Krysten Ritter descarta voltar a viver Jessica Jones em nova série
A atriz Krysten Ritter descartou retornar ao papel de Jessica Jones, caso a série da heroína seja resgatada por outro canal ou plataforma. Em entrevista ao site TVLine, ela disse que a 3ª temporada encerrou a história de “Jessica Jones” para ela. “Se acho que vou interpreta-la novamente? Não. Sinto que já fiz o que tinha fazer, sabe? E me sinto muito bem como concluídos as coisas. A porta se fechou de uma forma satisfatória”, disse Ritter. “Jessica Jones” foi a última série da Marvel na Netflix. Os capítulos finais chegaram ao streaming em 14 de junho. E seu final também marcou o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Uma cláusula contratual proíbe os personagens de serem reutilizados pela Disney durante um período de dois anos. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Estreia de Neon Genesis Evangelion na Netflix gera polêmica com queixas de censura
O anime clássico “Neon Genesis Evangelion”, marco da animação da TV japonesa, chegou à Netflix na sexta-feira (21/6). E o lançamento já virou polêmica nos Estados Unidos, porque a série ganhou uma nova tradução, que transformou o desenho revolucionário dos anos 1990 num produto conservador. Uma das cenas mais alteradas diz respeito ao momento em que os personagens Kaworu e Shinji declaram seu amor. Tanto na dublagem quanto na nova legendagem, o contexto homossexual foi suprimido, tornando a intenção dos personagens apenas subentendida, praticamente um amor fraternal. “Eu te amo” virou “eu gosto de você”. Veja abaixo a comparação das versões. A mudança na declaração de afeto gay fez vários fãs considerarem a tradução um ato de censura. Eles também repararam que os palavrões foram cortados, tirando a força da raiva dos personagens em diversos momentos. Responsável pela tradução, Dan Kanemitsu respondeu às críticas no Twitter. “Eu não estou em posição de responder pela cena específica que você citou, mas digo que, em todas as minhas traduções, eu tentei manter ao máximo a fidelidade ao material original”, disse Kanemitsu. Mas não ficou nisso. Em outro tuíte, ele se autoatribuiu a função de roteirista, tentando explicar o sentido da cena original citada, que ele não escreveu. “O poder do storytelling depende da habilidade que a audiência tem em estabelecer relações emocionais com os personagens, além de reconhecer a intimidade entre as pessoas baseado em inferências. Uma coisa é os personagens confessarem seu amor e outra é eles inferir que existe uma afeição entre eles e deixar o público em dúvida […] deixar espaço para a interpretação é o que deixa tudo mais divertido”, afirmou o tradutor. Um internauta não resistiu e rebateu: “O problema com o poder do storytelling é que ele não te pertence. A história já foi contada. Você está aí só para traduzi-la. Não para mudá-la”. Nesta discussão, é importante reparar que a versão dos quadrinhos de “Evangelion” é mais explicita ao representar a cena censurada, com um beijo de Kaworu em Shinji, que não dá margens à interpretação. E eles não se beijam apenas uma vez. O fórum dedicado à tradução do desenho no Reddit tem mais de 500 reclamações diferentes, inclusive sobre “traduções” com inglês mal-falado, como o uso da palavra “children” no plural, quando o correto seria “child” no singular, resultando num “japinglês” tosco – “a terceira crianças”. A série animada também ganhou uma nova dublagem no Brasil. As dublagens anteriores da animação foram feitas pelos estúdios Mastersound (para o já extinto canal pago Locomotion) e, posteriormente, Álamo (para exibição na Animax). Já o relançamento foi redublado pela VoxMundi Audiovisual, com direção de dublagem por Fábio Lucindo – por coincidência, responsável por dar voz ao protagonista Shinji Ikari em todas as versões. O estúdio também redublou os filmes “End of Evangelion” (1997) e a continuação “Evangelion: Death (True)²”, ambos disponibilizados no catálogo da Netflix. Outro detalhe: além das dublagens/legendagens diferentes, a nova versão se diferencia das anteriores por não incluir a música “Fly Me to the Moon” nos créditos finais. Veja abaixo o final dos episódios originais japoneses, que não está no lançamento da Netflix. The power of storytelling sometime depends on the ability of audiences to establish emotional relationships with the characters, as well as, recognize intimacy between people based on inferences. — 兼光ダニエル真 (@dankanemitsu) June 21, 2019 sorry but this is not ok (right is from the new netflix eva script) pic.twitter.com/LehJYFjMng — Jimmy Gnome (@jimmygnome9) June 21, 2019
La Casa de Papel: Pôster e vídeo mostram nova formação da gangue do Professor
A Netflix divulgou um vídeo e o pôster da Parte 3 de “La Casa de Papel”, que mostra a nova forção da gangue do Professor. Da esquerda para a direita no cartaz, aparecem Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Rodrigo De la Serna (Palermo), Jaime Lorente (Denver), Darko Peric (Helsinque), Professor (Álvaro Morte), Itziar Ituño (Lisboa), Hovik Keuchkerian (Bogotá), Luka Peros (Marselha), Miguel Herrán (Rio) e Úrsula Corberó (Tóquio). O vídeo mostra o Professor entregando as máscaras de Dalí para os novos integrantes. Dois deles, ou melhor, duas delas são conhecidas dos telespectadores: a personagem que agora se chama Estocolmo foi Monica, uma das reféns dos ladrões, e Lisboa era a investigadora do assalto, chamada Raquel Murillo. Após escapar do país, o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha precisará volta à ativa para libertar um deles, que foi preso pela polícia num cerco inesperado. Sob o comando do Professor, eles vão atacar a prisão, vestindo, claro, os famosos macacões vermelhos e máscaras de Dalí. A estreia da Parte 3 (mas pode chamar de 2ª temporada, já que a 1ª foi dividida em duas) vai acontecer em 19 de julho. Ao contrário da temporada original, os novos episódios não são produção da TV espanhola, mas uma atração original – e exclusiva – da Netflix.
