2ª temporada de Dark ganha trailer legendado e data de estreia na Netflix
Um dos primeiros sucessos internacionais da Netflix, a série alemã “Dark”, ganhou um trailer legendado com a data de estreia de sua 2ª temporada. A prévia avisa que “o apocalipse precisa vir”. O vídeo abre com Jonas Kahnwald (Louis Hofmann) sendo recebido com um “bem-vindo ao futuro” e uma coronhada. “Tudo está conectado. Algumas coisas não estão claras para você. Mas elas ganharão luz”, acrescenta o trailer, com imagens do passado, presente e futuro da trama, que engloba três gerações. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. A criação do cineasta suiço Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) foi renovada 19 dias após sua estreia na plataforma de streaming, mas vai demorar um ano e meio para retornar. A 2ª temporada estreia dia 21 de junho, num longo hiato desde seu lançamento em dezembro de 2017.
Adam Sandler e Jennifer Aniston são suspeitos de assassinato em trailer de comédia
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Mistério no Mediterrâneo” (“Murder Mistery), comédia que volta a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após o sucesso da dupla em “Esposa de Mentirinha” (2011). No elenco estão também Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Gemma Arterton (“Aposta Máxima”) e o veterano Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”). Com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”), o filme segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino. A estreia está prevista para 14 de junho na Netflix.
Lucifer tem reencontro bíblico com Eva no primeiro trailer da 4ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da 4ª temporada de “Lucifer”, que repercute a revelação do diabo para a detetive Chloe Decker (Lauren German), mas principalmente introduz uma nova personagem importante na mitologia da série. Trata-se de Eva, a primeira mulher – e o primeiro amor de Lucifer – interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). O reencontro tem direito à famosa representação da Eva bíblica, vestida com folhas de parreira, e a sugestão de que ela se torna rapidamente a nova namorada do protagonista, vivido por Tom Ellis. A 4ª temporada vai chegar ao streaming em 8 de maio.
Sabrina Sato vai enfrentar zumbis em série brasileira da Netflix
A Netflix anunciou a produção de “Reality Z”, sua primeira série brasileira sobre zumbis. O anúncio foi feito em um vídeo com a presença da apresentadora Sabrina Sato (“O Concurso”) e Ted Sarandos, o diretor de conteúdo da plataforma. No vídeo, Sabrina se entusiasma ao dizer que vai estrelar uma série sobre um reality show fictício. Com a experiência de quem participou do Big Brother Brasil, ela vai viver a apresentadora do programa da ficção. Mas no meio da conversa ameaça desistir, porque descobre que a série terá zumbis e ela tem medo. “O nome da série é ‘Reality Z’, o que você acha que o Z significa”?, pergunta o executivo. Veja abaixo. A ideia não é nova. A premissa é um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Na trama, os integrantes da casa de estúdio ignoravam completamente que um surto zumbi estava causando o fim do mundo do lado de fora de seu isolamento. Até ser tarde demais. A Netflix não pode usar o nome do “Big Brother Brasil”, que está licenciado para a Globo, mas a participação de Sabrina permite uma ligação com o reality. Serão cinco episódios, que vão acompanhar os bastidores um programa chamado “Olimpo, A Casa dos Deuses”, durante uma noite de paredão. Em plena gravação, o estúdio se torna um abrigo para quem busca salvação do caos que tomou conta do Rio de Janeiro, após a proliferação de zumbis. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes. “Reality Z” ainda não previsão de estreia.
