) 26 de junho de 2019

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  • Série

    Victoria Pedretti retorna na 2ª temporada da Maldição da Residência Hill, baseada em outro clássico literário

    28 de junho de 2019 /

    Victoria Pedretti, que interpretou Nell em “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House), vai retornar para a série de terror da Netflix em sua 2ª temporada. A própria atriz anunciou sua participação num vídeo postado na página da série no Twitter. Ela é a primeira intérprete confirmada no elenco do segundo ano, que vai contar uma nova história com personagens diferentes. Intitulada “The Haunting of Bly Manor”, a nova história será uma adaptação de “A Volta do Parafuso”, outro clássico do terror literário, assinado por Henry James em 1898. Pedretti vai viver Dani, a governanta de uma velha e afastada mansão, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos e começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. “A Volta do Parafuso” já teve muitas adaptações cinematográfica. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr. Por coincidência, o canal pago Freeform encomendou um piloto de série baseada no livro, que vinha sendo desenvolvido pela roteirista Alexandra McNally (“Under The Dome”), com produção de Josh Berman (“CSI”) para a Sony Pictures Television. Além disso, ainda há uma nova versão prestes a chegar nos cinemas: “The Turning”, com Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) no papel da babá e Finn Wolfhard (“Stranger Things”) como uma das crianças. A estreia do filme está marcada para janeiro de 2020 nos Estados Unidos. Vale lembrar que a 1ª temporada foi uma adaptação de “The Haunting of Hill House”, livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, que pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina” (a tradução literal). A obra também já tinha sido adaptada para o cinema anteriormente: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, ano em que virou “A Casa Amaldiçoada”. Nellie Crain may be gone, but Victoria Pedretti is returning to the Haunting universe in The Haunting of Bly Manor coming 2020! pic.twitter.com/uWoB5zdxKx — The Haunting of Hill House (@haunting) 28 de junho de 2019

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