Netflix mexe nos números para afirmar que The Witcher e Esquadrão 6 quebraram recordes de audiência
A série “The Witcher”, estrelada por Henry Cavill, e o filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, teriam quebrado recordes de audiência da Netflix, segundo informação da própria plataforma. A companhia revelou o desempenho de seu último trimestre num relatório apresentado nesta terça-feira (21/1) para investidores. E ao abordar o conteúdo que justificaria seu crescimento no período, presentou números impressionantes, que jamais tinha atingido anteriormente. Para começar, o relatório afirma que 76 milhões de famílias assistiram à 1ª temporada de “The Witcher” nas primeiras quatro semanas de sua lançamento. Isso indica que 46% dos assinantes da Netflix em todo o mundo assistiram a atração, que estreou em 20 de dezembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada, transformando “The Witcher” na série mais vista da plataforma em todos os tempos. “Esquadrão 6”, dirigido por Michael Bay e lançado em 13 de dezembro, teria conquistado ainda mais público, visto por 83 milhões, praticamente metade do total de 167 milhões de assinantes do serviço no planeta, durante suas primeiras quatro semanas. Entretanto, estes números embutem uma pegadinha. Ao expor os recordes, a Netflix também anunciou ter mudado a maneira como realiza sua medição. E, graças à essa alteração, os resultados foram assumidamente inflados. Segundo a Netflix, uma série agora é considerada vista se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de um episódio, “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. A justificativa dada para a mudança foi o aumento na oferta de “títulos com durações muito variadas — desde episódios curtos (por exemplo, especiais com cerca de 15 minutos) até filmes muito longos” – como “O Irlandês”, de 3h30. Por isso, diz a Netflix: “acreditamos que reportar que famílias assistem a um título com base em 70% de um único episódio de uma série ou de um filme inteiro, o que estávamos fazendo, faz menos sentido. Agora estamos relatando famílias (contas) que optaram por assistir a um determinado título.” A própria Netflix assume que a nova métrica gera resultados cerca de 35% mais altos que a métrica anterior. Por exemplo, 45 milhões de assinantes “optaram por assistir” à minissérie “Nosso Planeta” – isto é, viram dois minutos de toda a produção. Enquanto que, na metodologia anterior, a visualização da produção era de 33 milhões – de pessoas que viram 70% de um episódio da série. Com esta distorção, todas as produções registraram aumento de audiência. “Você”, por exemplo, foi visto por 54 milhões de contas em sua 2ª temporada. O thriller psicológico “se originou na TV dos EUA com um público modesto”, observou a Netflix. A nova métrica é parecida com os critérios de visualizações dos vídeos do YouTube, que consideram, em sua audiência, apenas uma pequena parte do tempo de exibição de um determinado conteúdo. Mas vale observar que a maioria dos vídeos do YouTube não passam dos 4 minutos de duração – assim, 2 minutos de um clipe ou trailer podem representar 50% ou mais de toda sua visualização. O critério recém-adotado também deixa a medição da Netflix completamente distante dos relatórios de audiência da TV tradicional. Não é à toa que a Netflix pode afirmar, com certeza, que uma série “com um público modesto” na TV tem muito mais audiência em sua plataforma. Sempre terá, a não ser que seja um fracasso retumbante. O fato é que a Netflix tornou impossível a comparação dos resultados de sua audiência com as medições de outros veículos. Assim sendo, os raros números de visualizações divulgados pela empresa só servem mesmo de parâmetro para ela própria. Ninguém sabe realmente qual foi a audiência real de “The Witcher”, que deve ter sido alta, em comparação com outras produções de medição inflada da Netflix. Mas provavelmente muito menor que “Game of Thrones”, “The Walking Dead” e outros sucessos da TV convencional.