Stranger Things ganha seu trailer mais sinistro centrado no monstro da 3ª temporada
A Netflix divulgou um novo trailer legendado da 3ª temporada de “Stranger Things”. E é a prévia mais sinistra já feita para a atração, com narração ameaçadora da criatura da trama e clima extremamente sombrio. O vídeo é centrado na vingança do monstro do Mundo Invertido, que vai possuir um personagem conhecido – é spoiler, veja o vídeo se quiser saber – , tocar o terror na cidadezinha de Hawkings e, segundo seus planos, matar todo mundo. O clima é apocalíptico, com direito a blecaute na cidade inteira. Arrepiante feito terror clássico de John Carpenter. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.
Dinheiro Fácil: Trilogia sueca de ação vai continuar como série na Netflix
A Netflix vai adaptar a trilogia sueca “Dinheiro Fácil” (Snabba Cash) numa minissérie de ação criminal. O projeto está a cargo do roteirista Oskar Söderlund (criador de “Greyzone”) e do escritor Jens Lapidus, que assinou os livros em que a trama se baseia. Todos os três longas da franquia foram estrelados por Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) no papel de JW, um jovem que vira traficante para manter uma vida de luxo e acaba se envolvendo com criminosos perigosos. O anúncio não menciona se o ator permanecerá no papel ou se um novo elenco será escalado. A série será uma continuação e vai passar em Estocolmo dez anos depois dos eventos mostrados nos longas-metragens. É um ambiente movimentado onde o desejo por status e dinheiro está mais forte do que nunca. O jet set empreendedor e o mundo do crime se tornaram ainda mais brutal, caóticos e implacáveis. Quando esses dois mundos colidirem, a lealdade, as amizades e os parceiros de negócios serão todos testados na incessante busca por dinheiro fácil. “Eu tenho esperado por uma oportunidade para continuar ‘Snabba Cash’. As histórias ainda são épicas, mas também retratam nosso tempo sem filtro. Vai ser incrível ”, disse Lapidus, em comunicado, sobre a produção. Ainda não há previsão de estreia.
Astros de Capitão América se juntam em trailer de streaming de ação
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer de “À Queima-Roupa” (Point Blank), thriller de ação que reúne Anthony Mackie e Frank Grillo. Os dois já se enfrentaram nos filmes do Capitão América. Agora, o intérprete do herói Falcão e do vilão Ossos Cruzados aliam-se contra os mesmos inimigos. A prévia mostra como um enfermeiro (Mackie) da área de emergência de um hospital é chantageado para libertar um suspeito ferido (Grillo), acusado de assassinato. Mas as pessoas que sequestraram a mulher do enfermeiro tem outros planos para o suposto criminoso recém-libertado. Eles querem matá-lo, assim como ao próprio enfermeiro. O que faz com que os dois desconhecidos se unam para enfrentar gangues e policiais corruptos. O filme tem roteiro de Adam G. Simon (“Man Down: O Terror da Guerra”) e direção de Joe Lynch (“Um Dia de Caos”). A estreia está marcada para 12 de julho em streaming.