Quinzena dos Realizadores coloca filme da Netflix no Festival de Cannes
A lista de filmes da Quinzena dos Realizadores, mostra paralela do Festival de Cannes, incluiu mais um filme brasileiro no evento francês. Mas o título que chamou mais atenção foi outro: o terror “Wounds”, estrelado por Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Dakota Johnson (“Suspiria”), e que foi produzido pela Netflix. A inclusão contraria a política do festival, que proíbe filmes que não respeitem as janelas de exibição da França – as mais longas do mundo – antes de serem lançados em streaming. O filme da Netflix só entrou nesta mostra porque ela é independente, realizada sem interferência dos organizadores do festival. Mas isso não garante imunidade contra protestos durante sua apresentação. Em 2017, quando duas produções originais do serviço de streaming (“Okja”, de Bong Joon-ho, e “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach) disputaram a Palma de Ouro, os exibidores franceses ameaçaram o festival, e a seleção foi duramente criticada pelo presidente do juri, Pedro Almodóvar. Por conta disso, as regras foram mudadas para barrar a Netflix das competições de Cannes. A 72ª edição do festival europeu vai acontecer entre os dias 14 e 25 de maio na Riviera Francesa.
Netflix anuncia filmes de Maisa Silva, Larissa Manoela, Wagner Moura e 30 projetos nacionais
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (24/4), durante o evento Rio2C, que passará a investir mais na produção de filmes brasileiros e que firmou contratos com Larissa Manoela e Maisa Silva, estrelas do SBT cobiçadas pela Globo, além do comediante Fábio Porchat, para estrelar algumas das obras. Mais popular do trio, Maisa será a protagonista de três longas nos próximos três anos. Porchat também fará três filmes e o mesmo deve valer para Larissa, que já tem o primeiro definido. Será “Modo Avião”, escrito e dirigido por César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”), em que uma jovem influenciadora digital vai precisar ficar numa fazenda sem poder usar o celular – sim, lembra um reality da Record. A plataforma de streaming também anunciou que está atualmente investindo em nada menos que 30 projetos no Brasil, um de seus maiores mercados globais, entre séries, longas e documentários. Ted Sarandos, chefe de Conteúdo da Netflix, revelou no Rio de Janeiro que fechou parcerias também com a escritora Thalita Rebouças, com o diretor Fernando Meirelles e com o ator Wagner Moura, que vai estrear como produtor com “Sérgio”, cinebiografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello (1948-2003). Thalita Rebouças, por sua vez, assina “Quem Nunca?”, seu primeiro roteiro original após seus livros best-sellers virarem filmes de sucesso. O projeto será sobre três adolescentes que vão a um acampamento escolar depois de fazer um pacto de permanecerem solteiras, mas as coisas se complicam quando ex-namorados aparecem – sim, lembra um reality da MTV. A maioria dos projetos são comédias e ainda incluem “Ricos de Amor”, de Bruno Garotti (“Cinderela Pop”), estrelado pela dupla Giovanna Lancellotti e Danilo Mesquita (da novela “Segundo Sol”), e “Carnaval, dirigido por Leandro Neri (“A Padroeira”). A empresa de streaming também trará de volta “O Menino Maluquinho”, do cartunista brasileiro Ziraldo, num desenho animado produzido pela Chatrone e previsto para 2021. Entre as séries, além das já anunciadas “Sintonia”, criada por Kondzilla, “Ninguém Tá Olhando”, de Daniel Rezende, “Irmandade”, com Seu Jorge, o terror “O Escolhido”, a 2ª temporada de “O Mecanismo” e a 3ª de “3%”, vem aí “Futebol”, um drama de Elena Soares que conta a história por trás da relação intensa entre dois jogadores, Toró e Pantera, dois meninos pobres de 15 anos que são escolhidos entre uma multidão para integrar a categoria júnior do maior time brasileiro. “O Brasil tem talentos extraordinários e uma longa tradição em contar grandes histórias. É por este motivo que estamos animados em aumentar nosso investimento na comunidade criativa brasileira. Esses 30 projetos, em vários estágios de produção em diferentes locais espalhados pelo país, serão feitos no Brasil e consumidos pelo mundo”, disse Sarandos em comunicado à imprensa. A investida da Netflix acontece no momento em que todos os novos projetos de filmes e séries estão paralisados no Brasil por conta da “política cultural” do governo Bolsonaro, fato que inclusive ganhou reportagem da revista americana Variety.