Netflix continua a crescer e chega a 167 milhões de assinantes no mundo
A Netflix teve um desempenho acima das expectativas no último trimestre de 2019. Os dados, divulgados na noite desta terça-feira (21/1) para o mercado, revelam que a empresa teve faturamento de US$ 5,5 bilhões no período entre outubro e dezembro, com alta de 31% em relação ao ano anterior. A empresa também ganhou 8,8 milhões de novos assinantes no trimestre, muito acima da expectativa da própria Netflix, que previa adquirir 7,6 milhões de novos membros. Mas, por outro lado, abaixo da previsão de crescimento para a América do Norte. A plataforma conquistou apenas 420 mil novos assinantes nos EUA, contra uma previsão de 600 mil. Essa diferença já indica a disputa do público com a Disney+ (Disney Plus) nos EUA. O serviço do conglomerado Disney ainda não começou a atuar no exterior, onde a Netflix segue crescendo sem muita concorrência. Mas a situação deve mudar radicalmente em 2020, com a expansão internacional da Disney+ (Disney Plus) e o lançamento de novos concorrentes, como HBO Max e Peacock. Por enquanto, a anunciada “guerra dos streamings” ainda não abalou a supremacia da Netflix. No acumulado do ano, a empresa permanece no azul, adicionando 27,8 milhões de clientes – também acima das expectativas de cerca de 26 milhões – , fechando 2019 com 167 milhões de assinantes em todo o mundo. Após a América do Norte, a Europa e a América Latina representam os maiores mercados da plataforma. Em 3º lugar em faturamento, a América Latina responde por 31,4 milhões de assinantes. A Europa tem 51,8 milhões de assinantes e a América do Norte, 67,7 milhões. Em último vem a Ásia, com 16,2 milhões, mas, por ter sido o último mercado desbravado, o continente asiático é o que tem registrado maior aumento proporcional do serviço. O relatório também revelou alguns números relativos às visualizações de conteúdo do serviço e uma mudança de metodologia para apresentar valores de audiência. Graças à nova medição, os resultados surgiram bem inflados, atingindo números nunca antes vistos, casos da série “The Witcher” e do filme “Esquadrão 6”. Saiba mais aqui. A análise é completada por uma projeção para o atual trimestre, que os investidores americanos consideraram pessimista. A Netflix espera ganhar entre janeiro e março 7 milhões de novos usuários. Mas no mesmo trimestre de 2019, aumentou sua clientela em 9,6 milhões de usuários — para contrabalançar a diferença, a empresa sustenta que resultado do primeiro trimestre de 2019 foi um recorde histórico. Há um consenso no mercado a respeito da necessidade da plataforma precisar investir cada vez mais em conteúdo próprio, já que, a partir de 2020, não contará mais com produções das empresas concorrentes, como a Disney e a Time Warner, que retiraram seus filmes e séries de seu catálogo. De acordo com relatório independente, da empresa de pesquisa BMO Capital Markets, a Netflix deverá investir US$ 17,3 bilhões em 2020 em sua própria programação, para fazer frente à perda de conteúdo dos estúdios de Hollywood, num aumento de mais de US$ 2 bilhões em relação ao investimento estimado no ano passado. Como a conta não fecha, isso significa operar no vermelho, correndo riscos se o crescimento estagnar. Por enquanto, os investidores parecem estar confiantes no potencial da Netfilx. Após a divulgação do resultado do trimestre, as ações da empresa exibiram alta de quase 2% em negócios após o fechamento das bolsas em Nova York.
Entre Realidades: Alison Brie acredita ser assediada por alienígenas em trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Entre Realidades”, outro filme cujo título nacional não tem nada a ver com o original. Batizado originalmente de “Horse Girl” (menina cavalo), o filme é escrito e estrelado pela atriz Alison Brie (de “GLOW”), que na trama vive uma jovem antissocial interessada apenas por séries sobrenaturais e cavalos – daí, o título. Quando finalmente encontra um parceiro romântico, sua vida toma um rumo inesperado e ela passa a acreditar ser vítima constante de abduções alienígenas. Jeff Baena assina a direção e compartilha a autoria do roteiro. Ele é conhecido pelas comédias indies “Vida Após Beth” (2014), “Joshy” (2016) e “A Comédia dos Pecados” (2017), todas lançadas no Festival de Sundance. O novo filme, porém, tem tom dramático. “Entre Realidades” (Horse Girl) também vai ter première mundial no Festival de Sundance, na próxima segunda (27/1), e seu lançamento em streaming está marcado para a semana seguinte, em 7 de fevereiro.