Marvel quer incluir Keanu Reeves em seus filmes
Vivendo uma das melhores fases de sua carreira, graças ao sucesso da franquia “John Wick”, Keanu Reeves está sendo cotado para estrelar um dos próximos filmes da Marvel. Em entrevista ao site ComicBook, o presidente da Marvel Studios, Kevin Fiege, confirmou que tem conversado com o ator para levá-lo ao Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês). “Conversamos com ele sobre quase todos os filmes que fazemos”, confirmou Feige. “Não sei quando, ou se ele vai se unir ao MCU um dia, mas nós realmente queremos descobrir a melhor forma de fazer isso”. Feige deu como exemplo o cortejo a Jake Gyllenhaal, que vai interpretar Mysterio em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. O ator foi cotado para diversos papéis da Marvel até aceitar participar do próximo filme do Homem-Aranha. Atualmente, o nome de Keanu Reeves tem sido cogitado em “Eternos”. A produção está em fase de escalação de elenco, com a definição de Angelina Jolie (“Malévola”) e Richard Madden (“Game of Thrones”) nos papéis principais. Boatos indicam que Reeves poderia interpretar Druig, vilão e primo do protagonista Ikaris (Madden). O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao (de “Domando o Destino”) e ainda não tem previsão de estreia. O próximo lançamento da Marvel nos cinemas será “Homem-Aranha: Longe de Casa”, em 4 de julho. Já Keanu Reeves poderá ser ouvido nas cópias legendadas de “Toy Story 4”, onde dubla um dos novos personagens. A estreia vai acontecer nesta quinta-feira em todo o Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Rain é renovada para 3ª e última temporada
A Netflix anunciou a renovação da série dinamarquesa “The Rain” para sua 3ª temporada, que será a última da produção. Com premissa pós-apocalíptica, a série se passa seis anos depois de um vírus mortal, transmitido pela chuva, contaminar a Dinamarca, e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de segurança. Embora o vírus continue ativo, a 2ª temporada, que estreou em 17 de maio, chamou atenção pelo fato de esquecer a chuva de seu título em inglês. Em vez disso, a trama enveredou para o contágio por contato com infectados. Criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”), “The Rain” é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A renovação permitirá a conclusão da trama, já que a 2ª temporada acabou numa grande reviravolta. Um post no Twitter oficial da série afirma que os capítulos finais serão exibidos em 2020. Survival Squad: We’ll see you in 2020 for the third and final season. ??? pic.twitter.com/7U14Yd8GD9 — The Rain (@TheRainNetflix) June 19, 2019
Vídeo anuncia mês de estreia da 2ª temporada de Elite
A Netflix anunciou o mês do retorno da série espanhola “Elite”, com um vídeo que reúne dois personagens da atração. A série, que teve a 2ª temporada confirmada em tempo recorde, terá seus novos episódios disponibilizados em setembro, em dia ainda não divulgado. A série foi criada por Carlos Montero e Darío Madrona, que anteriormente conceberam juntos a série “Vive Cantando” para a TV espanhola, e se passa em Las Encinas, uma escola exclusiva frequentada pelos filhos da elite. Na trama, três alunos menos favorecidos são matriculados no local após sua escola original sofrer uma catástrofe. O choque entre os privilegiados e aqueles que não têm nada mexe com os ânimos do colégio, culminando em assassinato. O elenco destaca três integrantes de “La Casa de Papel”, Miguel Herrán (Rio), María Pedraza (Alison/Cordeirinho) e Jaime Lorente (Denver), que contracenam na nova produção com Itzan Escamilla (“As Telefonistas”), Miguel Bernardeau (“Ola de Crímenes”), Arón Piper (“15 Anos e um Dia”), Ester Expósito (“Estoy Vivo”), Mina El Hammani (“El Príncipe – Amor e Corrupção”), Álvaro Rico (“Velvet Collection”), o estreante Omar Ayuso e Danna Paola (“Dare to Dream”), atriz e cantora muito popular no México. O segundo ano do drama de suspense adolescente terá mais oito episódios.
Donald Trump não pedirá desculpas às vítimas de racismo retratadas em Olhos que Condenam
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse que não pretende pedir desculpas aos chamados Central Park Five, os cinco inocentes que ele queria ver mortos e que são tema da minissérie “Olhos que Condenam”, realizada pela cineasta Ava DuVernay para a Netflix. Questionado na terça (18/6) pelo correspondente da Casa Branca April Ryan sobre o tema, Trump retrucou: “Por que você traz essa questão agora? É um momento interessante para falar sobre isso”. Trump continuou: “Você tem pessoas em ambos os lados disso. Eles admitiram sua culpa. Se você olhar para [a promotora] Linda Fairstein, e olhar para alguns dos promotores, eles acham que a cidade nunca deveria ter entrado em acordo sobre esse caso. Então vamos deixar assim”. A história dos cinco rapazes é contada em detalhes na minissérie. A produção mostra como eles foram presos e condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park em Nova York, em 1989, apesar de inocentes, sofrendo preconceito por serem negros. Apenas após o verdadeiro culpado confessar, em 2001, e provas de DNA corroborarem sua confissão, é que a Justiça descobriu que as confissões a que Trump se referiu para garantir a culpa deles foram resultado de coação e práticas ilegais da promotoria. O atual presidente dos Estados Unidos foi quem mais atacou publicamente os garotos, chegando a comprar um anúncio de página inteira no jornal The New York Times em 1989 pedindo a volta da pena de morte no estado para puni-los. Eles eram menores e inocentes. Trump, no entanto, insistiu que eles eram culpados durante várias ocasiões, inclusive em tempos tão recentes quanto 2016, após a cidade de Nova York concordar em indenizá-los pelo que ocorreu. Veja abaixo um reprodução do anúncio original de Trump pedindo a pena de morte para os garotos. No texto, ele garante que vai odiar os jovens para sempre. E parece ser um político de palavra.