Dilema: Primeira série estrelada por Renee Zellweger ganha imagens e teaser
A Netflix divulgou seis fotos, o pôster e o teaser da primeira série estrelada pela atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”). A prévia revela a premissa um tanto quanto nebulosa, além da data de estreia e ainda destaca uma nova tradução aleatória dos funcionários da plataforma. “What/If” (E/Se) virou “Dilema” em português. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, irá acompanhar um casal que aceita uma proposta arriscada da personagem de Zellweger para conseguir sair de problemas financeiros. A personagem da atriz, chamada de Anne, é descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ainda era uma garota. Zellweger nunca estrelou uma série, mas curiosamente começou a carreira na televisão, no elenco do telefilme “A Taste for Killing”, em 1992. O vídeo revela que a estreia para “What/If” foi marcada para 24 de maio.
Comédia que volta a reunir Adam Sandler e Jennifer Aniston ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as três primeiras fotos de “Murder Mistery”, sua nova comédia estrelada por Adam Sandler. As imagens mostram o ator voltando a contracenar com Jennifer Aniston após o sucesso da dupla em “Esposa de Mentirinha” (2011). Com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”), o filme segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, viram suspeitos no assassinato de um milionário. A partir daí, tentam descobrir o verdadeiro assassino. A sinopse lembra os antigos “whodunit” (o popular “quem matou?”) de Agatha Christie e, como se trata de um casal, Dashiell Hammett. No elenco estão também Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Gemma Arterton (“Aposta Máxima”) e o veterano Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”). A estreia está prevista para junho na Netflix.
Olhos que Condenam: Minissérie da diretora de Selma ganha fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou 16 fotos novas e o trailer completo legendado de “When They See Us”, minissérie que ganhou o título nacional de “Olhos que Condenam”. Na trama, a diretora Ava DuVernay retoma a temática de denúncia e injustiça racial de seu filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” e do documentário “A 13ª Emenda”. A história examina o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park, em Nova York, em 1989, apesar de inocentes. Cada episódio vai se centrar num dos garotos e todos os cinco foram escritos e dirigidos por DuVernay, numa narrativa que abrange desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até sua exoneração em 2014, após passarem 25 anos na prisão sem culpa alguma. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção é uma obra de ficção com atores. O elenco conta com Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), Joshua Jackson (“The Affair”), Famke Janssen (“How to Get Away with Murder”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), John Leguizamo (“Bloodline”), Niecy Nash (“Claws”), Chris Chalk (“Gotham”) e Blair Underwood (“Quantico”), entre outros. A estreia está marcada para 31 de maio em streaming.
Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.
Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.
Tripulação original de Star Trek pode ganhar série própria
O final da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” pode servir de gancho para o lançamento de um spin-off da série. A mensagem a seguir é do planeta spoiler. O desfecho mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter perguntou a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, se haveria chance disso acontecer. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman, revelando, ao comentar o final da temporada, que os espectadores têm grandes chances de voltar a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. Oficialmente, ainda não há uma série focada no Capitão Pike. Isto pode mudar após a repercussão de sua participação e a forma como o novo intérprete de Spock agradou aos fãs – a ponto de tornar difícil a vida de Zachary Quinto, caso volte a viver Spock no cinema. Entretanto, já existe um projeto passado nesse linha temporal, que poderia trazer de volta a tripulação da Enterprise. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Este spin-off está confirmado e será estrelado por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Glenn Close será avó de Amy Adams na Netflix
A atriz Glenn Close, que disputou o Oscar 2019 por “A Esposa”, vai trocar o cinema pela Netflix em seu próximo papel. Ela foi confirmada no elenco de “Hillbilly Elegy”, novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que será lançado pela Netflix. Na trama, Close viverá a avó de Amy Adams (“A Chegada”). O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito (Adams) que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água”, e a produção, orçada em US$ 45 milhões, ainda não tem previsão de estreia.