Bradley Cooper vai dirigir cinebiografia do compositor Leonard Bernstein para a Netflix
A Netflix vai lançar o próximo filme de Bradley Cooper, que será uma biografia do famoso maestro e compositor Leonard Bernstein (1918–1990), conhecido por suas trilhas para filmes e peças de teatro como “Amor, Sublime Amor”, “Um Dia em Nova York” e “Sindicato de Ladrões”. Para dar noção da importância de Bernstein para a história dos musicais, basta dizer que ele é o autor da conhecidíssima canção “New York, New York”. A plataforma de streaming “roubou” o filme da Paramount, que estava originalmente desenvolvendo o longa. Entre os produtores do projeto, que ainda não tem título, estão ninguém menos que os cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”), Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) e Todd Phillips (“Coringa”). Será o segundo filme dirigido por Cooper, após sua estreia atrás das câmeras em “Nasce uma Estrela”. Ele também deve estrelar a produção e está co-escrevendo o roteiro com Josh Singer, roteirista do drama vencedor do Oscar “Spotlight”. O longa vai cobrir mais de 30 anos para contar a história complexa do casamento entre Bernstein e sua esposa, Felicia Montealegre. Cooper obteve os direitos artísticos das obras de Bernstein e trabalha em estreita colaboração com os filhos do maestro – Jamie, Alexander e Nina. Ele está comprometido com esse projeto já a dois anos e, graças ao apoio da família de Bernstein e ao controle dos direitos musicais, derrubou um filme rival, chamado de “The American”, que deveria ser dirigido por Cary Fukunaga (“007 – Sem Tempo para Morrer”) e estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). As filmagens só devem começar no início de 2021 para um lançamento limitado nos cinemas, visando a temporada de premiações. Vale lembrar que “Nasce Uma Estrela”, a estreia de Cooper na direção, foi indicado a oito Oscars.
David Lynch comemora 74 anos com curta inédito na Netflix
David Lynch comemorou seu aniversário de 74 anos, completados na segunda-feira (20/1), com o lançamento de um curta inédito na Netflix. Com 17 minutos de duração e filmado em preto e branco, “What Did Jack Do?” traz o diretor de “Veludo Azul” (1986), “Cidade dos Sonhos” (2001) e da série “Twin Peaks” entrevistando um macaco suspeito de cometer um assassinato. A Netflix não divulgou trailer, mas postou as fotos do elenco nas redes sociais, que podem ser vistas abaixo. Um macaco suspeito de um assassinato sendo interrogado por um detetive em uma estação de trem. Claramente um filme dirigido pelo David Lynch. O aniversário é dele, mas quem ganha presente é você. pic.twitter.com/yBgW3iGMPI — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 20, 2020
The Crown: Helena Bonham Carter revela que 4ª temporada vai se passar em 1985
A atriz Helena Bonham Carter revelou o ano em que a 4ª temporada de “The Crown” vai se passar. Cada temporada se passa numa década diferente, mas o período exato só costuma ser revelado próximo da estreia dos novos episódios. Ao falar com a imprensa durante o SAG Awards, que aconteceu na noite de domingo (19/1), a intérprete da Princesa Margaret acabou estragando a “surpresa” dos produtores, ao contar que tinha recentemente gravado cenas em que Margaret está no hospital, após “uma grande operação”. “Ela fez uma cirurgia complicada em 1985”, explicitou. Margaret realmente realizou uma operação para retirar parte do próprio pulmão em 1985. A irmã da rainha Elizabeth 2ª, que começou a fumar antes dos 15 anos de idade, teve seu sistema respiratório comprometido. Mas ela sobreviveu até os 71 anos, morrendo em 2002 de ataque cardíaco. Ainda não tem previsão de estreia, a 4ª temporada também vai acompanhar o casamento do Príncipe Charles com a Princesa Diana, que aconteceu em 1981, e o governo da primeira-ministra Margaret Tatcher, que entre 1984 e 1985 enfrentou uma greve de mineiros, que foi o maior confronto entre os sindicatos e o estado britânico. Diana será interpretada por Emma Corrin (“Pennyworth”) e Thatcher por Gillian Anderson (“Arquivo X”). Bonham Carter também acrescentou que aprova o recente anúncio do príncipe Harry e de Meghan Markle de se afastar de suas funções na família real. Ela disse que o casal tomou “a melhor decisão possível”.