O Escolhido: Série brasileira de terror da Netflix ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. A prévia traz depoimentos do elenco e equipe sobre a trama e as filmagens, realizadas na região do Pantanal. Como mostra o vídeo, “O Escolhido” acompanha três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas são mal-recebidos com a justificativa de que lá ninguém fica doente. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. A série é estrelada por Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Mas, apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que foi adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A estreia na Netflix está marcada para 28 de junho.
Chambers: Netflix cancela série com Uma Thurman na 1ª temporada
A Netflix cancelou “Chambers”, série de terror estrelada pela atriz Uma Thurman (“Kill Bill”). Com isso, a trama vai ficar sem fim. “’Chambers’ não retornará para uma 2ª temporada”, disse a Netflix sucintamente em comunicado, antes de agradecer a toda a equipe “talentosa”, “incrível” e “incansável” que ganhou um novo adjetivo com a decisão: desempregada. A série girava em torno de uma jovem (a estreante Sivan Alyra Rose) que, após sofrer um ataque cardíaco, fica intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a família da jovem que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a ser assombrada pela doadora. Thurman vivia Nancy, mãe da doadora, que força um relacionamento com a jovem transplantada. O elenco também incluía Tony Goldwyn (“Scandal”), Kyanna Simone Simpson (“Black Lightning”), Griffin Powell-Arcand (“Mixed Blessings”) e Marcus LaVoi (“Covil de Ladrões”). Criada por Leah Rachel (da série “Audrey”), “Chambers” foi a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. A plataforma não divulga dados de audiência quando não lhe interessa. Mas existe um número conhecido em relação a “Chambers”: 41% de aprovação no site Rotten Tomatoes, demonstrando que não agradou à crítica internacional.
Netflix diz que nova comédia de Adam Sandler virou seu maior hit
A Netflix, que só divulga números de audiência quando lhe convém, revelou que “Mistério no Mediterrâneo”, nova comédia com Adam Sandler e Jennifer Aniston, registrou o maior público de uma estreia de filme da plataforma. Em texto publicado nas redes sociais, a empresa alega que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante os três primeiros dias – o fim de semana – da estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. Ainda que os números sejam reais – é a apenas a palavra da Netflix, sem auditagem independente – , a nota não revela se esses 30,8 milhões viram o filme inteiro, nem quantos desistiram antes da metade. Mas o Twitter da Netflix americana acrescenta uma informação, ao dividir o público entre mercados doméstico e internacional – 13,3 milhões viram o filme nos Estados Unidos e Canadá e 17,4 milhões nos demais países. Ou seja, não foram apenas os fãs brasileiros de Adam Sandler – provavelmente o maior fã-clube do ator no mundo – que fizeram fila no sofá para ver o lançamento. Lançado na sexta (14/6), “Mistério no Mediterrâneo” tem como atrativo o fato de voltar a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após o sucesso da dupla em “Esposa de Mentirinha” (2011). Com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”), o filme segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino. No elenco estão também Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Gemma Arterton (“Aposta Máxima”) e o veterano Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”). ? PLANTÃO ADAM SANDLER E JENNIFER ANISTON ? 30.869.863 contas no mundo todo assistiram a Mistério no Mediterrâneo nos três primeiros dias no ar – essa é a maior estreia entre os filmes da Netflix. É hit que fala? pic.twitter.com/WT71cwbl6H — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 18, 2019 ?ADAM SANDLER AND JENNIFER ANISTON BREAKING NEWS ALERT? 30,869,863 accounts watched Murder Mystery in its first 3 days – the biggest opening weekend ever for a Netflix Film. 13,374,914 accounts in the US and Canada, and 17,494,949 more worldwide. — Netflix Is A Joke (@NetflixIsAJoke) June 18, 2019