Locke & Key: Vídeo legendado destaca quadrinhos que inspiram a nova série da Netflix
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “Locke & Key”, que aborda a origem da história nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. O vídeo mostra artes e depoimentos dos autores dos quadrinhos e dos produtores da atração, explicando o processo de adaptação. Mas cita apenas rapidamente que “‘Locke & Key’ teve um longo caminho até chegar às telas”. Na verdade, a estreia sobreviveu a praticamente uma maldição, que por anos a impediu de ser aprovada. A atual versão é a terceira configuração da produção, que, antes de ganhar sinal verde da Netflix, teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. A estreia, em fevereiro, vai marcar o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. A 1ª temporada tem 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.
Troco em Dobro: Quinta parceria entre Mark Wahberg e o diretor Peter Berg ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Troco em Dobro”, título genérico nacional para a quinta parceria entre o ator Mark Wahlberg e o diretor Peter Berg – a anterior foi “22 Milhas”. Como já é praxe nos filmes da dupla, trata-se de uma história em que Wahlberg vive um herói – ele chega a ser chamado de Batman na prévia. A novidade fica por conta de uma abordagem de comédia e um tom mais caricatural que o costume nas cenas de violência – as porradas quebram paredes! No longa, Wahlberg interpreta Spenser, um ex-policial que foi preso ao tentar denunciar um esquema de corrupção. Ao sair da prisão, ele vai morar com seu ex-treinador de boxe e mentor, e passa a dividir seu quarto com Hawk, um lutador de MMA forte e comprometido. Sem desistir de enfrentar os corruptos, ele acaba alistando Hawk e sua ex-namorada desbocada Cissy para ajudá-lo a expor os motivos por trás de sua prisão injusta. A trama é adaptação do livro “Wonderland”, que integra a coleção literária do detetive conhecido apenas como Spenser. O personagem tem três dúzias de aventuras escritas por Robert B. Parker, mas “Wonderland” foi escrito por Ace Atkins, que assumiu a franquia após a morte do criador de Spenser em 2010. O elenco destaca Winston Duke (“Pantera Negra”) como Hawk, Alan Arkin (“O Método Kominsky”) como seu mentor e Iliza Shlesinger (“De Repente uma Família”) como a ex-namorada, além de Colleen Camp (“O Mistério do Relógio na Parede”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Michael Gaston (“Treadstone”), Marc Maron (“GLOW”) e o rapper Post Malone, como um presidiário em sua estreia como ator. “Troco em Dobro”, que tem título bem diferente (“Spenser Confidential”) em inglês, estreia em 6 de março na Netflix.
Netflix vai disponibilizar 21 animes clássicos do Studio Ghibli
A Netflix anunciou ter fechado um contrato com o Studio Ghibli, célebre estúdio de animação japonês, e disponibilizará 21 filmes animados na plataforma a partir de 1 de fevereiro. A informação veio acompanhada por um trailer, que inclui cenas de vários clássicos do mestre Hayao Miyazaki, fundador do estúdio, como o vencedor do Oscar “A Viagem de Chihiro” (2001), “Meu Amigo Totoro” (1988) e “Princesa Mononoke” (1997). A lista também inclui várias obras do grande Isao Takahata (indicado ao Oscar por “O Conto da Princesa Kaguya”), além de Hiromasa Yonebayashi, Hiroyuki Morita, Tomomi Mochizuki, Hiromasa Yonebayashi, Yoshifumi Kondô e Gorô Miyazaki, filho de Hayao. A plataforma vai dividir os lançamentos dos filmes em três etapas, entre fevereiro e abril. Confira o cronograma abaixo. 1º de fevereiro de 2020: “O Castelo no Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989), “Memórias de Ontem” (1991), “Porco Rosso: O Último Herói Romântico” (1992), “Eu Posso Ouvir o Oceano” (1993) e “Contos de Terramar” (2006). 1º de março de 2020: “Nausicaä do Vale do Vento” (1984), “Princesa Mononoke” (1997), “Meus Vizinhos, Os Yamadas” (1999), “A Viagem de Chihiro” (2001), “O Reino dos Gatos” (2002), “O Mundo dos Pequeninos” (2010) e “O Conto da Princesa Kaguya” (2013). 1º de abril de 2020: “Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins” (1994), “Sussurros do Coração” (1995), “O Castelo Animado” (2004), “Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar” (2008), “Da Colina Kokuriko” (2011), “Vidas ao Vento” (2013) e “As Memórias de Marnie” (2014) TODOS OS 21 FILMES DO ESTÚDIO GHIBLI VÃO ESTAR DISPONÍVEIS A PARTIR DE FEVEREIRO. EU TÔ GRITANDO SIM!! pic.twitter.com/0hNfN1o6s6 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 20, 2020
Série Mindhunter pode ter acabado
A Netflix não sabe se “Mindhunter”, uma de suas séries de maior sucesso, terá novos capítulos. Isso porque o contrato do elenco principal da produção, que inclui Jonathan Groff, Anna Torv e Holt McCallany, venceu e não foi renovado. A culpa, aparentemente, é de David Fincher, diretor e produtor-executivo da série, que não agendou o retorno da produção, preferindo se dedicar a outros projetos na própria plataforma de streaming. Fincher está atualmente envolvido com a 2ª temporada da série animada “Love, Death + Robots”, na qual atua como produtor, e com a direção de “Mank”, biografia do roteirista Herman J. Mankiewicz, que trabalhou com Orson Welles no lendário filme “Cidadão Kane”, de 1941. Anteriormente, Holt McCallany tinha dito que Fincher planejava cinco temporadas de “Mindhunter” e que pretendia continuar na série enquanto o cineasta estivesse envolvido. A 2ª temporada foi disponibilizada em agosto de 2019 em streaming. A série tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Better Call Saul vai acabar na 6ª temporada
A série “Better Call Saul”, spin-off da premiadíssima “Breaking Bad”, vai acabar em sua 6ª temporada, que será exibida em 2021. “Desde o início, quando começamos isso, nossas esperanças e sonhos eram sermos capazes de contar toda a história … e torná-la uma história completa do começo ao fim”, disse o showrunner Peter Gould nesta quinta-feira (16/1), durante sua participação no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Vamos tentar fazer de tudo para encerrar perfeitamente esses 63 episódios”, completou. “Aprovar um prólogo para uma das séries mais icônicas da história da televisão foi uma das decisões mais ousadas que a AMC já fez. Mas, graças ao gênio criativo dos [co-criadores] Vince Gilligan e Peter Gould, também foi uma das mais gratificantes”, acrescentou Sarah Barnett, presidente do AMC Networks Entertainment Group e da AMC Studios. “Foi uma alegria absoluta colaborar com a equipe extraordinariamente talentosa do ‘Better Call Saul’, que continua a entregar algumas das melhores narrativas e performances mais belas da televisão. Parabenizamos Vince, Peter, nossos produtores, escritores e elenco por uma saga notável e mal podemos esperar para compartilhar o capítulo final com os fãs.” “Better Call Saul” atravessa atualmente um dos seus maiores hiatos de produção. Seu último capítulo inédito foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos e a estreia da 5ª temporada está marcada para 23 de fevereiro. A série conta a história do protagonista, vivido por Bob Odenkirk, que perdeu carreira e fortuna ao final de “Breaking Bad”. Após o piloto mostrar seu destino, a trama assume a forma de um interminável flashback, em que ele reflete sua vida antes de cruzar o caminho de Walter White. Passadas cinco temporadas, a fase derradeira vai finalmente mostrar sua transformação no personagem de “Breaking Bad”, deixando de ser o advogado idealista Jimmy McGill para assumir a identidade do vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. “Better Call Saul” foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Netflix anuncia programação completa do Tudum Festival com Larissa Manoela, Maisa Silva, Lana Condor e mais
A Netflix anunciou a programação completa do Tudum Festival, evento de marketing da plataforma, que vai reunir Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei”, em São Paulo na semana que vem. Condor e Centineo chegam para divulgar a continuação de sua comédia romântica de streaming, “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, que vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro. As demais participações confirmadas são de astros nacionais: Larissa Manoela, que falará de seu primeiro filme na Netflix, “Modo Avião”, MC Jottapê, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas, da série “Sintonia”, Whindersson Nunes, astro do especial de comédia “Whindersson Nunes: Adulto”, Giovanna Ewbank, apresentadora da vindoura versão nacional do reality “The Circle”, Maisa Silva e a escritora Thalita Rebouças, que falarão sobre filmes que estão desenvolvendo para a Netflix – novidade em primeira mão, para os fãs presentes no festival. Além dos painéis com as estrelas, o evento ainda promete bate-papos com personalidades como Bruna Vieira (Depois dos Quinze), Kaique Brito (Tik Tok), Kaerre Neto (LDRV), Dora Figueiredo, Maíra Medeiros, Mandy Candy, Jonas Maria, Karol Conka, Rafael Mantesso, Mahmoud Baydoun, Mc Soffia e Yuri Marçal. Tudo num evento só. Mas não é por isso que o festival (na verdade, convenção) se chama Tudum. Pra quem não se ligou, o nome Tudum vem do som que acompanha o logotipo da Netflix, exibido na abertura das atrações da plataforma – que a gente aqui acha que soa como “tuduuum”. Em sua apresentação oficial, o evento é definido como uma reunião de “experiências” e “ativações” para os fãs das produções do serviço streaming. Para quem não sabe, “Ativar” não é só o grito de guerra dos Super Gêmeos, no desenho dos “Superamigos”. Em idioma marketês, esses jargões publicitários significam propaganda lúdica e interativa. Na prática, resultam numa espécie de parque temático da Netflix, que vai oferecer “experiências” como gravar um funk como o MC Doni no estúdio de “Sintonia”, tomar um milkshake no Corner Cafe, como a Lara Jean de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, e dar uma espiadinha no futuro num Tarot inspirado em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Não deixa de ser uma espécie de estande vitaminado de Comic Con transformado em evento. Mas o que seria uma Comic Con sem o palco para os convidados internacionais, apenas a parte “Experience”, mudou de patamar com a inclusão de painéis com convidados. Virou mesmo uma mini Comic Con – ou seria uma micro-D23 Expo, a versão Disney desse tipo de evento? Além das atrações citadas, a programação promete “experiências” baseadas nas séries “Sex Education”, “Stranger Things”, “Big Mouth”, “Atypical”, “Você” (You) e “The End of the F***ing World”, além do filminho “A Barraca do Beijo” e nas produções brasileiras “Modo Avião” e “Whindersson Nunes: Adulto”. Assumido como uma iniciativa de marketing, a diferença desse projeto para a Comic Con Experience, além obviamente das dimensões, é que ele será gratuito – na Comic Con Experience, o público precisa pagar para participar de “experiências” que também são pura publicidade. O evento acontece entre os dias 25 (feriado de aniversário de São Paulo) e 28 de janeiro no Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A programação completa pode ser conferida no site oficial do Tudum. Mas, infelizmente, a Netflix divulgou que os ingressos distribuídos pelo site já estão todos esgotados. Veja abaixo o novo comercial do evento, com todas as atrações.
Não Fale com Estranhos: Minissérie britânica de suspense ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Não Fale com Estranhos” (The Stranger), nova minissérie de suspense britânica baseada em livro do escritor Harlan Coben (“Não Conte à Ninguém”). A trama parte da premissa de que as pessoas não conhecem realmente os outros com quem convivem, e como segredos podem ser perigosos. Na trama, o protagonista Adam Price (Richard Armitage, de “Berlin Statin”) leva uma “vida perfeita” ao lado da esposa, Corinne (Dervla Kirwan, de “Ondine”), e dos dois filhos. Até que uma estranha (Hannah John-Kamen, de “Killjoys”) o aborda para contar um segredo estarrecedor sobre sua esposa, levando-o a perceber a fragilidade da vida que construiu. Logo, sua esposa desaparece e passa a ser investigada pela polícia como suspeita de um assassinato. Desenvolvida pelo roteirista-produtor Danny Brocklehurst (“Safe”, “The Five”), “Não Fale com Estranhos” tem oito episódios e reúne a mesma equipe de “Safe”, criada por Coben e lançada na Netflix em 2018. A estreia da nova minissérie está marcada para 30 de janeiro em streaming.












